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INTRODUÇÃO <ul><li>CONCEITO DE  “AGENTE” </li></ul><ul><li>Ser um agente é fazer as coisas acontecerem  intencionalmente  ...
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MUDANÇAS DE PARADIGMA EM PSICOLOGIA <ul><li>CONSCIÊNCIA </li></ul><ul><li>É uma importante substância da vida mental, que ...
TEORIA FISICALISTA DA AGÊNCIA HUMANA <ul><li>Os sistemas sensoriais, motor e cerebral são  ferramentas  que as pessoas usa...
TEORIA FISICALISTA DA AGÊNCIA HUMANA <ul><li>Pensamentos  não  são entidades imateriais que existem à parte de eventos neu...
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ASPECTOS CENTRAIS DA AGÊNCIA HUMANA <ul><li>A capacidade de exercer controle sobre a natureza e a qualidade de vida é a es...
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<ul><li>NO ENTANTO… </li></ul><ul><li>Não existe uma “entidade” à parte que opere independentemente das crenças e das açõe...
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<ul><li>Agência Pessoal  x  Estrutura Social </li></ul>MODOS DE AGÊNCIA HUMANA Conflitos Teóricos <ul><li>NÃO HÁ DUALIDADE...
<ul><li>TEORIA SOCIAL COGNITIVA </li></ul><ul><li>Fatores socioestruturais operam através de mecanismos psicológicos para ...
SUBESTIMADORES DA EFICÁCIA COLETIVA NAS MUDANÇAS DA SOCIEDADE Efeitos globais são produtos de ações locais.
PRIMAZIA EMERGENTE DA AGÊNCIA HUMANA NA COEVOLUÇÃO BIOSOCIAL <ul><li>Fragmentação Disciplinar </li></ul><ul><li>Absorção p...
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  • É essa característica de agente que “materializa” talentos, sistemas de crenças, capacidade de auto-regulação e distribui estruturas e funções por meio do qual as pessoas influenciam, ao invés de se manterem passivas. Autor está consciente disso... Entao ele vai discorrer sobre as mudancas de paradigma em psicologia antes de apresentar a teoria social cognitiva. Because the theory does not distinguish between autonomous and controlled behaviors, it maintains, at least implicitly, that people who are pawns to reward contingencies or to other controlling events are agentic so long as they feel able to carry out the activities they feel coerced or seduced into doing. It is here that inconsistencies in the apparent metatheory of self-efficacy become apparent, because without acknowledging intrinsic activity and an inherent growth tendency, self-efficacy theory is not equipped to deal with a more complex and meaningful conceptualization of agency.
  • Behavioristas: nessa visão o comportamento humano era e controlado automaticamente através de estímulos ambientais Ocorre em e pode ser visto em comportamentos básicos (fome, sede, por exemplo). Tais conceitos serviram como base teórica para a modelagem comportamental nas organizações. Acho que as técnicas de desenvolvimento profissional (e.g. Coaching Executivo) se situam aqui, a medida que que se usa de oferece feedback positivo para reforçar comportamentos. desejados... O fato de se fazer em grupo, como sugerido pelo Mintzberg, na minha opinião apenas amplia o efeito do feedback. Na década de 50 Abordagem do processamento de informa ção Desencanto pelo behaviorismo Progressos na lingüística, memória e psicologia do desenvolvimento (e.g. Piaget) A complexidade do comportamento humano n ão poderia ser prontamente explicada usando-se somente os conceitos da teoria behaviorista tradicional, como é o caso do estímulo, da resposta e do reforço. Era uma tentativa de se estudar os processos mentais, tendo como apoio os avanços nas ciências da computacao e da comunicacao. De acordo com a abordagem do processamento de informação, os processos mentais podem ser melhor compreendidos se comparados ao computador; um determinado processo cognitivo pode ser representado por informações que fluem através de uma série de etapas. Infelizmente (ou felizmente) as coisas não são tão simples assim.
  • Sabe-se que os processos de auto-controle são de nível superior e conscientes... Aqui eu entendo que temos um problema em termos de construcao do conhecimento... Ou esses apontamentos foram escritos com base em leituras de um outro tempo ou o autor está tão cego que não acompanha a evolucao em outros campos. Ele constroi a teoria encima dessa crítica, mas a crítica não faz mais sentido. Isso não quer dizer que a teoria esteja invalidada, apenas que necessita de revisao. Em SDT, Intrinsic motivation and well-internalized extrinsic motivation are the bases for autonomous or self-determined behavior.
