Fiemg ipatinga 14.09.10

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Fiemg ipatinga 14.09.10

  1. 1. Seminário de Responsabilidade Social Empresarial Regional Vale do Aço Sustentabilidade, Governança e Inovação Moysés Simantob FGV 14.09.10 MG
  2. 2. “É AGORA 3 ANOS PARA SALVAR O MUNDO” 2009 Alain Grandjean Jean-Marc Jancovici
  3. 3. Qualquer semelhança entre nossos irmãos da ilha de Páscoa e “negócios sustentáveis” em empresas, hoje, é ou não mera coincidência?
  4. 4. vejamos
  5. 5. Façamos a prova dos 9: Se todos os FYP forem bem sucedidos, haveria recursos disponíveis para todos ?
  6. 6. Segundo Arie de Geus, pioneiro do movimento da aprendizagem organizacional, o séc. xx assistiu ao advento de espécies novas na terra: as grandes corporações globais E isso tem pouco mais de 100 anos
  7. 7. ... A expansão dessas novas espécies vem afetando a vida de praticamente todas as outras que existem no planeta . Historicamente nenhuma pessoa, tribo ou mesmo nação pôde alterar o clima global, destruir milhares de espécies ou modificar o equilíbrio químico da atmosfera... Arie de Geus –”The Living Company”, em” Presença” de Senge, Scharmer, Jaworski e Flowers – pgs 19 e20
  8. 8. então, parece que estamos diante de um novo paradigma
  9. 9. ao reconhecermos que “o problema capital dessa nova espécie de instituições globais é que elas ainda não se tornaram conscientes de si mesmas como vivas” . Arie de Geus –”The Living Company”, em” Presença” de Senge, Scharmer, Jaworski e Flowers – pgs 19 e20
  10. 10. Talvez isso ocorra da convergência gradual de muitos processos de longo prazo...
  11. 11. mas...
  12. 12. aumenta a consciência social
  13. 13. Annie Leonard é especialista em saúde ambiental e sustentabilidade, passou os últimos 20 anos investigando fábricas e lixões do mundo todo. Coordenadora da Fundação para a Produção e Consumo sustentável, que tem como objetivo possibilitar um mundo sustentável e mais justo.
  14. 14. O projeto foi criado para ampliar o discurso público sobre uma série de normas ambientais, econômicas e as preocupações sociais, com intuito de envolver a comunidade na construção de uma sociedade mais sustentável e justa. The Story of Stuff Project é constituído por mais de 150.000 pessoas, incluindo ativistas , associamos e organizações de justiça social e ambiental. Patrocinado pelo Tides Center, o sustento do projeto vem das doações de fundações públicas e privadas, contribuições da sociedade e venda de livros e DVDs.
  15. 15. Como evoluir além da OBRIGAÇÃO LEGAL? 1945-1960s 2000’s- Presente Negação da Poluição Além da Produção Verde como problema da •Produção mais Limpa sociedade •Base da pirâmide “Smell of money” “Ecoeficiência (dissimulação) (Força positiva) Obrigação Reorientação Oportunidade Mid 1980s-1990s 1970-80s Regulação do Produção Verde •Prevenção da poluição End-of-pipe •Ecoeficiência “Pagar para reduzir (Ganha - Ganha) o impacto negativo” (trade-off)
  16. 16. TBLmania mesmice
  17. 17. Para operacionalizar o conceito de Sustentabilidade, Ignacy Sachs desagrega o termo em 5 dimensões: [social] [administrativa] [econômica] [fiscal] [ Sustentabilidade ] [ecológica] [política e Institucional] [espacial] [cultural] E há outros estudando mais 3 dimensões... Fonte: Ignacy Sachs, em seu livro Estratégias de transição para o século XXI, de 1993
  18. 18. Não se trata de inovar por inovar... Uma organização inovadora sustentável é a que contribui para alcançar um desenvolvimento socialmente includente, tecnologicamente prudente e economicamente eficiente Autor: Maurice Strong - Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro em 1992.
