TOMOGRAFANDO A TÉCNICA DE TOMOGRAFAR

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Apostila desenvolvida para Tomografia Computadorizada, com os principais protocolos em CT e anatomia seccional.

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TOMOGRAFANDO A TÉCNICA DE TOMOGRAFAR

  1. 1. ORIGEM DA PALAVRA TOMOGRAFIADo Grego TOMUS = corte ou fatiaDo Português, GRAFIA = escrita, estudoHISTÓRIA DA TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA No ano de 1967, iniciaram-se as 11pesquisas sobre reconhecimento de imagens etécnicas de armazenamento de dados em um computador. Em 1971 foi realizado oprimeiro teste de um “Scanner” do crânio, num Hospital em Londres. A partir destesdados os progressos foram rápidos.O Scanner foi oficialmente apresentado em 1972 e a coleta de dados foi evoluindo porvárias gerações. Os inventores do Scanner-Tomógrafo foram A.M.Comark( um físiconorte americano) e Geoffrey Hounsfield( um engenheiro inglês).Em 1973, a EMI (primeira empresa a fabricar o scanner), instalou os primeiros “scanners”de crânio nos EUA, que mais tarde passariam a se chamar TOMÓGRAFOSCOMPUTADORIZADOS. Em 1974, os primeiros TCs para exame de corpo já estavamem funcionamento, e em 1979, estes dois cientistas receberam o prêmio Nobel, pois esteinvento tem importância comparada á descoberta dos Raios x.A HISTÓRIA DE SIR GODFFREY HOUNSFIELD: Sua invenção foi um verdadeiro marco para a medicina diagnóstica. A criação daTC teve dimensão semelhante para a medicina à descoberta dos Raios-x por WILLIANCONRAD ROENTGEN.
  2. 2. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________HOUNSFIELD nasceu em Nottinghamshire, na Inglaterra, no dia 28 de agosto de 1919. Erao caçula de cinco irmãos. Em setembro de 1939 ingressou como voluntário, naRoyal Air Force-RAF. Logo após a guerra, obteve uma bolsa para estudar engenhariamecânica e elétrica na Casa Faraday, em Londres, tendo em seguida se juntado ao staff depesquisa da Eletric and Musical Instruments-EMI, em 1951. Em 1967 transferiu-se para o Laboratório Central de Pesquisas, da EMI. Nesteano, durante uma caminhada, um dos seus prazeres, se perguntou:-Será que existe um jeito, uma maneira de determinar o quê está dentro de uma caixafechada, fazendo-se leitura desta por todos os ângulos possíveis de análiseHOUNSFIELD imaginou que isso seria possível, em termos biológicos, colimando-se comprecisão um feixe de Raios-x. O desenvolvimento da tecnologia dos computadores e anoção de que o crânio era uma espécie de caixa-preta, que poderia ser investigada einterrogada com o uso de raios-x, forneceram as circunstâncias ideais para a sua descoberta. Em seus experimentos iniciais, usando uma fonte de radiação Gama, levou novedias para adquirir os dados e duas horas e meia para reconstruir a imagem na tela docomputador. Substituindo a fonte de Raios Gama por um tubo de Raios X, reduziu o tempode scan para nove horas. O princípio baseava-se na rotação-translação do tubo ao redor docrânio. A EMI, nessa época, era uma empresa quase totalmente voltada para a fabricaçãode discos e componentes eletrônicos e não tinha nenhuma experiência com equipamentosradiológicos. Os Beatles, que gravavam na época para o selo EMI, foram os responsáveispelo apoio financeiro mais significativo para a companhia. O então Departamento de Saúdefoi procurado por Hounsfield e pelos radiologistas James Ambrose e Louis Kreel parafinanciar, junto com a EMI, o desenvolvimento de um scanner para a cabeça. O radiologista Ambrose forneceu a orientação clínica necessária e tambémconduziu o primeiro experimento, utilizando um protótipo de scanner de cabeça da EMI, oMark 1, em 1972. Logo depois, o Departamento de Saúde solicitaria mais três scanners. Em1975, enfim, numa conferência internacional em Bermuda, Hounsfield anunciou umscanner para o acesso a outras partes do corpo. Este pronunciamento foi recebido comaplausos de pé, da seleta audiência. Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 2
  3. 3. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________Em 1972, Hounsfield ganhou o prêmio MacRobert, a mais alta condecoração do ReinoUnido dedicada a inovações científicas. Em 1975 foi eleito Fellow da Royal Society erecebeu o prêmio Lasker, nos Estados Unidos da América. Em 1979, junto com Comarck,recebeu o prêmio Nobel de Medicina. Em 1981 foi condecorado por Sua Excelência, aRainha da Inglaterra. Em 1994 foi eleito Honorary Fellow da Academia Real deEngenharia. Depois de sua aposentadoria oficial em 1986, continuou a trabalhar comocientista consultor da EMI e de vários departamentos de Hospitais da Inglaterra. “Hounsfield foi um homem que contribuiu enormemente, com o seu trabalho,para o avanço da medicina e do radiodiagnóstico”PRINCIPIOS BÁSICOSUma imagem de tomografia computadorizada (TC) é uma apresentação da anatomia deuma fatia fina do corpo desenvolvida por múltiplas medidas de absorção de raios X, feita aoredor da periferia do corpo. Ao contrário da tomografia linear, onde a imagem de corte finoé criada mediante borramento da informação de regiões indesejadas, a imagem da TC éconstruída matematicamente. São necessárias no mínimo 180 projeções diferentes para obter uma imagemdiagnosticamente útil.EVOLUÇÃO DA TC1º. Geração: Exigiam cerca de 7 minutos para reunir informações suficientes de cada corte.Consistam de uma ampola de RX, que emitia feixes lineares de RX que eram captados porum único detector. Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 3
  4. 4. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________2º. Geração: É utilizado o mesmo tipo de ampola de RX, com a diferença de emitir não umúnico feixe, mais vários, e aumenta o número de detectores.3º. Geração: Aumentaram os números de detectores e o tamanho de feixe, fa- zendo reduzirainda mais o tempo de exploração.4º. Geração: Necessitam somente de 2 a 10 segundos por varredura. Os TC desta geraçãopossuem um anel de 600 ou mais detectores, que circundam completamente o paciente emum circulo dentro do pórtico (GANTRY).O tubo de raios-X faz um arco de 360 graus durante a coleta de dados. Durante movimentocontínuo, rápidas cargas são emitidas pelo tubo com ânodo rotatório. Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 4
  5. 5. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________TOMÓGRAFO HELICOIDAL (OU ESPIRAL)Avanço da 4º. Geração: São conhecidos por espirais ou helicoidais, a ampola apresenta girocontínuo sincronizado dos detectores.Multislice: Possuem duas ou mais fileiras de detectores e fazem de 2 a 40 imagens porsegundo.Os aparelhos de última geração chamados de Multislice. Estes são compostos por mais de1000 detectores, com tempos de cortes baixíssimos, e resoluções de imagem aumentadas,reduzindo os artefatos causados pelos movimentos respiratórios, peristaltismo e atébatimentos cardíacos. Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 5
  6. 6. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________SISTEMA TOMOGRÁFICO COMPUTADORIZADOEsse sistema é composto de quatro unidades que são:1-Unidade de Varredura:*Mesa do paciente*Gantry - onde fica situado o tubo de raios X e os detectores. Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 6
  7. 7. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________2-Unidade de Processamento:*Computador - processa os dados enviados pela unidade de varredura.3-Unidade de Exibição:*Console do Operador - onde é feita a programação e o resultado do exame(fotografia/documentação). Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 7
  8. 8. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________4-Unidade de Armazenamento:*Sistema de Armazenamento - discos rígidos (memória), CDs, MODs ou outrocomputador, se estiver em rede, e que armazenam os exames para serem revistos quandonecessário.FONTE E DETECTOR DE COLIMAÇÃONos tomográficos temos os pré-colimadores e os pós-colimadores. Os pré-colimadoreslimitam a extensão do feixe de luz, reduzindo a radiação espalhada. São desenhados paraminimizar a divergência do feixe.Já os pós-colimadores, ajudam a definir a espessura de corte e reduzem a radiaçãoespalhada que alcança os detectores. Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 8
  9. 9. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________DETECTORES:Constituem-se em cristais de cintilação e câmaras de ionização, que permite quantificar asmedidas. Sua sensibilidade é extremamente maior que a película do filme radiográfico. Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 9
