SlideShare uma empresa Scribd logo
Faculdade Maurício de Nassau
Cuidado ao Idoso
Enfermagem-6º Período
Profª: Sinara
Teresina-Pi
Componentes
 Aline Nayra
 Ana Carla
 Camila Beatrice
 Elanny Santos
 Fernanda Sávia
 Flaviana Mutran
 Joana Carolina
 Kamyla Sávia
 Laíz Alves
 Lídia Viana
• Investigação dos fatores de risco
para osteoporose e para fraturas.
História
Clínica
• Estatura
• Peso corporal
• Hipercifose dorsal
• Abdômen protuso
• Outras deformidades esqueléticas
• Sinais físicos de doenças
associadas á osteoporose.
Exame
Físico
• Hemograma completo
• Dosagem de TSH, VHS
• Dosagem de cálcio e fósforo
• Ureia e creatinina plasmática
• Fosfatase alcalina total
• Análise urinária
Avaliação
Laboratorial
• Radiografias
• Densitometria Óssea
Avaliação
Por
Imagem
Prevenção e tratamento da
osteoporose
 A prevenção deve começar na infância com a realização de
exercícios com frequência regular , associada a uma dieta rica
em cálcio e exposição regular ao sol(Vitamina D) além da
melhoria das condições de equilíbrio e visão.
 Desse modo com a chegada da menopausa ou se houver
necessidade de utilizar drogas que aumentam a reabsorção
óssea, o indivíduo terá uma reserva óssea adequada ,
mantendo os ossos mais resistentes.
 O tratamento inclui dieta, atividade física, exposição solar,
além das medidas preventivas de quedas e uso de
medicamentos
Promoção da alimentação saudável
 É necessário adotar uma alimentação equilibrada, porém
voltada para a oferta dos componentes (oligo-elementos)
essenciais na síntese óssea como as calorias, o cálcio, a pró-
vitamina D, o Magnésio, Zinco, Boro, vitamina K e
vitamina C diariamente.
Mais de 98% do cálcio fica armazenado
no esqueleto.
Para mulheres de 19 a 50 anos e homens
de 19 a70, a dose diária recomendada é de
1.000 mg/dia.
 Mulheres com mais de 50 anos e homens
acima de 70 requerem 1.200 mg/dia.
Cerca de 70% do cálcio presente na dieta
da maioria dos adultos vêm do leite e seus
derivados.
A rigor, a suplementação só está
justificada nos casos em que a quantidade
ingerida é inferior às necessidades diárias.
O cálcio presente nos alimentos é
absorvido com mais facilidade do que o dos
suplementos.
Vitamina D
 A vitamina D pode ser adquirida por meio da alimentação,
medicação e exposição ao sol, no mínimo 15 minutos, em
horários e durante períodos adequados (início da manhã e
final da tarde).
 Pode ser administrada na dose de 400 a 800 UI/dia,
especialmente em mulheres acima de 65 anos, em idoso
institucionalizados ou com osteoporose estabelecida.
Práticas Corporais/ Atividades Físicas
 Exercícios aeróbicos e com peso (musculação), têm sido
associados com manutenção e ganho da massa óssea em
mulheres na pós-menopausa, tanto na coluna vertebral,
como no quadril.
 Em pacientes com osteoporose estabelecida, deve-se evitar
exercícios de alto impacto pelos ricos de fraturas que podem
acarretar.
Medicamentos
 Critério de inclusão no protocolo de tratamento:
 Osteoporose definida por escore T igual ou inferior a 2,5 desvio
padrão, com ou sem fratura prévia.
 Critérios de exclusão:
 Dependem das contraindicações e precauções de acordo com cada
droga.
o Na osteoporose glicocorticoide- induzida a suplementação de cálcio
1,0g ao dia e vitamina D 400-800 UI ao dia , via oral, ajudam na
prevenção da perda óssea, devendo ser iniciados desde o início do
tratamento com glicocorticoides que possam durar mais de 3 meses.
 Homens e mulheres com deficiência de esteroides sexuais devem ser
avaliados individualmente quanto aos riscos e os benefícios em relação
a possibilidade de tratamento hormonal concomitante.
 Para os pacientes com densitometria óssea abaixo do normal (escore T
<-1,0) deve se iniciar um bifosfonato.
 Bifosfonatos
 Terapia Hormonal
 Raloxifeno
 Calcitonina
 Medicina Natural e Práticas Complementares
 Efetividade do Tratamento
 Quedas representam um sério problema para as pessoas
idosas e estão associadas à elevados índices de morbi-
mortalidade, redução da capacidade funcional e
institucionalização precoce.
 O profissional deve questionar a ocorrência e frequência de
quedas, registrando na Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa.
Essas informações possibilitam a identificação do risco.
 O ambiente residencial pode aumentar o risco de quedas e
deve ser incluído na programação de avaliação da pessoa
idosa.
Causas e fatores de risco
 Relacionadas ao ambiente
 Fraqueza/distúrbios de equilíbrio e marcha
 Tontura/vertigem
 Alteração postural/hipotensão ortostática
 Lesão no SNC
 Síncope
 Redução da visão
 Os fatores de riscos podem ser divididos em intrínsecos e
extrínsecos :
 Fatores intrínsecos: decorrem das alterações fisiológicas relacionadas
ao avançar da idade, da presença de doenças, de fatores psicológicos e
de reações adversas de medicações em uso. Podem ser citados:
 idosos com mais de 80 anos;
 sexo feminino;
 imobilidade;
 quedas precedentes;
 equilíbrio diminuído;
 marcha lenta e com passos curtos;
 baixa aptidão física;
 fraqueza muscular de MMII e MMSS;
 alterações cognitivas;
 doença de Parkinson;
 polifarmácia;
 uso de sedativos, hipnóticos e ansiolíticos.
 Fatores extrínsecos: relacionados aos comportamentos e
atividades das pessoas idosas e ao meio ambiente.
 Ambientes inseguros e mal iluminados, mal planejados e
mal construídos, com barreiras arquitetônicas representam
os principais fatores de risco para quedas.
 A maioria das quedas acidentais ocorre dentro de casa ou
em seus arredores, geralmente durante o desempenho de
atividades cotidianas como caminhar, mudar de posição, ir
ao banheiro.
 Cerca de 10% das quedas ocorrem em escadas sendo que
descê-las apresenta maior risco que subi-las.
Os riscos domésticos mais comuns que devem ser objeto
de atenção das equipes
de Atenção Básica são:
 Ausência de reflexos de proteção;
 Densidade mineral óssea reduzida – osteoporose;
 Desnutrição;
 Idade avançada;
 Resistência e rigidez da superfície sobre a qual se cai;
 Dificuldade para levantar após a queda.
 Avaliação das quedas :
 Identificar a causa que levou a queda e tratá-la.
 Reconhecer fatores de risco para prevenir futuros eventos,
implementando intervenções adequadas.
A caderneta da pessoa idosa
 É um instrumento que ajuda identificar os idosos que caem com mais
frequência, principalmente, nos últimos 12 meses.
 Na visita domiciliar, o agente comunitário de saúde pode identificar esse
problema e encaminhar para a equipe de Atenção Básica/Saúde da
Família.
 Este Caderno sugere que durante a consulta na Unidade Básica de Saúde
ou visita ao domicílio, seja realizada uma Avaliação Multidimensional
Rápida da Pessoa Idosa.
A avaliação da queda envolve aspectos biológicos, físico-
funcionais, cognitivos e
psicossociais. Devem ser levantados dados relacionados:
 Ao contexto e mecanismo das quedas.
 Às condições clínicas da pessoa idosa, considerando as
doenças crônicas e agudas presentes.
 A medicação em uso (prescritas ou automedicadas).
 Medidas práticas para minimizar as quedas e suas
consequências entre as pessoas idosas:
 Educação para o autocuidado.
 Utilização de dispositivos de auxilio à marcha (quando
necessário) como bengalas, andadores e cadeiras de rodas.
 Utilização criteriosa de medicamentos evitando se em
especial, as que podem causar hipotensão postural.
 Adaptação do meio ambiente
Conclusão
 Concluímos assim, porque o espaço acessível é justo, útil e confortável
para todas as pessoas. Para aqueles que no processo natural de vida vão
envelhecendo e ganhando limitações com o tempo ou para outros que
tiveram acidentes no percurso. Para nós, mas também para nosso
familiares e amigos que vem nos visitar. Para eliminar as barreiras do
lugar onde vivemos , precisamos observar e cuidar para que os padrões
estabelecidos sejam sempre obedecidos.
Referências
Cybele Barros. Casa Segura: Uma arquitetura para maturidade.
Disponível em:<http://www.casasegura.arq.br> Acesso em:
29.ago.2015
Envelhecimento e saúde da pessoa idosa. Ministério da Saúde,
Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. –
Brasília : Ministério da Saúde, 2007.
Seminário cuidado ao idoso

