Cap 5

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Cap 5

  1. 1. PO RTA L MA C HA D O D E A S S I SA P R E S E NTA
  2. 2. Os dias passam, Maria esta feliz com otrabalho e com a família, mas uma terrívelpneumonia ataca o pequeno Davi, que é internadona UTI e corre risco de vida. Maria segue aotrabalho, sua cabeça esta tomada pela tristeza dever seu filho a beira da morte no hospital, elasegura suas lágrimas na frente de seu chefe, elaentão segue até a rua, onde começo seu ardilosotrabalho acompanhada de Marina, que tentaconsolá-la _Ele irá ficar bem amiga _Eu estou aqui somente porele, sofrendo estas humilhações apenas parapoder pagar aqueles remédios que custam osolhos da cara
  3. 3. _Tudo vai passar, acredite – AfirmaMarina _Tomara – Torce Maria. O dia passa e oexpediente termina, Maria logo chega a suacasa, abrindo a porta, ela vê seu marido aosprantos, ela pergunta o porquê e ele diz que foradispensado da metalúrgica _E agora Maria? O que iremos fazer? _Nós daremos um jeito, confie – Dizela, abraçando o marido A noite passa e o sol sepõe, Marina, como sempre, se troca e segue rumoao trabalho, chegando lá ela tem uma terrívelsurpresa
  4. 4. _Como assim, demitida? – Questionaela _Seus serviços não são maisnecessários, a senhora esta dispensada – Dizfriamente a moça da recepção _Mas, como? Eu tenho um filhomorrendo no hospital! Não posso ficar sem esteemprego! Por favor eu suplico, me ajudem peloamor de Deus! – Suplica Maria, escandalosamente _Tirem esta louca daqui! – ordena arecepcionista, logo os seguranças chegam epegam Maria pelo braço, a arrastando para fora
  5. 5. _Eu preciso, pelo meu filho, meu filho!– Diz ela, um pouco antes de ser jogada nacalçada, onde permanece chorando até a chegadade Marina _O que há? – Pergunta Marina _Eles, eles me demitiram, o que eufaço, e meu filho! Os remédios dele! – Diz ela, aosprantos _Agente vai dar umjeito, acredite, agora vamos para a casa – Marinaentão acompanha Maria até a comunidade, elasagora estão na casa de Maria _Tome este copo de água – pedeRodrigo a esposa
  6. 6. _Não, não quero! – Diz ela, angustiada _Temos que seguir em frente – Diz ele _Ouça seu marido amiga, o que nãopodemos fazer agora é ficarmos sentadosaqui, angustiados, olha, eu tenho uma amiga,quetrabalha na cassa de uma ricaça, ela disse que estaMadame esta precisando de uma empregada, eurecomendei você a ela – Diz Marina – Eu possolevar você até a casa dela, com certeza ela lhecontratará O dia seguinte logo chegou, Marina eMaria se dirigem a casa , logo chegam a um bairrode classe média alta, a casa onde trabalha a amigade Marina é a primeira da rua. Marina e Mariatocam a campanhinha, a porta da casa é abertapor Adelaide, a tal amiga de Marina
  7. 7. _Marina! Que surpresa – Diz elaentusiasmada – Veio tentar um emprego? _Não, na verdade vim trazer minhaamiga, esta é Maria, ela esta precisando muitodeste emprego – Responde Marina _Oh, claro, entrem, eu chamarei a donaRosângela – Diz Adelaide. As duas amigas entãose sentam e logo a dona da casa chega até a salaacompanhada de Adelaide
  8. 8. _Madame, estas são Marina e Maria, asegunda é a candidata ao emprego _Ah, claro – Diz Rosângela, com certaapatia em relação à Maria – Por favor, Maria, meacompanhe até meu escritório – Maria obedece, eas duas vão até o escritório. Chegandolá, Rosângela se senta em uma luxuosa cadeira _Posso me sentar, senhora? –Questiona Maria _Melhor não – RespondeRosangela, causando desconforto em Maria _Senhora, eu soube que a senhora estaprocurando uma empregada, vim oferecer meusserviços, olha, eu lavo, passo, cozinho...
  9. 9. _Sejamos francas – InterrompeRosangela – Você pode até ser uma boafuncionaria, mas eu não a contratarei _Por que senhora? – PerguntaMaria, com os olhos marejados _Olhe para sua pele, ela épreta, ora, por favor, você é uma suja, dafavela, não aceito gente como você aqui na minhacasa – Diz Rosangela _Isto é preconceito, não é justo, euestou aqui pelo meu filho... _Não importa, por favor, se retire deminha casa – ordena Rosangela _Sim, senhora – Diz Maria, se retirandodo escritório, aos prantos
  10. 10. _O que foi Maria? – Questiona Marina _Vamos embora – Pede Maria. As duasdeixam a casa, agora se encontram a caminho dacomunidade _O que aconteceu dentro daquela salaMaria? – Pergunta Marina _Ela me negou emprego, me chamoude Preta, suja, disse que sou uma favelada – DizMaria aos prantos _Meu Deus... – Diz Marinaespantada, ela é interrompida por Maria, queavista um cartaz na porta de um bar
  11. 11. _Ei olhe o que diz o cartaz – Diz Maria _Estão precisando de ajudantes – DizMarina _Vamos lá! – Diz Maria Elas adentram ao local, o lugar erasujo, fétido e repleto de homens bêbados e commás intenções _O que querem aqui garotas –Questiona um homem, que parecia ser o dono dolocal _Queremos um emprego, eu quero umemprego – Diz Maria, animada
  12. 12. _Bonita, boa lábia, sim, pode viramanhã mesmo – Constata o homem _O que terei que fazer? – QuestionaMaria _Servir, cozinhar, limpar, de tudo umpouco – Diz o homem _Está ótimo,amanhã mesmo virei bemcedo – diz ela
  13. 13. As duas se retiram do local, elas agoraseguem rumo até o hospital _Tem certeza de que foi uma boa idéia?– Questiona marina _Não, não tenho certeza, mas é o quetem pra hoje – Diz Maria O que será de Maria naquele emprego?E o pequeno Davi, irá se recuperar? Respostasapenas nos próximos capítulos.
  14. 14. ©2013 Portal Machado de Assis

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