Diário do comércio sp 10-11-2010

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Diário do comércio sp 10-11-2010

  1. 1. Silvio Santos vem aí, salvar seu à próprio banco. Yraz RS 2,5 bilhões. Pág. 17 'a , . ; l su V i x _à , , . _ , r EMI r l ~ Antes da caça aos - votos, um 1 '› r exemplo. ;gx CpMF Agofar Sob k › , a Antes da o cnvp da › _ x eleição, JUSNÇH- silencio; Pagina ro l *r depois, a › surpresa: 'vai voltar' CENSURA , ›'- Pags. 3 e 5 Pelos . , - Á votos. _ " '~ t” ' ~~ liberdade a “É *- ECONOMM para a . ,, M t dm imprensa. t' * ' r' r . _ pêgíãmã Agora, . x b . . controle. l ' ' . _ h°l° 53° , _,_____ 7 - Incertezas, _ . . a começar - ' i dosjuros. A M_ ' ' Paginaia PAÇ r ; ' Vistosas 7 ' obras de A ^- ' campanha » . - agora barradas r "" pelo TCU . _ranma ' - l a à . f, l. __, . 42.' . _ . Maquiada para a campanha eleitoral, Dilma Rousseff prometeu desoneração e reforma tributária; ufanou-se da educação sob o governo lula; mae do PAC, inflou as façanhas do filho; e jurou liberdade de imprensa. Mas aí estão a CPMF, o Enem, obras paradas e a ameaça de censura. ,E R¡ w z ~ , : I: ' v” a ' l i V ' v. ' _ í g z l r Jill¡ ' / F t ' e n A l í H 'l l n ' ' l / l . '. V . l ' ' r ' * ' ' ' ' ' r l r . r- ' ~ A ~ l_ _n_ , _ 4 l , H 91__r: P-. _ne› H x7 ~ x O presidente Obama, a caminho do G20, visitou a lndoneeia Em ? Moçambique (foto), também rumo a Seul, Lula criticou Obama: "os (foto) ara fortalecer la os com mu 'LllITtdlWh e deixou na India erros dos EUA odem causar transtornos em vários aíses". Pá . 7 _ _ P , Ç x W P P apoio a eittradi¡ do pais como membro permanente no ( irnselliiv LleSegurançadaONU, posiçaocobiçada pelo Brasil. u. .. w'. , r I*. *I" E _ fm¡ Indlzadores r -'¡~Í¡°~ '- e * ' '“ asiãzrrsiãarzrxawz “ #imitar , ›;›; ~, . ›;«; ›, m , , , r , _ AMANHA venda rwrru _ _ _ 3°"? f: olahillãlêlllidr Memo Fun -e A »v A - : v w r I ~r v' a 4 , , M D À w_ SIoPnulo-SP wço › "J w ' _ sillfllílrarirsr otario M_ campm 15o _ 1, v f _ “IL _ fa? , , -. -. 'th' nm , _, .. .ar ' 3 _ I l _M I Reservas de ZE a 6! das 8h às 22h e aos Sábados das 9h às 17h, ,rmójçlzlàgnntgt r. lll r Warm-Iv somente pelos Fones: (11) 3145-8000 e rosoor-o-1s-a4-11.
  2. 2. quarlacteira i0 de novembro de amu Hdr E mui» r Uma questão puro revanchismo mbova exlsla um certo consenso no Pais, pelo menos Íola doetpectro mais radical do esquerdismo, sobre a necessidade de uma rerorma estruturar que vise a ieaucao da carga llbulalla e o simpliñcaçao ouiocratico da arreczdscao. as ações politicas tem cominnudo exatamente para o outro lado Nesse sentido, a YE(EHKE ploposu do presidente Lula e de sua recern eleita sucessora Dilma Raussel, d! ressuscitar a malíadadd (pur, oeiia o etcarriro. Depois de passar toda a campanha eleitoral prometendo a sociedade que irao aumenlarlam as impostos iorom neassáilos somente poucos dia: para que Lula e sua acoiita mosvassem iealmentea due vieram Alem de exlempoiãned a plupusla denota uin hoivoloso levanchlsmo do governo contra certoi setores da sociedade, principalmente os due lularam bravamente pela extinçao daquele iamigeredo Ulbulo due como o proprio nome diz deveria ser temporario, mac acabou tortuisndo individuos e empresas durante algumas decada; Um revanthlsmo alláx, tipico de meniei antideinocriiticos lou seu oue deveriamos dizer ooiivotrunasii, que nao aceitam os revexes naturais do rogo politico Desde a suo morte em zoor iiuma decisao iiittonco e incomum do congresso Nacional o ementa da : vivir paira sobre as cabeças daspaçadoies de lVYiDO$l0~ A ameaça de mais errdcrio como de napito, veio novamente acompanhada dasmais nobres rrriençoec, alem de amparada por urna verdade irrerutevei . i premente melhoria dos servicos de saude prestados atualmente de ! alma paietica pelo Estado osniuusservicoi, contudo WIID derivam da ralta de ir-cuisosou da propria existencia da (PMF (WlI4*Upi| lrl'liii , uur 'l ena Düzhlllhilrlvsltl r. , «r r ctpouulaçtlnc-liltii-l r. li ll . ic, . hai/ EH)ljüullllctyirll ri. . rr r ou AHqYldsa ml) r i, ouenriiuritx . iii, r,›r , rrripliimentenivtiirurru iiluilliixrt , itrre o decpeidtcio de iciiu-iucirii. rir» medicamentos »iliilillWlntl-rlr logado» no lixo prirrruu Hittl ! mam distrrouidot o 'Plillli' i» rilliclurdnl o prazo de nrlicrndi-i Que dizer daqueles equipamentos (dllsslmos JoÁo Luiz MAUAD rteoueirtemente parados por ! aliada manutencao enquanto doentes morrem nas macas a espera dos tecnicos e das peçda que nunca chegam? Na maioria dos casos exlex pioblemasnao decorrem da ! alla derecuiros, masda sua pecsiniu utiiizoceo, dadesoroinicscuo da corrupcnodo negirgencio no tinto do drniretro dos pagadores de Impostos edo excesso de ourocrociuquetniectam U serviço publico tupirricrurrri Nllin par# um pouui llld' trstliiwtldn auirliriii i putilrcn seourrn Prlmelramenl? , QNQ QUVOYHAI iicllt iatitoaiecerla 'www ltbsttll irominzldo verba: Sahilvito iciouroouantoo ciui-oprecisu larga trlbuldna orgunizur rriirtinuarani ext-cutui e crescendo nos iludir/ iii ci altos seguintes rruu o iuitr . i sua extinceo LDiHl segundo dlillivl . r mesmo que tiii lvxllliiii citrato nao Lluoe rivesse DYPUNU tnnnlecldü, Itaim/ hai o governo : nm rlflllll) poderia e ericicintii tranquilamente rllqir que U* ici alocado mais pülllKuk r verbas na ama rui saude postando por. ) issoreduzrr rrirtoi menos iimmrlanlES ou ilaiamenle desnetmsavlm Lom ereito, tooigueni niuiio ingenuo podelladuvlddlqlie diante da msiorcorga llibumllvl O DECLÍNIO DA CLASSE MÉDIA assado octiooiie. o espanto e o panico (ousado pela ulllma (lise, as explltaçoes sobre u que aconteceu mostram verdades com as quais ainda teremos de lidar por muito tempo Robert iieicn, eco nomisla da universidade da California que ÍOI secretario do Trabalho de Bill ciititonaiiniia tres delaspar¡ explitdr oslalos nelodasoibilam emiornodo lema (uncentraçào de rtouezi Para começar. cre dcna que a retida das lamñias de classe media esteve es tagriada tou quase isso¡ rias tres ultimas déudas ordseaienda esteveestegnd da, como . is Íamllias resolveram o pm orcrtiai As respostas sao vês e estao no 13° livro que ele escreveu › Á/ rmhofk nie Nori Economy ond America's rurure tem ponugucs 'Depois do ciiooue a proxima economia e o ruturo da Ame tica, xnopi, 191 paginasi Num dos graricps do llvm, estao pio vas do que Reich diswle o valor dos sa Idrlos por hora, a partir doñnal dosanos 1970, que não acompanhou a alla de produtividade ocorrida doi em diante permanxendn rio, como, &Mood; Va intros suportalam essa distorção' A primeira expricscio para o lato de elas terem continuada bem e D (Iabd lilo das mulheres, multidoes delas en' lrdram rio matado e aiudsrstn a su: tentar stiasromtiias A segunda ea hora extra e seia nu mesmo trabalho ou ía lendo 'hlcosÍ os americanos tambem tritiaiiidram mais para aumentar tua iendutquaiido isso ia nau bastava, en tra a teKeira explicação credito abun dante por meio dos mnpes e empres irmos, incluindo os nipoiecatios O iexullado ñnal disso, conforme os estudos de Reich. e' concentração de renda Guandu o dinheiro esta mais bem distribuido, as pessoas o gastam [adubo quase rodo mensalmente Ma; quando ele esta rias maos de pouca gente, esta literalmente sooiandoe po ueteimlocddcem apelaçoesitt 'l(U riu aplimdo lord do part deixaria › . r. oenencior seu( proprios (ldàddm »ipi ainda, estao virtualmente esqo todos ns melodos que a classe medir dmeiltana usou para lidar coni u esldq nação dos rendimentos Existem mulldx saidas para a situacao e varias p foram adotadas pelo governo de Barack Oba ni Mas os economistas, incluindo nei ci- tem ceneza de que uma recupera ; ao perrridnenle da (rise envolve a res lduraçáo da retida dessa (ldsse ritedis a mesma que conduziu os sua iii di- ; envolvimento das anos 50 E 60 O qo vemo piefellu, pa! enquanto, trabalhar pelo lado das empresas, especialmente cum ciednoe investimentos i economista Milton iiied *manantesdemoirei lahdvln ietomendadoqueogovemnc rosse um imposto de lenda nega¡ vo liirr pratica devoluçao de diiiiieiiti pa 'a corrigir esse protilemii supre rrieiitagaa de ierldd tambem e o ie predio recomendado por neicr Para reforçar . i tese. ele Uta Mdiir nei ctcles, presidente do Fed : M1934 a ! S48 que num de seus PSUHUS alii riiuu o seguinte ioduçao em massa tem de ser acompanhada pur ionsu irio ein massa, consumo em Niassa uol tua vez, implica uma distriouicao de riqueza n nàoda riqueza exluente riiasdariquezazouenlemenleniodu tida c para pioporcionaraos riomeiis poder de compra igual ao valor dos penseservicotoieiecidosdnacuo pe la maquina da economia' Henry Ford, o inventor da piodu ; do em massa na industria dulomo priistica, parece ter entendido irem essaiegia Fordathavaqueseuslun unitários podiam também ser tem consumidores, e por isso procurava pagd-losbem Ele estava certo de que esses rendimentos se ieorla #-3 nws N il'. vntllrctlorliplcl lt' r , um trueouricisiiiiiiruiiur ri rriu; ,rrir 'seesseeirurlrtir riiiririueiicrrri r . iii tnuaintiutiriipiodirrrrr irriic. SEYVKOSGUQLAA*l›x| lrll'. l'll irririrurr. denicoiritirar' extili iRr-. ii umocoriecan lrcltllrrvlicter- i-vr tao de salarios (ililllrllll iidxri n. - tontrimrio dir Ullllllltillr- r, r retida liso pornup »e l) nl tiro . ielsu. lili dl i vlIllllVlVl (irmil M itlrlllslilas (wHi-(ililiilãlrltllllvlllktllsllhPo . riririeiitniirirer ouindtielas nan rriiwtitrt 'iii/ Pi lsvr Diolulam ttlwlhkliirllwltdlxai . rinlraldrldü r , r l rDii 'livxlEllll iriiuuticu ririinvri enlroilalneiiiplequk iutien. isiiiiiern, *Vivexlll eiii aula i-rur lit rui . iriipieiriieiitci eiimiiiu rriiiuwlyux Reich . treritiiicuesseidois Uma recuperação efetiva do crise envolvem restauração da renda do classe média, u mesmo que conduziu os EUA oo desenvolvimento dos anos 50e 60. . tui-iitucriiiiiiicrr- lidnqllxlclvl tllllliri oetazvi o titir iuri. . Dcrlanm rintrr vvllm ihcisvviqrthllciKrll. il, i Àdrmalx occinctcit ciitpoiiiveisdemcrristinnr (liirdmFiilPUllvhaoexlill' rir-ir lilllLi| vxlüllrllllalüuoiHYINUWP ! atores que se ihlelisifiloiañl : Iswlilu lalmeftl? llillaNE n governo (le No nriitineagin (onloosmais importar tes paid o declinio ui renda da crette lrledladnsellpals Dela udrdrd trtoo verliusLtuepasíaianlpüla[JmBrciriLA licWl tomaram providencias sprnririi darei toricentrucuu de renda seat» leiou u. erripiesusiitururnrrruirnoites mais HUIS uicliirutuuniiiievitavelpcirriieru da crise atualcom a glande de pressaode isze/ iezdquartdo nouvu eiioimecoiicenliaçao derenda dote tirar ri potierdecompia das maosdos ioniuniidoies, aqueles due tiniidni u capital tambem reprrmriamademari da pelosseus produtos e e perderam . i oportunidade de ganhar mais e de in vestiiem novdsrebiicas Acontece exatamente como num riigodettisquer rillqualalqueliiesld cuiir todos as Íi(lia e m uutroi rier deram tudo so podemrogcir en quanto tem credito para (onseguii »rnprestimor Quando o credito aco realdogoverno uellsla em aumentalosgasioszomassume' nem antes riem depoii de evnrrci da(PMF De ocordocin reportagem da : nitro de › rui» iooilrizoiu: errrznnr primeir àltndaqeálàul , ri iqoverno lederdl sugava d i »ixlcdade sen do nem pic-decir . i eouivnieni» cerca de2i~ Ja em zoi i PHP numero ettara DIOXimUdCNIS-"odalerxlrr nacional ogueiepresentu urriuumentocnnttonte nada rlexpieIizi-l tir riiist» 2o rtlrirlpkimxoiln: Illllx da retida nacionr -c liqllcllllul' Íw peiiriciri ri '1tl(V70fF'i l corri . i xrllltlll'ii. !'ltlV(Viil'“ . r ) iiri WHVW urnticuriieritec-sruonpdns "A initocitii 7M citivlac im pt-crueiiaitiiiiircrirnpiii». rn. oii DMA rinixri . i i re lfwlYiñVSlVil cir roininrioa llllNlNllYWl» rilwi-rrirrrrclci l't lí'r| i . urc llthrlçrh** upvciiirrriiii . ciiioi. (Pitirktlrlinlllrh ritinriuri-, i «ru rrrr›l› iii tir» lilnolvúv» UUYLNVIO , i prcipriittr di» 'KKHJÇAK dir( vw so pode uitniiltidci D" rovnricriisiiiodi ii- iutizt-ini-ooi. NrIDlOi | l|'lc iu , r cr rrrrrireisnririiin r iii rir no ir iirirr liiHlrlYlN-i cli riin. triniiiici . .incluir limrlli tirircioiircu, iiir I Lair( , .i rruiri-tzis 'ilvlclut rct, (. ha oruçuldmbe** . Mane MA- . meire Jverluedni 'lcw or redrcrr bui icrrcriss crrrriveimentc r Dlozuraiuozlame . reter-arder deludosriasiima.