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

O Idoso, Suas Teorias e as Principais Modificações da Terceira Idade
O Idoso, Suas Teorias e as Principais Modificações da Terceira IdadeO Idoso, Suas Teorias e as Principais Modificações da Terceira Idade
O Idoso, Suas Teorias e as Principais Modificações da Terceira Idade
Greicy Kapisch
 
Aula saude do idoso
Aula saude do idosoAula saude do idoso
Aula saude do idoso
morgausesp
 
Cuidador idoso
Cuidador idosoCuidador idoso
Cuidador idoso
Joaquim Wilmar
 
Apresentando a caderneta do Idoso
Apresentando a caderneta do IdosoApresentando a caderneta do Idoso
Apresentando a caderneta do Idoso
Ana Hollanders
 
Promoção a-saúde-do-idoso
Promoção a-saúde-do-idosoPromoção a-saúde-do-idoso
Promoção a-saúde-do-idoso
Joice Lins
 
Saude do idoso
Saude do idosoSaude do idoso
Saude do idoso
Natha Fisioterapia
 
Queda do idoso
Queda do idosoQueda do idoso
Queda do idoso
Renan Nalin
 
QUALIDADE DE VIDA geriatria e gerontologia
 QUALIDADE DE VIDA geriatria e gerontologia  QUALIDADE DE VIDA geriatria e gerontologia
QUALIDADE DE VIDA geriatria e gerontologia
Stefane Rayane
 
Manual de prevenção de quedas da pessoa idosa
Manual de prevenção de quedas da pessoa idosaManual de prevenção de quedas da pessoa idosa
Manual de prevenção de quedas da pessoa idosa
Jeandson Barbosa
 
Prevenção de-quedas-no-idoso
Prevenção de-quedas-no-idosoPrevenção de-quedas-no-idoso
Prevenção de-quedas-no-idoso
patyrosa
 
Causas e consequências de quedas de idosos
Causas e consequências de  quedas de idososCausas e consequências de  quedas de idosos
Causas e consequências de quedas de idosos
Nome Sobrenome
 
Curso Cuidador de Idoso (slides)
Curso Cuidador de Idoso (slides)Curso Cuidador de Idoso (slides)
Curso Cuidador de Idoso (slides)
Ana Hollanders
 
