Pronunciamentos técnicos cpc 03, 23 e 25

3.458 visualizações

Publicada em

PRONUNCIAMENTOS TÉCNICOS - CPC 03, 23 E 25

0 comentários
3 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
3.458
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
104
Comentários
0
Gostaram
3
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Pronunciamentos técnicos cpc 03, 23 e 25

  1. 1. PRONUNCIAMENTOS TÉCNICOS: FLUXO DE CAIXA - CPC 03 / IAS 7 POLÍTICAS CONTÁBEIS, MUDANÇA DE ESTIMATIVA E RETIFICAÇÃO DE ERRO - CPC 23 / IAS 8PROVISÕES, PASSIVOS CONTINGENTES EATIVOS CONTINGENTES - CPC 25 / IAS 37 Ms Karla Carioca
  2. 2. CONHECENDO O PROFESSORKarla Jeanny Falcão Carioca Mestre em Controladoria pela Universidade Federal do Ceará (UFC), com MBA em Gestão de Negócios de Energia Elétrica pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e Bacharel em Ciências Contábeis pela Universidade Estadual do Ceará (UECE). Professora universitária de Graduação e Pós-Graduação. Palestrante e Instrutora de cursos com enfoque em Contabilidade Internacional, Governança Corporativa e Controles Internos. Sócia-Diretora da Dominus Auditoria, Consultoria e Treinamentos. Possui 14 anos de experiência na área de contabilidade, sendo 9 anos de experiência em normas internacionais de contabilidade e controles internos. Ms Karla Carioca
  3. 3. CPC 03 (R2) - DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXARequerer a prestação de informações acerca das alteraçõeshistóricas de caixa e equivalentes de caixa da entidade por meiode demonstração dos fluxos de caixa que classifique os fluxosde caixa do período por atividades operacionais, deinvestimento e de financiamento Ms Karla Carioca
  4. 4. DEFINIÇÕESCaixa: compreende numerário em espécie e depósitos bancários disponíveis.Equivalentes de caixa: são aplicações financeiras de curto prazo, de alta liquidez,que são prontamente conversíveis em montante conhecido de caixa e que estãosujeitas a um insignificante risco de mudança de valor.Fluxos de caixa: são as entradas e saídas de caixa e equivalentes de caixa.Atividades operacionais: são as principais atividades geradoras de receita daentidade e outras atividades que não são de investimento e tampouco definanciamento.Atividades de investimento: são as referentes à aquisição e à venda de ativos delongo prazo e de outros investimentos não incluídos nos equivalentes de caixa.Atividades de financiamento: são aquelas que resultam em mudanças no tamanhoe na composição do capital próprio e no capital de terceiros da entidade. Ms Karla Carioca
  5. 5. APRESENTAÇÃO DA DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXAA demonstração dos fluxos de caixa deve apresentar os fluxosde caixa do período classificados por: Atividades operacionais; De investimento; e De financiamentoA entidade deve apresentar os fluxos de caixa das atividadesoperacionais, usando alternativamente: (a) o método direto (b) o método indireto Ms Karla Carioca
  6. 6. MÉTODO DIRETO Ms Karla Carioca
  7. 7. MÉTODO INDIRETO Ms Karla Carioca
  8. 8. VALIDAÇÃOVariação no saldo de caixa e equivalentes de caixa = caixagerado/(consumido) pelas atividades operacionais + caixagerado/(consumido) pelas atividades de investimento + caixagerado/(consumido) pelas atividades de financiamentoCaixa gerado pelas atividades operacionais = $ 1.380Caixa consumido pelas atividades de investimento = ($ 480)Caixa consumido pelas atividades de financiamento = ($ 790)Aumento líquido de caixa e equivalentes de caixa = $ 110 Ms Karla Carioca
  9. 9. CPC 23 - POLÍTICAS CONTÁBEIS, MUDANÇA DE ESTIMATIVA E RETIFICAÇÃO DE ERRO Definir critérios para a seleção e a mudança de políticas contábeis, juntamente com o tratamento contábil e divulgação de mudança nas políticas contábeis, a mudança nas estimativas contábeis e a retificação de erro, melhorando a relevância e a confiabilidade das demonstrações contábeis da entidade, bem como permitindo sua comparabilidade ao longo do tempo com as demonstrações contábeis de outras entidades Ms Karla Carioca
  10. 10. DEFINIÇÕESPolíticas contábeis: são os princípios, as bases, as convenções,as regras e as práticas específicas aplicados pela entidade naelaboração e na apresentação de demonstrações contábeisMudança na estimativa contábil: é um ajuste nos saldoscontábeis de ativo ou de passivo, ou nos montantes relativos aoconsumo periódico de ativo, que decorre da avaliação dasituação atual e das obrigações e dos benefícios futurosesperados associados aos ativos e passivos. As alterações nasestimativas contábeis decorrem de nova informação ouinovações e, portanto, não são retificações de erros Ms Karla Carioca
  11. 11. DEFINIÇÕESErros de períodos anteriores: são omissões e incorreções nasdemonstrações contábeis da entidade de um ou mais períodosanteriores decorrentes da falta de uso, ou uso incorreto, deinformação confiável que: (a) estava disponível quando da autorização para divulgação das demonstrações contábeis desses períodos; e (b) pudesse ter sido razoavelmente obtida e levada em consideração na elaboração e na apresentação dessas demonstrações contábeis.Tais erros incluem os efeitos de erros matemáticos, erros naaplicação de políticas contábeis, descuidos ou interpretaçõesincorretas de fatos e fraudes Ms Karla Carioca