  3. 3. v -r-wã I taniooocoraznci , › Gisele Bündchen aceitou > MÂISZWOU um problema ' f_ fik: , desiiial ria Beija-Flor (o . _ . ter ' enredo é sobre Floberlo groirrrnogioturncorniar Jlg , Carlos), mas quer um carro _ i (o último) só para eia. para a escola. O único a ter um carro é o homenageado. E o dele. iá definido. é que será o último do desliie. -9 Depois dos 50 unos, os homens são mal-humorados, gordos e carecas. Ninguém nurece. » ›, -t o. , -cnven “r w . . Abílio bem cotado -~- Em 2002, Abilio Diniz votou arri José Serra: agora, votou em Dilma. sua mulher Goise oleraoau a ele um encontro com mulheres pauilsias e 0 valeram empresario está ianoo seu nome cotado para o Minslàrio do Deserlvorvlmemo. Industria B Contorno Exterior. Aa¡ 73 anos, Abílio V0¡ membro do Conselho Monetário Naamai na década da B0, saindo depois para cuidar do PAo de Açúcar, que Btravasava uma leao amd. Hojaaletletemrrtaisoe | ,5miI Ioiaa, H5 mil luncionários e um laturamanlo anual de cerca de HS 40 bilhões. E na Ilata dos bilionário: mundiais da Forbes. esta em 316' lugar corri uma fortuna de USS 3 btlhñes. Detalhe: a gestão de seu grupo, atualmente, é mais oo que prolissionalizada, MA RIDA 0 -- Maria dee Graça¡ Foatier. enganhel tuncloriarla de carreira da etrohree. onde ocupa ho] diretoria ÓCGÍI I Erromtlaamlgade longe em da Dilma Roueeefl (e colada para ubetltulrserqloaetrrlelll n atatal). a caaadaoom Colin Foe r dono de rripr Lc. Foeter Serviço¡ e Equipamentos. A empr a preeta ee Içoe na em da petroleo e gde para empreeu aetrariqelrae e br Ilelrae. incluindo a Petrohra Dilma sabe da eltletlncla da empresa e quando Marta dae Graça¡ lol comandar e ER Distribuidora, voltou e evlear entbo mtnlnn oe empreee oo meridia. Passado negro A Amancan Airlines esta Invesltndo em Nova York na divulgação de seu novo voo diária para o Rio: dezenas de oindoors Bâüümados D94! udade. ruas a estações da metro e mais ainda nas áreas onde ea wtoaniram brasilevroe. de Autor¡ às imediações da 46m street A iampantra tem como título alega de Saudade e os anúncios elo em lingua portuguesa. serao lt voos semanais. A braslisirada, daqui e de lá, tem um pe atrás com a Amencan Airlines: 6990¡ do tt oa Setembro. pmageiroe brasileiros eram humilhado: pelo pessoal oa empresa. ja em terra. Na entrada dos avioes. eram obrigados atirar sapato¡ e até desmontar equipamento¡ oe ueircrenies, No ai, ninguem podia deixar o assento. NADA EM CINIA u. . AQUI LIIQI moddo ! fi sexy do pílnth segundo o III¡ moaeraoonr, enrilerenoie qaeriaadaoetolnfnmvlnnrlde seuatFeahlonsiovnamNova vom No paerancima ta¡ lana tatuagem em roma de coreano oommuitobrrmiraoeurae plmuraeeotreocorpoiuet noumavelhnlleiobepoleà mahmldadma helena pensou D¡ _NCQ comando ? à legumee colide¡ a quatro grama¡ da proteina em cade retelçio. Tambem oeguetave barras o¡ cereal! , ehehe a main e du hora¡ por ola. MADONNA ll 52 anos, que gosta da namorados jm/ Brll, em guerra com veteranos da cabala t. . ~ -~ Da mocinha de Tomalse mlcnnte Verdea Fritos (1981), nem . einai: Ida -Loulu Parker, d0nÍ&uCa 46 anos, em alta non Eetadoe Unione, por com¡ da text¡ temporada oe Weeds. onoe Intel-praia uma traficante de droga: (começou para euetermr oa liitioa e agora. e canada com um chamo das drogae) e tambem por aua partlclpaçlo em Hed- Apoeentadoe e Perigosos, ao lado de veterano¡ como Bruce Willis, Morgan Freeman, Helen Mirren e John Malkovllioti. que está esiteando no Branil. Mão oevotada da dola iilhoe, nunca lumou maconha, odeia arrnu oe logo e - quem diria - ralo tem problema¡ em tirar a roupa, quer para promover a serie (com uma cobra ou num diva vermelho) ou meemo para etreiar ensaio em Esqulre (nua na cozinha). do quai virou musa. Candidatos ao Guinness com outras e no.5 tem. entre . r. um colossal apetite no terreno de juros, que conseguem iranelormbla¡ em candidatas naturais ao livro da recordes Guinness. Suas taxas de Juros, lá incluidas nos produtos, quando são anunciadas vendas pnroeladaa a [um zero, são as mesmas que incidem na ootençlo oa pequenos emprésti- moa olerocidoe aos uiiuárioe, num momento de alllção, até mesmo nos oalcoee das lojas. E são mulio altas: para ee ter melhor Idáta, a CAA cobra 14.52% ao mas e ria rede Azteca. oo mexicano Carlos Saiinae. 15.07%. No Itaú Financeira, B taxa 6 de 15.02% e na Creliaa, 24,34%. E nas Lojas Americanas (controlaoas por Marcel Tell ame Paulo Lemann e Beto Sicuplre. oa maemoe da AmBev e que compraram e Burger King), atingem 13,99%. Equiveiem (iuroe compostos) entre 550% e 650% ao ano. ~-- As grandes redes de vareio operam com iinancoiras propria¡ e em determinadas circunsiancial. . n à í” “ATV-_âñ . . . . Ikcnuir f _, ma › 4._ * : s . '* . SW -- Ene Í o titulo di) liime de Felipe Joltily, ou acabe . Huíla calma de ganhar prl-eetróin em São Paulo. no Kinoplex VIII rresxa liam Olimpia, com a presença do elenco e muito¡ convidados, com direito tambóm I ealloadl no Dorothy Parker. E a maioria oe tree amigas que ven e praia e rio caminho, nconlrarn uma garota hippie e procura do pai, Na movimentada noite, entre tarttoe. estavam l( Glen¡ Albortolil e Anemia (Alice) Nona (esquerda) e Paul¡ Burlamaqul (em temporada em São Paulo no eapatácuio O Amante, de Harold Pintar) e Guilhermina Guinle. à direita. Álcool proibido »- Por orlemnçee da eaue medicos a proeldenle : loira Dilma Rouaeaft nlo pode Ingerir alcool. Ate na leeta da noite da vitoria. quando uísque e champanhe rolavem no oomltl central. Dilma lloou rio euco de la anla. Ele nlo poeta de relrl eraritae Ilgnl ou um. me agora tambem lilo dever¡ Ingerir que quer eucoe de trutae. Dilma eeta retornando a dieta de proteínaa. 'PIN “OUT colete (com lapela) oom terno. Colete muiticolorioo oorn Jeane. Batom ou barba . .. A revista botânica The Economisloesta "xe semana comenta a eleição oa Dllnra Roueaall 3K e *v *É , (no traço de Kacio), coloca em discussao se 1; 4 eia reeimenta terá voo proprio (ou 9B 0 preslderr 4 _ ; í á te continuará com poder. evidenciando-se . _J 'irmaaepéciaoetercelromandatoñeacabe . . . _ tomando e oizonoo que "eia nao pode ser um Lula de batom'. o cheio oo Governo nao ie Tha Economist, mas um resumo da muito estava em seu clipping diário. o que provooou um irônico comentário dela: "Essa comparação é meio estranha. Eles davammtizermnolartãopodstainalhamapanllzrparaddaamugo'. Segunda festa Já estlo uma distribuidos os 400 oorivitee para o casamen- to. dia 27 de novembro. oe Adriane Galisteu e Alexandre Iódice, que incluirá também o batizado do lilrio Vittorio, de quase troa meses. O palco sera o spa Sete voltas. de Miriam Aaicair, em Itatiba. interior de São Paulo. onde ela descontou antes do parto por ordens médicas. À cerimonia sem no tinai de manha, seguindo-ae almoço e leste animada polo DJ Zé Pedro. Em seu primeiro casamento, com Roberto Justus, foram convidadas quase mil pessoas. o local era o La Luna. em São Paulo e leve ala shown com conhecidos artistas. D casorio durou oito meaea. POR CLASSES -› Oproxllrlogwerrlodairerl ur montado levandree em eomaumaeeuoledeembnwe porclaeeeqoomoaaloeaeum upen-avllorlrañretclheaoom poucoeeeeermeprlorloeoea peraoFTeperteooPMDBmue poder¡ ear empurrado para a Buelneea C II, onde tambem o PSB teria direito a alguna e rito . ll PP, PR, PDT, PCdoB, PTB e eu PRB do vloe Joe¡ Alencar e do eenadar MlredoCrrllllhvlobdolplrl e oieeee Economica meeme. MlSTURA FINA -›- O PDLÊMICO aprenenta- dor Flávio Cavalcanti val ganhar um documentário, assinado por Paloma Plragibe, com consultoria de aeeeseora de Imprerlea Le¡ Penteado e do liIho dela. Flavio Cavalcanti Jr. Flavio, um aos primeiros a usar iuri ea tamoeoa, quebrava diecoa M palco e tlmhñm revelava novoe veloree (Emilio Santiago ioi um de »- DEPOIS de uma viagem com a lemiiia, o deputado lederai Candido Vaccarezza (PT-SP). sem tirar o olho da praelolncla da Câmara em 2011, oomeçerit a atuar no meio de campo, tentando reoonatniir pontos dinamllraoae na campa- nha eleitoral. Ele tem trlrlelto até no FSDB, DEM e PPS. oualri promoveu atesta de encerramento da Formuia›i de sito Paulo, na Kia a Fly. na Daslu, ioi Jallrey Jah, promotor da Nova York e oono oe reduto¡ de celebridade¡ mundi acima a Lotus. Trll Double Seven, ioAK s do recente lhe Lambe Club. LA tora, Jeltrey eempre organize ea leetaa oo Grammy. Oscar. Festival de Cannes e até o aniversario de Mick Jagger. Neste ilnal de ano, ur¡ organizado por ela o Reveillon aouirouo zoio. no . lurere Intemacional, om Florianópolis. DEPOlS de oeeemberoue da suposta volte da CPMF, ramais ooqltaoa em campanha. a presidente eleita Dilma Fiousaalt também nlo est¡ nerri um pouco disposta e incluir n ralormaa da providencie e trabalhista em But¡ agende de prioridades. Até a redução de ¡ornaoa oe traballio para 4o horas semanais, eia tentar¡ tr empurrando com a barriga. . .- COM MUITA discrição, o tenista Guetavo Kuerten (Guga) acabe de se ceaer com Manana Soncinl, A cerimônia civil aconteceu na eela de troleua do escritório dele e o casal seguiu para uma Iua-oo-mei em Raclie e no último lim da semana. estava na piataia do show de Faul McCartney, em Pano Alegre. colaborado: Pai¡ Htniguesmxarldra Favela ? V , t HOJE MAM? (um: ?vermont-marron ! nulo Wma Iele rbrlumo Sid/ tmn err-nie wma lee vim wo. . eelerrr wo. - camo- mu. wo. . colou sm. . Cuññbl Dum: :renascenti- warm Penela: - u ooierrie wo. .. [ele meu sure. - Marq¡ mui¡ um. . Marau¡ wo. .. mu¡ se hlmee Sd/ dma ron- Aber- su um Vblhe warm wie. .. Sdltrmr wo. .. um. .. se. livia sort. .. »mino o vlrarla Sei/ tha . :Matra rooenovrmorooeznio vigora; verdadesda ré católica ante as @Em Dia. .É fa¡ Elellopapaerrimrlnãoioefendeucom heresiasdoséculoveacldadedellomacontra a Invasão de vândalos e bárbaros E autor da Girl¡ dogmática 'Tomo a Flaviano' a considerado pelomologos um dos grande¡ papas da História. r. xa4e1xatevnen: un Nam umpra uma VlDA uueevei vrroaiaea da eu : :pu da man r o lar humano ardor a ontu-inmo, o min-r poe T . . f" ' F LH_ [il “Nai/ l e": pci O DESÂNIMD o nao e¡ WACIDADE, r o contrario e o lavar para um um¡ o. INFELICIDADE e daelnlrvio. ante par¡ inc, examine o couroanuaum pela JOGADO ee FurEaoL Aun vide europeia AIANDDNOU vomi- [uma mo empreendida o Imperador, qu¡ o. nao daeanlme iam-ie. romance ai» eia um pe no TRASEIRO lhe suPuRru Prllrenbe. OIÍGQLB VOL-IGP IÀITCL VREHÀS ARIIHO CUIDIB ¡PIROX DIIÍNIJG ÀITDGR DIYÀVI IHNIÍH GJEIAB VKLORI RDUYCK BYGLCC <Nn»o! rt~nqt-<›<odoo J C O ll P O R 'Â' A K I N T O <xmzuzdnonzunnu : r-aatax-rannn-oaunxz = ›:Ior-<~u›r~: o:tz -rnazacnzannaxnn r-txnorrisnteovazuoxz ua-raaaitno= rl= ln<alut4 rn›<o<›v<Itn: n:on-e< : zmnnacmnmmrxat eeunxuzr-rtaauieonxcr xmzuamnmznurun ›<›ain›<reur›ou›<›<ar›-<IIHII D H ci ra ""'-"""""“ Por Jose NnwlNelo