  10. 10. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________ PITCHRepresenta a razão entre o deslocamento da mesa pela espessura do corte. Nas aquisiçõesdas imagens helicoidais com pitch de 1 (1:1), observamos que a mesa se desloca na mesmaproporção da espessura do corte em cada revolução. Assim, se os cortes forem de 10 mm,para cada imagem a mesa de deslocará 10 mm.Se alterarmos a relação do pitch para 2:1, a mesa se deslocará numa distância equivalenteao dobro da espessura do corte por resolução. Nessas circunstâncias podemos concluir queo tempo necessário para a aquisição de 20 imagens será de 10 segundos, considerando-seum tempo de resolução de 1 segundo.Um fator importante a considerar nos casos de trabalho com pitch de relação maior que 1 éa redução da quantidade de radiação por fatia de corte, o conhecido fator mAs. A reduçãodesse fator afeta diretamente a qualidade da imagem gerada, que poderá, dependendo dascondições em que foi obtida, se apresentar com exercível nível de ruído, inviabilizando oseu aproveitamento para fins diagnósticos.Pitch: Velocidade da mesa x rotação do tubo colimação do feixe emitido PITCH = deslocamento da mesa espessura de cortePIXELÉ o menor ponto de uma imagem. Pixel Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 10
  11. 11. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________ELEMENTO VOLUME (VOXEL) Após a detecção de dados, a anatomia reconstruída parece ser composta de umgrande número de pequenos blocos alongados. Cada um destes pequenos blocos representaum volume de tecido definido pela abertura do colimador.Na linguagem da TC, cada bloco é denominado Elemento de Volume, que é abreviado porVOXEL. Qualquer corte é composto de uma grande quantidade de VOXEL.MATRIZÉ o número de linhas e colunas formadas pelos pixels da tela. Quanto maior o seu número,melhor a definição da imagem. A matriz utilizada na tomografia é definida como quadrada,logo o número de linhas será igual ao número de colunas, as matrizes mais comuns são:128 x 128 = 16.384256 x 256 = 65.536512 x 512 = 262.1441024 x 1024 = 1.048.576 A mais utilizada hoje é 512x512. Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 11
  12. 12. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________ARTEFATOS DE IMAGEMSão considerados artefatos quaisquer distúrbios na nitidez das imagens.*Artefato de Anel - Pode ser causado por uma disfunção de qualquer detector causandouma projeção errada ao longo do anel de dados. Se os detectores não são equivalentes ouintercalibrados com precisão, a projeção posterior para cada anel de dados serialigeiramente diferente produzindo múltiplos anéis.* Borramento - O mau alinhamento do tubo e detectores causará erro de posicionamentodos valores calculados, pois os valores medidos estão ocorrendo em linhas diferentesdaquelas assumidas pelo algaritmo de re-Construção. O resultado pode ser borramento ou também anel ou listras.* Artefatos ligados ao Paciente - Os artefatos induzidos por movimento freqüentementesão discretos. Estes artefatos geralmente tem aspecto de listra ou estrela e ocorre quando háinterfaces de alta ou baixa densidade,por exemplo gás no intestino.Isso ocorre porque o movimento durante o processo demedida faz com que as estruturas estejam em diferentes posições, quando são feitasdiferentes vistas,de forma que as projeções posteriores não se somam corretamente.A presença de objetos que possuem atenuação excepcionalmente alta ou baixa pode criarartefatos, por forçar os detectores a operar em uma região de resposta não-linear.* EFEITO DE VOLUME PARCIAL:Isto ocorre quando um mesmo corte apresentar estruturas com densidades muito diferentesprovocando um borramento da imagem.Se ocorrer uma imagem anormal que pareça sofrer efeito de volume parcial, avalie a regiãousando cortes finos anteriores e posteriores. Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 12
  13. 13. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________ESCALA DE HOUNSFIELD (HU):É uma escala que vai do preto até o branco, variando tonalidades do cinza e sendointerpretada numericamente. Essas tonalidades de cinza são adquiridas pela leitura que ocomputador faz do valor de atenuação das diferentes estruturas, com diferentes densidadesda mesma. Para cada estrutura haverá um valor de atenuação, que estarão entre + 1000Huaté –1000Hu passandopelo zero (0). Estruturas que forem sólidas como osso compacto terá uma densidade emtorno de +1000Hu ,as líquidas terão a densidade 0(zero) e o ar –1000Hu.Então podemos dizer que para cada estrutura há um valor de atenuação, e estes estarãosempre entre +1000 HU até –1000HU passando pelo 0 (zero).ESCALA DE HU:-1000__________________________0________________________+_1000AR ÁGUA SÓLIDOEXEMPLOS DE DENSIDADE DAS ESTRUTURAS: Tecido TC Aspecto Ar -1.000 Preto Pulmão -900 a -400 Cinza escuro a preto Gordura -110 a -65 Cinza escuro a preto Água 0 Escala de cinza Rim 30 Escala de cinza Sangue normal 35 a 55 Escala de cinza Sangue coagulado 80 Escala de cinza Substancia cinzenta 30 a 40 Escala de cinza Substancia branca 35 a 45 Escala de cinza Músculo 40 a 60 Escala de cinza Fígado 50 a 85 Escala de cinza Osso medular 130 a 250 Escala de cinza Osso cortical 300 a 1.000 BrancoNão existe um número especifico para cada material. Esse valor depende da estrutura deque é feito o objeto e da energia inicial aplicada. Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 13
  14. 14. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________OBS: Conforme a escala de cinza diremos Hipodenso, Isodenso ou Hiperdenso.JanelaJanelas são recursos computacionais que permitem após a obtenção das imagens as escalade cinza possa ser estreitada ou alargada, facilitando a diferenciação entre certas estruturasde acordo com a necessidade.A janela é composta por dois elementos: o contraste (W – width ou largura) e a densidadeóptica (L – level ou centro). A largura da janela controla o contraste: uma janela amplaindica mais números de TC que refletem uma escala longa e, portanto, menos contraste naimagem, como o exemplo da janela pulmonar.WC: 55 WC: 95 WC: - 650WW: 350 WW: 350 WW: 1200 Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 14
  15. 15. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________Outro fator é o centro da janela, também denominado nível, que controla a densidade daimagem. Esse valor determina o número de TC que será o cinza central e os extremos dalargura da janela. Escolhe-se, normalmente, o tecido mais freqüentemente de umadeterminada pela maior estrutura anatômica que se encontra em estudo.EX: No exame de Tórax mediastino devera corresponder a densidade média do coração. CoraçãoNo exame de Tórax parênquima devera corresponder a densidade media do pulmão. PulmãoNo exame de abdome superior devera corresponder a densidade média do fígado. Fígado Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 15
  16. 16. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________Reconstrução das imagensUtilizam-se métodos analíticos (retropojeção filtrada) e o método algébrico (ART –Algebraic Reconstruction Techniques) que serão descritos a seguir:Back projection (retroprojeção)Caracteriza-se como o processo de projeção de perfis de atenuação para uma matriz. Aogirar em torno de um objeto, o tubo adquire várias informações por corte em diversosângulos. Cada movimento do tubo produz uma curva relativa aos valores de atenuação doobjeto. A imagem final é a soma das retroprojeções de todas as projeções angulares. Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 16
  17. 17. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________Convolução Kernel (CK ou algoritmo ou curva matemática)Representa o somatório de todos os cálculos CK + retroprojeção. Cada parte dessa curvatem um valor de X e Y que serão transformados e acondicionados em forma de matriz. Osdados brutos são provenientes dos detectores. Cada sistema tem algoritmos específicos parareconstrução de cada estrutura do corpo, os quais devem ser respeitados pelo operador. Se ooperador tentar usar um algoritmo inadequado em determinada estrutura, a reconstruçãopoderá perder muito em qualidade.ResoluçãoO desempenho de um tomógrafo é medido pela resolução espacial e pela resolução dedensidade, que podem ser calculadas por meio de phantons destinados para essa avaliação.A resolução, ou o grau de definição das imagens está relacionado com a matriz utilizada.Quanto maior a matriz, melhor será a resolução, pois os pixels serão menores.Resolução espacial (RE)Resolução espacial – é a capacidade do sistema de distinguir dois pontos como separados edistintos, controlado pelo voxel. Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 17
  18. 18. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________Fatores que influenciam a RETamanho da matrix:Quanto maior a matriz, maior a resolução, porque os pixels serão menores e, quanto menoro pixel, maiores as chances de visualização de estruturas pequenas.Tamanho da abertura dos detectores:Próximo a cada arranjo de detectores há colimadores que limitam a radiação à área deinteresse. Quanto menor a abertura, mais aumenta a resolução, porém são necessárias dosesmaiores para compensar a perda de fótons.Espessura de corte ou slice:A espessura do corte indica a porção examinada de tecido naquela exposição. Por isso.Mediante o uso de colimadores na fonte, o feixe de fótons é restrito e uma espessuradeterminada previamente.Incremento:O incremento é determinado pelo movimento da mesa durante a varredura.Resolução de baixo contrasteConsistem na habilidade de se distinguirem pequenas diferenças de contraste entre duasregiões adjacentes, sendo determinada por imagens obtidas de um phanton com orifícios dediferentes tamanhos em material com pouca diferença densitometrica.Os fatores determinantes são: dose de radiação, eficiência de detecção, ruído no sistema,algoritmo etc. O aumento da radiação melhora a qualidade de imagem, o que implicaaumento da dose/paciente. Para evitar esse acontecimento é necessário melhorar odesempenho do detector (eficiência de detecção) e reduzir o ruído do sistema de detecção. Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 18
