Orientação para o mercado de trabalho

2.263 visualizações

Publicada em

  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Orientação para o mercado de trabalho

  1. 1. Adm.:Denisard Neto
  2. 2.  Na era da informação, do conhecimento eda globalização, o mundo dos negóciosvem impondo soluções ágeis e efetivascom o menor custo possível. Mas não ésó. A concorrência está cada dia mais afiada,de modo que é preciso criar e propornovas alternativas constantemente, poissó assim será possível superar asexpectativas dos clientes.
  3. 3.  Como qualquer país em desenvolvimento, oBrasil sofre as conseqüências negativas tantoquanto usufrui dos efeitos positivos daglobalização. Ao mesmo tempo em que nosbeneficiamos com a entrada de empresasmultinacionais, que geram divisas econômicas,novos postos de trabalho e nos trazem aoportunidade de convivência com outrasculturas e tecnologias, também nosressentimos da ausência de empresasbrasileiras transnacionais que seriam o nossocontraponto no mundo globalizado.
  4. 4.  Ao escrever o livro Empresários do Futuro – como osjovens vão conquistar o mundo dos negócios, o autorAntoninho Marmo Trevisan teve a idéia de apresentaraos espíritos empreendedores – e os jovens têm pornatureza esse espírito – as oportunidades que um paíscomo o nosso pode lhes apresentar. E o que pode seroferecido em troca por profissionaisverdadeiramente engajados numa proposta dedesenvolvimento com ética e responsabilidade social.Um jovem que está escolhendo uma carreira ouiniciando um negócio está definindo um caminho parasi. Muito brevemente começará a se relacionar numambiente de direitos e obrigações.
  5. 5.  Com o avanço da tecnologia muitas funçõesde execução e processamento tendem adesaparecer. O que não quer dizer quenecessariamente a profissão se extinguirá. Sevocê controla sua agenda, anota recados edigita cartas do seu próprio computador, podedecidir dispensar sua secretária e se ver livredos encargos e contribuições. Talvez não sejaa decisão mais acertada. Que taltransformá-la numa eficiente assessora, quegerencie e resolva problemas de uma formamais assertiva?
  6. 6.  No sentido exato da palavra, vocação é atendência artística ou profissional que oindivíduo possui para desenvolver algumacoisa. Habilidade e capacidade se confundem aoindicar competência, aptidão e talento. Já desafio é a ação de provar, realizaralguma coisa.
  7. 7.  Aos jovens empresários e profissionais,resta a lição de que as vitórias desse novomilênio – de pessoas, governos eempresas – serão daqueles que souberemenfrentar o mercado mundial comprofissionalismo, que realizarem parceriasque tornem o produto ou o serviço que éprestado indispensável para o consumidor.FONTE: www.ciee.com.br
  8. 8.  A elaboração do curriculum vitae (CV) fazparte dos procedimentos habituais decandidatura a vagas para formação, paraemprego e para efeitos de progressãoprofissional.
  9. 9. Sucintamente, o CV não é mais do queuma carta de apresentação pessoal docandidato, no qual este resume (e devecomprovar) os dados biográficos,acadêmicos e profissionais que entendaserem os mais relevantes para asinformações pretendidas e objetivossubjacentes.
  10. 10.  Como princípio, o conteúdo curriculardeverá refletir o interesse, capacidades epontos fortes pessoais, as atividadesdesenvolvidas pelo candidato, e astransformações pessoais sentidas notrajeto acadêmico e profissional.
  11. 11.  O corpo curricular deverá incluir, comocapítulos iniciais, os elementos deidentificação pessoal, formação ehabilitações, categorias acadêmicas eprofissionais, “experiência profissional”.
  12. 12.  (Curriculum vitae = "O curso da vida") “Carta de apresentação pessoal”, que inclui ohistória sucinto das atividades maisrelevantes e representativas do candidato,a ser completado por documentoscomprovativos (preferencialmente emsuplemento anexo).
  13. 13.  Expressas: SerSaberSaber fazer Implícitas: Saber estarSaber pensar
  14. 14.  Introdução Dados biográficos (Identificação pessoal) Habilitações Atividade Profissional Formação Complementar Administrativas Outras Atividades e Participações Trabalhos publicados e divulgados Prêmios e Distinções Projetos para o Futuro
  15. 15.  Introdução:Seu Nome completo e bem visível. Dados pessoais:data de nascimento,sexo,estadocivil,telefone,celular,e-mail. Objetivos:o que você pretende realizar naempresa se for contratado. Formação:sua escolaridade. Experiência Profissional: se tiver. Conhecimentos em Informática:essencial . Capacitação:cursos,palestras,oficinas e etc. Áreas de Interesse de Lotação:areas que vocêtenha experiência ou afinidade. Informações Adicionais:disponibilidade dehorários ou de trabalhar em outras cidades.
  16. 16.  Percebo que quando uma pessoa faz seucurrículo está mais preocupada em colocaruma série de informações do quepropriamente em refletir se aquelasinformações podem ou não auxiliá-la aconseguir um emprego.
  17. 17.  Um dos erros mais comuns de informaçãoque não serve para nada é determinar em seucurrículo onde você estudou no ensinofundamental, ou então o ensino médio.Informações dessa natureza poucoacrescentam ao candidato, pois não dizem oque ele pode fazer por uma empresa.
  18. 18.  Isso vale também para outras informações quenão ajudam o candidato a conseguir umemprego. Dizer que participou de um congressode corte e costura há 15 anos não fará que vocêconsiga uma vaga de gerência em uma grandeindústria. A regra é muito simples: pondere se cadainformação colocada no currículo podeacrescentar algum tipo de valor para você. Se aresposta for não, não pense duas vezes emdeixar seu currículo mais enxuto, mais racional eprofissional.
  19. 19.  Rio de Janeiro, 1 de maio de 1943, 122º daIndependência e 55º da República.DECRETO-LEI N.º 5.452, DE 1º DE MAIO DE 1943CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHOGETÚLIO VARGAS.Presidente da República
  20. 20.  Só existe uma relação de emprego quando algunsrequisitos são preenchidos, de acordo com aLegislação (artigos 2º e 3º, da CLT).EMPREGADOR:É a empresa, individual ou coletiva,que, assumindo os riscos da atividade econômica,admite, assalaria e dirige a prestação pessoal deserviço. Equiparam-se ao empregador, para os efeitosexclusivos da relação de emprego, osPROFISSIONAIS LIBERAIS, as INSTITUIÇÕES DEBENEFICÊNCIA, as ASSOCIAÇÕES RECREATIVASou outras instituições sem fins lucrativos, queadmitirem trabalhadores como empregados.
  21. 21.  EMPREGADO: toda pessoa física que presta serviçosde natureza não eventual a Empregador,sob adependência deste e mediante salário. Assim, o EMPREGADO é o SUJEITO que prestaserviços ao EMPREGADOR com: Pessoalidade(não pode se fazer substituir por pessoaestranha à empresa) Onerosidade(o trabalho é realizado em troca de umpagamento) Eventualidade (deve haver habitualidade) Subordinação Jurídica(recebe ordens de seuempregador)
  22. 22.  Admite o empregado Dirige a prestação pessoal de serviços Assalaria o empregado“Toda relação de emprego é umarelação de Trabalho,mas nem todarelação de Trabalho é uma relação deEmprego”
  23. 23.  É obrigatória para o exercício de qualqueremprego, inclusive de natureza rural, aindaque em caráter temporário, e para oexercício por conta própria de atividadeprofissional remunerada.
  24. 24.  A CTPS será obrigatoriamenteapresentada, contra recibo, pelotrabalhador ao empregador que o admitir,o qual terá o prazo de 48 horas paranela anotar, especificamente,a data deadmissão,a remuneração e as condiçõesespeciais,se houver, sendo facultada aadoção de sistema manual, mecânico oueletrônico.
