Cab estruturado-unidade8

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Cab estruturado-unidade8

  1. 1. Técnico de Manutenção e Suporte em InformáticaCabeamento EstruturadoUnidade 8– Norma NBR 14565 Prof. Leandro Cavalcanti de Almeida leandro.almeida@ifpb.edu.br @leandrocalmeida
  2. 2. “...rede interna estruturada aquela que éprojetada de modo a prover uma infra-estrutura que permita evolução eflexibilidade para serviços detelecomunicações, sejam de voz, dados,imagens sonorização, controle deiluminação, sensores de fumaça, controle deacesso, sistema de segurança, controlesambientais (ar-condicionado e ventilação) eoutros...”
  3. 3. Objetivos 1.1 Esta Norma estabelece os critérios mínimos para elaboração de projetos de rede interna estruturada de telecomunicações, em edificações de uso comercial, independente do seu porte 1.2 Esta Norma se aplica a edifícios e a conjuntos de edifícios situados dentro de um mesmo terreno em que se deseja a implantação de uma rede interna estruturada.
  4. 4. Definições...Área de trabalho (ATR): Área interna de umaedificação que possui pontos detelecomunicações energia elétrica ondeestão conectados os equipamentos dosusuários.Área útil de escritório: Área de pisoefetivamente utilizada como escritório emuma edificação.
  5. 5. Definições... Armário de telecomunicações (AT): Espaço destinado à transição entre o caminho primário e o secundário, com conexão cruzada, podendo abrigar equipamento ativo. Cabeamento centralizado: Configuração de cabeamento da ATR ao dispositivo de conexão centralizado, usando a passagem de cabos contínuos (modo direto), ou dispositivos de interconexão intermediários ou emendas nos AT.
  6. 6. Definições... Cabeamento estruturado: Instalação de cabos seguindo o conceito de redes estruturadas. Cabo de fibra óptica: Cabo composto por uma ou mais fibras ópticas internas. Cabo de interligação externa: Cabo que interliga o distribuidor geral de telecomunicações (DGT) aos distribuidores de intermediários (DI) de edificações independentes que fazem parte do mesmo sistema (campus).
  7. 7. Definições... Cabo de interligação interna: Cabo que interliga o ponto de terminação de rede (PTR) ao DGT de uma edificação. Cabo primário de primeiro nível: Cabo que interliga o DGT aos distribuidores secundários (DS), ou DI. Cabo primário de segundo nível: Cabo que interliga o DI ao DS. Cabo secundário: Cabo que interliga os DS à ATR
  8. 8. Definições...Campus: Área que contém um ou mais edifíciosem um mesmo terreno.Categoria 03: Componentes usados paratransmissão de sinais até 16 MHz.Categoria 04: Componentes, usados paratransmissão de sinais até 20 MHz.categoria 05: Componentes usados paratransmissão de sinais até 100 MHz.
  9. 9. Definições... Comprimento do lance de cabo (CL): Comprimento de cabo correspondente à distância entre dois pontos de conexão. Conector modular 8 vias (CM8V): Dispositivo usado para estabelecer a terminação mecânica de cabos, permitindo o acesso dos terminais à rede. Conector óptico (plugue): Dispositivo que possibilita a conexão óptica, terminando duas fibras ópticas e que encaixa em um receptáculo (soquete) óptico também duplo.
  10. 10. Definições...Conexão óptica: Conjunto constituído pelaunião de cordão/cabo óptico de terminação oude manobra com adaptadoróptico, podendo este último estar interligadoao conector óptico.Conexão de engate rápido (CER): Conexão pordeslocamento da isolação do condutor.Cordão de conexão: Cordão formado de umcabo flexível com conectores nas pontas, com afinalidade de interligar os dispositivos deconexão entre si e/ou a equipamentos.
  11. 11. Definições... Dispositivos de conexão: Dispositivo que provê terminações mecânicas entre os meios de transmissão. Dispositivos de proteção elétrica: Dispositivo cuja função é fornecer proteção contra surtos, sobrecorrentes e/ou Sobretensões. Distribuidor intermediário (DI): Distribuidor que interliga cabos primários de primeiro nível e cabos primários de segundo nível.
