Tronco Cerebral

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  • @carlosboucascarlos Sem sombra de dúvidas a Fisioterapia se torna necessária para esse tipo de patologia. Após um diagnóstico de uma doença que afete o sistema Neuromuscular é necessário um tratamento Fisioterapêutico. É necessário uma equipe multidisciplinar que englobe tanto os profissionais como a família. Sendo que os principais objetivos da fisioterapia seria de ajudar paciente a voltar a deambular(caminhar), ter melhora do equilíbrio, postura, força muscular, e voltar a ter participação nas atividades funcionais e da vida diária.
    Att, Lívia !
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  • Massa!
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  • Minha irmã foi diagnosticada com mielite transversa a um mês exatamente ,gostaria de saber se se faz necessário a fisioterapia para evitar maiores problemas pois afetou as pernas ate o tronco abaixo dos seios.gostaria de esclarecimentos desde ja obrigada
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  • Meu exame deu que eu estou com um deslocamento do tronco cerebral, podendo corresponder a Meningioma.
    Gostaria de saber de uma forma muito clara o que é isso e se é arriscado.
    Obrigada!
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Tronco Cerebral

  1. 1. Faculdade de Ciências Biomédicas de Cacoal Disciplina : Anatomia Aula : Tronco Encefálico. Prof .: João Alves
  2. 2. Tronco Encefálico : Anatomia Macroscópica <ul><li>Composição: </li></ul><ul><li>Mesencéfalo </li></ul><ul><li>Ponte </li></ul><ul><li>Bulbo </li></ul>
  3. 3. Tronco Encefálico <ul><li>Localização : Fossa posterior (infratentorial) </li></ul>
  4. 4. Tronco Encefálico <ul><li>Limites da Fossa Posterior: </li></ul><ul><li>Tentório (superior) </li></ul><ul><li>Osso clivus (anterior) </li></ul><ul><li>Forame magno e calvária (inferior) </li></ul><ul><li>Osso temporal e calvária (lateral) </li></ul>
  5. 5. Mesencéfalo: Macroscopia <ul><li>Limites e divisão : </li></ul><ul><li>O mesencéfalo se interpõe entre a ponte e o cérebro, do qual é separado por uma linha que une a comissura posterior aos corpos mamilares que fazem parte do diencéfalo. </li></ul>
  6. 6. Mesencéfalo: Macroscopia <ul><li>É atravessado pelo aqueduto cerebral que o divide em duas partes: </li></ul><ul><li>A parte dorsal ao aqueduto é o tecto do mesencéfalo. </li></ul><ul><li>Ventralmente existem os pedúnculos cerebrais. </li></ul><ul><li>Os pedúnculos se dividem em uma parte dorsal denominada tegmento (predominantemente celular) e outra ventral que é a base dos pedúnculos, formada por fibras longitudinais. </li></ul>
  7. 7. Mesencéfalo
  8. 8. Mesencéfalo: Macroscopia <ul><li>Entre o tegmento e a base está a substância negra (neurônios ricos em Melanina). </li></ul><ul><li>Na superfície temos os sulcos que delimitam o tegmento da base: </li></ul><ul><ul><li>Sulco lateral do mesencéfalo. </li></ul></ul><ul><ul><li>Sulco medial do pedúnculo cerebral por onde emerge o III par craniano (óculomotor). </li></ul></ul>
  9. 9. Mesencéfalo
  10. 10. Mesencéfalo
  11. 11. Mesencéfalo: Macroscopia <ul><li>Tecto Mesencefálico (placa quadrigeminal) </li></ul><ul><li>Contem quatro colículos (corpos quadrigêmeos), dois superiores e dois inferiores. </li></ul><ul><li>Os colículos estão separados por dois sulcos perpendiculares em forma de cruz. </li></ul><ul><li>A pineal está na região anterior do eixo longitudinal da cruz. </li></ul>
  12. 12. colículos
