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Capítulo 1 - À primeira vista.
Acabei de despachar Claude Bastille, ele esta de p...
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teto, para fora do meu escritório no vigésimo andar. O tempo é cinza como o meu
h...
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Sua voz soa musical, seus longos cílios lançam uma sombra sobre seus olhos
azuis ...
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Ela cora novamente percebendo meu desagrado e decepção. Depois de ouvir
minha res...
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contorcendo, e dominar você baby! Lá vai ela de novo mordendo o lábio inferior. E...
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apenas um segundo muito longo e eu sinto o choque de eletricidade de novo do jeit...
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Pai: Franklin A. Lambert.
Nascimento: 01/09/1969. Falecido: 11/09/1989
Mãe: Carla...
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Capítulo 2 - O segundo encontro.
Sinto-me como um adolescente idiota em frente à ...
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- É claro Sr. Grey. – Ela gagueja primeiro, em seguida, ela usa seu sorriso de fu...
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retorcendo os dedos apenas me fazendo querer alcançá-la, amarrar as mãos para
cim...
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- Sim, nós vamos. Kate ficará tão feliz! - Diz ela animadamente.
Eu pago minhas c...
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Poderia qualquer outro nome tem o mesmo efeito em mim como Janet, ou Maria, ou
An...
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Ela me diz desapontada que ela tem que levar todos para casa. Ah, eu te dou
cober...
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- Não. Ele não é. Eu lhe disse ontem. – Diz ela. Eu dou um suspiro interior de al...
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pensamentos. Eu amo o jeito que a bunda dela parece naqueles jeans, e sem pensar
...
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- Estou bem. – Ela diz com a voz embargada. - Obrigado por fazer a sessão de foto...
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Capítulo 3 - Foda-se a papelada!
Eu não consigo tirar o seu rosto da minha mente....
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Hardy, primeira edição. O que me custou uma nota. Tenho certeza de que ela irá lê...
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Ela ri, realmente ri.
- Em um bar!
- Em qual?
- Uh uh... É um bar em Portland.
- ...
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Elliot também pega sua jaqueta vindo junto. Eu olho pra ele incisivamente. Ele
di...
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Anastasia. Eu quero dizer, eu sou a favor de romper os limites, mas talvez isso s...
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infantil e me sento em uma cadeira observando-a respirar lentamente. Isso me dá u...
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- Tirou minha roupa? – Diz ela em um sussurro quase inaudível mastigando o lábio
...
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- O que eu fiz? – Ela franze a testa. – O que é isso para você, afinal? Quem te p...
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- Você não secou o cabelo! – Eu reclamo com ela.
- Eu não vi o secador de cabelo....
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Eu sinto como se devesse protegê-la com todos os meus cinquenta tons
fodidos. Eu ...
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Eu controlo minha mente. Eu não posso ficar longe dela, mas ela ainda precisa
sab...
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geme em minha boca enquanto nossas línguas começam a dançar. Explorando e
beijand...
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Capítulo 4 – O contrato.
Eu abro a porta do passageiro do Audi SUV preto, para An...
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- Sr. Grey, é Welch. Tenho a informação que pediu.
- Bom. Mande-me por e-mail. Al...
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Ela está em silêncio. Um rubor passa por seu rosto. Ela parece envergonhada quand...
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obter mais do que um beijo profundo e gratificante”. Eu digo para ela em pensamen...
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quero que ela faça. Eu ligo para minha assistente Andrea, e digo que ela não pode...
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- Foi um dia muito longo para mim também. – Eu digo seriamente sem ser capaz de
a...
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- Você sabe o que esta fazendo Christian? Ela pergunta. Eu sorrio.
- Fui piloto p...
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Seattle parece absolutamente deslumbrante na luz da noite, e eu vejo em seu
olhar...
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em forma de “U” na sala principal de frente para a cozinha aberta. A lareira tamb...
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D'Urberville”. – Eu murmuro lentamente. Meu olhar cintilante com o meu desejo
int...
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acordo ou não. Se é tão importante para você ou para seu advogado, já que é óbvio...
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Capítulo 5 – Situação para corrigir.
Ela entra, e seu olhar não demonstra nada. E...
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-Uhmmm... – Diz ela olhando para ele em choque. O olhar dela vem para mim, e
depo...
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- Como posso fazer isso? – Ela respira. Eu fecho meus olhos para ouvir a mente ab...
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mim. Eu gosto muito dela. Talvez mais do que seja bom para mim. Eu ofereço minha
...
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  1. 1. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey
  2. 2. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey Capítulo 1 - À primeira vista. Acabei de despachar Claude Bastille, ele esta de pé na porta e diz “golfe, essa semana, Grey”, diz ele, esfregando na minha cara o fato de que ele pode chutar minha bunda no campo de golfe. Ele é um dos melhores instrutores de artes marciais que existe, e treina-me muito bem desde que eu lhe pague bem por suas instruções. Ele chuta minha bunda muitas vezes como se esperasse que eu fosse lhe dar uma corrida com seu dinheiro. Ele era um candidato olímpico. Eu tenho trabalhado com ele todos os dias nos últimos dois meses já que tenho que gastar minha energia em excesso. Embora ele usou para chutar a minha bunda, cinco dias por semana antes. Eu reservo outros tipos de trabalho para os fins de semana. Se eu pudesse chutar sua bunda no chão uma vez ou duas vezes por semana, seria o ponto alto do meu dia. Apesar de eu não gostar do ritmo do golfe, é o jogo de empresários, eu me esforço para fazer certo, e como isso acontece, muitas vezes, negócios são fechados nos campos de golfe. Eu faço uma carranca e olho, pelas janelas que vão do chão ao
  3. 3. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey teto, para fora do meu escritório no vigésimo andar. O tempo é cinza como o meu humor, intragável. Eu tenho tudo sob controle, mas tem sido uma existência comum para mim ultimamente. Eu não tive um desvio nos últimos dois meses. Nenhum desafio emocionante e nada capturou meu interesse. Tudo está em ordem, e todos os meus assuntos sob controle. Os zumbidos do telefone. "Sim, Andrea?" -Sr. Grey, Srta. Anastasia Steele para Srta. Katherine Kavanagh está aqui. Eu odeio surpresas. Não deveria ter concordado em dar uma entrevista para a revista WSU, mas Srta. Kavanagh tem sido bastante persistente e ela vem de uma família de negócios, cujo pai pode me oferecer um acordo em troca deste favor. Mas alguém mostra-se em seu lugar? Respondo como uma criança petulante para Andrea. - Eu não estava esperando uma Srta. Steele. Eu estava esperando Katherine Kavanagh! - É a Srta. Steele que esta aqui senhor. - Ótimo! Mande-a entrar! – Eu resmungo Menos de um minuto depois, a porta se abre e um emaranhado de cabelos castanhos e braços pálidos, indistintamente vestida com as pernas pálidas em botas marrons, rola e entra no escritório esparramando a cabeça no chão. Embora eu odeie a falta de jeito, minha cortesia exige que eu vá ajuda-la a se levantar e coloque-a em posição vertical segurando seus ombros magros. Enquanto ela se levanta, eu me encontro com os mais brilhantes e claros olhos azuis. Seus olhos envergonhados capturam os meus e uma pancada de eletricidade me detém em minha pegada. Ela olha pra mim, através de mim, como se cavasse a minha alma, me enervando, como se um foco de luz me puxasse das minhas profundezas até a superfície. Ela pisca, corando, depois de perceber minha cara. Eu fazia uma careta, mas rapidamente sorri. É sempre a mesma coisa. Mulheres reagem a minha cara, mordendo a língua. Eu estendo minha mão, decidindo me divertir. - Srta. Kavanagh. Eu sou Christian Grey. Espero que esteja bem. Gostaria de se sentar? Ela cora, sua pálida pele muda de cor em direção a linha dos cabelos, fazendo-a olhar para baixo, seu rabo de cavalo quase desfeito com o tombo que levara, sua voz gagueja brevemente quando eu percebo sua pequena mão na minha. Eu sinto mais um choque de eletricidade com seu toque! Wow! Ela deve ter sentido também, porque ela parece chocada e retira sua mão com um suspiro leve. - Srta. Kavanagh esta indisposta. Ela me enviou. Ela não esta bem. Peço desculpas pela mudança de ultima hora Sr. Grey.
  4. 4. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey Sua voz soa musical, seus longos cílios lançam uma sombra sobre seus olhos azuis que são abatidos novamente por sua timidez. –E você é? – Eu induzo as palavras dela. - Ah, eu sou Anastasia Steele. Estou estudando com Kate... Uhm... Katherine... Uhm... Srta. Kavanagh em WSU. Ela gagueja e tropeça em suas palavras. Eu estou achando graça. Há algo sobre ela. Ela é morena também. Como ela lança os olhos para baixo de novo, eu posso ver que ela está nervosa e extremamente tímida. Ela sequer me olhou nos olhos, ela só olha em volta, em qualquer lugar, menos pra mim. Eu fixo meu olhar sobre ela, já sentindo um desgosto por sua saia indistinta, blusa disforme, e botas baratas. De repente eu a imagino em seda e cetim, eu não sei mesmo de onde esse pensamento veio. Eu não posso imaginar que ela é uma jornalista com seu comportamento tímido. Ela não tem um único osso, decisivo e enfático em seu corpo. Ela é muito tímida, muito complacente, indulgente demais... Muito submissa. Eu respiro profundamente. Minha mente está pensando, e antes que eu possa apontar para ela um assento ela avalia meus quadros, e olha para eles com admiração. Sinto-me compelido a explicar. - Um artista local. Trouton. - Eu não sei o que me fez explicar isso, normalmente eu não me importo. - Adoráveis. – Ela fala devagar - Elevam o ordinário ao extraordinário. Fiquei surpreso ao ouvir essas palavras de modo simples e eloquente, esse era exatamente o meu pensamento quando a comprei. De certa forma, ela é extraordinária fora do comum também. - Sim... – Eu me vejo dizendo, enquanto olho atentamente para ela, ela cora novamente, como pensei. Que maravilha como sua cor mudaria com uma batida das minhas palmatorias. Eu não sei de onde esse pensamento veio. Eu balanço minha cabeça levemente, e vejo-a fazendo uma tentativa de arrumar seu mini gravador de disco desatualizado em minha mesa de café extremamente cara, deixando-o cair repetidamente. Normalmente esse tipo desajeitado me irrita, mas o dela parece agradável, e agora escondo meu sorriso atrás do meu dedo indicador. Mas que merda! Como não percebi esse lábio antes? E ela esta mordendo o lábio inferior por causa de sua frustação em tentar fazer aquela máquina antiquada funcionar. O que eu não adoraria fazer com aquele lábio? Eu não consigo parar de olhar pra ele, e minha mente esta pensando em todas as direções, me deixando louco! Eu só quero liberar aquele lábio de sua mordida e coloca-lo em minha boca! Eu fecho meus olhos, respiro lentamente, ela finalmente monta seu gravador, e eu estou me criticando mentalmente por pensar como um adolescente. Ela murmura um pedido de desculpas por não estar acostumada a usar o gravador. Eu não me importo, pois estou muito entretido observando seu lábio inferior. Digo-lhe para não ter pressa, me dando tempo para reunir meus pensamentos errantes. Uma vez que ela termina com seu gravador, me deixa decepcionado com as perguntas que esta fazendo. Elas são mundanas, ordinárias. Por que eu estou gastando meu tempo para responder a essas perguntas?