  25. 25.  a)na data-base; b)a qualquer tempo, por solicitação dotrabalhador; c)no caso de rescisão contratual; ou d)necessidade de comprovação perante aPrevidência Social.É vedado ao empregador EFETUARANOTAÇÕES DESABONADORAS àconduta do empregado em sua CTPS;Os acidentes do trabalho SERÃOOBRIGATORIAMENTE ANOTADOS peloINSS na carteira do acidentado.
  26. 26. Em todas as atividades seráobrigatório para o empregador oregistro dos respectivos trabalhadores,podendo ser adotados livros, fichas ousistema eletrônico;A empresa que mantiver empregadonão registrado, incorrerá na multa devalor igual a 30 (trinta) vezes o valor-de-referência regional, por empregadoNão registrado, acrescido de igual valorem cada reincidência.
  27. 27.  É o acordo referente à relação deemprego entre EMPREGADOR eEMPREGADO.1.NATUREZA JURÍDICA:As autoridades administrativas e a Justiça do Trabalho,na falta de disposições legais ou contratuais,decidirão, conforme o caso, pela jurisprudência,por analogia, por eqüidade e outros princípios enormas gerais de direito, principalmente do direito dotrabalho, e, ainda, de acordo com os usos e costumes,o direito comparado, MAS SEMPRE DE MANEIRA QUENENHUM INTERESSE DE CLASSE OU PARTICULARPREVALEÇA SOBRE O INTERESSE PÚBLICO.
  28. 28. O direito de ação quanto acréditos resultantes das relaçõesde trabalho PRESCREVE:I- Em 5 anos para o trabalhador urbano, ATÉ OLIMITE de 2anos após a extinção do contrato;II- Em 2 anos, após a extinção do contrato detrabalho, para o trabalhador rural.
  29. 29. Um contrato de trabalho só é válido seobedecer aos seguintes pressupostos:Capacidade do Empregado (agente)Objeto LícitoFormalidade exigida por Lei
  30. 30. Proibição de trabalho para crianças MENORES DE 14ANOS;· de 14 a 16 anos - APRENDIZ;· proibição de trabalho noturno, perigoso ou insalubre p/MENORES DE 18 ANOS;Trabalho noturno: adicional noturno = + 20 % s/ saláriocontribuição Trabalho perigoso: adicional periculosidade = + 30 % s/ sal.Contribuição(IN-EX-EL= INflamável / EXplosivo / ELetricidade)Trabalho insalubre: adicional insalubridade à máxima = + 40%; média = + 30 %; mínima = + 10 % s/ Salário MínimoPs.: Cessado o risco, cessa odireito.
  31. 31.  OBJETO LÍCITO:Se o objeto do emprego(ex. Jogo do Bicho) for ILÍCITO, o contrato seráNULO. Entretanto, os salários serão devidos. FORMALIDADE: Ex.: Contratação deservidor público sem a prévia aprovação emConcurso Público.
  32. 32.  Quanto à Forma: Expresso ou TácitoExpresso – Contrato escrito ou verbal; é realizado quando existe avontade EXPRESSA de contratação; é necessária a anotação na CTPSpara que não exista a multa;Tácito - é quando não existe a vontade manifesta de contrataralguém, mas o empregado vai ficando, vai ficando, até que se configureuma relação de trabalho.
  33. 33.  Em regra, os contratos de Trabalho sãorealizados por prazo indeterminado.Quanto ao Prazo de Duração: Indeterminado ouDeterminado.Indeterminado - é a Regra;Determinado- existem 3 hipóteses. Para serválido o contrato, o mesmo precisa ser expresso epor escrito. O prazo de duração do contrato é de2 (dois) anos, exceto para o contrato deexperiência que é de 90dias.
  34. 34.  Para ser considerada LÍCITA- devepreencher 2 requisitos básicos;a) mútuo consentimento- empregado eempregador;b) inexistência de prejuízo ao empregado Em algumas situações poderão ocorrerpequenas alterações,promovidas pelo empregador,mesmo sem a anuência do empregado (Juz variandi ).
  35. 35.  È a alteração do local da prestação de serviçosque acarreta a mudança no domicílio doempregado;É PROIBIDA sem a anuência do empregado(caput do art. 469);Art.469.Ao empregador é vedado transferir o empregado,sem asua anuência, para localidade diversa da que resultar docontrato, não se considerando transferência a que não acarretarnecessariamente a mudança do seu domicílio.§ lº. Não estão compreendidos na proibição deste artigo osempregados que exerçam cargos de confiança e aqueles cujoscontratos tenham como condição, implícita ou explícita, atransferência, quando esta decorra de real necessidade deserviço.
  36. 36.  É a cessação temporária TOTAL do contrato detrabalho;1) Não há prestação de serviços;2) Não há pagamento de salários;Obs.: Casos em que o Contrato de Trabalho é SUSPENSO- licença não remunerada;- auxílio-doença (após os 15 dias de afastamento);- suspensão disciplinar;- aposentadoria provisória;- suspensão para inquérito do estável;- exercício de cargo público não obrigatório;- participação em greves, sem salários;- desempenho de cargo sindical, se houver afastamento;- participação em curso de qualificação profissional;- ocupante de cargo de diretor de S/A.
  37. 37.  É a cessação temporária PARCIAL do contrato de trabalho; Não há prestação de serviços; Há pagamento de salários;Obs.: Casos em que o Contrato deTrabalho é INTERROMPIDO- domingos e feriados, se o empregado trabalhou durante asemana;- férias;- hipótese de ausências legais elencadas no artigo 473 da CLT;- licença paternidade;- ausências consideradas justificadas pelo empregador;- ausência no caso de aborto;- doença e acidente de trabalho nos primeiros 15 dias deafastamento;- aviso prévio indenizado;- afastamento para inquérito por motivo de segurança nacional;- ausência por trabalho nas eleições;
  38. 38.  1. por decisão do empregador: com justacausa, sem justa causa, aposentadoria; 2. por decisão do empregado:pedido dedemissão, rescisã indireta,aposentadoria; 3. por desaparecimento de uma das partes:morte do empregador, extinção daempresa, morte do empregado; 4. por culpa recíproca; 5. por advento do termo do contrato: quando ocontrato for por tempo determinado; 6. por motivo de força-maior;
  39. 39.  TRABALHO RURAL(Lei nº5.889/73)EMPREGADO RURAL é toda pessoa física que,em propriedade rural ou prédio rústico, prestaserviços de natureza não eventual a empregadorrural, sob a dependência deste e mediantesalário.EMPREGADOR RURAL é a pessoa física oujurídica, proprietário ou não, que exploreatividade agro-econômica, em caráterpermanente ou temporário, diretamente ou atravésde prepostos e com auxílio de empregados.
  40. 40.  EMPREGADO DOMÉSTICO é aqueleque presta serviços de naturezacontínua e de finalidade não lucrativa àpessoa ou à família no âmbitoresidencial destas.Para configurar o emprego doméstico, o empregado deveráprovar que trabalha em natureza contínua (3x ou mais porsemana);A Trabalhadora Doméstica pode ser demitida após o parto,sem justa causa, pois a mesma NÃO GOZA DEESTABILIDADE.
  41. 41.  TRABALHO TEMPORÁRIO é aquele prestado porpessoa física a uma empresa,para atender ànecessidade transitória de substituição de seupessoal regular e permanente ou a acréscimoextraordinário de serviços. EMPRESA DE TRABALHO TEMPORÁRIO é a pessoafísica ou jurídica urbana,cuja atividade consiste emcolocar à disposição de outrasempresas,TEMPORARIAMENTE, trabalhadores,devidamente qualificados, POR ELASREMUNERADOS E ASSISTIDOS.
  42. 42.  Prazo de Contrato: O contrato entre a empresa detrabalho temporário e a empresa tomadora ou cliente,com relação a um mesmo empregado, NÃOPODERÁ EXCEDER DE 3 MESES.Será nula de pleno direito QUALQUER CLÁUSULA DERESERVA, PROIBINDO a contratação do trabalhador pelaempresa tomadora ou cliente ao fim do prazo em quetenha sido colocado à sua disposição pela empresa detrabalho temporário.
