CorrenteCríticaUma abordagem paragerar melhores resultadosnos projetos
TeoriadasrestriçõesFundamento dateoria dasrestriçõesConceitoCorrente CríticaS&TAplicando acorrente crítica nosprojetosAlin...
TeoriadasrestriçõesFundamento dateoria dasrestriçõesConceitoCorrente CríticaS&TAplicando acorrente crítica nosprojetosAlin...
Fundamento da Teoria dasrestriçõesAlinhamento estratégicosIdentificação, Avaliação, Alinhamento, Priorização e Otimização ...
Fundamento da Teoria dasrestriçõesAlinhamento estratégicosidéias ProjetosselecionadosProjetosCandidatosRejeiçõesPriorizaçã...
Fundamento da Teoria dasrestriçõesAlinhamento estratégicosProspect PropostasAceitasPropostasApresentadasRejeiçõesPriorizaç...
TeoriadasrestriçõesFundamento dateoria dasrestriçõesConceitoCorrente CríticaS&TAplicando acorrente crítica nosprojetosAlin...
Fundamento da Teoria dasrestriçõesTeoria das restriçõesA filosofia de gerenciamentodefendida por Goldratt afirma quetodo s...
Fundamento da Teoria dasrestriçõesTeoria das restrições“Só existe uma única meta da empresa com fins lucrativos.A meta é g...
Fundamento da Teoria dasrestriçõesTeoria das restrições“Throughput é o quanto de unidades da META que aorganização consegu...
Fundamento da Teoria dasrestriçõesTeoria das restriçõesBalde de Liebig“O crecimento é controlado nãopelo total de recursos...
leadtimeFundamento da Teoria dasrestriçõesTeoria das restriçõesLead TimeSe considerarmos LEAD TIME como o tempo de espera ...
Fundamento da Teoria dasrestriçõesTeoria das restriçõesTambor – Pulmão - Corda O Tambor é o gargalo do processo. A Corda...
Fundamento da Teoria dasrestriçõesTeoria das restriçõesA teoria das restrições defende que algumas perguntasbásicas devem ...
TeoriadasrestriçõesFundamento dateoria dasrestriçõesConceitoCorrente CríticaS&TAplicando acorrente crítica nosprojetosAlin...
Corrente CíticaConceitoNúmero de projetossimultâneosNúmerodeprojetosentreguescapacidade de entregaCongestionamento!Quais a...
Corrente CíticaConceitoCiclo viciosoIncertezasProbabilidade deatrasar ou nãocumprir o prazoTudo é forçado ainiciar ASAP(As...
Corrente CíticaConceitoSituação comumProjetos são cercados de incertezas efrequentemente estão atrasadosSituação desejadaF...
Corrente CíticaConceitoIlustração do problemaP1P2P3Lista de projetosP1P2P3Projetos em paralelo (Planejamento)P1P2P3Projeto...
Corrente CíticaConceitoIlustração da solução do problema (s/ multitarefa)P1P2P3Lista de projetosP1P2P3Projetos em fila de ...
TeoriadasrestriçõesFundamento dateoria dasrestriçõesConceitoCorrente CríticaS&TAplicando acorrente crítica nosprojetosAlin...
Corrente CíticaUso de pulmõesPorque utilizar o pulmão no projeto?Comportamento HumanoSíndrome do estudanteLei de Parkinson...
Corrente CíticaUso de pulmõesCaso “test scripts”do ZétempoData deTérmino???O zé tem “X” dias para fazer 5 “test Scripts”. ...
Corrente CíticaUso de pulmõesCaso “test scripts”do Zé3 dias 3 dias 3 dias 3 dias 3 diastempo15 diasConsiderando o seu dese...
Corrente CíticaUso de pulmõesCaso “test scripts”do Zé5 dias 5 dias 5 dias 5 dias 5 diastempo25 diasEntretanto, por motivos...