  5. 5. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey Ela cora novamente percebendo meu desagrado e decepção. Depois de ouvir minha resposta à sua pergunta, ela murmurou: - Você soa como um maníaco por controle. Que porra é essa? Como você está certo baby! Se você soubesse. Eu digo olhando-a atentamente: - Oh, eu exerço o controle em todas as coisas senhorita Steele. - Eu adoraria dominar sua boca inteligente agora mesmo! Ela cora novamente mordendo o lábio. Ela me faz uma pergunta sobre o poder, eu posso dizer que ela me acha arrogante. Eu dou-lhe uma resposta que a deixa de boca aberta. Ela, então, pede-me dos meus interesses fora do trabalho para "relaxar”. Eu digo a maior parte de meus interesses, exceto os meus dois favoritos que a incluiriam agora. Na verdade eu estou a imaginando amarrada em minha cama no meu Quarto de Jogos. Mas que merda! De onde foi que essa imagem veio? Ela faz outras perguntas que são de informação pública. Será que ela não fez seu dever de casa antes de vir me entrevistar? Ridículo! Em seguida, ela abre a boca e faz uma pergunta que nem mesmo minha família se atreveu a fazer, que esta na cabeça de todos, mas que ninguém teve coragem de perguntar: - Você é gay Sr. Grey? Meus olhos se arregalaram em choque com essa questão. Mas que porra? Como ela ousa? Eu gostaria de trazê-la ate os meus joelhos agora e açoita-la ate essa merda toda sair dela. Eu mudaria suas cores. Mas eu me recomponho. Eu respondo com firmeza: - Não Anastasia, eu não sou! Ela tem a decência de ficar dolorosamente envergonhada. Ela cora. - Eu sinto muito Sr. Grey. É... Uhm... Está escrito... - Apontando suas anotações – Aqui. - Você não conhece suas próprias perguntas? - Ela parece envergonhada. - Não, Sr. Grey. Kate, uhm... Srta. Kavanagh fez - Ela responde corando. - Isso explica as perguntas. Diga-me, como você acabou me entrevistando se essas são perguntas de Kavanagh? - Uhm... Eu estava redigindo. Ela é minha companheira de quarto, e ela está muito doente. De repente, eu me sinto muito melhor. - Bem, então, deixe-me fazer-lhe algumas perguntas. É justo depois de suas perguntas pessoais. - Ela cora e treme remexendo-se em seu assento. Eu olho pra ela, sim, eu gostaria de ter você se
  6. 6. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey contorcendo, e dominar você baby! Lá vai ela de novo mordendo o lábio inferior. Eu só quero chegar perto e puxar seu queixo para que ela pare de morder, ou então eu vou transar com ela sobre a minha mesa de café... Calma Grey, eu digo a mim mesmo. Facilmente volto para minha cadeira, e esfrego meu lábio inferior com o dedo indicador. Ela se agita mais. Ok, ela não é lésbica, e não é imune aos meus encantos. Andrea chega depois e bater a porta. - Sr. Grey, seu próximo compromisso é em dois minutos. - Cancele meu próximo compromisso Andrea! – Eu digo, e ela congela em seu lugar. - Senhor? - Eu disse que cancele! – Viro a cabeça para a boca escancarada e o rosto vermelho. Anastasia esta se preparando para sair, guardando suas coisas dizendo: - Eu não quero alterar sua programação Sr. Grey. Pelo menos Andrea tem a decência de finalmente realizar o meu comando, e diz: - Sim senhor. - Você não tem que sair imediatamente Srta. Steele. Podemos dar um passeio, se quiser. – Ela esta pronta para fugir. - Oh, você não tem que fazer isso por mim Sr. Grey. – Ela murmura. - Srta. Steele, quais são seus planos para depois da graduação? - Não fiz nenhum plano, Sr. Grey. Só preciso passar nos exames finais. Encontro-me oferecendo-lhe um emprego. - Você pode se candidatar a um estágio aqui. - Eu nunca faria isso, o que há de errado comigo, ela é muito jovem, e eu tenho uma política de nunca foder o pessoal. Mas ela não é do pessoal ainda. Ela rejeita a minha oferta. O que há de errado com a minha empresa? - Por que não? - Eu pergunto-lhe. - É obvio, não é? Ela pergunta como se fosse de conhecimento comum, pega sua bolsa e levanta- se. - Não pra mim. - Eu me levanto e caminho ate a porta suavemente, abrindo-a pra ela. Eu não quero que ela tropece nos próprios pés em seu caminho para fora, indicando a minha intenção, ela agradece a contragosto, eu sorrio. Tanto Andrea quanto o estagiário estão com a boca aberta me vendo sair com a Srta. Steele. Pergunto se ela trouxe um casaco, e o estagiário corre para buscá-lo. Eu agarro-o de sua mão, o coloco sobre a Srta. Steele. Minha mão está em seu ombro
  7. 7. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey apenas um segundo muito longo e eu sinto o choque de eletricidade de novo do jeito que eu sei que ela faz tão bem. - Adeus Anastasia! – Eu digo. - Adeus Christian! – Ela diz e a porta se fecha. Dirijo-me em meus calcanhares, e ordeno Andrea - Coloque Welch na linha! - Um minuto depois, ele está lá. -Welch! Eu quero que você faça uma verificação de antecedentes para mim. -Sim, senhor. Nome? -Anastasia Steele. Eu preciso disso o mais rápido possível. -Sim, senhor. Eu desligo. Agora só me resta esperar. Eu não posso esperar. Eu tenho que dar tempo de ver se eu ainda vou estar interessado daqui alguns dias. Ela é muito jovem, e parece muito inexperiente, mas como seria divertido ensina-la. Eu odeio esperar. Uns dias depois e eu recebo um e-mail de Welch. Sábado, 14 de Maio de 2011. Anastasia Rose Steele Nascimento: 10 de setembro, 1989, Montesano, WA. Endereço: 1114 SW Green Street, Apartamento 7 Haven Heights, Vancouver, WA 98888 Telefone Celular: 360 959 4352 Número do seguro social: 987-65-4320 Detalhes Bancários: Banco Wells Fargo, Vancouver, WA 98888 Conta número: 309361: $ 683,16 Ocupação: Estudante não graduada WSU Universidade de Artes Literais de Vancouver Estudante de inglês Media de classificação: 4.0 Contagem SAT: 2150 Emprego: Ferragens Clayton NW Vancouver Drive, Portland, OR (Meio turno).
  8. 8. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey Pai: Franklin A. Lambert. Nascimento: 01/09/1969. Falecido: 11/09/1989 Mãe: Carla May Wilks Adams Nascimento: 18 de Julho, 1970. Preferências Políticas: Nenhuma encontrada. Preferência Religiosa: Nenhuma Encontrada Orientação sexual: Desconhecida. Relações: Nenhuma indicada até o momento. Mesmo que alguns dias passaram desde que ela me entrevistou, eu não consigo tira-la da minha mente. Eu tenho que descobrir. Eu ligo para minha assistente. - Andrea, me reserve um lugar em Portland, para amanhã. - Sim, Senhor. Eu odeio esperar, eu não fico esperando! Estou enlouquecendo agora, mas eu tenho que descobrir sobre ela. Eu nunca persegui uma mulher antes. É a primeira vez. Eu não sei nem mesmo sua orientação sexual. Ela parecia ter respondido positivamente meus encantos. E se ela não é solteira? Merda! O pensamento nunca me ocorreu. Há apenas uma maneira de descobrir. Se ela não for, então eu vou voltar e esquecer sobre esse empreendimento idiota. Mas agora eu vou tirar isso da cabeça e não ficar ansioso para vê-la amanha. Não posso pensar nela mordendo o lábio, pois meu interior contrai-se como um adolescente. Amanhã. Eu vou vê-la novamente amanhã.
  9. 9. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey Capítulo 2 - O segundo encontro. Sinto-me como um adolescente idiota em frente à loja Hardware Clayton’s. Ela esta trabalhando hoje. Eu respiro fundo e a localizo dentro de trinta segundos. Ela esta em um cadastro, olhando para uma tela de computador, absorta em sua tarefa, enquanto come um pãozinho. Às vezes ela retira os restos do canto da boca com a língua, às vezes com o dedo indicador. De repente eu tenho o desejo de ir e chupar aquele pedaço de pão do seu lábio. Ela parece tão adorável quanto eu lembrava, de fato muito melhor em seu jeans e camiseta. Muito, muito melhor... Ela olha pra cima e seu computador já não bloqueia nossos olhares. Ela engata a respiração. Eu sorrio. Eu estou feliz em ver que posso afetá-la da mesma maneira. Isso significa que ela não é lésbica. Ela está surpresa, pois seus olhos estão mais amplos. -Srta. Steele. É uma surpresa agradável ver você aqui. Ela olha minha roupa, minha camiseta, botas, e seus olhos demoram um pouco mais em meu jeans. Estou satisfeito. -Sr. Grey? – Ela consegue respirar. Interrogando. -Eu estava na área. Eu preciso estocar alguns itens. – Eu digo, explicando-me. Ela está mordendo o lábio novamente, corando.
  10. 10. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey - É claro Sr. Grey. – Ela gagueja primeiro, em seguida, ela usa seu sorriso de funcionária e pergunta... – Em que posso ajuda-lo? - Eu preciso de algumas braçadeiras. – Digo sorrindo. Eu poderia fazer muita coisa com você usando eles. Meu olhar escurece. Ela cora novamente. Ela mostra o caminho e então me ajuda a encontrar fita adesiva e corda. Ela pergunta se eu estou redecorando. Não baby, eu não estou redecorando. Eu tenho pessoas que fazem isso por mim. Estes são para projetos pessoais que você provavelmente nunca experimentou. Mas seria divertido ensinar você. Ela cora com meu olhar novamente. Ela está tão afetada por mim quanto eu por ela. Eu tenho que perguntar-lhe alguma coisa para mantê-la envolvida. - Você trabalha aqui há muito tempo? – Embora eu já saiba a resposta. Quatro anos é um tempo parcial. Ela responde afirmativamente, seus olhos ainda estão caídos e tímidos. Ela me mostra dois tipos diferentes de fitas. Eu escolho o mais largo. - Mais alguma coisa Sr. Grey? – Ela pergunta em voz sussurrada e rouca. Sim, ela é definitivamente afetada pela minha presença. Encontro-me respondendo no mesmo tom. Quando mais tarde ela corta os filamentos de corda com eficiência, pergunto- lhe se ela sempre foi escoteira, contemplando atentamente. Ela fica corada novamente, e em um ato de nervosismo, olha para suas mãos abaixo e remexe os dedos como se quisesse tirar água deles. - Não Sr. Grey, só organizada, as atividades em grupo não são realmente minha praia. Eu não estou nessa. - Ela se atreve a dar uma olhada sob seus longos cílios. É frustrante tentar decifrá-la. Eu pergunto... - E qual é sua praia, Anastásia? – eu peço em voz baixa. Ela engasga um pouco com minha pergunta. Eu acho que já sei a resposta. Aposto que são livros. - Livros. – Ela diz, mas seu olhar diz outra coisa, fazendo-a corar. Atrevo-me e dizer Bronte e Jane Austen? - Que tipo de livros? - Peço interessado, mas sabendo a resposta. - Os clássicos. O habitual. Literatura britânica. – Sussurra. Eu estou pensando que ela é toda corações e flores. Isso é pra mim? Eu não faço corações e flores. Eu esfrego meu queixo contemplando sua resposta. Mas se funcionar pode ter um monte de diversão. Eu gostaria de tentar. Ela muda de assunto voltando ao modo funcionária. - Você precisa de alguma outra coisa? Eu preciso deixá-la envolvida para falar comigo. Ela é sedutora. Eu não consigo tirar meus olhos dela, tudo que ela faz, mordendo o lábio, se contorcendo e
  11. 11. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey retorcendo os dedos apenas me fazendo querer alcançá-la, amarrar as mãos para cima, e capturar seu lábio no meu, e ensinar para aquela boca algumas lições. Então, nós ouvimos seu nome ser chamado por um cara, - ANA! -Um cara vestido formalmente vindo para ela conscientemente. Ele é o namorado dela? Recebo arrepios de repente, e quase tenho um desejo de vencer a porcaria daquele cara. Quem é ele? Ela se desculpa, e vai para ele. Eu estreito meus olhos. Talvez eu cometi um erro ao vir. Ele a abraça, e coloca seu braço possessivamente sobre ela, mas ela não retribui... Eu olho friamente para ele. Talvez eles não estejam envolvidos. Ela arrasta o filho da puta, de costas para onde eu estou. - Sr. Grey, este é Paul. Seu irmão é dono deste lugar. Eu o conheço há muito tempo, mas eu raramente o vejo como ele vai para Princeton estudar Administração de Empresas. - Olhando pra mim com expectativa. Eu lentamente solto um suspiro de alívio. O filho da puta não é o namorado, mas o irmão do proprietário. Enquanto mediamos um ao outro, Anastasia acrescenta... – Paul, este é Christian Grey. – É preciso alguns segundos para que ele perceba quem eu sou, e eu posso ver os devaneios de sua mudança de admiração e temor. Sim, filho da puta, saia daqui agora e debande para o buraco de onde você se arrastou para fora. Ele me pergunta se eu preciso de alguma coisa. - Anastasia tem sido muito eficiente. – Eu digo estreitando meus olhos e olhando friamente para ele. Ele finalmente entende e vai embora. Eu não sei por que eu sinto esta pontada de ciúme. Eu não estou familiarizado com esta emoção e ela é desconfortável. Por que eu tenho a sensação de ciúme e de propriedade em relação a ela? Ela não é nada para mim. No entanto... Eu gostaria que ela fosse algo para mim. - Há algo mais que eu possa ajudá-lo a encontrar o Sr. Grey? - Diz ela corando. Eu ignoro a pergunta. - Como está indo o artigo? - Eu peço. Ela fica surpresa e levanta os olhos para mim. - Oh, Kate... Quer dizer, Srta. Kavanagh, minha companheira de quarto está escrevendo. Ela está devastada por não ter conseguido entrevistá-lo. Ela gostaria de ter algumas fotos suas. Isso me surpreende e me dá esperanças de que talvez eu possa encontrar uma maneira de ver Anastasia novamente. Ela pode ver o brilho nos meus olhos. - Sério? – Eu digo. – Talvez amanhã eu possa estar disponível. Eu vou ficar aqui mais uns dias. - Eu pego o meu cartão de visita da minha carteira, ao entrega-lo, nossas mãos brevemente se tocam e a mesma pancada de eletricidade me faz suspirar um pouco e escurece meus olhos. Eu tenho o mesmo efeito sobre ela. - Você precisa me chamar antes das dez da manhã. Ela é agradavelmente surpreendida e me dá seu maior sorriso, iluminando seus brilhantes olhos azuis, para um novo brilho de tomar meu fôlego. Ela realmente tem o sorriso mais bonito.
