SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 7
O DESAFIO DE VIVER 
COM AS DIFERENÇAS 
Alunos: Duban Farias Honorato 
Marcelo da Silva Machado 
Mariza vieira 
Turma ; PELAG-B
Simbologia Braille 
Conceitos 
CEGUEIRA: Ausência total de visão até a perda da capacidade de indicar projeção 
de luz, utilizando o sistema braile como recurso para leitura e escrita. Neste sentido 
podemos classificar a cegueira em congênita ou adquirida. 
CEGUEIRA CONGÊNITA: Refere-se á perda total da visão desde o nascimento 
ou anterior aos cinco anos de idade. Normalmente a pessoa cega congênita não 
apresenta memoria visual, o que muitas vezes difere da cegueira adquirida. 
CEGUEIRA ADQUIRIDA: Refere-se á perda total da visão após os cinco anos 
de idade. As pessoas com sequeira adquirida apresentam memória visual onde as 
imagem de certa forma ainda estão presentes. Neste fase é comum acontecerem 
influencia de fatores psicológicos normalmente ligados a aceitação da condição de 
pessoa com deficiência visual. 
BAIXA VISÃO: Condição de visão que vai desde a capacidade de indicar 
projeção de luz até a redução da acuidade visual ao grau que exige atendimento 
especializado. Sua aprendizagem se dará através dos meios visuais, mesmo que 
sejam necessários recurso especiais. 
SIMBOLOGIA BRAILLE: O braille e um processo de escrita e leitura baseado 
em 64 símbolos em relevo, resultantes da combinação de até seis pontos cada.Pode-se 
fazer a representação tanto de letras,como algarismos e sinais de pontuação. Ele 
é utilizado por pessoas cegas ou com baixa visão, e a leitura é feita da esquerda 
para a direita, ao toque de uma ou duas mãos ao mesmo tempo. O braille não é algo 
que está no cotidiano das pessoas, somente os cegos se utilizam dele.
Simbologia Braille 
Dicas 
o Não limite o cego mais que a própria cegueira, permita que ele faça o que 
pode, sabe e deve realizar sozinho. 
o Não se dirija a um cego através da pessoa que lhe acompanha. 
o Ao conduzir um cego, deixe que ele segure seu braço, pois pelos movimento 
do seu corpo, ele perceberá o caminho a ser percorrido. 
o Não carregue ou puxe um cego para que ele se sente. 
o Não diga apenas aqui ou ali ao orientar um cego, essas informações não são 
suficientes para situá-lo no ambiente. 
o Não deixe portas ou janelas entreabertas no caminho, conserve-se encostadas 
na parede ou fechada. 
o Ao entra em um local identifique-se. 
o Avise sempre que está se retirando do ambiente, para que o cego não fique 
falando sozinho. 
o Atravesse a rua sempre em linha reta para que ele não perca sua orientação. 
o Ao apresentar um cego a outra pessoa ,cuide para esta pessoa se posicionar a 
frente do deficiente visual. 
o É possível ajudar as pessoas com deficiência visual sem criar dependência, 
basta orientá-las para que encontrem os recursos que as tornem independentes.
LIBRAS 
Conceitos 
SURDEZ DEFICIENCIA: Auditiva com perda parcial ou total das possibilidades 
sonoras, variando em grau e níveis. Há diferentes tipos de perda auditiva. São 
chamados de surdos os indivíduos que tem perda total ou parcial, congênita ou 
adquirida, da capacidade de compreender a fala através do ouvido. 
Surdez congênita: Causada por viroses maternas, doenças tóxicas, desenvolvidas 
durante a gravidez, predisposição. 
Surdez Adquirida: pessoa pode nascer surda ou adquirir posteriormente através de 
uma doença ou acidente. 
BILINGUISMO: Defende o uso da língua de sinais(LIBRAS, no Brasil) e do 
Português, como duas línguas distintas, reconhecendo o surdo na sua diferença e 
especificidade. As duas línguas são usadas, mas não simultaneamente. No 
bilinguismo, a primeira língua dos surdos é a Língua de Sinais. A língua falada ou 
escrita a ser adquirida (o Português, por exemplo) é tida como segunda língua. 
LIBRAS: É língua de sinais utilizada pelos surdos que vivem em cidades do Brasil 
onde existem comunidade surdas. A libras, como toda língua de sinais, é uma 
modalidade gestual-visual porque utiliza, como canal ou meio de comunicação, 
movimento gestuais e expressões facial que são percebido pela visão, portanto, 
diferencia da língua portuguesa, que e uma língua de modalidade oral – auditiva 
por utilizar, como canal ou meio de comunicação, sons articulados que são 
percebidos pelo ouvido.
Dicas 
LIBRAS 
o Deve falar com naturalidade e clareza, não exagerando no tom de voz. 
o Falar sempre de frente para o deficiente auditivo, pois se você despertar o 
olhar ele poderá entender que a conversa acabou. 
o Ao falar procure não ficar contra a luz, e sim num lugar iluminado. 
o Mesmo que a pessoa surda esteja acompanhada de um interprete, dirija-se ela 
não ao interprete. 
o Se você quiser falar com a pessoa surda, chame sua atenção, sinalizando ou 
tocando- lhe em seu braço; 
o Se você não entender o que uma pessoa surda esta falando, peça que repita. Se 
mesmo assim não conseguir entender, peça que escreva, o importante e 
comunicar-se;
REFERÊNCIAS 
NOVA ESCOLA, Revista de Inclusão nova escola.org.br/planos 2013. 
UNIASSELVI, Profª Tatiana dos Santos da Silveira: Educação Inclusiva, caderno 
de estudo. NEAD 2013. 
UNIASSELVI, Profª Katia Solange Coelho Rafaeli: Língua Brasileira de Sinais 
Libras, caderno de estudo. NEAD 2009.
REFERÊNCIAS 
NOVA ESCOLA, Revista de Inclusão nova escola.org.br/planos 2013. 
UNIASSELVI, Profª Tatiana dos Santos da Silveira: Educação Inclusiva, caderno 
de estudo. NEAD 2013. 
UNIASSELVI, Profª Katia Solange Coelho Rafaeli: Língua Brasileira de Sinais 
Libras, caderno de estudo. NEAD 2009.