  19. 19. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________ PHANTONSResolução temporal (RT)E caracterizada pela existência de dois parâmetros: tempo e índice de corte.Ao realizar o exame em um paciente, o melhor é reduzir o tempo de corte o máximopossível, evitando, assim, as interferências dos movimentos do corpo. O índice do corte é onúmero de cortes que podem ser realizados por unidade de tempo.Os dois parâmetros que caracterizam a RT sofrem influência de outros três elementos:espaço, densidade e tempo.No entanto, as resoluções de cada parâmetro são dependentes entre si. Com o aumento dequalquer uma das resoluções, ocorre diminuição das outras. Assim, é importante aprender aequilibrar as resoluções, estabilizando o sistema, e a promover alterações, de modo queatenda as necessidades.Informações TécnicasSão dados necessários para aquisição e reconstrução das imagens.kV (quilovolts)mAs (milliamperagem por seg.)Slice (espessura do corte)Incremento (intervalo de corte ou feed)Tilt (angulação do gantry)Fov (Field of view – campo de visão) Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 19
  20. 20. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________Matrix: que está diretamente relacionada ao pixel e voxel.Mag: fator zoom – fator de ampliaçãoCoordenadas X e Y (reconstrução da imagem)Extensão do estudo.KV – Tensão aplicada ao tubo, pode variar de 40 a 120KV, dependendo do fabricante.mAs – Corrente e tempo de exposição – em alguns aparelhos, o mAs pode variar de 100 a800mA.Slice (espessura de corte) – Consiste na abertura do diafragma do tubo, que determina aespessura do corte de TC. Essa abertura acompanha a do detector.O feixe de raios X é divergente, ao realizar – se por exemplo um corte de 10mm, ocolimador fecha-se em uma equivalência de 10mm, sendo o espaço entre os detectoresajustado mecanicamente para compensar essa divergência.Cortes muito finos aumentam o número de cortes sobre a mesma área e, com isso aumentaos ruídos da imagem. Nos aparelhos multidetector esses artefatos são anulados por filtros ea capacidade dos detectores.Meios de ContrasteContraste é um termo fotográfico ou, mais precisamente, no contexto atual, o termoradiológico que denota a diferença de aspecto em qualquer imagem entre uma regiãoanatômica e outra, ou entre uma região de anormalidade e o tecido normal circundante. Esteúltimo ás vezes é denominado “conspicuidade da lesão”. Na radiografia simples, aresolução de contraste natural dos tecidos moles é ruim, sendo esse o motivo pelo qualcomeçaram a ser desenvolvidos inicialmente meios de contraste para uso oral eintravascular.A introdução da TC trouxe uma enorme vantagem em relação ás radiografias simples, noque se refere á resolução do contraste de tecidos moles. Não obstante, mesmo a TC Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 20
  21. 21. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________beneficia-se no uso de contraste farmacológico artificiais pelas vias oral, retal eintravascular.Contraste intravascular são soluções injetáveis de materiais que absorvem raios-X. O fatorde absorção de raios X poderia, em princípio, corresponder a uma variedade de elementos,mas o iodo é usado universalmente em todas as fórmulas comerciais. A química dos meiosde contraste já foi bem descrita e não será repetida aqui. Sucintamente, os meios decontraste têm como base um anel triiodado. Os produtos comerciais apresentam diversasfórmulas e concentrações. Não nos preocuparemos aqui com os efeitos farmacológicos quetambém já foram bem descritos em outros locais, mas abordaremos exclusivamente suafarmacocinética, pois é ela que dita a distribuição e a concentração corporal em qualquermomento após a injeção e que, portanto, regula a contrastação.Farmacocinética:Todos os meios de contraste são moléculas pequenas que, conseqüentemente, cruzam combastante liberdade as membranas endoteliais, exceto as do cérebro, no qual a barreirahematoencefálica impede essa ação. Os meios de contraste não penetram células em grausignificativo e, assim, distribuem – se no líquido extracelular, tanto no espaço intravascularquanto no extravascular. As vezes são descritos como marcadores do espaço líquidoextracelular. São excretados exclusivamente pelos rins, por filtração glomerular passiva,sem reabsorção ou secreção tubular ativa.Fase arterialApós uma injeção venosa periférica, o meio de contraste chega em cerca de 10 seg.dependendo do débito cardíaco, á aorta e, daí, á artéria hepática. Uma vez que o fígadonormal só recebe cerca de 15% de sua irrigação sanguínea da artéria hepática, apresentauma contrastação sanguínea da artéria hepática, apresenta uma constratação modestadurante esta fase. Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 21
  22. 22. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________Por outro lado, tumores hepáticos derivam 85% de sua irrigação sanguinea da artériahepática e podem apresentar uma contrastação significativa, já nessa fase inicial. Naverdade, alguns tumores especialmente vascularizados podem aparecer realçados de formamais brilhante do que o fígado normal nesse estagio.Fase venosaQuando o contraste atinge a artéria hepática, chegam também às artérias esplênica,mesentérica superior e mesentérica inferior. Cerca de 10 seg. depois retorna via veiasesplênicas, mesentérica superior e inferior, para preencher a veia porta. Uma vez que ofígado normal deriva cerca de 85% de sua irrigação sanguínea dessa veia, uma acentuadacontrastação hepática normal é observada nessa fase. Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 22
  23. 23. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________Incremento da mesa (intervalo de corte ou feed) – Consiste no espaço, em milímetros,estabelecido mediante o deslocamento da mesa em relação a uma determinada regiãoanatômica. O deslocamento pode ser positivo ou negativo, para dentro ou para fora dogantry.Tilt (angulação do gantry) – Consiste na movimentação do gantry até a angulaçãonecessária para melhor obtenção da imagem, dependendo da área estudada e dos reparosanatômicos dessa região.Fov (Field of view – campo de visão) – O Fov é responsável pela determinação do tamanhoda área do objeto que será visualizado para estudo, é o diâmetro de visão mínimo de uma Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 23
  24. 24. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________imagem (cm ou mm), ou seja é a parte da matriz que será representada na tonalidade da telado monitor de vídeo.A alteração do diâmetro do FOV irá alterar a área do pixel, pois seu valor é obtido pelarazão entre o FOV e a matriz.EX: Crânio – Fov: 25cm Corpo – Fov 35 a 42cmFator de zoom – MAG – fator de ampliação – Consiste no fator de ampliação que pode seraplicado a uma imagem. O fator normal de aquisição é de 1.0, podendo – se modificar aimagem em até + ou – 10 vezes.Coordenadas X e Y (reconstrução da imagem) – Os sistemas de TC usam como centro dereconstrução original X = 0 e Y = 0, descrevendo a sua posição em centímetros com relaçãoà escala de tamanho do objeto que está sendo cortado. y xExtensão do estudo – Caracteriza – se pelo volume de interesse, que varia com relação àextensão da área de estudo, modificando – se diretamente de acordo com o número decortes.ExamesDepois de ter sido feito o registro do paciente e o posicionamento do mesmo, se começa oexame pelo topograma, que é uma radiografia digitalizada da parte a ser estudada, para emseguida passarmos para o tomograma, que é a parte que vamos definir nosso estudo, paracomeçarmos os cortes. Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 24
  25. 25. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________* Topograma ou EscanogramaO Topograma é uma imagem seqüencial digital obtida por meio do movimento longitudinalda mesa com o tubo fixo em determinada posição.A imagem adquirida e semelhante a radiografia convencional porem e um programa delocalização de cortes, em que se marcam os limites superior e inferior das aquisições axiais.Por meio dele determinamos, também, a que altura encontra-se o corte axial avaliado.Tube position = Posição do tubo de raios-XA.P. = Antero PosteriorLateral = PerfilP.A. = Póstero AnteriorKVmAsLengt (mm) = Tamanho longitudinal do topograma:128 mm // 256 mm // 512 mm // 1024 mmFiltroRecurso algoritmo usado nos processos de reconstrução das imagens, adequado para cadatipo de estrutura anatômica em estudo (filtros moles e filtros duros).Filtros moles - tem sua utilização para estudar partes anatômicas (tecido parenquimatoso,ou parênquima) e recebe denominação de filtros para partes moles, poderá variar conformeo fabricante do aparelho. Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 25
