D arte 02

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Aula 2 de Direção de Arte - Uninove - 5o. Semestre

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D arte 02

  1. 1. Direção de Arte Prof. Lelo Brito - 5º semestre -
  2. 2. Quantos de nós vêem? • Primeira experiência de aprendizagem: consciência tátil; • Olfato; • Audição; • Paladar; • (...)
  3. 3. O Plano Icônico • Itensifica e (até) supera os sentidos anteriores; • Organizamos nossas necessidades, prazeres, preferências e temores com base naquilo que vemos; • Aceitamos a capacidade de ver da mesma maneira que a vivenciamos, sem esforço; • Sempre buscamos reforço visual de nosso conhecimento.
  4. 4. Descrição de uma cena "Depois de quase 10 minutos de créditos, a cena é muito rápida e pode até deixar aqueles que ficaram todo este tempo esperando na sala com um pouco de raiva. O que se vê na telona é o cachorro (aquele que anda com a chave na boca e que vimos pela última vez sendo perseguido pela tribo que queria fazer um banquete de Jack Sparrow) sentado no trono, como a nova encarnação de um deus e agora líder da tribo. A piada é boa (apenas boa), mas deixa com a pulga atrás da orelha. Será que isso vai ter conseqüências no terceiro capítulo da série? Será que o tal cachorro é mais do que apenas um cachorro? Bom, a verdade só daqui a 12 meses, quando chegar aos cinemas o terceiro Piratas do Caribe." Fonte: http://omelete.uol.com.br/cinema/leia-aqui-uma-descricao-da-cena-final-de-piratas-do-caribe-o-bau-da-morte/
  5. 5. Descrição de uma cena
  6. 6. Percepção e ComunicaçãoVisual • O significado não se encontra apenas nos efeitos cumulativos da disposição dos elementos básicos; • Influência do mecanismo perceptivo universalmente compartilhado pelo organismo humano; • Ver e criar são processos distintos, mas interdependentes pelo sentido compartilhado entre criador e receptor.
  7. 7. Percepção e ComunicaçãoVisual • As coisas visuais não estão ali por um acaso; • São acontecimentos visuais, ocorrências totais, ações que incorporam a reação ao todo; • Conscientemente ou não respondemos com alguma conformidade às qualidades denotativas dos elementos visuais.
  8. 8. EQUILÍBRIO
  9. 9. Equilíbrio • O ser-humano tem necessidade de equilíbrio; • Equilíbrio é a referência visual mais forte, a base de uma avaliação visual; • O constructo horizontal-vertical constitui a relação básica do homem com seu meio ambiente; • Além do equilíbrio simples e estático, há o processo de ajuste do peso pela reação de contrapeso.
  10. 10. Equilíbrio
  11. 11. TENSÃO
  12. 12. Tensão • É fácil conferir estabilidade a uma figura regular:
  13. 13. Tensão • Porém, em figuras irregulares, a coisa fica mais difícil:
  14. 14. Tensão • Opções visuais são polaridades, tanto de regularidade Equilíbrio Tensão
  15. 15. NIVELAMENTO E AGUÇAMENTO
  16. 16. Nivelamento e aguçamento • O poder do previsível empalidece diante do poder da surpresa; • Estabilidade e harmonia são opostos do inesperado e da tensão; • A essa oposição chamamos de nivelamento e aguçamento.
  17. 17. Nivelamento e Aguçamento • Ponto no centro, sem surpresa visual • Harmonioso
  18. 18. Nivelamento e Aguçamento • Ponto no canto direito, causa surpresa visual • Provoca um aguçamento
  19. 19. Nivelamento e Aguçamento • Ponto não está no centro • Também provoca um aguçamento
  20. 20. PREFERÊNCIA PELO ÂNGULO INFERIOR ESQUERDO
  21. 21. Preferência pelo ângulo inferior esquerdo • O olho favorece a zona inferior esquerda de qualquer campo visual; • Dois padrões de varredura:
  22. 22. Padrões de varredura 1. Padrão primário de varredura do campo que reage aos referentes horizontais-verticais
  23. 23. Padrões de varredura 2. Padrão secundário de varredura do campo que reage ao impulso perceptivo inferior- esquerdo
  24. 24. ATRAÇÃO E AGRUPAMENTO
  25. 25. Atração • Os elementos podem harmonizar com o conjunto, mas de acordo com a distância, podem se atrair ou se repelir:
  26. 26. Atração O ponto isolado relaciona-se com o todo. Os dois pontos disputam a atenção em sua interação. Manifestações individuais. Impressão de estarem se repelindo. Interação imediata e mais intensa entre os dois pontos. Eles se harmonizam, portanto, se atraem.
  27. 27. Atração • Unidades individuais podem criar outras formas distintas; • Temos necessidade de construir conjuntos a partir de unidades.
  28. 28. Atração
  29. 29. Agrupamento • Na linguagem visual, opostos se repelem, semelhantes se atrarem:
  30. 30. Agrupamento Essas figuras "formam um quadrado" Formas diferentes influenciam os elementos que se ligam e a ordem que se dá a ligação
  31. 31. Agrupamento
  32. 32. POSITIVO E NEGATIVO
  33. 33. Positivo e Negativo • Justaposição, contraste, inserção de elemento que causará tensão visual; • Elementos separados, ainda assim unificados.
  34. 34. Positivo e Negativo
  35. 35. Positivo e Negativo
  36. 36. Fonte DONDIS, Donis A. Sintaxe da LinguagemVisual. São Paulo: Martins Fontes, 2007

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