  4. 4. oiianiaieira ia de novembre de 201v retoma PlAllS Todos os rettiisos Ma: o governo recmiiiitawia escolhia outras CPMF dEVeYlamll prioridades para paraasadde desiinaiadinneiir Base aliada do Senado não quer volta da CPMF possibilidade de vtvltadnContrlbui- çao Provisória . sor bre Movimentação rinaiiieira tCPMF) npanci que veni tornou-se um tema cmi- (rm urso no Senado Fnlld cnnr vcnxtr . tie mesmo entre os lntea grimltw da base aliada. Olídur d o poi emo no senado, Rome TUJHtA IPMDBrRRL pnrexemr plo, atirma que a tnbrança da (PMI apenas se vidhthzarla tiunlrttda reforma tributária A CPMF é um mecanismo de . lrrt-cddação. Nao podemos do. lhf simplesmente o au- nieittotletnbutt»mas, aim, [ter Hltwqtlü avaliar] »tibstituirtri- ¡Hlltlx him dh o, a dwtuasâo nau ¡vrtrsperd , dt/ lucà Para PII' lrdldr isoladamente dean* terna no Congresso não e' a forr mil mam-fica¡ 'Enãnddldntir . iiiiir uma guerra »irrita [pela t I'| | 1 lia lnrlls de rinco anos o t oiiprtmtt lenta i talulizur . t . tprm . into da reiorma tnbutár lld sem ~uuh~~tl lider do governo no Cunr gr senadora ldeii silvarti im 't i, por . na el. , atirma iiui- . i unica posalhllldade de apnn ara volta da CPMF seria ~llt| aihstimiçào por outro (rh noto lili-ii lembniu que a prea NIdFHÍP eleita, [Xlmd Rousseff, lnustrtnl, de Íormd clara, que pri-ti-iiiit- baixar lmpnshb ino- «it-mes na rolha di» pagamew [na, na» irnpnrtiaçtães e na área tÍL'l| l'~Hmt'l1l| Nesse con- iexto, .Krescenttlu J senadora, eiaeia tilberu pensar no retorio de caixa da aaúde pública com re- cursos da CPMF. Segundo ela, esse e um imposto "de melhor qualidade, mais ¡usto e prati- camenie sem stmegaçãn” É consenso nu PSB niitt d cutirqualqucr tema que repre- sente aumento da carta tribu- tária, diz osenadnr RenattxCa- sagrande, eleito pelo pamdu gttvemador do Espírito Santo. AssimcomnolíderRomemju- cá, ele ressalta queo debate sn- tvrt- d CPMF só terá cabimento _ ter iuntn com a reforma tri- butária. "Criar um tributo de iorma imladdélntrpnrtuntx se quiserem criar um tributo, tem que desonerar em outra area. Nao pode ter aumento da car- ga tributária' , aÍlTma ( doar grande. No entanto, mm a re- criação da CPMF, ele Iuria l) (illxa do gnvemn que cheíiará a pa rtirde 1“de janeiro retoma du com mais recursos para aplicarem saúde-pública, uma vtv que caberia a União usar o dinheiro arrecadado com a rontribuiçan em lnteshmen- lnsnoshospttalsdil n-iie ptlblr ca estadual. o V| CB'prt'›1tÍtll| vd0 PMDB, Valdir Raupp um), também tem rESIHgÚtN a olta dacrMFedizquee lllruxülll' pálico ' a fegulanwntilginl da Emenda 29,que dulilwwt 0111' premissas da Uniao, i-. triito. L' municípios com HHWWIHIYPVI tos nrçamenlártux eiii »rude pública. "Tenho rent-butt» HHII' tos e mails dizendo nao ; i CPM Apesar ÓISNU, oia iltÍ' mite que o PMDB ¡iiiiieria apoiar uma pY0pl). |il ilo po- Verno que estahelctvwv nm porcentual "prllellilvrl , ioimi por exemplo, tmn” . otite ix lransações t¡nant-eir. i~ Olíder dnPDTAkiinti | ¡lil~ (PR), avisa que ainda . ii I Un' versar mm sua ban. .iria nim» nado, mai. dll ano )ll'h*tl. |l mente, sena ÍJVULHI l i olia da CPMFdGStÃUqUt' iiiriooiii nheiroarrecildildti 'U*~*-| iiii i s tido em sdúdt' Dia. i. iiiliia que o tributo, extinto. ni . i.- zembro de 2007, nao r i, i . iiili cado em sua lntdlittiitli iii» n» tor ~ parte cobria dlWyll x lx itii seguridade social Osmar Dia. , mii- niioii . HH tra a extinção da ( mn «NUM dera esse tributo HLH~ lllxllt_ porque preserva o» Il i| |il“l. l dores que ganham . iii~ itrlx . ,i láriosmimmus , - niiiii . io momento em qut- Vjlhl ii. «ii [Federação das inaintiia- ao Estado de s. o Paulo¡ e. imini ÍL-: tar contra, em. ,i . ont i. .no que este e um Imptmtii . iii. »o Não si: pode criar nenhum tributo, como a CPM F, sem antes ência e ajustiça do atual sistema tributár o. melhorar a ef¡ MARlNA SitvA, SENADOHA (PV AC? icmpurñadofond¡ mmidadadaiitauiacumpamem Em 2007, o governo Ltila sofreu urna derrota no Senado ao perder a rr . itutençâo da cobrança da CPMF Agora, uma sei nana depois da vitória de Dilma Rousseff, os petistas tentam emplacar a vo 'a do imposto O tema e' controverso no Senado serr consenso até mesmo entre os aliados ttuillurlii its nn» Us mdlh pur tvi. aiii. limiiiitveaiiliaiuatt¡ itiii . - il ii iii» lllÍll| |YUa, r|ÃD)WtY paint l'l¡ vknntvxvplüuhu- i iioitii, iiiblitatli-oiiide' xiii . ar ilio gnvtlrludilv ner i; n. Vi , i n l mieaiirliitiibiiiii, .i hn¡ illliiiLlth¡prINVLÍUHIUÍJII-l xtlllt' VHKNHI . le uni grupo do . ii ii iili ni-. eleiioet-iii mltur hit' ii n i inn» a i-oniribuieiiii iiiiioii . i iiiiiiliiniilniia ot I'M! A upilslgitprtar itii ii iii r tnlllril . i rvcrlil( . iai I'H iiotonerimaii, int-iii- . n. ni-itiianito o iiiouimenio . iii. a. no, ... o miim- de "xo CPM F' o 5m: de mobili/ aiao . .i toi rt-dttvitdti, e pelo nlvluh duas entidades, ti Ordem tlttx Advogado, UBraslIIÔABIOa Conteder. içatt Nacional dm Dirigentes lalllstnx_ p¡ ildün' rain ; b mãnlÍlhdtlçtwa UUHHÀ' riiiouii retorno do intuito Em 2nu7, o gtivurnn prcrlstlr va de «w volt» para dprtwdr . i Inilnutünçiindt)tribulumtls xtr mn. gtiiu o apoio de 45 Pnir duros - o que derrubou . i . o hrançd da CPMF no Pao Agora, uma . emana . ipa. a vitoria da petista D| |md, parte dus governadores clt-ilus ia se rum tributo forma isolada é inoporlunu Se quiserem criar um tributo, tem que desonerar em outra área. RENAYU CÂSÀUFÀNOF [PSB Fx manifestou Ídvtirilvr! .ton-tm no do tributo para, .ls-um pi. di-r . iiimontar o. rn tlrslu . ia area da muldt' «in-m Marma alerta sobre 'artlmanha' Heli iiiiar aCPMFé deixar de repensaro sistema tributario_ alerta senadora . i Hilt| l3ft| Nlilrlnd Sll› . i iAH, t-x-tutndidalil Presidência da RL'- pltlllltil›t'¡i>I'V, 'fl| llllldd e euoan wrlllt* um pnoslvt-I re toiiiiiiLit l'll- liniseubliigm &vlhttttrhl AÁ| '|K1UIA'A taltade (hxptl n. .ii. th» gttvurnanlcs Utvlttn» . iii . a clnpclllhirum na reto. ma ii itnitaria i» diz que a dÚÍPNHÍiY n tliiçitodtvimptrsitts duraiit. ,i l aiup. inlii. i não pas- siiti tlt YPKDHCJ clcitnraü" "Nittiw¡vtrtíutrlnrncnhumlrlr btilirtiuttiiii(TMFmcm antes nn iiioi ir iitn-ient-iaeajustiça do . itiial xhlvtlntl tributario", t-ttiiitrleitieiiiitu a nt-itadnra em . ~l'| I Iuiui-i titniinn , li-tende . i regular im-ni i. i i-'ineiiiiii zu. qut' | i. HHHlil i . iniii-. icçio de tmn do HHVHHUN iedoraia, 12% dtlx¡ . Liittliiist- VWodos muni- tlllillxvlllt: hlllàftillídãrlúdl" . - . li/ .iii. i iiaiideira da mfnrr ma tritioniria ta¡ parte de um consenao oco "Passados pnuctrs dldã do aniinrioda num prustduntcdu País, Vcmt» que . i ruiiirica elei- toral em torno deaaas quest( . e . itropeiada pela baixa dkpur siçao doa governantes recem ttlulttrs em se empeniiarem, eternamente, pela retorma ! rir botaria e pela regulamentação da E t-nda 29 ', critica De . tcurdtl mm Marina, il R** tomada da CPMF t-vilii que t» governo ieniia dt: repeioar o sistematributarioeqiietinovo tributo abre brecha para "uma . irtlmanhd fiscal" , Ualgnlficddvdi¡prtr ¡iioia de ri-criaçao da CPMF, iii-rendido por . intro dm nur 'tl› governadores e que rec-o beu da presidenteeieita . i indi- cação du que nao orererera muita resistência a essa tmldr de", observa . l senadora / tiiiiiu , iiliiixtii | llIrV| IvH'llllr U riiiiiiii~ Hllltillrll! il› ui Ltiiti mt iiiIi1."4 iiiiii lÍWÍI iiiiiii. i,i . iiiiii, ii, iiiii. ~iii riii , inii i, .çii . ii it. MH. Hi1 iiiiiIi iiiltilii . ii Para elii, .i . irri-eailiit-. iti i ri ceu mesmo ttllll o iin CPMI i-quenaiilia r. i¡. io; ~.iri . xuii vnltu A qlhlgiltl par. , i riii-lrioria da tiuiiiiii. uii› da Ml . i denamere~tinieem. irrei. i.l l' mao, mas na . li-teriiiin. it. ~ii pitlmcadedesluiartomtinto do. tirçdmcnltls iedi-rai i- L'~Íi1 Lllldlspilm ln| p|l'llt'lllt| r~t'rl (o que . itenda ; o H| '|l'~ltialtlt ~ da populaçao' i / Temporão rebate criticas sobre falha na gestão da saúde Ministro defende auliixaçao intreiii al itiCPMF na saudee afirma quea sociedade tem mesmo que discutir issr mimslroitisiiiit. lo se' Gomes lvlllplllntvr deíendeu IYHIVHY ii no cessldade de maori». Hxtu pa, ra o sL-lur e reimtiiii . o , iiiiii mllnlumquethtnntilltít* l. i.i. ii nha"e “lenga-lenga , th . nn-in alega que oque taiia . ltlxrlltll e uma gestão melhor x. .. llHlr ma . ÍTÍQHQLCYBMCPHN t| l~i tiv eai obruaxlullitdilflWll para iinanciarasaudeaiie, waiiiiao Temporão, nei-t -~ . i ar HH timentus em torno ilt- I<~ *il oii R$ 60 hllhÕes Existerrialgumauom na ri¡ mlm, minnrlláriits I : sui L' positivo, quevêm i oni . i r l›i. i iadainna, lcnga-lengii do . iiiii a aaúde precisa dv llml~ (ÊONAÍÍZO ministro argumenta desmtiiali/ .inti- 'thtll'*t' l 'H. Ytt JINÍPHIH Qtlvmfdlii ¡Nwl i, il à iítw una de ~| '|IS mai; - iuii. ¡llillltlà . to saude e aciia . iii. .. t-m qua' ter uma Jllth . li -vt'u_| tI| LÍtt'tl(('›: tTlt| H i. Hultllill . i-. iiulenoii U5 de» lir-ilttlllltítisIltrprbàildotnln nx N t Hxth itii CPMF, para ia- / Vl . np. li1 it ¡iriiiiario pela ai. .i i-iiiiiiiinita e tapar llutrlk hlllilitixtltltlrgrlluvnill 'Quitlr tIHUl »oliituo