  • E os animais? Talvez tenha sido assim no passado, mas não me parece que continue – basta ver os achados em plasticidade cerebral Aqui é um ponto que novos estudos em neurosciencias poderiam reforçar.
  • Diferenças paradigmáticas importantes
  • Intencionalidade: refere-se a ação consciente. Ela envolve a representação que temos do futuro e a análise que fazemos acerca das repercussões de nossas ações. Essas acoes tendem a ser orientadas por objetivos (sejam eles bons ou ruins). O sucesso na implementacao de nossas acoes depende da qualidade de nossa auto-regulacao (isso envolve a participacao de outros agentes). Given their capacity to alter their environment, establish incentives, and create cognitive self-inducements, people can, Bandura (1989) argued, motivate themselves and be agentic. Premeditação (formular com antecedencia). Isso está além da acao orientada para resultado. Trata-se da capacidade das pessoas de se auto-motivar e de guiar suas acoes motivadas pelos eventos futuros que elas estao antecipando. Isso permite que as pessoas transcendam “as regras” do seu ambiente imediato e modulem e regulem o presente para que ele “combine” com o futuro desejado/projetado. Nesse processo de regulacao (onde a motivacao se via experiencia mental e nao vivencia), as pessoas tendem a adotar acoes que produzem resultados positivos e a descartar aqueles que produzem resultados negativos. Aqui tem um ponto de contraste com a SDT, no sentido que aqui eles dizem que as pessoas iniciam e persistem com seus comportamentos na medida em que isso está orientado com os objetivos da pessoa. Em SDT os autores discutem que diferentes objetivos podem ter diferentes consequencias comportamentais e afetivas.
  • Ainda com relacao aos imprevistos, eles podem ter uma influencia mais fraca ou mais forte.
  • Teoricos e pesquisadores em agencia humana têm focado essencialmente no exercicio individual de “agencia”. Contudo, essa nao é a única maneira pela qual as pessoas influenciam os eventos que afetam as suas vidas. A Teoria Social Cognitiva distingue três modos de agência humana: Pessoal, Representante, Coletivo Proxy: as pessoas buscam seu bem estar, segurança através de um representante. É o caso em que outra pessoa que tem acesso a recursos, expertise ou poder atua em benefício do agente. As pessoas não vivem isoladas, muitas coisas sao alcancadas atraves de esforcos sociais. Assim, as pessoas devem trabalhar em “coordenacao” com os outros. É a partir desse ponto que a Teoria Social Cognitiva estende a agencia humana para agencia coletiva.
  • As pessoas compartilham crenças e o poder coletivo de produzir resultados desejados é o ingrediente chave da agencia coletiva Esse poder coletivo não é apenas produto das intensoes compartilhadas, conhecimento e competencias dos membros, mas também da interaçao, coordenacao e da sinergia dinamica das transacoes. Porque a performance coletiva do sistema social envolve transacoes dinamicas, a percepcao de eficacia coletiva é uma propriedade emergente do grupo e, não apenas a simples soma da eficacia das crencas dos membros individuais.
  • Aqui eu e o Bandura talvez conseguimos estabelecer lacos para uma amizade de longo prazo.
  • A dualidade agencia pessoal x estrutura social posiciona teorias psicológicas e socio-estrutuarias como rivais .... Ou no mínimo diferentes ... Autor argumenta que a agencia pessoal opera dentro de uma ampla rede de influencias socioestruturadas. Para a maior parte, estruturas sociais representam sistemas autorizados de regras, práticas sociais, e sancoes designadas para regular relacoes humanas. Ocorre que essas funcoes socioestruturadas sao sustentadas por seres humanos (ocupantes de espacos autorizados) Dentro de um sistema de social estruturado existe uma variacao enorme de interpretacao social, pressão, flexibilizacao, desvios e até oposicao ativa. Essas transacoes entre a “estrutura social materializada/desprovida de corpo pensante” e as pessoas e a agencia pessoal nao duais, mas interacoes dinamicas entre individuos e aqueles que presidem operacoes intitucionalizadas de sistemas sociais.