Aula 2 cuidados de saúde do idoso (2)
Aula 2   cuidados de saúde do idoso (2)Aula 2   cuidados de saúde do idoso (2)
Aula 2 cuidados de saúde do idoso (2)
Tania Jesus
 
Saude+do+idoso
Saude+do+idosoSaude+do+idoso
Saude+do+idoso
Karolina Peixoto
 
Fundamentos De Gerontologia Parte 1
Fundamentos De Gerontologia Parte 1Fundamentos De Gerontologia Parte 1
Fundamentos De Gerontologia Parte 1
Eduardo Gomes da Silva
 
Saúde do Idoso - A Queda
Saúde do Idoso - A QuedaSaúde do Idoso - A Queda
Saúde do Idoso - A Queda
Marina Sousa
 
"Atenção à Saúde do Idoso: Exame Físico"
"Atenção à Saúde do Idoso: Exame Físico""Atenção à Saúde do Idoso: Exame Físico"
"Atenção à Saúde do Idoso: Exame Físico"
Tainá Martins
 
Saúde do Idoso - Osteoporose
Saúde do Idoso - OsteoporoseSaúde do Idoso - Osteoporose
Saúde do Idoso - Osteoporose
gegemarquess
 
SAÚDE DO IDOSO
SAÚDE DO IDOSOSAÚDE DO IDOSO
Enfermagem do idoso
Enfermagem do idosoEnfermagem do idoso

Mais procurados (20)

O Idoso, Suas Teorias e as Principais Modificações da Terceira Idade
O Idoso, Suas Teorias e as Principais Modificações da Terceira IdadeO Idoso, Suas Teorias e as Principais Modificações da Terceira Idade
O Idoso, Suas Teorias e as Principais Modificações da Terceira Idade
 
Aula saude do idoso
Aula saude do idosoAula saude do idoso
Aula saude do idoso
 
Cuidador idoso
Cuidador idosoCuidador idoso
Cuidador idoso
 
Apresentando a caderneta do Idoso
Apresentando a caderneta do IdosoApresentando a caderneta do Idoso
Apresentando a caderneta do Idoso
 
Promoção a-saúde-do-idoso
Promoção a-saúde-do-idosoPromoção a-saúde-do-idoso
Promoção a-saúde-do-idoso
 
Saude do idoso
Saude do idosoSaude do idoso
Saude do idoso
 
Queda do idoso
Queda do idosoQueda do idoso
Queda do idoso
 
QUALIDADE DE VIDA geriatria e gerontologia
 QUALIDADE DE VIDA geriatria e gerontologia  QUALIDADE DE VIDA geriatria e gerontologia
QUALIDADE DE VIDA geriatria e gerontologia
 
Manual de prevenção de quedas da pessoa idosa
Manual de prevenção de quedas da pessoa idosaManual de prevenção de quedas da pessoa idosa
Manual de prevenção de quedas da pessoa idosa
 
Prevenção de-quedas-no-idoso
Prevenção de-quedas-no-idosoPrevenção de-quedas-no-idoso
Prevenção de-quedas-no-idoso
 
Causas e consequências de quedas de idosos
Causas e consequências de  quedas de idososCausas e consequências de  quedas de idosos
Causas e consequências de quedas de idosos
 
Curso Cuidador de Idoso (slides)
Curso Cuidador de Idoso (slides)Curso Cuidador de Idoso (slides)
Curso Cuidador de Idoso (slides)
 
Aula 2 cuidados de saúde do idoso (2)
Aula 2   cuidados de saúde do idoso (2)Aula 2   cuidados de saúde do idoso (2)
Aula 2 cuidados de saúde do idoso (2)
 
Saude+do+idoso
Saude+do+idosoSaude+do+idoso
Saude+do+idoso
 
Fundamentos De Gerontologia Parte 1
Fundamentos De Gerontologia Parte 1Fundamentos De Gerontologia Parte 1
Fundamentos De Gerontologia Parte 1
 
Saúde do Idoso - A Queda
Saúde do Idoso - A QuedaSaúde do Idoso - A Queda
Saúde do Idoso - A Queda
 
"Atenção à Saúde do Idoso: Exame Físico"
"Atenção à Saúde do Idoso: Exame Físico""Atenção à Saúde do Idoso: Exame Físico"
"Atenção à Saúde do Idoso: Exame Físico"
 
Saúde do Idoso - Osteoporose
Saúde do Idoso - OsteoporoseSaúde do Idoso - Osteoporose
Saúde do Idoso - Osteoporose
 
SAÚDE DO IDOSO
SAÚDE DO IDOSOSAÚDE DO IDOSO
SAÚDE DO IDOSO
 
Enfermagem do idoso
Enfermagem do idosoEnfermagem do idoso
Enfermagem do idoso
 

Destaque

Manual para cuidadores de idosos
Manual para cuidadores de idososManual para cuidadores de idosos
Manual para cuidadores de idosos
gcmrs
 
Manual pratico idoso abril2013
Manual pratico idoso abril2013Manual pratico idoso abril2013
Manual pratico idoso abril2013
rodinei lucas
 
Consulta de enfermagem ao idoso na Atenção Básica
Consulta de enfermagem ao idoso na Atenção BásicaConsulta de enfermagem ao idoso na Atenção Básica
Consulta de enfermagem ao idoso na Atenção Básica
Centro Universitário Ages
 
Folheto 2
Folheto 2Folheto 2
Folheto 2
EFAG
 
Folheto 11
Folheto 11Folheto 11
Folheto 11
EFAG
 
Autocuidado e diagnósticos de enfermagem em idosos
Autocuidado e diagnósticos de enfermagem em idososAutocuidado e diagnósticos de enfermagem em idosos
Autocuidado e diagnósticos de enfermagem em idosos
luciaspirit
 