  12. 12. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey - Sim, nós vamos. Kate ficará tão feliz! - Diz ela animadamente. Eu pago minhas compras, ela mantém seu olhar para baixo, e eu estou morrendo para ela olhar para mim de novo. Por que estou me sentindo como um adolescente, seu toque movendo minhas entranhas? Ela olha para mim de novo quando eu entrego meu Amex para ela. Nossos olhares são bloqueados. Quando eu estou indo, com minhas compras, eu me volto para ela e digo: - Oh, Anastasia, estou feliz que foi você quem me entrevistou, e não sua companheira de quarto. - Eu quero que ela saiba que eu estou interessado, e eu posso sentir seu suspiro e ela retribui meus sentimentos. Ela gosta de mim. Eu saio da loja com um propósito renovado. Isso vai funcionar. Taylor está me esperando no estacionamento. – Vamos - Eu digo. Ele me leva ao Hotel Heathman. Eu vou para a minha suíte, coloco minhas compras em uma cadeira. Me ocupado com o trabalho, esperando que ela ligue. Se não, eu vou embora amanhã abandono essa perseguição. Espero que ela ligue. Eu vou trabalhar para gastar minha energia em excesso. Seu sorriso tímido está diante dos meus olhos. Eu trabalho fora por horas. Eu volto ao meu quarto de hotel, e tomo um banho. Anastasia, e seus lábios ainda estão em minha mente. Se ela não ligar, que outra chance de encontro eu posso arranjar? Minha mente está elaborando planos de backup. Eu não perco quando estou em uma missão. Apenas se ela quiser isso. Ela é jovem demais para o que eu tenho em mente para ela. Ela parece muito inexperiente. Por que ela não liga? Droga! Eu decido responder alguns e-mails quando meu telefone toca. Eu não reconheço o número. Quem que diabos poderia ser? Eu estou de mau humor. Eu respondo secamente... – Grey. – Uma tímida, nervosa e rouca resposta. - Uhm... Sr. Grey? É Anastasia Steele. - Meu coração engasga por um segundo e então o pico dos batimentos e respondo com um tom rouco, mas suave. – Srta. Steele. Como é bom ouvir você. – Eu pensei que não ia ligar. Estou aliviado. Eu ouço o engate da sua respiração. Sinto-me feliz por voltar a ter esse efeito sobre ela. Eu estou sorrindo como um idiota. Eu digo a ela que eu vou ficar no Heathman em Portland e decidimos fazer a filmagem às nove e meia da manhã. Quando ela diz - Ok, vamos ver você lá - toda ofegante e animada, sinto meus olhos escurecerem e incapaz de esperar até amanhã. - Eu olho para frente, Srta. Steele. - Eu digo com sedução. Meu subconsciente diz "você é minha!”. ***** A espera para manhã seguinte é atada de sonhos eróticos com Anastasia em meias de seda e algemas, seus expectantes olhos azuis. "Anastasia", eu sussurro, seu nome uma oração em meus lábios. "Christian", ela respira, a voz dela é o suficiente para me fazer perder o ânimo. Eu acordo suado com seu nome em meus lábios. Coloquei meu braço sobre meus olhos, removo-os inquieto olhando para o teto.
  13. 13. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey Poderia qualquer outro nome tem o mesmo efeito em mim como Janet, ou Maria, ou Angie? Acho que não. Anastasia. O nome é uma carícia em meus lábios, é mágico, vivo. Eu sou atraído, encantado, em seu alcance. Levanto-me e ir para o ginásio novamente para trabalhar fora para passar o tempo. Depois do meu treino, eu tomo um longo banho e colocar minha camisa branca com a gola aberta, e minhas calças de flanela cinza da marca penduradas em meus quadris. Eu como meu café da manhã rapidamente, e deixar o meu cabelo em sua própria vontade, deixando-o molhado. Ela me liga me avisar que eles estão ocupando outra suíte no hotel para a filmagem. Taylor espera na porta. O meu olhar a procura assim que eu entro na suíte. Lá, ela está com um jeans baixo abraçando suas curvas firmemente, com uma camisa branca mostrando sua forma lindamente. Sinto que ela respira com dificuldade quando seu olhar encontra o meu, e ela me olha discretamente mais uma vez. - Srta. Steele nos encontramos novamente. – Eu digo, estendendo minha mão para receber sua pequena mão pálida. Com o seu toque eu sinto aquele mesmo choque de eletricidade entre nós, e eu sei que ela sente isso também, pois agora seus olhos piscam mais vezes. Ela está corando e sua respiração fica irregular. Ela recolhe a mão muito cedo e apresenta sua colega de quarto, que é como eu esperava nenhum absurdo, segura de si, dominadora. Como eu. - A tenaz senhorita Kavanagh. Como é que você está? - Eu digo, e agradeço minhas estrelas da sorte, em minha mente, que foi Anastasia que veio, e não ela. Ela é bonita o suficiente, mas eu não gostaria que ela nem um pouco. Anastasia então apresenta o fotógrafo dizendo: - Este é José Rodriguez, o nosso fotógrafo. - Ela sorri para ele amorosamente e ele volta para ela, possessivo. Eu sinto raiva crescer dentro de mim. É este filho da puta o namorado dela? - Sr. Grey - O filho da puta concorda. - Sr. Rodriguez - Eu digo friamente. Sento-me, e fico a toda sessão de fotos contemplando e olhando para Anastasia. Eu tenho que descobrir se um desses dois filhos da puta que eu conheci nos últimos dois dias é o namorado dela. Ambos estavam possessivos sobre ela. Cerca de trinta minutos depois, nos terminamos. Kavanagh e eu trocamos algumas sutilezas. Eu me viro para Anastasia perguntando: - Você me acompanha Srta. Steele? - Claro. – Ela diz ansiosa, enquanto sua amiga acha suspeito e a porra do fotógrafo faz uma carranca. Anéis de namoro vêm a minha cabeça. Eu tenho que descobrir. Eu não “compartilho”. Ela tem que ser minha. Eu abro a porta e deixo-a passar. – Será que você se junta a mim para o café esta manhã? – Eu mantenho a esperança do meu olhar, mas, eu posso sentir o seu batimento cardíaco aumentando e seu rosto vai corando. Sim baby, isso é um encontro.
  14. 14. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey Ela me diz desapontada que ela tem que levar todos para casa. Ah, eu te dou cobertura baby! - TAYLOR! Por favor, leve a Srta. Kavanagh, o fotógrafo, seu assistente e seu equipamento para onde precisam ir. – Então eu me viro para ela e digo: - Viu tudo resolvido. - Oh, Taylor não tem que fazer isso Sr. Grey. Eu posso trocar de carro com Kate. – Ela vai até a suíte, segue-se uma pequena discussão, ela volta. – Ok. Vamos tomar café. – Ela diz e seu rubor é vermelho escarlate. Sua cor me faz sorrir como o Gato de Cheshire. Conversamos no caminho para os elevadores. Eu pressiono o botão para chamar o elevador. Quando as portas abrem, um jovem casal em um amasso apaixonado, se separam, olhando em todas as direções, menos na nossa. O que há com elevadores? Anastasia esta corada e envergonhada. Eu mantenho o meu olhar em Anastasia, observando a bela cor vermelha rastejar até seu rosto tímido de novo, enquanto tento manter meu sorriso longe... Tento. Quando o elevador chega ao primeiro andar, pego a mão de Anastasia e saio do elevador. Nós ouvimos o casal rir atrás de nós quando eu digo: - O que há com elevadores? Atravessamos a rua para um café, sua mão na minha, com o choque de eletricidade constante entre nós. Eu a deixei escolher uma mesa e perguntei o que ela gostaria. - English Breakfast Tea, em saquinho. – Ela disse me surpreendendo. Então, sem café. Desculpando - se ela indica que ela não está interessada em café. Quando eu vou pegar as bebidas e algo para comer, eu encontro-a olhando para mim dissimuladamente e ocasionalmente mordendo os lábios. Quando eu volto para a mesa, ela leva seu olhar para baixo, olhando seus nodosos dedos rosados. Eu quero saber o motivo dela estar corando. Que o motivo seja eu, eu espero. - Um centavo por seus pensamentos? - Eu digo. Ela fica vermelha como a bandeira chinesa. Deus! O que eu gostaria de fazer com você para saber no que está pensando! Coloquei a bandeja na mesa, e estiquei as pernas sob a mesa sentado em frente a ela para ver seu lindo rosto tímido melhor. Eu tento persuadi-la: - O que você está pensando? Ela não me da nada. - Este é o meu tipo favorito de chá, eu gosto de preto e fraco. - Diz ela. Eu tenho que ir ao ponto de me humilhar porque eu não posso suportar mais. - Eu vejo. - Eu digo – Ele é seu namorado? O fotógrafo, José Rodrigues? - Não. - Ela dispara. – Ele é apenas um bom amigo. Mais como um parente, na verdade. - Entendo. – A corto. – E o cara da loja? – Eu chego ao ponto.
  15. 15. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey - Não. Ele não é. Eu lhe disse ontem. – Diz ela. Eu dou um suspiro interior de alívio. - Por que pergunta? – Ela me testa. - Você fica nervosa em torno de homens. – Observo. Ela olha para os dedos nodosos de novo, ruboriza mais uma vez. - Eu só te acho intimidante. – Confessa ela, apesar de eu perceber que ela disse sem pensar porque ela cora todo o caminho até a linha dos cabelos, mas não antes de eu tomar respirar profundamente. Eu a afeto. O pensamento me agrada. E eu não posso deixar de sorrir. - Eu sou intimidante, mas, por favor, não olhe para baixo. Eu gosto de observar o seu rosto. - Eu digo. E beijar essa boca que você esta mordendo. Ela olha pra cima. - Eu quero saber o que você está pensando. Você é misteriosa, Anastasia. Ela olha perplexa. Eu digo a ela que quando ela cora, eu sei que ela está pensando em algo, mas eu não sei em que exatamente. Ela me pergunta se eu sempre faço observações pessoais. Eu não sabia que eu fazia. Não foi ela fazendo observações pessoais sobre mim na semana passada? Ela me choca dizendo que sou dominador. Como você está certa baby! - Eu sempre faço as coisas do meu jeito, Anastásia. – Eu digo. – Em todas as coisas. Eu quero saber mais sobre ela, e pergunto-lhe sobre sua família. Ela pergunta sobre a minha, mas eu estou mais disposto a conhecê-la. Mas ela não está me dando muito. Eu digo que minha irmã Mia está em Paris, e ela responde, - Eu ouvi dizer que Paris é adorável. - Eu digo que a cidade é linda, e pergunto se ela tem ido para lá. Ela nunca deixou o país. Pergunto-lhe se ela gostaria de ir visitar. Ela ilumina, e diz: - Para Paris? Claro. Mas, é a Inglaterra, que eu realmente gostaria de visitar. – Eu aposto que posso adivinhar o motivo. Meu dedo indicador roça meu lábio inferior e ela parece ficar mais ofegante. - Por quê? – Eu instigo. - É a casa de Shakespeare, Austen, as irmãs de Brontë, Thomas Hardy. Eu gostaria de ver os lugares que inspiraram estas pessoas a escrever livros tão maravilhosos. – Diz ela sem pestanejar. Corações e flores como eu suspeitava. Ela olha para o relógio. Ela quer ir embora. Precisa estudar para os exames finais. Eu me ofereço para levá-la no carro da Srta. Kavanagh. Ela agradece pelo chá. – O prazer é todo meu. – Eu sorrio. Eu estendo minha mão para ela, que automaticamente entrega a sua. Mais uma vez a corrente flui entre nós. Nós andamos de volta em direção ao hotel, perdidos em
  16. 16. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey pensamentos. Eu amo o jeito que a bunda dela parece naqueles jeans, e sem pensar eu pergunto a ela... - Você sempre usa jeans? - Geralmente. – Ela responde confusa. Combina com ela. Muito bem. Assim como passear no estacionamento, ela deixa escapar: - Você tem namorada? – Ela cora, porque eu acho que ela estava só pensando alto. Dou-lhe um meio sorriso. - Não, Anastásia. Eu não sou do tipo que namora. – Respondo suavemente. Ela está confusa, é claro. Um lampejo de pensamento passa por seu rosto sem palavras. Ela tem um olhar decepcionado no rosto e tenta soltar a minha mão, caminhando em frente, ela tropeça de cabeça na rua. Encontro-me, gritando. - Merda, Ana! – Eu puxo sua mão enquanto um ciclista que passa a toda velocidade quase a acerta. Eu a puxo em direção ao meu corpo, tão apertada quanto possível, e a seguro firmemente contra meu peito. Sinto que ela inala profundamente o meu cheiro e eu percebo o cheiro suave dos seus cabelos e da sua pele. Eu fecho meus olhos momentaneamente e sussurro em seu ouvido – Você esta bem? – Segurando suas pequenas costas com uma das mãos e tentando ter certeza que ela está bem e não tem arranhões em seu rosto com a outra. Eu escovo seu lábio inferior com o polegar e um arrepio percorre meu corpo. Sua respiração é ofegante. Estamos olhando fixamente um para o outro e todo o seu corpo e seu olhar dizem “me beije”. Ela é adorável, e eu estou lutando contra mim mesmo para controlar o meu desejo de puxar-lhe para beijá-la. Eu brevemente fecho meus olhos, e quando eu os abro estou determinado. Ela é muito jovem, muito inocente, muito linda. Ela não é para o meu mundo. - Você deveria ficar longe de mim Anastasia. Eu não sou o homem para você. – Eu sussurro. Seu rosto cai como se eu tivesse batido nela... Com força. É melhor ela achar que eu a rejeito agora, do que ter que magoá-la mais tarde. - Respire Anastásia, respire. Eu vou ficar ao seu lado e irei te soltar agora — Ela está desapontada e há dor em seu rosto. Ela abre os olhos azuis, tão amplos quanto possível, para não deixar as lágrimas rolarem. - Estou bem – Ela diz. - Obrigado Sr. Grey. - Pelo que? - Por me salvar. - Diz ela quase em lágrimas. Estou furioso com o filho da puta que quase passou por cima dela. - Foi culpa daquele idiota, não sua! Você quer que eu te leve para o lobby do hotel e sentar- se um pouco?
