Motion Graphics para Mobile TV em Portugal

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Motion Graphics para Mobile TV em Portugal

  1. 1. <ul><li>COMO PRODUZIR </li></ul><ul><li>MOTION GRAPHICS </li></ul><ul><li>PARA MOBILE TV? </li></ul><ul><li>Leonardo Pereira_42696 </li></ul>
  2. 2. POTENCIAIS IMPACTOS EDUCATIVOS/FORMATIVOS DO MEU PROJECTO. PARA QUEM ? <ul><li>Existe toda uma classe profissional e estudantil que poderá eventualmente </li></ul><ul><li>sentir necessidade de obter conhecimentos sobre como produzir </li></ul><ul><li>correctamente Motion Graphics para Mobile TV. </li></ul><ul><li>As próprias empresas produtoras dos conteúdos terão interesse em que os </li></ul><ul><li>seus colaboradores adquiram este tipo de conhecimento pois o suporte </li></ul><ul><li>de telemóvel é um nicho do mercado de audiovisuais ainda por explorar. </li></ul><ul><li>Há poucas empresas que já o fazem. </li></ul>
  3. 3. POTENCIAIS IMPACTOS EDUCATIVOS/FORMATIVOS DO MEU PROJECTO. PARA QUEM ? <ul><li>EM CONTEXTO ACADÉMICO E FORMATIVO </li></ul><ul><li>Professores universitários de Motion Graphics </li></ul><ul><li>Estudantes universitários de Motion Graphics </li></ul><ul><li>Cursos profissionais de Motion Graphics </li></ul><ul><li>EM CONTEXTO EMPRESARIAL E PROFISSIONAL </li></ul><ul><li>Motion Graphics Designers de: </li></ul><ul><ul><li>Productoras </li></ul></ul><ul><ul><li>Televisões </li></ul></ul><ul><ul><li>Agências </li></ul></ul><ul><li>Designers de Comunicação. </li></ul>
  4. 4. PLANO DE FORMAÇÃO NA MINHA ÁREA DE INVESTIGAÇÃO ARQUITECTURA PARTICIPATIVA <ul><li>Penso que neste caso seria necessário constituir um programa de conteúdos a serem leccionados, que abarcassem as duas esferas ou áreas de intervenção a que minha área se refere: </li></ul><ul><li>(Mobile TV) + (Motion Graphics) </li></ul><ul><li>Neste sentido proponho o seguinte programa embora o mesmo seja de carácter não vinculativo devido ao estádio inicial em que se encontra a minha pesquisa. </li></ul>
  5. 5. PLANO DE FORMAÇÃO NA MINHA ÁREA DE INVESTIGAÇÃO ARQUITECTURA PARTICIPATIVA <ul><li>1- MOBILE TV </li></ul><ul><li>1.1- Abordagem à Mobile TV no mundo </li></ul><ul><ul><li>Países onde o serviço é já uma realidade </li></ul></ul><ul><ul><li>Principais players </li></ul></ul><ul><ul><li>Standards adoptados </li></ul></ul><ul><ul><li>O contexto português (redes 3G e DVB-H) </li></ul></ul><ul><li>1.2- Arquitectura das redes 3G e DVB-H </li></ul><ul><ul><li>Codificação e compressão de conteúdos para difusão sobre redes 3G </li></ul></ul><ul><ul><li>Codificação e compressão de conteúdos para difusão sobre redes de emissores broacast utilizando o DVB-H </li></ul></ul><ul><ul><li>Condicionantes e especificidades de cada uma das tecnologias </li></ul></ul>
  6. 6. PLANO DE FORMAÇÃO NA MINHA ÁREA DE INVESTIGAÇÃO ARQUITECTURA PARTICIPATIVA <ul><li>2- TERMINAIS MÓVEIS </li></ul><ul><li>2.1- Limitações dos aparelhos </li></ul><ul><ul><li>Ecrans de pequenos formatos </li></ul></ul><ul><ul><li>Formatos diferenciados de aparelho para aparelho </li></ul></ul><ul><ul><li>Vida curta das baterias </li></ul></ul><ul><ul><li>Espectro cromático limitado </li></ul></ul><ul><li>3- CONSEQUÊNCIAS PARA OS MOTION GRAPHICS </li></ul><ul><li>3.1- Consequências que as arquitecturas tecnológicas de rede acarretam para os motion Graphics </li></ul><ul><li>3.2- Consequências que as limitações dos terminais acarretam para os Motion Graphics </li></ul>
  7. 7. PLANO DE FORMAÇÃO NA MINHA ÁREA DE INVESTIGAÇÃO ARQUITECTURA PARTICIPATIVA <ul><li>4- MOTION GRAPHICS PARA MOBILE TV </li></ul><ul><li>4.1- Criatividade /limitações </li></ul><ul><li>4.2- Práticas específicas de produção e cuidados adicionais </li></ul><ul><li>4.3- Softwares mais apropriados à edição, produção e compressão </li></ul>
  8. 8. PAPEL RESERVADO PARA MIM E PÚBLICO-ALVO DA MINHA FORMAÇÃO <ul><li>O MEU PAPEL </li></ul><ul><li>Reservar-me-ia naturalmente o papel de formador, orientador e investigador. </li></ul><ul><li>O PAPEL DO PÚBLICO-ALVO </li></ul><ul><li>Um dos objectivos pretendidos com um programa de formação na minha área de intervenção seria a formação e recrutamento de futuros formadores, com conhecimento comprovado de causa. Ou seja, pretender-se-ia a constituição de uma comunidade de indivíduos despertos e conscientes para esta problemática e capazes de passar o seu conhecimento, quer a alunos de Motion Graphics quer a Motion Graphics designers. </li></ul>

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