  19. 19. REVISITAR OS PROCESSOS DE INOVAÇÃO COM A LENTE DA SUSTENTABILIDADE, NÃO SE TRATA DE DAR UM PASSO A MAIS E SIM DAR O PASSO CERTO NA GESTÃO DAS ORGANIZAÇÕES.
  20. 20. Que passo é esse?
  21. 21. A ideia é?
  22. 22. pela pressão social cada vez maior preparar-se para o Consumo consciente
  23. 23. Que para 87% de executivos de 133 empresas em 29 países, as mudanças climáticas representam o maior desafio para os negócios nos próximos 5 anos.  Que para 10 mil consumidores ouvidos em 22 países, cerca de 96% alegaram disposição de pagar mais por um produto verde, comprovadamente sustentável, mas apenas 12% havia feito isso nos últimos 12 meses anteriores, por falta de oferta de produtos sustentáveis. (Pesquisa Accenture,2008)
  24. 24. Brasileiros querem mais opções de produtos verdes
  25. 25. 96% dos brasileiros entrevistados afirmam que estão preocupados com as mudanças climáticas e 96% consideram que serão impactados diretamente em suas vidas; 9 /10 brasileiros dizem que estariam dispostos a mudar para um fornecedor que utiliza energia renovável; 98% dos consumidores brasileiros dizem que mudariam de produto, por um que minimiza o impacto sobre as mudanças climáticas, mas apenas 48% havia feito isso nos últimos 12 meses anteriores, por falta de oferta de produtos sustentáveis. Fonte: Accenture End-Consumer Observatory on Climate Change 2009
  26. 26. por falta de oferta de produtos sustentáveis?!
  27. 27. Acontece que hoje ainda não tem sido possível que um produto cumpra critérios de sustentabilidade em todo o seu ciclo de vida, ou seja, da extração da matéria prima ao seu descarte final, tendo em vista o estado atual de desenvolvimento tecnológico e econômico. Por isso, as empresas buscam identificar um elemento de sustentabilidade, que seja devidamente comprovado.
  28. 28. COMO
  29. 29. dando visibilidade para ao menos um critério ambiental do Ciclo de Vida do Produto menos impactante ao meio ambiente Extração de matéria-prima Produção Disposição Distribuição reciclagem Utilização reuso http://www.mel.nist.gov/programs/slim.htm
  30. 30. Mais de 100 mil visitantes
  31. 31. Então a idéia é rever o ciclo de vida do produto com novos filtros e critérios específicos como por ex: TOXICIDADE Extração de matéria-prima Produção Disposição Distribuição reciclagem Utilização reuso http://www.mel.nist.gov/programs/slim.htm
  32. 32. Ex: Toxicidade Ausência de compostos orgânicos voláteis (COVs); Ausência do uso de cloro elementar no processo produtivo; Ausência do uso de benzeno; Isento de Óleo; Isento de metais pesados; O processo de produção não utiliza materiais tóxicos e/ou perigosos, mas usa, temporariamente, materiais de baixa toxicidade e periculosidade; Redução ou eliminação de materiais tóxicos e/ou perigosos; Ausência de produtos tóxicos; Baixa ou nenhuma emissão de gases tóxicos; Substituição de matérias-primas ou insumos perigosos (ex: tóxicos, voláteis, inflamáveis ou irritantes) por outros, atóxicos ou de menor periculosidade.