Saúde do idoso
Saúde do idosoSaúde do idoso
Saúde do idoso
Ramon Albert
 
Guia da Pessoa Idosa - Dicas e Direitos
Guia da Pessoa Idosa - Dicas e DireitosGuia da Pessoa Idosa - Dicas e Direitos
Guia da Pessoa Idosa - Dicas e Direitos
ivone guedes borges
 
Velhice e Envelhecimento - Profa. Rilva Muñoz / GESME
Velhice e Envelhecimento - Profa. Rilva Muñoz / GESMEVelhice e Envelhecimento - Profa. Rilva Muñoz / GESME
Velhice e Envelhecimento - Profa. Rilva Muñoz / GESME
Rilva Lopes de Sousa Muñoz
 
Osteoporose
OsteoporoseOsteoporose
Osteoporose
Carlos Andrade
 
Prevenção de Acidentes Com Idosos
Prevenção de Acidentes Com IdososPrevenção de Acidentes Com Idosos
Prevenção de Acidentes Com Idosos
Carlos Lima
 
Osteoporose
OsteoporoseOsteoporose
Osteoporose
Juliana Costa
 
Manual prevenção de quedas da pessoa idosa
Manual prevenção de quedas da pessoa idosaManual prevenção de quedas da pessoa idosa
Manual prevenção de quedas da pessoa idosa
gcmrs
 
Osteoporose 2015
Osteoporose 2015Osteoporose 2015
Osteoporose 2015
pauloalambert
 
Os idosos na nossa sociedade
Os idosos na nossa sociedadeOs idosos na nossa sociedade
Os idosos na nossa sociedade
lucia_nunes
 
Trabalho sobre Saúde do Idoso
Trabalho sobre Saúde do IdosoTrabalho sobre Saúde do Idoso
Trabalho sobre Saúde do Idoso
Faculdade União das Américas
 

Destaque (16)

Manual para cuidadores de idosos
Manual para cuidadores de idososManual para cuidadores de idosos
Manual para cuidadores de idosos
 
Manual pratico idoso abril2013
Manual pratico idoso abril2013Manual pratico idoso abril2013
Manual pratico idoso abril2013
 
Consulta de enfermagem ao idoso na Atenção Básica
Consulta de enfermagem ao idoso na Atenção BásicaConsulta de enfermagem ao idoso na Atenção Básica
Consulta de enfermagem ao idoso na Atenção Básica
 
Folheto 2
Folheto 2Folheto 2
Folheto 2
 
Folheto 11
Folheto 11Folheto 11
Folheto 11
 
Autocuidado e diagnósticos de enfermagem em idosos
Autocuidado e diagnósticos de enfermagem em idososAutocuidado e diagnósticos de enfermagem em idosos
Autocuidado e diagnósticos de enfermagem em idosos
 
Saúde do idoso
Saúde do idosoSaúde do idoso
Saúde do idoso
 
Guia da Pessoa Idosa - Dicas e Direitos
Guia da Pessoa Idosa - Dicas e DireitosGuia da Pessoa Idosa - Dicas e Direitos
Guia da Pessoa Idosa - Dicas e Direitos
 
Velhice e Envelhecimento - Profa. Rilva Muñoz / GESME
Velhice e Envelhecimento - Profa. Rilva Muñoz / GESMEVelhice e Envelhecimento - Profa. Rilva Muñoz / GESME
Velhice e Envelhecimento - Profa. Rilva Muñoz / GESME
 
Osteoporose
OsteoporoseOsteoporose
Osteoporose
 
Prevenção de Acidentes Com Idosos
Prevenção de Acidentes Com IdososPrevenção de Acidentes Com Idosos
Prevenção de Acidentes Com Idosos
 
Osteoporose
OsteoporoseOsteoporose
Osteoporose
 
Manual prevenção de quedas da pessoa idosa
Manual prevenção de quedas da pessoa idosaManual prevenção de quedas da pessoa idosa
Manual prevenção de quedas da pessoa idosa
 
Osteoporose 2015
Osteoporose 2015Osteoporose 2015
Osteoporose 2015
 
Os idosos na nossa sociedade
Os idosos na nossa sociedadeOs idosos na nossa sociedade
Os idosos na nossa sociedade
 
Trabalho sobre Saúde do Idoso
Trabalho sobre Saúde do IdosoTrabalho sobre Saúde do Idoso
Trabalho sobre Saúde do Idoso
 

Semelhante a Seminário cuidado ao idoso

Estudo dirigido gabarito
Estudo dirigido gabaritoEstudo dirigido gabarito
Estudo dirigido gabarito
Elter Alves
 
Osteoporose slide com refer
Osteoporose slide com referOsteoporose slide com refer
Osteoporose slide com refer
Rossana Martins
 
Causas e conseq da queda no idoso- 12.pdf
Causas e conseq da queda no idoso- 12.pdfCausas e conseq da queda no idoso- 12.pdf
Causas e conseq da queda no idoso- 12.pdf
THIALYMARIASILVADACU
 
Aula osteoporose para não ortopedistas
Aula osteoporose para não ortopedistasAula osteoporose para não ortopedistas
Reabilitação do Idoso
Reabilitação do IdosoReabilitação do Idoso
Reabilitação do Idoso
Dany Romeira
 
Osteoporose
OsteoporoseOsteoporose
Osteoporose
Priscila Torres
 
PCDT M.S - Osteoporose
PCDT M.S - OsteoporosePCDT M.S - Osteoporose
PCDT M.S - Osteoporose
ANAPAR
 