  13. 13. Mesencéfalo: Macroscopia <ul><li>Cada colículo se une ao seu respectivo corpo geniculado através do braço do colículo. </li></ul><ul><li>Os colículos superiores se ligam aos corpos geniculados laterais (visão). </li></ul><ul><li>Os colículos inferiores se ligam aos corpos geniculados mediais (audição). </li></ul><ul><li>O nervo troclear emerge caudalmente a cada colículo inferior. Único que emerge dorsalmente e contorna o mesencéfalo. </li></ul>
  14. 15. Mesencéfalo: Macroscopia <ul><li>Pedúnculo Cerebrais </li></ul><ul><li>A vista ventral dos pedúnculos cerebrais é de dois grandes feixes de fibras que surgem na borda superior da ponte e divergem cranialmente. A depressão entre os pedúnculos é a fossa interpeduncular, que é limitada anteriormente por duas eminências do diencéfalo, os corpos mamilares. </li></ul><ul><li>No fundo da fossa interpeduncular há a substância perfurada posterior (passagem de vasos). </li></ul>
  15. 18. Ponte: Macroscopia <ul><li>Parte do tronco encefálico situada entre o bulbo e o mesencéfalo, ventralmente ao cerebelo e repousando sobre a parte basilar do osso occipital e o dorso da sela túrcica do esfenóide (clívus). </li></ul>
  16. 19. Ponte: Macroscopia
  17. 20. Ponte: Macroscopia <ul><li>Divisões Funcionais: </li></ul><ul><li>Ponte ventral ou base da ponte </li></ul><ul><li>Dorsal ou tegmento </li></ul><ul><li>Sua região ventral possui estriações transversais devido à presença de numerosos feixes de fibras transversais. </li></ul>
  18. 21. Ponte: Macroscopia <ul><li>As fibras transversais convergem de cada lado para formar o pedúnculo cerebelar médio (braço da ponte), que penetra no hemisfério cerebelar correspondente. </li></ul>
  19. 23. Ponte: Macroscopia <ul><li>O limite entre a ponte e o braço da ponte é o ponto de emergência do trigêmio, que se faz por duas raízes, a sensitiva (maior) e a motora (menor). </li></ul>
  20. 25. Ponte: Macroscopia <ul><li>Percorrendo longitudinalmente a superfície ventral da ponte existe o sulco basilar, que aloja a artéria de mesmo nome. </li></ul>
  21. 26. Ponte: Macroscopia <ul><li>A ponte ventral é separada do bulbo pelo sulco bulbo pontino, de onde emergem de cada lado a partir da linha mediana, o VI, VII e VIII nervos cranianos. </li></ul>
  22. 27. Ponte: Macroscopia <ul><li>O VI par emerge entre a ponte e a pirâmide do bulbo, o VIII emerge lateralmente, próximo ao fláculo (lóbulo cerebelar). O VII emerge medialmente e muito próximo do VIII par. Entre ambos emerge o nervo intermédio que é a raiz sensitiva do VII par. </li></ul><ul><li>Não há demarcação entre ponte e bulbo na parte dorsal, ambos formam o assoalho do IV ventrículo. </li></ul>
  23. 28. Bulbo ou Medula Oblonga <ul><li>Parte caudal do tronco encefálico composta de substância cinzenta, núcleos de Nervos Cranianos (NC) e tratos de sustância branca. </li></ul><ul><li>Contém centros autonômicos de controle da respiração, pressão sanguínea e vômito. </li></ul>
  24. 29. Bulbo ou Medula Oblonga <ul><li>Limite superior – sulco bulbo-pontino. </li></ul><ul><li>Limite inferior – nível do forame magno(primeiro nervo cervical). </li></ul><ul><li>Posteriormente estão o IV ventrículo e o cerebelo. </li></ul>
  25. 30. Bulbo ou Medula Oblonga
  26. 31. Bulbo ou Medula Oblonga <ul><li>Vista Ventral </li></ul>
  27. 33. IV Ventrículo Conceito : cavidade losângica do rombencéfalo, dorsal ao bulbo e á ponte, ventral ao cerebelo. Continua caudalmente com o canal central do bulbo e cranialmente com o aqueduto cerebral. Possui recessos laterais que se comunicam com o espaço subaracnóide através dos forames de Luschka. Há outro forame mediano posterior na metade inferior do teto ventricular chamado forame de Mangedie.
