A consciência regulada

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Apresentação sobre os níveis de consciência e os seus mecanismos de controle. O ciclo vigília-sono e outros ritmos biológicos

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  • Núcleos: da rafe na linha mediana do tronco cerebral
  • Nos feixes descendentes existem neuronios bifurcados com´projeçoes tantp ascendentes quanto descendentes  integração da função sensorial com a motoradurante a vigilia e o sono A maioria das fibras do SARA são glutamaérgicas (excitatórias) durante a vigilia Fibras gabaérgicas atuam na propria FR fazendo inibição  sono
  • Pq não recebem estimulos do nucleo da rafe
  • sono REM - fase do sono seja regulada pelos neurônios dos lócus ceruleus sono não REM - fase do sono seja regulada pelos neurônios do núcleo da rafe Durante o período de sono, normalmente ocorrem de quatro a seis ciclos bifásicos com duração de noventa a cem minutos cada, sendo cada um dos ciclos compostos pelas fases de NREM, com duração de quarenta e cinco a oitenta e cinco minutos, e pela fase de sono REM, que dura de cinco a quarenta e cinco minutos.
  • A consciência regulada

    1. 1. A CONSCIÊNCIA REGULADA: Os níveis de consciência e os seus mecanismos de controle. O ciclo vigília-sono e outros ritmos biológicos Liga Acadêmica de Fisiologia - LAF Acadêmicas: Thainara Freitas Ribeiro Thatianne Gomes de Paula
    2. 2. Principais estruturas 15/12/10 15:45
    3. 3. Formação reticular <ul><li>Conceito: </li></ul><ul><ul><li>Conjunto de neurônios de tamanhos e tipos diferentes separados por uma rede de fibras nervosas </li></ul></ul><ul><ul><li>Dentro dessa rede  grupamento de neurônios (núcleos) </li></ul></ul><ul><li>Descrição: </li></ul><ul><ul><li>Se inicia como uma faixa de tecido na parte superior da medula, distribui-se pelo tronco encefálico e penetra no diencéfalo </li></ul></ul><ul><li>Função : </li></ul><ul><ul><li>Ativação do cortex cerebral regulando os estados de alerta e sono </li></ul></ul>15/12/10 15:45
    4. 4. Formação reticular <ul><li>Eferências: </li></ul><ul><ul><li>Fibras ascendentes para estruturas diencefálias e corticais </li></ul></ul><ul><ul><li>Fibras motoras descendentes para os tratos retículo espinhais </li></ul></ul><ul><li>Aferências: </li></ul><ul><ul><li>Provenientes das áreas rostrais do cérebro especialmente do córtex cerebral  modulação da atividade reticular </li></ul></ul><ul><li>Estado de alerta  SARA </li></ul><ul><ul><li>Fibras ascendentes da FRrostral projetam-se para núcleos inespecíficos do tálamo e daí para o córtex </li></ul></ul>15/12/10 15:45
    5. 5. Consciência <ul><li>É vista como a oposição à inconsciência  estado que compreende o estado de alerta e a capacidade de responder adequadamente a certos estímulos externos </li></ul><ul><li>Na psicofisiologia: implica também a expressão de todos os processos mentais  Interação plena entre estruturas corticais e subcorticais </li></ul><ul><ul><li>Mudar voluntariamente a direção da atenção </li></ul></ul><ul><ul><li>Criar idéias abstratas e expressá-las </li></ul></ul><ul><ul><li>Prever a significação de seus atos </li></ul></ul><ul><ul><li>Ser capaz de posicionar-se frente a valores éticos e estéticos </li></ul></ul>15/12/10 15:45
    6. 6. 15/12/10 15:45
    7. 7. Níveis de consciência <ul><li>Pode variar do estágio de sono profundo, passando por vários níveis intermediários chegando ao grau de vigilância máxima </li></ul><ul><li>Hiperalerta: estado de hiperatividade autonômica e respostas exageradas por uso de drogas, abstnência ou estresse pós-traumático </li></ul><ul><li>Obnubilação: estado de comportamento confuso, com o estado de alerta reduzindo com forte tendência para dormir </li></ul><ul><li>Estupor: a pessoa só responde a estímulos intensos mas perde a consciência quando estes são retirados </li></ul><ul><li>Coma: ausência de qualquer resposta a qualquer estímulo </li></ul>15/12/10 15:45