  • A dualidade agencia pessoal x estrutura social posiciona teorias psicológicas e socio-estrutuarias como rivais .... Ou no mínimo diferentes ... Autor argumenta que a agencia pessoal opera dentro de uma ampla rede de influencias socioestruturadas. Para a maior parte, estruturas sociais representam sistemas autorizados de regras, práticas sociais, e sancoes designadas para regular relacoes humanas. Ocorre que essas funcoes socioestruturadas sao sustentadas por seres humanos (ocupantes de espacos autorizados) Dentro de um sistema de social estruturado existe uma variacao enorme de interpretacao social, pressão, flexibilizacao, desvios e até oposicao ativa. Essas transacoes entre a “estrutura social materializada/desprovida de corpo pensante” e as pessoas e a agencia pessoal nao duais, mas interacoes dinamicas entre individuos e aqueles que presidem operacoes intitucionalizadas de sistemas sociais. Ambiente nao é monolítico. O autor distingue três tipos de estruturas ambientais: imposto, selecionado e construido. Essas diferentes estruturas ambientais representam diferentes graduações de mutabilidade que, portanto, requerem o exercício de diferentes “escopos” e “focos” da agencia pessoal.
  • Na teoria social cognitiva, fatores socioestruturais como condicao economica, ... Operam atraves de mecanismos psicologicos para produzir respostas comportamentais. Tais fatores afetam o comportamento humano ao impactarem as aspiracoes ... Das pessoas.
  • A magnitude dos problemas subestima a percepção de eficácia das pessoas em achar soluções efetivas. Os problemas mundiais de grandes magnitudes geram um senso de “impotência/paralisia” de que pouco pode ser feito para se reduzir tais problemas. Efeitos globais são produtos de acoes locais. A estratégia de “Pense globalmente, aja localmente” é um esforço para tentar restaurar nas pessoas o senso de eficácia (e de que pode-se fazer a difereça).
  • Critica que a biologia reconhece o papel da cultura, mas nao a inclui em seus estudos. Mas, e nos nao fazemos o mesmo?
  • Social Cognitive Theory: An Agentic Perspective

    1. 1. Social Cognitive Theory: An Agentic Perspective ALBERT BANDURA Annu. Rev. Psychol. 2001. 52:1–26 Apresentação: KEITILINE R. VIACAVA Setembro 2010 GRUPO DE ESTUDOS EM ORGANIZAÇÕES - GESTOR
    2. 2. INTRODUÇÃO <ul><li>CONCEITO DE “AGENTE” </li></ul><ul><li>Ser um agente é fazer as coisas acontecerem intencionalmente através das próprias ações. </li></ul><ul><li>Tal característica “materializa” talentos, sistemas de crenças, capacidade de auto-regulação e distribui estruturas e funções por meio do qual as pessoas influenciam o ambiente, ao invés de se manterem passivas a ele. </li></ul>Controlada Consciente Processos Explícitos Processos Cognitivos Superiores ... MUDANÇAS DE PARADIGMA EM TEORIAS PSICOLÓGICAS
    3. 3. MUDANÇAS DE PARADIGMA EM PSICOLOGIA <ul><li>Princípios Behavioristas I estímulo-resposta-reforço I Processos Automáticos </li></ul><ul><li>Foco nas reações objetivas e observáveis </li></ul><ul><li>Ênfase nos estímulos ambientais que determinam o comportamento </li></ul><ul><li>Os radicais (ortodoxos) rejeitavam especulações sobre processos mentais </li></ul><ul><li>Mente como Computador Digital I Processos Lineares I + Cognitivos </li></ul><ul><li>Abordagem de Processamento de Informação. […] Contribuições de Simon!? </li></ul><ul><li>Modelo Linear I Modelo Dinâmico (em rede) I Redes Neurais </li></ul><ul><li>Sistemas sensoriais projetam para o sistema neural que atuam como uma “máquina” de processamento de informação. </li></ul>