  12. 12. Definições...Distribuidor secundário (DS): Distribuidor queinterliga cabos primários de primeiro ousegundo nível e cabos secundários.Distribuidor geral de telecomunicações (DGT):Distribuidor que interliga todos os cabosprimarios de primeiro nível.Meio de transmissão: Meio físico utilizado parao transporte de sinais de telecomunicações.
  13. 13. Definições... Ponto de consolidação de cabos (PCC): Local no cabeamento secundário, sem conexão cruzada, onde poderá ocorrer mudança da capacidade do cabo, visando flexibilidade. Ponto de telecomunicações (PT): Dispositivo onde estão terminadas as facilidades de telecomunicações que atendem aos equipamentos de uma ATR. Ponto de terminação de rede (PTR): Ponto de conexão física à rede de telecomunicações pública, que se localiza na propriedade imóvel do usuário e que atende as especificações técnicas necessárias para permitir por seu intermédio o acesso individual a serviços de telecomunicações públicas.
  14. 14. Definições...Ponto de transição de cabos (PTC): Local no cabeamentosecundário onde poderá ocorrer mudança no tipo decabo, ou seja um cabo redondo é conectado a um cabo chato,com o objetivo de facilitar sua instalação em ambientes queexijam a instalação de cabo chato.Rede interna estruturada: Rede projetada de modo a proveruma infra-estrutura que permita evolução e flexibilidadepara os serviços de telecomunicações, sejam de voz, dados,imagens, sonorização, controle de iluminação, sensores defumaça, controle de acesso, sistema de segurança, controlesambientais (ar-condicionado e ventilação) e outros.
  15. 15. Definições... Sala de entrada de telecomunicações (SET): Espaço destinado a receber o cabo de entrada da operadora onde são ligados as facilidades da rede primária intra e inter edifícios, podendo também acomodar equipamentos eletrônicos com alguma função de telecomunicações. Sala de equipamento (SEQ): Espaço necessário para equipamentos de telecomunicações, sendo freqüentemente salas com finalidades especiais.
  16. 16. Definições...Sistema campus (SC): Interligação entre diferentesprédios da instalação.STP (shielded twisted pair): Par trançado blindado.UTP (unshielded twisted pair): Par trançado nãoblindado, em configuração que atenua ou auxilia nocancelamento de ruído em circuitos balanceados. Umcabo de par trançado não blindado contémusualmente quatro pares de fios conformados em umúnico cabo.Vinculação: Ligação elétrica rígida e permanenteentre as partes metálicas.
  17. 17. Identificação... Quantidade de cabos Cabo primário (P), secundário (S) ou Interligação (I) Qtde de pares / fibrasXX x CWY XXP/ FIBRASYY a XX XXX a XXX Identificação sequencial do ponto ou par Identificação do pavimento (destino) Identificação de origem (opcional)W = primário (P), secundário (S) ou interligação (I)Y = UTP (U), STP (S) ou Fo (Fo)Exemplo: 6 x CSU4p (15)001 a 006
  18. 18. Identificação... Descrição RepresentaçãoPonto de telecomunicações PT XX XXXCabo de fibra óptica CFoMMXXFomultimodo para rede internaCabo de fibra óptica CFoGMMXXFomultimodo para rede externaCabo de fibra óptica CFoSMXXFomonomodo para rede internaCabo de fibra óptica CFoGSMXXFomonomodo para rede externa
  19. 19. Materiais...Cordões de conexão:São utilizados para fazer as conexões entre os terminais da redesecundária com os terminais da rede primária e equipamentosativos instalados no AT. Também são utilizados para fazer aconexão entre as tomadas de telecomunicações e osequipamentos nas ATR. Os cordões devem ser flexíveis e atenderaos mesmos requisitos e caraterísticas em todo circuito.