    8. 8. Expressão da consciência <ul><li>Para a plena expressão é necessária a ação conjunta de ambos os hemisférios </li></ul><ul><ul><li>Ressecção de corpo caloso (split-brain) </li></ul></ul><ul><ul><li>Lateralização hemisférica de função </li></ul></ul>15/12/10 15:45
    9. 9. Lateralização dos hemisférios <ul><li>Experimentos de Sperry </li></ul><ul><ul><li>Campo de visão E e D </li></ul></ul><ul><ul><li>Reconhecimento pelo tato mão E e D </li></ul></ul><ul><ul><li>Visão independente do tato </li></ul></ul><ul><ul><li>Escrever o que via ou sentia </li></ul></ul>15/12/10 15:46
    10. 10. Lateralização dos hemisférios <ul><li>Resultados: </li></ul><ul><ul><li>Objeto ou palavra em campo de visão E  pcte não sabe nomear ou falar a palavra em voz alta mas seleciona o objeto por palpação : pcte executa tarefa mas não é capaz de expressar verbalmente ou por escrito. Idem para colocar o objeto na mão E </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>É como se não tivesse acontecido </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Objeto ou palavra em campo de visão D  pcte nomeia, seleciona com a mão direita o objeto entre vários e lê a palavra em voz alta, escreve e seleciona o objeto correspondente. Objeto colocado na mao direita tem resultado análogo </li></ul></ul>15/12/10 15:46
    11. 11. Lateralização dos hemisférios <ul><li>Conclusões: </li></ul><ul><ul><li>Hemisfério esquerdo não se distingue do cérebro intacto  substrato neural dominante e decisivo para a consciência e linguagem </li></ul></ul><ul><ul><li>Hemisfério direito possui sistema de linguagem particular que não se comunica pela fala </li></ul></ul>15/12/10 15:46
    12. 12. SONO E VIGÍLIA 15/12/10 15:46
    13. 13. Formação reticular <ul><li>Núcleos da rafe </li></ul><ul><ul><li>Neurônios serotoninérgicos </li></ul></ul><ul><ul><li>Núcleo magno da rafe (rafe mediana) – mais importante </li></ul></ul><ul><ul><li>Regulação da dor (via da analgesia) e indução do sono </li></ul></ul><ul><li>Locus ceruleus </li></ul><ul><ul><li>Assoalho do IV ventrículo </li></ul></ul><ul><ul><li>Neurônios noradrenérgicos </li></ul></ul><ul><ul><li>Responsável pelo sono paradoxal (sono REM) </li></ul></ul><ul><li>Substância cinzenta periaquedutal (central) </li></ul><ul><ul><li>Circunda o aqueduto cerebral </li></ul></ul><ul><li>Área tegmentar ventral </li></ul><ul><ul><li>Parte ventral do tegmento do mesencéfalo, medialmente à substância negra </li></ul></ul><ul><ul><li>Neurônios dopaminérgicos </li></ul></ul><ul><ul><li>Regulação do comportamento emocional </li></ul></ul>15/12/10 15:46
    14. 14. Vigília <ul><li>Sistema Reticular Ativador Ascendente (SRAA) </li></ul><ul><li>Fibras ascendentes da FR  núcleos intralaminares do tálamo  todo o córtex cerebral </li></ul><ul><li>Ativação do córtex (vigília) </li></ul><ul><ul><li>Também é ativado por impulsos sensoriais </li></ul></ul><ul><li>Indução ativa do sono </li></ul><ul><ul><li>Núcleos da rafe inibe o SARA e induzem o sono </li></ul></ul><ul><ul><li>Animais seccionados no meio da ponte não dorme nunca </li></ul></ul>15/12/10 15:46
    15. 15. Sono processo ativo <ul><li>O sono é dividido em duas categorias: </li></ul><ul><ul><li>Sono REM (sono paradoxal, dessincronizado) </li></ul></ul><ul><ul><li>Sono não-REM (ondas lentas, sincronizado) </li></ul></ul><ul><li>Fase NREM: </li></ul><ul><ul><li>Possui de 4 a 6 ciclos bifásicos </li></ul></ul><ul><ul><li>Duração média de 95min </li></ul></ul><ul><li>Fase REM </li></ul><ul><ul><li>Duração de 5min a 45min </li></ul></ul><ul><ul><li>Mov. Rápidos dos olhos </li></ul></ul><ul><ul><li>Sonhos </li></ul></ul>
