Plano de contingência manifestação modelo s

828 visualizações

Publicada em

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
828
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
5
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
17
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Plano de contingência manifestação modelo s

  1. 1. NOTA DE ESCLARECIMENTO Francisco Leonardo dos Santos Cavalcante1 . avorray@gmail.com Nada que crio verdadeiramente me pertence, porque não faz sentido a produção do conhecimento sem o seu efetivo compartilhamento. (FLSC) O Plano de Contingência a seguir, foi elaborado originalmente para a aplicação em órgãos/instituições públicas, todavia, nada impede de ser adaptado a qualquer outro tipo de organização ou empresa. É importante frisar que não se trata de um trabalho pronto e acabado, senão de um plano que deve estar em constante processo de elaboração. Assim, fica autorizada a sua cópia e apropriação para a adaptação que se fizer necessária, não esquecendo, no entanto, de citar o autor nas referências. Boa Sorte! 1 O autor é Graduado em Pedagogia pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE); especialista em Fundamentos da Educação pela mesma Universidade e especialista em Gestão da Segurança da Informação e Comunicações pela Universidade de Brasília (UnB). Exerce a função de Chefe de Segurança há mais de 4 anos na Administração Pública.
  2. 2. SUBORDINAÇÃO NOME DO SETOR PLANO DE CONTINGÊNCIA MANIFESTAÇÃO Local e Data Logotipo do órgão/instituição (Opcional)
  3. 3. CAPA (Opcional)
  4. 4. 1 INTRODUÇÃO 1.1 DOCUMENTO DE APROVAÇÃO O Plano de Contingência para os casos de manifestações direcionadas à (ao) (colocar o nome do órgão/instituição) estabelece os procedimentos a serem adotados pela(o) (colocar o nome do setor) e demais setores envolvidos, em resposta a tentativa de acesso forçado às dependências do(a) (colocar o nome do órgão/instituição). O presente plano foi elaborado pela(o) (colocar o nome do setor) e aprovado pela(o) Gerência de (colocar o nome do setor) com vistas a respaldar o desempenho do pessoal nas atividades necessárias à primeira resposta, bem como nas responsabilidades contidas neste Plano. 2 FINALIDADE A finalidade deste Plano de Contingência é estabelecer os procedimentos a serem adotados pela(o) (colocar o nome do setor) e pelos demais setores envolvidos, quando da tentativa de acesso forçado às dependências do(a) (colocar o nome do órgão/instituição), por parte de manifestantes e/ou grupos adversos, em caráter temporário, até que seja assegurado restabelecimento da normalidade pelos órgãos de segurança pública. 3 SITUAÇÃO E PRESSUPOSTOS O Plano foi desenvolvido a partir da análise de risco para a continuidade da rotina diária do órgão e levou em consideração os Fatores Críticos de Sucesso (FCS), caso se confirmem as hipóteses nos cenários modelados. 3.1 SITUAÇÃO Em que pese não haver fontes históricas dando conta de tentativas de acesso forçado e/ou ocupação das dependências do (colocar o nome do órgão/setor) por integrantes de manifestações com teor reivindicatório, o que, preliminarmente, pode contribuir para o aumento e a natureza do grau de incerteza de tais ações, não se pode inferir por isso, tratar-se de risco desprezível; ao contrário, convém à Administração cuidar de maneira proativa para a mitigação desses eventos caso venham a ocorrer. Neste sentido é razoável existir um Plano de Contingência pronto para ser desencadeado quando a necessidade assim o exigir.