  28. 34. IV Ventrículo
  29. 35. ASSOALHO DO IV VENTRÍCULO <ul><li>Limites: </li></ul><ul><li>Ínfero-lateralmente: pedúnculos cerebelares inferiores e tubérculos dos núcleos Grácil e Cuneiforme. </li></ul><ul><li>Súpero-lateralmente: Pedúnculos cerebelares superiores. </li></ul><ul><li>Superfície do assoalho. </li></ul><ul><li>Sulco mediano – termina superiormente no aqueduto cerebral e inferiormente no canal central do bulbo. </li></ul>
  30. 37. ASSOALHO DO IV VENTRÍCULO <ul><li>De cada lado do sulco mediano há uma eminência medial. </li></ul><ul><li>A eminência medial é limitada lateralmente pelo sulco limitante. </li></ul><ul><li>O sulco limitante separa os núcleos motores originados das lâminas basais, situados medialmente dos núcleos sensitivos originados das lâminas alares, situados lateralmente. </li></ul><ul><li>O sulco limitante se alarga e forma duas depressões de cada lado que são: fóvea superior e fóvea inferior. </li></ul>
  31. 38. ASSOALHO DO IV VENTRÍCULO <ul><li>A eminência medial internamente à fóvea superior se alarga para formar o colículo facial (VII par). </li></ul><ul><li>Na porção caudal da eminência medial observa-se um triângulo de vértice inferior que é o trígono do hipoglosso(XII par). </li></ul><ul><li>Lateralmente ao trígono do hipoglosso está o trígono do vago(X par) que representa o núcleo dorsal do vago. </li></ul>
  32. 39. ASSOALHO DO IV VENTRÍCULO <ul><li>Lateralmente ao trígono do vago há o funículo separans(fina crista oblíqua) que separa o trígono do vago da área postrema relacionado ao mecanismo do vômito. </li></ul><ul><li>A área vestibular localiza-se lateralmente ao sulco limitante e estende-se para os recessos laterais. É uma grande área triangular e contém os núcleos do VIII par. </li></ul>
  33. 40. ASSOALHO DO IV VENTRÍCULO <ul><li>Finas cordas chamadas estrias medulares do IV ventrículo cruzam estas áreas no sentido transversal. </li></ul><ul><li>Lateralmente à eminência medial superior(na fóvea superior) está o Lócus Cerúleos, núcleo da formação reticular relacionado ao mecanismo do sono. </li></ul>
  34. 41. Teto do IV Ventrículo <ul><li>Metade superior </li></ul><ul><li>Véu medular superior, fina lâmina de substância branca que se estende entre os pedúnculos cerebelares superiores. </li></ul><ul><li>Metade inferior </li></ul><ul><li>pequena parte do nódulo cerebelar </li></ul><ul><li>véu medular inferior </li></ul><ul><li>tela corióide do IV ventrículo – forma o plexo coróide. </li></ul>
  35. 42. Teto do IV Ventrículo
  36. 43. Tronco Encefálico Cisterna magna Tonsila cerebelar Fissura horizontal/petrosa Fissura tentorial/primária J u nção bulbopontina Véu medular sup e inf Colículo inferior Colículo superior
  37. 44. Bulbo ou Medula Oblonga <ul><li>Vista Ventral </li></ul>
  38. 45. Bulbo ou Medula Oblonga <ul><li>Divisão Funcional: </li></ul><ul><li>Ventral: Oliva e Trato Piramidal. </li></ul><ul><li>Dorsal (tegmento): núcleos de NC e tratos de substância branca. </li></ul>
  39. 46. Bulbo ou Medula Oblonga <ul><li>Bulbo Ventral </li></ul><ul><li>Pirâmide </li></ul><ul><li>Estrutura par na superfície anterior, separadas na linha média pela fissura mediana ventral. </li></ul><ul><li>Contém tratos corticais ipsilaterais antes da decussação. </li></ul><ul><li>Oliva </li></ul><ul><li>Olivas medulares estão laterais as pirâmides separadas pelo sulco ventrolateral (pré-olivar). </li></ul><ul><li>Formada pelos núcleos do complexo olivar inferior. </li></ul><ul><li>Sulco posterolateral (pós-olivar) está lateralmente às olivas. </li></ul>