    16. 16. Ondas teta X delta 15/12/10 15:46
    17. 17. 15/12/10 15:46
    18. 18. Hipotálamo altamente envolvido <ul><li>Hipotálamo anterior </li></ul>15/12/10 15:46
    19. 19. Diferenças de ondas EEC do sono e vigília <ul><li>Atividade neural nos circuitos tálamo- corticais </li></ul><ul><li>interação entre os núcleos monoaminérgicos e colinérgicos do tronco encefálico </li></ul>15/12/10 15:46
    20. 20. Sistema monoaminérgico reticular ativador ascendente <ul><li>Tronco cerebral </li></ul><ul><ul><li>Núcleos dorsais da rafe (NDR serotoninérgicos) </li></ul></ul><ul><ul><li>Locus ceruleus (LC noradrenérgico) </li></ul></ul><ul><li>Hipotálamo posterior </li></ul><ul><ul><li>Núcleo tuberomamilar (NTM histaminérgico) </li></ul></ul><ul><li>Projetam se difusamente para o córtex e núcleos reticulares do tálamo </li></ul>15/12/10 15:46 Projetam para o as cél. gabaérgicas e galaninérgicas do núcleo pré-optico ventro lateral do hipotálamo anterior (VLPO) inibindo-as
    21. 21. Atividade aminérgica <ul><li>Alta na vigília </li></ul><ul><ul><li>Ativa os circuitos tálamo corticais </li></ul></ul><ul><li>Diminuida no sono NREM </li></ul><ul><li>Ausente sono REM </li></ul><ul><ul><li>O córtex cerebral está aminérgicamente desmodulado pela ausência do tônus aminérgico </li></ul></ul>15/12/10 15:46
    22. 22. Colinérgicos <ul><li>Os núcleos colinérgicos </li></ul><ul><ul><li>Pontinos látero-dorsais </li></ul></ul><ul><ul><li>Tegmento pedúnculo-pontino </li></ul></ul><ul><ul><li>Núcleo colinérgico do prosencéfalo basal </li></ul></ul><ul><li>Fazem conexões excitatórias nos núcleos reticulares talâmicos, projeções tálamo-límbicas e corticais diretas </li></ul>15/12/10 15:46 Estão sob o controle inibitório do sistema NDR e LC
    23. 23. Atividade colinérgicas <ul><li>Fundamental para a dessincronização </li></ul><ul><li>Máxima ou aumentada durante o sono REM e vigília </li></ul><ul><li>Mínima ou ausente no sono NREM </li></ul>15/12/10 15:46 Células colinérgicas: “REM-and-wake-on” Células aminérgicas: “ Wake-on-and-sleep-off”
    24. 24. Sono REM X vigília <ul><li>Durante o sono REM sistemas aminégicos não estão ativos e a ativação colinérgica ativa o córtex diretamente; </li></ul><ul><li>Na vigília os sist. Aminérgicos, dopaminérgicos, hipocretinas e colinérgicos estão ativos (modulação aminérgica cortical) </li></ul>15/12/10 15:46 Vigília: estado predominante aminérgico Sono REM : colinérgico muscarínico Sono NREM: posição intermediéria
    25. 25. Cél. REM-on colinérgicas X Cél. REM-off serotoninérgicas-noradrenérgicas <ul><li>Na vigília: sist. Aminérgico REM-off gera a dessincronização do EEG, inibe o sist. Colinérgico REM-on, suprimindo o sono REM. </li></ul><ul><li>No sono: as cél. Aminérgicas REM-off silenciam e o sist. Colinérgico liberado das influências inibitórias atinge seu máximo. </li></ul>15/12/10 15:46 Os sist. Histaminérgico do hipotálamo posterior (núcleos túbero-mamilares) e dopaminérgico da área ventral tegmentar adicionam-se ao sistema serotoninérgico e noradrenérgico na inibição das células colinérgicas REM-on
    26. 26. VLPO (núcleo pré-óptico ventro lateral do hipotálamo anterior) <ul><li>Ativam-se exclusivamente durante o sono NREM e REM </li></ul><ul><li>Permanece ativo inibindo os sistemas aminérgicos, colinérgico e hipocretina, permitindo assim, o aparecimento do sono REM por inibir as células REM-off </li></ul><ul><li>Reciprocidade </li></ul>15/12/10 15:46 Inibição gabaérgica sobre o núcleo dorsal da rafe e locus ceruleus  etapa sinaptica final para desativação das células REM-off Inicio ao sono REM