  5. 5. (Continuação do Plano de Contingência Nº- SETOR/2015....................................................fl.02) 3.2 CONTEXTO 3.2.1 INTERNO Neste aspecto, cabe considerar os seguintes pontos: Capacidade do(a) (colocar o nome do órgão/instituição) em termos de recursos e conhecimentos para fazer frente às primeiras ações desencadeadas visando mitigar os impactos de tentativas intempestivas por parte de manifestantes. - Recursos: a) Humanos – Atualmente o(a) (colocar o nome do órgão/instituição) conta com um serviço de segurança (discriminar se é orgânica ou terceirizada), apoiado por (caso tenha algum apoio interno/externo) num total de: - Durante o expediente Bloco XXXX: (se houver mais de um prédio) (Discriminar o efetivo), por exemplo: - Coordenador de Segurança – XXXX; - Chefe de Segurança – XXXXX; - Agentes de Segurança – XXXX; Total...........................XXXXX. Anexo ao XXXXX: - Agente de Segurança – XXXXX; - Auxiliar – XXXXX. Total..............................XXXXX. - Fora do Expediente Bloco XXXX: - XXXXX – - XXXXX – - XXXXX – Total............................ Anexo ao XXXXX: - XXXX –; - XXXXX – ; Total..............................XXXXXX.
  6. 6. (Continuação do Plano de Contingência Nº- SETOR/2015....................................................fl.03) b) Materiais – A segurança orgânica da(o) (colocar o nome do órgão/instituição) não dispõe de recursos materiais próprios – não letais ou menos letais – ao retardamento de ações adversas (p.e. Spray de pimenta, Tonfa, Taser, etc.) até que cheguem as Forças de Intervenção Públicas (PM e PF). Consequentemente, em caso de manifestação e tentativa de ocupação forçada, convém que a situação seja conduzida de maneira controlada – Comando e Controle – por aqueles que estiverem envolvidos no retardamento da ocupação, posto que, a segurança (discriminar se é orgânica ou terceirizada) é dotada de armamento letal (discriminar o armamento, p.e. Pistola, Revolver, Carabina, etc), e qualquer atitude individualmente tomada sem a devida precaução poderá causar danos irreversíveis a pessoas, patrimônio e imagem da Instituição. 3.2.1 EXTERNO No que diz respeito ao fator externo deve-se levar em consideração, intervenientes políticos, econômicos e financeiros como sendo motivacionais a ações de manifestantes. 3.2.2 CENÁRIOS DE RISCO No contexto da Análise Preliminar de Risco (APR), figuram dois cenários possíveis, conforme descritos abaixo: Cenário I - (“melhor” cenário) Manifestação Pacífica em frente ao (colocar o nome do local) Nome do risco: Manifestação Pacífica em frente ao (colocar o nome do setor específico, p.e. Bloco XXXXX). Local: Esplanada Descrição: Representantes de Associações/movimentos XXXXX. Resumo histórico: Nos últimos quatro anos, pelo menos uma vez ao ano, o (a) (colocar o nome do órgão/instituição) tem recebido manifestantes pacíficos, notadamente, integrantes de Associações/movimentos (colocar o nome), cujo modus operandi é restrito apenas a chamar atenção dos (as) (funcionários, servidores e autoridades, etc) do(a) (colocar o nome do órgão/instituição) visando sensibilizá-los às causas pelas quais estejam “lutando”. Para tanto, comumente, usam como instrumentos: cornetas, buzinas, megafones, etc,. Normalmente, por tratar- se de pessoal (discriminar se for o caso), em sua grande maioria apresentam idade (colocar se for o caso) anos e não passam de (colocar a estimativa) integrantes no total, não portando qualquer instrumento contundente que possa ferir ou causar danos pessoais e/ou materiais a outrem.