  33. 33. Há MAIS exemplos
  34. 34. “Com a proliferação das campanhas de marketing verde freqüentemente ilusórias e o aumento de consumidores confusos sobre o que comprar, o time do GoodGuide deu início à construção de uma ferramenta para ajudar as pessoas a tomarem decisões melhores e mais fundamentadas.” Prof. Dara O´Rourke /Berkeley/criado em 2007
  35. 35. Greendex - Ranking de consumo verde 1º Índia 2º Brasil 3º China 4º México O levantamento foi feito com base em entrevistas e mediu o comportamento e o estilo de vida de 17 mil pessoas em 17 países. Os norte-americanos se mantém como um dos povos com os hábitos menos sustentáveis do planeta nos últimos três anos, quando o levantamento começou a ser feito. Canadá, França e Inglaterra também estão entre os últimos no ranking. Fonte: BBC
  36. 36. Cresceu em 51% a divulgação de anúncios pró- sustentabilidade, segundo pesquisa do instituto de pesquisa Market Analysis Fonte: Meio & Mensagem
  37. 37. Mas NÃO é suficiente
  38. 38. o cenário parece bom e, pode ser ainda melhor
  39. 39. Brasil ganha duas posições no ranking de competitividade ! ! !
  40. 40. inovação reversa
  41. 41. lembrando que ...” as empresas americanas levavam seus produtos para a Europa e para o Japão, onde os consumidores são similares aos dos EUA… essa mesma abordagem não funciona nos mercados emergentes, porque toda a estrutura da economia e os problemas dos consumidores são diferentes … mesmo em relação ao Brasil , cujo PIB per capita é cerca de 10 mil US$ (o dos EUA é quase 50 mil US$), há um grande desnível – não são todos os produtos que podem ser adaptados e comercializados…”
  42. 42. Então, onde as empresas européias e norte-americanas desenvolverão suas pesquisas no futuro? Onde for possível tornar local tanto o desenvolvimento de produtos como o fornecimento , e também as capacidades estratégicas de marketing. (mas isso tem sido retardado : pela recessão econômica e pressão por empregos na Europa e EUA )
  43. 43. É preciso transformar a maneira de pensar
  44. 44. E as escolas ? Formam cidadãos globais inteligentes, competentes e solidários aos nossos tempos ? Ou, funcionam como uma gigantesca e próspera “ linha de montagem ” ?!
  45. 45. Pergunta e resposta
  46. 46. Se olharmos ao nosso redor
  47. 47. o desafio é aprender a ver como vemos
  48. 48. BetttySue Flowers lembra que : “os cenários costumam alterar a consciência das pessoas…. …o segredo consiste em ver um futuro diferente, não como inevitável, mas como carregado de possibilidades genuínas…”
  49. 49. É preciso criar seu próprio radar de tendências
  50. 50. num contexto mais complexo de planejamento e diante da velocidade das mudanças econômicas, tecnológicas, sociais e ambientais os administradores tem sido forçados a aprender cada vez mais rápido. Tal aprendizado exige métodos que permitam representar e avaliar a complexidade cada vez maior do ambiente que nos cerca.
  51. 51. e isso nos obriga a entender com mais profundidade a dinâmica de sistemas MISSÃO OBJETIVOS DIRETRIZES PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Análise das Capacitações IMPLEMENTAÇÃO Internas Análise Ambiental Planejamento Dirigido por PERFORMANCE Cenários Current Ciclo de 50% 75% 95% 100% Produção + + Estoque - Entregas + Vendas 1M Vendas + <Vendas> Tempo para Ajustar o Estoque 750,000 Milhares ($) Produtividade - Tempo de - Cobertura do 500,000 Correção de Estoque Força de + Estoque Trabalho Admissão + 250,000 - - + + + 0 Estoque de 1 15.75 30.5 45.25 60 Cobertura - + + Produção 0 30Time (Mês) 60 Tempo para Ajustar a Força de Trabalho Força de Trabalho Pretendida + Pretendida Meses Mapeamento Simulações Causal SBDS – Prof. Júlio Figueiredo