  20. 20. Materiais...Tomadas de TelecomunicaçõesSão elementos usados para estabelecer o acesso dosequipamentos aos terminais do cliente, no PT.Quando são usados cabos metálicos, as tomadas usadas são as deoito vias/contatos, compatíveis com os conectores modularestambém de oito vias/contatos. Conecta-se cada fio do cabo a umavia/contato correspondente da tomada.
  21. 21. Materiais...Dispositivos de conexãoSão instalados na SEQ, no AT e PCC. Eles têm a finalidade deestabelecer a conexão eficiente, segura e perfeita, doponto de vista elétrico, mecânico e óptico, e atender os critériospara transmissão de informação na velocidade para a qualestá dimensionada. Os blocos podem ser montados em painéis demadeira tratada, em bastidores metálicos, ou ainda fixadosdiretamentena parede.
  22. 22. Materiais...CabosMeio de transmissão responsável pela transferência dainformação de um ponto para outro. Na rede estruturadautilizam-se tanto cabos metálicos como ópticos. A opção pelo usode um ou outro, é feita em função de: topologia, interferências oudesempenho dos pontos a que se pretende comunicar.
  23. 23. ProjetoSequência básica:- projeto de cabeamento interno secundário- projeto de cabeamento interno primário- projeto de cabeamento de interligação- detalhes construtivos- simbologia, notas e identificação docabeamento
  24. 24. ProjetoDevem fazer parte do projeto desenhos específicos, contendo:- planta e corte esquemático das tubulações de entrada, primárias,secundárias, cabos primários e secunários- identificação dos cabos primários e secundários conforme simbologia eidentificação- indicação do comprimento dos lances de cabos primários, no corteesquemático- tipos de dispositivos de conexão utilizados- localização das caixas intermediárias- detalhes dos AT, da SEQ, do PTR, do PT e de outros elementos
  25. 25. Projeto de rede secundáriaO desenvolvimento do projeto consiste basicamente em projetar cabosque partem do AT e atingem o PT na ATR.Elementos constitutivos:- blocos de conexão, painéis de conexão, cabos, tomadas detelecomunicações e cordões de conexão.
  26. 26. Projeto de rede secundáriaCaracterísticas:- O cabeamento da rede secundária adota a topologia estrela, cujocentro fica localizado no AT do andar- As redes lógicas ou serviços que utilizam esta rede física comosuporte necessitam de pontos de energia nas ATR- Conversores de mídia devem ser colocados externamente àstomadas de telecomunicações e não são considerados como parteda rede secundária- A rede secundária pode ter no máximo um PCC, localizado entreo AT e o PT- Não é admitida nenhuma emenda no cabo- Para cada ATR de 10 m2, devem ser previstos no mínimo dois PT- A escolha dos cabos deve ser em função dos serviços e demandasfuturas, podendo se utilizar meios de transmissão diferentes emcada um dos PT.
  27. 27. Projeto de rede secundáriaDistâncias admitidas:- O comprimento máximo admitido para o cabeamento metálico é de100 m - o comprimento máximo do cabo, contando desde o dispositivo determinação do cabeamento secundário, instalado no AT até o PTinstalado na ATR, deve ser de 90 m - admite-se, no entanto, a existência de um único PCC neste trajeto,desde que o mesmo esteja a mais de 15 m do AT- Admite-se ainda um comprimento extra de 10 m de cabo na redesecundária - 7 m são utilizados no AT do andar como cordão de conexão entreblocos da rede secundária com a primária e entre esta com osequipamentos ativos - 3 m são reservados para conectar o equipamento do usuário ao PTinstalado na ATR
  28. 28. Projeto de rede secundária
  29. 29. Projeto de rede secundária
  30. 30. Projeto de rede primáriaEntende-se como rede primária aquela que serve parainterconectar o DGT com os DI e/ou DS da edificaçãoElementos constitutivos:- dispositivo de conexões, cabos e barras de aterramentos, sumário dosPT em cada pavimento, interconexão entre os AT nos diversospavimentos da edificação, identificação dos cabos e CL dos cabos.Características:- A rede primária também assume a topologia estrela em que o pontocentral pode ser tanto a sala do DGT como a SEQ- Do ponto central da estrela, situada na sala do DGT até suaextremidade localizada no AT, só pode ter um PCC- Cabos UTP 100 Ω, STP 150 Ω, fibra óptica (multimodo e monomodo).