  43. 43.  a)remuneração equivalente à percebida pelos empregados demesma categoria da empresa tomadora ou cliente calculados à base horária,garantida, em qualquer hipótese, a percepção do salário-mínimoregional; b) jornada de oito horas, remuneradas as horas extraordináriasnão excedentesde2, com acréscimode20%(vinte por cento); c) férias proporcionais; d) repouso semanal remunerado; e) adicional por trabalho no turno; f) indenização por dispensa sem justa causa ou término normal docontrato, correspondente a 1/12(um doze avos)do pagamento recebido; g) seguro contra acidente do trabalho; h) proteção previdenciária
  44. 44.  ESTÁGIO CURRICULAR é a atividade de aprendizagemsocial, profissional e cultural, proporcionada ao estudantepela participação em situações reais de vida e trabalho deseu meio, sendo realizada na comunidade em geral ou juntoa pessoas jurídicas de direito público ou privado, sobresponsabilidade e coordenação da instituição de ensino.O estágio somente poderá verificar-seem unidades que tenham condições deproporcionar experiência pratica na linhade formação, devendo,o estudante, paraesse fim, estar em condições de estagiar;O ESTÁGIO NÃO CRIA VÍNCULO EMPREGATÍCIO de qualquer natureza e oESTAGIÁRIO poderá receber bolsa, ou outra forma de contraprestação quevenha a ser acordada, ressalvado o que dispuser a legislação previdenciária,devendo o estudante, em qualquer hipótese, estar segurado contra acidentespessoais.
  45. 45.  A contratação de trabalhadores por empresa interposta ÉILEGAL, formando-se o vínculo empregatício diretamente com otomador de serviços, salvo no caso de trabalho temporário; Não gera vínculo de emprego com órgãos da AdministraçãoPública Direta, Indireta ou Fundação;Portanto, a contratação de mão-de-obra porempresa interposta É VÁLIDA apenas nestescasos:T Trabalho temporário (máximo de 3 meses);V VigilânciaA Asseio e limpezaC Conservação ( portaria, jardinagem, etc. )M Meio(atividade ligada à atividade meio)
  46. 46. Se durante o período que tal empregado ocupar o cargode Diretor (através de eleição), e ele permanecer sobsubordinação jurídica, é válido o contrato de trabalho(relação de emprego) e o tempo será computado paratodos os efeitos legais.· Art. 9º - Serão nulos de pleno direito os atos praticadoscom o objetivo de desvirtuar,impedir ou fraudar a aplicaçãodos preceitos contidos na CLT.
  47. 47.  Art. 442. - Contrato individual de trabalho é oacordo tácito ou expresso,correspondente àrelação de emprego. Parágrafo único. Qualquer que seja o ramo deatividade da sociedade cooperativa, não existevínculo empregatício entre ela e seusassociados, nem entre estes (associados) e osTomadores de serviços daquela (cooperativa).
  48. 48.  É aquele que presta serviço emcaráter eventual, fortuito,esporádico Ex.: Bicos
  49. 49.  liberdade na prestação de serviços à não tem vínculo de emprego nem com o sindicato nem com a tomadora de serviços; intermediação de mão-de-obra é realizada pelo sindicato ouórgão gestor de mão-de-obra (encargos, salários e direitosdevidamente recolhidos); É realizado um rateio entre as pessoas que participaram daprestação de serviços; o serviço é prestado em curto período; todos os direitos são garantidos ao trabalhador avulso Ex.: Estivador,Amarrador de embarcação no porto,etc.
  50. 50.  Ex.: Representante Comercial
  51. 51.  Quantidade de labor diário doempregado. LIMITAÇÃO DA JORNADA: JORNADA NORMAL / ORDINÁRIA:8hs/dia ou 44hs/semana(REGRA) JORNADAEXTRAORDINÁRIA:Aquela que exceda a jornada normal. O empregadorpode trocar a Hora-Extra por folga (na mesmasemana), e para tanto deve existir acordo ou convençãocoletiva; ou pode pagar como hora-extra. (adicional de50 % sobre a hora-normal)
  52. 52.  Jornada Diurna: Trabalhador Urbano: das 5 as 22 hs Trabalhador Rural: das 5 as 21 hs – LAVOURA das 4as 20 hs –PECUÁRIA Jornada Noturna: Trabalhador Urbano: das 22 as 5 hs –(hora = 52 m 30 s) (+20%sobre o valor da hora diurna) Exceto os trabalhadores domésticos Trabalhador Rural: das 21 as 5 hs - LAVOURA das 20 as 4 hs –PECUÁRIA (+25%sobre o valor da hora diurna)
  53. 53. Analise de Currículo;Entrevista;Dinâmica de grupo;
  54. 54.  Os processos seletivos, em médiapossuem de duas há oito etapas, sendoestas eliminatórias com a finalidade de sechegar ao candidato com o perfil maisaproximado com o das qualificaçõesexigidas pelo cargo.
  55. 55.  Os principais elementos são as entrevistas(não estruturadas e estruturadas); A busca de referências; Provas de conhecimentos ou de capacitação; Os testes de personalidade; Os testes de habilidade cognitivos; Os testes de desempenho e integridade; A aplicação de técnicas de simulação;
  56. 56. 1) O TERROR DA ENTREVISTA (COMO VENCÊ-LO)2) A RAZÃO DO ABSURDO3) ANTES DA ENTREVISTA4) NO DIA DA ENTREVISTA5) DURANTE A ENTREVISTA6) DEPOIS DA ENTREVISTA7) OS SETE ERROS CAPITAIS8) OUTROS CUIDADOS NA HORA DA ENTREVISTA: OQUE FAZER E O QUE NÃO FAZER9) RESPOSTAS PARA AS PERGUNTAS MAISFREQUENTES NUMA ENTREVISTA
  57. 57.  - O que você pode fazer por esta empresa? - Por que deveríamos contratá-lo? - Onde você se vê em cinco anos?De acordo com dados da Society, da entidadeamericana de psicólogos ligados ao trabalho, asentrevistas têm apenas 65% de eficiência nojulgamento das competências e da capacidadede liderança dos candidatos.
  58. 58.  LIÇÃO FUNDAMENTAL: não queira serna entrevista o que você não é de fato."No segundo, terceiro ou quarto dia detrabalho, a máscara cai“. E MAIS: não invente respostas quando vocênão sabe o que dizer.Não há segredo nem fórmula milagrosa para ser bem-sucedido numa entrevista. As empresas esperam apenasque você revele o melhor de si, de maneira transparente ehonesta.
  59. 59. FAÇA UMA PESQUISA COMPLETASOBRE A EMPRESA. Há quanto tempo ela está no mercado; Quais os produtos; A reputação entre os concorrentes; Se Ela é lucrativa? Todos os números possíveis - faturamento,lucro, previsão de crescimento.REVISE E ESTUDE CUIDADOSAMENTE SEU CURRICULO
  60. 60.  NÃO DÊ VEXAME. Saiba o nome e cargodo entrevistador, o local, a data e ohorário da entrevista. VISTA-SE ADEQUADAMENTE PARA AOCASIÃO. ADMINISTRE BEM SEU TEMPO. LEVE CÓPIAS DO CURRÍCULO.
  61. 61.  NÃO ESQUEÇA QUE VOCE PODE SER AVALIADO DESDE OMOMENTO EM QUE PISA NA EMPRESA; PENSE QUE A ENTREVISTA É O SEU PRIMEIRO DIA DETRABALHO; TENTE MANTER SUA AUTOCONFIANÇA; REFLITA BEM ANTES DE RESPONDER; JAMAIS FALE MAL DO SEU EX-CHEFE OU DA EMPRESA EMQUE TRABALHOU; NÃO TENHA RECEIO DE MOSTRAR SENTIMENTOS DEINSATISFAÇÃO OU RAIVA; NÃO SAIA DA SALA ANTES DE FAZER AS PERGUNTAS AORECRUTADOR.
