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Seminario "Estudios sobre evaluación de escuelas" 2

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Seminario "Estudios sobre evaluación de escuelas"
Impartido por Carlos Barreira el 23 de enero de 2019

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Seminario "Estudios sobre evaluación de escuelas" 2

  1. 1. Avaliação Externa de Escolas em Portugal: Quadro de referência, tendências, impacto e efeitos Projeto PTDC/CPE-CED/116674/2010 Carlos Barreira cabarreira@fpce.uc.pt Maria da Graça Bidarra gbidarra@fpce.uc.pt Maria Piedade Vaz-Rebelo pvaz@mat.uc.pt Valentim Rodrigues Alferes valferes@fpce.uc.pt Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra Doctoral Programme Education in the Knowledge Society University of Salamanca 23 de Janeiro de 2019
  2. 2. BIBLIOGRAFIA • Soares, M., Barreira, C., & Bidarra, G. (2012). Impacto da avaliação externa de escolas no processo de autoavaliação. Revista Temas e Problemas em Educação 5(11), 45-68. • Alferes, V. R., Barreira, C. F., Bidarra, M. G. & Vaz-Rebelo, M. P. (2016). Evolução do desempenho das escolas no quadro da avaliação externa. In C. Barreira, M. G. Bidarra, & M. P. Vaz-Rebelo (Orgs). Estudos sobre avaliação externa de escolas (pp.56-67) Porto: Porto Editora. • Gonçalves, D., Vaz-Rebelo, M. P., Bidarra, M. G., & Barreira, C. (2016). Avaliação externa de escolas e impacto da(s) liderança(s): Estudo de caso. In C. Barreira, M. G. Bidarra & M. P. Vaz-Rebelo (Orgs.), Estudos sobre avaliação externa de escolas (211-230). Porto: Porto Editora. • Bidarra, M. G., Barreira, C., Valgôde, M. M., Vaz-Rebelo, M. P., & Alferes, V. R. (2018). Atitudes dos professores face à avaliação de escolas. Indagatio Didactica,10(2), 227-248.
  3. 3. Objetivo geral Divulgar alguns estudos realizados com base nos dados obtidos no 1º e 2º ciclos de Avaliação Externa de Escolas (AEE).
  4. 4. Estudos 1º e 2º ciclos da AEE em Portugal — Estudo A sobre a evolução do desempenho das escolas em dois ciclos avaliativos — Estudo B sobre o impacto da AEE no processo de AAE — Estudo C sobre os pontos fortes e áreas de melhoria das escolas — Estudo D sobre as atitudes dos professores em relação à avaliação de escolas
  5. 5. Questões Problemas — Qual a evolução do desempenho das escolas nos vários domínios de avaliação? — Quais as principais tendências dos dados obtidos no processo de AEE entre o primeiro e o segundo ciclos avaliativos? — Quais os efeitos da AEE? — Mudança do quadro de referência e na escala de avaliação. — Reorganização da rede escolar Despacho 5634-F/2012, 26 abril Questões de investigação Problemas encontrados
  6. 6. 2º CICLO AEE: QUADRO DE REFERÊNCIA (2011/12 - 2017/18) DOMÍNIOS — RESULTADOS — PRESTAÇÃO DO SERVIÇO EDUCATIVO — LIDERANÇA E GESTÃO CAMPOS DE ANÁLISE — RESULTADOS ACADÉMICOS — RESULTADOS SOCIAIS — RECONHECIMENTO DA COMUNIDADE — PLANEAMENTO E ARTICULAÇÃO — PRÁTICAS DE ENSINO — MONITORIZAÇÃO E AVALIAÇÃO DO ENSINO E DAS APRENDIZAGENS — LIDERANÇA — GESTÃO — AUTO-AVALIAÇÃO E MELHORIA
  7. 7. Evolução do quadro de referência entre o 1º e 2º ciclos avaliativos Simplificação no 2º ciclo no número de domínios e de campos de análise: ¡ Em vez de 5 domínios temos 3 domínios; ¡ Redução ao nível dos factores, passando de 19 para nove, sendo que temos um mesmo número de campos de análise por domínio; ¡ O 5º domínio, com dois factores, reduz-se a um campo de análise no quadro actual, sendo mais fraca a sua visibilidade.
