0520 incapacidades - Daniela

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0520 incapacidades - Daniela

  1. 1. DEFICIÊNCIASDEFICIÊNCIAS Causas das deficiênciasCausas das deficiências: Razões genéticas, enfermidades pré-natais, acidentes na concepção e no parto. Situações ao longo da vida
  2. 2. DEFICIÊNCIAS adquiridasDEFICIÊNCIAS adquiridas
  3. 3. DEFICIÊNCIASDEFICIÊNCIAS - Agravamento do diabetes - Tumor no cérebro - Quadro de glaucoma - Surto de parasitas São situações que podem levar a pessoa a cegueira.
  4. 4. DEFICIÊNCIA VISUALDEFICIÊNCIA VISUAL Refere-se a uma situação irreversível de diminuição da resposta visual, em virtude de causas congênitas ou Hereditárias, mesmo após tratamento Clínico e/ou cirúrgico e uso de óculos convencionais. Pode ser leve, moderada, severa e profunda (que compõem o grupo de visão subnormal ou baixa visão) e ausência total da resposta visual (cegueira) DEFICIÊNCIA VISUAL
  5. 5. DEFICIÊNCIA VISUALDEFICIÊNCIA VISUAL CEGOSCEGOS: têm somente a percepção da luz ou não têm nenhuma visão e precisam aprender através do método Braille e de meios de comunicação que não estejam relacionados com o uso da visão. VISÃO PARCIALVISÃO PARCIAL: têm limitação da visão à distância, mas são capazes de ver objetos e materiais quando estão a poucos centímetros. VISÃO REDUZIDAVISÃO REDUZIDA: são considerados com visão reduzida, indivíduos que podem ter seu problema corrigido por cirurgia ou uso de lentes.
  6. 6. A CRIANÇA CEGA • Quando estão livres de qualquer outra incapacidade desenvolvem-se do mesmo modo que os outros bebês. • Enquanto os bebês providos de visão se divertem em alcançar um brinquedo aos cinco meses, tendo olhos que podem coordenar-se com as mãos, o bebê cego necessita desenvolver a coordenação ouvido-mão.
  7. 7. A CRIANÇA CEGA • A dificuldade maior vem num estágio posterior, quando o bebê cego sente desconforto quando a mãe não está presente, já que, ao contrário do bebê com visão, que retém a imagem visual da mãe em sua mente para ajudar nos momentos de ausência. • Outra impossibilidade é quando comparamos a necessidade que as pessoas têm de admirar fotografias de pessoas quando elas estão ausentes ou mortas, guardando-as em sua mente através dessas imagens.
  8. 8. DEFICIÊNCIA AUDITIVADEFICIÊNCIA AUDITIVA É considerada genericamente como a diferença existente entre a performance do indivíduo e a habilidade normal para detecção Sonora de acordo com padrões estabelecidos pela American National Standart Institut (ANSI – 1989) DEFICIÊNCIAAUDITIVA
  9. 9. DEFICIÊNCIA AUDITIVADEFICIÊNCIA AUDITIVA O indivíduo surdo (severo e profundo) alfabetizado nos sistemas de Linguagem Brasileira de Sinais (Libras) e na Língua Portuguesa escrita – desenvolvem a leitura mecânica. Em sua leitura não codifica e fala as preposições. Ex.: se dizemos “vou a casa de Maria”, a pessoa SURDA falará: “ir casa Maria”
  10. 10. A CRIANÇA SURDA • A criança surda necessita da linguagem manual para compensar as dificuldades com a linguagem oral. Sinais é uma língua equivalente a qualquer linguagem oral, e se ensinada desde o início, juntamente com a leitura labial, evita-se os riscos de uma falha educacional.
  11. 11. A CRIANÇA SURDA • Desde que bebês surdos não sejam desfavorecidos em outros modos e que alternativas de comunicação sejam encontradas, a criança surda pode desenvolver-se como qualquer outra. • O desenvolvimento de apegos emocionais não são afetados pela surdez, e como a criança surda tem o benefício da visão, conquistas físicas são normais, havendo maior dificuldade no aspecto da linguagem.
  12. 12. REABILITAÇÃOREABILITAÇÃO • No caso de acidentes, o corpo precisa ser “consertado”, “adaptado”, “normalizado” para poder funcionar • O problema precisa ser minorado ou resolvido pela ciência. Isso levou ao surgimento de profissionais especializados, clínicas de reabilitação e instituições de ensino
  13. 13. DEFICIÊNCIASDEFICIÊNCIAS o A PARTIR DA SEGUNDA METADE DO SÉCULO XX, DEU-SE INÍCIO O PARADÍGMA DA INCLUSÃO SOCIAL, MARCADOS PELAS CONQUISTAS DOS DIREITOS HUMANOS E UMA PROGRESSIVA BUSCA PELO RECONHECIMENTO DE DIREITOS ESPECÍFICOS. UMA PESSOA NÃO DEVE SER REDUZIDA, NEM IDENTIFICADA COM SEUS LIMITES SENSORIAIS, MENTAIS OU MOTORES. MAS TAMBÉM NÃO DEVE SER ENTENDIDA E ACOLHIDA SEM ELES.