que venha . i ~t>r inipiaiiiiii ida tem iiue fnnr por iailii . ilint-itic- tom o que ilttllllttttl l oiii . i (PMP, por, .iii. ioi iiiiititla ; i Uflfdddf hnhllt llii iiiiia à-uhlçnu para o iiii ! IU lilllll*ll| t|| 't'HWEÍUUQIIE | '~il ~iiliii iit não rt-mlxeu ab- «iiliitiiiiii lili iiiitid Osrtwurstms [Ulillll l1l' lados", dt-rtrlrtttl U ! HHHNÍHI iiii Maputo, onde . ironipaniia o presidente l H/ lnácinLulitdaSilxae-m xliagum oticiai a Moçambique o importante, na opiniao do 'roiiiporao e que a . suclcdildts, ltcste momento, voltou a d rulir a nucusstdilde de BUSH' rem nnvn: recursuspara a sau- de. Eli. - . irlia tambem que o Congresso, ao estabelecer no- vo: fontes de Ílndnrlamcnhl, tem de t-stilr atento para nao deixar brechas que permitam que os recursos seram desviar dos para outra: :ÍÍQ<1›, FUI1IH . icon teceu no pas. do “Essaeuma docu nlegltl- ma e jun. : Tem gente que e m- dicalmente contra a criacao de um nuvnimplvsln, gente quee a favor Oqueeu detendoeque nao sela debatido de maneira brlsldnleampld PPM »ia-u-. tml. brauieiranaiu- nan podem. .. ócurrertiriscitdemanter. i._iti ile corno está e . iii-gar que ¡in- . adeniaiag. ,d w Questionado ee nao . i.»i. i um problema de gtNKttl, »na da tired ertmñmira, dit Fri/ un daqucdtwvitiuturutttrxtwp. : ra (Ubrlroulrasdvssptwth, iulllt mslmdÍlrmtru itiiiieni». queremioparaosuseiiiieuia tlnlversdl, iteniialidadt- . io. possa . itendei a todo. .iii. queiram utilizar ¡Nlt- . mt-im Para isso, nao tem ii-iio ii-iii tluubtltdrmabtllllhvlrtl en» e pouco Nao eatarnto Ídtdndti dcmaL~R$10bl| húes I¡ tdmio fillandndt' mrll~ R5 50 bl1hiw~ R5 bl) bilhões, pril rL'>U| ttri problema da saúde i iii
  5. 5. I tiptopocptpettpt ndnd-tctrntaderioverrttriodrzotn v* 7 sobre todas as Iniciativas uuetertliatti impacto, ele [Lulal vai rotiirersitrdtria presidente eleita Alexandre Padilha : A "í (I 1"* CT. ? . l , ÍTÍFI til' u¡ Ministro do Fazenda viaja para Seul ao lado da presidente eleita, que slnalizou seu piestlgloe a sua permanência no governo, como deseja o presidente Lula ã no processo de escolha de sua equipe economica, ã presidente eleitd, Dilma Rousseff, aproveitou a viagem d seul pdrd dar uma mostra de que o ministro da Fazendo, GuidiiMdntegdests muito prestigiado e poderá permanecer no cargo, como quer o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mantega foi o único minis- tro dd atual equipe a acompa- nharDilma nosdols trechosda viagem de são Paulo a seul, e corri eli permaneceu por mais de 24 horas, trocando ideias e coniidencids - se bem que tn- terrompidãs durante um certo tempo - sobre o dnidl governo e o proximo. No primeiro rre- clto da viagem, de são Paulo a Frankfurt, pela TAM, Dilma e Mantega reservardm dois dos quatro lugares da primeira classe. Seria ã oportunidade para conversar o mdis longamente possivel sobre o futuro do go vemoe d reunião do C-20, que ocorre em seul. soque tiveram uma surpresa. Ao chegdrem a primeira classe, encontraram utn dos lugares ocupado por uma jornalista. Dilma recla- mou: "Aqui e uni lugãr priva- do". Mãsnãohaviaoqueiszer. Elas Mantega ficaram posicio- nados do lado esquerdo, d re- pórter do lado direito. Entre eles ficou uma poltrona vazia. Mas, sent privacidade, Dilma preferiu donnir, Assim que chegou s primei- ra cldsseequeseviu sern a pri- vacidade que pretendia ter, Dilma aconselhou os reporte- res a tomarem utn comprimi- do para dormir, porque a via- gem seria longa, disse. Depois, falou de seu medo de avião. E lamentou não ter ao lsdoopre- sidente do PT, José Eduardo Dutra, que na campanha can~ tãvd músicas de sucesso para ela, o que a fazia relaxar. "o Dutra e uin grande cãn- tor", disse d presidente eleita, lembrando que ele interpreta- rd para ela de Cartola ã Jerry Adriani. o próprio Dutra lia- via contadoaosjomalistas que cantava para Dilma músicas de Noel Rosa, Clara Nunes, Elizeth Cardoso, Maria Bethâr ma, Mário Reiseoutms. Foien- tão sugendo a Guido Mantega que assumisse o papel de can- tor para reldxdr d presidente eleita, Guido, que ein outros tern- pos foi o organizador do livro libertário Stxu e Poder, pediu desculpas: "Eu não tenho esse dom". Em1979, quando o Pl' ainda erd um projeto de parti- do, Mantega coordenou, tez a introdução e escreveu o cãpi- tulo inicial do livro, editado pela Brasiliense, corn direitos posteriormente cedidos a0 Circulo do Livro. S6 trutdd - Dilma, que visi- velmente havia engordddo durante a campanha, mostrou que está cuidando da saúde e fazendo severa dieta. Rzcusou todos os champanhes e outras bebidas nobres oferecidas a ela. ?referiu água. E, quando perguntada se para ¡antarque- ria tiledensmotddlodetrdngo ou de carne, preteriu trutas, três apenas: kiwi, uvas e me- lão. Mantega tomou sopa de espinafre. Padilha: Dilma não definiu prazo para formar ministérios Tradicionalmente a deltnlçào é até 23 de dezembro, mas Dilma nada disse até agora ministrti de relaçoes Institucionais, Ale- xandre Padilha, disse- nesta terço-terre, 9, ques presi- dente eleita Dilma Rousseff (PT) não estabeleceu prazo 'ne-m para começar, nel-n para concluir" a escolha da nriva equipe de ministros 'A tradição dos presidentes t-lt-ittts é definir ministério até 23 dt- du/ embm Miis d Dilma iiiii estabeleceu prazo nem pa- ra começar nom para con- cluir”, afirmou oministro, que esti hlYie no congresso Nacio- nal conversando corn lideran- çassobrespdutddevotdçaodd Câmara edoSenado atéo Final doano. Padilha disse ainda que o presidente deixou claro dos ministros em exercicio que ne- nhum deles e dono da pasta PREFEITURA DE iãsãomuw ABERTURA os ucrnclo Encontra sd dodito nu cãoiridtc IICIUIIIDIIÀÍÉ orvlsAo TECHDCA DE SUPRIMENTOS ~ sus. : O que todo mundo tem que saber é: o baralho mudou de mãos. Acabou uma rodada, agora o baralho está na mão da presidente eleita. ÀLEXANDRE PADILNA que ocupa atualmente. "Quem vai decidir o gover- no, ministérios, e a presidente eleita. o que todo mundo tem que saber e: o baralho mudou de mãos. Acabou uma rodada. agoraobaralhn está na màoda presidente eleita, está mistu- rando as cartas, nenhum mi- FREGÁD ELETRÔNICO : tzmoribsus E, nmooua 20100512014 destinado eo registro d. preços ae MEDICAMENTOS mu ltrettniustrro os usrsnutttltçio oo pousa JUMCIÁRIO. uiuisrsnio PUBUCO s cottssmos riirsuass - ltçoss JUDICIAIS, p otvisdc rdcnrc. o. Suprlmlnlo¡ sMs: Gtupc rdcrticd dd cornpidsiirr udicidt do tipo rtrdndt prvço A nberlururlalllaçâo dl ¡assho public. de rat-plo ocorram a p idpr to no p do dis u de novembro de 2010, l cuido de t- comi-ud Penn m do Lltluçócl ds Secretaria Municipdi dd sdudd oocuuzttrliclo -vnscla ELETRONICO os documentos rdidierties ts orwostns cornerctpit e lnllol art . rriprcm interessadas dciieuo ser dricsrninrtsdos a pprtir d¡ dirpcriitiittrscto do tirtrrrir, WWW corrtpiprttetpoiipt. did a esta dd rpdrtur. , ddtitoirri- Isoscillndo nu cdirdl asnmm oo sulnt o edllal do predio lcrml »com Ie! consumo n/ otr amido noi . mtooo- rrtrarrmtroelodciddauppimltrrr- ÍDiWVihr. wwwseomwllmtmvbv. ou no gspinete da Secretaria Municipdi dd Saudi rt. RUI ocndrei Jardim, :ta - a» andar . Vil¡ tauãrdue sro r-. utdisv - cepoizzaoto itrddidntdd rdcdinirndntd de laxa icruiente dos custos ds reproorrri. do tolul nim¡ do DAMSF Dotumerrio de Arrecadação do Municipio os Slo mto j” Plgsrsrrunl¡ os SAO PAULO coulumcAoo Ds ucmçlc ensaio PRESENCIAL N' uJnISVIAA/ zolo vnocssso ADMINISYRAYIVO w nimtustst DBJEVD. CONYHATACÀO ns sslwrcoil TECNICO¡ ns MANEJO s CONSERVAÇÃO os uaouss Muttictwtrs no carmo GUARAPIRANGA: »nous GUARAMHANGA: »nous EUCALIFYDS: ?maus NABUCU; VAROUE ; Amo olAs s manu: ssvsno EDIIESi no sspcciiiedcoes constantes no rsrrrip da rtsrereiici. - itttsxo oivissd rccnicd M ccstdo dd Parqurs - oewtvs 5 perto integi edirid s. ncid elellvimonle tivesse sido transcrito c cri contorno &amar; disposioies do dio Cohvncllmrn A COMlSSAD eenmuznre DE LlClTAÇAO~ CPL A Irwin politico du ou Reabertura do predio Fllsarrcrnl . tri opigrnln sdit ualtzad¡ rio ttovsrgtano dc sitio, tr -att nom. n¡ Ru¡ do Punho. um», tt-. nddir. PREGAO pnsssttctltt n- tiswsvuuzotti Pnocssso ADMINlSYRAYll/ D n- 201041154510-0 DEJETD: CONYRATAÇÃD ns EMPRESA ESPECIALIZADA u¡ PRESYNÇÀO p: senvicus YÉCNICOS os MANEJO s CONSERVAÇÃO nos PARouss MUNICIPAIS Do cnumrnnnnro: runous CIDADE DE renome. PARQUE JARDIM ssucimns. »nous RODRIGO ns GÁSPERI, PARQUE sAo nolllittcos s mnous vlut dos REMÉDIOS, nos tiirrriot dis espocrliorçodr constantes noruinto dc ndrcrincid - ANEXO l. doendo pel. oivisid rdenicd d. Geslãü de izsrduss - DEPAVE s plne integrrntd dest. sdnal conto n iinr Dlelrvamanla tiudsse sidr transcrito e IM conrorrtridrdd com u dentais disposipods do ali) corrvpcalorlo , A COMISSAO eenmnsnrs Ds LlClYAÇAO- CPL n tam¡ piitrirdd dos : asim oe nesoertut. do Progáa Fleselrcl l ein epioidni ser¡ inline¡ no ttovsudao d. mui. n one how¡ n. Riu do PIIIlIB.3C1Í3”. nddt. Cáüilzl rio pteoo du SECRETARIA MUNlClPAL DO vsaos s Do MEIO AMBlENTE quando as empresas interessadas ont psnictpdr dawnlào dntrupdr dr documento¡ rsrdierttes sd Credenciamento d oocirrscro d. currtprtrridnid dos condicoes de ursiiitrçsp ds rrrvdtopds contenda s Proposta od riscos ~oscrlll o em Mell) elelromce e os Documentos de HzD-lltaçio diivtdntorrr. no Fragoello o csdeins de licitação : ompmlo d. ddiidi e dos anexos. podem ser obtido ! Im custo . trem da lnlimll pelo site mu: ie-nzgociusgd cansei-ira se gay ty onde idiessddds adverte rs cddnstisi conlnrma tirientsceei nu rotirrdo mediu crio-gd det (um) cruz ou com um trio, n. uridudsdd lJcllaÇào, situada nã Rua do var-iso. n°s 337/36¡ s- lndlr Paraiso. si. Gian-I. dll usou 1517 oonprps reis me IHIMFJJSG-Slüãalu : assaltos IIÉHMAXVIIDI IDOMIICIMIIÍHII nistro e nenhum partido é do- no do ministerio que ocupa", completou Padilha. De acordo corn o ministro, Dilma tormdrã uma equipe corn a Cara dela. "A presidente tem seu tempo. Mulheres, de fonna muito especial, tem seu tempo, são mais cuidddusdso tempo e dela, da presidente eleita", pondeniu. Lula - Padilha disse ainda que o presidente Lula conver- sará cum a presidente eleita Dilma Rousseff sobre as Vagas em aberto nã Esplanada, antes de fazer qualquer indicação. Uma dessasvagaséa derninis- trodusupretnoTribundl Fede- ral (STF), aberta desde a dpo- sentadoria ds Eros Grau, em agosto. 