  7. 7. (Continuação do Plano de Contingência Nº- SETOR/2015....................................................fl.04) Seus líderes são bem conhecidos e, quase sempre, desejam apenas serem recebidos pelo (a) (colocar a Autoridade) para fins de apresentação de pauta reivindicatória, mas na impossibilidade dessa autoridade não os receber, contentam-se em negociar com autoridades do escalão intermediário, sem maiores problemas. Fatores contribuintes: Via de regra, são aqueles ligados a causas (discriminar se for o caso), porém, não se deve descartar que outras causas diferentes das mais comuns, somem-se àquelas (p.e. salariais, plano de carreira, perda de direitos, etc.) Evolução e possibilidade de monitoramento e alerta: A evolução, o monitoramento e o alerta, normalmente, dão-se por intermédio de redes sociais e email trocados entre os manifestantes. Resultados estimados: Após serem recebidos para negociação, não permanecem no local. Componentes críticos: Não recebimento das lideranças por alguma autoridade; participação de lideranças políticas; Presença do(a) (colocar o cargo da Autoridade) no prédio, ou sua chegada ou sua saída pela Portaria (discriminar se houver, p.e. “X”); Envolvimento de pessoas idosas, crianças, portadores de necessidades especiais. Cenário II Manifestação violenta e Ocupação do Bloco/Prédio XXXX (“pior” cenário) Nome do risco: Manifestação violenta e Ocupação do Bloco/Prédio XXXX. Local: Esplanada Descrição: Representantes de Associações/Movimentos ligados a causas (discriminar se for o caso). Resumo histórico: Embora não haja qualquer registro histórico de manifestação violenta com ou sem ocupação do prédio nos anais do(a) (colocar o nome do órgão/instituição), não se pode descurar de tal possibilidade que, sem dúvida alguma é considerado o “pior” cenário para a Administração, dado o ineditismo da ação, a mobilização da mídia, a adição do viés político preponderante e o consequente impacto sobre a imagem do(a) (colocar o nome do órgão/instituição). Assim mesmo, a expertise colhida de outros (citar o nome de outros órgãos/instituições) que sofrem constantes ocupações na (discriminar o local) demonstra que, nesses casos, o modus operandi contempla ações mais elaboradas por parte dos manifestantes, com utilização do fator surpresa e instrumentos intimidadores que podem causar danos a pessoas e ao
  8. 8. (Continuação do Plano de Contingência Nº- SETOR/2015..............................................fl.05) patrimônio (p.e. paus, pedras, facões, pedaços de ferro, etc) fora do expediente e, sobretudo, durante a madrugada, momento em que a segurança, em tese, estará mais vulnerável. Fatores contribuintes: ligados a causas (discriminar as causas) e/ou ligados a eventos esporádicos, respectivamente – perdas salariais, plano de carreira, perda de direitos; críticas a operações de crédito; questões econômicas e de Direitos Humanos – potencializados pelo viés político. Evolução e possibilidade de monitoramento e alerta: Devido ao fator surpresa a ser empreendido na ação torna-se mais difícil o seu monitoramento e o alerta antecipado. Resultados estimados: possibilidade de agressões físicas, danos ao patrimônio, turbação e configuração de esbulho. Componentes críticos: Ausência de barreiras de contensão nas diversas portas de vidro; demora do apoio das Forças de Intervenção (PM, PF); falta de equipamento não letal ou menos letal necessário ao retardamento da ação; existência de várias vias de acesso vulneráveis (p.e. garagem, portas de vidro lado Leste e Oeste do prédio); participação de crianças, idosos e Portadores de Necessidades Especiais; participação de lideranças políticas; pequena Força de Reação no Ministério fora do expediente; representantes de grupos classificados como minorias, etc;. 3.3 PRESSUPOSTOS DO PLANEJAMENTO Os pressupostos que ensejaram o presente planejamento foram baseados nos contextos dos cenários acima elencados, de modo a garantir, minimamente, a prevenção e a obstrução das ações adversas até o retorno à normalidade ou à chegada das Forças de Intervenção, conforme o caso. 4 OPERACIONALIZAÇÃO O desencadeamento deste Plano dar-se-á mediante à necessidade de resposta aos cenários estabelecidos, de acordo com o seguinte faseamento: i) Monitoramento e alerta; ii) Mobilização; iii) Desmobilização.