  40. 47. Microscopia do Bulbo <ul><li>Existem muitas diferenças entre a estrutura interna do bulbo e a estrutura interna da medula espinhal. Isto ocorre devido a inúmeros fatores, como a decussação das pirâmides, o aparecimento de núcleos próprios do bulbo, a decussação dos lemniscos, a presença da formação reticular e a abertura do IV ventrículo. </li></ul>
  41. 48. Substância Cinzenta do Bulbo <ul><li>Núcleos de nervos cranianos </li></ul><ul><ul><li>Sensitivos </li></ul></ul><ul><ul><li>Motores </li></ul></ul><ul><li>Substância Cinzenta Própria do Bulbo </li></ul>
  42. 49. Substância Cinzenta do Bulbo <ul><li>Núcleos motores </li></ul><ul><ul><li>Ambíguo (IX, X, XI) </li></ul></ul><ul><ul><li>Hipoglosso (XII) </li></ul></ul><ul><ul><li>Dorsal do vago (X) </li></ul></ul><ul><ul><li>Salivatório inferior (IX) </li></ul></ul>
  43. 50. Substância Cinzenta do Bulbo <ul><li>Núcleos sensitivos </li></ul><ul><ul><li>N. Trato espinhal do trigêmio (V, VII, IX e X) </li></ul></ul><ul><ul><li>N. Trato solitário (VII, IX, X) </li></ul></ul><ul><ul><li>N. Vestibular medial (VIII) </li></ul></ul><ul><ul><li>N. Vestibular inferior (VIII) </li></ul></ul>
  44. 51. Substância Cinzenta do Bulbo <ul><li>Substância Cinzenta Própria do Bulbo </li></ul><ul><ul><li>Núcleo grácil </li></ul></ul><ul><ul><li>Núcleo cuneiforme </li></ul></ul><ul><ul><li>Núcleos do complexo olivar inferior (relacionado com o controle da motricidade somática e a aprendizagem motora). </li></ul></ul>
  45. 52. Substância Cinzenta do Bulbo <ul><li>Núcleo ambíguo – núcleo motor para musculatura estriada de origem branquiomérica. </li></ul><ul><li>Fibras eferentes viscerais especiais do IX, X e XI pares, destinadas a musculatura da laringe e da faringe. Situa-se profundamente no interior do bulbo. </li></ul>
  46. 53. Substância Cinzenta do Bulbo <ul><li>Núcleo hipoglosso – núcleo motor – fibras eferentes somáticas para a musculatura da língua. Situa-se no triângulo do hipoglosso, assoalho do IV ventrículo e suas fibras dirigem ventralmente para emergir no sulco lateral anterior entre a pirâmide e a oliva. </li></ul>
  47. 54. Substância Cinzenta do Bulbo <ul><li>Núcleo dorsal do vago – núcleo motor do parassimpático. Nele estão os neurônios pré-ganglionares cujos axônios saem pelo vago, corresponde à coluna lateral da medula. Situa-se no triângulo do vago (IV ventrículo). </li></ul>
  48. 55. Substância Cinzenta do Bulbo <ul><li>Núcleos vestibulares – sensitivos, localizam-se na área vestibular do IV ventrículo, triângulo vestibular. Somente os núcleos vestibulares inferior e médio estão no bulbo. </li></ul><ul><li>Núcleo do trato solitário – sensitivo, recebe fibras aferentes viscerais gerais e especiais do VII, IX e X pares. As fibras aferentes especiais estão relacionadas com a gustação. </li></ul>
  49. 56. Substância Cinzenta do Bulbo <ul><li>Núcleo do trato espinhal do trigêmio – fibras aferentes trazem a sensibilidade de quase toda a cabeça pelo V, VII, IX e X pares. Os três últimos estão relacionados com sensibilidade apenas, do pavilhão auditivo e conduto auditivo externo. </li></ul><ul><li>Núcleo salivatório inferior – fibras pré-ganglionares que emergem pelo IX para inervação da parótida. </li></ul>