  26. 26. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________Filtros duros - filtro com maior nitidez e definição da imagem realçando as bordas,margens ou estrutura anatômica, utilizado para estruturas com grande densidade (osso). Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 26
  27. 27. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________Exemplos de filtros utilizadosAlgorithm ou filtro = Nos dá a definição da imagemSmooth = algaritmo homogenizador, não dá muitos detalhesStandard = algaritmo normal, lhe dá uma imagem realSharp = algaritmo ressaltador, aumenta o detalhe da imagem,principalmente estruturas ósseas.CrânioEncéfalo – Ocupa a cavidade do crânio.Medula espinhal sólida - Estende-se inferiormente a partir do cérebro e estáprotegida pela coluna vertebral óssea e termina na borda inferior de L1. Extensões deraízes nervosas da medula espinhal, entretanto, continuam para baixo até o primeirosegmento coccígeo. O espaço subaracnóide continua descendo até a segunda vértebra sacral(S2).Tanto o encéfalo quanto à medula espinhal são envolvidos por três envoltórios oumembranas protetoras denominadas meninges. 1. Dura – máter 2. Pia – máter 3. Aracnóide Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 27
  28. 28. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________Dura – máter a mais externa e significa “mãe dura”. Camada forte e fibrosa que possuiuma camada interna (juntam-se para formar a foice cerebral) e outra externa (adere-se à camada interna da calota craniana).Espaço epidural ou extra-dural é o espaço virtual entre o osso e a dura-máter. Numa TC,um hematoma epidural ou extra-dural apresenta-se como uma coleção de sangueentre a calota craniana e a dura-máter.Pia – máter a mais interna e significa “mãe delicada”. Muito fina e vascularizada, repousajunto ao cérebro (envolvendo-o totalmente) e a medula espinhal.Região infra-parenquimatosa é o espaço virtual entre a pia-máter e a região interior docérebro. Numa TC, um hematoma infra-parenquimatoso apresenta-se como umacoleção de sangue entre a a pia-máter e a região interior do cérebro. Hematoma infra parenquimatoso e interventricular Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 28
  29. 29. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________Aracnóide - localizada entre a pia-máter e a dura-máter e significa “mãe aranha”. Espaçosub-dural é o espaço virtual entre a dura-máter e a aracnóide. Numa TC, um hematoma sub-dural apresenta-se como uma coleção de sangue entre a dura-máter e a aracnóide.Divisões do encéfaloProsencéfaloCérebro – (Telencéfalo)Tálamo – (Diencéfalo)Hipotálamo – (Diencéfalo) Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 29
  30. 30. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________Anatomia Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 30
  31. 31. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________ Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 31
  32. 32. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________Patologias Traumas (edema cerebral, hemorragia, hematoma extra ou subdural, hemorragia subaracnóidea) AVC (isquêmico ou hemorrágico). Tumor cerebral.TC de Crânio - Exame que permite uma avaliação rápida na distinção das lesões.Planejamento do exame Entrevista. Preparo do paciente. Exame propriamente dito. Processamento e documentação da imagem. Análise do exame.Posicionamento do paciente Mesa com suporte axial para crânio. Paciente em decúbito dorsal, o mais confortável possível. Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 32
  33. 33. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________ Imobilizar a cabeça. Colocar as mãos do paciente sobre o abdome ou ao lado do corpo. Observar: simetria, altura e angulação da cabeça.Tompograma: perfil View angle: 90Length: 130KV: 120mA: 30Inicio dos cortes: abaixo do forame magnoFinal dos cortes: acima da convexidade cerebral.ProtocoloHelicalThickness (slice): 1mmIncrement: 0.5mmKV: 120mAs: 200Resolução: StandardColimação: 64x0.625Pitch: 0.923Rotação: 0.75Filtro: Brain standardWindow: C: 40 / W: 80Matrix: 512 Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 33
  34. 34. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________ Anatomia Seccional do crânio Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 34
  35. 35. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________ Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 35
  36. 36. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________Feed Direction: A direção em que a mesa avança.IN: Entrando no Gantry (Cranio-caudal)OUT: Saindo do Gantry (Caudo-cranial)OBS: No caso de TCs Helicoidais:Não fazer Spiral nos exames de crânio ou exames que tenham que angular o Gantry, pois opadrão da imagem cai de qualidade.Nos exames que não haja angulação, fazer Spiral sempre, pois economiza o tubo.HEAD TC ( TC DE CRÂNIO)Na TC de Crânio fazemos duas programações. A primeira é na base do crânio(região infra-tentorial) e a segunda é no parênquima cerebral (região supra-tentorial), e a angulação idealé a supra-órbito-meatal (para fugir do cristalino).Indicação: Qualquer processo patológico suspeito envolvendo o encéfalo, é indicado umatomografia computadoriza do crânio. A TCC praticamente eliminou a necessidade depneumografia cerebral. Houve ainda uma diminuição no número de angiografia cerebral ecintilografia encefálicas.Algumas indicações comuns: Suspeita de massas encefálicas; metástases encefálicas;hemorragia intracraniana; aneurisma; abscesso; atrofia cerebral e anormalidades póstraumáticas como: hematomas epidurais e subdurais, além de anormalidades adquiridas oucongênitas.Contra Indicação: Paciente que não pode ser transportado até o aparelho, devido a seuquadro de saúde e gestantes com período inferior a 6 meses de gravidez. Tirando isto nãohá contra indicação real à tomografia computadorizada.Preparo do Paciente: Solicitar um jejum de no mínimo 04 horas para evitar complicaçõesassociadas ao esvaziamento gástrico prematuro, durante a administração do contrastevenoso. Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 36
  37. 37. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________TOMOGRAFIA DOS SEIOS DA FACEO nariz, a parte superior da via respiratória, contém o órgão periférico do olfato, divididoem narina direita e esquerda pelo septo nasal. Cada narina pode ser dividida em uma regiãoolfatória e uma região respiratória. As funções do nariz e das cavidades nasais são:respiração, olfação, filtração de poeira, umidificação do ar inspirado, e recepção desecreções dos seios paranasais e dos ductos nasolacrimais.O ar que passa na região respiratória é aquecido e umedecido antes de atravessar o restanteda via respiratória superior até os pulmões. Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 37
  38. 38. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________ O septo nasal parcialmente ósseo e parcialmente cartilaginoso divide o nariz em duascavidades estreitas. A parte óssea do septo geralmente está localizada no plano mediano atéos 7 anos de idade; depois disso, com freqüência, desvia-se ligeiramente para um lado,freqüentemente para a direita. O septo nasal possui três componentes principais: a lâminaperpendicular do osso etmóide; o vômer; e a cartilagem do septo nasal. A lâminaperpendicular, que forma a parte superior do septo, é muito fina e desce a partir da lâminacrivosa do osso etmóide. O vômer, um osso fino e plano, forma a parte póstero-inferior dosepto; ele se articula com a lâmina perpendicular do etmóide e com a cartilagem do septonasal. As cavidades nasais, que têm por entrada as narinas, abrem-se na parte nasal dafaringe através das coanas. A túnica mucosa reveste toda a cavidade, exceto o vestíbulo. Aentrada para o vestíbulo do nariz é revestida por pele tanto no lado do septo quanto naparede lateral. Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 38
  39. 39. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________Fossa Nasal e Cavidades Paranasais NARIZ Parte óssea – ossos nasais. Parte cartilaginosa. PARTE ÓSSEA OSSOS NASAIS O esqueleto ósseo do nariz é formado pelo osso frontal, ossos nasais e maxilares. Os pequenos e retangulares ossos nasais unem-se na linha mediana para formar o dorso do nariz. Os ossos nasais suportam flexíveis lâminas cartilagíneas que participam do arcabouço do nariz. Fraturas dos ossos nasais ou fragmentação das cartilagens associadas são lesões comuns da face. A cavidade nasal contém várias aberturas de drenagem, pelos quais o muco dos seios paranasais é drenado. Os seios paranasais compreendem os seios maxilares, frontal, etmoidal e o esfenoidal. Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 39