    27. 27. Marcapasso circadiano <ul><li>Núcleos supraquiasmáticos (NSQ) </li></ul><ul><li>Eferências do NSQ para VLPO, hipotálamo lateral e LC </li></ul><ul><li>Recebe aferências dos núcleos colinérgicos do prosencéfalo basal ( excitatória), serotoninérgicas do núcleo dorsal da rafe e complexo amigdaliano do sistema límbico. </li></ul>15/12/10 15:46
    28. 28. Adenosina  prosencéfalo basal <ul><li>Homeostato do sono </li></ul><ul><li>A redução da atividade colinérgica do prosencéfalo basal por acúmulo de adenosina desnibe o VLPO que em conjunto com a ação do NSQ, dá o início ao sono NREM </li></ul>15/12/10 15:46
    29. 29. Hipocretinas <ul><li>Projeta seus axônios excitatórios para diferentes áreas exceto o cerebelo </li></ul><ul><li>VLPO inibe as células hipocretinérgicas </li></ul><ul><li>Atividade máxima durante a vigília </li></ul><ul><li>Elevam o tônus monoaminas, mantendo assim o VLPO inibido, impedindo o sono </li></ul>15/12/10 15:46
    30. 30. Núcleo tuberomamilar (NTM) <ul><li>Único núcleo histaminérgico do SNC e está localizado no hipotálamo posterior </li></ul><ul><li>Principal inibidor do núcleo VLPO </li></ul><ul><li>A atividade histaminérgica é promotora da vigília </li></ul><ul><li>Durante o sono NREM e REM, a atividade histaminérgica é tonicamente inibida pelo VLPO </li></ul>15/12/10 15:46
    31. 31. RÍTMOS BIOLÓGICOS <ul><li>Cronobiologia </li></ul>15/12/10 15:46
    32. 32. Cronobiologia <ul><li>Estudo dos mecanismos de oscilações periódicas dos sistemas biológicos que incluem: </li></ul><ul><ul><li>Secreção de glds endócrinas </li></ul></ul><ul><ul><li>Síntese de neurotransmissores </li></ul></ul><ul><ul><li>Número de receptores </li></ul></ul><ul><ul><li>Níveis e atividades enzimáticas </li></ul></ul><ul><ul><li>Atividade elétrica cerebral </li></ul></ul><ul><ul><li>Peso dos órgãos no corpo </li></ul></ul><ul><ul><li>Duração dos ciclos celulares </li></ul></ul><ul><ul><li>Componentes ultra-estruturais das organelas celulares </li></ul></ul>15/12/10 15:46
    33. 33. Cronobiologia <ul><li>Podem ser: </li></ul><ul><ul><li>Infradiano </li></ul></ul><ul><ul><li>Circadiano </li></ul></ul><ul><ul><li>Ultradiano </li></ul></ul><ul><ul><li>Circasseptano </li></ul></ul><ul><ul><li>Circamensal </li></ul></ul><ul><ul><li>Circa-anual </li></ul></ul><ul><li>Os mais conhecidos </li></ul><ul><ul><li>Sono-vigilia </li></ul></ul><ul><ul><li>Temperatura corporal </li></ul></ul><ul><ul><li>Níveis hormonais </li></ul></ul><ul><ul><li>Ciclo menstrual </li></ul></ul><ul><li>A maior parte dos sistemas são influenciados pelo ciclo sono-vigilia </li></ul>15/12/10 15:46
    34. 34. Sistema cardiovascular <ul><li>Atividade basal  maior durante a vigilia e diminui durante o sono </li></ul><ul><li>Sono NREM  PAS e FC inferiores ao basal </li></ul><ul><li>Sono REM  níveis superiores ao da vigilia </li></ul><ul><li>Fatores que influenciam: </li></ul><ul><ul><li>Estágio do sono </li></ul></ul><ul><ul><li>Profundidade do sono (1-4) </li></ul></ul><ul><ul><li>Tempo de sono </li></ul></ul>15/12/10 15:46
    35. 35. Sistema cardiovascular <ul><li>Estágio 3 e 4  descenso pressórico fisiológico noturno </li></ul><ul><ul><li>Predomínio da atividade parassimpática sobre a simpática </li></ul></ul><ul><li>Sono REM  intensas flutuações de PAS e FC </li></ul><ul><ul><li>Descargas adrenérgicas </li></ul></ul><ul><li>Tempo de sono  perda de líquido, redução de volume intravascular  alterações hemodinâmicas </li></ul>15/12/10 15:46
    36. 36. Sistema respiratório <ul><li>Vigília  controle pelos comandos ventilatórios voluntários e involuntário e influência mecânica da caixa torácica </li></ul><ul><li>Sono  perda do controle voluntário, diminuição da resposta ventilatória do controle metabólico e hipotonia dos músculos ventilatórios  hipoventilação </li></ul>15/12/10 15:46