  52. 52. para evitar construir cenários [simples] que não reflitam as urgências reais O Ambiente de Negócios  Ambiente Global • Economia • Tecnologia • Cultura  Ambiente de Mercado • Consumidores • Competidores • Fornecedores  Ambiente da Empresa • Produção • Distribuição • Comunicação SBDS – Prof. Júlio Figueiredo
  53. 53. [ i_hub_C1 ] As Variáveis  do ambiente da empresa CLIENTES RESPONSABILIDADE <Conf ormidade da D istribuição> <Conf ormidade dos FINANÇAS Imagem Produtos e Serv iços> Conf ormid pública Valor Ec Vendas da ade social Valor Percebido Empresa onômico <Produti pelo Mercado Satisf ação Conf ormid v idade> Conf orm ade da C o de C lientes Custos da idade A municação Conf ormida mbiental Empresa de do Preço <Modelo E Relacionamento Margens Recuperação de Custo A com Clientes inv estimentos stratégico> mbiental Geração Conhecim de Idéias ento e Ha bilidades <Capital Nov os p rodutos Inv estim entos INOVAÇÃO Intelectual> Flexibil PESSOAS idade Conf ormidad <Custo A Compet Melhoria Planejamento e dos Produt mbiental> ências os e Serv iços Contínua dos Processos Cultura Org Conf ormidad Conf ormid Satisf ação Produti e dos Proces anizacional Ef iciência ade da D i das Pessoas operacional v idade sos Críticos stribuição Políticas d e Incentiv o Relacioname <Modelo E nto com Forn Quali Perf il da stratégico> ecedores dade Liderança Ambiente Or <Satisf ação <Relaciona PROCESSOS mento com ganizacional Capital das Pessoas> Clientes> Modelo Intelectual Estratégico Tecnologia e ORGANIZAÇÃO Sistemas de SBDS – Prof. Júlio Figueiredo inf ormação
  54. 54. [ i_hub_C1 ]  do ambiente da empresa As Variáveis  do ambiente de mercado Vendas dos Mercado Concorrentes Concorrente Instalado s no Mercado Mercado Demanda de Potencial mercado <Conf ormidade <Conf ormidade dos da D istribuição> Atrativ idade Imagem Produtos e Serv iços> do Mercado Conf ormid pública Valor Ec Perf il do C Vendas da ade social Valor Percebido Empresa onômico onsumidor <Produti pelo Mercado Satisf ação Conf ormid v idade> Conf orm ade da C o de C lientes Custos da idade A municação Conf ormida mbiental Empresa de do Preço Forneced <Modelo E Relacionamento Margens Recuperação de ores de Custo A com Clientes inv estimentos capital stratégico> mbiental Geração Conhecim de Idéias ento e Ha <Capital Nov os p Inv estim Relacionam bilidades rodutos entos ento com Int Intelectual> Flexibil idade ermediários Conf ormidad <Custo A Compet Melhoria Planejamento e dos Produt mbiental> ências os e Serv iços Contínua dos Processos Cultura Org Conf ormidad Conf ormid Satisf ação Produti e dos Proces anizacional Ef iciência ade da D i das Pessoas operacional v idade sos Críticos stribuição Políticas d Geograf ia <Concorrentes e Incentiv o do Mercado Relacioname <Modelo E no Mercado> nto com Forn Quali Perf il da stratégico> ecedores dade Liderança <Satisf ação <Relaciona Ambiente Or mento com das Pessoas> Espaço G ganizacional Capital Clientes> eográf ico Modelo Intelectual Estratégico Tecnologia e Estrutura Sistemas de Competitiv a Fornece <Mercado inf ormação dores de Mercado Potencial>