Apresentação saude do idoso coletiva
Apresentação saude do idoso coletivaApresentação saude do idoso coletiva
Apresentação saude do idoso coletiva
Carla Couto
 
Exercicio de Saude do Idoso .pptx
Exercicio de Saude do Idoso .pptxExercicio de Saude do Idoso .pptx
Exercicio de Saude do Idoso .pptx
IzabelVieira8
 
Gigantes Da Geriatria
Gigantes Da GeriatriaGigantes Da Geriatria
Gigantes Da Geriatria
Márcio Borges
 
Alimentação e saúde
Alimentação e saúdeAlimentação e saúde
Alimentação e saúde
raianegomes94
 
Sarcopenia
SarcopeniaSarcopenia
Sarcopenia
Angela Dias
 
Prevenção de queda
Prevenção de  quedaPrevenção de  queda
Prevenção de queda
Socorro Carneiro
 
ODONTOLOGIA PARA PACIENTES COM NECESSIDADES ESPECIAIS
ODONTOLOGIA PARA PACIENTES COM NECESSIDADES ESPECIAISODONTOLOGIA PARA PACIENTES COM NECESSIDADES ESPECIAIS
ODONTOLOGIA PARA PACIENTES COM NECESSIDADES ESPECIAIS
Jonathan Cardoso Gomes Rodrigues
 
Obesidade CriançA E Adolescente
Obesidade CriançA E AdolescenteObesidade CriançA E Adolescente
Obesidade CriançA E Adolescente
hudsonjunior
 
Osteoporose
OsteoporoseOsteoporose
Osteoporose
Cadu Pereira
 
Apostila ensino médio alimentacao saudavel
Apostila ensino médio alimentacao saudavelApostila ensino médio alimentacao saudavel
Apostila ensino médio alimentacao saudavel
Reginaldo Pazinatto
 
Osteoporose
OsteoporoseOsteoporose
Osteoporose
Arquivo-FClinico
 
Receitas defenda seus ossos
Receitas defenda seus ossosReceitas defenda seus ossos
Receitas defenda seus ossos
barbiebruxadoleste
 
OSTEOPOROSE PODE COMEÇAR NA FASE INFANTO JUVENIL
OSTEOPOROSE PODE COMEÇAR NA FASE INFANTO JUVENILOSTEOPOROSE PODE COMEÇAR NA FASE INFANTO JUVENIL
OSTEOPOROSE PODE COMEÇAR NA FASE INFANTO JUVENIL
Van Der Häägen Brazil
 

Semelhante a Seminário cuidado ao idoso (20)

Estudo dirigido gabarito
Estudo dirigido gabaritoEstudo dirigido gabarito
Estudo dirigido gabarito
 
Osteoporose slide com refer
Osteoporose slide com referOsteoporose slide com refer
Osteoporose slide com refer
 
Causas e conseq da queda no idoso- 12.pdf
Causas e conseq da queda no idoso- 12.pdfCausas e conseq da queda no idoso- 12.pdf
Causas e conseq da queda no idoso- 12.pdf
 
Aula osteoporose para não ortopedistas
Aula osteoporose para não ortopedistasAula osteoporose para não ortopedistas
Aula osteoporose para não ortopedistas
 
Reabilitação do Idoso
Reabilitação do IdosoReabilitação do Idoso
Reabilitação do Idoso
 
Osteoporose
OsteoporoseOsteoporose
Osteoporose
 
PCDT M.S - Osteoporose
PCDT M.S - OsteoporosePCDT M.S - Osteoporose
PCDT M.S - Osteoporose
 
Apresentação saude do idoso coletiva
Apresentação saude do idoso coletivaApresentação saude do idoso coletiva
Apresentação saude do idoso coletiva
 
Exercicio de Saude do Idoso .pptx
Exercicio de Saude do Idoso .pptxExercicio de Saude do Idoso .pptx
Exercicio de Saude do Idoso .pptx
 
Gigantes Da Geriatria
Gigantes Da GeriatriaGigantes Da Geriatria
Gigantes Da Geriatria
 
Alimentação e saúde
Alimentação e saúdeAlimentação e saúde
Alimentação e saúde
 
Sarcopenia
SarcopeniaSarcopenia
Sarcopenia
 
Prevenção de queda
Prevenção de  quedaPrevenção de  queda
Prevenção de queda
 
ODONTOLOGIA PARA PACIENTES COM NECESSIDADES ESPECIAIS
ODONTOLOGIA PARA PACIENTES COM NECESSIDADES ESPECIAISODONTOLOGIA PARA PACIENTES COM NECESSIDADES ESPECIAIS
ODONTOLOGIA PARA PACIENTES COM NECESSIDADES ESPECIAIS
 
Obesidade CriançA E Adolescente
Obesidade CriançA E AdolescenteObesidade CriançA E Adolescente
Obesidade CriançA E Adolescente
 
Osteoporose
OsteoporoseOsteoporose
Osteoporose
 
Apostila ensino médio alimentacao saudavel
Apostila ensino médio alimentacao saudavelApostila ensino médio alimentacao saudavel
Apostila ensino médio alimentacao saudavel
 
Osteoporose
OsteoporoseOsteoporose
Osteoporose
 
Receitas defenda seus ossos
Receitas defenda seus ossosReceitas defenda seus ossos
Receitas defenda seus ossos
 
OSTEOPOROSE PODE COMEÇAR NA FASE INFANTO JUVENIL
OSTEOPOROSE PODE COMEÇAR NA FASE INFANTO JUVENILOSTEOPOROSE PODE COMEÇAR NA FASE INFANTO JUVENIL
OSTEOPOROSE PODE COMEÇAR NA FASE INFANTO JUVENIL
 