  8. 8. Níveis da escala de classificação - 2º ciclo de AEE — EXCELENTE- A acção da escola tem produzido um impacto consistente e muito acima dos valores esperados na melhoria das aprendizagens e dos resultados dos alunos e nos respetivos percursos escolares. Os pontos fortes predominam na totalidade dos campos em análise. A escola distingue-se pelas práticas exemplares em campos relevantes — MUITO BOM- A acção da escola tem produzido um impacto consistente e acima dos valores esperados na melhoria das aprendizagens e dos resultados dos alunos e nos respetivos percursos escolares. Os pontos fortes predominam na totalidade dos campos em análise, em resultado de práticas organizacionais generalizadas e eficazes. — BOM- A acção da escola tem produzido um impacto em linha com o valor esperado na melhoria das aprendizagens e dos resultados dos alunos e nos respetivos percursos escolares. A escola apresenta uma maioria de pontos fortes nos campos em análise, em resultado de práticas organizacionais eficazes. — SUFICIENTE- A acção da escola tem produzido um impacto aquém dos valores esperados na melhoria das aprendizagens e dos resultados dos alunos e nos respetivos percursos escolares. As acções de aperfeiçoamento são pouco consistentes ao longo do tempo e envolvem áreas limitadas da escola — INSUFICIENTE- A acção da escola tem produzido um impacto muito aquém dos valores esperados na melhoria das aprendizagens e dos resultados dos alunos e nos respetivos percursos escolares. Os pontos fracos sobrepõem-se aos pontos fortes na generalidade dos campos em análise. dos campos em análise. A escola não revela uma prática coerente, positiva e coesa.
  9. 9. Evolução da escala de classificação dos domínios entre o 1º e 2º ciclos ¡ Passou-se de uma escala de 4 para 5 níveis ¡ Acrescentou-se o nível de excelente aos anteriores, com recomendação que deve ser utilizado com carácter de excepcão ¡ Estabelece-se a comparação entre o valor obtido e o valor esperado como factor ancora na atribuição das classificações
  10. 10. Estudo A - Metodologia Base de dados — Segundo dados disponíveis no site da Inspeção-Geral da Educação e Ciência (www.ige.min-edu.pt/), foram avaliadas 1107 Escolas no primeiro ciclo da AEE (2006/07, 2007/08, 2008/09, 2009/10 e 2010/11). — Nos anos letivos de 2011/12, 2012/13 e 2013/14, 512 Escolas completaram o segundo ciclo da AEE. Das Escolas que terminaram os dois ciclos de avaliação, foram selecionadas aquelas em que o reordenamento da rede escolar permitiu estabelecer de modo inequívoco a correspondência das classificações obtidas no primeiro e no segundo ciclo da AEE. — A base de dados em análise é constituída pelas classificações de 461 Escolas, distribuídas por três Áreas Territoriais de Inspeção: Norte (182 Escolas), Centro (90 Escolas) e Sul (189 Escolas).
  11. 11. Metodologia Base de dados
  12. 12. Metodologia Recodificação de variáveis — Com vista à realização das análises estatísticas das Correlações Intra- e Interciclos de Avaliação, as classificações qualitativas nos diferentes domínios do primeiro ciclo de avaliação foram convertidas numa escala numérica de 1 a 4: Insuficiente = 1; Suficiente = 2; Bom = 3 e Muito Bom = 4. — Mantiveram-se as mesmas correspondências para o segundo ciclo de avaliação, tendo-se adicionado a conversão Excelente = 5.
  13. 13. Resultados e Discussão — Comparação das Classificações no Primeiro e no Segundo Ciclo de Avaliação. Nos Quadros 2 a 6, cruzam-se as classificações obtidas pelas 461 Escolas no primeiro e no segundo ciclo de avaliação e indicam-se as percentagens correspondentes às células e aos totais marginais. — Correlações Intra- e Interciclos de Avaliação. No Quadro 7, registam-se as médias, os desvios-padrão e as correlações entre as classificações obtidas nos diferentes domínios do primeiro e do segundo ciclo de AEE.