  17. 17. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey - Estou bem. – Ela diz com a voz embargada. - Obrigado por fazer a sessão de fotos. – Diz ela como um último esforço para não chorar. Eu estou lutando com algumas emoções que não conhecia. Eu quase desisto e tento me explicar dizendo que eu sou uma merda de homem e que qualquer coisa que ela conseguisse tirar de mim iria fazê-la infeliz. Ela é do tipo de garota que curte flores e corações e nenhum dos cinquenta tons do fodido Christian Grey lhe dariam isso. - Anastásia… Eu… - Eu paro. Com uma batalha interna travada dentro de mim, querendo ela, mas não querendo machucá-la. Estou dividido. Eu não posso suportar a dor em seu rosto. - O quê, Christian? - Meu nome uma oração em sua língua. Não, eu não posso fazer isso com ela. Eu respiro fundo e digo. - Boa sorte com seus exames. – Confundindo-a. - Obrigado! - Diz ela quase em lágrimas, e se afasta de mim. A última coisa que eu a vejo fazendo é enxugando as lágrimas perdidas de seu rosto enquanto eu me desfaço por dentro. Merda! Merda! Merda! Eu volto para o hotel. Eu tenho que socar algo, alguém, alguma coisa... Eu estou cheio de emoções com as quais eu não estou familiarizado. Não consigo tirar seu rosto da minha cabeça. O olhar... A mágoa... Porra! É tudo minha culpa... Eu não sou do tipo que namora e ela não é do tipo de garota que faria o que eu quero! Eu estou na porra de um dilema. Eu tenho esse desejo desconhecido, alguma atração em direção a ela, e eu não quero magoá-la. Ela vai se machucar. Ela é muito inocente. Não vai funcionar com ela! A batalha em minha cabeça se enfurece. Como é que eu sei que não vai funcionar se eu não tentar? Porra! Eu vou dar-me outro dia. Ver se consigo resolver isso na minha cabeça. Porra! Eu ligo para Claude Bastille e peço-lhe para trazer sua bunda para Portland. Eu preciso de treino sério. Amanhã. Vou esperar até amanhã.
  18. 18. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey Capítulo 3 - Foda-se a papelada! Eu não consigo tirar o seu rosto da minha mente. O seu olhar destruído e o desgosto que foi exibido em seu rosto, como se alguém de sua família tivesse morrido. Eu não posso retirar o que eu disse. É para seu próprio bem. Ela é muito inocente. Muito doce. E também merece algo melhor do que eu posso lhe oferecer. Mas, então, sua presença me puxa para ela. Eu estou dilacerado por dentro com esses tornados de emoções. Eu apenas não posso apresentá-la ao meu mundo escuro! Ela merece algo melhor. Alguém que fique aos seus pés, e que seja corações e flores, porque é isso que ela claramente deseja. Mas então, a ideia de alguém tocá-la me mata por dentro. Eu odeio esse sentimento estranho que esta me comendo, agarrando minha alma. Eu odeio ser assim. Eu sou seco com todos. Mesmo Taylor, que geralmente usa sua cara de pôquer. Estou muito nervoso. Tem sido uma maldita semana. Eu a observo de longe como um adolescente. Ela vai para a faculdade, vai para o trabalho. Eu ainda gerencio meu mundo a partir do Hotel Heathman, em Portland. Eu posso dirigir minha empresa daqui até eu terminar meu dever para o início da cerimônia de formatura no WSU onde eu deverei fazer um discurso para a turma de formandos. Incluindo ela... Anastasia. Porque não consigo tira-la da minha cabeça? O que eu sou? Um maldito adolescente? Diversão... O que eu preciso é de diversão. Mas nada é atraente para mim, exceto ela. É como se o seu corpo me chamasse, seu espírito, seu sangue, seu ser. Eu não posso escapar deste sentimento, porra! Eu tenho que fazer algo para mostrar a ela que estou interessado nela. Mas eu ainda sinto que tenho que avisá-la. Ela é uma dessas mulheres românticas dos clássicos britânicos. Eu decidido enviar-lhe "Tess of the D'Urbervilles", de Thomas
  19. 19. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey Hardy, primeira edição. O que me custou uma nota. Tenho certeza de que ela irá lê-lo. Eu quero que ela fique longe, mas não quero ficar longe. Devo dar-lhe pelo menos um aviso. Se ela me rejeitar, pelo menos, posso talvez seguir em frente. Talvez... Escrevo um bilhete: Por que você não me disse que não havia perigo? Por que você não me avisou? Senhoras sabem se precaver, por que leem romances que lhes contam esses truques... Eu envio a primeira edição dos livros, juntamente com o meu bilhete, para sua casa. Eu espero que ela leia o aviso. Mas parte de mim quer que ela o ignore. Eu nunca desejei tanto alguém e eu já tive algumas mulheres. Eu me repreendo porque eu posso escolher mulheres. Quase qualquer mulher. Mas eu não quero qualquer mulher. Eu a quero! Talvez, se eu esperar até sua graduação e se eu a ver, então, talvez, eu possa declarar minha intenção para ela. Eu estou perdendo a porra da minha cabeça! Ela enfeitiçou meu corpo e minha alma. Eu não quero ficar longe dela. É sexta-feira à noite. Eu tive o meu jantar no meu quarto de hotel com o meu irmão Elliot, que trouxe algumas de minhas roupas, como eu não tinha a intenção de ficar tanto tempo, não trouxe muitas. Meu telefone toca. Eu olho para a tela. É ela! Anastasia! Eu atendo o telefone no segundo toque, quase sem fôlego. - Anastasia? Ela não parece bem. Será que está doente? Eu imediatamente entro em estado de alerta e fico atento a sua voz. Sua fala é arrastada. - Grey... – Ela parece fora de tom. – Por que você... – Soluços. – Me enviou os livros? Imediatamente me senti preocupado. Eu entro em um modo de proteção, porque ela não está bem. Tem definitivamente algo errado com ela! - Anastasia? Você está bem? Você parece diferente, estranha... Ela ri e me insulta novamente. - Grey, você é o estranho, não eu! Ela está bêbada. - Anastasia, o que você andou bebendo? – Pergunto sem acreditar. - Não é da sua conta! Por que você está tão pre... Pre... – Ela se concentra para terminar a frase. – Preocupado? - Só por curiosidade. Diga-me, onde você está?
  20. 20. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey Ela ri, realmente ri. - Em um bar! - Em qual? - Uh uh... É um bar em Portland. - Como você vai chegar em casa Ana? - Não sei. – Soluços. – Eu vou dar um jeito. - Que bar é Anastasia? - Por que diabos você me mandou Tess of the D'Urbervilles Christian? - Anastasia... – Eu digo com toda a calma possível, pois minha raiva já está em ponto de ebulição. – Me diga aonde você esta! - Você é tão mandão, tão controlador... - Ana, me ajude, onde, cacete, você está? Eu vou descobrir de um jeito ou de outro! - Eu estou tão... Tão... Longe de onde você está. Fora de Seattle - Ana, por favor... Onde você está? - Boa noite Christian. – E ela desliga! - TAYLOR! – Eu grito. Meu irmão me olha divertindo-se. Ele nunca me viu correr atrás de uma mulher, e isto é um espetáculo para ele. - Senhor? – Ele responde. - Eu preciso que você rastreie o celular de Anastasia Steele. Descubra sua localização! Agora! - Sim Senhor! Ele tem um pequeno centro de comando, que serve até para controlar missões especiais. Achar a localização da Srta. Anastasia Steele não dever ser um problema. Poucos minutos depois eu já tenho o local. Elliot abre a boca para dizer alguma coisa, mas eu o impeço com um gesto. Ele sorri segurando suas mãos em um gesto de rendição. -Taylor! Vamos! – Eu digo.
  21. 21. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey Elliot também pega sua jaqueta vindo junto. Eu olho pra ele incisivamente. Ele diz sorrindo – Ei cara, eu sempre pensei que você fosse gay. Eu preciso ver isso! Nós saímos apressados do Heathman em direção ao bar. Eu ligo novamente para Ana. - Alô? – Ela responde com medo. É isso mesmo. É bom que tenha medo. - Eu estou indo te buscar. – Não é muito longe de onde estou hospedado e chegamos lá em menos de dez minutos. Sou capaz de localizá-la em frente ao bar onde o fotógrafo está avançando sobre ela enquanto ela está debilmente tentando afastá-lo. Eu quero bater no filho da puta até que sua cor vá embora. Elliot está comigo. - Vá encontrar sua colega de quarto. Loira, bonita. Ela responde ao nome de Kate Kavanagh! - Bonita e loira? Com prazer! – Ele sorri e suavemente entra no bar. - Eu acredito que a dama disse não. – Eu assobio através dos meus dentes enquanto eu apareço em meio à escuridão. Eu respiro tentando o autocontrole para não saltar em cima dele e bater com força. Ele a solta. - Grey. – Ele responde laconicamente. Naquele minuto, Anastasia se dobra ainda mais e lança o conteúdo de seu estômago no pátio de concreto, espirrando no filho da puta, que pula para trás resmungando algo em espanhol. Ela mal consegue ficar em pé. Corro, para colocar seus cabelos para trás, segurando sua cabeça com firmeza. Eu a levo para o canteiro de flores, onde ela pode fazer menos respingos enquanto esvazia estômago na relativa escuridão. - Se você for vomitar novamente, faça isso aqui. – Eu digo. Ela vomita por um longo tempo e mesmo depois de não ter mais nada no estômago ela continua a passar mal. Eu entrego-lhe o meu lenço. Ela pega, envergonhada. Enquanto José está na porta do bar, e tem a expressão de um gato que acabou de derramar seu leite. - Eu vejo você lá dentro. – Ele diz e vai embora! Vai embora! Que tipo de amigo força uma carícia e então a deixa com um completo estranho para ser atendida? Ana esta muito fraca, mas ela consegue dizer – Sinto muito. - Pelo que você está se desculpando Anastasia? – Eu peço. É melhor que seja bom. - Oh, você quer a lista? Por ligar... Vomitar... Mas principalmente por ligar. – Ela parece envergonhada olhando para as mãos. - Todos nós já passamos por isso, talvez não de forma tão dramática como você. – Ela me olha como se eu a tivesse esbofeteado. - Isto é sobre conhecer seus limites,
  22. 22. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey Anastasia. Eu quero dizer, eu sou a favor de romper os limites, mas talvez isso seja muito brando. Você tem por hábito este tipo de comportamento? - Eu nunca fiquei bêbada antes, e... – Segurando a cabeça e tentando se firmar, ela acrescenta. – E agora eu desejo nunca mais ficar. – Ela cambaleia, e eu a agarro e a seguro junto ao peito, agora o perigo de ela respingar já passou. - Vamos, eu te levo para casa. – Eu digo. - Como você me achou? – Ela pergunta com petulância. - Eu rastreei seu telefone Anastasia. – Ela olha para mim com uma expressão confusa e divertida ao mesmo tempo. - Eu tenho que pegar minha bolsa e jaqueta. Ela também quer contar a sua colega de quarto que está indo embora. Eu digo a ela que meu irmão Elliot está lá dentro dançando com Kate. Ela me olha surpresa, mas ela quer entrar mesmo assim. Eu a levo para dentro, mas não quero que fique pior do que já está. Então eu a levo para o bar, e pego uma bebida para mim. E levo para ela um grande copo de água gelada. Eu a faço beber o copo inteiro. Eu posso ver que seu olhar diz "você é tão mandão!". E eu acho isso meio erótico. Ela se levanta, com aquele olhar penetrante. Uma vez que ela já bebeu sua água, eu puxo-a para mim, inalo seu inebriante perfume que é de baunilha, sabão, limpeza, e ar livre. De alguma forma, o cheiro de sua pele se torna uma mistura inebriante. Eu tenho dificuldade em manter minhas mãos longe dela. Eu a levo para a pista de dança, balançando, e alcanço o meu irmão Elliot e Kate que esta rebolando e se divertindo com ele. Ana diz a ela que eu vou levá-la para casa. Ela nos dá adeus sorrindo. Enquanto eu tento levar Ana para fora do bar e do barulho, ela começa a balançar, e antes que eu perceba, a palavra está fora da minha boca: "Porra!". Ela caiu de cabeça no chão. É a terceira vez. Eu vou ter que ajuntá-la do chão sempre? De alguma forma, até mesmo esse pensamento é cativante já que eu odeio vê-la cair e se machucar. Eu a pego e a levo até o Audi SUV. Taylor nos leva até o hotel. Eu a levo em meus braços como se fosse o objeto mais precioso, como uma criança. Eu olho para seu lindo rosto. Ela é tão cativante. Eu só quero passar meus dedos pelo seu cabelo e seu rosto, e senti-la e olhá-la. Quando eu entro no meu apartamento eu a levo para o meu quarto. Estou encantado por essa menina inocente. Completamente tomado. Ela está aqui na minha cama, e eu estou completamente impotente contra ela. Contra essa beleza adormecida. Eu dispenso Taylor que vai para seu quarto. Eu deito Anastasia depois de puxar o edredom. Olhei para ela por minutos, horas, eu não sei... Eu não consigo tirar meus olhos de cima dela. Fico ofegante ao ver seu semblante tão calmo. Eu me ajoelho no chão e desato os cordões de seus Converse. Eu os tiro de seus pés. Então eu puxo as meias. Desabotoo o jeans e o tiro de seu corpo, revelando suas longas e perfeitas pernas. Eu a cubro com o edredom. Eu a coloco em uma posição
  23. 23. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey infantil e me sento em uma cadeira observando-a respirar lentamente. Isso me dá uma enorme quantidade de paz que eu não sentia há muito tempo. Eu só quero rastejar até ela, e segura-la a noite toda. Eu nunca tive alguém ao meu lado na cama... Só para dormir. Esta é a primeira vez. Eu retiro minha calça e camisa. Eu coloco uma camiseta, e ligo a luz da mesa lateral. Pela primeira vez na minha vida, eu durmo um sono tranquilo, sem pesadelos, com prostitutas usando crack, como minha mãe fazia, ou com seu cafetão. Eu sonho com Anastasia. ***** Sendo uma pessoa da matinal como sou, eu acordo cedo depois do que parecia ser a mais tranquila noite ao lado da linda Anastasia. Eu podia vê-la por horas, mas eu preciso trabalhar para me livrar desta energia sexual. Eu coloco minha roupa de treino. Deixo na mesa de cabeceira um copo de suco de laranja que contem vitamina e duas pílulas de Advil para livrá-la da ressaca. Eu trabalho duro. O suor escorre em mim. Depois do que parece uma eternidade, eu volto para a minha suíte, e bato na porta do meu quarto antes de entrar para não fazê-la se sentir desconfortável. Ela está acordada, seus olhos me assistem. Quando seus olhos permanecem sobre as manchas de suor de minhas calças de treino, ela respira com dificuldade. Sua reação faz algo em mim e eu me sinto endurecer. - Bom dia, Anastásia. Como se sente? - Melhor do que mereço. – Ela sussurra timidamente, em seguida, olha para mim, com seus brilhantes olhos azuis. Enquanto eu tiro a toalha do meu pescoço, ela olha para mim atentamente e pergunta: - Como eu cheguei aqui? Eu vou para a beira da cama e sento-me. Estou perto o suficiente para tocá-la, mas eu não o faço. Eu não posso contar a ela que passei a noite toda olhando pra ela tentando decidir se ela é o que eu quero. Ao invés disso eu opto por uma explicação mais clara. - Depois que você desmaiou não quis pôr em perigo o tapete de pele de meu carro te levando para a sua casa, assim te trouxe para este local, que é mais perto. Ela morde o lábio, prendendo minha respiração. - Você me colocou na cama? - Sim.