  12. 12. POLÍTICAS CONTÁBEISA entidade deve alterar uma política contábil apenas se amudança: (a) for exigida por Pronunciamento, Interpretação ou Orientação (b) resultar em informação confiável e mais relevante nas demonstrações contábeis sobre os efeitos das transações, outros eventos ou condiçõesacerca do balanço patrimonial, resultado ou dos fluxos de caixa da entidadeNão constituem mudanças nas políticas contábeis: (a) a adoção de política contábil para transações, outros eventos ou condições que difiram em essência daqueles que ocorriam anteriormente (b) a adoção de nova política contábil para transações, outros eventos ou condições que não ocorriam anteriormente ou eram imateriais Ms Karla Carioca
  13. 13. MUDANÇA DE ESTIMATIVAO uso de estimativas razoáveis é parte essencial da elaboração dedemonstrações contábeis e não reduz sua confiabilidadeA estimativa pode necessitar de revisão se ocorrerem alterações nascircunstâncias em que a estimativa se baseou ou em consequência denovas informações ou de maior experiênciaA estimativa envolve julgamentos baseados na última informaçãodisponível e confiável. Por exemplo, podem ser exigidas estimativasde: Créditos de Valor justo de ativos liquidação Obsolescência de estoque financeiros ou passivos duvidosa financeiros Ms Karla Carioca
  14. 14. RETIFICAÇÃO DE ERROErros podem ocorrer no registro, na mensuração, na apresentação ouna divulgação de elementos de demonstrações contábeisA entidade deve corrigir os erros materiais de períodos anterioresretrospectivamente no primeiro conjunto de demonstraçõescontábeis cuja autorização para publicação ocorra após a descobertade tais erros: (a) por reapresentação dos valores comparativos para o período anterior apresentado em que tenha ocorrido o erro (b) se o erro ocorreu antes do período anterior mais antigo apresentado, da reapresentação dos saldos de abertura dos ativos, dos passivos e do patrimônio líquido para o período anterior mais antigo apresentado Ms Karla Carioca
  15. 15. CPC 25 - PROVISÕES, PASSIVOSCONTINGENTES E ATIVOS CONTINGENTESEstabelecer que sejam aplicados critérios de reconhecimento ebases de mensuração apropriados a provisões e a passivos eativos contingentes e que seja divulgada informação suficientenas notas explicativas para permitir que os usuários entendam asua natureza, oportunidade e valor Ms Karla Carioca
  16. 16. DEFINIÇÕESProvisão: é um passivo de prazo ou de valor incertosPassivo contingente é: (a) uma obrigação possível que resulta de eventos passados e cuja existência será confirmada apenas pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros incertos não totalmente sob controle da entidade; ou (b) uma obrigação presente que resulta de eventos passados, mas que não é reconhecida porque: (i) não é provável que uma saída de recursos que incorporam benefícios econômicos seja exigida para liquidar a obrigação; ou (ii) o valor da obrigação não pode ser mensurado com suficiente confiabilidadeAtivo contingente: é um ativo possível que resulta de eventospassados e cuja existência será confirmada apenas pela ocorrência ounão de um ou mais eventos futuros incertos não totalmente sobcontrole da entidade Ms Karla Carioca
  17. 17. PROVISÃO E PASSIVO CONTINGENTESão caracterizados em situações nas quais, como resultado de eventos passados, podehaver uma saída de recursos envolvendo benefícios econômicos futuros na liquidação de:(a) obrigação presente; ou (b) obrigação possível cuja existência será confirmada apenaspela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros incertos não totalmente sobcontrole da entidade.Há obrigação presente que Há obrigação possível ou Há obrigação possível ouprovavelmente requer uma obrigação presente que obrigação presente cujasaída de recursos. pode requerer, mas probabilidade de uma saída provavelmente não irá de recursos é remota. requerer, uma saída de recursos.A provisão é reconhecida Nenhuma provisão é Nenhuma provisão é reconhecida reconhecidaDivulgação é exigida para a Divulgação é exigida para o Nenhuma divulgação éprovisão passivo contingente exigida Ms Karla Carioca
  18. 18. ATIVO CONTINGENTESão caracterizados em situações nas quais, como resultado de eventos passados, háum ativo possível cuja existência será confirmada apenas pela ocorrência ou não deum ou mais eventos futuros incertos não totalmente sob controle da entidade.A entrada de benefícios A entrada de benefícios A entrada não éeconômicos é praticamente econômicos é provável, mas não provável.certa. praticamente certa.O ativo não é contingente Nenhum ativo é reconhecido Nenhum ativo é reconhecido Divulgação é exigida Nenhuma divulgação é exigida Ms Karla Carioca
  19. 19. FLUXO DE DECISÃO Ms Karla Carioca
  20. 20. DÚVIDAS?PERGUNTAS? Ms Karla Carioca
  21. 21. REFERÊNCIASPADOVEZE, C. L. et al. Manual de ContabilidadeInternacional. São Paulo: Cengage Learning, 2012YAMAMOTO, M. M. et al. Fundamentos daContabilidade. São Paulo: Saraiva, 2011NIYAMA, J.K. Contabilidade Internacional. São Paulo:Atlas, 2010IUDÍCIBUS, S. et al. Manual de Contabilidade Societária.São Paulo: Atlas, 2010.Ernst & Young e FIPECAFI Manual de NormasInternacionais de Contabilidade. São Paulo: Atlas, 2010CPC disponível em www.cpc.org.br Ms Karla Carioca
  22. 22. karlacarioca@dominusauditoria.com.br (85) 3224-6393

×