  40. 40. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________ NARIZ (VISTA ÂNTERO-LATERAL) É uma protuberância situada no centro da face, sendo sua parte exterior denominada nariz externo e a escavação que apresenta interiormente conhecida por cavidade nasal. O nariz externo tem a forma de uma pirâmide triangular de base inferior e cuja face posterior se ajusta verticalmente no 1/3 médio da face. As faces laterais do nariz apresentam uma saliência semilunar que recebe o nome de asa do nariz. O ar entra no trato respiratório através de duas aberturas chamadas narinas. Em seguida, flui para as cavidades nasais, direita e esquerda que são revestidas por mucosa respiratória. O septo nasal separa essas duas cavidades. A cavidade nasal é a escavação que encontramos no interior do nariz, ela é subdividida em dois compartimentos um direito e outro esquerdo. Cada compartimento dispõe de um orifício anterior que é a narina e um posterior denominado coana. As coanas fazem a comunicação da cavidade nasal com a faringe Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 40
  41. 41. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________CONCHAS NASAIS (CORNETOS)Concha nasal (ou sistema turbinado) é uma protuberância óssea na parede lateral dafossa nasal. As conchas nasais estão localizadas lateralmente nas cavidades nasais,curvando-se medialmente e para baixo em direção à via respiratória nasal. Cada par écomposto por uma concha nasal de cada lado da cavidade nasal, divididas pelo septonasal. Os três pares, com seus componentes esquerdo e direito, são: Concha Nasal Superior: parte do osso etmóide. Concha Nasal Média: parte do osso etmóide. Concha Nasal Inferior: estende-se horizontalmente ao longo da parede lateral da cavidade nasal e consiste de uma lâmina de osso esponjoso, curvada em si mesmo. Cada concha nasal inferior é considerada um par de ossos faciais já que elas surgem dos ossos maxilares e se projetam horizontalmente dentro da cavidade nasal.Vamos estudar os seios paranasais para diagnosticar possíveis lesões como: sinusite;poliposes; tumores ou más formações. Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 41
  42. 42. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________As posições para este exame são: axial com cortes paralelos ao palato duro até o término do seio frontal. coronal com cortes perpendiculares ao plano infra-órbito-meatal até o término do seioesfenoidal. SPN Cortes Coronais – Prono e SupinoTÉCNICA DE EXAMEPerpendicular ao palato duro.Início na parede posterior do seio maxilar e término na margem anterior do seio frontal.3 mm de espessura.3 mm de intervalo.Filtro para partes moles/ósseas.Uso de contraste depende da indicação clínica.Tompograma:perfil View angle: 90Length: 130KV: 120mA: 30 Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 42
  43. 43. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________Posicionamento do paciente Mesa com suporte axial para crânio. Paciente em decúbito dorsal, o mais confortável possível. Imobilizar a cabeça. Colocar as mãos do paciente sobre o abdome ou ao lado do corpo. Observar: simetria, altura e angulação da cabeça.Topograma:perfil View angle: 90Length: 130KV: 120mA: 30ProtocoloHelicalThickness (slice): 1mmIncrement: 0.5mmKV: 120mAs: 150Resolução: HighColimação: 64x0.625Pitch: 0.923Rotação: 0.75Filtro: Y- Detail (YD)Window: C: 300 / W: 3000Matrix: 512 Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 43
  44. 44. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________INDICAÇÕES CLÍNICAS (SEM CONTRASTE)  Sinusite;  Desvio de septo nasal;  Má formação;  Osteomas (tumores benignos mais freqüentes dos seios paranasais);  Encondroma (tumor benigno de cartilagem).  FraturasINDICAÇÕES CLÍNICAS (COM CONTRASTE) Tumores. Metástases. Polipose. Cisto de retenção.PREPARO PARA O EXAME Não é necessário, apenas realizar a higiene nasal.Imagem 1Corte axial. 1, Cavidade orbitária. 2, Seio frontal. 3, Osso esfenóide Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 44
  45. 45. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________Imagem 2 - Corte axial. 1, Globo ocular. 2, Septo nasal. 3, Células etmoidais. 4, Seiosesfenóidal. 5, Hipófise. 6, Dorso sellae.Imagem 3 Corte axial. 1, Globo ocular. 2, Septo nasal. 3, Células etmoidais. 4, Seios esfenóidal. 5,Clivus.Imagem 4Corte axial. 1, Seio maxilar esquerdo. 2, Canal nasolacrimal. 3, Concha. 4, Septo nasal. 5,Arco zigomático. 6, Processo condilar da mandíbula.Imagem 5Corte axial. 1, Concha. 2, Seio maxilar. 3, Asa lateral do processo pterigóideo. 4,Nasofaringe. 5, Atlas (C1). 6, Fenda do palato ptérigo.Imagem 6Corte axial. 1, Seio maxilar. 2, Apófisis pterigoides,. 3, Nasofaringe. 4, Mandíbula. 5, Arco 45anterior do atlas. 6, dente do áxis (Processo odontoide). Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/
  46. 46. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________TOMOGRAFIA DO OUVIDO E MASTÓIDESA orelha ou pavilhão é formada por uma lâmina de cartilagem elástica de formatoirregular, recoberta por uma fina camada de pele. Possui várias depressões e elevações,sendo a concha a maior depressão. A margem elevada da orelha é chamada de hélice, e,localizada logo abaixo da hélice se encontra a escafa ou fossa escafóide, que é uma longadepressão que se encontra logo abaixo da hélice. Abaixo da escafa, se encontra umaelevação chamada anti-hélice, que termina bifurcada em dois ramos, encontrando-se umafossa entre eles, chamada de fossa triangular ou navicular. O lóbulo é um apequenaporção de tecido mole que se encontra na região inferior do pavilhão. Localizadossuperiormente ao lóbulo, encontram-se o trago e o anti-trago, o primeiro localizado logona abertura do meato acústico externo e o segundo, logo acima do lóbulo.A função principal do pavilhão auditivo é coletar sons, agindo como um funil edirecionando o som para o conduto auditivo. Outra função é a filtração do som, processoeste que ajuda a localizar a origem dos sons que chegam ao individuo. Além disso, no casodos humanos, o processo de filtração seleciona sons na faixa de freqüência da voz humanafacilitando o entendimento. Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 46
  47. 47. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________Já o conduto auditivo externo tem a função de transmitir os sons captados pela orelha parao tímpano além de servir de câmara de ressonância ampliando algumas freqüências de sons.Ele é constituído por cartilagem no terço lateral e osso nos dois terços mediais.As mastóides e ouvidos ficam situados na base do crânio, nos ossos temporais. Este exameé indicado para: otite; neurinoma de acústico; otosclerose e colesteatoma.As posições para este estudo são: Axial iniciando da porção petrosa da cóclea até a porção final do canal semi- circularposterior. Coronal: começa na porção posterior da mandíbula até a porção final do canal semi-circular posterior.Cortes e incrementos finos (se possível, 1 mm).Tompograma:perfil View angle: 90Length: 130KV: 120mA: 30 Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 47
  48. 48. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________ProtocoloHelicalThickness (slice): 0.67mmIncrement: 0.33mmKV: 120mAs: 600Resolução: Ultra HighColimação: 20x0.625Pitch: 0.348Rotação: 0.75 secFiltro: Y- Sharp (YE)Window: C: 500 / W: 4000Matrix: 768CORTES AXIAIS DA MASTOIDE Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 48
  49. 49. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________ Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 49
  50. 50. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________ PLANO CORONAL Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 50
  51. 51. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________TOMOGRAFIA DA MANDÍBULASua forma é semelhante a uma ferradura horizontal com abertura posterior (corpo), de cujasextremidades livres saem dois prolongamentos (ramos).Na parte posterior, há uma articulação sinovial, com os ossos temporais através do processocondilar, alongado ortogonalmente ao plano medial; esta articulação designa-setemporomandibular (ATM).Cada lado contém, da extremidade anterior à posterior, oito alvéolos para a inserção dosdentes, respectivamente: dois alvéolos para o engaste dos incisivos; um alvéolo canino,bastante profundo; dois alvéolos pré-molares e dois ou três molares, dependendo da 51formação ou não do terceiro molar ou dente siso. Ainda sobre a anatomia humana da Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/
  52. 52. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________mandíbula humana nota-se a inserção de todos os músculos da mastigação, tendo comoprincipais o Masseter, o Músculo temporal e os pterigóides, medial e lateral.Este exame é solicitado em caso de trauma, disfunção óssea ou tratamento odontológico.TOMOGRAFIA DE ATM (Articulação TemporoMandibular)A Articulação Temporomandibular (ATM) é uma pequena juntura localizada na frente doouvido, onde o crânio e a mandíbula se encontram. Essa articulação permite que amandíbula (arcada inferior) se mova.As desordens da ATM não são tão incomuns e têm uma variedade de sinais e sintomas. Ospacientes podem se queixar de dor de ouvido, dor de cabeça (cefaléia), limitação naabertura bucal. Também podem relatar clique ou sons de crepiação dentro dessa juntura esentem dor quando abrem e fecham a boca. O que deve ser determinado, obviamente é acausa. Mesmo o simples fato de ouvir um estalido dentro da ATM é sinal de que existe algoerrado; esse estalido não é normal, como se pensa! Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 52