Corrente CíticaUso de pulmõesCaso “test scripts”do Zé5 dias 5 dias 5 dias 5 dias 5 diastempo25 diasO chefe se compromete a...
Corrente CíticaUso de pulmões5 dias 5 dias 5 dias 5 dias 3 diastempo7 diasdoente!!!(T) Escreveu o script(M) Reunião comitê...
Corrente CíticaUso de pulmões5 dias 5 dias 5 dias 5 dias 3 diastempo7 diasdoente!!!25 dias 30 diasResultado:30 dias… mais ...
Corrente CíticaUso de pulmõesTer pulmões explícitos com planosmais agressivos!!!10d 10d 10d30dSei que nãovou fazersomente ...
Corrente CíticaUso de pulmõesCaso “test scripts”do Zé, com uso dos pulmõestempoData deTérmino???O zé tem “X” dias para faz...
Corrente CíticaUso de pulmõesCaso “test scripts”do Zé, com uso dos pulmões3 dias 3 dias 3 dias 3 dias 3 diastempo25 diasRe...
Corrente CíticaUso de pulmões3d 2d 4d 5 dias 3dtempo7 diasdoente!!!(T) Escreveu o script(T) Escreveu o script(T) Escreveu ...
TeoriadasrestriçõesFundamento dateoria dasrestriçõesConceitoCorrente CríticaS&TAplicando acorrente crítica nosprojetosAlin...
Aplicando a correntecrítica nos projetosImplementando a CCPMPlanejamento com CCPM• Tratamento da variabilidade• Simplicida...
Aplicando a correntecrítica nos projetosImplementando a CCPMTratamento da variabilidade• Local -> Global• Simples e não co...
Aplicando a correntecrítica nos projetosImplementando a CCPMSimplicidade• Limite das 300 atividades, porque?Maisdetalhesna...
Aplicando a correntecrítica nos projetosImplementando a CCPMAjustes nos planos• Um projeto já iniciado• Considerando um pu...
Aplicando a correntecrítica nos projetosImplementando a CCPMEscalonamento de multi projetos• Antes: Via recursos mais carr...
Aplicando a correntecrítica nos projetosImplementando a CCPMTemplates e planos viáveis• Conjuntos de projetos -> templates...
Aplicando a correntecrítica nos projetosImplementando a CCPMTemplates e planos viáveis• Conjuntos de projetos -> templates...
TeoriadasrestriçõesFundamento dateoria dasrestriçõesConceitoCorrente CríticaS&TAplicando acorrente crítica nosprojetosAlin...
Aplicando a correntecrítica nos projetosÁrvore de Estratégia e Tática (S&T)S&T
Obrigado!Perguntas
Próximos passosImplementação1. Agendar para a próxima semana uma apresentação para aequipe (TREINAMENTO)2. Priorizar os pr...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Corrente Crítica - Uma abordagem para gerar melhores resultados nos projetos

552 visualizações

Publicada em

Publicada em: Negócios
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
552
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
6
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
33
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Corrente Crítica - Uma abordagem para gerar melhores resultados nos projetos

  1. 1. CorrenteCríticaUma abordagem paragerar melhores resultadosnos projetos
  2. 2. TeoriadasrestriçõesFundamento dateoria dasrestriçõesConceitoCorrente CríticaS&TAplicando acorrente crítica nosprojetosAlinhamentoestratégicoUso depulmõesImplementandoa CCPMAgenda
  3. 3. TeoriadasrestriçõesFundamento dateoria dasrestriçõesConceitoCorrente CríticaS&TAplicando acorrente crítica nosprojetosAlinhamentoestratégicoUso depulmõesImplementandoa CCPMAgenda