  24. 24. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey - Tirou minha roupa? – Diz ela em um sussurro quase inaudível mastigando o lábio novamente. - Sim. - E, nós... Uhm? – Ela arqueou as sobrancelhas, e ficou vermelha antes de abaixar seu olhar. - Anastásia, você estava quase em coma. Necrofilia não é a minha área. Eu gosto que minhas mulheres estejam conscientes e sejam receptivas. – Eu digo secamente. Ela fica vermelha. Isso mesmo. Eu sou muito direto. – Mas foi uma experiência muito interessante ter você na minha cama. - Você dormiu ao meu lado? - É a minha cama. – Digo ironicamente. – Foi uma surpresa e eu não vou esquecer por algum tempo. – Por um longo tempo... Ela me questiona sobre minhas tendências de persegui-la. Embora esteja me repreendendo, ela parece satisfeita. - Você deveria estar feliz com a minha perseguição. Se não tivesse ido te buscar, certamente você teria acordado na cama do fotógrafo e, se não estou esquecido, você não estava muito entusiasmada com os métodos dele de te cortejar. – Ao lembrar-me disso, minha raiva contra o filho da puta torna a aparecer. - De que texto medieval você tirou isso? Parece um cavaleiro da corte. – Diz ela. Sua observação incorreta me causa um baque, e me leva de volta às minhas preocupações. Quão pouco você me conhece. Há nenhuma luz sobre mim baby. É tudo escuro e fodido. – Não acho Anastasia. – Digo. – Talvez eu seja um cavaleiro escuro. Ela parece incrédula. Dou-lhe um sorriso amargo. É muito cedo para falar sobre a minha alma escura, ou a falta dela. Eu mudo de assunto. – Você comeu na noite passada? – Eu a questiono. Ela balança a cabeça negativamente. Eu estou horrorizado. - Tem que comer. Por isso você passou mal. De verdade, é a primeira regra quando se bebe. – Eu reclamo. Ela recua, mas responde. - Você vai continuar me repreendendo esta manhã? - Estou te repreendendo? - Acredito que sim. - Tem sorte que só estou falando. - O que quer dizer? - Bom, se fosse minha, depois do que fez ontem, não se sentaria durante uma semana. Não jantou, embebedou-se e se pôs em perigo. – Digo com as mãos contraídas.
  25. 25. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey - O que eu fiz? – Ela franze a testa. – O que é isso para você, afinal? Quem te pediu para entrar nessa e me salvar? – Sua resposta parece estranhamente dolorosa, outro sentimento com o qual eu não estou familiarizado. - Você se comportou mal. Você não come. Você bebeu demais. Ficou doente. E teria sido estuprada por um cara que você chama de amigo. Você se coloca em perigo! Ela abaixa o olhar novamente decepcionado. – José é meu amigo, ele não me machucaria. Talvez ele passou do limite porque bebeu demais. - Bem, na próxima vez que ele passar do limite, alguém deveria lhe ensinar algumas maneiras. – Eu mal me contenho. Talvez eu devesse ensinar-lhe uma lição que ele nunca vai esquecer. Ela olha pra mim, e segura seu olhar no meu. - Você é muito disciplinador do Sr. Grey. – Ela diz. Baby, você não tem ideia! Eu sorrio. - OH, Anastásia, não sabe o quanto. – Meu sorriso fica maior. Às vezes ela vê através de mim. Levanto-me e caminho em direção ao banheiro. – Eu vou tomar banho agora, a menos que você queira ir primeiro... – Eu questiono. Ela suspira e prende a respiração. Meu corpo responde a ela como o metal ao ímã. Eu ando em direção a ela e gentilmente retiro seu lábio inferior para fora do alcance de seus dentes. Meu polegar roça sobre o lábio inferior a corrente de energia passa entre nós em um fluxo constante. Eu quero pegá-la e fazer do meu jeito com ela, aqui e agora! Em vez disso, eu digo, - Respire baby. - Eu libero seu rosto. Eu sinto seu olhar colado atrás de mim enquanto eu movo-me para o banheiro. Eu tomo banho tão rapidamente quanto eu posso para não perder nem um minuto com ela. Aproveito a rápida chuveirada para pensar. E saio calmamente do banho com uma toalha enrolada na cintura. Ela está fora da cama, olhando ao redor. Seu queixo cai quando ela me vê, mas, novamente, o mesmo acontece comigo quando a vejo quase nua. Uma mulher de tirar o fôlego, inocente, que é tão inconsciente de sua própria beleza. Ela permanece em seu lugar. Eu digo a ela que seus jeans estavam encharcados com seu vômito, e aponto para as roupas limpas que eu pedi para Taylor comprar para ela esta manhã. Seus olhos estão brilhando, mas ela tenta esconder o olhar. - Vou ir... Uhm... Tomar banho agora. – Ela sussurra e entra no banheiro. Eu visto minha calça e camisa de linho branco. Levo meu jornal para ler na mesa enquanto espero a comida chegar. Dez minutos mais tarde, há uma batida na porta. É o Serviço de quarto. Eu deixo o garçom trazer a comida na mesa de jantar. Depois que ele sai, eu vou para a porta do banheiro e bato deixando Anastasia sabe que a comida está aqui. Ela gagueja um “ok”, fazendo-me sorrir. Ela fica muito desconfortável em torno dos homens. Muito inexperiente. De alguma forma, isso me deixa satisfeito. Quando ela sai, ela está de tirar o fôlego, inocente, mas me faz franzir a testa quando eu vejo seu cabelo úmido. Eu tenho essa vontade de proteção para mantê-la segura até de si mesma.
  26. 26. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey - Você não secou o cabelo! – Eu reclamo com ela. - Eu não vi o secador de cabelo. – Ela murmura. Eu estreito meus olhos. Ela não é minha... Ela não é minha... Ela não é minha... Eu me repreendo. Ainda não... Mas eu gostaria que ela fosse. - Você parece surpreendente com essa cor. – Eu me encontro dizendo, incapaz de tirar meu olhar de cima dela. Ela cora. - Obrigado pelas roupas Christian. – Diz ela mordendo o lábio novamente. – Eu deveria pagar por isso. Eu franzo a testa. Eu não quero que ela pague por elas! Eu posso pagar por elas. Eu sinto que eu deveria tomar conta dela. – Sabe? Você deveria aprender a receber presentes. – Eu digo a ela com firmeza. - Você já me deu os livros, que não posso aceitar, é obvio. Mas a roupa... Por favor, me deixe que lhe pague isso. - Anastásia, eu posso fazer isso, acredite. Você não precisa pagar por elas. Eu digo a esta teimosa e linda menina diante de mim. - Eu sei que você pode Christian. Esse não é o ponto. Eu me sentiria melhor se eu pagasse. Isso é tudo. – Ela olha para os dedos, como se algumas respostas estivessem escritas sobre eles. Ela, então, levanta o olhar para mim e pergunta, - Porque você me deu os livros Christian? Eu fecho meus olhos por um instante e expiro. Quando eu os abro novamente, eu digo. – Bom, quando o ciclista quase te atropelou... E eu te segurava em meus braços e você me olhava me dizendo: "me beije, me beije, Christian"... - Eu digo passando as mãos pelos cabelos em um gesto nervoso. – Acreditei que te devia uma desculpa e uma advertência. Anastásia, eu não sou um homem de flores e corações. Não me interessam as histórias de amor. Meus gostos são muito peculiares. Deveria te manter afastada de mim. — Eu sinto a perda das palavras. É a primeira vez em um longo tempo, mas organizo meus pensamentos e continuo. — Mas há algo em você que me impede de me afastar. Eu olho pra ela esperando que ela não fique longe. Esperando o que ela era fazer com essa bagunça de emoções. Eu fecho meus olhos para entender esse maldito sentimento. Eu não sou bom com sentimentos e se eu soubesse o que é bom pra mim, também ficaria longe dela! Sua proximidade é fascinante, sedutora, puxando-me como uma corrente que não se pode escapar. Como uma mariposa que voa para a luz. Como se sua alma chamasse a minha. Como se fossem duas almas pela metade tentando se fundirem. Mesmo quando eu fecho meus olhos, eu posso senti-la. - Então, não se afaste. – Ela sussurra.
  27. 27. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey Eu sinto como se devesse protegê-la com todos os meus cinquenta tons fodidos. Eu não quero vê-la sofrer. Ela é tão inocente. Como ninguém que eu já tenha conhecido. Eu fecho meus olhos novamente. - Você Não sabe o que está pedindo! - Então me explique. – Ela me encoraja. – Eu acho que isso significa que você não é celibatário. – Ela sussurra. Isso me traz de volta dos meus devaneios, meu olho escurece com paixão por ela e meu desejo aumenta. Dou-lhe um sorriso lascivo. - Não, Anastasia. Eu não sou celibatário. - Oh! – Ela sussurra. Ela pega folego com desejo e eu posso ouvir seus batimentos cardíacos como se fossem asas esvoaçantes de um beija-flor tentando escapar de seu peito. Isso causa uma reação em meu corpo, o meu sangue ferve. Eu apenas não posso deixá-la ir agora. Que venha o inferno ou a maré alta. Eu tenho que tentar! Eu tomo a minha decisão. - Quais são os seus planos para os próximos dias Ana? – Peço com meus olhos escuros de desejo. Ela me diz que ela está trabalhando hoje, depois do meio-dia. – Que tal amanhã? – Peço, inclinando-me para frente. - Eu estou trabalhando toda a semana, e Kate e eu, devemos embalar algumas coisas porque estamos nos mudando para Seattle. - Você já tem um lugar para ficar? - Sim, perto do distrito de Pike Market. – Eu sorrio satisfeito. Ela vai estar muito perto de mim. - Mandei meu curriculum para vários lugares para fazer estágio. - E a minha companhia, como te comentei? - Não, não mandei. – Ela gagueja. - Qual o problema com minha companhia? - Sua companhia ou sua "companhia"? – Ela sorri. Deus, eu gosto dela! Ela tem uma boca inteligente, ao contrário de alguém que eu conheci antes dela. É um sopro de ar fresco. Ela não tem medo de falar o que vem em sua mente. - Está rindo de mim, Srta. Steele? – Eu lhe pergunto com um ar devasso. Ela recupera o folego e morde o lábio. Eu não aguento mais. – Eu gostaria de morder esse lábio! – Eu rosno. Sua boca se abre em suspiros de desejo, se contorcendo. Eu gosto de sua resposta. Aposto que ela está molhada o desde o inicio da conversa. O pensamento me enche de desejo, mas não tanto quanto o que ela me desafia a fazer em seguida... -Por que não faz então?