  53. 53. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________As posições para este estudo são: axial iniciando da porção superior da ATM até a porção final do mento da mandíbula. coronal começa na ponta do mento até a porção posterior da mandíbu-la junto a ATM.Este exame é solicitado em caso de luxação. É realizado em axial e coronal,sendo que naposição axial deve ser feito com a boca aberta e fechada.A marcação deve ser feita do início ao fim do côndilo da mandíbula.Posicionamento do paciente Mesa com suporte axial para crânio. Paciente em decúbito dorsal, o mais confortável possível. Imobilizar a cabeça. Colocar as mãos do paciente sobre o abdome ou ao lado do corpo. Observar: simetria, altura e angulação da cabeça. Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 53
  54. 54. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________ Protocolo Helical Thickness (slice): 0.9mm Increment: 0.45mm KV: 120 mAs: 150 Resolução: Standard Colimação: 64x0.625 Pitch: 0.64 Rotação: 0.5 sec Filtro: Bone (D) Window: C: 300 / W: 3000 Matrix: 512Tompograma: perfil View angle: 90Length: 130KV: 120mA: 30Obs: o exame e realizado de duas etapas boca aberta e boca fechada. Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 54
  55. 55. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________ RECONSTRUCOES CORONAL, SAGITAL E 3D Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 55
  56. 56. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________TOMOGRAFIA DE ÓRBITAA órbita é uma cavidade do esqueleto da face em forma de pirâmide onde estão inseridos obulbo do olho, músculos, nervos, vasos e o aparelho lacrimal. A parede superior é formadapelos ossos frontal e esfenóide; a parede medial pelo etmóide, esfenóide, lacrimal e frontal;a parede inferior ou assoalho pela maxila, zigomático e palatino; a parede lateral peloprocesso frontal do zigomático e asa maior do esfenóide. O ápice da órbita fica no canalóptico, formado pela asa menor do esfenóide.A base que abre para a face possui quatro margens:margem superior: osso frontalmargem inferior: ossos maxilar e zigomáticomargem medial: ossos frontal, lacrimal e maxilarmargem lateral: ossos zigomático e frontal Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 56
  57. 57. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________As paredes medial e inferior são finas e podem ser fraturadas por golpe. O deslocamentodas paredes pode causar um tipo de lesão chamada "fratura por explosão", podendoenvolver os seios etmoidais e esfenoidais, em caso de fratura da parede medial, e o seiomaxilar, em caso de fratura da parede inferior. A parede superior é mais resistente, mas éfina e um objeto pontiagudo pode penetrá-la, atingindo o lobo frontal do cérebro.Uma fratura normalmente causa sangramento e, como consequência, aumento de pressão doolho e exoftalmia. Estruturas adjacentes podem ser afetadas e causar sangramento no seiomaxilar, deslocamento dos dentes maxilares, fratura dos ossos nasais.Realiza-se este exame em duas posições:Axial - cortes paralelos ao cone orbitário, começando do teto da órbita até o assoalho daórbita.Coronal - perpendicular a linha órbito-meatal, começando da porção anterior da órbita atéo quiasma óptico.OBS. Pedir ao paciente para manter os olhos fechados durante o exame. Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 57
  58. 58. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________ Protocolo Helical Thickness (slice): 0.9mm Increment: 0.45mm KV: 120 mAs: 150 Resolução: Standard Colimação: 64x0.625 Pitch: 0.64 Rotação: 0.5 sec Filtro: Bone (D) Window: C: 300 / W: 3000 Matrix: 512Tompograma: perfil View angle: 90Length: 130KV: 120mA: 30CORTES AXIAIS DAS ORBITAS Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 58
  59. 59. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________ Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 59
  60. 60. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________ PLANO CORONAL Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 60
  61. 61. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________ Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 61
  62. 62. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________TOMOGRAFIA DE SELA TURCICA OU HIPÓFISEO QUE É HIPÓFISE?É uma glândula localizada na base do cérebro logo atrás dos olhos, numa região chamadasela túrcica. Além da prolactina, ela produz vários outros hormônios que estimulam ocrescimento, a contração do útero, o volume da urina e controla o funcionamento de outrasglândulas.A prolactina é um hormônio produzido pela glândula hipófise, que estimula a produção deleite pela mama no período da amamentação Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 62
  63. 63. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________Indicações Comuns: • Investigação de doenças relacionadas a função hipofisária; • Transtornos do hipotálamo; • Defeitos do campo visual; • Avaliação pós-operatória de adenomas de hipófise.Este exame é feito em duas posições:axial iniciando da base da sela até a superfície dos processos clinóides.coronal corte perpendicular a linha órbito-meatal, começando do pro-cesso clinóide anterior até o posterior.Posicionamento da mesa com suporte axial;Paciente em DD (Head First Sup);Imobilizar a Cabeça;Mãos ao lado do corpo;Linha transversal paralela a órbita;Linha sagital paralela ao plano sagital;Linha coronal na altura do MAE.Scout: Lateral•Início dos Cortes: Anterior ao dorso da sela•Término dos Cortes: Ultrapassar oslimites do seio esfenoidal• Espessura dos Cortescoronais: Helicoidal 2mm / 2mm.Multislice 1mm / 0,5mm Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 63
  64. 64. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________ Protocolo Helical Thickness (slice): 0.9mm Increment: 0.45mm KV: 120 mAs: 150 Resolução: Standard Colimação: 64x0.625 Pitch: 0.64 Rotação: 0.5 sec Filtro: Bone (D) Window: C: 300 / W: 3000 Matrix: 512Tompograma: perfil View angle: 90Length: 130KV: 120mA: 30 Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 64
  65. 65. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________ RECONSTRUCOES CORONAL E SAGITAL. Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 65
  66. 66. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________ Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 66
  67. 67. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________TOMOGRAFIA DO PESCOÇOExame que avalia as alterações em processos inflamatórios, infecciosos, traumáticos,tumorais e vasculares de várias estruturas como língua, glândulas submandibulares, laringe,hipofaringe, espaços, recessos, vasos e estruturas musculares de todo o pescoço, até aentrada do tórax como podemos observar anteriormente.ANATOMIAO estudo da anatomia do pescoço pode ser entendido esquematicamente através de umsistema de triângulos baseados em referenciais anatômicas de superfície. Desta maneira omúsculo esternocleidomastóideo divide o pescoço nos triângulos anterior e posterior. Oosso hióide divide o triângulo anterior nos compartimentos infra e supra-hióide. O ventreanterior do músculo digástrico divide o compartimento supra-hióide em triângulossubmandibular e submentoniano. O ventre superior do músculo omohióide divide ocompartimento infra-hióide em triângulos carotídeo e muscular. Já o ventre inferior destemúsculo divide o triângulo posterior em triângulos subclávio e occipital. Cada um destestriângulos contém diferentes estruturas anatômicas. TRIÂGULO ESTRUTURAS ANATÔMICAS Submandibular Glândula submandibular e linfonodos Submentoniano Linfonodos Carotídeo Artéria carótida e veia jugular, nervo vago e linfonodos da cadeia jugular interna. Muscular Laringe, hipofaringe, traquéia, esôfago, tireóide, paratireóide e músculos infra- hióideos. Occipital Linfonodos e nervo espinhal acessório Subclávio Artéria e veia subclávia, linfonodos, nervo frênico e plexo braquial. Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 67
  68. 68. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________Uma alternativa ao método dos triângulos cervicais é estudar a anatomia do pescoço atravésdos espaços criados pela fáscia cervical profunda (FCP). Esta corresponde a camadas defáscia que contornam e envolvem a musculatura e demais estruturas desta região. Ela estásituada profundamente à fáscia cervical superficial e é formada por três camadas(superficial, média e profunda), que dividem o pescoço em compartimentos ou espaços. Oconhecimento e o entendimento destes espaços são indispensáveis para o cirurgião etambém para o radiologista, uma vez que o diagnóstico diferencial entre as diversaspatologias é freqüentemente definido pelo espaço em que a lesão se localiza. Além disto,existem comunicações entre diferentes espaços que nos permitem predizer possíveis vias dedisseminação de diversos processos patológicos.Triângulos cervicais: A-submandibular, B-submentoniano; C-carotídeo; D-muscular; E-occipital; F-subclávio.ESPAÇO SUBLINGUAL: localiza-se no assoalho da boca e é definido pela mandíbula, ossohióide e músculo milo-hióide. Comunica-se posteriormente com o espaço submandibular.Lateralmente ao músculo gênio-glosso existe um plano gorduroso que contém o ducto daglândula submandibular, glândula salivar sublingual, artéria e veia sublinguais, ramoslinguais de V3, nervo glossofaríngeo e nervo hipoglosso, músculo hioglosso e músculoestiloglosso. O músculo hioglosso é o reparo cirúrgico que separa o ductosubmandibular situado mais superficialmente da artéria lingual mais profunda. Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 68