  31. 31. Projeto de rede primáriaDistâncias admitidas- As distâncias máximas admissíveis para a rede primária dependem douso a que se destina
  32. 32. Desenvolvimento do Projeto- O projeto constitui-se no detalhamento da distribuição de uma rede detelecomunicações, em uma edificação de uso comercial, contendo toda a infra-estrutura (conceitos de caminhos e espaços) necessária à sua implantação.- Conteúdos: - localização da SEQ, do DGT e dos AT - planta contendo todos os pavimentos, indicando a distribuição dos PT, aserem instalados nas ATR a partir dos AT aque estarão sendo atendidos - determinação do caminho a ser seguido pelos cabos na rede secundária - definição da prumada da rede primária - que todas as plantas devem ser desenhadas com a simbologiapadronizada - planta, indicando a localização do PTR, e sua interligação com o DGT e osAT - planta de situação ou implantação.
  33. 33. Desenvolvimento do ProjetoPassos:- elaborar os detalhes das ocupações dos AT, da SEQ e do DGT- definir o tipo, a capacidade, a contagem e o CL de cada caboque alimentará cada um dos AT dos pavimentos- definir o tipo e a capacidade de cada bloco ou painel deconexão que devem ser instalados nos AT, da SEQ e do DGT- elaborar o diagrama unifilar da rede ou corte esquemático
  34. 34. Desenvolvimento do ProjetoIdentificação dos cabos alimentadores 2 x CPU 25 YY a XX 001 a 050 Último par do Cabo Local de destino Local de origemQuando instalado o cabo deve ter suas extremidadesidentificadas
  35. 35. Desenvolvimento do ProjetoDefinição dos cabos alimentadores- o alimentador da edificação será definido pela operadora,conforme a demanda do usuário- tratando-se de SC, recomenda-se o uso de cabos ópticosdielétricos- atender toda demanda de serviço através de cabos metálicos- utilizar preferencialmente os cabos metálicos UTP a partirda categoria 3- atender a demanda de serviços de voz com cabos metálicose os outros serviços de alta velocidade com cabos ópticos- atender toda demanda de telecomunicações com cabosópticos exclusivamente
  36. 36. Desenvolvimento do ProjetoDimensionamento dos cabos- A capacidade do cabo é definida dividindo-se a quantidadede pontos acumulados no AT pelo fator 0,7- Em função dos valores obtidos, determina-se a quantidadede cabos a ser utilizada para alimentar o AT- Ex: Pontos acumulados no AT01: 25 CAPACIDADE = 25/0,7 CAPACIDADE = 35,7Logo a capacidade será de 36 ou 50 pares, dependendo decada caso
  37. 37. Desenvolvimento do ProjetoDiagrama UnifilarO diagrama unifilar consiste em apresentaresquematicamente os meios físicos e os cabos que partem doDGT ou da SEQ e atingem os AT no pavimento. Asextremidades destes cabos devem ser conectadas em blocosou painéis de conexão, localizados nos AT e DGT
  38. 38. Desenvolvimento do ProjetoDiagrama Unifilar
  39. 39. Desenvolvimento do ProjetoDiagrama Unifilar
  40. 40. Desenvolvimento do ProjetoDispositivos de conexão- Corresponde à determinação da quantidade de blocos oupainéis instalados em cada AT e no DGT- A quantidade de blocos e painéis de conexão e outros tiposde dispositivos de conexão a serem utilizados nos AT e SEQdepende da quantidade de cabos previstos para seremterminados naqueles pontos- Fórmula QB = (N x C)/CBOnde, QB(quantidade de blocos), N(quantidade de cabos),C(capacidade do cabo) e CB(capacidade do bloco)
  41. 41. Desenvolvimento do ProjetoDetalhes de ocupação (AT)
  42. 42. Desenvolvimento do ProjetoDetalhes de ocupação (SEQ)
  43. 43. Desenvolvimento do ProjetoDetalhes de ocupação (SET)