  28. 28. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey Eu controlo minha mente. Eu não posso ficar longe dela, mas ela ainda precisa saber meus termos. – Porque eu não vou tocar em você até eu ter o seu consentimento por escrito Anastasia. – Eu digo sorrindo. - O que você quer dizer? - É muito literal. Eu preciso do seu consentimento por escrito antes de eu tocar em você. Tenho que lhe mostrar isso Anastásia. A que hora sai do trabalho esta tarde? - Oito. – Ela diz. Digo a ela que eu poderia levá-la pra Seattle esta noite para esclarecer o que foi dito. – Porque você não pode dizer agora? - Porque estou desfrutando do meu café da manhã e de sua companhia. Quando você souber, certamente não ira querer voltar a me ver. - Ela olha intrigada, como eu esperava que fosse. Um monte de emoções passa por seu rosto, mas finalmente ela olha com firmeza. - Tudo bem. – Diz ela determinada. Eu providencio um piloto de espera para Charlie Tango. Eu tenho uma sensação de que ela pode não concordar com o que eu tenho em mente. E para o caso de que ela queira voltar para casa. Para minha decepção, isso seria o fim do nosso breve encontro. Mas eu estou realmente esperando que não seja. - Você é muito mandão! – Observa ela depois de eu desligar o telefone. Como ela está certa! No entanto, ela ainda não tem ideia de quanto mais mandão eu posso ser. Não faz ideia de todo o resto! Ela é incapaz de terminar a seu café da manha, se é de nervosismo ou excitação, eu não sei. Mas eu ainda tenho dificuldade com a comida desperdiçada, e eu digo a ela para comer. Eu não posso ajudá-la! Será que ela não sabe que há pessoas que passam fome todos os dias? Quando termina de comer, ela vai para o banheiro para lavar-se. Ela surge enquanto eu estou no telefone. Eu desligo, em poucos minutos, e eu pego a mão dela para sair. Há algo sobre ela que está me atraindo. Quando ela está perto de mim eu posso sentir o estalar do ar. Eu, impaciente, pressiono o botão de chamada do elevador. Em um minuto ou dois, ele chega ao andar. Nós entramos no elevador, e o ar é ainda mais eléctrico e a corrente é pulsante entre nós. Ela sente isso também. Ela morde o lábio. Nossos olhares se encontram como a mariposa e a luz. Chamas de paixão queimam minhas entranhas, sinto-me endurecendo. - Oh! Foda-se a papelada! – Eu rosno e vou pra cima dela, empurrando-a para a parede do elevador, empurrando suas mãos acima da cabeça com uma de minhas mãos. Eu a seguro com o meu corpo pressionando ela contra a parede. E seguro seu rosto com minha outra mão. Com a minha boca na dela, explorando-a. É uma explosão doce. Ela
  29. 29. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey geme em minha boca enquanto nossas línguas começam a dançar. Explorando e beijando. Ela me quer e eu a quero! - Você. É. A. Coisa. Mais. Doce. Que. Eu. Já. Conheci! – Digo antes mesmo de poder pensar. Eu perdi bom senso suficiente para querer transar com ela no elevador, quando de repente ele trava e para em um dos andares deixando três empresários entrarem. Nós nos separamos, eu uso a minha cara pôquer enquanto ela parece despenteada e ainda desejosa. Olho-a com minha visão periférica, enquanto lentamente exalo essa energia sexual reprimida. Os empresários sorriem quando saem do elevador no primeiro andar. Quando saímos seguro sua mão e sussurro para mim mesmo. – O que há com elevadores! Ela usou minha escova de dente. Sua boca tinha gosto de hortelã fresca. Ela sorriu afirmativamente quando lhe perguntei sobre isso. Ela é doce. Saímos do hotel. Seguro suas mãos com firmeza. De repente eu me sinto contente com ela ao meu lado. Eu tenho apenas vinte e sete anos, e pela primeira vez, com Anastasia, me sinto jovem. Nós somos jovens!
  30. 30. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey Capítulo 4 – O contrato. Eu abro a porta do passageiro do Audi SUV preto, para Anastasia entrar. Ela desliza para dentro e eu fecho a porta. Eu vou para o lado do motorista, abro minha porta. Começo a dirigir e viro o carro. Eu a vejo com minha visão periférica. Eu posso ver uma variedade de emoções passando por seu rosto. Ela parece perdida. Por duas vezes parece que ela vai dizer alguma coisa, mas ela para. Ela está afetada por nosso beijo. Isso não pode acontecer novamente. Um beijo sem premeditação. Perder o controle não está no meu vocabulário. Saio facilmente da minha vaga no estacionamento. Ligo a música. O “Dueto das Flores” de Delibes começa a tocar. Os olhos de Ana brilham e ela me pergunta: - O que estamos ouvindo Christian? Isso é maravilhoso! - Sim, é. É uma peça de ópera Lakmé. – Eu digo a ela. Ela quer ouvi-la novamente, então eu coloco o MP3 no “repetir”. Ela me pergunta se eu gosto de música clássica, eu concordo, mas os meus gostos não se limitam a elas. - Meu gosto é eclético, Anastásia. Depende do meu humor. Clássico, moderno, música de igreja, música da época Tudor... O que melhor se adequar ao meu humor no momento. E você? - Eu também. – Ela diz. Em seguida, "Sex on Fire" do Kings of Leon chega e ela reconhece. Meu celular toca, e eu saio do meu humor e volto para minha versão de negócios. Pressiono o botão do Bluetooth no volante. - Grey. – Digo bruscamente.
  31. 31. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey - Sr. Grey, é Welch. Tenho a informação que pediu. - Bom. Mande-me por e-mail. Algo mais? - Nada mais, senhor. – Ele responde. Eu desligo o telefone e a música volta a tocar. Anastasia me dá aquele olhar “você é tão mandão” que eu reconheço tão bem. O telefone toca novamente, e desta vez é Andrea. - O AND foi enviado para seu e-mail Sr. Grey. – Ela me informa. - Ótimo. Isso é tudo Andrea. – Eu digo e desligo. Assim que desligo, o telefone volta a tocar e desta vez é meu irmão Elliot. - Ei cara! Será que você fez sexo na noite passada? - Oi pra você Elliot. Você está no viva voz, e eu não estou sozinho no carro. – Eu solto um suspiro exasperado. - Quem está com você? – Pergunta ele. Eu digo-lhe que é Anastasia. Ele ilumina-se através do telefone e cumprimenta Anastasia como se ele a conhece por toda a sua vida. - Hey Ana! - Olá, Elliot. – Ela responde, timidamente. - Kate falou muito sobre você Ana! – Ele irradia e eu posso sentir seu sorriso no telefone. - Espero que ela tenha falado bem, Elliot. – Diz ela. - Elliot, estou levando Anastasia pra casa. Você precisa de uma carona? -Sim! - Vejo você em breve, então. – Eu digo, porque eu não quero que ele flerte com Anastasia. Sinto uma súbita pontada de ciúme. Anastasia me pergunta por que eu insisto em chamá-la pelo nome completo. Eu gosto. Muito. Eu simplesmente digo que falo assim porque esse é o nome dela. Ela diz que prefere "Ana". - Sabe... – Eu provoco. Ela cora como se eu a acariciasse. Mas minha mente está ocupada. Tenho que deixa-la saber que eu tenho regras. Enquanto chego mais perto do seu apartamento digo: - O que aconteceu no elevador... Não voltará a acontecer Anastasia. A menos que seja premeditado. - Claro, eu gostaria de fazer um monte de coisas, mas nos meus próprios termos. Muito mais do que isso... Ela parece magoada e desapontada. Chegamos em seu apartamento. Eu acho uma vaga e estaciono o carro.
  32. 32. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey Ela está em silêncio. Um rubor passa por seu rosto. Ela parece envergonhada quando meus olhos se estreitam a ela. Eu olho para ela com um sorriso lascivo e caminho para o lado do para abrir a porta do passageiro para ela. Ela sai do carro e murmura: - Eu realmente gostei da experiência no elevador. - Surpreendendo-me e pegando minha respiração audível. Ela me deixa ficar lá chocado e imóvel por um minuto e com um olhar tímido de volta para mim, ela vai embora e direção ao apartamento. Eu organizo minha mente e meus pés se conectam com meu cérebro e eu acelero para alcançá-la. Entramos em seu apartamento para encontrar sua colega de quarto e meu irmão juntos, se olhando muito familiarizados, sorrindo um ao outro como idiotas. Estão despenteados. A colega de quarto me dá um olhar desconfiado. Eu aprovo o olhar de proteção que ela tem sobre Anastasia, mas esse comportamento também contradiz minha possessividade a respeito de Ana. - Bom dia, Ana querida! – Ela diz, e quando ela se vira para me dar sua saudação de bom dia, calafrios em vários graus atingem meu corpo. Concordo com a cabeça em reconhecimento. – Srta. Kavanagh. – Digo formalmente. Meu irmão sempre foi o mais sociável. Ele me repreende dizendo que deveria chama-la de Kate. Então ele, radiante, se vira para Anastasia. – Oi Ana! – Ele diz e a abraça fazendo-me ficar com ciúme imediatamente. Eu vejo que Anastasia desajeitadamente tenta retribuir seu abraço e eu consigo um vislumbre de seus dentes mordendo o lábio. Essa mordida sempre causa reações em mim, especialmente quando ela está sendo quase apalpada pelo meu irmão. Eu não gosto desta reação. Eu não sei o que ele está fazendo. Eu não gosto da sua exagerada simpatia por ela. - É melhor irmos Elliot. – Eu insisto. - Tudo bem. – Ele diz, e volta-se para sua menina e a mergulha para baixo como se ele fosse Humphrey Bogart em “Casablanca”, e lhe dá um beijo longo e demorado que estranhamente me incomoda por ver o anseio de Anastasia enquanto ela está chegando timidamente para mim através seus longos cílios. - Até mais, baby! – Ele diz para Kate enquanto sorri. Acho que essa é minha deixa para sair. Eu ando até Anastasia devagar e coloco uma mecha de seu cabelo atrás da orelha. A respiração dela fica ofegante e eu sinto aquela corrente de energia fluir entre nós. Eu quero levá-la em meus braços, estou tomando todo o meu autocontrole para não lhe dar um beijo que ela não vai esquecer e deixar seus lábios doloridos lembrando-lhe onde eu estive, tomando posse dela. No entanto, eu só corro o meu polegar em seu lábio inferior. A conexão limitada faz alguma coisa comigo, me endurecendo. Eu não vou beijá-la, porque se eu fizer, eu vou perder o controle. - Até mais, baby! – Digo, copiando Elliot. Ela sorri. – Eu venho buscá-la as oito. – Ela balança a cabeça e o idiota do meu irmão sopra um beijo para Kate como um adolescente apaixonado. Eu posso ver uma pontada de inveja no rosto de Anastasia antes dela virar as costas. “Se você concordar com meus termos, esta noite, você vai
  33. 33. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey obter mais do que um beijo profundo e gratificante”. Eu digo para ela em pensamento. Aguarde... Só um pouquinho mais... Eu me repreendo. Enquanto Elliot e eu andamos para o meu carro, ele está sorrindo de orelha a orelha. - Eu estou apaixonado cara! Kate é incrível! – Diz ele. Concordo com a cabeça, sem me preocupar em responder. Elliot, que dormiu com a maioria das mulheres de Seattle, apaixonado? Difícil de acreditar. Sem esperar a minha resposta, ele diz: - Então... – Ele olha para mim com um brilho interrogatório. – Você fez sexo? - Não! – Eu digo com firmeza. -Uhm... – Ele diz. – E eu que pensei que você tivesse me convencido de que não era gay na noite passada! – Diz ele sem vergonha. - Eu não sou! Mas ela estava bêbada! Eu não me aproveito de meninas que não estão conscientes. – Ele ri. - Então, há esperança para você dois ainda? - Talvez. Ainda é muito cedo para dizer. -Eu ouvi você dizer que vai buscá-la às oito. – Ele sonda. - Sim. – Eu digo secamente. - Você gosta dela? Eu nunca vi você com uma garota! Você não conseguia tirar os olhos dela. E não pense que eu não percebi você repreendendo-me com seu olhar constante quando eu a abracei. – Ele sorri. Eu cerro os dentes. – Pare de ser um puritano cara! Eu aprovo! - Como você tivesse uma opção. – Eu sorrio e mudo o tópico para ele. – Como se saiu a colega de quarto? - Deliciosa! Incrível! Maravilhosa! Estou apaixonado! Estou apaixonado! – Ele inspira com olhos brilhantes. - Já? –Eu questiono cético. -Bem, até agora, sim. Ninguém me cativou assim antes. – Diz ele seriamente. Esses são meus sentimentos exatos por Anastasia, mas eu não digo nada. Elliot acrescenta: - Eu estou ansioso para ver ela de novo! – Meus pensamentos se dirigem para Anastasia. Eu mal posso esperar a noite vir. Chegamos de volta ao hotel em silêncio, cada um perdido em seu próprio pensamento. Eu tenho muito trabalho para fazer. Mas eu não estou com vontade para os negócios agora. Tenho que me movimentar. Ser ativo, se eu tiver que fazer algo durante o dia. Eu envio uma mensagem ao meu braço direito, Ros, e digo o que eu
  34. 34. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey quero que ela faça. Eu ligo para minha assistente Andrea, e digo que ela não poderá falar comigo durante o período do dia e para segurar as minhas mensagens. - Quais são seus planos para o dia cara? – Pergunto a Elliot. - Na verdade não fiz um plano. O que você tem em mente? – Ele pergunta. - Eu estava pensando em ir para uma caminhada na trilha de Riverside. - Claro, eu topo! – Disse. Vai ser uma longa espera, e eu quero minha mente ocupada, meu corpo trabalhado. Estou ansioso para ir. ***** Voltamos da caminhada às dezoito horas. Eu tomo um banho. Após Elliot ficar pronto nós dois vamos buscar algo para comer. Uma vez que já terminei minha refeição, volto para meu quarto. Vou buscar Anastasia daqui a pouco. - Você vai voltar para Seattle? – Pergunto a Elliot. Ele sorri. - Quer se livrar de mim tão rápido? Mas na verdade eu vou sim. Eu preciso voltar aos negócios. Eu volto no sábado. Você está muito tenso cara! Certifique-se de fazer sexo hoje à noite. Ele vai te deixar mais solto. Elliot recolhe suas poucas coisas do meu quarto de hotel. Eu aperto sua mão dizendo: - Obrigado por me trazer algumas roupas e por ter ido às caminhadas comigo! - A qualquer hora cara! A viagem valeu a pena! – Ele me dá o seu sorriso de menino enquanto soca meu ombro e parte para Seattle. Taylor e eu vamos pegar Anastasia no trabalho e depois vamos para o heliporto. Chegamos cedo ao Clayton’s e esperamos que ela termine seu trabalho. Ela emerge deslizante pelas portas duplas poucos minutos depois das oito horas. Assim que ela aparece, eu saio do carro, e ando até ela, sorrindo calorosamente. Ela é de tirar o fôlego em seu jeans preto de cós baixo e uma camisa de cor clara. Tão simples, mas tão sedutor. - Boa noite Srta. Steele. – Eu respiro suavemente. - Sr. Grey. – Ela responde educadamente balançado a cabeça. Eu abro a porta de trás do carro para deixá-la entrar. Ela cumprimenta educadamente Taylor, e ele responde gentilmente. Eu entro no SUV. Toco em sua mão dando-lhe um aperto suave. Eu sinto o choque passando por nós. Eu sei que ela sente o mesmo por mim. Eu sinto sua temperatura corporal subir. Eu pergunto-lhe como foi o seu dia de trabalho. - Muito longo. – Responde ela, com voz rouca quase baixa demais para ouvir.