'Todas ãs iniciativas que te- nhdm impacto no próximo go- rliinngiiii¡ / rdltdini , n _A . .A -. u '4 4.2.4 Mumogazdodirloudonowlhpmcnmnmuuchkliwbanumnmapruldonhdohumviapm A sós - Ao chegar d Frank- furl, Dilma lamentou o fato de não terpodido conversãrmdis sobre economia com Guido Mantega. Mas, na segunda fas se dd viagem, de Frankfurt d _AndmDuul/ Aí : doll __ lotado: "Nenhum ministrou Illfllllllll punido Ó dono d¡ mlnlnbrh qu¡ ocupa", ti¡ Alexandra Padilha. verno, ele [presidente Lula] Vai conversarcom ã presidente eleita, seja sobre oSTF, sobre as agências reguladoras [que tem cargos vdgoril". l' rodada -Um dos coorde- nadores polftic da transição, o presidentedo PTJosé Erduar~ do Dutra, deve concluir hoje ã primeira rodada de negocia- çiocorn os psrtidosdliadosps- ra a composição do governode Seul, os dois puderam ficar so- zinhos para as conlabulações futurãse ã montagem da equi- pe de governo, dgoci setn d presença da jomalista na pol- trona ao lado. Dilma Rousseff. segundo interlocutores da transição, Dutra tem recebido as demandasevai repassar pa~ rd a presidente eleita, quando ela retomar no fim de semana dd viãgemdseui, onde partid- pa da Nunião do G20. Aexpec- ! ativa é de que Dilma tenha uma nova rodada de negocia- ção com os aliados após rece- ber os pedidos. NdcidadealemãDilmds-. iiu paraesticaras pernas. Durante o passeio, comprou pur a5 eu- ros um bonequinho de solda- do alemão. Pagou com dinhei- ro que tirou da carteira, me; Dutra fará uma triagem lld> reivindicações. Ele conversou com PMDB, PSB e PSC na w- mana passada. Ontem, rece- beu llderes do PCdoB, do l"T(' e iria se reunircom PDT e PP. Para hoje, Íorzm mdrcddos encontros com PR, PRB e PTN os minlsterios dos Transpor- tes, Cidades e Integração Nil- cional são os rndis C0bÍÇad(7› pelas legendas. (Agências) ii l . o-i l, l_i, i.. it-ljtir-l: l lguns dos empre- endimentos des- ta c a d o s c cl m o exemplosdeobtãs pública na campanha da pre- sldenteeleitmDilma Rousseff - corno a ampliação do siste- ma de esgoto de São Luis, no MaranhãtxoBerçode Atraca< çãodo Portode Vitória ea Fer- rovia Norte-Sul - deveriam ser pãtãlisddos exatamente por apresentarem problemas serios, que podem acabar comprometendo o seu pros- seguimento. A advertência parte do Tribunal de Contas da União (TCU). O Tribunal relacionou 1B obras dorrogrunts deAcelera- ção do Crescimento (PAC) en- tre as 32 que apresentam irre- gularidades grdves e que, por- tanto, devem ser interditadas. Algumas dessas obras fo- ram apresentadas corno orgu- lho da administração federal dutdnteii campanha da candi- data eleita do Pl' à Presidência da República, Dilma Rousseff. Lista - Entre as obras li a- das estão d ampliaçãudo siste- ma de esgoto de São Luis, no Maranhão; a construção das obras do Berço de Atracação do Portode Vitória, nolíspírito Santo, e as obras da Ferrovia Norte-Sul, em Tocantins. As iêlüã-*L il ele¡ obras do PAC estão distribuí- da5porl5das 27UnidadesFe- derativas do Pais. Ao todo, foram fiscalizadas 231 obras, cujos valores che~ gtim a somar R$ 35,6 bilhões. Segundo o TCU, se todas as recomendações de correção dus contratos forem aceitas, a economia para os cotres pú- blicos pode alcançar aproxi- madamente a c a s a d os R5 2,6 bilhões. l No ano pas- sadthaaçãodo l TCU motivou críticas do go- vemodotribu- nal, inclusive por parte do p r e s i d e n t e L u i z ln á cio Lula da Silva, sob a alegação de que o órgão estaria apare- lhado pela oposição. O TCU manteve o veto às obras de duasrefinariasda Pe- trobras: a Abreu s Lima, em Pernambuco, e a Presidente Getulio Vargas (Repar), no Pa- raná. Os dois investimentos ri- nttani sido interditadas pelo TCU, no passado, mas o presi- dente Lula ignoroudrecottten- dação, autoriundoa liberação do recursos para ds duas. cd- hiltillt¡ bersdgordsos parlamentares dd Comissão Midis de Orça- mento (CMO) decidirem se apoiam o órgão ou se endos- sam a iniciativa de Lula. irreguldridsdei-Areldçdo das 231 obras audiladas pelo tribunal e as 32 que apresen- tam indlciosgrzvesdeirregu- larldades - corno sobrepreço, superidtursrttento, licitação , ,.. s irregulnpro b l e tn d s a m- bientdis e id- lhas nos pro- ¡etos - foram e n tr e g u e s , 0 n te m , a o S à presidentes da Câmara e do Senado - o > depu td d o e vice-presi- _ dente eleito Michel Temer (PMDB-SP) e o senador José Samey (PMDB-AP). O TCU também recomen- dou aos parlamentaresareten- ção do pagamento de seis construções que apresentam indícios de superfaturamento. DuasdelzsestãonaBahiamin- culadas a Companhia de De- senvolvimento do Vale do São Francisco (Codevasf) e à Com- pãnhiã de Trens Utbsnos. E as demais, no Ceará, Goiás, no ; i rllljirrri aiii ; um Ji' : grill : +7 Ílfif! a3! lrljfl¡ r iilt-Lri : lalllilillttrxslolit-lszd-! Lil- Illblilklãlill Rio de Janeiro e em ltotiimi A entrega da lista de obri- embargadas este ano octirrt depois dã polémica provlwiidil pela aprovação de itens nu l ci de Diretrizes Orçamenláriat (LDO), em agosto, que facili- tam os gastosdogovemtieittti- dssbrembrechasperutugtrdi riscdlizacão do TCU utn dus ses dispositivos dututirtitt . Petrobras e Eletrobrds d fltlt tem totd da aplicação de tillw las oficiais de preços. De acordo com o president. do tribunal, ministro Ublrtltiir Aguiar, a medido ¡mptirti "malorssrssponsabiIldadesdt' congresso". "Nosso trabalho é lécntcil subsidiamos as duas Capas. A decisão de alocar ou não rucur- sos e do congresso, e não di tribunal", afirmou, sem cn mentar d iniciativa do prest- dente, de ignorar as recomen- dações do tribunal. Relator do processada fisco liução das obras, o vtce-prest dente do TCU, ministro Benin min zymlendeiendeu uma le propt-is disciplinsndo asiiudi torias de obras piiblicds, sem . vinculação à LDo extstenti hoje. Para os ministros, os 1~ anos de atividade coinprovd ram a eficácia do sistema util¡ Lado pelo TCU. (AE)
  6. 6. mllfithlrl, rude novembro de : um Duma na COMÉRCIO O raçaiiitaiixatela: noararllqueascolsasntamiixaisiaceir. Prrsldtnle Lilia mana. . "Salnmnrqlndoptnodolllonadwlinõupodcmmtmíuwul, mcuulumolquoelcsfâm" Mídia terá / /¡ regulação. Com q Oll sem 0011501150. Ministro defende marco regulatório “por entendimento ou por enfrentamento' Empresários querem regras claras P~ trsslonals da midia aceitam um novo marco regulatorlo Mas protecao nao tllrtrltlrrgtrrril . ta Aew . ..nan llrrlqlvlm . lr lwxinuxnxs tlc kann» v ll x lulrli llllx Koln-riu ii _irtciirlt l Illllvlll, nn st- l- w llilUfllxli lxiliril( tillltl ›x› i lvlitllllt lvl llllt'l- m. xlnirn prununliiu ln ›- utaixnri. tniniirma , x . x m. . llir›sirlt^-ixti. i.l. i “lllrllNililll qiii-qiln. , min. tiuxtnli/ .xraiitlrxsx i4 i. x. ›. ¡Vnliltxlttllrlvlllt il . i, xxxtrin. i . u. lvttlvln m. - r. . . -i i-. .x. »ixr, x.. nimriilairxri. . iwllullplvlImlllluxtlljvltlr lr-. .rx l'll'tlmlllllktlrlllllrlill l'ltl"l ruulilitruir»simrrlrun, tmn li uma l ltlfalx , tllsw «xi llll lll llltlll . lt-r l. ir. ir. ui tir» llli iuuiuliriiitliiiMniliiisdr-qxirr Ilxvltlrtlt'frltlltitlllllxlnpfülVN! ill' puxa-nn. ¡vnrtllltl serrana-r. . . um, . latin ¡vr'l. l~ r-nxprtrsas . lei. u . nmxmi. lidam lni-xln ltmn-i t . riixnrpn . ln tem Mnlqait/ AN ssnciaçau Ntulnurll dm lui' nai. - (ANJ) e Ylkurivrlrulllüllll' ili~lllllCl0lml r- Juruti. n . to tn itpn RBS, iumlvrtm qxir- . x t iinstituiçãortulrvmlpmtt-rivt› ~t'lUl st-twtiiiiii-iituxm: um ml . ix rlllgrll', c- Ulllril tll~t inox. . l l. ~ . itxrixxnii qui' lx. r ¡nnxmstat iara qllrllllld lltll . i iiriiiii l rui lllalalqlllulllUlillltnttlllvlltltl r xluWN' . i iiitoriit-t os illt »iixxis lt l lllstlx tt-x mu». d. .. ¡unx . -7 . inn-x (UHWUVNlUI lilrltli x lu-rlt . x xxx¡ qu. nan ¡iailicipnram tl. i t nnlnir-iitiri x. .. lmirll . lt-t . xrixuni. .lgtlklr u, rli/ .nlniux. xri. .p. i.s, i.i. › nm nur-atiram tlhpiwlgrlt» ¡~. rr. x . r ilvlrriti- Nm twlrtlllnx lllxpttx ltvx tlUNll' qiit- ii. iii mu. lvllflslll . x ivi~, ~ll'| lllLl. |tlt'nl4'ill , rlririr tlrll( . tlnrlrgti lhlril ( ¡ullhurmi- Lrlllt-itl, tir¡ . um lU i-iiiiiiiiiit-. içiituhi l m; Il/ .lilt| tl. l Nrlçüt' Unidas , uni . i lídiieaçao, .i ("ir-nr ia, .i t llllilril lUiiost-ttl . i wpiusen- taça. . lim t-nlprtr~xirllt~ m» Nl" llllllrllltl, t~<ll| lt“illll| .l lllhlhl' lxillnxtlrxn-s ¡li! x-niixuixr. .xrnx, t' »igiiittxalixa . scuuii. txx. ›l. › tl lzxi» twin llliltlllrtl pnra , l . lis rllswltl "Fm lndoxris tnllxtlx, .. [Unid tt-iii um temp. . . ir- lllrllll' , (lI. ~.