  55. 55. [ i_hub_C1 ]  do ambiente da empresa  do ambiente de mercado As Variáveis  do ambiente global Macro Estrutura <Macro Macro Estrutura Estrutura dos Política Econômica Mercados Estrutura Estrutura Global Vendas dos Globais Social> da D emanda Mercado Concorrentes Concorrente Instalado s no Mercado Mercado Uso dos Padrões Demanda de Potencial Mercado de Recursos Globais do mercado <Conf ormidade Naturais Mercado <Conf ormidade dos Capitais da D istribuição> Atrativ idade Imagem Produtos e Serv iços> do Mercado Conf ormid pública Valor Ec Perf il do C Vendas da ade social Valor Percebido Empresa onômico onsumidor <Produti Regulamen pelo Mercado Satisf ação tações Inter Conf ormid v idade> nacionais Conf orm ade da C o de C lientes Custos da idade A municação Conf ormida Recursos mbiental Empresa de do Preço Mudanças T Produtiv os Forneced <Modelo E Relacionamento Margens Recuperação de ores de Custo A capital ecnológicas <Macro com Clientes inv estimentos Estrutura stratégico> mbiental Econômica> Geração Conhecim de Idéias ento e Ha <Capital Nov os p Inv estim Relacionam bilidades rodutos entos ento com Int Educação Intelectual> Flexibil idade ermediários Dif usão da Força de Conf ormidad <Custo A Tecnológica Trabalho Compet Melhoria Planejamento e dos Produt mbiental> ências os e Serv iços Contínua dos Processos <Recursos Cultura Org Conf ormidad Conf ormid <Macro Satisf ação Produti e dos Proces Produtiv os> Estrutura anizacional Ef iciência ade da D i Social> das Pessoas operacional v idade sos Críticos stribuição Políticas d Geograf ia <Concorrentes e Incentiv o do Mercado Relacioname <Modelo E no Mercado> nto com Forn Quali Perf il da stratégico> <Macro ecedores dade Estrutura Liderança Organização Política> <Satisf ação <Relaciona Global da Ambiente Or mento com das Pessoas> Espaço G Produção <Organizaçã ganizacional Capital Clientes> eográf ico Modelo Intelectual o Global da Produção> Estratégico Tecnologia e Estrutura Sistemas de Competitiv a Fornece <Mercado inf ormação <Macro Estrutura dores de Mercado Potencial> Econômica> Macro <Padrões Globais <Mudanças Estrutura <Macro Estrutura do Mercado> Tecnológicas> Social Econômica>
  56. 56. O desafio é explorar ideias novas com potencial para alterar visões sobre a separação entre a humanidade e a natureza
  57. 57. ampliar a presença de Organizações Inovadoras Sustentáveis
  58. 58. Por meio de novos modos de produção de conhecimento… • Modo 1 [NEWTON] • Modo 2 [DARWIN] – contexto acadêmico – contexto da aplicação – barreiras disciplinares – multidisciplinaridade – homogeneidade de – heterogeneidade de percepções percepções – controle de qualidade e – qualidade e relevância relevância pelos pares definidos externamente – estrutura e organização – organizações ad-hoc e hierárquica e estática estruturas planas – responsabilidade interna – responsabilidade externa – liberdade (acadêmica) e – usuários e interesses “desafio do conhecimento” definem a agenda... gibbons: http://www.intermedia.uio.no/konferanser/skikt-02/skikt-research-conferan
  59. 59. ORGANIZAÇÃO 21st + INOVADORAS E SUSTENTÁVEIS OIS
  60. 60. Veja o que a pesquisadora R. Moss Kanter ensina: 5Fs
  61. 61. como a sustenta- bilidade adiciona valor ao negócio?
  62. 62. Oportunidade de Negócio na Base da Pirâmide Prahalad e Hart argumentaram que para fazer negócios com 4 bilhões de pessoas pobres do mundo, que representam 2/3 da população mundial, com receita abaixo de US$ 1500/ano, serão necessárias inovações radicais em tecnologia e no modelo de negócios das empresas.
  63. 63. crescem os empreendedores sociais
  64. 64. Quando perguntamos às pessoas onde elas vêem uma nova consciência e espiritualidade em ação, muitos citam os jovens e suas redes de mudança no nível comunitário.