  35. 35. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey - Foi um dia muito longo para mim também. – Eu digo seriamente sem ser capaz de ajudar a mim mesmo. Ela mal consegue respirar, tentando desviar do meu intenso olhar, enquanto me pergunta sobre o que eu fiz durante meu dia. Eu respondo que fui dar uma caminhada com Elliot, ao mesmo tempo em que acaricio os nós de seus dedos. Certificando-me de não tocar em nenhum outro lugar, construindo uma expectativa e sabendo os efeitos sensuais que isso causa. Eu sinto sua pulsação acelerar, sua respiração aguda e profunda. Quando chegamos ao heliporto, Taylor estaciona o carro, e eu saio para abrir a porta dela. Ela toma minha mão estendida. - Pronta? – Eu pergunto. Ela balança a cabeça, incapaz de articular qualquer palavra. Ela parece um tanto animada e nervosa. Taylor vai embora com o carro enquanto eu pego sua mão e sigo para o elevador para ir até o heliporto. Enquanto esperamos o elevador, as memorias desta manha vêm à tona. O ar carregado entre nós, enquanto o choque de energia elétrica mantém uma corrente constante através de nossas mãos ligadas. O elevador chega e nós entramos. Sua respiração ofegante também se lembra desta manha sabendo muito bem o quanto ela gostou. Acho um pequeno sorriso rastejando em meus lábios quando nossos olhares se fixam. Eu gostaria de tomá-la aqui e agora, mas eu consigo me conter. - São apenas três andares. – Eu digo com a voz rouca por ver o desejo nos olhos dela. Muito brevemente o apito do elevador toca novamente e estamos no telhado terceiro andar. Eu vou até o escritório para garantir que todas as verificações de comprovação estão concluídas. O velho Joe está sentado à mesa, e me informa que tudo foi concluído. Agradeço a ele, e dou-lhe um sorriso caloroso. Anastasia parece surpresa com esta pequena troca, olhando curiosa. - Vamos... – Eu faço o nosso caminho em direção a Charlie Tango, que tem o nome da minha empresa impresso em azul na lateral: “Grey Enterprises Holdings Inc.”. Eu abro a porta e Anastasia sobe. Eu ordeno: - Sente-se e não toque em nada. – Eu volto ao meu assento de piloto. Eu me viro para Anastasia e coloco nela o cinto de segurança de quatro pontos. Eu aperto as tiras e sinto uma enorme satisfação e uma incrível excitação vendo ela toda amarrada. Eu estou tão perto dela que eu inalo e bebo seu aroma de baunilha, ar livre, e mulher. Ela me olha curiosa. Eu olho pra ela e sorrio com paixão e aqueço meu olhar. Ela fecha os olhos tentando escapar de seu desejo esquecendo-se de respirar. - Você está segura agora, não pode fugir! – Eu sussurro no seu ouvido. Sua respiração fica ofegante mais uma vez depois de obter um vislumbre de meu olhar apaixonado. – Respire Anastasia. – Eu digo baixinho, tocando e acariciando seu rosto. - Eu gostei deste cinto. – Sussurro e ela me olha confusa. Espero que ela também goste. Vou descobrir hoje à noite. Aponto para os fones e digo-lhe para colocá-los durante o voo. Eu passo por todas as verificações pré-voo. Falo com a torre de controle aéreo, e decolo em direção a Seattle. Eu vejo que Anastasia está um pouco nervosa, e ela me olha com seus grandes olhos azuis questionando:
  36. 36. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey - Você sabe o que esta fazendo Christian? Ela pergunta. Eu sorrio. - Fui piloto por quatro anos, Anastásia. Está a salvo comigo... Bom, ao menos enquanto estivermos voando. – Eu pisco pra ela, brincando. O sorriso que ela me dá é deslumbrante. De tirar o folego. Ela pergunta-me quanto tempo levaria para chegar a Seattle. Respondo que levaremos cerca de uma hora. Ela parece aliviada. Ela está interessada na segurança de voo à noite. Eu digo a ela que estamos voando em um “EC135 Eurocopter”, um dos mais seguros da sua classe que está equipado com voo noturno. - Tem um heliporto no prédio onde eu moro e é para onde estamos indo. – Eu digo. - É claro que tem. – Murmura, em voz baixa, quase decepcionada, triste. Sua reação me surpreende. Por que ela tem certeza que teria? Ela olha para mim de lado tentando memorizar meu rosto como se ela não fosse olhar para ele por muito tempo. Há anseio em seus olhos, na verdade é desejo. O pensamento dela e as possibilidades me deixam satisfeito, feliz. Dirijo-me a ela e pergunto. - Você está bem Anastasia? Sua resposta é curta e rápida. – Sim! – Eu aponto, em seguida, para a silhueta emergente de Seattle. - Você sempre impressiona as mulheres dessa maneira com seu helicóptero? – Ela pergunta. Ah, isso é o que está incomodando. Eu nunca trouxe nenhuma mulher em meu helicóptero, ela é a primeira. Assim como ela foi a primeira com quem eu já dormi, ou a primeira que esteve na minha própria cama. - Não. Nunca trouxe uma mulher a Charlie Tango. Meu helicóptero eu quero dizer. Você está experimentando outra “primeira vez” comigo Anastasia. – Eu respondo, olhando para ela com um renovado sentimento de reverência. – Você está impressionada? - Christian, eu estou espantada. Na verdade, admirada! – Ela responde. - Admirada? – Eu quero saber mais. Ela tem a minha atenção, e suas palavras são como ladainha. - Sim. – Ela suspira. – Você é incrivelmente capaz... Muito... Competente. – Ela respira. Eu estou tão encantado por sua resposta. E encontro-me respondendo: - Bem, obrigado senhorita Steele. Nosso objetivo é satisfazer. – Não posso deixar de dar-lhe meu estúpido olhar adolescente. Ela parece feliz. Ela observa que eu gosto de voar. - Sim. – Eu respondo. – Imensamente. Porque é preciso muita concentração e controle para voar. Como eu poderia não amá-lo? – Mas então, eu digo a ela que eu gosto ainda mais de planar.
  37. 37. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey Seattle parece absolutamente deslumbrante na luz da noite, e eu vejo em seu olhar que ela acha isso romântico, apesar de eu ter uma pontada dentro de mim me lembrando de que eu não faço romance. Eu voo através de edifícios altos que fazem o meu caminho para o Escala. Poucos minutos depois, pairamos e aterrissamos no telhado do Escala, meu prédio. - Nós chegamos. – Eu digo baixinho. Neste pequeno espaço fechado, o ar é intenso entre nós. Ela parece animada, nervosa, tímida e com a respiração irregular me fazendo sentir mais desejo por ela. Eu chego mais perto e tiro seus fones. Eu desato meu cinto de segurança, chego ainda mais perto e a solto. Meu entusiasmo e desejo por ela são difíceis de conter. Eu aperto minha mandíbula e estreito meus olhos em um esforço para conter as emoções que tenho em relação a ela. Eu a quero, mas eu quero protegê-la disso também. - Você não tem que fazer nada que não queira fazer. Você sabe disso, né Anastasia? – Eu digo fervorosamente. De certa forma eu estou desesperado para ela dizer não e sair, porque Deus o sabe que eu sou capaz de fazer. Eu estou viciado nela, ela me enfeitiçou com todo o seu ser. Se ela soubesse o quanto eu a desejo... Eu não consigo tirar esse desejo da minha voz e dos meus olhos. Ela fala calmamente e com convicção: -Eu nunca faria nada que eu não quero fazer Christian. Concordo com a cabeça, e suspiro de alívio e digo: - Tudo bem. – Suave e quase inaudível. Eu ainda olho para ela cautelosamente, dividido entre mantê-la aqui e não deixá-la ir, e levá-la de volta para Portland, e deixá-la com a sua inocência intacta e ignorante do meu mundo escuro. Mas, eu nunca tinha desejado alguém tanto quanto eu a desejo neste momento! Ela tira o meu fôlego. Ela olha para mim com determinados, e esperançosos olhos azuis, que rompem com o último pedaço de toda minha resistência. Eu derreto. Eu abro minha porta e saio. Eu abaixo e rapidamente passo para o lado dela, e abro a porta envolvendo meus braços firmemente ao redor dela puxando-a para baixo do helicóptero e apertando-a contra mim. Há muito vento no telhado, e eu tenho de gritar para ser ouvido: - Vem! – O vento é forte, e eu tenho que arrastá-la para o poço do elevador. Eu chamo o elevador. A porta se abre e eu a puxo para dentro. Uma vez no elevador, eu aperto no código para o meu apartamento. Ela olha para as paredes espelhadas do elevador observando nosso reflexo infinito com admiração e reverência. O elevador tem um curto período de tempo para alcançar a minha cobertura e a porta é aberta. Nós chegamos ao meu hall de entrada todo branco adornado com uma mesa de madeira escura, com flores frescas, fazendo uma grande apresentação. Minha escolha de pinturas requintadas de Madonas e crianças decoram as paredes. Ela olha para eles como ela fez com a pintura do meu escritório em sua primeira visita para me entrevistar. Eu abro as portas duplas e entramos na sala principal, que é muito mais do que uma sala de estar comum. As paredes são de altura dupla e toda branca, com outras paredes de vidro, permitindo a entrada de uma ampla varanda com vista para o horizonte requintado da cidade de Seattle. Eu tenho um sofá gigante
  38. 38. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey em forma de “U” na sala principal de frente para a cozinha aberta. A lareira também é iluminada dando uma sensação de ambiente, sensual e quente. - Posso pegar seu casaco Anastasia? – Eu peço baixinho. Ela balança a cabeça, ela ainda parece estar com frio. Eu quero aquecê-la, mas me desvio perguntando se ela gostaria de um drinque. Ela olha um tanto confusa, e divertida. Eu levanto as sobrancelhas ligeiramente e digo a ela que eu quero um copo de vinho branco e pergunto se ela gostaria de se juntar a mim. - Sim, por favor. – Ela responde, timidamente. Eu digo a ela a minha escolha de vinho branco, e pergunto se ela está de acordo com a escolha. – Christian, eu não intendo nada sobre vinhos. Tenho certeza que o que você escolher será ótimo. – Ela diz hesitante. Minha consciência me diz que ela é inocente e inexperiente em todos os sentidos. Eu concordo com a cabeça e lhe dou uma taça. Ela esta muito tranquila. Ela está reconsiderando? Uma parte de mim deseja que sim, e a outra parte a deseja mais do que tudo. Mas eu tenho que perguntar e isso tem que ser a sua escolha. - Você está muito quieta Anastasia, e nunca te vi tão pálida. Você está bem? Com fome? – Eu questiono. Ela balança a cabeça negativamente. - Você tem um uma bela casa Christian! Muito Grande. – Ela observa distraidamente. - Grande? – Eu sorrio. - Sim. Muito. – Ela responde. Quando ela percebe o piano me pergunta se eu sei tocar. - Sim. Eu toco. – Eu respondo com meu olhar fixo sobre ela como um falcão. Tenho intenção e desejo, e paixão por ela. Por esta menina, inocente bonita que é pouco consciente de sua própria sedução. - Existe alguma coisa que você não pode fazer? – Comenta quase triste, como se eu fosse inacessível. - Poucas coisas... – Digo. – Você gostaria de se sentar Anastasia? – Eu pergunto-lhe apontando para o sofá. Ela senta-se e com um brilho, ela sorri. Estou curioso para saber o que está acontecendo em sua mente neste minuto. Ela está tão fechada para mim. Eu trabalho duro para ler sua linguagem corporal. Ela é diferente de qualquer um que já conheci. - O que te parece tão divertido? – Eu observo calmamente sentado perto dela. Perto o suficiente para tocar. Eu sento apoiando meu cotovelo atrás de mim. - Por que me deu precisamente “Tess of the D’Urbervilles” Christian? – Ela pergunta atentamente. Ela é difícil de ler e sua pergunta me pega de surpresa. - Achei que gostasse de Thomas Hardy. E, além disso, deveria dar-lhe um aviso sobre mim. Foi o único modo que eu pude pensar. Quer seja para te segurar a um ideal impossível como “Angel Clare”, ou a uma degradação completa como “Alec