  69. 69. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________Lesões: Ca. do assoalho da boca e da língua, rânulas, dermóides e epidermóides,hemangiomas e lingangiomas, abcessos, linfonodomegalias, cálculos e tumores deglândulas salivares.ESPAÇO BUCAL: não tem limites fasciais propriamente ditos. Contém a gordura bucal,artéria e veia faciais, ducto parotídeo e músculo bucinador. Em geral é envolvido porpatologias do espaço mastigador. Localiza-se anteriormente ao músculo masséter. O ductoparotídeo apresenta seu orifício de drenagem localizado na altura do segundo molarsuperior, após atravessar o músculo bucinador.ESPAÇO PAROTÍDEO: localiza-se póstero-lateralmente ao músculo masséter e contém aglândula parótida, parte de seu ducto (ducto de Stensen), nervo facial, linfonodosintraparotídeos e vasos, quais sejam a veia retromandibular e a artéria carótida externa. Aparótida pode ser dividida pelo nervo facial em lobos superficial e profundo, não havendo,entretanto, uma real separação anatômica e/ou histológica entre estes lobos. A topografia donervo facial pode ser inferida pela identificação da veia retromandibular, uma vez que omesmo tem seu trajeto situado imediatamente lateral a este vaso. Ao contrário da glândulasubmandibular, a parótida é encapsulada pela camada superficial da fáscia cervicalprofunda tardiamente no desenvolvimento fetal. Este encapsulamento relativamenteretardado tem como consequência a permanência de tecido linfóide no espaço parotídeo,que resultará na presença de linfonodos intraparotídeos. Estes são em número variável,podendo chegar a 20. Os linfonodos intraparotídeos constituem pontos de drenagem de Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 69
  70. 70. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________primeira ordem do couro cabeludo e região facial profunda periparotídea. Com o passar dosanos pode-se observar um progressivo aumento dos depósitos de gordura no parênquimaglandular, o que torna o contraste desta estrutura com as vizinhas mais evidente aosmétodos de imagem. Duas estruturas que frequentemente nos ajudam a definir quedeterminada lesão está situada neste espaço são o ventre posterior do músculo digástrico(forma uma parte da borda póstero-medial do espaço parotídeo) e o túnel estilo-mandibular.Lesões: cistos do primeiro arco branquial, hemangiomas, linfangiomas, abcessos,linfonodomegalias, lesões inflamatórias e tumorais da glândula parótida, schwanoma donervo facial, lipomas.ESPAÇO MASTIGADOR: este espaço estende-se da borda superior do músculo temporalà borda inferior da mandíbula. Anteriormente a ele está o espaço bucal, posteriormente oparotídeo e póstero-medialmente o espaço parafaríngeo. Os músculos da mastigaçãoconstituem o maior volume deste espaço e, devido à extensa implantação dos mesmos nabase do crânio, processos inflamatórios e tumorais deste compartimento podem envolver edisseminar-se para aquela região e mesmo para a fossa craniana e vice-e-versa. O forameoval é também uma via de passagem entre estas regiões, uma vez que dá passagem ao ramomandibular do nervo trigêmeo. Dos músculos da mastigação somente o pterigóideo lateralpromove a abertura da boca. Ele consiste de dois ventres: o superior insere-se na cápsula daATM e cabeça mandibular (algumas fibras tendíneas atravessam a cápsula e se fixam naborda anterior do disco interarticular), enquanto o inferior insere-se no colo da cabeçamandibular. Contém o ramo e corpo da mandíbula, músculos pterigóideos medial e lateral,masséter, temporal e nervo alveolar inferior (ramo de V3), ramos mastigatórios de V3,artéria maxilar interna.Lesões: hipertrofia massetérica, hemangiomas, linfangiomas, abcesso odontogênico,osteomielite da mandíbula, schwanoma, sarcomas, linfoma, metástases para mandíbula ecarcinoma (disseminação perineural). Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 70
  71. 71. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________ESPAÇO CAROTÍDEO: estende-se da base do crânio ao arco aórtico. É envolvido pelabainha carotídea, que é uma condensção das três camadas da fáscia cervical profunda.Pode-se dividi-lo nos segmentos nasofaríngeo, orofaríngeo, cervical e mediastinal. Contémas artérias carótidas, veia jugular interna, IX, X XI e XII pares cranianos na porçãonasofaríngea e linfonodos.Lesões: tortuosidade da artéria carótida, celulite, abscesso, trombose da veia jugular,paraganglioma, schwanoma, metástases (particularmente de carcinoma de célulasescamosas), linfoma.ESPAÇO MUCOSO-FARÍNGEO: a importância do estudo deste espaço vem do fato deque a malignidade estatisticamente mais comum do trato aerodigestivo superior nele seorigina: o carcinoma de células escamosas. Este espaço é composto pelos tecidos situadosprofundamente à camada média da fáscia cervical profunda (fáscia bucofaríngea).Estende-se da base do crânio à cartilagem cricóide. Pode ser dividido em nasofaringe,orofaringe e hipofaringe. Um plano que passa através dos palatos duro e mole separa a nasoda orofaringe e as pregas faringoepiglóticas e glossoepiglóticas separam a oro dahipofaringe. A mucosa da nasofaringe é o epitélio colunar pseudoestratificado ciliado comcélulas caliciformes e a da orofaringe é o epitélio escamoso estratificado não queratinizado.Próximo à base do crânio a fáscia bucofaríngea contorna os aspectos laterais e posterior dafáscia faringobasilar, que é a aponeurose do músculo constritor superior. Esta fásciaprende o músculo constritor superior e a faringe superior como um todo à base do crânio.Apresenta uma falha lateralmente, chamada seio de Morgani, por onde passa a tubaauditiva e o músculo elevador do véu palatino. Este seio é uma importante via dedisseminação de neoplasias da nasofaringe para o espaço parafaríngeo e regiões contíguas.Contém o músculo constritor superior, de Passavant, constritor médio, constritor e elevadordo véu palatino, salpingofaríngeo, torus tubário, músculos palatoglosso e palatofaríngeo(pilares tonsilares), estilofaríngeo, mucosa, anel de Waldeyer, glândulas salivares menores.Lesões: hipertrofia linfóide, abscessos, tumores de glândulas salivares menores, carcinomade células escamosas, linfoma e cisto de Thornwaldt. Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 71
  72. 72. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________ESPAÇO PARAFARÍNGEO: é uma área de tecido gorduroso que ocupa uma localizaçãocentral no pescoço. Apesar de não estar contido em uma fáscia própria e abrigar poucasestruturas esta área é um espaço crítico para o entendimento e localização de lesões dosdiversos espaços supra-hióides (figura 4). Estende-se da base do crânio, onde aparece comoo pequeno ponto de gordura medial aos forames oval e espinhoso, continuando-seinferiormente até o corno superior do osso hióide. Seus limites são compostos pelas fásciasdos espaços vizinhos, entretanto inferiormente comunica-se livremente com o espaçosubmandibular. Contém gordura, ramos de V3. Ramos das artérias maxilar interna efaringéia ascendente e plexo venoso faríngeo.ESPAÇOS RETROFARÍNGEO, PRÉ-VERTEBRAL E PERIGOSO: a camadaprofunda da fáscia cervical profunda se divide em duas lâminas, sendo uma anterior (fásciaalar) e outra posterior (fáscia pré-vertebral). Esta última envolve a musculatura pré-vertebral e paraespinhal, o nervo frênico e o plexo cervical, as vértebras, as artérias e veiasvertebrais e troncos do plexo braquial. Define, portanto, o espaço pré-vertebral, que se Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 72
  73. 73. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________estende inferiormente até o cóccix. A fáscia alar tem origem na base do crânio, assim comoa pré-vertebral, e estende-se inferiormente formando as paredes posterior e laterais doespaço retrofaríngeo, cuja parede anterior é formada pela fáscia bucofaríngea (camadamédia da fáscia cervical profunda). TC em corte sagital evidenciando tumoração expansiva em cavum, com invasão retrofaríngea. TC em corte axial evidenciando destruição óssea,invasão retrocraniana e parede lateral do seio cavernoso.O espaço potencial existente entre a fáscia alar e a fáscia pré-vertebral é o espaço perigoso.O espaço retrofaríngeo estende-se da base do crânio ao mediastino superior, sendo seulimite inferior a fusão das fáscias bucofaríngea e fáscia alar, que ocorre no nível de T3(pode ocorrer no intervalo de C6 a T6). É uma via de disseminação potencial de lesõescervicais para o mediastino. Contém gordura e linfonodos. Estes estão presentes naporção supra-hióidea e são divididos em cadeias medial e laterais (gânglio de Rouvière).Após a fusão com a fáscia bucofaríngea, descrita acima, a fáscia alar continua-seinferiormente até o nível do diafragma. Portanto este é o limite inferior do espaço perigoso,assim denominado pela possibilidade de servir de via de disseminação de infecções dopescoço para o mediastino posterior, até o nível do diafragma. Do ponto de vista dosmétodos de imagem não é possível a visibilização das diferentes fáscias, portanto lesõesdeste espaço apresentam-se de forma indistinta das lesões do espaço retrofaríngeo (nocompartimento infra-hióide este espaço pode ser denominado retrovisceral). Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 73