  65. 65. GEN Y prefere trabalhar em escritórios modernos e sustentáveis. http://www.fastcompany.com/1649921/gen-y-wants-sustainability-front-and-center-in-the-workplace
  66. 66. Uma parceria mundial entre a Empresa alemã e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente
  67. 67. “O garoto que domou o vento”. Teve a idéia de construir um moinho de vento para produzir energia. Usando apenas peças reutilizadas (canos de PVC, uma bicicleta, uma bateria de carro, imãs, lâmpadas, etc) construiu um moinho, possibilitando o uso de energia elétrica na sua casa. Willian, que mora em Malauí, um dos países mais pobres do mundo. tornou-se uma referência mundial em energia limpa. A história dele se transformou em livro: “O garoto que domou o vento”. http://ciclovivo.com.br/noticia.php/395/o_garoto_que_domou_os _ventos/
  68. 68. Óculos escuros que usam energia solar para abastecer telefones celulares ou tocadores de mp3.
  69. 69. Biococo
  70. 70. Goóc, usa pneus usados para fabricar calçados e bolsas: Goóc, cria produtos a partir de material reciclável em especial as sandálias de pneus. No Brasil são consumidos mais de 30 milhões de pneus por ano e, em média, cada brasileiro consome um pneu a cada cinco anos, o que gera um grande acúmulo desse material inutilizado no ambiente. Até a Copa de 2014, no Brasil, a reciclagem deverá ser suficiente para a produção de 210 milhões de pares de sandálias. Fonte: IG
  71. 71. Reciclagem de coco descartado nas praias A empresa Biococo foi implantada na Incubalix, primeira incubadora de econegócios do país, sediada no aterro Marca Ambiental. Atualmente processa 60 toneladas, por mês, descartadas no aterro sanitário pela prefeitura do Espírito Santo. O reaproveitamento começa com o processo de desfiagem e secagem. Depois, as fibras são trançadas e recebem látex, transformando-se em biomanta, que pode ser utilizada principalmente na recuperação de áreas degradadas. Fonte: Faça Diferente
  72. 72. Jeans Ecológico O jeans Kuyichi é feito na Holanda, com algodão natural plantado e produzido com técnicas artesanais por índios do Peru, sem a adição de agrotóxicos nem de fibras sintéticas. O tingimento é feito com coloração natural e as lavagens das calças não usam produtos químicos, o que possibilita que a água seja reutilizada. O design é outra inovação, antenado sempre com as últimas tendências da moda para sair do estereótipo de ecologicamente correto, mas esteticamente feio. Fonte: Terra
  73. 73. Tecnologia Brasileira tipo Exportação Oppitz Soluções Tecnológicas implantou um projeto piloto de inclusão digital no município de Arajuno, em plena floresta Equatorial. São duas novas salas, equipadas com 15 carteiras informatizadas, uma lousa eletrônica e um servidor, em cada uma delas. Fonte: oppitzinclusaodigital.blogspot.com
  74. 74. Esta carteira possui um Thin Client (garantindo economia de energia) e pode ser usada, quando dobrada, como uma carteira escolar comum. A escolha deste modelo se deu pela possibilidade de redução do tamanho das carteiras, o que facilita e reduz o custo do transporte dos equipamentos. Fonte: oppitzinclusaodigital.blogspot.com
  75. 75. Imagine o impacto do Mobile Commerce nos negócios eletrônicos?