Mais de Laíz Coutinho

Seminário métodos e técnicas do ensino
Seminário  métodos e técnicas do ensinoSeminário  métodos e técnicas do ensino
Seminário métodos e técnicas do ensino
Laíz Coutinho
 
Seminário saúde coletiva enfermagem 8º período
Seminário saúde coletiva enfermagem 8º períodoSeminário saúde coletiva enfermagem 8º período
Seminário saúde coletiva enfermagem 8º período
Laíz Coutinho
 
Seminário tópicos integradores
Seminário tópicos integradoresSeminário tópicos integradores
Seminário tópicos integradores
Laíz Coutinho
 
Distúrbios pancreáticos
Distúrbios pancreáticosDistúrbios pancreáticos
Distúrbios pancreáticos
Laíz Coutinho
 
Seminário doenças ocupacionais
Seminário  doenças ocupacionaisSeminário  doenças ocupacionais
Seminário doenças ocupacionais
Laíz Coutinho
 
Ações imediatas e mediatas em situações de queimaduras
Ações imediatas e mediatas em situações de queimadurasAções imediatas e mediatas em situações de queimaduras
Ações imediatas e mediatas em situações de queimaduras
Laíz Coutinho
 
Tracoma
TracomaTracoma
SAÚDE DO ADULTO I
SAÚDE DO ADULTO ISAÚDE DO ADULTO I
SAÚDE DO ADULTO I
Laíz Coutinho
 
Prevenção e controle de infecções em neonatologia e
Prevenção e controle de infecções em neonatologia ePrevenção e controle de infecções em neonatologia e
Prevenção e controle de infecções em neonatologia e
Laíz Coutinho
 
Adolescência, cultura, vulnerabilidade e risco seminário
Adolescência, cultura, vulnerabilidade e risco  seminárioAdolescência, cultura, vulnerabilidade e risco  seminário
Adolescência, cultura, vulnerabilidade e risco seminário
Laíz Coutinho
 
Seminário aborto
Seminário  abortoSeminário  aborto
Seminário aborto
Laíz Coutinho
 
Seminário de filosofia
Seminário de filosofiaSeminário de filosofia
Seminário de filosofia
Laíz Coutinho
 
Hpv seminário de microbiologia
Hpv  seminário de microbiologiaHpv  seminário de microbiologia
Hpv seminário de microbiologia
Laíz Coutinho
 
Biofísica da visão
Biofísica da visãoBiofísica da visão
Biofísica da visão
Laíz Coutinho
 
Antivirais
AntiviraisAntivirais
Antivirais
Laíz Coutinho
 
Planejamento em saúde
Planejamento em saúdePlanejamento em saúde
Planejamento em saúde
Laíz Coutinho
 
Bioética e religião
Bioética e religiãoBioética e religião
Bioética e religião
Laíz Coutinho
 
A conotação moral dos cuidados de enfermagem
A conotação moral dos cuidados de enfermagemA conotação moral dos cuidados de enfermagem
A conotação moral dos cuidados de enfermagem
Laíz Coutinho
 

Mais de Laíz Coutinho (18)

Seminário métodos e técnicas do ensino
Seminário  métodos e técnicas do ensinoSeminário  métodos e técnicas do ensino
Seminário métodos e técnicas do ensino
 
Seminário saúde coletiva enfermagem 8º período
Seminário saúde coletiva enfermagem 8º períodoSeminário saúde coletiva enfermagem 8º período
Seminário saúde coletiva enfermagem 8º período
 
Seminário tópicos integradores
Seminário tópicos integradoresSeminário tópicos integradores
Seminário tópicos integradores
 
Distúrbios pancreáticos
Distúrbios pancreáticosDistúrbios pancreáticos
Distúrbios pancreáticos
 
Seminário doenças ocupacionais
Seminário  doenças ocupacionaisSeminário  doenças ocupacionais
Seminário doenças ocupacionais
 
Ações imediatas e mediatas em situações de queimaduras
Ações imediatas e mediatas em situações de queimadurasAções imediatas e mediatas em situações de queimaduras
Ações imediatas e mediatas em situações de queimaduras
 
Tracoma
TracomaTracoma
Tracoma
 
SAÚDE DO ADULTO I
SAÚDE DO ADULTO ISAÚDE DO ADULTO I
SAÚDE DO ADULTO I
 
Prevenção e controle de infecções em neonatologia e
Prevenção e controle de infecções em neonatologia ePrevenção e controle de infecções em neonatologia e
Prevenção e controle de infecções em neonatologia e
 
Adolescência, cultura, vulnerabilidade e risco seminário
Adolescência, cultura, vulnerabilidade e risco  seminárioAdolescência, cultura, vulnerabilidade e risco  seminário
Adolescência, cultura, vulnerabilidade e risco seminário
 
Seminário aborto
Seminário  abortoSeminário  aborto
Seminário aborto
 
Seminário de filosofia
Seminário de filosofiaSeminário de filosofia
Seminário de filosofia
 
Hpv seminário de microbiologia
Hpv  seminário de microbiologiaHpv  seminário de microbiologia
Hpv seminário de microbiologia
 
Biofísica da visão
Biofísica da visãoBiofísica da visão
Biofísica da visão
 
Antivirais
AntiviraisAntivirais
Antivirais
 
Planejamento em saúde
Planejamento em saúdePlanejamento em saúde
Planejamento em saúde
 
Bioética e religião
Bioética e religiãoBioética e religião
Bioética e religião
 
A conotação moral dos cuidados de enfermagem
A conotação moral dos cuidados de enfermagemA conotação moral dos cuidados de enfermagem
A conotação moral dos cuidados de enfermagem
 

