A verdadeira história dos 3 porquinhos

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A verdadeira história dos 3 porquinhos

  1. 1. 'FAL COMO FOI CONÍADA A ! ON SCIESZKA ILUSTRADA POR LANE SMITH
  2. 2. ” “: PA: a»; :L<›x i_1› Jsum : ¡nP 1:a¡ : ;: L L1A Zn: s:~. ~O PO: J í: Jzullllvlihí O ” A . |. . A J P! O. . 1 w' ' n _í O h . g v vv_ 1 * , .. É f'. No); ; joint - w, r, -›. '.»: ,›'Hi74;1; . .É-vrnrjátr
  3. 3. ,m todo o mundo. as pessoas conhecem a história dos Três Porquinhos. Ou. pelo menos, acham que conhecem. Mas eu vou contar um segredo. Ninguém conhece a história verdadeira, porque ninguém jamais escutou o meu lado da histw. . , z u_
  4. 4. fr -. ... ... _. . ._. .". '.-. .- [iu sun o lnbn_ Alexandre T. Lobo. Pude me chamar de Alex. Eu não se¡ como começou lodo esse papo de Lobo Mau. mas está completamente errado,
  5. 5. 9:' _ 7 a í . Í . ~ : a ij u ›_ '¡- . 4.' r , '-': ., j Ip ¡ u W' l . u . »í / ' o 'à ›rá"sye_~r-ví~. ›«zaavtrzuaf: e.a«ue~mewwàara na. _c_ - l __ A â f J J f Í 7 wu-“J-à W 5 ' 57:04; a3 u l , ,II r ; - ; .:, _v: ,›; -:~, ->›'. v-Ç'¡-~'3§/ ,<¡, R,›--¡A-_QL_A- u. ._3_. .e-_-n sua. ›. '; ;'-. .,-. -_, «_. -,. ,;~_›, _.-, .o, _v, . . __- _, ;1.f›--_- -. L1 1 -_. _ 4 9- . .. . . _ - c . ... _ . . V¡ q 5 . ~ _f_ . n. 3g, w
  6. 6. m5 g, ' t' . ,l . l ã. › 1 l. , . . l , g. _ _ ; ML _ »v »r -o. , __ V Mas como eu estava dizendo, tod(› esse papo de Lobo Mau está errado. A verdadeira história é sobre um espirro e uma xícara de zlçúcar.
  7. 7. 1 _ l l l l . lxv, l 111 _l l l l l Mil , U lÍ; i Z _LWlP l . . . . _ . _. . . . . J Kill. . . .llntta . Bit. , lflndtlll. 1 rfvux. |luul"ilYl"Íl . allan. . . l. till. . t. ¡lll . li . ltHll , ga
  8. 8. - . _, . .-. _- -4 -. au-. z--r--o- -v co-or›'› " í V' rr~ ~~rvvrrrr v' No tempo do Era Uma Vez. eu estava fazendo um bolo de aniversário para minha querida e amada vovozinha. Eu estava com um resfriado terrível, espirrando muito. Fiquei sem açúcar. -. .A
  9. 9. Então resolvi pedir uma xícara de açúcar emprestada para o meu vizinho. Agora, esse vizinho era um porco. E não era muito inteligente também. Ele tinha construído a sua casa toda de palha. Dá para acreditar? Quero dizer, quem tem a cabeça no lugar não constrói uma casa de palha. à, ... _. ... ,museu-May _
  10. 10. -w-a--sf 4--r~« , . *u . ^. x.4_e. ..›. mm» . .-_-_. ._c. .-. . ,, -. .mí-Ê ai. . É claro que. assim que bati. a porta caiu Eu não sou de ir entrando assim na casa dos outros Então chamei: "Porquinho. Porquinho. você está aiii". Ninguém respondeu. Eu ja' estava a ponto de voltar para casa sem o açúcar para n bolo de aniversário da minha querida e amada vovozinha. e. .. ..-. .,. ..§. f-rggu. ¡›_____-. -ywuc. -.. _-»zuy~_«ç-n . ..v _w_-. _.. _.. ,_. .. ,,. ,
  11. 11. Foi quando meu nariz começou a coçar. Senti o espirro vindo. Então lnflei. E bufei.
  12. 12. 'cw-F à. rt Anna-a_- *u* ~r~'_- . n --o- ; psp- x _, ,,. .., .I. . , ,._ E solte¡ um grande espirro.
  13. 13. i ç t' - _ a). . _ Í r_ : r xe- --f . A y'. 5*' , /-' q: ' _E r _, 7-7., 77_ _à à r -, v " *É u” , t; _x . ' . .r . ”~ ' ' _ -. _-¡, ' . ,, ... '^ , .- L. ; . ...51 _. .-. '.', r. m-mmàua . w _Laép , -ukhde-krk -w Sabe o que aconteceu? Aquela maldita casa de palha desmoronou inteirinha. E bem no meio do monte de palha estava o Primeiro Porquinho - mortinho da silva. Ele estava em casa o tempo todo.
  14. 14. .. __. ._. ,~_, . ' , v›r, .~___ - , vJ-'Q-_. . . . a › › , ,_. › “*~ t' . V À ' f l : . . . í Í J 'J a x4.. -” , -_m. ._. ._. ..__, .__. __, ._. ._. ~_. ~vn. n.. .v. .-s Seria um desperdício deixar um presunto em excelente estado no melo daquela palha toda. Então eu o comi. Imagine o porquinho como se ele fosse um grande cheeseburger dando sopa.
