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Com isso, a integração entretelecomunicações, computadores,celulares, mídias impressas como o jornal, estão relacionadas e...
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POSSIBILIDADES INERENTES À   CONVERGÊNCIA DAS MÍDIASAlmeida e Moran (2005), adota a interação como a baseda aprendizagem e...
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Mobilidade e ubiqüidade  Uma das características dos dispositivos móveis consiste em permitir acesso remoto,  em qualquer ...
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Currículo e convergência Para Paulo Freire, o desenvolvimento docurrículo está vinculado às práticas sociais,políticas e e...
Currículo e convergência“as suas histórias como reflexão” (FREIRE, 1992, p.                       240)  Com isso, o profes...
CURRÍCULOS No contexto de Paulo Freire, o uso de grades   curriculares inviabiliza a recriação do saber      escolar, pois...
Convergência nos significados do              CURRÍCULOUm dos maiores desafios para a   efetiva convergência entre tecnolo...
Tecnologias: meio e mudança na           educação• potencializa que o foco da escola não seja transmitirinformações, mas o...
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O foco na prática pedagógica   utilizando convergência midiáticasAutoria: criação de slides, livros, blogs, contribuições ...
O foco na prática pedagógica  utilizando convergência midiáticas          Colaboração on-line: coautoria;Formação de redes...
REFERÊNCIASALMEIDA, M. E. B. Tecnologias na Educação: dos caminhos trilhados aos atuais desafiosBOLEMA – Boletim de Educaç...
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Tríplice convergência digital, mídias, tecnologia

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Slide, sobre a convergência midiática frente as novas tecnologias.

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Tríplice convergência digital, mídias, tecnologia