  50. 58. Bulbo ou Medula Oblonga Nucl espinhal de nc5 Ncl Amb NCLS NC10 NCL NC12 BULBO MEDIO NC12 NC10 NUCLS COCLEARES NC8 NUCLS VESTIBULARES CORPO RESTIFORME Fiss med anterior Trato c-espinhal Sulco pós-olivar oliva JUNÇ BULBO-PONTINA Sulco pré-olivar Fasc long medial Eminência hipoglossal
  51. 59. Substância Branca do Bulbo <ul><li>Fibras transversais </li></ul><ul><ul><li>Fibras arqueadas internas </li></ul></ul><ul><ul><li>Fibras arqueadas externas </li></ul></ul><ul><li>Fibras longitudinais </li></ul><ul><ul><li>Ascendentes </li></ul></ul><ul><ul><li>Descendentes </li></ul></ul><ul><ul><li>De associação </li></ul></ul>
  52. 60. Substância Branca do Bulbo <ul><li>Fibras ascendentes </li></ul><ul><ul><li>Fascículo grácil </li></ul></ul><ul><ul><li>Fascículo cuneiforme </li></ul></ul><ul><ul><li>Lemnisco medial (propriocepção) </li></ul></ul><ul><ul><li>Trato espino-talâmico lateral (dor e temperatura) </li></ul></ul><ul><ul><li>Trato espino-talâmico anterior (tato protopático) </li></ul></ul><ul><ul><li>Trato espino-cerebelar anterior(controle da motricidade somática e propiocepção inconsc.) </li></ul></ul><ul><ul><li>Trato espino-cerebelar posterior(propiocepção inconsciente) </li></ul></ul><ul><ul><li>Pedúnculo cerebelar inferior </li></ul></ul>
  53. 61. Substância Branca do Bulbo <ul><li>Fibras ascendentes </li></ul><ul><li>Cuneiforme: </li></ul><ul><li>Informações dos MMSS e metade superior do tronco. </li></ul><ul><li>Grácil: </li></ul><ul><li>Informações dos MMII e metade inferior do tronco. </li></ul><ul><li>Função: propiocepção consciente, tato epicrítico e sensação vibratória. </li></ul>
  54. 63. Bulbo ou Medula Oblonga <ul><li>Pedúnculo cerebelar inferior (corpo restiforme) </li></ul><ul><li>Origina da superfície superior dorsal do bulbo; os pedúnculos se divergem e inclinam para entrar nos hemisférios cerebelares. </li></ul><ul><li>Fibras que compõem </li></ul><ul><ul><li>Olivo – cerebelares. </li></ul></ul><ul><ul><li>Arqueadas externas. </li></ul></ul><ul><ul><li>Espino-cerebelares posteriores. </li></ul></ul>
  55. 64. Substância Branca do Bulbo <ul><li>Fibras descendentes </li></ul><ul><ul><li>Trato córtico-espinhal </li></ul></ul><ul><ul><li>Trato córtico-nuclear </li></ul></ul><ul><ul><li>Trato tecto-espinhal </li></ul></ul><ul><ul><li>Trato rubro-espinhal </li></ul></ul><ul><ul><li>Trato vestíbulo-espinhal </li></ul></ul><ul><ul><li>Trato retículo-espinhal </li></ul></ul><ul><ul><li>Trato espinhal do trigêmio </li></ul></ul><ul><ul><li>Trato solitário </li></ul></ul>
  56. 65. Substância Branca do Bulbo <ul><li>Fibras de associação </li></ul><ul><ul><li>Fascículo longitudinal medial </li></ul></ul><ul><ul><li>Liga todos os núcleos motores dos nervos cranianos. </li></ul></ul><ul><ul><li>É especialmente importante nos movimentos do globo ocular (III, IV e VI) e movimentos da cabeça (núcleo do espinhal acessório). Recebe fibras dos núcleos vestibulares que informam sobre a posição da cabeça. </li></ul></ul><ul><ul><li>Importante nos reflexos que coordenam os movimentos da cabeça com o olho. </li></ul></ul>