  14. 14. Evolução das classificações Resultados – Comparação entre o 1º e o 2º Ciclos
  15. 15. Evolução das classificações Prestação Serviço Educativo – comparação entre o 1º e o 2º Ciclos
  16. 16. Evolução das classificações Organização e Gestão Escolar e Liderança e Gestão
  17. 17. Evolução das classificações Liderança e Liderança e Gestão
  18. 18. Evolução das classificações Capacidade de Autorregulação e Melhoria da Escola e Liderança e Gestão
  19. 19. Primeira Leitura Comparação das Classificações no Primeiro e no Segundo Ciclo de Avaliação — Centrada exclusivamente nos totais marginais, constata-se uma subida generalizada das classificações atribuídas. — Assim, se tomarmos como critério a percentagem conjunta de classificações iguais ou superiores a Bom, os valores percentuais sobem de 62.7% para 81.3%, no domínio Resultados, e de 75.4% para 87.4%, no domínio Prestação do Serviço Educativo.
  20. 20. Primeira Leitura Comparação das Classificações no Primeiro e no Segundo Ciclo de Avaliação — O mesmo se verifica em relação aos contrastes do domínio Liderança e Gestão do segundo ciclo com os domínios Liderança (88.1% versus 84.2%) e Capacidade de Autorregulação e Melhoria da Escola (88.1% versus 44.7%) do primeiro ciclo. — Apenas no contraste entre o domínio Liderança e Gestão do segundo ciclo e o domínio Organização e Gestão Escolar do primeiro ciclo (88.1% versus 88.7%) se verifica uma quase-igualdade das percentagens conjuntas de classificações iguais ou superiores a Bom.
  21. 21. Primeira Leitura Comparação das Classificações no Primeiro e no Segundo Ciclo de Avaliação — Em suma, tanto no primeiro ciclo como no segundo ciclo da AEE, assiste-se à tendência para restringir a gama de valores da escala de classificação aos níveis Suficiente, Bom e Muito Bom. — Sendo assim, a subida generalizada das classificações poderia, em princípio, ser atribuída à melhoria efetiva das Escolas, resultante do feedback obtido no primeiro ciclo da AEE.
  22. 22. Reflexão Esta conjetura deve, no entanto, ser duplamente qualificada. — Em primeiro lugar, implica a rasura das modificações introduzidas no quadro de referência e na lógica de atribuição de classificações. — Em segundo lugar, ignora a “ressonância” nos avaliadores da introdução do nível de Excelente no segundo ciclo. Ou seja, ainda que não atribuído, relativizou (ou degradou) o sentido das classificações de Suficiente, Bom ou Muito Bom.
  23. 23. Segunda Leitura — Baseada nas percentagens constantes nas células dos Quadros 2 a 6, permite-nos agrupar as 461 Escolas em três categorias: — (a) Escolas que desceram a classificação (soma dos valores acima das diagonais); — (b) Escolas que mantiveram a classificação (soma dos valores nas diagonais); — (c) Escolas que subiram a classificação (soma dos valores abaixo ou à esquerda das diagonais).
  24. 24. Segunda Leitura — Fazendo a média das percentagens que envolvem comparações com o domínio Liderança e Gestão (33.4%, 31.9% e 66.8%), obtém-se uma percentagem de 44.0% de “subidas”, valor percentual da mesma ordem de grandeza das percentagens de “subidas” nos domínios Resultados (44.0%) e Prestação do Serviço Educativo (42.7%). — Como é evidente, estas subidas de classificação não teriam qualquer significado se fossem contrabalanceadas por números semelhantes de descidas.
  25. 25. Resultados — Verifica-se que as percentagens acumuladas de Escolas que “mantêm ou sobem a classificação” ultrapassam os 80% em todas as comparações: — 90.9% (Resultados); — 87.9% (Prestação do Serviço Educativo); — 85.0% (Organização e Gestão Escolar versus Liderança e Gestão); — 81.8% (Liderança versus Liderança e Gestão); — e 96.7.% (Capacidade de Autorregulação e Melhoria da Escola versus Liderança e Gestão).
  26. 26. Correlações Intra- e Interciclos de Avaliação
  27. 27. Médias e desvios padrão — Constata-se subidas de médias do primeiro para o segundo ciclo, que representam um outro modo de relatar as constatações feitas anteriormente. — Note-se que a variabilidade, indexada pelos desvios-padrão, é semelhante em todos os domínios.
  28. 28. Análise das correlações Entre os diferentes domínios de um mesmo ciclo de avaliação permite-nos fazer duas constatações principais: — No primeiro ciclo de avaliação, a média das 10 intercorrelações entre os cinco domínios é de .49. — No segundo ciclo de avaliação, a média das três intercorrelações entre os três domínios é de .73. Trata-se de uma correlação elevada, próxima dos valores recomendados nos estudos de fidelidade, que aponta inequivocamente a coerência interdomínios.