    4. 4. MUDANÇAS DE PARADIGMA EM PSICOLOGIA <ul><li>CONSCIÊNCIA </li></ul><ul><li>É uma importante substância da vida mental, que não apenas torna a vida pessoal gerenciável, mas também worth living . </li></ul><ul><li>Existência de esforços no sentido de reduzir a consciência a um produto de atividades de nível sub-pessoais . </li></ul><ul><li>Aconsciência não pode ser reduzida a processos mentais não-conscientes . </li></ul><ul><li>Sem uma função consciente as pessoas são essencialmente autômatas, sem subjetividade ou controle consciente. </li></ul><ul><li>Em tais visões as pessoas não agem de acordo com crenças, objetivos, aspirações e expectativas. Elas fazem as coisas em função da ativação de estruturas em nível sub-pessoais . </li></ul>
    5. 5. TEORIA FISICALISTA DA AGÊNCIA HUMANA <ul><li>Os sistemas sensoriais, motor e cerebral são ferramentas que as pessoas usam para resolver tarefas e atingir objetivos, dão direção e satisfação em suas vidas. </li></ul><ul><li>Pesquisas em desenvolvimento cerebral desvalorizam a influência do agente da ação na modelagem das estruturas e das funções neurais. </li></ul><ul><li>Não é apenas a exposição ao estímulo, mas a ação do agente de explorar, manipular e influenciar o ambiente é que conta. </li></ul><ul><li>Através da regulação de motivações e atividades, as pessoas produzem experiências que formam substratos neurobiológicos funcionais simbólicos, sociais, psicomotores, entre outros. </li></ul><ul><li>A natureza dessas experiências é, obviamente, altamente dependente dos tipos de ambientes físicos e sociais selecionados e construídos. </li></ul>
    6. 6. TEORIA FISICALISTA DA AGÊNCIA HUMANA <ul><li>Pensamentos não são entidades imateriais que existem à parte de eventos neurais. No entanto, a interação dos pensamentos com o ambiente gera novos fenômenos. </li></ul><ul><li>Precisa-se estabelecer distinções entre as “bases físicas” do pensamento e suas “construções práticas” e “funções deliberativas”. </li></ul><ul><li>PERGUNTAS SEM RESPOSTAS </li></ul><ul><li>Como as pessoas operam como pensadores de idéias que influenciam suas ações? </li></ul><ul><li>Quais são os circuitos neurais da prudência, do planejamento pró-ativo, da aspiração, da auto-estima, da auto-imagem? </li></ul><ul><li>Ainda mais importante, como a intencionalidade é recrutada? </li></ul>
    7. 7. DIFERENTES ROTAS DE PESQUISA <ul><li>MICRO ANALÍTICA </li></ul><ul><li>Foco nos Processos Psicológicos Básicos </li></ul><ul><li>Problema de Validade Ecológica </li></ul><ul><li>MACRO ANALÍTICA </li></ul><ul><li>Foco na Interdependênica Social </li></ul><ul><li>Problemas na Ligação entre fatores socioestruturais e ações </li></ul><ul><li>Uma teoria compreensiva deve integrar “ pessoal ” e “ social ” dentro de uma estrutura causal unificada. Na TSC, as influências socioestruturais operam através de mecanismos psicológicos para produzir efeitos comportamentais. </li></ul>
    8. 8. ASPECTOS CENTRAIS DA AGÊNCIA HUMANA <ul><li>A capacidade de exercer controle sobre a natureza e a qualidade de vida é a essência da humanidade. Ser HUMANO pressupõe a existência de um número de funções chave (mecanismos psicológicos) que operam conscientemente. </li></ul><ul><li>Esses mecanismos, incluem a extensão temporal do agente através de: </li></ul><ul><li>Intencionalidade </li></ul><ul><li>Premeditação – Auto-direção </li></ul><ul><li>Auto-regulação </li></ul><ul><li>Auto-reflexão </li></ul>
    9. 9. GERENCIAMENTO ATIVO DE IMPREVISTOS <ul><li>Exercício Pessoal de Tentativa Controle </li></ul><ul><li>Auto-desenvolvimento </li></ul><ul><li>Circunstâncias da vida </li></ul><ul><li>Imprevistos </li></ul><ul><li>Vida Pessoal </li></ul><ul><li>Carreira </li></ul><ul><li>... </li></ul><ul><li>Poder dos imprevistos não está na qualidade dos eventos em si, mas na contelação das transações entre o “pessoal” e o “social”. </li></ul><ul><li>Exige uma expansão da capacidade de Auto-regulação . </li></ul>+ Fraco ou + Forte