~L', ltrnlhrilltiitv . rm- lA íiiraiii »i-t "L Unlvçilu . x dança i' ti tlrlllçrl . ll ~ur html", runlcltli-il 1¡r' lili», rrutiirniuiidtt iillt' . rs t'l' illoxrlãthlãtlttmvltlrltlltxiirlvilt» . lr-bato Para i-le, a r ninpiuitari m» ntwtl (Imgrrntl x. . _mal klLWO tliudar ix. . imiirxtarnrx (llt ixinrrtx rugulatórltt l it' . .in-r tleirar pronto, par. . r. ilnvllllll¡ gtlvurno, .inteproii-t. . ill' lr-i rt» , uihimt-nianrlix. iruitxiiixinxtati r-Ir-trrxiinn o tlvllnllltlll ¡mntnt . lbt-rltlsnrl( ttllsllllllgrltl ttvmu . x produção llldbpvlltlvllli' r- . i prtitccíiti Cünlrd . i «tim Pllllrl' qatidemidins i/ lrmr . .ni uni. Prohssor: ~o Buu' má inunda iiiiia ndodolm rwoluçio [educação] um pegar Im arma', di¡ Lula. E Lula agora dá aula de popularidade na Africa pn-snl. me l Ill lim . mi Il. ltlxl5ll. lt'yll' r Ui) tlnlvlll, um . llliil m_ lullrli ixa Lixixersidatlr- It-| i.l tir' tnt-. imtxiqiie, um xinpln. . , rrrrnnlrrzoalunrr. . la . .mx . -r. ni. nii› a distanria, qu. su. . alia pnplil. xrid. itlt- ml lllmlivrt-uulliltltltlclrdhnllult- lmmirwlmit-rmlrtunlltvmallx- m_ . exrriarnsresnliad. .. llvim p. ›¡iiil. irx. t.nltr t'- llll t. u “i-lllrxllnlllln . trxnnm xl. »xrmr . .rm n pmu, .t. - lllvtllltlr'tllnllllrtilhll q. .., .senna, .. qualquer mw l it- ulinll 4| it-mhrar . .n . l. ilvlhrit lvllln il lulu* . lr-ni . ll lt'l't'lll lrllll lvnvrxlmrtti k li-. lniam i-, ixxn ll¡'l'ill klll~tl . uma lllrthtlillslflllfrlnl| '4l›r Lis menus. illllt'lwlklaltll'~ r lWlllulll que piisiarni . lc ler~lr tllnrllllltlllhlll Hlhlthüglltln I nl. . . tos. tlllt' sru gnu-run mia LL/ Uiltltt irma . erdndr-i. .. li i lllllkdli HVNH' xPÍUT um wii , nn s. .nx, x.ta. rr. .n. .amador. i. ru . nmprnxlxr-inr l lt- t-. prnx an. .r. rrnanaaxmx. r›r. itl. xxl. -, Z' e é bom para Estados Unidos, é bom para os Estados Unidos, E o que é bom para o Brasil, é bom para o Brasil. Peisirirtwi Lili a xmln parti-ira clllli- em . re ii. .. . ln. .im. pula-x . r- ilrttlt' um. . rciulrl . ler-rms. it-rx. m (-207Ailtlhrllrxilrrnl; xlliirll . um n ¡art-. inerxir- nlngillllltl-il n. . rnmndnhulllnírlttlvtl / .t l iila nilrllttvll qiit- . r ll~l. lll Iliirltlt' . .inxlnal l' . is (l| '~ xlllil r /4i| (“v kümpvllllYih dr 'Hill' tlrlmlllmrnldnl um . innln ltllhli, (Wllllllllrllltlnilglltw ximlatt-nnsetxprritr-ritriiixnin xn lembrar quo rniixnr. ari. . para . x-ul, time, par. . . r rvilllltlll uni _it tipresldvnlt*tlt-lt-llilrll ' i. ? ma” i) (llic DYBSlUGPÍE; i l / que deve seu carlslna a PluliO trabalho t: corrigem lillt' i› ¡xriwisn qu. xx llrllltti tuiirliril r~ o l Ml . iliriiirluiii-nx ~Ull~ diigmris llbxtllulth | (ml rrintlit-iiinaliltirlt-s rlbxilrtlrh u ni . i colilrlblllr para . i n' ido duwqulllbrltl . mr. - rlrusvpnbmsupartllllll: lv-amis xnlxriinerxtoglnoal sutrn- . r declaração . ln , xn-. x dunlt- niirto-. iriicri. lllltl “Aral tLtlhnnnrtit-qiitv lltiiltlvllivlll ¡wxllrl n~ Mudam l lnltlim . › lxruii inlfrltl llllllltln , l ula i. lru. u iertiritlt Utiiltw . pi. l' lnllllixlrxluxl »hulml null. . t- tuiiixiniirirlsl ~llllln~l nxrtn» I U qin- r- lutlll ¡xnra t» lílrhll . - lxrnixixaniolsrasil xrwiiir-ixtterr irursnssini, nii-Iluir iixnxsilriiri, r llhllx . nlu-raiiu Ulrl . r ttllll Vtlrlillllvllltitli”tiltlrt p» l'tilrl l iria, m unos . mu-ti lltlx pultk rU/ t punir-nl txlllxrll' | Illll~l0flll7~ 'll x . Unix inll~tl~ ljllillltlllllÁiflNvhtlçlxllwwll' . .o mu» teiii iiiiigiii-iii tlJHtlll ¡nilpilr-srir-ttiiiiiirrxsolxt-n-iini ¡xirilxluiiiri Dtui iiiiip, ii; ~›i. › la _xiiir-riiiiostvia/ nirntnsilqxi. l' inaishiitl lrlillniprx s. ll x ministro Franklin Martins (Cnmuni- cação Social) abnu untem seminário iiitt-riiaclttnal promovido pelo , rum-rim para discutir novas rt-grxtsntlseltlrdemidia digital lnidiii, lovê e internet) Defen- tll'll um novo marco regulator riitiilis . uvliiresderadlodiñasãtr i- tvlt-ctlmilmcações e mandou rm . ido aos' empresarios; 'Ni-ixlxum grupn tem o po- tlvllll'llllffdllaíaÕÍMSHSSÊKLA tllsulssàtrterádeserÍellamum rlllua de untendimento ou en- lri-ntrlmuntu. Ascriticas são trutrrs dt- limas mesquinhas l'n tllm prntessrxral, disse . i ¡xlatr-xa tnrmada pordirlgenr tmit-. iprnciasrcguladurasem ilrllh pnises, entidades reprer stlnttniltw dos veiculos de ct»- nxuix. . . nim e sociedade civil . .rpariirarla que, “apesar do lllnlllvllllh de íúrtas mesqul* lili», nussa strclt-dadt' lem vn- du pani u entendimento". Ellllllllilü> como a Aasoclar tan Nrlclunal delomaislANll, ^~M| t lrlrtiu Brasileira dcRádltl t- lt*lk' isati (Abe-rt), entre nu- tnis, t ll anx iia proposla do gun x rrnt» a tlt' criar novas regras para serum seguldaspeloselor do lultwnnlunlcações e radios riiliisnr» uma tentativa deim- piu cvnsum à liberdade de me irirni. iç; iii e de cuntmlar os melkiktli' comunicação An tldsslilt . ir n temor de truque, r. i "porque todos sabem que rsso nao esta em jogo", ele descon- sidemu quaa Conferência Na- cional de Comunicação (Cons Íecum), realizada pelo gover- no em 2009, aprovou medidas restritivas à liberdade de ima prensa que Estados tentam viabilizar por meio da criação de conselhos decomunicação Propriedade politica - O ministra atirmou que o rats nao discute questões como a propnedadederádloselelevir sões por parlamentares por- que nãoquer debater. Para ele, o setor virou "terra de nin› guem" e os parlamentares usam "subterlúglos" para co- mandar emiswras. 'Todos sar bemos que os deputados e se- nadores não podem ter televi- são, mas todos sabemos que eles têm, através de subterfú- glos dos mais variados". Ele repetiu que o governo Lula prepara um anteprojeto Nosso Natal está chegando Chegou a hora de reservar sua vitrina no Diario do Cnnit-rtioaespecial do l melhor natal da década. dele¡ para entregará presrden te elzitz, Dilma Rousseff Mars tina espera que, quando assu- mir, Dilma encaminhe o texto para consulta pública ou dlsr cussao do Congresso e trate n assuntocomo priontáno Fantnmu d¡ liberdade a Martins disse que os "tantas mas" não podem comandar a processo de regulação de ml* dias no Brasil, O maior fantas- ma, disse, e a tese de que o gt» verno ameace a liberdade de imprensa ao debater o tema "Essa história de que liber- dade de imprensa esta amea- çada e bobagem, tantasma, truque. isso não esta em ¡ogo Segundo ele, "não ixarera qualquer tipu de restrição Mas calma. isso não significa que nao pode ter regulação Iv so entra na discussao para não seentrarna discussão( regula- çãodosetoriLlberdadedelmr prensa não quer dizer que a imprensa não pode ser cnhca- da, observada Liberdade de imprensa quer dizer que a . m, prensa e livre, não necessaria mente boa. A imprensa erra Para eleogovemoquerdar atençao especular: setor de radiodifusão na discussão 50- breonovo malcomgulalórloc' "tem Consciência de que nesse processo de convergência do midia e necessário dar prole-a ção especial a radioditusan lFulhapuss/ AE) 'an l Sóo Diário do " mnahn-uagpuç'“"õ. Lomérclo circula / dos dois lados ' do balcão, x entre seus clientes e concorrentes. .RUBI ~ FELIZ N ATAL ' O Fechamento: Circulação: › l 14 de Dezembro 20 de Dezembro “ . de 2010. de 2010. ; Entre em contato conosco pelos ~ telefones (l 1) 3244-3029 ou (l 1) 3244-3197
  7. 7. IE idades Fíiilziiíi: : , iii-ct fil iiii'i. ii: § MalgnrldoNurdi/ Àlurdu iiroznoio Em decisão divulgada ontem, ¡ulza federal que suspendeu o exame na segunda-feira determinou a proibição de qualquer ação administrativa referente ao Enem, como a liberação do gabarito odas ações reterentes ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) zmo estão suspensas até que seiam ouvidas todas as partesenvolvidas. A decisão ioi comunicada ontem pela ¡ulza da 7' Vara Federal no Ceará, Karla de Almeida Miranda Maia, ao Ministério da Educa- çao (MECLque Íezumaccrnsul- ta a ela sobre a possibilidade de dimlgar o gabarito das provas de sábadoedormingo. Eleiçio - Vale lembrar que durante o segundo rumo das elsiçoesor-: nernioltemadeem- bate entreoscandjdatosàhsi- dência. O candidato derrotado Joseserra (PSDHnñi-mou queo cxnme precisa ser reiormuiado e que os problemas ocorridos com a prova noanopassadosão fruto da “frowddão" do gover- no federal. A então candidata Dilma Rousseff (VT) rebateu as Criticas: "Adro um absurdo um candidatoà Presidência viraqui drzerqueoEnem está desmora- lizadn", afirmou Dilma, em um debate no portal UOL Além de proibir a divulga- ção do gabarito, a lulu Karla de Almeida Miranda Maia, que na segunda-feira havia concedido liminarsuspenden- do o Enem, determinou até a . proibição "de recebimento de requerimentos administrati- vosdequalqueraluno prejudi- cadoou não, seja por preenchi- mento do cartáoresposta, pro- vidências administrativas de guarda e tratamento do mate- nal utilizado no exame e, ain- da, a realização das etapas que antecederam a publicacao do resultado final". A juíza considera importante queo gabarito doEnem não seja divulgado, "porque poderá acarretar acirrados ânimos en- txeoscandidatos eventualmen- te aprovados e aqueles que não obtiveram resultado exitoso. " A ruim afirmou a Agência rs- latin quea assessoria juridica do MEC está consultando sobre qualquer ação em relação ao Enem, Segundo ela, as partes (MEC, LnStitUtoNadOnaJ de F5- tudose Pesquisa educacionais Anísio Teixeira, Universidade de ErasíliLCesgranrio/ Cespee Ministério Público Federal) es- tão sendo intrmadas para apre- sentar as deiesase que não tem prazodeñnidoparajulgaromé- r-itodaquestãosvamosouviras partes e só depois tomaremos uma dedsãn deñrtitiva. Por en- quanto, vale a suspensão do exame", aiirmou. Oprocurador da República no Ceará, Oscar Costa Filho, dlsie ontem que es- pera que a ¡uiza anule derinitr- vamente o Enem. (Agêndas) o rllkllcurrbrru ¡TkIíkl : Jimi-rali . "ls-l a f' r rorertquanto vale a suspensao do exame. Juiza Karla drAlmelda Miranda Mula, que suspendeu o Enem , r , r'. l muauuuiuunpqrduduÃmud-poumurLmundu-&mmleampruaeuum gi. ; criei: ein* t", _i7 r' h _gfílírí. ijil lt V _IF-Z t Comissão de Educa- çao do Senado apro- vou ontem requeri- mento pera ouvir o ministro da Educação. Fernando ocorridas no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) no último llnal de semana. A senadora Marisa Serrano (PSDB-MS) apresentou o convite ao ministro, com apoio do Ilderdo governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-HR). O governista disse que Haddad está 'à disposição' para debateroom os senado- res sobre o Enem. 