  29. 29. Reflexão — No entanto, a subordinação das classificações atribuídas nos domínios Resultados, Prestação do Serviço Educativo e Liderança e Gestão ao diferencial entre resultados esperados e resultados obtidos, de acordo com a escala de avaliação do segundo ciclo, leva-nos a questionar o significado real destas intercorrelações: mais do que exprimirem a coerência entre domínios independentes, traduzem a redundância do procedimento avaliativo.
  30. 30. Padrão de intercorrelações entre os domínios dos dois ciclos de avaliação — Enquanto que a correlação entre o domínio Resultados nos dois ciclos de avaliação atinge o valor moderado de .40, a mesma correlação é apenas de .19 para o domínio Prestação do Serviço Educativo. — As correlações dos três domínios do primeiro ciclo (Organização e Gestão Escolar, Liderança e Capacidade de Autorregulação e Melhoria da Escola) com o domínio Liderança e Gestão do segundo ciclo são respetivamente de .31, .29 e .28, sendo que a respetiva média (.29)
  31. 31. Padrão de intercorrelações entre os domínios dos dois ciclos de avaliação Dito por outras palavras — Os valores das correlações interciclos de avaliação sustentam alguma continuidade e coerência dos quadros de referência no domínio Resultados. — Tal continuidadeé problemática no domínio Liderança e Gestão e está provavelmente ausente no domínio Prestação do Serviço Educativo.
  32. 32. Conclusões — O presente estudo mostra inequivocamente uma subida generalizada, do primeiro para o segundo ciclo da AEE, das classificações obtidas por 461 Escolas do Continente, avaliadas até ao final de 2013/14. — Tomada no seu valor facial, esta subida seria compatível com a melhoria efetiva das Escolas, resultante do feedback obtido no primeiro ciclo da AEE. — Contudo, as modificações introduzidas no quadro de referência, a alteração dos procedimentos de atribuição de classificações e a relativização do sentido das mesmas tornam problemática tal conclusão e, a fortiori, não nos permitem pronunciar sobre o hipotético impacte positivo da AEE no desempenho e eficácia das escolas portuguesas.
  33. 33. QUESTÕES DE INVESTIGAÇÃO •Em que medida a AEE contribuiu para a melhoria/consolidação do processo de autoavaliação das escolas? •Quais os propósitos das práticas de autoavaliação desenvolvidas pelas escolas? OBJETIVOS 1. Conhecer os resultados obtidos no domínio Capacidade de auto regulação e melhoria da escola no contexto dos cinco domínios de avaliação. 3. Saber qual a perceção do grau de impacto da AEE no desenvolvimento de processos de autoavaliação. •Qual a perceção do grau de impacto da AEE na autoavaliação das escolas? 2. Conhecer as alterações ocorridas no processo de autoavaliação após a intervenção da AEE. 4. Saber como se situam as escolas relativamente ao grau de conformidade/emancipação das práticas de autoavaliação. Estudo B
  34. 34. O Impacto e efeitos da avaliação externa no processo de autoavaliação das escolas ESTUDO DESCRITIVO COM RECURSO A UMA AMOSTRA NÃO PROBABILÍSTICA INTENCIONAL DE CASOS TÍPICOS INQUÉRITO POR QUESTIONÁRIO AOS DIRETORES Estudo B
  35. 35. ESTUDO • Amostra O Impacto e efeitos da avaliação externa no processo de autoavaliação das escolas (Relatórios de escola das UG da DRC-IGE) Domínio Capacidade de auto regulação e melhoria da escola (Análise documental) Classificação ESCOLAS DADRC-IGE 2006-2007 2007-2008 2008-2009 2009-2010 2010-2011 TOTAL 1º CICLO AVALIATIVO Muito Bom 0 (0%) 0 (0%) 5 (9%) 5 (8%) 3 (9%) 13 (6%) Bom 14 (74%) 11 (24%) 25 (44%) 33 (52%) 19 (54%) 102 (46%) Suficiente 5 (26%) 34 (72%) 27 (47%) 24 (38%) 13 (37%) 103 (47%) Insuficiente 0 (0%) 2 (4%) 0 (0%) 1 (2%) 0 (0%) 3 (1%) TOTAIS PARCIAIS 19 (100%) 47 (100%) 57 (100%) 63 (100%) 35 (100%) 221 (100%) 18UG