  9. 9. (Continuação do Plano de Contingência Nº- SETOR/2015....................................................fl.06) Cenário I Na fase de monitoramento e alerta, o pessoal da segurança deverá ficar atento a possíveis e-mails, notas de convocação em redes sociais, informativos na imprensa, dentre outros. O objetivo nesta fase é subsidiar as autoridades decisoras quanto à oportunidade para o desencadeamento do Plano; Na fase da Mobilização, caberá ao pessoal da segurança o desencadeamento do Plano, conforme o Anexo “A”; A desmobilização será feita à medida que a situação normalizar. Cenário II Considerando que neste cenário o fator surpresa é preponderante para o êxito da ação, a informação não se dá a conhecer facilmente, demandando um esforço a mais do pessoal especializado para a sua obtenção. Desta maneira, o pessoal da segurança deverá orientar o pessoal de serviço no período noturno, por ocasião do “Briefing” vespertino (se houver algum Briefing na Instituição antes do término do expediente), sobre a necessidade de permanecer atento a qualquer indício de alteração no perímetro do prédio, notadamente, no período noturno ou no Início do Crepúsculo Matutino Náutico (ICMN) – compreendido entre as 05h20min e as 06h00min – da hora local. Dada a incerteza da ação, infere-se que o monitoramento fica bastante prejudicado. A dificuldade gerada pelo não monitoramento cria impacto indesejável para a fase de Mobilização, obrigando a duas linhas de ação, a saber: na tentativa de ocupação forçada com violência e na ocupação propriamente dita (esbulho ou turbação). Nessas condições, o pessoal da segurança diurna e do serviço noturno , conforme o caso, deverá agir segundo o Anexo “B” a este Plano. A desmobilização será feita à medida que a situação normalizar. 4.1 CRITÉRIOS E AUTORIDADE 4.1.1 Ativação O Plano de Contingência será ativado sempre que forem constatadas as condições e pressupostos que caracterizem um dos cenários de risco previstos, seja pela evolução das informações monitoradas ou pela ocorrência propriamente dita do evento.
  10. 10. (Continuação do Plano de Contingência Nº- SETOR/2015....................................................fl.07) 4.1.2 Autoridade O acionamento do Plano dependerá da decisão das seguintes autoridades: XXXX (LISTAR); e XXXX (LISTAR). 4.1.3 Procedimento Recebendo autorização para ativar o Plano de Contingência as seguintes medidas serão desencadeadas pelo Coordenador de Segurança ou o Chefe da Segurança, na ausência daquele, dentro do horário de expediente ou pelo XXXX (discriminar o responsável, se for o caso), fora deste, obedecendo aos anexos, conforme o caso. 4.1.4 Desmobilização 4.1.4.1 Critério O Plano de Contingência será desmobilizado sempre que for constatado o retorno à condição normal. 4.1.4.2 Autoridade O Plano de Contingência poderá ser desmobilizado pelas seguintes autoridades: XXXX (LISTAR); e XXXX (LISTAR). 5. PARTICIPANTES Os elencados nos Anexos “A” e “B”. ______________,_____ de _____ de 2015. (COLOCAR O NOME DO RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO DO PLANO) Chefe da Segurança
  11. 11. (Continuação do Plano de Contingência Nº- SETOR/2015....................................................fl.08) De Acordo: (COLOCAR O NOME DO RESPONSÁVEL) Coordenador de Segurança Aprovo: (COLOCAR O NOME DO RESPONSÁVEL) Gerente
  12. 12. ANEXO “A” PLANO DE CONTINGÊNCIA EM CASO DE MANIFESTAÇÃO I - SITUAÇÃO GERAL Considerando a modelagem do Cenário I, “melhor” cenário, contida no Plano de Contingência, em que o modus operandi dos manifestantes apresenta baixo potencial de ameaça para o serviço de segurança do (colocar o nome do órgão/instituição), serão adotadas as medidas descritas neste anexo. II - FINALIDADE O presente documento tem por finalidade estabelecer orientações gerais ao público interno em caso de manifestações – não violentas – direcionadas ao (colocar o nome do órgão/instituição), bem como definir as regras para o emprego da Força de Reação do(a) (colocar o nome da empresa contratada, se for o caso). III - PROCEDIMENTOS Para efeito de cumprimento deste Plano, os procedimentos a serem adotados são os descritos a seguir: I – Manifestação não violenta no perímetro de segurança do(a) (colocar o nome do setor/local): - Detectada a presença de grupos de manifestantes, a Coordenação de Segurança, durante o horário de expediente, deverá adotar os seguintes procedimentos: O QUE QUEM QUANDO Durante o Expediente Determinar que a Força de Reação (se existir no órgão/instituição) reforce a portaria XX, XXX e o Portão XXXX, portando cassetetes. Coordenador de Segurança Na aproximação dos manifestantes no perímetro de segurança do prédio, compreendido entre (discriminar a área, se for o caso). Informar e solicitar a presença da Polícia Militar pelo telefone (XX) (XXXX-XXXX), caso a mesma não esteja acompanhando a manifestação. Chefe da Segurança Mediante ordem do Coordenador de Segurança.