  4. 4. Fundamento da Teoria dasrestriçõesAlinhamento estratégicosIdentificação, Avaliação, Alinhamento, Priorização e Otimização da CarteiraO ponto inicial é oentendimento, talvezincompleto edesatualizado, dasiniciativas adotadaspela organização. Nãoparece existir umobjetivo comum claroestabelecido.PortfólioatualA tradução adequadados objetivos daorganização permitemdefinir um destinoaparente. Ondeestamos e ondequeremos chegar?OrganizaçãoDestinoA composição do portfólio atualé confirmada, assim como acontribuição individual de cadainiciativa e a direção doportfólio.OrganizaçãoDestinoPortfólioatualDireção do portfólio atualO Portfólio atual éreconfigurado, alinhado, priorizado e otimizadode modo atingir osobjetivosorganizacionais commaior precisão evelocidade.OrganizaçãoDestinoPortfólioatualPortfólioapontandopara a direçãocorretaAjuste1 234
  5. 5. Fundamento da Teoria dasrestriçõesAlinhamento estratégicosidéias ProjetosselecionadosProjetosCandidatosRejeiçõesPriorização(scorecard)Projetos PriorizadosAnalogia na Fivecom
  6. 6. Fundamento da Teoria dasrestriçõesAlinhamento estratégicosProspect PropostasAceitasPropostasApresentadasRejeiçõesPriorização(scorecard)Projetos Priorizados
  7. 7. TeoriadasrestriçõesFundamento dateoria dasrestriçõesConceitoCorrente CríticaS&TAplicando acorrente crítica nosprojetosAlinhamentoestratégicoUso dePulmõesImplementandoa CCPMAgenda
  8. 8. Fundamento da Teoria dasrestriçõesTeoria das restriçõesA filosofia de gerenciamentodefendida por Goldratt afirma quetodo sistema possui um objetivo(uma META)QUAL A META DA FIVECOM?- Prover serviços de qualidade aocliente?- Entregar projetos dentro do prazocusto e com a satisfação docliente?- Ser inovadora?- Dominar o mercado dedesenvolvimento web?
  9. 9. Fundamento da Teoria dasrestriçõesTeoria das restrições“Só existe uma única meta da empresa com fins lucrativos.A meta é ganhar dinheiro, tanto hoje como no futuro.”Goldratt, 1984“…antes de lidar com aprimoramentos em qualquer partedo sistema, primeiro precisamos definir qual sua meta globale as medidas que vão permitir julgar o impacto de qualquersubsistemas ou ação local nessa meta global.”Goldratt, 1984
  10. 10. Fundamento da Teoria dasrestriçõesTeoria das restrições“Throughput é o quanto de unidades da META que aorganização consegue atingir num dado período.A essência da META émaximizar o THROUGHPUTdentro de limitações erespeitando as condiçõesnecessárias.E no caso da Fivecom?Precisamos verificar quantos projetos aFivecom entregou em 2010, para saber qualo nosso Throughput.Throughput
  11. 11. Fundamento da Teoria dasrestriçõesTeoria das restriçõesBalde de Liebig“O crecimento é controlado nãopelo total de recursos disponíveismas pelo recurso mais escasso.”E no caso da Fivecom qual é orecurso mais escasso?Precisamos verificar quais são os recursosmais escassos.Lei de Liebig – Justus Von Liebig, químico alemão que fez notáveis contribuições à agricultura e química orgânica (1803-1873)
  12. 12. leadtimeFundamento da Teoria dasrestriçõesTeoria das restriçõesLead TimeSe considerarmos LEAD TIME como o tempo de espera entre otrabalho entrar no sistema e deixar o sistema, notamos que existe umarelação com o WIPSe pararmos de receber projeto hoje, quanto tempoprecisariamos para entregar todos os projetos queestão vendidos?Muito WIP (ruim)leadtimePouco WIP (bom)
  13. 13. Fundamento da Teoria dasrestriçõesTeoria das restriçõesTambor – Pulmão - Corda O Tambor é o gargalo do processo. A Corda é essencialmente um dispositivo de comunicação. Pulmão é criado para assegurar que o WIP esteja disponivelno recurso tambor.