Mais conteúdo relacionado

Destaque

Seminário academico. O Ensino da Língua Portuguesa: Perspectivas e Contradições
Seminário academico. O Ensino da Língua Portuguesa: Perspectivas e ContradiçõesSeminário academico. O Ensino da Língua Portuguesa: Perspectivas e Contradições
Seminário academico. O Ensino da Língua Portuguesa: Perspectivas e Contradiçõeslagunaedu
 
Conhecendo as Altas Habilidades
Conhecendo as Altas HabilidadesConhecendo as Altas Habilidades
Conhecendo as Altas HabilidadesAngel Bayer
 
Altas habilidades superdotação e a inclusão escolar
Altas habilidades superdotação e a inclusão escolarAltas habilidades superdotação e a inclusão escolar
Altas habilidades superdotação e a inclusão escolarSimoneHelenDrumond
 
Altas habilidades/Superdotação
Altas habilidades/SuperdotaçãoAltas habilidades/Superdotação
Altas habilidades/SuperdotaçãoPatricia Bampi
 
Diversidade e respeito
Diversidade e respeitoDiversidade e respeito
Diversidade e respeitoFixe Fixe
 
ALTAS HABILIDADES E SUPER DOTAÇÃO
ALTAS HABILIDADES E SUPER DOTAÇÃOALTAS HABILIDADES E SUPER DOTAÇÃO
ALTAS HABILIDADES E SUPER DOTAÇÃOProf. Noe Assunção
 
Palestra motivacional - É preciso saber viver
Palestra motivacional - É preciso saber viverPalestra motivacional - É preciso saber viver
Palestra motivacional - É preciso saber viverBeto Chaves
 
Deficiencia Visual
Deficiencia VisualDeficiencia Visual
Deficiencia Visualeesandra89
 
5 Parâmetros da libras
5 Parâmetros da libras5 Parâmetros da libras
5 Parâmetros da librasNelinha Soares
 
Apresentação autismo escolinha
Apresentação autismo escolinhaApresentação autismo escolinha
Apresentação autismo escolinhaDaniela Santos
 