  13. 13. (Continuação do Anexo “A” ao Plano de Contingência em caso de Manifestação..................fl.02) Acionar o reforço da Força de Reação, concentrando no ponto inicial (discriminar ponto de concentração), caso a manifestação possua mais de 15 (quinze) participantes. Chefe da Segurança Na aproximação dos manifestantes ao prédio. Identificar e estabelecer contato com a liderança dos manifestantes levantando a pauta de reivindicação. Coordenador de Segurança Na aproximação dos manifestantes ao prédio. Estabelecer contato com a Coordenação de Segurança Pessoal da maior autoridade (se houver no órgão/instituição), a fim de estabelecer condutas de entrada e saída daquela autoridade. Chefe da Segurança Após tomar conhecimento da pauta de reivindicação. Dar ciência ao (discriminar a autoridade que decidirá pelo desencadeamento do Plano) da situação. Coordenador de Segurança Após obter informações mínimas da situação. Transmitir as orientações iniciais ao Comandante da Força de Reação, informando o efetivo aproximado, localização, material de posse dos manifestantes, motivação da manifestação e nível de agressividade dos participantes. Supervisor de Serviço Após pronto da concentração no ponto inicial. Solicitar a presença de representante da assessoria de comunicações (se for o caso do órgão/instituição). Coordenador de Segurança Sempre que julgar necessário. Realizar registro fotográfico e de áudio e vídeo da manifestação e das ações de contenção e de segurança. Representantes da assessoria de comunicações (além do registro proporcionado pela segurança eletrônica (CFTV) Sempre que acionado pelo Coordenador de Segurança. Fazer o acompanhamento dos representantes da manifestação. Representante da assessoria de comunicações, acompanhado do coordenador de segurança ou chefe da segurança e, caso necessário, de outros agentes de segurança ou membros da guarda. Quando recebidos por autoridades do órgão/instituição.
