Apresentação Future Places 2009

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Apresentação da investigação sobre produção de Motion Graphics para Mobile TV, durante o Festival "Future Places 2009", decorrido no Porto.

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Apresentação Future Places 2009

  1. 1. Leonardo Pereira | leonardpeartree@gmail.com ESTRATÉGIAS DE PRODUÇÃO DE MOTION GRAPHICS PARA MOBILE TV
  2. 2. 00 Enquadramento
  3. 3. 00 Enquadramento Projecto de dissertação de Mestrado Desenvolvido na Universidade de Aveiro “ESTRATÉGIAS DE PRODUÇÃO DE MOTION GRAPHICS PARA MOBILE TV”
  4. 4. 00 Enquadramento Surge da percepção de uma lacuna teórica... A ausência quase total de estudos teóricos sobre a adaptação ou produção específica, de conteúdos audiovisuais para Mobile.
  5. 5. 00 Enquadramento O que é a Mobile TV? Universo de serviços de Televisão emitidos exclusivamente para telemóvel.
  6. 6. 00 Enquadramento O que são os Motion Graphics? São uma prática que deriva das práticas e conceitos inerentes ao Design Gráfico, Cinema e Animação, mas que incorporam técnicas como o vídeo, o som, a animação, o 3D, etc, para combinar /manipular/sincronizar no tempo e no espaço, elementos pictóricos, por forma a produzir narrativas audiovisuais de apoio a mensagens em conteúdos do mundo do Cinema, da Televisão, dos Videojogos, da Web, etc.
  7. 7. 00 Enquadramento Problema / Questão de investigação Deverão existir, por comparação com os Motion Graphics tradicionais, práticas e cuidados específicos de produção de MG para Mobile TV?
  8. 8. 00 Enquadramento Sim! Por causa da mudança de paradigma no actual conceito de Televisão; Por causa de condicionantes físicas do suporte (ecrã de telemóvel); Por causa das limitações das redes de distribuição do serviço de Mobile TV; Por causa da mudança nos nossos hábitos de consumo (Exteriores): –  Onde, como, quando e com quem?
  9. 9. 01 Mudança de paradigma no actual conceito de Televisão
  10. 10. 01 Mudança de paradigma no actual conceito de Televisão A Televisão já não é o que era! É o que era... mais alguma coisa!
  11. 11. 01 Mudança de paradigma no actual conceito de Televisão E isto porquê? Porque agora existem novas formas de ver Televisão!
  12. 12. 01 Mudança de paradigma no actual conceito de Televisão Essas novas formas foram originadas tanto: Pela integração do serviço de Televisão em novos meios;
  13. 13. 01 Mudança de paradigma no actual conceito de Televisão Como pelos hábitos e contextos de consumo que esta nova integração gerou.
  14. 14. 01 Mudança de paradigma no actual conceito de Televisão Televisão Multiplataforma
  15. 15. 01 Mudança de paradigma no actual conceito de Televisão Segundo a “Accenture” 3 em cada 10 adultos consome regularmente conteúdo televisivo e vídeo em suportes alternativos ao tradicional. Accenture. (2008). Television in Transition: Evolving consumption habits in broadcast media worldwide. Accenture Consumer Broadcast Survey 2009.
  16. 16. 01 Mudança de paradigma no actual conceito de Televisão E... Cerca de 3/4, revela uma grande apetência pelas “novas formas de ver Televisão”. Accenture. (2008). Television in Transition: Evolving consumption habits in broadcast media worldwide. Accenture Consumer Broadcast Survey 2009.
  17. 17. 01 Mudança de paradigma no actual conceito de Televisão Por isso... O mercado destes novos meios parece estar a crescer! Defendo, portanto, que temos, cada vez mais, de estar preparados para produzir correctamente conteúdo audiovisual específico para os mesmos.
  18. 18. 02 Condicionantes físicas do suporte
  19. 19. 02 Condicionantes físicas do suporte (ecrã do telemóvel) •  A grande variedade de resoluções e tamanhos de ecrã disponíveis no mercado; •  E a baixa resolução e tamanho dos ecrãs.
  20. 20. 02 Condicionantes físicas do suporte (ecrã do telemóvel) Para que resolução produzir? Como lidar com o pouco espaço disponível?
  21. 21. 02 Condicionantes físicas do suporte (ecrã do telemóvel) QCIF – 176 x 144 px QVGA – 320 x 240 px CIF – 352 x 288 px Em relação à resolução target.... Recomenda-se que se produza MG nas 3 resoluções mais comuns nos mercados nacional e internacional. E pensar nas composições principalmente para a pior resolução identificada.