Pedagogia - Autismo
Pedagogia - AutismoPedagogia - Autismo
Pedagogia - AutismoAurivan
 

Destaque (20)

Seminário academico. O Ensino da Língua Portuguesa: Perspectivas e Contradições
Seminário academico. O Ensino da Língua Portuguesa: Perspectivas e ContradiçõesSeminário academico. O Ensino da Língua Portuguesa: Perspectivas e Contradições
Seminário academico. O Ensino da Língua Portuguesa: Perspectivas e Contradições
 
Conhecendo as Altas Habilidades
Conhecendo as Altas HabilidadesConhecendo as Altas Habilidades
Conhecendo as Altas Habilidades
 
Altas habilidades superdotados 2
Altas habilidades   superdotados 2Altas habilidades   superdotados 2
Altas habilidades superdotados 2
 
Surdocegueira- Inclusão
Surdocegueira- Inclusão Surdocegueira- Inclusão
Surdocegueira- Inclusão
 
Altas habilidades superdotação e a inclusão escolar
Altas habilidades superdotação e a inclusão escolarAltas habilidades superdotação e a inclusão escolar
Altas habilidades superdotação e a inclusão escolar
 
DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA
DEFICIÊNCIA MÚLTIPLADEFICIÊNCIA MÚLTIPLA
DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA
 
Altas habilidades/Superdotação
Altas habilidades/SuperdotaçãoAltas habilidades/Superdotação
Altas habilidades/Superdotação
 
Diversidade e respeito
Diversidade e respeitoDiversidade e respeito
Diversidade e respeito
 
ALTAS HABILIDADES E SUPER DOTAÇÃO
ALTAS HABILIDADES E SUPER DOTAÇÃOALTAS HABILIDADES E SUPER DOTAÇÃO
ALTAS HABILIDADES E SUPER DOTAÇÃO
 
Palestra motivacional - É preciso saber viver
Palestra motivacional - É preciso saber viverPalestra motivacional - É preciso saber viver
Palestra motivacional - É preciso saber viver
 
Respeito
RespeitoRespeito
Respeito
 
Deficiencia Visual
Deficiencia VisualDeficiencia Visual
Deficiencia Visual
 
Sintaxe da libras
Sintaxe da librasSintaxe da libras
Sintaxe da libras
 
Deficiencia visual
Deficiencia visualDeficiencia visual
Deficiencia visual
 
Autismo - Ziraldo
Autismo  -  ZiraldoAutismo  -  Ziraldo
Autismo - Ziraldo
 
5 Parâmetros da libras
5 Parâmetros da libras5 Parâmetros da libras
5 Parâmetros da libras
 
Deficiência visual capacitação 2011
Deficiência visual capacitação 2011Deficiência visual capacitação 2011
Deficiência visual capacitação 2011
 
Apresentação autismo escolinha
Apresentação autismo escolinhaApresentação autismo escolinha
Apresentação autismo escolinha
 
Deficiência visual power point
Deficiência visual power  pointDeficiência visual power  point
Deficiência visual power point
 
Pedagogia - Autismo
Pedagogia - AutismoPedagogia - Autismo
Pedagogia - Autismo
 

Semelhante a Desafios da inclusão: Braille e Libras

Semelhante a Desafios da inclusão: Braille e Libras (20)

Livreto Braille e Libras Grupo Jane, Fernanda Rohden e Mônia
Livreto Braille e Libras Grupo Jane, Fernanda Rohden e MôniaLivreto Braille e Libras Grupo Jane, Fernanda Rohden e Mônia
Livreto Braille e Libras Grupo Jane, Fernanda Rohden e Mônia
 
Deficiência visual
Deficiência visualDeficiência visual
Deficiência visual
 
Dicas de relacionamento com as pessoas com deficiencia
Dicas de relacionamento com as pessoas com deficienciaDicas de relacionamento com as pessoas com deficiencia
Dicas de relacionamento com as pessoas com deficiencia
 