  62. 62.  Se você pensou que está preparado para a batalha,enganou-se; Se o entrevistador faz uma pergunta que você não temidéia da resposta. Se o recrutador chama você pelo nome errado? Se o telefone celular toca durante a entrevista? Se você chegar atrasado? Se o entrevistador fala algo que você sabe que éincorreto? Se você comete uma gafe estúpida ? Se você derrubar café na roupa?
  63. 63.  VOLTE PARA CASA E ANALISE AENTREVISTA; ENVIE UMA CARTA DEAGRADECIMENTO À EMPRESA; SE VOCE NÃO TIVER NOTÍCIANENHUMA APÓS DUAS SEMANAS; SEJAMOS SINCEROS.
  64. 64.  1. Pouca preparação para entrevista. 2. Escolaridade baixa. 3. Preparação inadequada para o tipo detrabalho. 4. Pouca experiência requerida, talentoou educação. 5. Demanda de salário fora da realidade. 6. Nenhum potencial para liderança. 7. Falta de objetivos, baixa motivação,entusiasmo ou iniciativa.
  65. 65. 1. Começo firme:2. Apresente-se:3. Busque a sintonia:4. Fale com clareza:5. Saiba errar e sobreviver:6. Cuidado com as piadas:7. Entenda a pergunta:8. Responda bem:9. Faça perguntas:10. Despeça-se com cortesia:
  66. 66.  Chegue cedo e aproveite o tempo de espera pararepassar mentalmente sua estratégia; A aparência deve ser impecável e formal. Homensdevem usar terno azul-marinho ou cinza. Mulheres,tailleur e sapatos não muito altos; Dê um aperto de mão firme, nem muito forte nem muitofraco; Sorria. Seja agradável, mas não informal; Mire no entrevistador. Não desvie o olhar; Responda às perguntas com entusiasmo; Mantenha a postura ereta na cadeira; Durma bem na noite anterior; Escute o entrevistador para detectar o que ele quer;
  67. 67.  Não leve outra pessoa com você; Não fume. Há empresas que até discriminam fumantes; Não peça desculpas na hora de falar de seus pontosfracos; Nunca use óculos escuros; Jamais implore ao entrevistador que lhe dê trabalho; Evite a curiosidade de olhar o que esta à mesa doentrevistador; Não conte piadas; Cuide bem do seu hálito; Evite discussões sobre religião, política ou futebol;
  68. 68.  POR QUE ESTÁ DEIXANDO SEU EMPREGO ATUAL? QUANTO QUER GANHAR? QUAIS SEUS OBJETIVOS DE LONGO PRAZO? QUAIS SEUS OBJETIVOS DE CURTO PRAZO? QUE VOCÊ PROCURA NUM EMPREGO? POR QUE ACHA QUE DEVEMOS CONTRATÁ-LO? VOCÊ É CAPAZ DE TRABALHAR SOB PRESSÃO E COMPRAZOS DEFINIDOS? QUAL SEU PONTO FORTE? QUAL SEU PONTO FRACO? DE QUANTO TEMPO PRECISA PARA TRAZER UMACONTRIBUIÇÃO PARA NOSSA EMPRESA? QUANTO TEMPO PRETENDE FICAR CONOSCO? QUAIS SÃO AS DECISÕES MAIS DIFÍCEIS PARA VOCÊ?
  69. 69.  Quais são os objetivos da empresa? Como está mudando a organização na empresa? Como essas mudanças vão afetar o trabalho para oqual estou sendo considerado? Por quais novos resultados esse cargo vai serresponsável? Que qualificações são necessárias para ter um bomdesempenho nesse cargo? Que aspectos do trabalho atual poderiam ter melhordesempenho? Por que o desempenho não melhorou antes? O que você desejaria ver no novo ocupante dessecargo?
  70. 70.  Itinerário Formativo:São os caminhosque o aluno pode percorrer emdeterminada área durante o seu processode formação acadêmica e profissional. Itinerário Profissional: é o conjunto deocupações com identidades bemdefinidas no mercado de trabalho,determinada área profissional.
  71. 71.  Área:Imagem Pessoal Subárea:Vestuário e AcessóriosCostureira Modelista Designer de ModaÁrea:Informática Subárea:Redes e TelecomunicaçõesOperador de Microinformática Técnico em Adm. Seg. Redes Tecnólogoem SistemaeAmbientes
  72. 72.  O que significa o termo Empreendedorismo; Qualidades e características do empreendedor; Porque o ensino do empreendedorismo; Formação e Desenvolvimento da Visão doEmpreendedor; A importância das relações para o empreendedor; Críticas associadas fontes de idéias, oportunidades,fatores de sucesso, etc; Bibliografia básica do módulo.
  73. 73.  Alta taxa de mortalidade das empresas. A regra éfalir; O mundo dos empregos dá lugar a novas formas detrabalho; As empresas precisam de colaboradores que possamidentificar oportunidades e gerenciar os recursos paraviabilizá-los; Cultura: os nossos valores sinalizam a construção degrandes carreiras; Ética e responsabilidade social.
  74. 74. SOCIEDADE DA INFORMAÇÃOSOCIEDADE DA INFORMAÇÃOREVOLUÇÃO INDUSTRIALREVOLUÇÃO INDUSTRIALREVOLUÇÃO DA INFORMAÇÃOREVOLUÇÃO DA INFORMAÇÃOREVOLUÇÃO DO CONHECIMENTOREVOLUÇÃO DO CONHECIMENTOA PRÓXIMA SOCIEDADEA PRÓXIMA SOCIEDADE
  75. 75. Revolução IndustrialRevolução Industrial• A fábrica / Classe trabalhadoraA fábrica / Classe trabalhadora• Surge o “empreendedor”Surge o “empreendedor”• Impacto sobre a famíliaImpacto sobre a família• A ferroviaA ferrovia________________________________ Elevou a produçãoElevou a produção Reduziu custosReduziu custos Criou consumidores e produtos de consumoCriou consumidores e produtos de consumo
  76. 76. A NOVA SOCIEDADEA NOVA SOCIEDADERevolução da InformaçãoRevolução da InformaçãoInteligênciaArtificialComércioEletrônicoSistemasComputacionaisInformaçãoInformação
  77. 77. A NOVA SOCIEDADEA NOVA SOCIEDADEEm termos gerais, assim como a revoluçãoEm termos gerais, assim como a revoluçãoindustrial, a revolução daindustrial, a revolução dainformação apenas transformou processosinformação apenas transformou processosque já existiam.que já existiam.• Rotinização dos processos - economia de tempoRotinização dos processos - economia de tempoe custoe custoExemplo: Diversidade de softwaresExemplo: Diversidade de softwares(reorganização do trabalho, por meio da aplicação doconhecimento e, em especial, de análise sistemática elógica)Revolução da InformaçãoRevolução da InformaçãoXXRevolução IndustrialRevolução Industrial
  78. 78. A NOVA SOCIEDADEA NOVA SOCIEDADERevolução da InformaçãoRevolução da InformaçãoXXRevolução IndustrialRevolução IndustrialLEI DE MOORELEI DE MOOREO preço do elemento básico da revolução daO preço do elemento básico da revolução dainformação, o microchip, cai 50% a cada 18informação, o microchip, cai 50% a cada 18meses.meses.O mesmo ocorreu com produtos cuja fabricaçãoO mesmo ocorreu com produtos cuja fabricaçãofoi mecanizada pela Revolução Industrial –foi mecanizada pela Revolução Industrial –tecido, papel, vidro, couro, armas, etc.tecido, papel, vidro, couro, armas, etc.