  22. 22. 02 Condicionantes físicas do suporte (ecrã do telemóvel) Em relação ao pouco espaço e problemas de legibilidade que isto levanta recomendo... Simplificação formal, tanto das formas como os fundos; Preferência pelos fundos planos e simples (evitar a sua animação); Redução do número de elementos gráficos a utilizar – apenas os essenciais; Eliminação de elementos gráficos muito pequenos.
  23. 23. 02 Condicionantes físicas do suporte (ecrã do telemóvel) Em relação à tipografia recomendo: O uso de fontes em versão condensada; Não usar tipografia abaixo do corpo 12; Utilizar fontes de desenho mais geométrico e limpo; Evitar fundos complexos e criar áreas limpas para a tipografia.
  24. 24. 03 Limitações das redes de distribuição do serviço de Mobile TV
  25. 25. 03 Limitações das redes de distribuição do serviço de Mobile TV Actualmente o serviço de Mobile TV é distribuído assente em dois tipos de redes e tecnologias: 3G/UMTS; DVB-H.
  26. 26. 03 Limitações das redes de distribuição do serviço de Mobile TV Tanto uma como a outra são tecnologias digitais (Kbps ou Mbps) e não analógicas (ondas hertzianas). E, portanto, exigem que haja compressão do sinal vídeo.
  27. 27. 03 Limitações das redes de distribuição do serviço de Mobile TV A compressão, dependendo do seu grau, pode afectar a qualidade do vídeo e a sua fluidez, se houver muito movimento e muitos elementos animados ao mesmo tempo.
  28. 28. 03 Limitações das redes de distribuição do serviço de Mobile TV Para minimizar os efeitos nefastos da compressão recomendo que se evite: A interpolação visual e espacial de muitos elementos ao mesmo tempo; Fundos animados; A animação total do enquadramento; Movimentos rápidos.
  29. 29. 04 Mudança dos hábitos e contextos de consumo (Exteriores e transportes públicos)
  30. 30. 04 Mudança nos hábitos e contextos de consumo Um dos contextos onde a de Mobile TV é mais consumida é em transportes públicos e exteriores.
  31. 31. 04 Mudança nos hábitos e contextos de consumo Nestes contextos a luz solar e os reflexos produzidos sobre os ecrãs provocam uma perda de legibilidade dos conteúdos visuais apresentados nos ecrãs, pela falta de contraste.
  32. 32. 04 Mudança nos hábitos e contextos de consumo Logo, e no sentido de minimizar este impacto da luz solar e reflexos, recomendo que: Se evitem fundos escuros e com pouco contraste; Não se usem formas muito pequenas (limitação da percepção da cor); Se acentuem contrastes cromáticos (cores complementares); Se usem formas com recorte em relação ao fundo, evitar formas esbatidas;
  33. 33. 05 Exemplos de aplicação das recomendações antes descritas
  34. 34. 05 Exemplos de aplicação das recomendações descritas Sting de identidade RTP2 Redução de elementos gráficos; Sequencializaram-se as animações; Evitou-se a animação total do equad.; Tipografia Condensada e maior; Redução da duração.
  35. 35. 05 Exemplos de aplicação das recomendações descritas Sting de identidade RTP2 Redução de elementos gráficos; Sequencializaram-se as animações; Evitou-se a animação total do equad.; Tipografia Condensada e maior; Redução da duração.
  36. 36. 06 Conclusões
  37. 37. 06 Conclusões Moral da história Tudo parece indicar que o mais aconselhável será tender para uma certa simplificação, quer das animações, quer das formas, quer dos esquemas de cor. Mais vale pouco mas visível... do que muito mas que fica pelo caminho.
  38. 38. 06 Conclusões Com estas estratégias defende-se que a experiência de visualização corre menos riscos de: Sofrer cortes na fluidez do vídeo; De a compressão gerar um menor grau de ruído visual; De a legibilidade total dos seus elementos pictóricos ser menos comprometida; De a resistência aos factores ambientais ser maior.
  39. 39. 06 Conclusões Grande constatação Cada vez mais os Motion Designers terão de aglutinar/acumular conhecimentos criativos com conhecimentos tecnológicos, para poderem trabalhar para o meio Mobile.
  40. 40. Obrigado! Dúvidas? / Questões? / Críticas?

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