  36. 36. RESULTADOS • Alterações gerais no processo de autoavaliação após a AEE O Impacto e efeitos da avaliação externa no processo de autoavaliação das escolas A - Quadro de referência. B - Modelo de autoavaliação implementado. C - Estruturas responsáveis pela autoavaliação. D - Constituição da equipa de autoavaliação. E - Recursos disponibilizados no processo de autoavaliação. F - Instrumentos utilizados. G - Gestão da informação. H - Divulgação dos resultados do processo de autoavaliação. 16UG - 89 16UG- 89 14UG -78 13UG -72 13UG -72 16UG -89 14UG -78 13UG - 72 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% A B C D E F G H Sim
  37. 37. RESULTADOS • Categoria - Dados de opinião O Impacto e efeitos da avaliação externa no processo de autoavaliação das escolas Questão: Como se situa a escola/agrupamento de escolas que dirige relativamente ao grau de conformidade/emancipação das práticas de autoavaliação que desenvolve? 1 2 3 4 5 - - E5, E7, E11, E17, E18 E1, E2, E3, E4, E8, E9, E12, E13, E14, E15, E16 E6, E10 O UG 0 UG 5 UG 11 UG 2 UG Questão: Qual a sua perceção sobre o grau de impacto da AEE no processo de autoavaliação na escola/agrupamento de escolas que dirige? 1 2 3 4 5 - E5, E7 E10, E14, E18 E1, E2, E3, E4, E9, E11, E12, E13, E15, E17 E6, E8, E16 O UG 2 UG 3 UG 10 UG 3 UG
  38. 38. • CONCLUSÃO Impacto e efeitos da avaliaçãoexternano processo de autoavaliação das escolas A AEE teve um efeito catalisador da autoavaliação junto das escolas que obtiveram classificações mais fracas no domínio Capacidade de auto-regulação e melhoria da escola (IGE, 2011a). •Alterações introduzidas no processo de autoavaliação, após a AEE que, de uma forma geral se verificaram na maioria das escolas. Quadro de referência Modelo de autoavaliação implementado Instrumentos utilizados Apesar da relevância assumida Procura de apoio junto de outras entidades, entre as quais os Centros de Formação de Associação de Escolas. 2º ciclo de AEEPerceção elevado grau de impacto
  39. 39. Estudo C – Pontos fortes e áreas de melhoria — Estudo de natureza documental Objectivos: — Identificar a evolução das escolas através de uma análise ao número de pontos fortes e áreas de melhoria nos dois ciclos avaliativos — Verificar o impacto da AEE nos processos de melhoria das escolas — Base de dados: 99 escolas da região centro de Portugal (de um total de 243) — Corpus da análise: asserções relativas a pontos fortes e áreas de melhoria mencionadas nos relatórios da AEE.
  40. 40. Procedimentos — Análise de permanências de pontos fortes / áreas de melhoria nos relatórios dos dois ciclos avaliativos — Análise do número de referências à auto-avaliação como ponto forte / área de melhoria nos relatórios dos dois ciclos avaliativos
  41. 41. Resultados • Comparação do número total de pontos fortes e áreas de melhoria nos dois ciclos avaliativos
  42. 42. Resultados • Número de asserções relativas a pontos fortes, por domínio, nos dois ciclos avaliativos
  43. 43. Resultados • Número de asserções relativas a áreas de melhoria, por domínio, nos dois ciclos avaliativos
  44. 44. Resultados • Ordenação dos campos de análise por número de pontos fortes correspondentes
  45. 45. Resultados • Ordenação dos campos de análise por número de áreas de melhoria correspondentes
  46. 46. Resultados • Comparação do número de referências à auto-avaliação e respectiva consideração nos dois ciclos avaliativos
  47. 47. Conclusões • Em termos gerais os dados apontam para uma progressão: • Aumento do número de PF identificados • Diminuição do número de AM identificadas • Uma análise mais detalhada à distribuição dos PF e AM por domínios e campos de análise apresenta inconsistências
  48. 48. Conclusões • O domínio Prestação do Serviço Educativo apresenta simultaneamente a maior concentração de PF e AM • O campo de análise (práticas de ensino) do domínio PSE: • Reúne a maioria dos PF em todo o domínio • Possui mais AM do que PF • O domínio Resultados apresenta simultaneamente o menor número de PF e AM • Os campos de análise do domínio Resultados são aqueles que apresentam maior equilíbrio na diferença entre PF e AM • O elevado número de AM associadas à auto-avaliação não sugere uma melhoria das escolas
