Cap 8

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Cap 8

  1. 1. PO RTA L MA C HA D O D E A S S I SA P R E S E NTA
  2. 2. Maria não sabia os rumos que a vida deseu filho levava, enquanto ela trabalhava paragarantir o sustento de sua família, Davi estavadrogando-se com cocaína _Ai tu gosto né? – Diz Robson _Tem mais aê maluco? – Diz Davi, jásobre forte efeito da droga _Tem, claro, mas só vai poder dar umacheiradinha se tu fazer um serviçinho...
  3. 3. _Qual, Maluco? – Questiona Davi _É só tu apagar um cara que deve págente... _Falo, firmeza, é pá já, quem é omaluco? – Diz ele _É um tal de Jão Nóia, aquele pretinhomaconheiro da rua 2... _Conheço, conheço... – Diz Davi _Toma – Diz Robson entregando umapistola na mão de Davi – É só aperta o gatilho, sefizer direito tem mais pó
  4. 4. _Mas claro, claro – Diz Davi, pegando aarma e saindo do local. Ele esta sobre forte efeitoda droga, ele quer matar logo aquele sujeito parapoder usufruir ainda mais do entorpecente, eleanda pelas ruas desnorteado, até parar em um barlotado, após observar o local por alguns instantesele grita pelo nome João, instantaneamente umsujeito franzino, alto, sujo e mal vestido deixa olocal e segue rumo até Davi _Foi tu que me chamou? _É tu que é o Jão Nóia, né? – QuestionaDavi
  5. 5. _Sô eu memo... – Davi saca a pistola deseu cinto e rapidamente dispara contra a cabeçade João, a bala acerta o olho esquerdo doandarilho, que após agonizar por volta de trêsminutos, morre em meio a rua. As pessoas corremassustadas pelo disparo, Davi se refugia em umpequeno terreno baldio a frente do bar, apósalguns instantes, deixa o local e segue rumo atésua casa, ele esta apavorado, não conheceacreditar o que havia feito, era contra a suaconduta, contra a sua religião, não demora muitopara que Maria chegue apavorada do trabalho
  6. 6. _Filho, Davi! – Grita ela aos prantos aoabrir a porta _Cala a boca mãe! – Grita Davi commedo de que seu esconderijo seja descoberto _Filho, você, você, tão dizendo que tumatou um cara! Filho pelo amor de Jesus Cristo!Filho, eu sempre soube que tu tava indo pelocaminho errado, mas matar não... _Perdão mãe – Suplica Davi
  7. 7. _Perdoa nada! – grita ela aos prantos,mal podendo falar devido aos soluços causadospor suas lagrimas – Eu não te dei essa educaçãomoleque! Eu fiz se tudo pra te ver feliz, pra tu teruma boa educação, eu lavei roupa, limpei casa,limpei banheiro e privada para te dar o que EUpodia comprar _Mas... – Diz ele, sendo interrompidopelos gritos de desespero da mãe
  8. 8. _EU PODIA TER TE ABORTADO!!! Tusabia disso, eu podia ter te jogado pelo ralo, masNÂO!!! Eu te pari, eu te criei, eu lutei pra tu sergente, eu e seu pai nos matamos de trabalhar pratu poder comer um bife junto com o arroz e feijão,eu sou humilhada praticamente todos os dias nomeu trabalho só pra poder te dar uma boa vida,seu pai acabando com a saúde dele trabalhandonaquela maldita metalúrgica, isso tudo pra tu setorna um NÓIA!
  9. 9. _CHEGA! – Grita ele, calando a mãe –Chega de Falar besteira! Preferia ter sido abortadodo que viver aqui nessa vida ralé... – Davi éinterrompido com um tapa dado por Maria _Fiquei sabendo que tu ta usandodrogas – Diz ela colocando as mãos ao rosto, paraenxugar suas lágrimas – SAI DESSA VIDA, VIRAGENTE! - Grita ela um pouco antes de serempurrada por seu próprio filho, Maria cai sobre osofá
  10. 10. _Quer saber, vai se ferrar! – Diz ele aprópria mãe _OUÇA O CLAMOR DE UMA MÃE!!! –Suplica ela, um pouco antes de Davi deixar aresidência.
  11. 11. ©2013 Portal Machado de Assis

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