Desafio profissional portifóli

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Desafio profissional portifóli

  1. 1. Página 1
  2. 2. Página 2 UNIVERSIDADE ANHAGUERA UNIDERP Belo horizonte Unidade 01 2º Período Pedagogia Disciplinas Norteadoras: Aprendizagem e Desenvolvimento Social da Criança, Inclusão à Educação Virtual, Direitos Humanos. Realizado por: Elaine Amaral RA: 9515357576 Elenice Moreira Reis RA: 9625515610 Glaucia Ribeiro S. Cruz: RA: 9525406235 Gleissia Silvia Lacerda RA: 8982216435 Mirian Oliveira da Silva RA: 1299266219 Tutora: Carvalho Carvalho PORTIFÓLIO INCLUSÃO SOCIAL NA REDE REGULAR DE ENSINO Pedagogia Licenciatura Belo Horizonte 25/05/2015
  3. 3. Página 3 SUMÁRIO 1-Introdução 04 2-Objetivos 05 2.1-Objetivo Geral 06 2.2 Objetivos Específicos 06 3-Justificativa 06 4-reflexão 06 5-Metodologia 06 6-Desenvolvimento 07 6.1-Entrevista com o Professor 07 6.2-Blog 08 6.3-Desenhos 08 6.3.1-Desenho 01 08 6.3.2-Desenho 02 07 6.3.3-Desenho 03 09 7-Conciderações Finais 10 8-Referências Bibliográficas 11
  4. 4. Página 4 1-INTRODUÇÃO A proposta de elaboração deste trabalho deve-se a uma inquietação existente acerca da inclusão de crianças com necessidades especiais, em escolas de ensino regular. Os educadores responsáveis pelo ensino infantil, mesmo cientes da importância de se prepararem melhor, para lidarem com esta nova realidade, ainda assim, estão dispostos e empenhados quanto ao ensino das referidas crianças. A pedagogia, enquanto um saber destinado à educação, propõe àqueles indivíduos dispostos à sua prática, na condição de pedagogo, se orgulharem, gratificados e recompensados, por se comprometerem a educar todas as crianças, indistintamente. Propomo-nos a elaboração deste trabalho, sobretudo, pela inquietação de algumas colegas que são professoras e deparam-se com alunos com necessidades especiais em suas salas de aula e pela formação que permite exercer a docência, e que poderemos nos deparar com a realidade na qual buscaremos eliminar algumas barreira, que impedem de exercermos a docência perante esses alunos na escola. Este trabalho vem apresentar uma entrevista feita em forma de questionário à professora Rita e todo o seu relato sobre a inclusão de crianças com (NEE) necessidades especiais. Formas de receber a criança com (NEE) as dificuldades, por ela enfrentada, a dedicação etc... Apresenta alguns desenhos feitos por crianças de 8 a 12 anos do ensino regular, onde, elas demonstram todo seu amor e carinho em ilustrações lindas. Apresentará também, o nosso BLOG, onde lá poderá conferi todo esse nosso trabalho e mais alguns vídeos desenhos feitos por crianças, em fim coisas muito interessantes sobre esse assunto “INCLUSÃO SOCIAL”. Endereço do BLOG: http//blogalunaspedagogia.blogspot.com
  5. 5. Página 5 2-OBJETIVOS: 2.1-Objetivo Geral Apresentar o nível de aceitação de professores e alunos, da escola regular, acerca da inclusão de alunos com necessidades especiais neste contexto. 2.2-Objetivos Específicos; . Identificar a convivência escolar de alunos com necessidades especiais; . Elencar a prática docente para atender as necessidades dos alunos com necessidades especiais; . Caracterizar os mecanismos usados para uma convivência proveitosa. 3-JUSTIFICATIVA: Este trabalho justifica-se por sua importância, por trazer informações ricas e esclarecedoras, quanto a prática da inclusão de crianças portadoras de necessidades especiais, em escolas regulares. É um trabalho importante, pois demonstra as potencialidades que os alunos com necessidades especiais possuem. Por fim, faz-se pertinente considerar este trabalho, reconhecendo a sua relevância, por trazer em seu conteúdo, o princípio do respeito à igualdade e do reconhecimento, bem como da aceitação às diferenças. 