    37. 37. Sistema digestório <ul><li>Sono  diminuição da atividade do aparelho digetório </li></ul><ul><ul><li>Inibição do fluxo de saliva </li></ul></ul><ul><ul><li>Redução da frequência de deglutição </li></ul></ul><ul><ul><li>Redução da pressão do esfíncter superior do esôfago </li></ul></ul><ul><ul><li>Secreção gástrica aumentada entre 22 e 2 hs independente de sono ou não </li></ul></ul><ul><ul><li>Função motora do estômago diminui durante o sono </li></ul></ul><ul><ul><li>Motilidade intestinal mais regular e diminuída durante o sono </li></ul></ul><ul><li>Sono pós-prandial </li></ul><ul><ul><li>Atividade do intestino diminui e o padrão motor interdigestivo retorna mais precocemente </li></ul></ul>15/12/10 15:46
    38. 38. Sistema endócrino <ul><li>Hormônio do crescimento </li></ul><ul><ul><li>Pico de GH 90 min após o início do sono </li></ul></ul><ul><ul><li>Relacionado com o sono de ondas lentas </li></ul></ul><ul><ul><li>Efeito rebote </li></ul></ul><ul><li>Cortisol </li></ul><ul><ul><li>Valores máximos nas primeiras horas da manhã, declinado durante o dia até o valor mínimo ao início do sono </li></ul></ul><ul><li>Aldosterona: coincide com o cortisol </li></ul><ul><li>Testosterona: concentrações baixas ao início do sono e máximos ao início da manhã </li></ul>15/12/10 15:46
    39. 39. Sistema endócrino <ul><li>Hormônios gonadotrópicos </li></ul><ul><ul><li>Em mulheres é demarcado pelo ciclo menstrual </li></ul></ul><ul><ul><li>Estudos com influencia do sono sobre a liberação desses hormônios ainda inconclusivos </li></ul></ul><ul><li>Prolactina </li></ul><ul><ul><li>Altas concentrações durante o sono e baixa durante a vigilia </li></ul></ul><ul><ul><li>Aumento de liberação 60 a 90 min após o início do sono com valores máximos nas primeiras horas da manhã </li></ul></ul>15/12/10 15:46
    40. 40. Sistema endócrino <ul><li>TSH </li></ul><ul><ul><li>Ritmo circadiano distinto: concentrações reduzidas durante o dia e valores máximos próximos ao início do sono </li></ul></ul><ul><ul><li>Sono necessário para a inibição da secreção de TSH </li></ul></ul>15/12/10 15:46
    41. 41. Sistema renal <ul><li>Excreção de eletrólitos e fluxo de urina maior durante o dia </li></ul><ul><li>O fluxo de urina e a osmolaridade oscila com o ciclo sono NREM-REM </li></ul><ul><li>O sono REM é associado com a diminuição do fluxo de urina e aumento da osmolaridade </li></ul>15/12/10 15:46
    42. 42. Temperatura corporal <ul><li>Relação entre ciclo vigilia-sono, ritmo circadiano e termorregulação </li></ul><ul><li>Hipotálamo </li></ul><ul><li>Diminuição da temperatura no início do sono </li></ul><ul><ul><li>Menores valores no 3° ciclo do sono </li></ul></ul><ul><ul><li>Menor nível durante o sono NREM e termorregulação inibida durante o sono REM </li></ul></ul><ul><li>Influência da temperatura ambiental sobre o sono </li></ul>15/12/10 15:46
    43. 43. DÚVIDAS??? <ul><li>OBRIGADA!!! </li></ul>15/12/10 15:46
    44. 44. Referências <ul><li>BRANDÃO, M. L. Psicofisiologia: as bases fisiológicas do comportamento. 2. ed. São: Atheneu, 2002. 245 p. </li></ul><ul><li>BRODAL, A. Anatomia neurológica: com correlações clínicas. 3. ed. São Paulo: Roca, 1979. 888 p. </li></ul><ul><li>GUYTON, A. C.; HALL, J. E. Tratado de fisiologia médica. 11. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. 1115 p. </li></ul><ul><li>NITRINI, R. BACHESCHI, L. A. A neurologia que todo médico deve saber. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2006. 490 p. </li></ul><ul><li>TUFIK, S. Medicina e biologia do sono. Barueri: Manole, 2008. 483 p. </li></ul>15/12/10 15:46

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