Último

Pintura Romana .pptx
Pintura Romana                     .pptxPintura Romana                     .pptx
Pintura Romana .pptx
TomasSousa7
 
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - AlfabetinhoAtividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
MateusTavares54
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
TomasSousa7
 
Atividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º anoAtividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º ano
fernandacosta37763
 
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
ValdineyRodriguesBez1
 
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
AntnioManuelAgdoma
 
0002_matematica_6ano livro de matemática
0002_matematica_6ano livro de matemática0002_matematica_6ano livro de matemática
0002_matematica_6ano livro de matemática
Giovana Gomes da Silva
 
atividade 8º ano entrevista - com tirinha
atividade 8º ano entrevista - com tirinhaatividade 8º ano entrevista - com tirinha
atividade 8º ano entrevista - com tirinha
Suzy De Abreu Santana
 
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdfCADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
NatySousa3
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
AurelianoFerreirades2
 
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Biblioteca UCS
 
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdfEspecialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
DanielCastro80471
 
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do AssaréFamílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
profesfrancleite
 
Fernão Lopes. pptx
Fernão Lopes.                       pptxFernão Lopes.                       pptx
Fernão Lopes. pptx
TomasSousa7
 
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.pptEstrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
livrosjovert
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
MarcosPaulo777883
 
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptxAula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
edivirgesribeiro1
 
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmenteeducação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
DeuzinhaAzevedo
 
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdfO que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
Pastor Robson Colaço
 

Último (20)

Pintura Romana .pptx
Pintura Romana                     .pptxPintura Romana                     .pptx
Pintura Romana .pptx
 
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - AlfabetinhoAtividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
 
Atividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º anoAtividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º ano
 
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
 
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
 
0002_matematica_6ano livro de matemática
0002_matematica_6ano livro de matemática0002_matematica_6ano livro de matemática
0002_matematica_6ano livro de matemática
 
atividade 8º ano entrevista - com tirinha
atividade 8º ano entrevista - com tirinhaatividade 8º ano entrevista - com tirinha
atividade 8º ano entrevista - com tirinha
 
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdfCADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
 
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
 
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdfEspecialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
 
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do AssaréFamílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
 
Fernão Lopes. pptx
Fernão Lopes.                       pptxFernão Lopes.                       pptx
Fernão Lopes. pptx
 
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.pptEstrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
 
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
 
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptxAula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
 
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmenteeducação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
 
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdfO que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
 