  39. 39. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey D'Urberville”. – Eu murmuro lentamente. Meu olhar cintilante com o meu desejo interior carregado de sensualidade escura. - Se você só está me oferecendo duas opções Christian, eu escolherei a degradação. – Ela sussurra pra mim, mordendo o lábio e me chocando completamente. Suas palavras e a visão dela com o lábio no fecho de engates de seus dentes. Minha respiração falha e eu tenho que tomar fôlego para reunir meus sentidos. Ela me deixa em completa reverência. Eu balanço minha cabeça e falo atentamente. - Por favor, pare de morder seu lábio Anastasia! Me distrai completamente. Você não sabe o que está pedindo. – Eu digo. Esperando que ela ainda reconsidere. - Eu estou aqui, não estou? – Diz ela determinada. - Sim. Você está! – Digo incapaz de resistir a ela por muito mais tempo. – Você pode esperar um minuto, por favor? – Digo desculpando-me. Ela fez sua escolha. E eu já estou completamente em suas mãos. Eu vou para o meu escritório e imprimo o acordo de não divulgação que minha assistente Andrea me enviou anteriormente. Eu volto para a sala de estar com o documento e o entrego para ela dizendo: - Ana, este é um AND, um acordo de não divulgação. Sabendo quem eu sou, o meu advogado insiste em ter uma assinatura. Se você escolheu a degradação, precisa assinar isto. - E se eu não quiser assinar? – Ela contesta. - Isso seria ótimo. – Digo, percebendo uma pontinha de decepção em minha voz. Mas eu me equilibro e adiciono. – Nesse caso, vai ser os ideais de “Angel Clare”, e a maior parte do livro para você. - Para o que serve esse AND? Eu não sei o que significa. - Significa simplesmente que você não pode falar sobre você e eu, e o que se passa entre nós. Para ninguém. Sobre qualquer coisa. Nunca... – Eu digo com clareza. Uma gama de emoções cruza seu rosto: Um olhar de incredulidade, surpresa, medo, e, finalmente, a curiosidade. - Tudo bem, eu vou assinar. – Diz ela e estende a mão. Eu entrego a caneta para ela. Enquanto isso, ainda não conseguiu esconder o meu rosto surpreso. - Você não vai ler primeiro? – Peço chocado. - Não. – Ela diz determinada. -Por que não? – Eu peço. Eu sinto a necessidade de repreendê-la, está não é uma boa prática, ela está assinando papéis sem ler. – Anastasia, você deve sempre ler o que você assina! — Christian, o que você não entende é que eu não falaria sobre nós com ninguém de qualquer maneira. Nem sequer com Kate. Sendo assim, dá no mesmo se eu assinar um
  40. 40. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey acordo ou não. Se é tão importante para você ou para seu advogado, já que é óbvio que você falou de mim para ele, eu concordo. Assinarei. Ela me desarma completamente. - Ponto para você Srta. Steele. – Eu digo completamente seduzido. Ela assina o seu nome nas linhas pontilhadas de uma forma exagerada, me dá de volta o AND, e toma um gole grande do copo de vinho, quase engolindo a coisa toda. Eu vejo que ela está tentando reunir coragem e, finalmente, fala o que pensa: - Agora que eu assinei o AND, significa que você vai fazer amor comigo esta noite Christian? – Pergunta e imediatamente me olha arrependida e envergonhada. Meu queixo cai aberto completamente chocado com suas palavras. Ela consegue me chocar! Eu, Christian Grey, que não sou levado facilmente, estou chocado com as palavras desta inocente menina! Eu reúno meus pensamentos e respondo: - Não, Anastásia, não quer dizer isso. Em primeiro lugar, eu não faço amor. Eu fodo... Com força. Em segundo lugar, temos muito mais papelada para assinar. E em terceiro lugar, você ainda não sabe do que isso se trata. Ainda poderia sair correndo. Vem, quero te mostrar meu Quarto de Jogos. – Digo finalmente determinado a deixar as cartas em cima da mesa. - Quarto de Jogos? Será que vamos jogar Wii ou Xbox? –Ela me pergunta surpresa, e eu não posso evitar e solto gargalhadas. Essa é a coisa mais distante da minha mente. - Não Ana. Nenhuma dessas coisas. Vem ver. – Eu digo gentilmente e pego na sua mão, levando-a para o andar de cima, onde está meu Quarto de Jogos. Eu levo minha chave porque o Quarto de Jogos permanece sempre trancada. Eu tomo uma respiração profunda, e dou-lhe um último aviso. – Você pode partir em qualquer momento Anastasia. O helicóptero está preparado para te levar aonde você quiser. Pode passar a noite aqui e partir amanhã pela manhã. O que decidir, para mim, estará bem. Ela me dá um olhar exasperado, e me repreende: - Ah, cala a boca e abra a maldita porta Christian! – Ela me desarma completamente me deixando sem ar. Eu abro a porta e deixo-a entrar.
  41. 41. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey Capítulo 5 – Situação para corrigir. Ela entra, e seu olhar não demonstra nada. Ela inala o cheiro de madeira, couro e citros polonês como se fosse uma mistura intoxicante. Ela olha ao redor da sala espaçosa de cor bordô escuro, olhando os antigos pisos de madeira envernizada. Ela, então, olha para a cruz de madeira em forma de “X” e as algemas de retenção penduradas nela. Seus olhos capturam o teto e as grades de suspensão penduradas. Ela caminha mais e toca as cordas, correntes e algemas. Ela anda em direção ao conjunto de chicotes, chicotes de montaria e palmatórias. Ela verifica as gavetas onde guardo os vários brinquedos de abertura, ela olha para o conteúdo e imediatamente fecha a gaveta. Seu rosto ainda não tem nenhuma expressão. Examinando, olhando, mas sem dizer nada, e nenhuma emoção está cruzando o rosto para eu ler. Ela anda em direção à cama rococó com capa de couro vermelho. Ela olha as braçadeiras, e correntes penduradas no dossel. Seu olhar viaja e ela olha a longa mesa de madeira polida com banquinhos debaixo dela. Ainda não demonstrando nenhuma reação e a curiosidade do que ela está pensando está me deixando louco. Ela olha para os mosquetões do teto. Ela localiza o chicote de camurça, com contas de plástico no final de suas tiras. Seus dedos acariciam suavemente examinando. Curiosidade acende em seus olhos pela primeira vez. – É chamado de chicote de tiras. – Eu digo calmamente e bem baixinho.
  42. 42. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey -Uhmmm... – Diz ela olhando para ele em choque. O olhar dela vem para mim, e depois de volta para os meus brinquedos ao redor da sala. Seu rosto parece passivo, mas parece haver uma corrente de medo, choque e dormência. - Diga alguma coisa. – Eu comando suavemente. - Alguém faz isso com você, ou você faz isso com as pessoas? – Ela pede. Sinto alívio, e sorrio. - Eu faço isso às mulheres que desejam que eu faça isso com elas. – Eu respondo esperando que ela vá me dar algo, alguma resposta. - Entendo. Parece que você tem voluntárias. Eu não entendo por que estou aqui, ou o meu propósito aqui. – Murmura. - Porque, eu realmente, realmente, realmente quero fazer isso com você. – Eu digo quase suplicante. Ela dá um suspiro audível, - Oh! – Com um olhar interrogativo. Eu esperava que ela corresse para fora da sala, mas ela ainda está com seu olhar para as palmatórias, e dá-me o mais triste olhar, deprimida, ela pergunta: - Você é um sádico Christian? – A voz embargada no final. - Sou um Dominador Ana. – Eu digo com o meu olhar intenso. - Dominador... – Ela tenta entender a palavra estrangeira em seus lábios. Ela balança a cabeça. – Eu não tenho nenhuma ideia do que isso significa Christian, e eu não sei mesmo se é diferente do sadismo. Parece ruim. – Ela sussurra visivelmente deprimida e decepcionada. - Significa apenas que você como uma submissa, deve entregar-se a mim voluntariamente... – Eu digo baixinho, quase me pego pedindo pra ela entender. – Em todas as coisas. Ela franze a testa, e me olha com firmeza, dizendo: - E por que diabos eu faria isso? – Isso me surpreende. Eu realmente gosto dela. Às vezes, quando ela olha para mim, olha através de mim, dentro de mim. Dentro da alma que eu acho que perdi há muito tempo atrás. Esta oposição não é algo que eu encontrei antes, e isso é tão refrescante, tão admirável, tão desafiador. Eu a quero mais do que eu já quis qualquer outra coisa. - Para me satisfazer. – Eu sussurro. Com um pequeno sorriso inclino minha cabeça para o lado. Sua boca aberta cai. Lampejos de emoções passam por seu rosto, mas eu estou satisfeito de ver que o desejo é um deles.
  43. 43. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey - Como posso fazer isso? – Ela respira. Eu fecho meus olhos para ouvir a mente aberta e o desejo de seus bonitos lábios. Quando eu abro meus olhos, eu olho para ela. Ela pode querer participar do meu mundo, como eu estou ansioso para ensiná-la. - Tenho regras e quero que as aceite e as cumpra. - Regras? Para quê? – Ela pergunta confusa. - São regras que te beneficiam e me proporcionam prazer. Se cumprir essas regras para me satisfazer, te recompensarei. Se não, vou te castigar para que aprenda. – Eu sussurro com uma voz suave. Ela ainda está aqui, e não fugiu pelo menos. Ainda esta ouvindo. Ela acena sua mão ao redor e pergunta: - Estas coisas? Quanto a elas? Onde elas se encaixam na sua fantasia? – Ela sussurra. - É parte do pacote de incentivos. Tanto da recompensa como do castigo. - A recompensa é a punição? – Ela pergunta cética. – Então desfrutará de sua excitação exercendo sua vontade sobre mim? – Ela é calma, mas com um fundo de medo. - Se trata de ganhar sua confiança e seu respeito para que me permita exercer minha vontade sobre você. Obterei um grande prazer, inclusive uma grande alegria, caso você se submeta. Quanto mais se submeter, maior será minha alegria. Ela é toda negócios, pronta para explorar a oferta e talvez fazer uma contraproposta. - E todo seu prazer viria através da minha “submissão”. – ela faz os gestos das aspas com os dedos. – E o que isso me dará? O que eu ganho? – Eu gosto dela. Ela é uma negociadora. Eu sei que não é muito, e a maior parte do tempo eu me vejo como a casca de um homem, um homem sem alma, portanto, não é quanto ela vai receber além de sua própria alegria. Mas eu sou o que ela estaria recebendo. Eu olho desculpando-me e digo – Você me ganha. – Eu digo dando de ombros. Ela olha pra mim. Avaliando-me. Pesando se o que ela está dando, vale o que está recendendo. Mas não diz nada. Eu fico nervoso, não quero que ela escape por entre meus dedos. Eu a quero desesperadamente. Preciso dela. Agora. - Anastasia, por favor. Você é tão difícil de ler. Eu não sei o que você está pensando, você não me dá nada. Ele está me deixando louco. – Eu corro a mão pelo meu cabelo em um gesto nervoso e digo a ela. – talvez devêssemos ir lá embaixo. Você, aqui, é tão perturbador para mim. Eu não consigo pensar direito. Ela me olha como se eu fosse perigoso, um perigo para a sua saúde. Um lampejo de emoção corre atrás de seus olhos. Eu não quero que ela tenha medo de
  44. 44. Traduzido e Editado por 50tonsversaogrey mim. Eu gosto muito dela. Talvez mais do que seja bom para mim. Eu ofereço minha mão para ela, mas ela está hesitante para pegá-la, questionando, ainda com medo. - Eu não vou te machucar Anastasia, por favor. – Peço-lhe baixinho. Ela recebe a minha mão com aquela familiar eletricidade que passa através de nós novamente. Eu a levo para fora e quero distraí-la. Eu a levo no corredor e em um quarto. O quarto é todo branco, juntamente com os móveis. Eu abro a porta e mostro-lhe o quarto. – Se você decidir fazer isso, este será o seu quarto. Eu sei que é branco e liso agora, mas você pode decorá-lo com qualquer coisa e de qualquer maneira que você queira! – Ela parece surpresa. - O que você quer dizer com “meu quarto”? Espera que eu me mude e viva aqui? – Ela diz horrorizada. Na verdade, eu faria isso se fosse pra ela aceitar. Mas modifico meu pedido. - Não o tempo todo. Mas pelo menos de sexta a domingo. – Eu peço usando minha cara de mediador. - Você quer que eu durma neste quarto? – Ela questiona. - Sim. Eu respondo. - Significa que não dormirei com você. – Ela diz desapontada. - Não. Já disse. Eu não durmo com ninguém. Apenas aquela vez com você quando se embebedou até perder o sentido. – Eu digo repreendendo-a. Seus olhos viram fendas de raiva reprimida, eu poderia vendá-la com um fio dental, e sua boca carnuda vira uma linha fina. Ela se move com sondando. - Onde é que você dorme? - Eu durmo lá embaixo no meu próprio quarto. Vamos descer, eu tenho certeza que você está com fome. - Na verdade não. Eu perdi o apetite. – Ela suspira. Eu não posso vê-la não comer. - Você tem que comer Ana. – Eu a repreendo tomando sua mão levando-a para baixo. Quando voltamos para a sala grande, ela se vira para mim, mas não diz nada. O olhar que ela me dá a faz parecer alarmada. Eu não quero que ela tenha medo. - Olha, Anastasia, eu sei que isso é diferente. Talvez até mesmo um caminho escuro para você. Então, por favor, pense sobre isso. Muito, muito bem. Você já assinou um AND, pergunte-me qualquer coisa. Estou disposto a responder a qualquer pergunta que você possa ter. – Eu imploro.

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