'Ele (Had- dad) está rezando um levan- lamentoeopoverno nâotem nada a esconder. Ele esta prestando as lnlormaçoes e val presta-las aqui também no Senado'. disseJuca. Segunda Jucá. a audiên- cia com o ministro pode acontecer Já na próxima se- mana. Serrano disse que, apesar de ser lavorável ao Enem, o exame se transtor- mou num 'grande vestibular estatal', 'O que precisamos é resgatar a questão lunda- Senado vai convocar ministro casaram/ tr, Haddad. sobre as lalhas M, mental do Enem, que e alu- dar a desenvolver o ensino médio no Palsialirmou. Na sábado, primeirodla de prova, parte dos exemplares saiu com folhas repetidas ou erradas. Nesses casos. os alunas não receberam todas as questões. Já no cabeça- lho da folha da respostas re- cebida periodos os alunos, o espaço para o gabarito das questões de ciencias da na- tureza astava incorretamen- te identiiicado como ciencias humanas, ouolxn - A Deiensoria suoaramÃnÂas-. rrararrmmvlrw-grandrvcrtliruteranaw «. t, ... .. . . Pública da União recebeu entre anteontem e ontem pano de 3,600 e-malls de es- tudantes datado o Pais que se disseram prejudicados pelas lamas no Enem. As entidades estudantis UNEeUbes, porsuavez, con- tabllizaram 600 e-mails e 5o teleio nemas cum reclama- ções semelhantes. Os estu- dantes se quelxaram do clima de insegurança durante a pro- va pelo tato dos liscais não te- rem dado esclarecimentos precisos sobre os erros da prova. (Folnapress) OAB estuda presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), ophir Cavalcante, afirmou que uma comissão da OAB vai analisar os argumentos do MEC, para seposicionarsobreuma anula- ção parcial da prova do último sábado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Ele também detendeu que o Mi- nistério da Educação tenha mais "controle" e "rigor" na aplicação do exame. "Se a (nova) prova resguar- dar o principio da igualdade constitucionalmente previsto, não veio problema de ela ser reaplicada para um número reduzido de pessoas. se ela não resguardar, obviamente que teremos de solicitar aomr- nistro que repense ou que o proprio judiciário mantenha a sua decisão", arirmott o presi- dente nacional da OAB, após encontro com o ministro da Educação, Femando Haddad. Segundo Ophir, neste mo- mento seria "precipitado" a OAB recomendar que a prova de sábado seja totalmente anu- lada, como recomendou an- teontem a Defensoria Pública da União (DPU), e a reaplica- ção do exame para todos os es- tudantes inscritos no Enem. o ministerio alega, no entan- to, que a Teoria de Resposta ao item (TRI) permite a realização de uma nova prova com omes- tri rm. .. pedido de anulação r i , .g . »ro "a t . , . _ x. . . u. _c_ › I'd l ' › , __, ; íorrtardoiiaddodieducitaícavelcameonpedcmalorrioordom mo grau de dificuldade apenas para uma parte dos estudantes preiudicados. Haddad lembrou que, noano passado, esseproce- dimento foi adotado quando se aplicou uma nova avaliação pa- ra vítimasde endtentes no Espi- rito Santo. Paraopresidente nacional da entidade, e "prudente" que o MEC aguarde a deasão da Jus- tiça antes dedivulgaro gabanto do Enem 2010. Cavalcante de- fendeu que o governo tederal prepare de maneira "ainda mais pronssional" os tiscars de sala para o exame e novamente cri- ticouoserrosvenficadosnaedl- ção deste ano do Enem. "Não tenho dúvida de que erros acontecem, isso eviden- temente se repetiu algumas vezes, há que se avançar sem- pre. Agora, é evidente que há de haver um maior rigor, mrilurcuntrulesobreessaspro- vas. uma prova dessa nature- za, dessa escala, não pode ter erros dessa primariedade", disse Cavalcante. VaumenlowAPoliiria Fede- ral de Juazeiro (BA) iruclou on- tem as investigações prelimina- res para apurar a denúncia de suposto vazamento do tema da redação da prova do Enem, a partir de denúncia feita por pro- fessores de um curso pré-vesti- bular de Petrolina (PE). A Cida- de, a 759 quilômetros do Rectie, e separada de Juazeiro (BA) pe- lo Rin São Francisco. "Há indi- Clos de queahistória tem turtda- mento", atinnou o delegado te- deral Alexandre de Almeida Lucena. (AE) irart CASO BRUNO 'lomrrlulluràn PAULISTANO ENFRENTA 0 CALOR calar voltou com força ontem a Capital (foto). As 15h, a temperatura chegou a 31°C no Aeroporto de Congonhas, segundo o Climatempo. Nós próximos dias, o tempo deve mudar com a chegada de uma massa dear polar à cidade, provocando chuva e queda de temperatura. Já hole REBELIÃO ermlnou ontem à tarde a rebellõo no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luis no Marnnhão. O motlm durou cerca de 27 horasedelxou ao menos 1a "icms. A Yropa de Choque, da Policia Militaria¡ animada para controlar a sltuagãa Corn o fim da rebelião, os presos foram - lwadm ppra o pátio enquanto as equipes vlstorlalvam as celas na busca de objetos corantes e armas. Pelo menos dois revólveres calibre 3B e urn calibre 32 foram apreendidos. (AE) MORTE NO BOPE soldado Marcelo Medeiros dos Santos 2B, morreu na madmgad¡ de ontem após passar mal em treinamento do Bope (Batalhão de Operações Policiais Specials) 'to Rio Marcelo passou mal apos sua primeira instrução haverá risco de temporais, A partir de amanhã, os termômetros despencam de novo e a semana deve terminar com madmgadas frias, com temperaturas em tomo dos 15°C. As tardes voltarão a ser amenas e os termometros não deverao superar os 25°C, pelo menos até oleriado de 15 de Novembro. (Agencias) JUIZ AFASTADO luiz Edilson Rumbelsperger Rodrigues. de Sete Lagoas (MG). acusado de machismo no Julgamento de processos relacionados à Lei Maria da Penha, lol posto em disponibilidade ontem pelo Conselho Nacional de Justiça. Por dois anos, ou mais. ele ficará afastado do trabalho, recebendo vencimentos proporcionais ao tempo de serviço. No julgamento, as conselheiros colocaram em dúvida, alem da Imparcialidade, a sanidade mental do magistrado. (AE) CARNAVAL modelo Gisele Bündchen va¡ desfilar no Carnaval 201 l no Rio. afirma a escola de samba Unidos de Vila isabel. A informação foi confirmada na tarde de ontem pela assessoria de imprensa da agremiação. Segundo a prática do CAT (Curso de assessoria, a modelo foi Ações Táticas), na sede do convidada pela empresa Bope, em Laranjeiras, e foi de cosméticos que encaminhados: Hospital patrocina o enredo 'Mitos Central da Policia Militar. Ele e Histórias entrelaçadas chegoucom desidratação pelos Flos de calrelostE que evoluiu para provável que ela said como lnstmclêncla renal e crises destaque em um dos convulslvas. (AH carros alegóricos. (AE) iatciarraacmbae/ st_ _ _ __ V _V l É 1 snoppmõ PlRAlARlA-A Policia Militar realizou omarn uma operação decorrlbola à pirataria na região do Rua 25 de Março. Carci: da i0 mil relógios irritar ou oorltrdbandeodos lotam apreendidos.
  8. 8. quam-rena ma; iiovemimi MZUYU A s (aranha dz'- iiiiriiuitkx ii. i ¡~ri›. itientt› ivierm Di i mn Rtnusril . mi, ii-iiçan ; i piiii- Íil1|. Â|)n(ym| ((1Âi(› iiiiiin» gnvcrnii i. i ulllxillTl prai-cup. :- tm» UNIR' ivmpn-m- rim mi mlTGldU l' rm mt iu ¡ddl-'Í“Í' AU , xseim . uma H4¡ . .im . Li Y(' nata. , ii. , < illiiflblllgiit¡ iiiiiiisuii. , . nim, um inirlild' iai, i tili)l| fl'li'd t( iwii i, Admitida im uiiiiiu sc- liiillhl, |L'n'1k"~t' qiii- iiuims . ~lir'prcxr> pirssnm . ser . Hll! InhdJHU| niindurrtill! (liiiii| inimupiiiriesiiit iiiiiiiiiit. iiiiii, i, dd i . iiiii- iliiiit- ilt- C *mim Lriinnmiiin ilJu-i da L'i - 'l'Y| iddÚFUdlTdidk'1|"¡| (i('| '4|liLIN1(ii, piin-xvmpln, ir ¡uirilirnirgiiriiin Uiiii dir L VM¡ imuiurtmr]iust-. riliitltitítiiii liA'it'Yi(iUi¡' . rir iUi~lii('fr| l']| lr'iiiiililiitil("iiillriiliitiitl~vldlilir irldil ILIP . iri~i, iii› . IUN lllitirlNwN ii. , pupiiiitai, itlilxiirlfd x, miiiiiiitiiiiuiiiiiii. iiiiiiiiiiiiiai- itliiiiiltiiiüriil. purqllt'(riiiiiiiiiii i ii, giiilhh' PAUL' lA/ Undn i, ,No . ii›. .., ~ii. ,i iiimiiii-iiii, U i| |li'l'iAIHUIYÍiHWJi . riirnm . x . ii rlildgiiüdr( . iiiiiiiii i- . i . ic . ,ii. ~ . i iiimi gt'. iininiiinicni . r puinitndeiiiwi-nx 0i imi-riiiri-i-ii- WÚIIHUY . im iiÍlnHN . um iU pnkitivnil' I li/ iiiiir-iui uiihid5liYil L]llL'. |P| 't'~Uil. iiliiillllhülilli «Írisxiixlthpubilt t)~l'l| i | | Niinifiiiihvtilkkib' , ifliiiliik Widldix pi iii. Iprliniviiii' il. imiiiibii. Nao Vilnhi» n-r, &Utnti mu) Ii mim HU gm i-mii i iii. i, um Pllilhlri inii~l~ifliiii iii» iii-. i-iii Uh i- mi-riiivi-cimónirn- si- ¡aisiiiii . i Im . iiti-nimimr rWpJhxlilluãiii, .i iiiiini- iii iihlnd- ii. , ¡iiii Yl'k'l'iliiiliin' (it nlfllx , i imiii» ii» I'it'. MMN, tl›inuiiiilititUliipllixtiiiinstliiflülã iirrilxiiüxil i~iti , |'l'L' iu Contradição iUiriii-li-, iipiililri. ididrririrlriv iHk' ii-. ii iuriu dtWk' . ¡ililllilldi I im Viliik Vsgiiif uilllii uma Pliilhtii i unimdrinrin t-iii . nii- . mis- yi-i im lHOHUÍrIY| |i~ t' lilliiiiiilix ¡ii-. iiii ii. , lrriri, iviiiiiiniiiiiii Pliiliiti! ihtrliktililiiiliiit xpmisrnrrrs- i. i tim, religiao. .., miiarlii ii, iiii, ,,i, iliillull i1ililuuqufdlúl"~l'l'~pt'r. lflli| i ii-. .iicii-rii-im . i iit1t'| ||4' iii m. , iii' iniiaçlii, riiizli m, trirrm . ii- iii", , ÃilnkilhlilihliidfU/ tlihiiilit' i, iii›~iiii~iiii› ki| il~AÍl/ ULPIFJPIHUN idlvtnpi liiht , ,,i, .