Seminário cuidado ao idoso

  • 1. Faculdade Maurício de Nassau Cuidado ao Idoso Enfermagem-6º Período Profª: Sinara Teresina-Pi
  • 2. Componentes  Aline Nayra  Ana Carla  Camila Beatrice  Elanny Santos  Fernanda Sávia  Flaviana Mutran  Joana Carolina  Kamyla Sávia  Laíz Alves  Lídia Viana
  • 3.
  • 4.
  • 5.
  • 6. • Investigação dos fatores de risco para osteoporose e para fraturas. História Clínica • Estatura • Peso corporal • Hipercifose dorsal • Abdômen protuso • Outras deformidades esqueléticas • Sinais físicos de doenças associadas á osteoporose. Exame Físico • Hemograma completo • Dosagem de TSH, VHS • Dosagem de cálcio e fósforo • Ureia e creatinina plasmática • Fosfatase alcalina total • Análise urinária Avaliação Laboratorial
  • 7. • Radiografias • Densitometria Óssea Avaliação Por Imagem
  • 8. Prevenção e tratamento da osteoporose  A prevenção deve começar na infância com a realização de exercícios com frequência regular , associada a uma dieta rica em cálcio e exposição regular ao sol(Vitamina D) além da melhoria das condições de equilíbrio e visão.  Desse modo com a chegada da menopausa ou se houver necessidade de utilizar drogas que aumentam a reabsorção óssea, o indivíduo terá uma reserva óssea adequada , mantendo os ossos mais resistentes.  O tratamento inclui dieta, atividade física, exposição solar, além das medidas preventivas de quedas e uso de medicamentos
  • 9. Promoção da alimentação saudável  É necessário adotar uma alimentação equilibrada, porém voltada para a oferta dos componentes (oligo-elementos) essenciais na síntese óssea como as calorias, o cálcio, a pró- vitamina D, o Magnésio, Zinco, Boro, vitamina K e vitamina C diariamente.
  • 10.
  • 11. Mais de 98% do cálcio fica armazenado no esqueleto. Para mulheres de 19 a 50 anos e homens de 19 a70, a dose diária recomendada é de 1.000 mg/dia.  Mulheres com mais de 50 anos e homens acima de 70 requerem 1.200 mg/dia. Cerca de 70% do cálcio presente na dieta da maioria dos adultos vêm do leite e seus derivados. A rigor, a suplementação só está justificada nos casos em que a quantidade ingerida é inferior às necessidades diárias. O cálcio presente nos alimentos é absorvido com mais facilidade do que o dos suplementos.
  • 12. Vitamina D  A vitamina D pode ser adquirida por meio da alimentação, medicação e exposição ao sol, no mínimo 15 minutos, em horários e durante períodos adequados (início da manhã e final da tarde).  Pode ser administrada na dose de 400 a 800 UI/dia, especialmente em mulheres acima de 65 anos, em idoso institucionalizados ou com osteoporose estabelecida.
  • 13.
  • 14. Práticas Corporais/ Atividades Físicas  Exercícios aeróbicos e com peso (musculação), têm sido associados com manutenção e ganho da massa óssea em mulheres na pós-menopausa, tanto na coluna vertebral, como no quadril.  Em pacientes com osteoporose estabelecida, deve-se evitar exercícios de alto impacto pelos ricos de fraturas que podem acarretar.
  • 15. Medicamentos  Critério de inclusão no protocolo de tratamento:  Osteoporose definida por escore T igual ou inferior a 2,5 desvio padrão, com ou sem fratura prévia.  Critérios de exclusão:  Dependem das contraindicações e precauções de acordo com cada droga. o Na osteoporose glicocorticoide- induzida a suplementação de cálcio 1,0g ao dia e vitamina D 400-800 UI ao dia , via oral, ajudam na prevenção da perda óssea, devendo ser iniciados desde o início do tratamento com glicocorticoides que possam durar mais de 3 meses.
  • 16.  Homens e mulheres com deficiência de esteroides sexuais devem ser avaliados individualmente quanto aos riscos e os benefícios em relação a possibilidade de tratamento hormonal concomitante.  Para os pacientes com densitometria óssea abaixo do normal (escore T <-1,0) deve se iniciar um bifosfonato.  Bifosfonatos  Terapia Hormonal  Raloxifeno  Calcitonina  Medicina Natural e Práticas Complementares  Efetividade do Tratamento
  • 17.
  • 18.  Quedas representam um sério problema para as pessoas idosas e estão associadas à elevados índices de morbi- mortalidade, redução da capacidade funcional e institucionalização precoce.  O profissional deve questionar a ocorrência e frequência de quedas, registrando na Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa. Essas informações possibilitam a identificação do risco.  O ambiente residencial pode aumentar o risco de quedas e deve ser incluído na programação de avaliação da pessoa idosa.
  • 19. Causas e fatores de risco  Relacionadas ao ambiente  Fraqueza/distúrbios de equilíbrio e marcha  Tontura/vertigem  Alteração postural/hipotensão ortostática  Lesão no SNC  Síncope  Redução da visão  Os fatores de riscos podem ser divididos em intrínsecos e extrínsecos :
  • 20.  Fatores intrínsecos: decorrem das alterações fisiológicas relacionadas ao avançar da idade, da presença de doenças, de fatores psicológicos e de reações adversas de medicações em uso. Podem ser citados:  idosos com mais de 80 anos;  sexo feminino;  imobilidade;  quedas precedentes;  equilíbrio diminuído;  marcha lenta e com passos curtos;  baixa aptidão física;  fraqueza muscular de MMII e MMSS;  alterações cognitivas;  doença de Parkinson;  polifarmácia;  uso de sedativos, hipnóticos e ansiolíticos.
  • 21.  Fatores extrínsecos: relacionados aos comportamentos e atividades das pessoas idosas e ao meio ambiente.  Ambientes inseguros e mal iluminados, mal planejados e mal construídos, com barreiras arquitetônicas representam os principais fatores de risco para quedas.  A maioria das quedas acidentais ocorre dentro de casa ou em seus arredores, geralmente durante o desempenho de atividades cotidianas como caminhar, mudar de posição, ir ao banheiro.  Cerca de 10% das quedas ocorrem em escadas sendo que descê-las apresenta maior risco que subi-las.
  • 22. Os riscos domésticos mais comuns que devem ser objeto de atenção das equipes de Atenção Básica são:  Ausência de reflexos de proteção;  Densidade mineral óssea reduzida – osteoporose;  Desnutrição;  Idade avançada;  Resistência e rigidez da superfície sobre a qual se cai;  Dificuldade para levantar após a queda.  Avaliação das quedas :  Identificar a causa que levou a queda e tratá-la.  Reconhecer fatores de risco para prevenir futuros eventos, implementando intervenções adequadas.
  • 23.
  • 24. A caderneta da pessoa idosa  É um instrumento que ajuda identificar os idosos que caem com mais frequência, principalmente, nos últimos 12 meses.  Na visita domiciliar, o agente comunitário de saúde pode identificar esse problema e encaminhar para a equipe de Atenção Básica/Saúde da Família.  Este Caderno sugere que durante a consulta na Unidade Básica de Saúde ou visita ao domicílio, seja realizada uma Avaliação Multidimensional Rápida da Pessoa Idosa.
  • 25. A avaliação da queda envolve aspectos biológicos, físico- funcionais, cognitivos e psicossociais. Devem ser levantados dados relacionados:  Ao contexto e mecanismo das quedas.  Às condições clínicas da pessoa idosa, considerando as doenças crônicas e agudas presentes.  A medicação em uso (prescritas ou automedicadas).  Medidas práticas para minimizar as quedas e suas consequências entre as pessoas idosas:  Educação para o autocuidado.  Utilização de dispositivos de auxilio à marcha (quando necessário) como bengalas, andadores e cadeiras de rodas.  Utilização criteriosa de medicamentos evitando se em especial, as que podem causar hipotensão postural.  Adaptação do meio ambiente
  • 26. Conclusão  Concluímos assim, porque o espaço acessível é justo, útil e confortável para todas as pessoas. Para aqueles que no processo natural de vida vão envelhecendo e ganhando limitações com o tempo ou para outros que tiveram acidentes no percurso. Para nós, mas também para nosso familiares e amigos que vem nos visitar. Para eliminar as barreiras do lugar onde vivemos , precisamos observar e cuidar para que os padrões estabelecidos sejam sempre obedecidos.
  • 27. Referências Cybele Barros. Casa Segura: Uma arquitetura para maturidade. Disponível em:<http://www.casasegura.arq.br> Acesso em: 29.ago.2015 Envelhecimento e saúde da pessoa idosa. Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília : Ministério da Saúde, 2007.