4-REFLEXÃO... „‟A inclusão de crianças portadoras de necessidades especiais, em escolas regulares, ainda é novidade para muitos de nós, pois até então, tínhamos o conhecimento da existência de pessoas com necessidades educacionais especiais. A questão começou a ganhar forma quando a proposta de inclusão foi adotada. Sentimentos de medo, estranhamento e confusão, normais diante do desconhecimento, mesclaram-se ao desejo de poucos para trabalhar com os diferentes, esquecendo-se que diferentes todos nós somos quando comparados uns aos outros. O processo iniciou-se... “As escolas passaram a receber alunos com necessidades especiais”. 5-METODOLOGIA: Esta metodologia é produto de uma concepção das relações sociais nas quais predominam a ajuda e a colaboração mútuas, mais do que a competição e o confronto entre as pessoas, próprios de formas tradicionais de educação. A aprendizagem cooperativa traz uma oportunidade efetiva de melhoria dos resultados dos alunos na aprendizagem dos conteúdos curriculares; Além disso, resulta na aquisição de valores e hábitos de relação social vinculado à prática, de atitudes colaborativas, solidárias e de ajuda mútua.
  6. 6. Página 6 6-DESENVOLVIMENTO: 6.1-Entrevista com o Professor 1- Qual seu nome? Quanto tempo você leciona? Qual escola você trabalha? R: Rita de Cassia, leciono a 15 anos, trabalho na Escola Estadual Antônio Sales Barbosa. 2-O que você acha da inclusão social nas escolas? R: Acho muito importante, além de incluir as crianças com necessidades especiais a escola, ensina as outras crianças a conviver e respeitar o “diferente”. 3-Como você se preparou para trabalhar com a inclusão? R: Fiz pequenos cursos, procurei me enformar melhor através de outro profissionais, participei de oficinas e palestras pela escola onde trabalho. 4-Como ter certeza de que a criança com necessidades especiais está apta a frequentar a escola? R: Todos tem esse direito, só em alguns casos é necessário uma autorização dos profissionais de saúde que atendem essa criança. 5- As turmas que tem alunos com algum tipo de deficiência devem ser menores? R: Sim, pois favorecem a aprendizagem, em classes numerosas os professores encontram mais dificuldades. 6- É preciso ter uma sala de recursos dentro da própria escola? R: Se possível, sim. A lei diz que, no turno regular, o aluno com deficiência deve assistir às aulas na classe comum. Existem duas opções para montar uma sala de recurso; A multifuncional (que o MEC disponibiliza) tem equipamentos para todas as deficiências, e a específica (modelo usado por algumas secretarias) atendi a determinado tipo de deficiência. Enquanto a sala não for implantada, o gestor deve procurar trabalhar em parceria com o atendimento especializado presente na cidade e fazer acordos com centros de referências – Como associações, universidades, ONGs e instituições conveniadas ao governo. 7- A sua escola tem infraestrutura para receber crianças com algum tipo de necessidade? R: Sim, depois de uma pequena reforma foram feitas adaptações nos espaços facilitando a locomoção das nossas crianças. 8- Oque fazer quando o aluno com necessidades especiais é agressivo? R: Nesse caso, cabe ao gestor rever a equipe a proposta de inclusão. Se questão envolv 9- O que fazer quando a criança com necessidades especiais é alvo de bullying?