  14. 14. (Continuação do Anexo “A” ao Plano de Contingência em caso de Manifestação..................fl.03) Elaborar relatório de Análise Pós Ação (APA) e encaminhar à GEPOS. Coordenador de Segurança Ao término da manifestação. II – Durante todo o tempo, o Comando e o Controle das ações no interior do prédio estará sob a responsabilidade do Coordenador de Segurança e, na parte externa, das Forças de Segurança Pública. _____________, _____ de ______ de 2015. (COLOCAR O NOME DO RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO DO PLANO) Chefe da Segurança De Acordo: (COLOCAR O NOME DO RESPONSÁVEL) Coordenador de Segurança Aprovo: (COLOCAR O NOME DO RESPONSÁVEL) Gerente
  15. 15. ANEXO “B” PLANO DE CONTINGÊNCIA EM CASO DE MANIFESTAÇÃO I - SITUAÇÃO GERAL Considerando a modelagem do Cenário II, “pior” cenário, contida no Plano de Contingência, em que o modus operandi dos manifestantes apresenta médio ou alto potencial de ameaça para o serviço de segurança do(a) (colocar o nome do órgão/instituição), serão adotadas as medidas descritas neste anexo. II - FINALIDADE O presente documento tem por finalidade estabelecer orientações gerais ao público interno em caso de manifestações – violentas – visando à tentativa de entrada forçada e à ocupação do(a) (colocar o nome do órgão/setor), bem como definir as regras para o emprego da Força de Reação (caso exista). III - PROCEDIMENTOS Para efeito de cumprimento deste Plano, os procedimentos a serem adotados são os descritos a seguir: I – Manifestação violenta – caracterizada por agressão verbal e/ou agressão física – no perímetro de segurança do(a) (discriminar o setor), com tentativa de entrada forçada; II – Manifestação violenta com depredação do Patrimônio Público – caracterizada por quebra de vidro, arrombamento de porta, danos a materiais, etc. – e ocupação do(a) (discriminar o setor) (esbulho e turbação). a) Durante o expediente: A Coordenação de Segurança deverá adotar os seguintes procedimentos: O QUE QUEM QUANDO Empregar o contingente da Força de Reação (caso exista), preferencialmente no isolamento e contenção dos manifestantes, impedindo que ocorra a invasão das instalações do prédio, se possível, até à chegada da Força de Intervenção. Chefe da Segurança Mediante Ordem ou quando ficar caracterizada tentativa de entrada forçada no prédio, agressão verbal ou física a pessoas no interior de suas instalações.
  16. 16. (Continuação do Anexo “B” ao Plano de Contingência em caso de Manifestação..................fl.02) Informar e solicitar a presença da Polícia Militar pelo telefone (XX) XXXX-XXXX, caso a mesma não esteja acompanhando a manifestação. Coordenador de Segurança Confirmada a ação de tentativa de entrada forçada no prédio. Informar ao Coordenador de Segurança Pessoal (da maior autoridade, se houver). Coordenador de Segurança Confirmada a ação de tentativa de entrada forçada no prédio. Dar ciência à autoridade responsável por deliberar pelo desencadeamento do Plano, da situação. Coordenador de Segurança Após obter informações mínimas da situação. Ordenar o retraimento do pessoal dos Postos de serviço externo (se houver) para o interior do prédio. Supervisor de Serviço Mediante ordem do Coordenador de Segurança Ordenar o fechamento de todas as vias de acesso ao interior do prédio e aos andares (se houver). Coordenador de Segurança Sendo a ocupação do prédio efetivada pelos manifestantes. Fechar as Portas Pantográficas existentes no térreo (se houver). Brigadistas de Serviço Mediante ordem do Coordenador de Segurança ou do Chefe da Segurança, na iminência da invasão. Solicitar às Gerências de Agências bancárias o fechamento das Portas (caso exista no interior do prédio). Supervisor de Serviço Mediante ordem do Coordenador de Segurança. Solicitar o fechamento da Porta de vidro do Protocolo-Geral (caso exista). Supervisor de Serviço Mediante ordem do Coordenador de Segurança. Realizar a manobra dos elevadores (nenhum elevador poderá permanecer no térreo). Brigadista de Serviço Mediante ordem do Coordenador de Segurança.