Curso de libras_-_graciele
Curso de libras_-_gracieleCurso de libras_-_graciele
Curso de libras_-_graciele
 
Como lidar com as pessoas com deficiência
Como lidar com as pessoas com deficiênciaComo lidar com as pessoas com deficiência
Como lidar com as pessoas com deficiência
 
Educação Inclusiva
Educação InclusivaEducação Inclusiva
Educação Inclusiva
 
Como ajudar umcego
Como ajudar umcegoComo ajudar umcego
Como ajudar umcego
 
DIA MUNDIAL DO BRAILLE
DIA MUNDIAL DO BRAILLEDIA MUNDIAL DO BRAILLE
DIA MUNDIAL DO BRAILLE
 
DIA MUNDIAL DO BRAILLE
DIA MUNDIAL DO BRAILLEDIA MUNDIAL DO BRAILLE
DIA MUNDIAL DO BRAILLE
 
Como ajudar umcego
Como ajudar umcegoComo ajudar umcego
Como ajudar umcego
 
Análise Inqueritos Tecnicos Comercio
Análise Inqueritos Tecnicos ComercioAnálise Inqueritos Tecnicos Comercio
Análise Inqueritos Tecnicos Comercio
 
DIA MUNDIAL DO BRAILLE
DIA MUNDIAL DO BRAILLEDIA MUNDIAL DO BRAILLE
DIA MUNDIAL DO BRAILLE
 
Em MarçO Aconteceu
Em MarçO AconteceuEm MarçO Aconteceu
Em MarçO Aconteceu
 
Em Março Aconteceu
Em Março AconteceuEm Março Aconteceu
Em Março Aconteceu
 
Em Março Aconteceu
Em Março AconteceuEm Março Aconteceu
Em Março Aconteceu
 
Deficiência auditiva
Deficiência auditivaDeficiência auditiva
Deficiência auditiva
 
Deficiência auditiva
Deficiência auditiva Deficiência auditiva
Deficiência auditiva
 
Manual Novos Rumos
Manual Novos RumosManual Novos Rumos
Manual Novos Rumos
 
Deficiências
DeficiênciasDeficiências
Deficiências
 
Curso de libras_-_graciele
Curso de libras_-_gracieleCurso de libras_-_graciele
Curso de libras_-_graciele
 

