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ANÁLISE DA FORÇA EM ATLETAS JUVENIS DE PUNHOBOL
Introdução: A força é um componente importante no suporte das habilidades
específicas de algumas modalidades, no punhobol essa característica se apresenta
como um fator muito relevante.
Objetivo: O presente estudo tem como objetivo analisar algumas variáveis de força
para uma melhor prescrição do treinamento.
Procedimentos metodológicos: A fim de verificar essas variáveis de força, foi
realizada em uma amostra de 16 atletas do sexo feminino, com idade média de 16,55
±1,29, massa corporal média de 59,10 ± 8,10, estatura média de 1,62 ±0,07. Foram
aplicados os seguintes testes: dinamometria com três tentativas para obter a força
máxima de preensão manual em ambos os membros, foi considerado a média das
tentativas. Teste abdominal contabilizou o máximo de execuções realizadas em 60
segundos. O teste de impulsão horizontal consiste em três chances para alcançar a
distância máxima, foi considerada a média entre os resultados obtidos e o teste de
flexão de braço foi realizado de acordo com o protocolo para mulheres, sendo
contabilizado o máximo de execução em 60 segundos.
Resultados: O teste de dinamometria apresentou uma média de 28,64 ±2,51 na mão
direita e 25,6, com ±3,09 na esquerda. Observou-se no teste abdominal uma média de
47,68 com ±10,71. Teste de impulsão horizontal apresentou uma média de 1,54 com
desvio padrão de ±0,14. Teste de flexão de braço com média de 32,93 e ±9,29. As
atletas apresentaram o melhor desempenho no teste de preensão manual, de acordo
com a tabela comparativa, com relevância de sexo e idade, onde atingiram um
resultado regular. Em dois dos testes realizados as atletas conseguiram atingir o nível
bom, no Teste de impulsão horizontal e no teste de flexão de braço. Observou-se que
em apenas um dos testes, as atletas conseguiram atingir o melhor resultado, no teste
de abdominal, onde os resultados indicaram o nível excelente dos mesmos.
Conclusão: Após analise dos dados, pode se concluir que as atletas apresentaram
um déficit em algumas variáveis de força, de acordo com as tabelas comparativas dos
respectivos testes, obteve resultado satisfatório em apenas uma das variáveis
testadas na especificidade do Punhobol.
Frederico B. Moraes Jr¹, Neiry Ellen G. Arsie¹, Marcelo R. Ribas¹, Keith Sato Urbinati¹ e Julio César Bassan²
1. Laboratório de Bioquímica e Fisiologia do Exercício, Faculdade Dom Bosco, Curitiba, PR, Brasil.
2. Departamento Acadêmico de Educação Física, UTFPR, Curitiba, PR, Brasil
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REFERÂNCIAS
HEYWARD, VH, STOLARCZYK, LM. Avaliação física e prescrição de exercício: técnicas avançadas. Porto Alegre: Artmed, 2004. 312 p. ISBN 85-363-0412-x
GUEDES, Dartagnan Pinto ; GUEDES, Joana Elisabete Ribeiro Pinto . Manual Prático para Avaliação em Educação Física.. 1a. ed. Barueri. São Paulo: Editora
Manole, 2006. 484 p.

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ANÁLISE DA FORÇA EM ATLETAS JUVENIS DE PUNHOBOL

  • 1. ANÁLISE DA FORÇA EM ATLETAS JUVENIS DE PUNHOBOL Introdução: A força é um componente importante no suporte das habilidades específicas de algumas modalidades, no punhobol essa característica se apresenta como um fator muito relevante. Objetivo: O presente estudo tem como objetivo analisar algumas variáveis de força para uma melhor prescrição do treinamento. Procedimentos metodológicos: A fim de verificar essas variáveis de força, foi realizada em uma amostra de 16 atletas do sexo feminino, com idade média de 16,55 ±1,29, massa corporal média de 59,10 ± 8,10, estatura média de 1,62 ±0,07. Foram aplicados os seguintes testes: dinamometria com três tentativas para obter a força máxima de preensão manual em ambos os membros, foi considerado a média das tentativas. Teste abdominal contabilizou o máximo de execuções realizadas em 60 segundos. O teste de impulsão horizontal consiste em três chances para alcançar a distância máxima, foi considerada a média entre os resultados obtidos e o teste de flexão de braço foi realizado de acordo com o protocolo para mulheres, sendo contabilizado o máximo de execução em 60 segundos. Resultados: O teste de dinamometria apresentou uma média de 28,64 ±2,51 na mão direita e 25,6, com ±3,09 na esquerda. Observou-se no teste abdominal uma média de 47,68 com ±10,71. Teste de impulsão horizontal apresentou uma média de 1,54 com desvio padrão de ±0,14. Teste de flexão de braço com média de 32,93 e ±9,29. As atletas apresentaram o melhor desempenho no teste de preensão manual, de acordo com a tabela comparativa, com relevância de sexo e idade, onde atingiram um resultado regular. Em dois dos testes realizados as atletas conseguiram atingir o nível bom, no Teste de impulsão horizontal e no teste de flexão de braço. Observou-se que em apenas um dos testes, as atletas conseguiram atingir o melhor resultado, no teste de abdominal, onde os resultados indicaram o nível excelente dos mesmos. Conclusão: Após analise dos dados, pode se concluir que as atletas apresentaram um déficit em algumas variáveis de força, de acordo com as tabelas comparativas dos respectivos testes, obteve resultado satisfatório em apenas uma das variáveis testadas na especificidade do Punhobol. Frederico B. Moraes Jr¹, Neiry Ellen G. Arsie¹, Marcelo R. Ribas¹, Keith Sato Urbinati¹ e Julio César Bassan² 1. Laboratório de Bioquímica e Fisiologia do Exercício, Faculdade Dom Bosco, Curitiba, PR, Brasil. 2. Departamento Acadêmico de Educação Física, UTFPR, Curitiba, PR, Brasil faustball strength REFERÂNCIAS HEYWARD, VH, STOLARCZYK, LM. Avaliação física e prescrição de exercício: técnicas avançadas. Porto Alegre: Artmed, 2004. 312 p. ISBN 85-363-0412-x GUEDES, Dartagnan Pinto ; GUEDES, Joana Elisabete Ribeiro Pinto . Manual Prático para Avaliação em Educação Física.. 1a. ed. Barueri. São Paulo: Editora Manole, 2006. 484 p.