  79. 79. A NOVA SOCIEDADEA NOVA SOCIEDADERevolução da InformaçãoRevolução da InformaçãoSÓ EXISTE UMA ECONOMIA E UM MERCADOSÓ EXISTE UMA ECONOMIA E UM MERCADOToda organização precisa se tornar competitiva emtermos globais, mesmo que fabrique e vendasomente para um mercado local ou regional
  80. 80. A NOVA SOCIEDADEA NOVA SOCIEDADEO comércio eletrônico como canal dedistribuição será eclético e surpreendente“É a produção, promoção, venda, e distribuição deprodutos por meio de redes de telecomunicação”.JornaisAutomóveisRevistasOutrosLivros EmpregosRevolução da Informação –Revolução da Informação –Comércio EletrônicoComércio Eletrônico
  81. 81. A NOVA SOCIEDADEA NOVA SOCIEDADETRABALHADOR DOTRABALHADOR DOCONHECIMENTOCONHECIMENTORevolução do ConhecimentoRevolução do ConhecimentoPerguntas-chave:Perguntas-chave:•Quais são as suasQuais são as suasforças e em queforças e em quevocê devevocê devetrabalhar?trabalhar?•O que estaO que estaempresa deveempresa deveesperar de você eesperar de você edentro de quedentro de queprazo?prazo?
  82. 82. A NOVA SOCIEDADEA NOVA SOCIEDADEA ECONOMIA GLOBALA ECONOMIA GLOBALRevolução do ConhecimentoRevolução do ConhecimentoOO conhecimentoconhecimento substituiusubstituiu“a terra, a mão-de-obra e o“a terra, a mão-de-obra e ocapital” dos economistas como principalcapital” dos economistas como principalrecursos econômicorecursos econômicoInúmeras possibilidades...Inúmeras possibilidades... De Multinacionais para TransnacionaisDe Multinacionais para Transnacionais Da corporação para a confederaçãoDa corporação para a confederação
  83. 83. A NOVA SOCIEDADEA NOVA SOCIEDADEAs maiores mudanças estão porvirAs maiores mudanças estão porvire depois da revolução dae depois da revolução dainformação, a característica centralinformação, a característica centraldada Próxima SociedadePróxima Sociedade, serão as, serão asnovas instituições e as novasnovas instituições e as novasteorias, ideologias e problemas.teorias, ideologias e problemas.
  84. 84.  O empreendedorismo é um comportamento e não umtraço da personalidade”, logo, podemos entender queas pessoas podem aprender a agir comoempreendedoras, usando para isto ferramentas parabuscar mudanças, reagir a elas e explorá-las comooportunidades. É uma livre tradução que se faz da palavraentrepreneurship, designando uma área de grandeabrangência e trata de temas relacionados com acriação de empresas
  85. 85.  empreender: [do latin imprendere] 1.Deliberar-sea praticar, propor-se, tentar (empresa laboriosa edifícil). 2.Por em execução empreendimento: 1. Ato de empreender. 2. Efeitode empreender; aquilo que se empreendeu elevou a cabo; empresa; realização; cometimento. empreendedor: 1. Que empreende; ativo;arrojado; cometedor.
  86. 86.  Inovação. "Sempre enfatizei que o empreendedor éo homem que realiza coisas novas e não,necessariamente, aquele que inventa" (1934). Inovação como critério para o empreendedorismo:"Empreendedorismo, como definido, consisteessencialmente em fazer coisas que não sãogeralmente feitas em vias normais da rotina donegócio; é essencialmente um fenômeno que vemsob o aspecto maior da liderança. Mas estarelação entre empreendedorismo e liderança geralé uma relação muito complexa."Schumpeter
  87. 87.  Geração de auto-emprego; Empreendedorismo social; Intra-empreendedorismo; Empreendedorismo público.
  88. 88.  Pessoa que tem uma idéia e cria umaempresa; Funcionário que implanta uma inovação naempresa que trabalha; Pessoa que compra um negócio, introduzinovação e assume os riscos inerentes;
  89. 89.  Iniciativa; Persistência; Especialização; Capacidade de assumir riscos; Consciência do próprio limite; Auto-conhecimento e auto-estima.
  90. 90.  Tem um modelo, uma pessoa que o influencia; Tem iniciativa, autonomia, autoconfiança, otimismo,necessidade de realização; Tem perseverança e tenacidade para vencer obstáculos; Considera o fracasso como um resultado como outroqualquer, pois aprende com os próprios erros; É capaz de se dedicar intensivamente ao trabalho econcentra esforços para alcançar resultados; Sabe fixar metas e alcançá-las; Tem capacidade de descobrir nichos;
  91. 91.  Tem forte intuição, o que importa não é o que se sabe, mas oque se faz; Tem sempre alto comprometimento, crê no que faz. Cria situações para obter feedback sobre seu comportamentoe sabe usá-las para seu aprimoramento. Sabe buscar, utilizar e controlar recursos. É um sonhador realista. Cria um sistema próprio de relação com empregados; É orientado para resultado, para futuro, para longo prazo; Aceita dinheiro como uma das medidas do seu desempenho; Tece redes de relações moderadas;
  92. 92.  Conhece muito bem o ramo que atua; Cultiva a imaginação e aprende a definir visões; Traduz seus pensamentos em ações; É pró-ativo; Cria um método próprio de aprendizagem: aprende a partirdo que faz; Tem alto grau de internalidade, que é a capacidade deinfluenciar as pessoas com as quais lida; Assume os riscos, gosta do risco, mas faz tudo paraminimizá-lo; É inovador e criativo; Tem alta tolerância à ambigüidade e à incerteza.
  93. 93.  Paixão pelo produto; Paranóia: não mostrar a idéia com medo de que ela sejaroubada; Perfeccionismo: idéia não está “pronta”; Não reconhecer a concorrência; Preço baixo como estratégia de entrada no mercado; Impaciência: “30 dias ou arrebenta”; Desejo ou necessidade de obter lucro rapidamente.
  94. 94.  Faça o que lhe dá energia. Divirta-se; Imagine como fazer funcionar algo; Diga “posso fazer” ao invés de “talvez” ou “nãoposso”; Tenacidade e criatividade irão triunfar; Qualquer coisa é possível se você acredita quepode fazê-la;
  95. 95.  Faça coisas de forma diferente; Faça da oportunidade e dos resultados a sua obsessão; Não assuma riscos se você não precisa, mas assuma umrisco calculado se é a oportunidade certa para você; Fazer dinheiro é mais divertido que ganhá-lo; Seja insatisfeito com o jeito que as coisas estão e procuremelhorá-las.
  96. 96. Incompetência Gerencial 45%Expertise desbalanceada 20%Inexperiência gerencial 18%Inexperiência no ramo 9%Negligência nos negócios 3%Fraudes 2%Desastres 1%Causas desconhecidas 2%100%
  97. 97. Empreendedor FuncionáriosInovação + liberdade e espaçopara desenvolverÉ + restritaExposição aos riscos É maior. Dando a carap/ baterÉ mais limitadaRemuneração É irregular. É garantida.Infra-estrutura Tem que fazer umapouco de tudoConta com o suporteda empresaAmbiente de trabalho + informal, estruturamenorHá maiorformalidade ehierarquia
  98. 98. O empreendedor . . . Constrói, propõe Inova Cria Foca no negócio, noresultado Constrói a equipe Identifica oportunidades Faz as coisas certasO gerente . . . Gerencia Administra Mantém Foca no sistema, na forma Controla a equipe Identifica problemas Faz corretamente ascoisas
  99. 99.  Negócios existentes; Franquias; Licença de produtos; Feiras e exposições; Empregos anteriores; Contatos profissionais; Inovação; Imitação; Idéias que darão certo em outros lugares; Consultorias.