Desafios da inclusão: Braille e Libras

  • 1. O DESAFIO DE VIVER COM AS DIFERENÇAS Alunos: Duban Farias Honorato Marcelo da Silva Machado Mariza vieira Turma ; PELAG-B
  • 2. Simbologia Braille Conceitos CEGUEIRA: Ausência total de visão até a perda da capacidade de indicar projeção de luz, utilizando o sistema braile como recurso para leitura e escrita. Neste sentido podemos classificar a cegueira em congênita ou adquirida. CEGUEIRA CONGÊNITA: Refere-se á perda total da visão desde o nascimento ou anterior aos cinco anos de idade. Normalmente a pessoa cega congênita não apresenta memoria visual, o que muitas vezes difere da cegueira adquirida. CEGUEIRA ADQUIRIDA: Refere-se á perda total da visão após os cinco anos de idade. As pessoas com sequeira adquirida apresentam memória visual onde as imagem de certa forma ainda estão presentes. Neste fase é comum acontecerem influencia de fatores psicológicos normalmente ligados a aceitação da condição de pessoa com deficiência visual. BAIXA VISÃO: Condição de visão que vai desde a capacidade de indicar projeção de luz até a redução da acuidade visual ao grau que exige atendimento especializado. Sua aprendizagem se dará através dos meios visuais, mesmo que sejam necessários recurso especiais. SIMBOLOGIA BRAILLE: O braille e um processo de escrita e leitura baseado em 64 símbolos em relevo, resultantes da combinação de até seis pontos cada.Pode-se fazer a representação tanto de letras,como algarismos e sinais de pontuação. Ele é utilizado por pessoas cegas ou com baixa visão, e a leitura é feita da esquerda para a direita, ao toque de uma ou duas mãos ao mesmo tempo. O braille não é algo que está no cotidiano das pessoas, somente os cegos se utilizam dele.
  • 3. Simbologia Braille Dicas o Não limite o cego mais que a própria cegueira, permita que ele faça o que pode, sabe e deve realizar sozinho. o Não se dirija a um cego através da pessoa que lhe acompanha. o Ao conduzir um cego, deixe que ele segure seu braço, pois pelos movimento do seu corpo, ele perceberá o caminho a ser percorrido. o Não carregue ou puxe um cego para que ele se sente. o Não diga apenas aqui ou ali ao orientar um cego, essas informações não são suficientes para situá-lo no ambiente. o Não deixe portas ou janelas entreabertas no caminho, conserve-se encostadas na parede ou fechada. o Ao entra em um local identifique-se. o Avise sempre que está se retirando do ambiente, para que o cego não fique falando sozinho. o Atravesse a rua sempre em linha reta para que ele não perca sua orientação. o Ao apresentar um cego a outra pessoa ,cuide para esta pessoa se posicionar a frente do deficiente visual. o É possível ajudar as pessoas com deficiência visual sem criar dependência, basta orientá-las para que encontrem os recursos que as tornem independentes.
  • 4. LIBRAS Conceitos SURDEZ DEFICIENCIA: Auditiva com perda parcial ou total das possibilidades sonoras, variando em grau e níveis. Há diferentes tipos de perda auditiva. São chamados de surdos os indivíduos que tem perda total ou parcial, congênita ou adquirida, da capacidade de compreender a fala através do ouvido. Surdez congênita: Causada por viroses maternas, doenças tóxicas, desenvolvidas durante a gravidez, predisposição. Surdez Adquirida: pessoa pode nascer surda ou adquirir posteriormente através de uma doença ou acidente. BILINGUISMO: Defende o uso da língua de sinais(LIBRAS, no Brasil) e do Português, como duas línguas distintas, reconhecendo o surdo na sua diferença e especificidade. As duas línguas são usadas, mas não simultaneamente. No bilinguismo, a primeira língua dos surdos é a Língua de Sinais. A língua falada ou escrita a ser adquirida (o Português, por exemplo) é tida como segunda língua. LIBRAS: É língua de sinais utilizada pelos surdos que vivem em cidades do Brasil onde existem comunidade surdas. A libras, como toda língua de sinais, é uma modalidade gestual-visual porque utiliza, como canal ou meio de comunicação, movimento gestuais e expressões facial que são percebido pela visão, portanto, diferencia da língua portuguesa, que e uma língua de modalidade oral – auditiva por utilizar, como canal ou meio de comunicação, sons articulados que são percebidos pelo ouvido.
  • 5. Dicas LIBRAS o Deve falar com naturalidade e clareza, não exagerando no tom de voz. o Falar sempre de frente para o deficiente auditivo, pois se você despertar o olhar ele poderá entender que a conversa acabou. o Ao falar procure não ficar contra a luz, e sim num lugar iluminado. o Mesmo que a pessoa surda esteja acompanhada de um interprete, dirija-se ela não ao interprete. o Se você quiser falar com a pessoa surda, chame sua atenção, sinalizando ou tocando- lhe em seu braço; o Se você não entender o que uma pessoa surda esta falando, peça que repita. Se mesmo assim não conseguir entender, peça que escreva, o importante e comunicar-se;
  • 6. REFERÊNCIAS NOVA ESCOLA, Revista de Inclusão nova escola.org.br/planos 2013. UNIASSELVI, Profª Tatiana dos Santos da Silveira: Educação Inclusiva, caderno de estudo. NEAD 2013. UNIASSELVI, Profª Katia Solange Coelho Rafaeli: Língua Brasileira de Sinais Libras, caderno de estudo. NEAD 2009.
  • 7. REFERÊNCIAS NOVA ESCOLA, Revista de Inclusão nova escola.org.br/planos 2013. UNIASSELVI, Profª Tatiana dos Santos da Silveira: Educação Inclusiva, caderno de estudo. NEAD 2013. UNIASSELVI, Profª Katia Solange Coelho Rafaeli: Língua Brasileira de Sinais Libras, caderno de estudo. NEAD 2009.

Notas do Editor

  1. Esta página é a capa