  74. 74. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________Lesões do espaço retrofaríngeo: linfonodomegalia, abscesso, celulite, lipoma, hemangioma,linfoma, metástases, invasão direta por carcinoma de células escamosas.Lesões do espaço pré-vertebral: osteomielite vertebral, cordoma, tumores vertebrais,metástases, linfoma, invasão direta por carcinoma de células escamosas, tendinite domúsculo longus colli. Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 74
  75. 75. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________ESPAÇO VISCERAL: é exclusivamente infra-hióide e está contido pela camada média dafáscia cervical profunda. Sua margem inferior é determinada por um plano que vai dafúrcula esternal a T1. Inferiormente o componente visceral da camada média da FCP fixa-seao pericárdio, estabelecendo, portanto uma comunicação deste espaço com o mediastinosuperior. Contém a tireóide e paratireóides, vasos tireodeanos inferiores, nervos laríngeosrecorrentes, esôfago, traquéia, linfonodos e laringe. Os linfonodos contidos no espaçovisceral pertencem ao grupo profundo de gânglios da cadeia cervical anterior, sendotambém chamados de justaviscerais ou paraesofageanos. Localizam-se lateralmente àtireóide, traquéia e esôfago. A drenagem dos mesmos se faz inferiormente para oslinfonodos mediastinais. Portanto, linfonodomegalia metastática para estes linfonodos,como ocorre, por exemplo, em tumores tireodeanos, têm grande tendência para extensãomediastinal precoce. O mesmo já não acontece com os carcinomas de células escamosas dacabeça e pescoço, uma vez que o envolvimento metastático ganglionar se dá primariamentepara linfonodos da cadeia cervical lateral, que não se comunicam diretamente comlinfonodos mediastinais.Lesões: carcinoma de células escamosas da laringe, condrosarcoma de laringe, laringocele,tumores e cistos de tireóide, bócio, adenomas de paratireóide, divertículo de Zenker,carcinoma de esôfago, linfonodomegalia metastática, linfoma, abscesso, etc.ESPAÇO CERVICAL POSTERIOR: localiza-se no aspecto póstero-lateral do pescoço,estendendo-se desde a base do crânio até a clavícula. Separando este espaço do espaço pré-vertebral está a camada profunda da fáscia cervical profunda. Superficialmente ele élimitado pela fáscia cervical superficial. Anteriormente está separado do espaço carotídeopela bainha carotídea. Contém linfonodos da cadeia espinhal acessória, XI nervo craniano egordura, que é seu principal componente.Lesões: linfonodomegalia metastática, linfoma, linfonodomegalia inflamatória,linfangioma, cisto branquial (III fenda), abscesso e lipoma. Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 75
  76. 76. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________ESPAÇO CERVICAL ANTERIOR: estende-se desde o osso hióide até a clavícula e estápreenchido por gordura. A fáscia visceral o separa do espaço visceral medialmente; acamada superficial da fáscia cervical profunda limita o espaço ântero-lateralmente e abainha carotídea o limita posteriormente. O espaço submandibular está situadosuperiormente, sem separação por planos fasciais.Lesões: lipoma, cisto branquial, abscesso e linfangiomaTÉCNICA DE EXAMEO paciente é deitado na mesa de exames e lentamente será levado para o interior do gantry,onde serão feitas as imagens da região cervical. É muito importante permanecer imóvel eseguir as instruções do profissional que realizará o exame. O tempo de exame é variável,podendo durar de 5 a 20 minutos.Em relação ao preparo este exame requer um jejum absoluto (inclusive de água) de quatrohoras, cliente deve suspender, nas 48 horas que antecedem o exame e com o consentimentodo médico assistente, o uso de medicamentos que contenham a metformina (Dimefor®,Glifage®, Glucoformin®, Glucovance® ou Starform®) e a fenformina (Debei®), que écontraindicado nos exames com contraste iodado endovenoso. A suspensão dessasmedicações ainda precisa ser mantida por 48 horas após o exame.Posicionamento do paciente Mesa com suporte axial para crânio. Paciente em decúbito dorsal, o mais confortável possível. Imobilizar a cabeça. Colocar as mãos do paciente ao lado do corpo. Observar: simetria, altura e angulação da cabeça. Começando do manúbrio ate a base do crânio. Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 76
  77. 77. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________Tompograma: perfil View angle: DualLength: 130KV: 120mA: 30 .ProtocoloHelicalThickness (slice): 1mmIncrement: 0.5mmKV: 120mAs: 150Resolução: StandartColimação: 64x0.625Pitch: 0.923Rotação: 0.75Filtro: StandartWindow: C: 400 / W: 40Matrix: 512 Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 77
  78. 78. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________ CORTES AXIAIS Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 78
  79. 79. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________ReconstruçõesAxial 2/2Sagital e Coronal 3/3 Sagital pós contraste Coronal pós contraste Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 79
  80. 80. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________ Torax Cartilage Esterno: Costal Manúbrio Arcos Corpo Costais Processo Segmento vertebral xifóide torácicoTraquéiaPulmão Pleura F (Recesso pleural) E IG Seio Costofrênico Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 80
  81. 81. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________ Recessocostodiafragmáticoda cavidade pleural O sistema respiratório consiste em partes do corpo através das quais o ar passa do nariz e da boca para o interior dos pulmões, possibilitando a troca gasosa entre o ar e a corrente sangüínea. Está dividido em 4 partes: laringe, traquéia, brônquios direito e esquerdo e pulmões. Seguindo da laringe para baixo temos a traquéia, que é a segunda divisão propriamente dita do sistema respiratório. Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 81
  82. 82. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________É um tubo fibroso muscular com cerca de 20 anéis cartilaginosos em forma de C, quemantém a via aérea aberta evitando que a traquéia colabe durante a inspiração.Localizada anteriormente ao esôfago, da junção com a laringe ao nível de C6 até o nível deT4 ou T5 onde se divide nos brônquios fonte direito e esquerdo.Glândulas localizadas próximo ao sistema respiratório: tireóide, paratireóides e o timo.Tireóide: localizadas anteriormente na região do pescoço logo abaixo da laringe. Bastanteradio - sensível. Armazena hormônios que ajudam na regulação do metabolismo corporal,regulam o crescimento e o desenvolvimento do corpo e a ativação do SNC, principalmenteem crianças.Paratireóides: localizadas nas superfícies posteriores dos lobos laterais da tireóide.Normalmente duas, ligadas a cada lobo da tireóide. Armazenam e secretam certoshormônios que ajudam em funções sangüíneas especiais, incluindo os níveis de cálciosérico.Timo: localização distal à tireóide. Faz parte das estruturas do mediastino.Brônquio direito é mais largo, mais curto, possui menor ângulo de divergência (25º) em relação à traquéia distal e é menos abrupto à direita do que à esquerda. Possuicerca de 2,5 cm de comprimento por 1,3 cm de largura. Divide-se em três brônquiossecundários (deste modo o pulmão direito possui três lobos) que se subdividem emramos menores os bronquíolos, que se espalham por t odas as partes de cada lobo eterminam em sacos muito pequenos chamados alvéolos, onde são trocados o oxigênio eo gás carbônico do sangue.Qual a importância nesta diferença em forma e tamanho? Partículas de comidas e outroscorpos estranhos têm maior tendência a entrar e se alojar no brônquio direito. Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 82
  83. 83. Tomografando a Técnica de Tomografar_______________________________________________________Brônquio esquerdo possui ângulo de divergência com diâmetro 1,1 cm menor que odireito e duas vezes mais comprido (5 cm). Divide-se em dois brônquiossecundários (o pulmão direito possui dois lobos) que se subdividem em ramosmenores os bronquíolos, que se espalham por todas as partes de cada lobo eterminam em sacos muito pequenos chamados alvéolos, onde são trocados ooxigênio e o gás carbônico do sangue.Carina: localizada ao nível de T5. Local onde os brônquios se dividem em direito eesquerdo. Email: leonardosflor@gmail.com Blog: http://leonardoflor.blogspot.com/ 83

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