  17. 17. (Continuação do Anexo “B” ao Plano de Contingência em caso de Manifestação..................fl.03) Realizar a manobra do elevador exclusivo para autoridades (caso exista). Ascensorista Mediante ordem do Coordenador de Segurança e orientação do Brigadista de Serviço. Providenciar para que a ambulância com motorista e médico esteja em condições de evacuar feridos. Coordenação de Transporte Mediante ordem do(a) (discriminar a autoridade responsável). Informar e solicitar a presença da Polícia Federal pelo telefone (XX) XXXX- XXXX/XXXXX. (discriminar a autoridade responsável) Houver ocupação, depredação do patrimônio Público, agressão ou ameaça de agressão a servidores e instalações. Providenciar pedido de reintegração de posse em caso de esbulho. Setor Jurídico do órgão/instituição Persistindo a ocupação. Determinar a evacuação do prédio pelas saídas de emergência (se existir), caso haja segurança para o componentes do órgão/instituição. Coordenador ou Chefe da Segurança Mediante ordem do(a) (discriminar a autoridade reponsável). Providenciar colocação de tapumes de madeira em vidraças quebradas Discriminar o setor responsável Por solicitação do(a) (discriminar a autoridade responsável) Providenciar a limpeza das áreas ocupadas, após a desocupação (caso necessário). Discriminar o setor responsável Após a normalização da situação. Preparar Relatório de Análise Pós-Ação (APA) e remeter à (ao) (discriminar autoridade ou setor ). Coordenador de Segurança Após a normalização da situação.
  18. 18. (Continuação do Anexo “B” ao Plano de Contingência em caso de Manifestação..................fl.04) b) Fora do expediente: A condução da situação fora do horário de expediente requer maiores cuidados. Deste modo, faz-se necessário enfatizar no “Briefing” vespertino (caso exista no órgão/instituição), particularmente, àqueles que irão compor a escala de serviço noturno, que o êxito da reação dependerá do comprometimento de cada um e do esforço do conjunto. Dentro deste contexto, os vigilantes de serviço (caso o órgão/instituição possua) deverão adotar os seguintes procedimentos: O QUE QUEM QUANDO Ordenar o retraimento dos ocupantes dos Postos de Serviço externo (caso existam), para o interior do prédio. Supervisor de Plantão (caso exista) Mediante comunicado do primeiro vigilante no Posto de Serviço externo que avistar grupo de manifestantes no perímetro externo. Acionar a Força de Reação (caso exista) e empregá-la, preferencialmente, no isolamento e contenção dos manifestantes, impedindo que ocorra a invasão das instalações do prédio, se possível, até à chegada da Força de Intervenção. Supervisor de Plantão (caso exista) Após ser informado e analisar a situação. Informar e solicitar a presença da Polícia Militar pelo telefone (XX) XXXX-XXXX, caso a mesma não esteja acompanhando a manifestação. Supervisor de Plantão (caso exista) Confirmada a ação de tentativa de entrada forçada no prédio. Informar ao Coordenador de Segurança pelos telefones (XX) XXXX-XXXX/XXXX-XXXX e ao Chefe da Segurança (XX) XXXX-XXXX. Supervisor de Plantão (caso exista) Confirmada a ação de tentativa de entrada forçada no prédio. Dar ciência à (ao) (discriminar a autoridade) da situação. Coordenador de Segurança Após obter informações mínimas da situação por intermédio do Supervisor de Plantão.
  19. 19. (Continuação do Anexo “B” ao Plano de Contingência em caso de Manifestação..................fl.05) Informar ao Coordenador de Segurança Pessoal da maior autoridade (se houver). Coordenador de Segurança Após obter informações mínimas da situação por intermédio do Fiscal de Dia. Realizar a manobra dos elevadores (nenhum elevador poderá permanecer no térreo). Discriminar o responsável pela manobra Na iminência de ocupação do prédio. Realizar a manobra do elevador exclusivo (se houver). Discriminar o responsável pela manobra Na iminência de ocupação do prédio. OBS: Após a chegada do Coordenador de Segurança ou do Chefe da Segurança, a sequência das ações ficará ao encargo destes. ____________, ____ de _________ de 2015. (COLOCAR O NOME DO RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO DO PLANO) Chefe da Segurança De Acordo: (COLOCAR O NOME DO RESPONSÁVEL) Coordenador de Segurança Aprovo: (COLOCAR O NOME DO RESPONSÁVEL) Gerente

×