  14. 14. Fundamento da Teoria dasrestriçõesTeoria das restriçõesA teoria das restrições defende que algumas perguntasbásicas devem ser feitas antes de decidirmos em quaisiniciativas nos engajarmos na empresa.Por que mudar?Quais são os motivadores da mudança?O que mudar?Identificar a área onde uma mudança causaria melhoriasignificativa do desempenho da organização como umtodo.Mudar para o que?A solução de melhoria.Como mudar?Lidando com os obstáculos deimplementação, especialmente a adoção da alta direção.
  15. 15. TeoriadasrestriçõesFundamento dateoria dasrestriçõesConceitoCorrente CríticaS&TAplicando acorrente crítica nosprojetosAlinhamentoestratégicoUso depulmõesImplementandoa CCPMAgenda
  16. 16. Corrente CíticaConceitoNúmero de projetossimultâneosNúmerodeprojetosentreguescapacidade de entregaCongestionamento!Quais as consequências?Qual o dilema em ambiente Multi-projetos?
  17. 17. Corrente CíticaConceitoCiclo viciosoIncertezasProbabilidade deatrasar ou nãocumprir o prazoTudo é forçado ainiciar ASAP(As Soon As Possible)“TUDO É URGENTE”Cronogramasdetalhados / definidosno planejamentoDisputa por recursos(esforço é pulverizado= recursos alocadosem muitos projetos)WIPMais projetosem aberto =sobrecargaSegurançaembutida /SILOSLei de parkinson, Sindrome do estudante, Lei deMurphy, Multitarefa nocivas• Multitarefas• De-sincronização• Filas / Espera• Mudança de prioridade• Baixa Qualidade• Re-Trabalho• Elevado tempo de resposta
  18. 18. Corrente CíticaConceitoSituação comumProjetos são cercados de incertezas efrequentemente estão atrasadosSituação desejadaFazer mais projetos mais rápido(e entregá-los todos no prazo, orçament, escopo ecom os mesmos recursos)
  19. 19. Corrente CíticaConceitoIlustração do problemaP1P2P3Lista de projetosP1P2P3Projetos em paralelo (Planejamento)P1P2P3Projetos em paralelo (Realidade)
  20. 20. Corrente CíticaConceitoIlustração da solução do problema (s/ multitarefa)P1P2P3Lista de projetosP1P2P3Projetos em fila de prioridade (Planejamento)P1P2P3Projetos em fila de prioridade (Realidade)
  21. 21. TeoriadasrestriçõesFundamento dateoria dasrestriçõesConceitoCorrente CríticaS&TAplicando acorrente crítica nosprojetosAlinhamentoestratégicoUso dePulmõesImplementandoa CCPMAgenda
  22. 22. Corrente CíticaUso de pulmõesPorque utilizar o pulmão no projeto?Comportamento HumanoSíndrome do estudanteLei de ParkinsonMultitarefas Nocivas
  23. 23. Corrente CíticaUso de pulmõesCaso “test scripts”do ZétempoData deTérmino???O zé tem “X” dias para fazer 5 “test Scripts”. Seu chefe estapressionando por um prazo firme!
  24. 24. Corrente CíticaUso de pulmõesCaso “test scripts”do Zé3 dias 3 dias 3 dias 3 dias 3 diastempo15 diasConsiderando o seu desempenho histórico, Zé sabe que pode fazercada “Test Script” em 3 dias. O que leva a crer que 15 dias seriamsuficientes para terminar o trabalho.
  25. 25. Corrente CíticaUso de pulmõesCaso “test scripts”do Zé5 dias 5 dias 5 dias 5 dias 5 diastempo25 diasEntretanto, por motivos de segurança o Zé introduz uma proteçãode 2 dias em cada atividade.