    10. 10. MODOS DE AGÊNCIA HUMANA: Três Modos <ul><li>Pessoal </li></ul><ul><li>Proxy (Representante/Substituto) </li></ul><ul><li>Coletiva </li></ul><ul><li>As pessoas não vivem isoladas. </li></ul><ul><li>Muitas das coisas que elas buscam são alcançadas através de esforços sociais (interdependentes). </li></ul>Coordenação com outros TEORIA SOCIAL COGNITIVA Concepção de Agência Humana Concepção de Agência Coletiva Ponto de Extensão
    11. 11. <ul><li>CRENÇAS COMPARTILHADAS </li></ul><ul><li>PODER COLETIVO </li></ul><ul><li>RESULTADOS DESEJADOS </li></ul>MODOS DE AGÊNCIA HUMANA: A Agência Coletiva AGÊNCIA COLETIVA <ul><li>Não é apenas produto das intenções compartilhadas, do conhecimento e das competencias dos membr os. </li></ul><ul><li>Também é produto d a interação, da coordenação e da sinergia dinâmica existente nas transações . </li></ul>ELEMENTO CHAVE
    12. 12. <ul><li>NO ENTANTO… </li></ul><ul><li>Não existe uma “entidade” à parte que opere independentemente das crenças e das ações individuais que criam o sistema social. </li></ul><ul><li>Trata-se de pessoas agindo conjuntamente a partir de crenças compartilhadas. Não se trata, portanto, de uma mente coletiva, desprovida de corpo, que cogniza, aspira, motiva e regula. </li></ul>MODOS DE AGÊNCIA HUMANA Agência Coletiva
    13. 13. <ul><li>DUALISMOS REJEITADOS </li></ul><ul><li>Agência Pessoal x Estrutura Social </li></ul><ul><li>Agência Auto-centrada x Coletivismo </li></ul>MODOS DE AGÊNCIA HUMANA Conflitos Teóricos <ul><li>Rivais na Concepção de Comportamento Humano </li></ul><ul><li>Diferentes na representação de níveis envolvidos, de proximidade temporal e de relação causal. </li></ul><ul><li>O senso de auto-eficácia não é necessariamente individualista ou egoísta. A eficácia da ação é validada na medida que ela contribui para o resultado desejado, seja ele atingido individual ou coletivamente. </li></ul>
    14. 14. <ul><li>Agência Pessoal x Estrutura Social </li></ul>MODOS DE AGÊNCIA HUMANA Conflitos Teóricos <ul><li>NÃO HÁ DUALIDADE! </li></ul><ul><li>Mas, interações dinâmicas entre pessoas e aqueles que presidem operações institucionalizadas de sistemas sociais. </li></ul>No modelo de Bandura, fatores pessoais (cognitivos, afetivos, biológicos e comportamentais) e fatores ambientais operam num fluxo de influência bidirecional. <ul><li>Ambiente Imposto </li></ul><ul><li>Ambiente Selecionado </li></ul><ul><li>Ambiente Construído </li></ul>Estruturas Ambientais
    15. 15. <ul><li>TEORIA SOCIAL COGNITIVA </li></ul><ul><li>Fatores socioestruturais operam através de mecanismos psicológicos para produzir efeitos comportamentais. </li></ul>MODOS DE AGÊNCIA HUMANA <ul><li>Condição Econômica </li></ul><ul><li>Status Socioeconômico </li></ul><ul><li>Educação </li></ul><ul><li>Estrutura Familiar </li></ul>Afetam o Comportamento Aspirações Senso de Eficácia Padrões Pessoais Estados Afetivos ... É a percepção de eficácia (pessoal ou coletiva) que promove o ação. CULTURA: UNIDADE X DIVERSIDADE
    16. 16. SUBESTIMADORES DA EFICÁCIA COLETIVA NAS MUDANÇAS DA SOCIEDADE Efeitos globais são produtos de ações locais.
    17. 17. PRIMAZIA EMERGENTE DA AGÊNCIA HUMANA NA COEVOLUÇÃO BIOSOCIAL <ul><li>Fragmentação Disciplinar </li></ul><ul><li>Absorção pelas Neurosciências </li></ul><ul><li>Psicologia = integração (intrapessoal, biológico, interpessoal e socioestrutural) </li></ul><ul><li>A psicologia deveria estar articulando uma visão ampla dos seres humanos </li></ul><ul><li>Dualidade inato-adquirido </li></ul><ul><li>One-side Evolucionismo </li></ul>CO-EVOLUÇÃO Biologia-cultura <ul><li>Através de suas ações, as pessoas redesenham e constroem a “vida” como elas querem. </li></ul><ul><li>E isso tem causado mudanças adaptativas muito mais rápidas do que a seleção natural... </li></ul>

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