  57. 66. Formação reticular <ul><li>Ocupa o tegmento central e caracteriza-se por apresentar estrutura intermediária entre a substância branca e a cinzenta. </li></ul><ul><li>Possui núcleos de neurônios de tamanhos diferentes e fibras nervosas. Embora seja encontrada no tronco encefálico, prolonga-se ao diencéfalo e à parte inicial da medula. </li></ul>
  58. 67. Formação reticular <ul><li>Tem conexões aferentes e eferentes com: </li></ul><ul><li>Cérebro, Cerebelo e Medula. </li></ul><ul><li>Recebe impulsos dos nervos cranianos sensitivos. </li></ul>
  59. 68. Formação reticular <ul><li>Os principais núcleos da formação reticular são: </li></ul><ul><li>Núcleos da rafe </li></ul><ul><li>Lócus ceruleus </li></ul><ul><li>Substância cinzenta periaquedutal </li></ul><ul><li>Área tegmentar ventral. </li></ul>
  60. 69. Formação reticular <ul><li>A formação reticular apresenta funções variadas, entre as quais destacam-se o controle da atividade elétrica cortical, relacionado com o sono e a vigília, o controle eferente da sensibilidade, da motricidade somática, do sistema nervoso autônomo e neuroendócrino. </li></ul>
  61. 70. Formação reticular <ul><li>A formação reticular no bulbo possui também, o centro respiratório, o centro vasomotor e o centro do vômito. </li></ul><ul><li>O controle da atividade elétrica cortical está intimamente ligado ao  Sistema Ativador Reticular Ascendente ( SARA ), através do qual a formação reticular se liga ao córtex. </li></ul>
  62. 71. Neurônios Monoaminérgicos <ul><li>Os neurônios monoaminérgicos do tronco encefálico são caracterizados pela presença de monoaminas como neurotransmissores. </li></ul>
  63. 72. Neurônios Monoaminérgicos <ul><li>As monoaminas possuem participação nos processos mentais, no metabolismo de drogas e, por consequência, são muito importantes no que se refere ao tratamento de doenças mentais e na regulação de processos metabólicos envolvendo o sistema nervoso.     </li></ul>
  64. 73. Neurônios Monoaminérgicos <ul><li>As principais monoaminas são a noradrenalina, a dopamina e a serotonina. </li></ul>
  65. 74. Bulbo: Irrigação <ul><li>Bulbo: artéria espinhal anterior, ramos penetrantes da artéria vertebral, artéria cerebelar posterior inferior. </li></ul>
  66. 75. Bulbo ou Medula Oblonga Irrigação
  67. 76. Correlações Anatomoclínicas <ul><li>Lesões Do Bulbo Caudal: </li></ul><ul><li>Em geral, comprometem a pirâmide e o nervo hipoglosso. </li></ul><ul><li>A lesão da pirâmide causa hemiparesia do lado oposto ao lesado. </li></ul><ul><li>Se a lesão se estender dorsalmente e atingir os demais tractos motores, o quadro é a hemiplegia. </li></ul><ul><li>A lesão do hipoglosso causa paralisia dos músculos da metade da língua situada do lado lesado, com hipotrofia muscular.  </li></ul>
  68. 77. Síndrome Da Artéria Cerebelar Inferior Posterior (Síndrome De Wallemberg) <ul><li>Essa artéria, que é ramo da vertebral, irriga a parte dorsolateral do bulbo. Lesões desta região geralmente decorrem de trombose, o que compromete várias estruturas: </li></ul><ul><li>lesão do pedúnculo cerebelar inferior – incoordenação de movimentos na metade do corpo situada do lado lesado; </li></ul><ul><li>lesão do tracto espinhal do trigêmeo e seu núcleo – perda da sensibilidade térmica e dolorosa na metade da face situada do lado da lesão; </li></ul><ul><li>lesão do tracto espino-talâmico lateral – perda da sensibilidade térmica e dolorosa da metade do corpo situada do lado oposto da lesão; </li></ul><ul><li>lesão do núcleo ambíguo – perturbações da deglutição e da fonação por paralisia dos músculos da faringe e da laringe. </li></ul>