  76. 76. O número de usuários de serviços de pagamento móvel no mundo vai ultrapassar 108,6 milhões em 2010, o que representa um crescimento de 54,5% em relação ao ano passado, segundo Gartner. Para 2012 a previsão é superar os 190 milhões de usuários de pagamentos móveis. Como?  Pequenos varejistas certificados atuarão como agências bancárias;  Depósitos via lojas;  Tranferência de dinheiro via lojas;  Enviar dinheiro por SMS para quem não é registrado no sistema;  Pagamento de contas, taxis… Fonte: The Economist
  77. 77. Acesso Econômico Possível! • A região Ásia-Pacífico lidera a adoção dos serviços de m-payment, superando 62,8 milhões este ano - crescimento de 50,2% sobre os 41,8 milhões de usuários registrados em 2009 - representando 2,6% de telefonia móvel neste mercado. Fonte: Gartner, 2010
  78. 78. App Store Apple “uma fábrica de nanopagamentos” O sucesso da App Store, da Apple, provou que as pessoas estão dispostas a pagar pequenas quantias Fonte: http://latam.apple.com/pr/articulo/?id=1624&r=br por bens digitais ou serviços na Web. Até o dia 26 de julho a Apple® anunciou que seus consumidores fizeram mais de 5 bilhões de downloads de aplicativos, por preços entre U$ 0,99 e 4,99. A previsão é que em 2015 serão 25 bi apps baixados. Juniper Research,2010
  79. 79. O que depende da empresa e o que depende de outros agentes econômicos?
  80. 80. Etanol à base de casca de fruta e jornal
  81. 81. Mais de 7 mil jovens, a maioria de baixa renda, ganham dinheiro com a internet em Minas Gerais, plugados no Tecnologia,Empreendedorismo e Inovação Aplicados (Teia) Calcula-se que o Teia já tenha gerado R$ 2 bilhões em negócios. O Teia é uma iniciativa do secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes)
  82. 82. Projetos de inovação terão aportes de R$ 100 milhões Manufatura Reversa Produtos revertidos em matérias-primas para reinserção nos processos produtivos
  83. 83. John Gattorna is one of the most original thinkers in the fast-changing arena of supply chain management. He has pioneered the idea of ‘dynamic alignment’, which is so powerfully presented in this ground-breaking book. If proof were needed that successful companies compete through their supply chain capability, then this fascinating book provides it. – Martin Christopher, professor of Marketing and Logistics, Cranfield School of Management.
  84. 84. www.essencis.com.br/portlets/unidades/essencis-mg
  85. 85. PRESENTE EM TODO O TERRITÓRIO AMERICANO
  86. 86. Grameen Danone Jardins Verticais Wal-Mart
  87. 87. “O mundo está cada vez mais incerto funcionando em regime imperfeito, produzindo serviços e produtos cada vez mais inacabados. O mundo está em formato BETA.”silvio meira
  88. 88. Vender o peixe antes de sair do mar
  89. 89. Pilha recarrega com “chacoalhão” Robô “come e excreta” para gerar energia Ambientalista cruza o Pacífico em barco feito com 12.500 garrafas pet
  90. 90. Explorador cruza o Pacífico com catamarã feito com 12.500 garrafas PET. Barco Plastiki chega à Austrália, depois de jornada de 4 meses e 15 mil quilômetros saindo da Califórnia. A equipe britânica foi liderada pelo ambientalista David de Rothschild. (Daily Mail)
  91. 91. RESUMINDO ATÉ AQUI...
  92. 92. como a sustenta- bilidade adiciona valor ao negócio?
  93. 93. pela ação de líderes inovadores
  94. 94. Ray Anderson
  95. 95. Um caso modelo: Nossa promessa é eliminar qualquer impacto negativo de nossa empresa no meio ambiente até 2010  Eliminar toda a forma de desperdício  Eliminar substâncias tóxicas  Usar energias renováveis  Redesenhar processos e produtos para fechar o “ciclo vida”  Transportar pessoas e produtos de maneira eficiente para reduzir o desperdício e emissões  Sensibilizar os Stakeholders (partes interessadas)  Criar um novo modelo de negócios
  96. 96. 7 frentes para uma Empresa Modelo séc. 21 Eliminating Waste: Eliminar toda a forma de desperdício em qualquer área da empresa; Benign Emissions: Eliminar substâncias tóxicas de produtos, veículos e fábricas; Renewable Energy: Usar energias renováveis no processo produtivo como por exemplo solar, eólica, biomassa e geotérmica; Closing the Loop: Redesenhar processos e produtos para fechar o “ciclo tecnológico” usando recovered and bio-based materials; Resource-Efficient Transportation: Transportar pessoas e produtos de maneira eficiente para reduzir o desperdício e emissões; Sensitizing Stakeholders: Criar uma cultura que integre princípios de sustentabilidade e melhorando as vidas e a maneira de viver das pessoas; Redesign Commerce: Criar um novo modelo de negócios que demonstre e apoie os valores de um comércio baseado em sustentabilidade.