  100. 100.  Ficar muito tempo preso a apenas uma idéia; Reprimir a criatividade; Ter medo da inovação e não acompanhá-la; Ser extremamente confiante em relação aoseu projeto. Faz-se necessário pesar os próse os contras; Não utilizar o fluxo de caixa;
  101. 101.  Vislumbrar as diversas possibilidades denegócio sem analisar a real situação domercado; Não ouvir os clientes, e pensar somente emganhar dinheiro; Trabalhar somente o necessário; Desistir na primeira tentativa.Fatores capazes de fazer oempreendedor não ter sucesso
  102. 102.  1- Você é autoconfiante? 2- Até onde você está realmente a fim de fazersacrifícios? 3- Sabe lidar com imprevistos? 4- Você toma decisões com facilidade erapidez? 5- Sabe farejar oportunidades? 6- Você tem energia? 7- Está disposto a liderar pelo exemplo?
  103. 103.  Inventores são propensos à miopia da ratoeira. Elessubestimam a importância do que é necessário parafazer o negócio dar certo; Tremenda sensação de propriedade ligada à invençãoou idéia, e esquecem dos outros aspectos do negócio; O foco é o negócio como um todo, e não uma idéia ouproduto; O produto sempre terá que ser bom, porém, não pode-se desprezar sua comercialização.
  104. 104.  Empreendedores nascem feitos: o empreendedor se fazatravés da acumulação das habilidades, know-how,experiências, contatos, etc; Qualquer um pode começar um negócio: a parte fácil écomeçar, difícil será sobreviver; Empreendedores são jogadores: empreendedores desucesso assumem riscos calculados; Empreendedores são os seus próprios “chefes” ecompletamente independentes: na verdade dependemde uma gama variada de agentes; Empreendedores devem ser novos: não há idade, o queconta é experiência, conhecimento, dedicação erelacionamentos.
  105. 105. PlanejarImaginar e definir um contexto organizacionalVisar um nicho de forma diferenciadaDescobrir uma oportunidadeCompreender um setor de negóciosIdentificar um interesse por um setor de negóciosFonte: Filion, 1991
  106. 106. O que é OPORTUNIDADE?• Para qualificar-se como uma oportunidade é preciso que omercado se convença dos benefícios dos produtos e serviços aserem oferecidos pela empresa;• O mercado determina as possibilidades de uma idéia tornar-seuma oportunidade de investimento;• Transformar uma idéia em oportunidade requer tempo eesforço;• Uma oportunidade deve estar ancorada nas necessidades dosconsumidores e numa situação de mercado favorável;• Alguns modismos representam riscos, pois são oportunidadespassageiras.
  107. 107. A decisão de tornar-se empreendedorFatores que influenciamPessoais:Realização pessoalAssumir riscosExperiênciaInsatisfação com oempregoIdadeVisãoLíderEducaçãoValores pessoaisSociológicos:Rede de contatosInfluência dos paisFamíliaModelos de pessoas de sucessoOrganizacionais:CulturaEstruturaEquipeProdutosAmbiente externo:Oportunidade de negóciosCriatividadeCompetiçãoRecursosInvestidoresIncubadorasPolíticas públicas
  108. 108. RODA DO APRENDIZADOPercepçãoPercepçãoObservaçãoObservaçãoInformaçãoInformaçãoSignificaçãoSignificaçãoConhecimentoConhecimentoExperimentaçãoExperimentaçãoHabilitaçãoHabilitaçãoIncorporaçãoIncorporaçãoRECONHECER O FOCORECONHECER O FOCOE O NEGÓCIO DE ATUAÇÃOE O NEGÓCIO DE ATUAÇÃOCONSTRUÇÃO DE CENÁRIOSCONSTRUÇÃO DE CENÁRIOSÉ PROMISSOR/OPORTUNIDADESÉ PROMISSOR/OPORTUNIDADESCONSISTÊNCIA ESTRATÉGICACONSISTÊNCIA ESTRATÉGICACONFRONTO COM REALIDADECONFRONTO COM REALIDADEO QUE CLIENTES VALORIZA?O QUE CLIENTES VALORIZA?QUEM SÃO CONCORRENTES?QUEM SÃO CONCORRENTES?SERVIÇOS SUBSTITUTOS?SERVIÇOS SUBSTITUTOS?MAIORMAIORCLAREZACLAREZAAMEAÇAS EAMEAÇAS EOPORTUNIDADEOPORTUNIDADESSPOSIÇÃOPOSIÇÃOEMPRESAEMPRESAPLANEJAR OPLANEJAR OMELHOR JEITOMELHOR JEITODE DIFUNDIR ADE DIFUNDIR ATODOS, SEMTODOS, SEMEXCEÇÃOEXCEÇÃOMERCADO OPINARMERCADO OPINARRESPOSTARESPOSTAFAVORÁVEL ÀFAVORÁVEL ÀNOSSA DEFINIÇÃO ENOSSA DEFINIÇÃO EDIFERENCIAISDIFERENCIAISCOMPETITIVOS?COMPETITIVOS?AVALIAR/CORRIGIR OSAVALIAR/CORRIGIR OSRUMOSRUMOSREAVALIAR CONCORRÊNCIAREAVALIAR CONCORRÊNCIAOPORTUNIDADES REVISTASOPORTUNIDADES REVISTASFOCO E DEFINIÇÃOFOCO E DEFINIÇÃOINCORPORADOSINCORPORADOSDIA-A-DIADIA-A-DIACOERÊNCIACOERÊNCIADEFINIÇÃO XDEFINIÇÃO XPRÁTICAPRÁTICA
  109. 109. ANÁLISE MERCADOLÓGICAEscolha doEscolha do FOCOFOCOA quem vou dedicar-me ?A quem vou dedicar-me ?SignificaSignifica nãonão sermais um. Significa sersermais um. Significa ser únicoúnicoDiferencial CompetitivoDiferencial CompetitivoVantagem CriativaVantagem CriativaEscolher um foco de mercado e definir um negócioEscolher um foco de mercado e definir um negóciosignificasignifica dedicação ao clientededicação ao clienteAinda é muito forteAinda é muito forte a paixão pelo produto ou serviçoa paixão pelo produto ou serviçoNos novos tempos,Nos novos tempos, a força da demandaa força da demanda é que fará aé que fará adinâmica do mercadodinâmica do mercado
  110. 110. Fase Definição Ação1 Da motivação à idéiainicialEstratégias paraidentificação de umaoportunidade2 Da idéia inicial ao planode negóciosEstratégias para agarrar aoportunidade3 Do plano de negócios aoinício das operaçõesEstratégias para buscar egerenciar os recursos4 Sobrevivência,consolidação ecrescimentoEstratégias paragerenciar rumo aocrescimentoFonte: Dolabela, 1999
  111. 111.  Aspectos de mercado Aspectos econômicos Vantagem competitiva Equipe dirigente Erros fatais
  112. 112. Aspectos mercadológicoscompetição perfeitaou muitoconcentrada,mercado maduro oudeclinantecompetiçãoimperfeita oumercadoemergenteestrutura de mercado e #de compradores evendedores;diferenciação deprodutos e elasticidadede demandaperecível antes dopay-backdurável além dopay-backvida do produtobaixoaltovalor criado ou agregadomais de 3 anosmenos de 1anoROI para o usuárioinacessíveis, leaisa outrosacessíveis,receptivosclientesNecessidades,Desejos
  113. 113. Aspectos mercadológicosmenos que 5%20% ou mais;líderfatia de mercadoalcançável visão de 5anosmenos de 20%;frágeis40% a 50%mais; duráveismargens brutascontraindo oumenos de 10%crescendo de 30a 50% ou maisfaixa de crescimento domercadodesconhecidoR$ em vendastamanho do mercadoNecessidades,Desejos
  114. 114. Ponto de EquilíbrioLucroPrejuízoPonto de EquilíbrioReceitasCustos Totais012345670 1 2 3 4 5 6 7ProduçãoVendaseCustosCustos FixosLucro LíquidoCustos VariáveisCustos Fixos
  115. 115. Aspectos financeirosmuito alta; nãofinanciávelbaixa à moderada;financiávelnecessidade de capitalmenos de 15% porano25% ou mais poranoROI potencialmais de 3 anosmenos de 2 anostempo para ponto deequilíbrio/fluxo de caixapositivomenos de 5%;frágilde 10 a 15%;durávellucro após impostosNecessidades,Desejos
  116. 116. Diferenciação estratégicabaixoperto do líderpreçoadaptação lenta,teimosaadaptação rápidaflexibilidaderemando contra amaré; conservadorremando contra amaré; inovando“time to market”conceito de produtosconceito de serviçosgerência de serviçostime “B”melhor possívelequipeNecessidades,Desejosdesconhecido;inacessívelacessíveis; redemontadacanais de distribuição
  117. 117.  O Plano de Negócios não é ainda umaferramenta muito difundida no Brasil; Com a abertura da economia para o mundoCom a abertura da economia para o mundoglobalizado verifica-se que isso tem mudadoglobalizado verifica-se que isso tem mudadonos últimos anos;nos últimos anos; O P.N. está se tornando o instrumento deplanejamento das empresas.