  69. 78. Revisão de Cisternas da Base <ul><ul><ul><ul><ul><li>Cisterna do APC – lateral à ponte – contém 7 e 8 NC. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Cisterna prepontina – anterior à ponte – contém 5 e 6 NC. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Cisterna magna – inferior ao cerebelo. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Cisterna cerebelar superior. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Cisterna ambiens (perimesencefálica) – lateralmente – contém 4 NC. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Cisterna da placa quadrigeminal – posterior ao mesencéfalo – contém 4 NC. </li></ul></ul></ul></ul></ul>
  70. 79. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS <ul><li>DÂNGELO E Fattini. Anatomia Humana Sistêmica e Segmentar: Para o estudante de Medicina. 2ed. Atheneu, São Paulo, 1988. </li></ul><ul><li>JACOB, FRANCONE, LOSSOW. Anatomia e Fisiologia Humana. 5ed. Guanabara koogan: Rio de Janeiro, 1990. </li></ul><ul><li>MACHADO, Ângelo. Neuroanatomia Funcional. 2ed. Atheneu: São Paulo, 1999. </li></ul><ul><li>OSBORN, Anne G. Illustrated by Julian Maack. Diagnostic Neuroradiology. 2. ed. St. Louis: Mosby, 1994. </li></ul><ul><li>OSBORN, Anne G. et al. Diagnostic Imaging: Brain. Salt Lake: Amirsys, 2004. </li></ul><ul><li>SOBOTTA, Johannes. Atlas de Anatomia. Trad. Werneck. ed. 20. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, v. 1, 1995. </li></ul>
  71. 80. Tronco Encefálico Cisterna magna Tonsila cerebelar Fissura horizontal/petrosa Fissura tentorial/primária J u nção bulbopontina Véu medular sup e inf Colículo inferior Colículo superior
  72. 81. Tronco Encefálico NC5 AICA Flóculo cerebelar Art cereb posterior inferior Art vert dir Bulbo NC8 NC7 Ponte Ped cerebral Fossa interpeduncular
  73. 82. Tronco Encefálico ART BASILAR FLÓCULO PED CER INF IV Ventrículo Hemisf cerebelar inf Tonsila cerebelar Vermis AICA NC 6
  74. 83. Tronco Encefálico pirâmide Oliva Forame de Luschka Eminência hipoglossal NC 10 NC 9
  75. 84. Tronco Encefálico Coliculo facial Nucl denteado vermis floculo NC5 Ponte Cavo de Meckel Cist APC Ped cereb médio Nódulo Trato cort-esp IV Vent ponte Fasc long medial Ped cereb sup cist pre-pont vermis Art Basilar
  76. 85. Tronco Encefálico Cisterna ambiens IV ventrículo sup vermis Art basilar Seio transverso Hemisfério cerebelar sup ponte Fascículo long medial (trato cort-espinhal)
  77. 86. Tronco Encefálico Véu medular sup Vermis cerebelar NC4 Fossa Interpeduncular Pedúnculo cerebral Nucl do NC4 Colículo inferior
  78. 87. Tronco Encefálico Subst nigra Nucl rubro Subst cinzenta periaquedutal aqueduto Vermis cerebelar Pedúnculo cerebral Área do nucl NC3 Colículo superior
  79. 88. Tronco Encefálico
  80. 89. Tronco Encefálico Cisterna magna Tonsila cerebelar Fissura horizontal/petrosa Fissura tentorial/primária J u nção bulbopontina Véu medular sup e inf Colículo inferior Colículo superio
  81. 90. Tronco Encefálico Hemisfério cerebelar inf Nucl denteado Subst branca Hemisfério crebelar sup Pedúnculo cerebelar médio ponte

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