  1. 1. Fundação Universidade Federal de Rondônia -UNIR Núcleo de Ciência e Tecnologia Departamento de Física TRÍPLICE CONVERGÊNCIADIGITAL, MÍDIAS, TECNOLOGIA E SUAS IMPLICAÇÕES NA EDUCAÇÃO. Sirlene de Brito Sena Cursista
  2. 2. CONVERGÊNCIA DE MÍDIASConforme Pellanda, 2003, p.3): “convergência de mídias se dáquando em um mesmo ambienteestão presentes elementos dalinguagem de duas ou mais mídiasinterligados pelo conteúdo”.
  3. 3. Com isso, a integração entretelecomunicações, computadores,celulares, mídias impressas como o jornal, estão relacionadas em umúnico elemento, dando o nome de convergência tecnológica.
  4. 4. Com a velocidade da informação, houve anecessidade de digitalizar conteúdos, mudando ofoco, ou seja, deixou-se de priorizar apenas umamídia passando a uma linguagem midiática,convergindo entre elas. Assim, a indústria teve quesuprir a demanda tecnológica, lançandoequipamentos digitais com serviços acoplados.
  5. 5. POSSIBILIDADES INERENTES À CONVERGÊNCIA DAS MÍDIASAlmeida e Moran (2005), adota a interação como a baseda aprendizagem e acentua que aprender é construirconhecimento e na interação com o mundo o aprendizcoloca-se diante de situações que devem ser resolvidase, para tanto, interage com o computador para buscarinformações, interpretá-las, representá-las e construirconhecimento, criando o ciclo da aprendizagem que elepassou a denominar, posteriormente, de espiral daaprendizagem, uma vez que na retroação o aprendiz jáse encontra em um novo patamar de conhecimento enão volta ao mesmo ponto anterior.
  6. 6. CONVERGÊNCIA DE MÍDIAS INTEGRAIMPRESSO COMUNICAÇÃO TV/VÍDEO INTERNET INFORMÁTICADEMANDA PELA GERAÇÃO DIGITAL ONDE: As tecnologias convergem para criar novas tecnologias e novos produtos; os conceitos convergem para dar forma a conceitos completamente novos; as pessoas convergem para novas comunidades locais, globais, e virtuais (BASSO, 2003).
  7. 7. INTERATIVIDADE DAS MÍDIAS INTERNET: Com a convergência de mídias houve mais facilidade de comunicação através de email, blogs, acessado diretamente do celular. NA EDUCAÇÃOO blog é usado como recurso pedagógico, hospedando links, criaçãode fórum de discussão, comunidades virtuais, além de disponibilizar materiais de várias mídias. Nesta mídia (blog) há os dois graus de interatividade, a reativa (limitada) e a mútua (participação ativa) email para programas de TV ou rádio.
  8. 8. “No mundo das redes, a liberdadeao invés de aumentar simplesmente a competição, está consolidando a colaboração e a solidariedade.” (SILVEIRA, 2006, p. 5)
  9. 9. Mobilidade e ubiqüidadeFonte: http://www.anchieta.br/unianchieta/revistas/ubiquidade/Site/ubiquidade/html/Ubiq-N01-V01.html O indivíduo móvel é um nômade, que se move de um lugar para outro sem perder contato com o coletivo da “aldeia” eletrônica. Desde que estejam em sua rede de recepção, eles ainda estão (presumivelmente) disponíveis. (Lichty, 2006)
  10. 10. Mobilidade e ubiqüidade Uma das características dos dispositivos móveis consiste em permitir acesso remoto, em qualquer lugar, independente do seudeslocamento, tudo a partir de um celular, ou notebook com tecnologia 3g sem depender de fios.
  11. 11. MOBILIDADE no cenário pedagógico• Melhora os recursos para o aprendizado, que poderá contar com umdispositivo para execução de tarefas, anotação de idéias, consulta deinformações via internet, registros digitais e outras funcionalidades;• Acesso aos conteúdos em qualquer lugar e a qualquer momento;• Maximiza as possibilidades de acesso a conteúdos;• Através de novas tecnologias há suporte tanto à aprendizagemformal como à informal;• Fornecer meios para o desenvolvimento de métodos inovadores deensino, utilizando os recursos de computação e de mobilidade(MARÇAL et al., 2005, p. 3).
  12. 12. Currículo e convergência Para Paulo Freire, o desenvolvimento docurrículo está vinculado às práticas sociais,políticas e econômicas, à cultura, à históriadas escolas e das cidades e, principalmente, à vida de professores e alunos, que aprendem juntos, compartilhando problemas e conhecimentos em busca de soluções.
  13. 13. Currículo e convergência“as suas histórias como reflexão” (FREIRE, 1992, p. 240) Com isso, o professor parte do conhecimento empírico para entender o que os alunos sabem, cria situações problemas, despertando a curiosidade, para torná-los sujeito ativo natransformação de seu contexto e na melhoria das condições de vida.
  14. 14. CURRÍCULOS No contexto de Paulo Freire, o uso de grades curriculares inviabiliza a recriação do saber escolar, pois está fadado a horários edisciplinas isoladas. A nossa pedagogia ressaltaa interdisciplinaridade, a diversidade de mídias, assim os significados do currículo são construídos e situados em cada tempo histórico e social, o que lhe permite resignificar-se dinamicamente.
  15. 15. Convergência nos significados do CURRÍCULOUm dos maiores desafios para a efetiva convergência entre tecnologias, mídias e currículo é compreender que o alicerce conceitual dessa integração se funda na aprendizagem ativa,em uma ótica de transformação da escola e da sala de aula em um espaço de experiência,formação de cidadãos, vivência democrática e de produção de conhecimento para a vida.
  16. 16. Tecnologias: meio e mudança na educação• potencializa que o foco da escola não seja transmitirinformações, mas orientar processos de aprendizagem;• permite aprender em qualquer lugar e a qualquer hora;• favorece flexibilizar os processos de ensinar e deaprender, abrir as escolas para o mundo e trazer o mundopara as escolas, em tempo real;• propicia a representação da informação em múltiplaslinguagens midiáticas.
  17. 17. A convergência foi inicialmente entendida como um processo tecnológico que incorpora múltiplas características e funções em um únicodispositivo, mesmo assim, as escolas são incompletas, pois estas mídias são inseridas através da exigência do discentes, e muitos docentes não usam como recurso pedagógico.
  18. 18. O foco na prática pedagógica utilizando convergência midiáticasAutoria: criação de slides, livros, blogs, contribuições online. Foco da criação e recriação de conteúdo em formato digital;Mobilidade e acesso on-line à informação a qualquer hora (de qualquer dispositivo móvel); Compartilhamento e abertura:as informações são compartilhadas na rede e abertas para acesso público;
  19. 19. O foco na prática pedagógica utilizando convergência midiáticas Colaboração on-line: coautoria;Formação de redes sociais: relações entre pessoas e grupos conectados que se constituem pelo sentimento de identidade e de pertencimento; Interação e comunicação em tempo real: participação ativa no processo comunicacional.
  20. 20. REFERÊNCIASALMEIDA, M. E. B. Tecnologias na Educação: dos caminhos trilhados aos atuais desafiosBOLEMA – Boletim de Educação Matemática, UNESP, Rio Claro, 2008.BASSO, Maria Aparecida José. Pedagogia digital na convergência do suporte “e” daeducação: Uma proposta de modelo para logística de negócios sob demanda. 2003.(Doutorado em Engenharia de Produção). Programa de Pós-Graduação em Engenharia deProdução da Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis.FREIRE, Paulo. “Pedagogia da Esperança – Um reencontro com a Pedagogia do Oprimido” .Rio de Janeiro: Ed. Paz e Terra, 1993.PELLANDA, Eduardo Campos. Convergência de mídias potencializada pela mobilidade e umnovo processo de pensamento. Anais do XXVI Congresso Brasileiro de Ciências daComunicação, Belo Horizonte, PUC, 2003.SILVEIRA, Sergio Amadeu da. O conceito de “commons” e a cibercultura. São Paulo.Faculdade de Comunicação Social Cásper Libero, 2006. Disponível em:<http://won.incubadora.fapesp.br/portal/materiais/CONCEITO-DE-COMMONS-E-A-CIBERCULTURA.pdf>

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