  7. 7. Página 7 R: É preciso elaborar projeto institucional para envolver os alunos e a comunidade e reforçar o trabalho de formação de valores. 10- Você gostaria de deixar uma mensagem sobre o tema INCLUSÃO SOCIAL? R: Espero que as autoridades governantes olhem com mais carinho para nossas crianças especiais, investir mais em escolas para haver uma maior inclusão dessas crianças; na infraestrutura com melhorias nas escolas em fim que olhem com “amor ao próximo”... 6.2-BLOG: Endereço do nosso blog: http //blogalunaspedagogia.blogspot.com tudo junto. 6.3-DESENHOS: 6.3.1-Desenho 01 Comentários Desenho 01: Gleissia Silva Lacerda. Pelo que percebi, Roberto é uma criança muito amada pela as outras crianças. E o fato dele estar em uma cadeira de rodas, não impede que ele brinque com as outras crianças. E todos na escola gostam muito dele.
  8. 8. Página 8 Glaucia Ribeiro da Silva Cruz. Analisando o relato da criança, conclui que a inclusão nas escolas ainda é mal entendida, pois, não vejo professores capacitados para lidar com crianças especiais. Existem um pouco de constrangimento em ambas as partes por não saberem ou entenderem como lidar com determinadas deficiências. Mesmo com a deficiência o André procura mostrar para a sua amiga que entre elas não há diferença e sim uma grande amizade. 6.3.2-Desenho 02 Comentário desenho 02: Mírian Oliveira da Silva. O desenho em análise é de uma criança com deficiência motora, a falta de um braço não lhe torna diferente diante dos demais amigos. Ela tem a capacidade de aprendizagem como qualquer aluno em sala. A aluna que fez o desenho demonstrou que independentemente da colega não ter um braço a amizade entre elas é nítida e pura.
  9. 9. Página 9 6.3.3-Desenho 03 Comentários Desenho 03 Elenice Moreira Reis. O desenho do Matheus demonstrou que ele é uma criança muito receptiva, mesmo o seu amigo tendo uma deficiência motora, a relação de amizade entre os dois não apresenta nenhuma diferença. Para os outros alunos da escola esta linda amizade serve de exemplo. Elaine Cristina S. Amaral . Através do desenho do Matheus, notei que seu amigo, não apresenta diferença nenhuma em relação ás outras crianças. A amizade entre eles é verdadeira e contagiante.
  10. 10. Página 10 7-CONSIDERAÇÕES FINAIS A inclusão de crianças com necessidades especiais à escola será uma educação diferenciada, voltada para um determinado público. É um jeito de ver a educação de outra maneira, uma experiência que de certa forma acaba fugindo dos padrões do dia a dia. Porém, acaba tendo um resultado compensador ao ver os resultados que serão alcançados além da satisfação pessoal e profissional. A inclusão dessas crianças à escola é um fator muito importante foi uma decisão dos governantes tomada evidentemente para cortar gastos infelizmente foi esse o motivo, não estão preocupados no bem estar dessas crianças. Devemos lembrar que, para esta inclusão acontecer com satisfação, as escolas em que as crianças serão inseridas, devem ter todos os aparatos mecânicos necessários para a segurança delas. Aparelhagem, rampas de acesso, sala de recursos para atender essas crianças com deficiência, equipamentos adequados. Sem falar no lado psicológico dessas crianças que deve ser muito bem acompanhadas. Por fim, este trabalho apresentou esclarecedoras informações acerca das crianças com necessidades especiais, bem como a sua inclusão em escolas regulares e, não obstante, a sua relação com as demais.
  11. 11. Página 11 8-REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA MARTELLI, Lindolfo Anderson. Desafio Profissional de Aprendizagem e Desenvolvimento Social da Criança, Introdução à Educação Virtual e Direitos Humanos [Online]. Valinhos, 2015, p. 01-11. Disponível em: www.anhanguera.edu.br/cead . Acesso em 10 de fev. 2015. SILVA, C. Diretrizes Nacionais para a política de atenção integral à infância e à adolescência, 2000. Disponível em http://www.mj.gov.br/sedh/ct/conanda/diretrizes2.htm. Acesso em 10 de abril. 2015. YOUTUBE. COMO FAZER UM BLOG NO BLOGSPOT - COMO FAZER. Disponível em: < https://www.youtube.com/watch?v=cFcjDucq7k8>. Acesso em: abril. 2015.

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