  14. 14. SÍNDROME DE DOWN • Do mesmo modo que a incapacidade de aprendizado, que pode variar de branda a profunda, há também o risco de uma doença congênita do coração, problemas de audição e severas infecções pulmonares. • Na primeira infância, o tônus e o controle precário dos músculos e a língua maior que a média contribuem para dificuldades de alimentação e problemas de fala, embora tenha havido uma grande melhora no desenvolvimento da linguagem.
  15. 15. AUTISMO • Afeta cerca de 11 crianças entre cada 10 mil. O autismo infantil começa antes dos dois anos e meio de idade. A criança apresenta problemas graves na linguagem e no desenvolvimento da fala, além da dificuldade especial com pronomes, como por exemplo, em entender o uso de “você”, “eu”, ou “mim”. Falta-lhes também a reação comum e o contato de olhos com outras pessoas.
  16. 16. AUTISMO • O diagnóstico de autismo infantil, geralmente não é feito antes que tenha se passado três anos de desenvolvimento anormal e oitenta por cento destas crianças serão portadoras de deficiência mental.
  17. 17. PARALISIA CEREBRAL • lesão cerebral que resulta na dificuldade do movimento. A lesão primária é no cérebro, sendo, portanto, irreparável, ainda que, em alguns casos, a cirurgia possa melhorar o funcionamento físico do indivíduo. • Pode levar a deficiência mental severa, a epilepsia e a defeitos de fala; isso se dá em contínuo e algumas crianças têm inteligência normal. As causas pós- parto incluem meningite e encefalite. A prematuridade, a anoxia, a rubéola ou a toxoplasmose estão também implicadas entre suas causas.
  18. 18. ENCEFALITE • Infecção que afeta a massa encefálica. Pode ser causada pelas mesmas viroses relacionadas com meningites bacterianas ou virais. • Pode levar à hemiplegia, à paraplegia, à epilepsia, ao distúrbio emocional e à deficiência mental.
  19. 19. HIDROCEFALIA • Causada por um volume excessivo de fluido cérebroespinhal e é associada a uma crescente pressão intracraniana e à deficiência mental, que pode ser severa.
  20. 20. ANOXIA NEONATAL • Dificuldade do recém-nascido em respirar com espontaneidade imediatamente depois do parto. Embora a criança com anoxia severa possa mais tarde mostrar sinais de deficiência mental, paralisia cerebral, epilepsia e distúrbio comportamental, é difícil dizer se a criança foi prejudicada pela anoxia ou se a anoxia se deveu a uma anormalidade pronunciada do cérebro.
  21. 21. EPILEPSIA • Grande Mal é a forma mais comum, envolvendo acessos com perda repentina de consciência. Problemas adicionais incluem possíveis lesões causadas por queda durante um acesso e possível incontinência urinária e fecal. • No recém-nascido, os acessos podem ser mais reconhecidos através de tremores ou olhos que fitam fixamente um ponto do que por convulsões, que, nos primeiros dias de vida, são geralmente devidas a trauma de parto.
  22. 22. EPILEPSIA • Pequeno Mal é o nome para lapsos de consciência breves e frequentes, mas não associados com tremores ou perdas de equilíbrio. • A epilepsia do lobo temporal pode ser anunciada pelo medo, odores desagradáveis, dor ou zumbido. Pode haver dificuldade da fala e alucinações.
  23. 23. SÍNDROME DO X FRÁGIL • Um em cada 600 indivíduos do sexo masculino é afetado por um retardo mental inespecífico causado por um gene do cromossomo X. • O X frágil é o mais reconhecido e ocorre para uma grande proporção de todas as deficiências mentais. É geralmente severa e causa atraso na fala e na linguagem. • Aspectos regulares incluem orelhas grandes e um rosto comprido.
  24. 24. SÍNDROME DO X FRÁGIL • Um terço das mulheres portadoras do gene são elas próprias portadoras de deficiência mental. Há também portadores masculinos desta mutação do X frágil que são intelectualmente normais. Suas filhas herdarão a mutação, mas não serão portadoras de deficiência. No entanto, seus netos correm o risco. A síndrome envolve problemas de linguagem específicos, incluindo a dislalia, a fala gagueada e pronunciada indistintamente, mais ainda do que na síndrome de Down. Há também o movimento descontrolado das mãos, o contato precário dos olhos e a hiperatividade.

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