  118. 118.  O Plano de Negócios está se tornandoO Plano de Negócios está se tornandouma metodologia altamente difundidauma metodologia altamente difundidae aplicada tanto em empresas quantoe aplicada tanto em empresas quantofora delas.fora delas. Por que? O Plano de Negócios é umalinguagem! É o planejamento de uma empresa!
  119. 119.  Ele mostra todos os detalhes: quem são os empreendedores,quem são os empreendedores,qual é o produto, quais e quantos são os clientes, quem são os concorrentes;quem são os concorrentes;qual é o processo tecnológico de produção e vendas, qual é a estrutura de gerenciamento,qual é a estrutura de gerenciamento,quais são as projeções financeiras para fluxo de caixa,receitas, despesas, custos e lucros.
  120. 120. Por inúmeros motivos, entre os quais alguns sãofundamentais:1) É um instrumento de diminuição de riscos.Ao fazer o Plano de Negócios, o empreendedor estuda aviabilidade de um produto sob todos os aspectos;2) É também uma linguagem de comunicação doempreendedor com ele mesmo.Sim, é um instrumento de reflexão sobre a empresa: vale apena? É o negócio que sonhei?
  121. 121. Em que negócio você está?O quê você (realmente) vende?Qual é o seu mercado alvo?O Plano de Negócios deve focarprincipalmente três questões:
  122. 122.  O P N é um instrumento eficaz na relaçãoO P N é um instrumento eficaz na relaçãoempresa-mercado pois é conjunto de informaçõesempresa-mercado pois é conjunto de informaçõeselaboradas de forma organizada, sobre oelaboradas de forma organizada, sobre oempreendimento nos seus aspectos maisempreendimento nos seus aspectos maisimportantes.importantes. A empresa: sua missão, metas, sócios, gerentes eestratégias; Seus produtos, seus serviços, seus benefícios,mercado e clientes; O patrimônio e a vida financeira realizada eprojetada.
  123. 123.  O Plano de Negócios é uma ferramenta aceita e utilizadaO Plano de Negócios é uma ferramenta aceita e utilizadaem todo o mundo entre as empresas. Ele possui váriasem todo o mundo entre as empresas. Ele possui váriasaplicações estratégicas e operacionais tais como:aplicações estratégicas e operacionais tais como: Alavancar e prospectar novos negócios; Negociar a empresa; Promover alianças; Obter capital de risco; Participar de editais; Comunicar com o público interno; Comunicar com a sociedade em geral, clientes,fornecedores, governo, instituições financeiras.
  124. 124.  Um resumo de como o produto ou serviçoserá vendido, como vai se manter atualizado ecomo serão cumpridos os objetivos daempresa, isto é, como vai ser sua operação. Quem são os seus sócios e a estrutura depropriedade da empresa? Quais os investimentos necessários para aempresa se posicionar no mercado?
  125. 125.  Qual a margem de lucro estimada? Qual o ponto de equilíbrio estimado? Quais as necessidades financeiras e seuscustos? Qual a necessidade de capital de giro? Qual a estimativa de fluxo de caixa, pay-backe taxa interna de retorno?
  126. 126. 1 - Capa2 - Sumário3 - Sumário Executivo4 - Descrição da Empresa5 - Análise Estratégica6 - Produtos e Serviços7 - Mercado e Competidores8 - Marketing e Vendas9 - Plano Financeiro10 - AnexosPlanodeNegócios
  127. 127.  1. Capa A capa, apesar de não parecer, é uma daspartes mais importantes do Plano deNegócios, pois é a primeira coisa que évisualizada por quem lê o seu Plano deNegócios, devendo portanto ser feita demaneira limpa e com as informaçõesnecessárias e pertinentes.
  128. 128.  2. Sumário Executivo O Sumário Executivo é a principal seção do seu Planode Negócios. Através do Sumário Executivo é que oleitor decidirá se continua ou não a ler o seu Plano deNegócios. Deve ainda ser dirigido ao público alvo do seu Plano deNegócios e explicitar qual o objetivo do Plano deNegócios em relação ao leitor. O Sumário Executivo deve ser a última seção a serescrita, pois depende de todas as outras seções doplano para ser feita.
  129. 129.  3. Descrição da Empresa Nesta seção você deve descrever suaempresa, seu histórico,crescimento/faturamento dos últimos anos,sua razão social, impostos, estruturaorganizacional, localização, parcerias,serviços terceirizados etc.
  130. 130.  4. Enunciado do Projeto: aqui você vai explicar,em grandes linhas, sobre o que versa o seu Planode Negócio; Fale um pouco sobre seu produto/serviço, sobre omercado que você pretende atingir e como vocêpretende estruturar a empresa; A idéia é dar uma visão geral e ampla sobre suaproposta, para interessar o leitor a ir em frente eestudar os detalhes.
  131. 131.  Competência do (s) responsável (eis) – agora, é precisoexplicitar bem quem é você (e sua equipe), e qual é acompetência estabelecida para tocar o negócio. Os Produtos/Serviços e a Tecnologia – aqui você vaiapresentar a sua idéia, de maneira sucinta O mercado potencial – trata-se agora de provar ao leitorque sua idéia é realmente uma boa oportunidademercadológica, ou seja, que realmente tem um mercado aser explorado.
  132. 132.  Os Elementos de Diferenciação – o que seuproduto/serviço tem de diferente do dos concorrentes?O que você está oferecendo de novo ao seu mercadopotencial? Como você pretende acessá-lo? Previsão de Vendas os volumes financeiros quepretende atingir na execução do plano, com prazos,etc. Resumo da parte financeira – finalmente, você daráuma idéia geral sobre os volumes financeirosenvolvidos no negócio, mostrando as necessidades definanciamento (se for o caso), o lucro líquido.
  133. 133.  1) A Missão da Empresa 2) Os objetivos da empresa 2.1- Situação planejada desejada 2.2- O Foco da Empresa 3) Estrutura Organizacional e Legal 3.1- Descrição Legal 3.2- Estrutura funcional 3.3- Descrição da Unidade de produção 3.4- Responsabilidades da Equipe Dirigente
  134. 134.  Abril “A Abril está empenhada em contribuir paraa difusão de informação, cultura eentretenimento, para o progresso daeducação, a melhoria da qualidade de vida eo desenvolvimento da livre iniciativa e ofortalecimento das instituiçõesdemocráticas do país”.
  135. 135.  Destacar as atividades de sua empresa, incluindoos mercados que ela serve, as áreas geográficasem que atua e os produtos e serviços queoferece; Enfatizar as atividades que sua empresadesempenha e que a diferenciam de todas asoutras empresas do mercado; Incluir as principais conquistas que você prevêpara os próximos anos, e Transmitir o que você quer dizer de forma clara,concisa e interessante.
  136. 136.  É um quadro claro que define o futuro, tendo o poder demotivar e inspirar. Expressa as aspirações de uma organização, descrevendo umanova e inspiradora realidade em direção a qual a empresa devecaminhar. Visa a busca do crescimento e perpetuação da empresa atravésde um processo de motivação e envolvimento de todos oscolaboradores. Criar uma imagem identificável do futuro, fornecendo umcritério para medição do êxito.