  49. 49. — Conhecer as atitudes dos professoresemrelação à AEE e AAE — Analisar a relação entre a percepção do grau de envolvimento nos processosde AEE e AAE e as atitudes dos professores Objectivos: Estudo D - Atitudes dos Professores face à Avaliação de Escolas
  50. 50. Ciclos lecciona Freq. % pré-escolar 29 14,2 1º ciclo 26 12,7 2º ciclo 65 31,9 3ºciclo 48 23,5 secundário 36 17,6 Total 204 100,0 Participantes • A maioria é do sexo feminino (69%) • 81,8% dos inquiridos tem idade > 41 anos• 68,7% dos participantes têm mais de 20 anos de serviço • 80% dos participantes possuem como habilitação académica Licenciatura • 95% pertencem ao Quadro de agrupamento ou a Zona Pedagógica
  51. 51. Medida utilizadas no estudo das Atitudes face à Avaliação Externa e Auto-Avaliação de Escolas Análise da consistência interna, para a medição das atitudes, apresentouvalores de .97 para a AEE e .96 para a AAE que podem ser considerados excelentes Alpha de Cronbach Nº de itens AEE .97 50 AAE .96 50
  52. 52. Média e Desvio Padrão das respostas dos professores às escalas de atitudes face à AEE e AAE N Mínimo Máximo Média Desvio padrão AEE 204 54 244 154,38 29,56 AAE 204 73 250 166,61 25,68 •Em média osdocentes são mais favoráveisà AAE das escolas do que à AEE; •a diferença entre as médias nas escalas de atitudes face à AEE e face à AAE é estatisticamente significativa sig=0,00 Distribuiçãoda frequência segundo a percepção do grau de impacto da Avaliação de Escola no Desempenho Profissional (B1) Freq. % Nível1 0 0,0 Nível2 85 41,7 Nível3 94 46,1 Nível4 25 12,3 Nível5 0 0,0 Total 204 100 A percepção global é de que a AE tem algum impacto no seu desempenho profissional. Atitudes em relação à Avaliação Escolas
  53. 53. Atitudes dos professores em relação à AEE e AAE em função da percepção do envolvimento Relação entre a percepção do grau de envolvimento no processo de AEE e a atitude dos professores Nível2 Nível3 Nível4 Sig. M Dp M Dp M Dp 150,37 25,36 158,6 32,41 164,6 38,1 ,032 * Quanto maior é o envolvimento dos professores no processo de AEE, mais as atitudes são favoráveis. * p ≤ 0,05 Relação entre a percepção do grau de envolvimento no processo de AAE e a atitude dos professores Nível2 Nível3 Nível4 Nível5 Sig. M Dp M Dp M Dp M Dp 153,3 17,04 162,1 23,8 169,0 25,3 184,5 37,7 ,017 * Quanto maior o envolvimento mais favorável é a atitude dos professores no processo de AAE* p ≤ 0,05
  54. 54. Desafios — Necessidade de reforçar uma cultura de avaliação e melhoria — Foco insuficiente sobre aprendizagem e ensino — Autoavaliação necessita ser reforçada — Necessidade de construir competênciasnas técnicas de avaliação — Impacto da avaliação externa ainda é limitada — Questões sobre a credibilidade de avaliadores externos — Preocupações relacionadas com a avaliação do diretor da escola
  55. 55. Recomendações — Estabelecer o foco da avaliação para melhorar a aprendizagem e ensino e os resultados dos alunos — *Melhorar o alinhamento entre a avaliação externa e autoavaliação e elevar o perfil de autoavaliação — Melhorar a aceitabilidade e impacto da inspeção externa — Considerar as mudanças no cumprimento dos ciclos de AEE — Melhorar a articulação entre a avaliação de escolas e outras orientações políticas — Certificar de que os dirigentes escolares são informados sobre o seu desempenho
  56. 56. NOVO PROJETO Mecanismos de mudança nas escolas e na inspeção. Um estudo sobre o 3º ciclo de Avaliação Externa de Escolas no Ensino não Superior, em Portugal. (MAEE) PTDC/CED-EDG/30410/2017
  57. 57. Obrigado pela atenção dispensada! cabarreira@fpce.uc.pt gbidarra@fpce.uc.pt pvaz@mat.uc.pt valferes@fpce.uc.pt

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