  26. 26. Corrente CíticaUso de pulmõesCaso “test scripts”do Zé5 dias 5 dias 5 dias 5 dias 5 diastempo25 diasO chefe se compromete a entregar tudo em 25 dias, baseado nasestimativas elaboradas pelo Zé
  27. 27. Corrente CíticaUso de pulmões5 dias 5 dias 5 dias 5 dias 3 diastempo7 diasdoente!!!(T) Escreveu o script(M) Reunião comitêestratégico(M) Fez o trabalho dosuporte(E) Entrou em pânico(E) “Lustrou” o test script(E) “Lustrou” mais o testscript(M) Suporte para outroprojeto(M) Atividade de outroprojeto(P) 15 e-mails para adiretoria(E) Estudou para oconcurso(E) Surfou na Web(E) Organizou oChurrasco(M) Fez atividade para ocolegaSaiu as 23h todo dia(T) Escreveu o script(E) Surfou na Web(M) Reunião de projetos(M) Atividade de outroprojeto(P) 15 e-mails para adiretoria(E) Entrou em pânico(E) “Lustrou” o test script(E) “Lustrou” mais o testscript(M) Suporte para outroprojeto(T) Escreveu mais umpouco do script(E) Estudou para oconcurso(E) Saiu para o dentista(T) Finallzou o scriptSaiu as 23h todo dia(T) Escreveu o script(M) Reunião comitêestratégico(M) Fez o trabalho dosuporte(E) Entrou em pânico(E) “Lustrou” o test script(E) “Lustrou” mais o testscript(M) Suporte para outroprojeto(M) Atividade de outroprojeto(P) 15 e-mails para adiretoria(E) Estudou para oconcurso(E) Surfou na Web(E) Organizou oChurrasco(M) Fez atividade para ocolegaSaiu as 20h todo dia(T) Escreveu o script(M) Reunião comitêestratégico(M) Fez o trabalho dosuporte(E) Entrou em pânico(E) “Lustrou” o test script(E) “Lustrou” mais o testscript(M) Suporte para outroprojeto(M) Atividade de outroprojeto(P) 15 e-mails para adiretoria(E) Estudou para oconcurso(E) Surfou na Web(E) Organizou oChurrasco(M) Fez atividade para ocolegaSaiu as 22h todo dia(T) Escreveu o script(T) Escreveu o script(T) Escreveu o scriptSaiu as 19h todo dia
  28. 28. Corrente CíticaUso de pulmões5 dias 5 dias 5 dias 5 dias 3 diastempo7 diasdoente!!!25 dias 30 diasResultado:30 dias… mais 2 semanas de atraso por perder a janela de testes!!!
  29. 29. Corrente CíticaUso de pulmõesTer pulmões explícitos com planosmais agressivos!!!10d 10d 10d30dSei que nãovou fazersomente essaatividadeSei que aatividade estaráatrasada antesde começar= segurançaproteção5d30d5d 5d 15d23dCronograma (datas) definidas no planejamento• Incertezas são inevitáveis• Na esperança de ser confiável / preciso,recursos adicionam segurança na estimativa• Seguranças são desperdiçadas na execução(comportamento humano)Cronograma (datas) definidas na execução• Estimativas são usadas somente para oplanejamento• Cronograma/programação de atividades édeterminado na execução, quand tarefasestão perto de serem iniciadas.
  30. 30. Corrente CíticaUso de pulmõesCaso “test scripts”do Zé, com uso dos pulmõestempoData deTérmino???O zé tem “X” dias para fazer 5 “test Scripts”. Seu chefe estapressionando por um prazo firme!