  15. 15. d 72 "Âlñügâmm “ "íltlilicailthlínf . mma-ty , !MQ Eu estava me sentindo um pouco melhor. Mas ainda não linha minha xícara de açúcar. Então fui até a rsasa do próximo vizinha Esse vizinho era irmão do Primeiro Porquinho. Ele era um pouco mais esperto. mas não muito. Tinha construído a sua casa com lenha.
  16. 16. :f-aâícsa~u'ííur_z . o, . .- - 3 _. .__ _ ____. _,_, ... ... -.< igor_ r» _ »por * -“ . .~ › Toque¡ a campainha da casa de lenha. Ninguém respondeu. chamei: "Senhor Porco. senhor Porco. está em casa. ". Ele gritou de volta: "Vá embora bobo. Você não pode entrar. Estou fazendo a barba de minhas bochechas rechonchudas".
  17. 17. _x = ¡§, o-§'_6,«1L'P'›v; o'~. '<; q__, ;;; .l. .-_n_a , . . - v: . ›, ›.c-e__g. ev. ,_› f*'. ~_d; -! . - _- sn ^ e -* '~ , ._. _ › , i ~'i »vrm -' ""'. w -', H - a l í' -. í -- S, _ , , _ I- _ r h u“¡“v.
  18. 18. Você nao vai acreditar. mas a casa desse sujeito desmoronou igualzinho à do irmão dele. Quando a poeira baixou. lá estava o Segundo Porquinho - martinho da silva. Palavra de honra.
  19. 19. . a certa você sabe que a comida estraga se ficar abandonada ao relento. Então fiz a única coisa que tinha de ser feita. Jante¡ de novo. Era o mesmo que repetir um prato. Eu estava ficando tremendamente empanturrado. Mas estava um pouco melhor do resfriado. E'. eu ainda não conseguira aquela é_ xícara de açúcar para o bolo de aniversário da minha querida q_ . e amada vovozinha. Então ~› a '_ y. " *À fui até a casa do próximo vizinho. Esse sujeito era irmão do Primeiro e do Segundo Porquinho. Í f¡ Devia ser o crânio da família. " . A casa dele era de tijolos.
  20. 20. ~~~4~-, -rw ~ ? AA-K- e --o_ana. ___. ç.. ç gr. .-. _›~ q”. _. .A. -__. ... / _ , ,__ Bati na casa de tijolos. Ninguém respondeu. Eu chamei: "Senhor Porco. o senhor está? ". E sabe o que aquele leitãozinho atrevida me respondeu? "Cai tora daqui. Lobo. Não me amole mais. "
  21. 21. E venham me acusar de grosserial Ele tinha provavelmente um saco cheio de açúcar. E não ia me dar nem uma xicrinha para o bolo de aniversário da minha querida e amada vovozinha. Que porco! Eu já estava quase indo embora para fazer um lindo cartão de aniversário em vez de um bolo, quando senti um espirro vindo. Eu inflei. E bufei. E espirrei de novo. Então o Terceiro Porquinho gritou: "E a sua velha vovozínha pode ir às favas". 4.. ... . . u.
  22. 22. Sabe. sou um cara geralmente bem calmo. Mas. quando alguém fala desse jeito da minha vovozinha. eu perco a cabeça. Quando a polícia chegou. é evidente que eu estava tentando arrebentar a porta daquele Porco. E todo o tempo eu estava inflando. bufando e espirrando e fazendo uma barulheira. "FÉ. c a l-Í-: êí:
  23. 23. m' mv' M", O resto. como dizem, é história.
  24. 24. . ~~<" ive um azar: os repórteres descobriram que eu tinha jantado os outros dois porcos. E acharam que a história de um sujeito doente pedindo açúcar emprestado não era muito emocionante. Então enleitaram c exageramm a história com lodo aquele negócio de "bulan assoprar e derrubar sua casa". E fizeram¡ de mim o Lobo Mau. É isso aí. Esta (- a verdadeira história. Fui vítima de uma armação.
  25. 25. ._v . N : à ç-_. ~.. ,,A-. ... u . _í _“*v-~r«-4l-: x. A . › , ç / z' ' . q , 7 . ,. _ x E . _, , _ _ '“&|7 ma. .. Mas talvez você possa me emprestar uma xícara de açúcar.

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