  44. 44. Proteção Elétrica- A SET, a SEQ e o AT devem conter uma barra de vinculação decobre estanhado em sua superfície, com 6 mm de espessura, 50mm de largura e comprimento de acordo com a necessidade devinculação- A barra de vinculação instalada no PTR da SET deve serinterligada à barra do sistema de aterramento geral do prédioou a um aterramento exclusivo, através de uma cordoalha decobre de 25mm2- A barra de vinculação deve ser fixada no DGT da SEQ e AT, e demodo que fique isolada- Todas as barras de vinculação devem ser interligadas entre si,através de uma cordoalha de 10 mm2
  45. 45. Proteção Elétrica- Todas as barras de vinculação devem ser interligadas entre si,através de uma cordoalha de 10 mm2- A seção transversal de um condutor de vinculação deve ser de nomínimo 10 mm2- Todos os condutores de vinculação devem ser de cobre e comcapa isolante- Os cabos com blindagem devem ter suas terminações vinculadasàs barras de vinculação e nos condutores de vinculação nasestações de trabalho- Cada ramificação do caminho secundário que parte do AT deveconter um condutor de vinculação acessível em todas as estaçõesde trabalho. As tomadas de telecomunicações devem servinculadas a esse condutor
  46. 46. Administração de rede interna estruturadaEsta Norma especifica os pontos necessários de identificação,visando a correta administração de uma rede interna estruturadaA administração de uma rede interna estruturada (sistema decabeamento estruturado), todas as etiquetas, placas deidentificação, planta dos pavimentos, cortes esquemáticos doscaminhos e espaços, da rede primária e secundária, tabelas edetalhes construtivos inscritos no projeto, memorial descritivo derede interna, banco de dados que contenham um histórico,programa de computador, documentação técnica e/oudocumentação de caminhos que possibilitem a manutenção einclusão de pontos de cabeamento, sem a necessidade de repasseverbal de informações.
  47. 47. Administração de rede interna estruturadaCodificação de cores para terminações
  48. 48. Anexos
  49. 49. Anexos Memorial descritivo de projeto de rede interna estruturada de telecomunicaçõesB.1 Dados básicosB.1.1 Nome da edificação.B.1.2 Endereço (rua, número, bairro, CEP, cidade).B.1.3 Proprietário (nome, endereço completo e telefone de contato).B.1.4 Construtor (nome, endereço completo e telefone de contato).B.1.5 Previsão de início e término da obra.B.1.6 Observações.B.2 Informações estatísticasB.2.1 Tipo de edificação (comercial/industrial) mono ou multiusuário.B.2.2 Número de pavimentos.B.2.3 Números de lojas, salas.B.2.4 Área útil da edificação.B.2.5 Número total de PT previstos para voz e dados para a edificação.B.3 Informações especiaisB.3.1 Há previsão de instalação de CPCT ? Sim ( ) Não ( )B.3.2 Número de troncos.B.3.3 Número de ramais externos.B.3.4 Número de ramais internos.B.3.5 Há previsão de instalação de serviços especiais de imagem ou de automação (circuito interno devídeo, TV a cabo, controles ambientais (ar-condicionado e ventilação) controle de acesso, controle deiluminação, sensores de fumaça, sistema de segurança, sonorização) ? Sim ( ) Não ( )B.3.6 Observações.
  50. 50. Anexos...B.4 Responsável pelo projetoB.4.1 Nome do responsável.B.4.2 Título profissional.B.4.3 Número de registro na entidade de classe:B.4.4 Endereço completo.B.4.5 Telefone/fax de contato.B.4.6 E-mail.B.4.7 Nome da empresa (quando não for autônomo).B.4.8 Assinatura.B.4.9 Local e data.

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