  97. 97. mas adiciona valor mesmo?!
  98. 98. “Interface is committed to continuously improve operational procedures in all of our facilities. We are committed to promoting those programs that positively impact the safety and well-being of our associates and protecting the natural environment in and around our workplaces.“ – Melhorar os procedimentos operacionais – Implementar programas que impactem positivamente na segurança e bem estar dos colaboradores – Proteção do ambiente natural dentro e fora do local de trabalho Compromisso
  99. 99. então,os líderes souberam fazer as perguntas certas
  100. 100. ? ? ?
  101. 101. eles enxergam oportunidade na base da pirâmide
  102. 102. tem até quem ganhou o prêmio nobel
  103. 103. GRAMEEN – DANONE: Um iogurte para todos
  104. 104. e há exemplos de quem já está nesse caminho!
  105. 105. Produtos Verdes São produtos que cumprem com sua responsabilidade pela preservação do meio ambiente, por meio de critérios: Para a Philips, os produtos aprovados em pelo menos duas Green Focal Areas e que mostram um desempenho satisfatório quanto à duração de seu ciclo de vida são considerados Green Products.
  106. 106. crescem os reconhecimentos
  107. 107. 2009: As 25 empresas + Inovadoras do Brasil
  108. 108. http://www.bestinnovator.at/c/br/l/pt/welcome.php
  109. 109. melhoram os ambientes de trabalho
  110. 110. Google
  111. 111. Facebook
  112. 112. Cartoon network Google Disney Cartoon network
  113. 113. mas...
  114. 114. Richard Sennett, professor de sociologia da Universidade de Nova York e da London School of Economics, ele argumenta que o ambiente de trabalho moderno – com ênfase nos trabalhos a curto prazo, na execução de projeto e na flexibilidade – não permite que as pessoas desenvolvam experiências ou construam uma narrativa coerente para suas vidas. E, mais importante, esta nova forma de trabalho impede a formação de caráter. Para Sennett, o desenvolvimento do caráter depende de virtudes estáveis como lealdade, confiança, comprometimento e ajuda mútua. Características que estão desaparecendo no novo capitalismo. Em alguns aspectos, as mudanças que marcam este novo sistema são positivas e levaram a uma economia dinâmica, mas também corroeram a idéia do objetivo, a integridade e a confiança nos outros, aspectos que gerações anteriores consideravam essenciais para a formação do caráter.
  115. 115. O nosso desafio? Reconectar à condição humana. Aprender a enfrentar a incerteza. Refletir sobre se tornar cidadão. pela reflexão pela prática discursiva pelo exemplo…
  116. 116. Se for assim, o comportamento das pessoas pode (até) mudar.
  117. 117. “Vamos lembrar que cada maioria começa sua vida como minoria.” ZZygmunt Bauman em Capitalismo Parasitário, pg89, Zahar, 2009
  118. 118. FUN THEORY
  119. 119. na prática
  120. 120. É preciso por em prática!
  121. 121. www.moysessimantob.com.br
  122. 122. www.twitter.com/moyses_simantob
  123. 123. Moysés Simantob moyses.simantob@simantob.com.br http://twitter.com/moyses_simantob http://www.moysessimantob.com.br Tel: (11) 3297-0550 (11) 3256-5977

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