  31. 31. Corrente CíticaUso de pulmõesCaso “test scripts”do Zé, com uso dos pulmões3 dias 3 dias 3 dias 3 dias 3 diastempo25 diasRetirou a segurança contida nas atividades e criou o pulmão queserá compartilhado entre todas as atividades2d 2d 2d 2d 2dPulmão de 10 dias
  32. 32. Corrente CíticaUso de pulmões3d 2d 4d 5 dias 3dtempo7 diasdoente!!!(T) Escreveu o script(T) Escreveu o script(T) Escreveu o scriptSaiu as 19h todo dia(T) Escreveu o script(T) Escreveu o script(T) Escreveu o scriptSaiu as 19h todo dia(T) Escreveu o script(T) Escreveu o script(T) Escreveu o scriptSaiu as 19h todo dia(T) Escreveu o script(T) Escreveu o script(T) Escreveu o scriptSaiu as 19h todo dia(T) Escreveu o script(T) Escreveu o script(T) Escreveu o scriptSaiu as 19h todo dia24 dias25 diasOs 5 testes scripts entreguesum dia antes do prazoResultado:24 dias% corrente críticacompletada%pulmãodeprojetoconsumido
  33. 33. TeoriadasrestriçõesFundamento dateoria dasrestriçõesConceitoCorrente CríticaS&TAplicando acorrente crítica nosprojetosAlinhamentoestratégicoUso depulmõesImplementandoa CCPMAgenda
  34. 34. Aplicando a correntecrítica nos projetosImplementando a CCPMPlanejamento com CCPM• Tratamento da variabilidade• Simplicidade nos planos• Ajustes nos planos• Escalonamento de multi projetos• Templates e criação de planos viáveis
  35. 35. Aplicando a correntecrítica nos projetosImplementando a CCPMTratamento da variabilidade• Local -> Global• Simples e não complexo• Consumo da proteção(pulmão) = natural e esperado• Ritmo do consumo = saúde da execução• Pontos de consumo crônicos: focos da melhoria contínua
  36. 36. Aplicando a correntecrítica nos projetosImplementando a CCPMSimplicidade• Limite das 300 atividades, porque?MaisdetalhesnasubdivisãoMaisproblemasnosprazosMais detalhes = mais incerteza = maissegurança nas estimativasAtividade 2Ativ 2.1Ativ 2.2Ativ 2.3Ativ 2.4Ativ 2.2.1Ativ 2.2.2Ativ 2.2.3
  37. 37. Aplicando a correntecrítica nos projetosImplementando a CCPMAjustes nos planos• Um projeto já iniciado• Considerando um pulmão total, mesmo que parte játenha sido consumida• Ajustes na CC• Somente com uma mudança significativa deescopo• Caso contrário a CC permanece a mesma
  38. 38. Aplicando a correntecrítica nos projetosImplementando a CCPMEscalonamento de multi projetos• Antes: Via recursos mais carregado: Tambor• Hoje: pelo recurso mais crítico: integração (onde asvariabilidades atigem mais fortemente)
  39. 39. Aplicando a correntecrítica nos projetosImplementando a CCPMTemplates e planos viáveis• Conjuntos de projetos -> templates• Templates -> Novo projeto• Experiência com o novo -> template• Plano com CCPM• Ajuste da CC para caber no caso de negócios• Recálculo do pulmão de projetos
  40. 40. Aplicando a correntecrítica nos projetosImplementando a CCPMTemplates e planos viáveis• Conjuntos de projetos -> templates• Templates -> Novo projeto• Experiência com o novo -> template• Plano com CCPM• Ajuste da CC para caber no caso de negócios• Recálculo do pulmão de projetos
  41. 41. TeoriadasrestriçõesFundamento dateoria dasrestriçõesConceitoCorrente CríticaS&TAplicando acorrente crítica nosprojetosAlinhamentoestratégicoUso depulmõesImplementandoa CCPMAgenda
  42. 42. Aplicando a correntecrítica nos projetosÁrvore de Estratégia e Tática (S&T)S&T
  43. 43. Obrigado!Perguntas
  44. 44. Próximos passosImplementação1. Agendar para a próxima semana uma apresentação para aequipe (TREINAMENTO)2. Priorizar os projetos da fivecom3. Identificar os recursos críticos da Fivecom4. Traçar medidas para que o tambor (recursos críticos) nãoestejam trabalhando em tarefas não prioritárias5. Criar os cronogramas agressivos com o pulmão decontingência6. Monitorar os primeiros resultados na implementação

×