~. ilfiis i» -Hnixml ilhpfrâ-drir']| i4'PUlÍf'i| i4i lrihv/ ,tvr iim~ . rumeriim nu HHNIHI) . mii iii. i~ iwr . u th” iIViiI iiniiui pi-iiiii-i iii, iiin, p., ,i. inii»i, i., kit! i . ,,, .,, i,i. i izii. , i-ii- U ami¡ '| t| tiilliiniiiiiiiiii pilfil ii-i ini iiliixindiuhWt in'gilwiiihiiiirir, i. i. ,,, ,.i, i.ii, ,i› ilrltiilrlilnlHit'iuiik›| ,1t| lii4 iiilHil ~t'i , im oii win WxitúlrgdÍrlbllhlflrlvàidflitiiillnhiiiiipl" nimmui»rmiruini-iiiiiiii-x. iii»ri/ ami»iiiu-. ipiiai llliiiiitvlfll, i-m iu . ii- N01' Ihiitiii rum. , IHNÍHI' rriiciiiii tlr-drwm mix iriir-ntiiiiii Iíiix iit-. riiirivri- ÍUIÍUiN'l“'l^i4l| ,till(liiNlãflliviiiiiliii Blnfncentral 4NrlllhiIñ-iiiiiiiiiiiiiiirltirniti' , ii- ii. , lillnhül" twiiii, .iiii , .i. ,~ i›, ,i. -i, ,_ i, iii»- ¡, iii. i.i. , ii›. i-iiii. .,, .ii, t . iiiiiuiiiiiz Pi iiiw que . i pii-. idiuiii- i-ii-ii. . iiiiiiii-i. , . , . iilitllkulllil íunnnrriii di¡ ilirni «i L crririii ! iii i iiirwrtutiiii . iii-mx . i uma ¡wiisiçniuiiiii-iiii tiiWh . i . uiiiiurnia- iii-ii. , iiiiii-pi-niiiiiii iiiiiiiit , viii iii. iiliiusrllnhi- iris Ati midi¡ du ixrtwidt-nii- l lz-iiriiiirt' lcirolltis l Hhàldffrltil' . iii, .ii›~. ,iiiii, .i. i-~. xwiilW l! .lI~ pnniithidviilihhL( . lfiÍH/ HIVHH iliiill HNPUH' LÍUYAU*qllvàilllndnlünhiàLinilivh. itixiiÍl/ rlhin . iiii- Dilma não Lim iiiii gm . um, ilnNiNinNir wi . ii, pimiiidi- m. , Íl~(. i , ii-iii iiiuiihl iiii. , Ch mui¡ uiuiiugiixurriiii ui. i Mm - ti Inlnhirti . ii, i>i. iiii-i. iiii. iir. ›, i-. iiiiii iri-riiiiriiii, :ldmillu Ul'| |L'I'|7 . i pikqbiiltLliil' di* unmiiiiumii-dirçaiiiiiiint-i. ,iii-iiiii. i., .iiiiiiiixii. ÂOMTqllfsillinildtiw'ti int-i. , . m. imii-i-»ia i-iii 45' . . . iUiJHU, poderia UY YULhl/ Iliii . ,ii, .i. i migu- ii-iiiii i›iini. i,i-ii›iiepiiiiiii-ii iitliiixpi( ii. , kinilnhlrliripiliiluqtitülTrtiiivliiti. )iiliirlçmi «um ri-iairiinniin . i mir-rim. , . iii iii'l¡i| '|7i| ' i-ir-iiir di' rt-tlu/ ir u nim nazi . i É i | ii, Íiii i Nr- qnvfrllitihirJYñftnlihifbdipilhiziiiiiiiihprlTUii' tllrll~ i'- bum Cnmfçdf . i imniiiiii iiliiiiirlii pm i. .HJ masi-suprir. , 2"i›0|i TR, i. i , ii. i, i.i 0 dilema entre passado e futuro deus romano iaiiiis eia tiaditionalmenle representado com duasiates, quer simhoilzavam o ieiminoeo , mio de ! areias ou o pasxado ea iiiiiiiii vii- 'U que eie Ela orespcnsavel por *ahiii Hx ¡iiirids para o ano que se iYiKIaVa Àsxim (cimo o personagem fnlluiiiglii) a piesiaenie eieila Dilma Reims? " (leve m, atenta paia que as medidas iiriuntiadas para seu governo (Oluluioi fiã0(oilradlqdm aquelas de sua campanha io passaiiui De «cima semelhante, a mivn mu» (i0 Executivo devera lazer uma diilliigiii) bastante-dara Em! ? IniUalH/ il: do (Jiiipo emiióiiiiio (Oihpluvddaniüiiiv iiiFiikdlPs i- anatrónitas (o passado) e àriiit-Iiis , ,n. - permitam estabelwei um mode-it» , m-im, para o Pais (o futuro] YAM mma ¡ioiapasâapaia Dêiimiidmrdh viiivi~iiiiu . u ii, «, - imuioeiidaviolãu sui-i i iiiiiiiiuiia ; i- iei- ii. . ASINCOERÊNCIAS MAQUIADAS DE DILMA Para Ppeciaiisía goveiiit, êÍiÍiUiiiWi iii ii iii, _i w , i iwiiaiisitiiiisia Qiiqiiaiiiü recua nas puiii . .H , iiiuveía' a a Bularaçõc¡ a. presidente ele »aiii ; mais dúvida! Sob! ! o modelo ii ! GV adotado pelo , im «aiii nistroção tom relação a (nndvtão do economía imiiiieaiii Redução de juros passa por gastos FarnandíPressinott s perspectivas do setor de credito e cobrança com o fu- turo govemo de Dilma Rous- seff são positivas - mas com restri- ções, Ao partici- par do 6° Con- gresso Nacional e 8° Congresso Latino America- no de Crédito e C o b r a n ç a , o consultor Ste- piieiikanitz dis- seque"a guerri- Iheira do passa- d o p e rc e b e u que o socialis- mo exige tanto dinheiro quan- to o capitalis- mo', Segundo ele, a prova da visão mais branda da . presidente 1o- ram as declara- ções dadas em entrevistasiogoapósoresultado das eleiçoes. "Dilma alirmou no Jornal ã ã www-musa Ronin: iures. Naríonrzlque é preciso reduziro cus- to de capital das empresas. Eiaéeco- nomistmsabeque precisadimlnulro tamanho do Estado para depuis bal- xar o Juros. Sinai positivo. " A presl- dentedeciarouquequerreduzira dl- vida interna de 38% do Produto In- terno Bruto (PIB) para 20% do PIB. A explicação da diminuição de custos com JHIOS e simples. Se o go- vemonao precisar de tanto dinheiro para señnanciar, nao tem de vender titulos públicos e pode baixar a taxa aeieiiiuiieiaçaooieiezida ao meio- do (Selic). Com a taxa menor, as em- presasebanmspassamainvestliem projetos. “Investimentos em áreas desconhecidas ou projetos empre- sariais dificilmente dão retorno de 15%, |6%. Àsvezes nàodáo nem4%, Quem vai preferir uma ideia a pordl- nheiro no titulo com remuneração gaunrida e baixo custo? " Errpmslo menor - Oeconomista e vice-presidente da Associação Co- mercial de São Paulo (ACSP), Roberto Macedqque também participou do debate, acredita que no horizonte imediaroaexpansãodevecontinuan mas em ritmo menor, com o crédito convergindo junto à massa salarial. "Dilma fará mais do mesmo. Mas terá que enfrentar o reajuste dos Ie- glsiadores, dospollclaisedosaiárlo- minimo. Também poderá ter pro- biemassea crisese agravare os pre- ços dos alimentos continuarem pressionando a Inliaçaof sobre o 'maisdomesmo', ele aiir- ma que não é uma critica pontual, mas que o presidente atual enfren- tou circunstancias mais favoráveis que seu antecessor. 'De USS 50|) bi- Iheesdisponiveisnomundopormes em sete anos anteriores, Lula teve a disponibilidade de US$ 1,6 trilhão mensais. " Macedo disse ainda que o presidente soube aproveitar a opor- tunldadewrloureservaseincentivou o crédito, que passou de 26% do PIB em 2002 para 46% doFIBem 2010. No longo prazo, Macedo receia queDIImacauseumaumento node- flcitem conta-corrente. Istoporqueo Pais tem reservas consideráveis e uma baixa relação entre divida e PIB. "se abrirmos um buraco nas contas, só será percebido com o passar dos unos, assim como na Grécia', disse, Tambem presente, o economis- ta-cheíedu CitibankMarceio Kfou- ry Muinhos, considerou a que a ex- pansãoprlncipaiem : rédltoserá no setor de Infraestrutura. Manter crescimento é desafio Eveiiiupioimuvido pela i/ iiii. iiiiiiis-iiti ii, iii, iii biLNiiiiÉ tia DOiiiiLíci economica hiñíàiieiid ii, ..ii, i iirxiiiritid , um «ii-iiii' r-Irilii I)iiiri, i Kiill~~vii l' . ivsvgiiiiii i”riilli| i7t' pJrii . iiii- (i Iârirxii niniiti-iiini . n iilt. i~ iirt. i~ ií (Y'«illit': i|i| Hrlrniliiiibililtiiiitl~ Li iiiii. ›iii. ,i iiiri ilii~ ii iii, i« . ii~i~iii. i«iii~riiiiiiiii ii. i t iiiiii i. i, »tim iiiiiii. , iiin-vli . iiiiii iiklii| '~iiiiiliit't'l xlhlvliiiiiiii' ii/ rhiii vii xiii i', iiiiti l'. ir. i iii~iiiiv liiirilx iiirvlimr r-ili iiiiiii pai i. i» i| i|'llt4|'v ii. , gfliliti i-iiihiii. , 'hi0 Uiiiiii ¡Wpüfilkirlx Iiili ¡irlliuiix iÍii1li| iliiir| ~ ii. i Uiifüiiltili' . ii Püiiiii , i tiliiiiilifil, rim. , e. , i. › Aiviviiliiihhihlhi. ifltWrliiifti i-i» ii. i.. ii-iiii~. ;,. ,ii. ., , ,,i, »,i, tiii, .i. ii, i.i ii. , . ii ¡›i. . l~4|i . ii›i. ,ii. ~.i, ,., i.ii i, , i , ~i, ,ii, i.i isxviiii , i iiiiIi . iiiiiixiiiil'iii'iit'iil'i'illt'liiti (iii "UVU i. .iii . .,, ,i. -.. ~ . , PUNJ! i, ,, Uttiiiiilili' iilthh i| ”*-, ,iil| !illlitiüpftuIàiiiiix . -iiii, .., ,,, ,,i, iiliixii iil iiiiiliriii/ ,ii , ~,, -., ›,. ,_ , ,i, ,- , ,,. ,- a. ,i , ,,. ,i, .i, P. , irHiiiititwirxiiiliviiiinr¡Jiilriliriiili i, _i. ,,ii, ,.i, , iii . ,,, il il~i'xiii«i iiiiii. , ,1iiii. 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Ii iii. i~ii l'ii. i t. ,. -iiiiiiiriiiiiiriiliriiititidtiiiili¡ ii i. , iiiii'lriiiiiii. iliii ii, ., .~. ii, ,.i, i., ,i. iiiiiiiii- . iiiii, iiii. ,iinii-iiiuiiiiiii ii, i., iii_›i . im, ,, [iii i i, ,, -, -ii'-i«i'iiiii , viii i, ,,›i ii1'i'- im, ,iii , iiiiiiiiiiiinii- t, i>i~iiii'iii. ii-wiiiiiiiiiiliiii, iiiiiiititi , ;,, i,i›, iii , ,,i, iiiiiVxiiid iWUtiiiiHi n ai. i~. ,,, ,.. i,. ›~, i , iii iiiiit'*t'1 . m. i, Hiiiiiii , .i, ii. ~, iii. . , ,., .› _i xiii, aqua¡ iixi , - . ,,-, . , ii'(ii' ; WI iiiiWii i, ,is. ,,, ,,, i riiiniiii( i xi Iiiiimi( ii. .. iÍhitilk', iNilliLiHi . ,iii i, I'Iii , ,.. i., i,i i. ii xiii I* VNiJFHiÍUIiNItil' I / iglllifl'ftNxitillniniliviipiiiiii , iii iitWillili iiirlxiiülrn i- , ,,. i,ii. , i, 4 ll'i imviuti A'Il iiiixtW ~I›it'iiiri Ui~ I Pimiulifffllltiildk¡ piiii-in . .,, ,,. , m , iillrliiiivliir wliiiwliiqlliulllitlllii_ Pillx( i. iVVNiK ii. i,›. -i IWUINN liL“grIlU iiiiii›. -ii›s illil i iliiililiiillliglJiliirtiiiiliiwii itlii iniiii-piirii». ii-iiiiii-iii . im-ii. ,i . -i, i iiiiiixiigiitw | iIlYt'! llI'~ . ,., mins_ «instvlimiiihixillhix xi, ~liii . ii inn-iii, ii , »ii, ,iiii, ›,, ,. iiriiiiiitWviiii iiviiiniil . iii litriii , ii-. iii iiii | IU . ii- ivntiliitliliix . i, . iiii, .iiii»ri_iç_ii›ii. -¡wiiiiiii. i.. uiiiiiiii i. i iiimiiiiiir. i~, iviii iii¡ i1it'lii i, ,.- ¡, . i i. ii iiilllWiiliiilxfili I iiiiiii ilrliitliiiliili iiiiiliiiiwiii . i . ii›iii. ii~ Iii| iilgil¡ it' | iiN| .›ii, ii iv iiii. .,, ... ,» Kiixiilx! Hibiiktixqlir iu, . i.~, ,›. i.›i. ii um. ..wii, .iii, .›. ii; i-r. ~.i, .i. ,i-. .,, ,., ,i, i.i ii. ›i›ii, ,,. , Inflação avança em outubro Ailiiidgrluiii' , ,,~iiii, ., Hivdlílii , ,i, i,, i, ,,i, , , › NñiiilnaidvVitvá" i_ (Olixuiliidol/ lViiiiii iam ÍKOiIPiÍiU/ Ê" wiiiiiiiii, Ininrivttiiiimlviii iii^iiiiiill BidSiiEilOdr krüiLiliiiiin' FSIdlISiKa iiani, iii, wii-ii», aiiiiisgsopeiiiiiii ÂiMiJiiJSi/ i de 0,45m, Lom U HHLIIIALILJ í IPCA atumuiii , iiu n. - a as . ano e de s zv , › iii! ” i¡ PMN! ” EH(FIIA(ÍO<IYUiiir-pdssrltiií I . i-iiiiiiibisvaiiani, iiuiiuiu- para ramiiiiisioii, ieridiihviiili» mensais (iv um , i iii iiidmh miiiiihos(idxpliiitipdhiiivira iim. m,i« ni, PAP» A iiiiiiçiii, ilivtiiiiçl peiiuw no mes DASMKÍU B' . i YWdIUi ripiiiddd pe-iii m4,¡ im. , wii-t. deuiiiiiniiiiii-xii, jiiii. quando U) ul9çux uhilüiii iai , , Aiiiiiiiii- , Uilii divuiqdtidililiei" , u-ii, LüOYliñiirlfiiiiri(iriii(iiik'siit' pfegüñññilixiiiilii Num-i ÚUS s. i,, i., ›. seiiiiiiuoeia Li i l(i d(LllY| |lii| dridvimiiriii' , i ñiiliihril(iriledñi iii» 1 m tambem , a . iipum i iiiiiaim, n, iodo o . mu Diixuiii i (iudiitii chegou , i4 ii', AQPMHU. ) ioiii- [JYESSDOdüMiiiiiiviiikis› raiiiiioiii nu sHrx/ igi is LUHM, ioieiiiii. esa, ., iiiliUi (Diiliiiliiigrlutitkiii , DAM l iniidçãüiiiüiliit) iiiiii)ii'(itilii doiiwsiitt) 9 s, , i- iannniiiiiiiiiuiix i» Íuiiiiri (iHSldLOii item (iilv em, (Onlilbuifidn paii, i OHIPY a , i du wtA em / iiiil / Utiuiis [En, DNÇU Viiklildflri . i, , liüirl! -. ›,, -, iilligiistiviifiipelii aiii. , iii› invniiii-inneiro liiiliilhii) . diiiQuídêhiljiviit^ 'IPWÚJi iAilliit-'YHO (ie z (i-i Lüliibuilivfix iawiiiiii. . oss , udiiluiiiokt-'imini', baixii tie 0,95 u , i› . IiNJiYliP/ ri usados iieciiodi» 'i › ÚQVUDUÚUSLNVÀUÍU¡ , iiiiiieiiiiiiiis illgixiiiiii uJiirKir ilüàliivdiiF nm . .iii uiiiklbii , mm iii, i i. . i oa »t-ii-iiiiiii, (iliiiiiiiiiiiitiii . i,, , 04¡iiuiiiOiiviüiiiiiidi ou s' iiiiiniiipn¡ mami ilnuiddà pdmOgiiipi ascouiuimoaejiiiiv, A¡ iiiiiiui rii>'iii ii. 'Ai' . .i iv, .,, ,,i wHidÉG

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