  137. 137. “Ser a primeira ou a segunda em todos os mercados aque atende, atuando com a velocidade e agilidadede uma pequena empresa.” (GE)“Construir um lugar onde as pessoas encontrarãofelicidade, entretenimento, sonhos econhecimento” (Walt Disney)
  138. 138.  1- Plano de Operações Descreva como sua empresa vai operar no dia-a-dia. Como ela será administrada, como venderá seusprodutos, como efetuará seu controle dequalidade, como treinará sua equipe (dirigente efuncional), etc. o leitor deve aqui “ver” suaempresa funcionando e agindo no mercado.
  139. 139.  2.1- O Produto ou Serviço vantagens competitivas. 2.2- A Tecnologia e o Ciclo de Vida. Aapresentação da tecnologia envolvida e do tempo 2.3- Planos de Pesquisa e Desenvolvimento.Como evoluirá tecnologicamente, com empresa e noseu produto/serviço? 2.4- Preço, que deve ser estabelecido, em função dopraticado pelos concorrentes, do interesse dosclientes, dos custos de produção, etc. 2.5- Distribuição, ou seja, como você vai fazerchegar o seu produto ao mercado. 2.6- Promoção e Publicidade, 2.7- Serviços ao Cliente e a sua Pós-venda.
  140. 140.  Quem são seus concorrentes? De que maneira seu produto ou serviço pode sercomparado ao do concorrente? De que maneira ele está organizado? Ele pode tomar decisões mais rápidas do que você? Ele responde rapidamente a mudanças? Ele tem uma equipe gerencial eficiente? A concorrência é líder ou seguidor no mercado? Eles poderão vir a ser os seus concorrentes no futuro?
  141. 141.  O montante de recursos necessários paraque o negócio inicie bem suas atividades ese mantenha nos primeiro tempo;podemos denominar este montante deInvestimentos Iniciais; Como será possível conseguir estemontante.
  142. 142. 144 Projeções semestrais para um períodode 3 anos Investimento inicial Despesas fixas Projeção do fluxo de caixa Resultado financeiro projetado Taxa interna de retorno
  143. 143.  1-As Despesas Pré-operacionais, ou seja, quais sãoos gastos que você terá antes de sua empresa entrar emoperação. Gastos com o registro da empresa; um contador podeajuda-lo com este dado; Gastos com o registro da marca no INPI; uma consultaàquele órgão, ou a um escritório especializado em marcase patentes, pode indicar este valor; Honorários de terceiros, como publicitários(desenvolvimento de marca, etc.), eventuais consultoresespecializados, advogados (para a elaboração do contratosocial da empresa), etc; Gastos com pesquisa de mercado: questionários,telefonemas, viagens (mesmo que com carro próprio), etc;
  144. 144.  Objetivos: são resultados abrangentescom os quais a empresa assume umcompromisso definitivo. Metas: são declarações específicasque se relacionam diretamente a umdeterminado objetivo. Metas devem ser SMARTSMART Diferenças: objetivo relaciona-se compalavras (esboçando o quadro geral) emeta com números(complementando-o com os detalhesespecíficos)!
  145. 145. Natureza do “acordo”,investimentos e retornos• Deve refletir em números toda a estratégia do negócio• Deve mostrar os investimentos necessários e aspossibilidades de retornos• Incluir uma previsão de receitas com horizonte de médioprazo• Mostrar o prazo para o retorno do investimento combase no fluxo de caixa do projeto• Utilizar índices de retorno sobre o investimento paramostrar a viabilidade financeira do negócio
  146. 146.  O Investimento Fixo, ou seja, os gastos com a aquisição daInfra-estrutura básica para a empresa funcionar. O imóvel em que a empresa vai operar, se for necessárioadquiri-lo; Reformas, ampliações e melhoramentos, caso sejamnecessários em um imóvel já existente; Móveis e utensílios diversos, incluindo os de escritório,cozinha e copa, etc.; Linhas telefônicas, centrais de comutação, etc.; Computadores, ligações em rede, equipamentos deescritório, etc.; Máquinas e utensílios
  147. 147.  Aluguel do imóvel se for o caso; Salários e encargos; Pró-labore dos sócios; Honorários de um contador; Gastos com energia elétrica, água, telefone,Internet, etc. Material de expediente, limpeza, etc. Eventuais depreciações de equipamento; Estoque inicial para a produção;
  148. 148.  o Investimento Inicial poderiaser colocado em uma tabela comoa abaixo:  1- Despesas pré-operacionais; 2- Investimento fixo; 3- Capital de giro;
  149. 149.  3.1- Estoque de materiais diversos, incluindocomponentes. 3.2- Custo fixo – aquele que é mensal eindependente da produção, como salários eencargos, honorários, aluguel, água, luz, telefone,Internet, material de limpeza e expediente, etc. 3.3- Reserva de capital para as primeiras vendasa prazo.
  150. 150.  Como conseguir o montante de recursos; A parcela a ser integralizada por cada sócio se for ocaso; A base sólida para especificar quanto você vai ter quegerar de faturamento para cobrir este investimento, emum determinado tempo, com riscos e lucros aceitáveis; O que pode ser cortado, minimizado, ou acrescido,para que o investimento inicial seja realmente o maiscorreto possível.
  151. 151.  1. Receita bruta de vendas 2. (-) Deduções 3. Receita líquida de vendas 4. (-) Custo dos produtos vendidos 5. Margem de contribuição 6. (-) Despesas operacionais 6.1. Despesas administrativas 6.2. Despesas de venda e marketing 6.3. Despesas gerais 6.4. Depreciação acumulada 7. Resultado operacional 8. Receitas financeiras 9. (-) Juros de financiamento 10. Resultado antes do IR 11. (-) Imposto de Renda 12. Lucro Líquido
  152. 152. FUNÇÃO FINANÇASÍndices para medidas de lucratividade:Lucro Líquido , Lucro Líquido , Lucro LíquidoPatrimônio Líquido Vendas Líquidas Capital de Giro LíquidoÍndices para medidas de liquidez (índices de ativo):Realizável a CP , Ativo Imobilizado , EstoquesExigível a CP Patr. Líq. Tangível Capital de Giro LíquidoÍndices para medidas de rotatividade:Vendas Líquidas , Vendas Líquidas , Vendas LíquidasPatrimônio Líquido Estoques Capital de Giro LíquidoPara concretizar esta análise, é necessário estar atento para, entre outros, osseguintes aspectos:- as funções, decisões e ações financeiras; - os relatórios e demonstrativos;- a empresa como um todo - os controles;(considerada como um sistema);- a estrutura da área financeira; - as projeções de lucro;- os orçamentos; - as políticas financeiras; e- os fluxos de caixa
  153. 153.  Atividades de negócio que resultam ementradas e saídas do caixa Fluxo de caixa é a projeção dessas entradase saídas (fluxo financeiro do negócio) Dificuldades algumas entradas e saídas são de difícil projeção dificuldade em quantificar E/S associadas ao riscode um novo negócio
  154. 154. OrganizaçãoTrabalhadoresRecursosNormas daIndústriaConcorrentesFornecedoresCulturaParceirosClientesPolítica Econômica RegulaçãoGovernoAmbiente = Transações, trocas, interação, influênciaA Organização e o AmbienteA Organização e o Ambiente
  155. 155.  Planejamento Ação Controle
  156. 156.  A eficiência significa executar as atividadescorretamente ; A eficácia significa fazer as atividadescorretas.
  157. 157.  A organização das políticas sócias e a novaesfera publica ; Como definir a coisa publica/ Como definir gestão? O que é política social ?
  158. 158. CONTATOS:E-MAIL:duardopontes119@gmail.comMSN:adm.eduardopontes@hotmail.comOrkut:Eduardo Pontes AdministradorBlog:http://eduardopontes.blogspot.com/Adm.:Eduardo Pontes

×