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Apostila editorial slideshare

ESTE ARTIGO TRAZ PROCEDIMENTOS PARA ELABORAR UM TEXTO PARA O VESTIBULAR DA UNICAMP (GÊNERO EDITORIAL) E EXEMPLO.

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  1. 1. Texto argumentativo: ◊argumentação, expressão de opiniões Intencionalidade comunicativa: ◊fortalecer, confirmar, comprovar a posição o ponto de vista do autor do editorial Componentes linguísticos: ◊pontuação – período composto por coordenação – período composto por subordinação – conjunção
  2. 2. 02 allencar Rodriguez A característica desse texto é de ser veemente opinativo. Semelhante ao artigo de opinião a credibilidade do editorial se dá pela argumentação concreta, factual e crítica à opinião embasada. Isso, seguido de citações que corroboram o ponto de vista e argumentação do autor do editorial. Então a objetividade e imparcialidade não são características dessa tipologia textual. Logo, as opiniões e os argumentos são relatados sob a subjetividade do autor do editorial ou do grupo que está por trás do texto comunicativo, pois os editoriais não são assinados por ninguém. Esse gênero textual faz uso do tipo textual dissertativo, uma vez que fundamento numa idéia central constrói-se opiniões e argumentos (opar). nota: de forma geral editoriais de revistas são nominais e alguns textos trazem a foto do autor.
  3. 3. estudo aplicado redação 03 Para produzir um editorial siga as orientações abaixo: a) Faça um projeto de texto de acordo com o propósito pedido. Crie argumentos contundentes de acordo com o propósito pedido fundamentados em assuntos factuais presentes em jornais, revistas e sites da internet. b) Justifique que o assunto é preponderante. Coloque uma citação concreta que comprove sua justificativa. A estrutura textual: 1º parágrafo: Apresente o tema ao leitor enfatizando o seu posicionamento de forma contundente e crítica. Não deixe impressões pessoais posicionadas no “lugar comum”. Isso não estimula interesse no leitor. 2º parágrafo: Use os contextos do item (a) do seu Projeto de Texto. 3º parágrafo: Use o contexto do item (b) do seu Projeto de Texto. 4º parágrafo: A conclusão deve ter um posicionamento crítico e enfático procurando impressionar o leitor articulando opiniões e argumentos relacionados ao tema. Nota: O texto editorial exige também um título. Na questão da linguagem um jornal de grande circulação exige uma linguagem formal.
  4. 4. Coloque-se na posição de um jornalista que, com base na leitura do texto abaixo, deverá escrever um editorial, isto é, um artigo jornalístico opinativo, para um importante jornal do país, discutindo a ação da polícia nas manifestações de rua em São Paulo. Seu texto deverá, necessariamente: • abordar duas falas incoerentes do governador relacionadas a ações da polícia reladas na notícia abaixo; e • apontar, de acordo com o texto, o principal responsável que motivou as manifestações pelo País e seu ponto de vista crítico à respeito da atitude do responsável. Lembre-se de que não deverá recorrer à mera colagem de trechos do texto lido. Balas de borracha estão proibidas em manifestações, garante Alckmin Governador confirmou que manifestantes divulgarão trajeto de protestos. Durante visita a Campinas, Alckmin afirmou que polícia está preparada. Após os confrontos entre Polícia Militar e manifestantes em protestos contra o aumento das tarifas de ônibus em São Paulo, o governador Geraldo Alckmin declarou nesta segunda-feira (17) em Campinas (SP) que o uso de balas de borracha está proibido para conter qualquer manifestação pública, além dos protestos em São Paulo. "Nós proibimos o uso de balas de borracha em manifestações públicas", afirmou Alckmin. Além da medida, o governador confirmou que os manifestantes concordaram em divulgar o trajeto dos protestos na capital paulista. "O governo deseja dar tranquilidade para todos, segurança, acompanhar a manifestação e não fará nenhuma interferência", garantiu. Durante entrevista coletiva nesta manhã, Alckmin elogiou os manifestantes e a ação da Polícia Militar, acusada de abuso e violência pelos participantes dos protestos. "Gostaria de elogiar a polícia, as lideranças que deram uma demonstração de diálogo, de maturidade, o retorno que tive foi positivo", disse. Segundo o governador, os policiais estarão preparados para garantir manifestações pacíficas e terão comunicação por rádio durante os trajetos. "Temos que garantir o direito a integridade física dos manifestantes, quem está participando e de quem não está", afirmou. Alckmin se limitou a responder três perguntas sobre os protestos. Questionado se as manifestações estão fora de controle, ele negou. "Seguramos o reajuste por seis meses, a pedido do governo federal, para não piorar o pico inflacionário do íncio do ano. Assim, o aumento foi menor que a inflação. Nosso objetivo é melhorar o transporte público", explicou. Na manhã desta segunda-feira (17), integrantes do movimento que realiza os protestos em São Paulo participaram de uma reunião com representantes da Secretaria de Segurança Pública (SSP). O orgão já havia divulgado mudanças nos procedimentos da PM para acompanhar as manifestações. A corporação foi orientada a agir somente em casos de provocação e vandalismo. 17/06/2013 14h27 - Atualizado em 17/06/2013 15h02
  5. 5. estudo aplicado redação 05 ECATOMBE DA INCOMPETÊNCIA Caros leitores deste renomado jornal. Não estamos na década de 1960 em que movimentos de rua contra a ditadura ficou conhecido como os anos de chumbo onde milhares de brasileiros derramaram seu sangue para derrubar o governo. Porém, o movimento atual da população brasileira que tomou as ruas em protestos contra a incompetência dos governos federal, estadual e municipal. E, contra a corrupção e a imoralidade na prática política, principalmente, daqueles oportunistas de plantão inquilinos do poder central também o derramam diante das balas de borracha da truculência policial, falta de preparo, incompetência de seus comandantes e do governador que nas suas declarações mais parece uma barata tonta sob o efeito do gás de inseticidas. Esse despreparo, essa incompetência está presente na entrevista do governador Sr. Geraldo Alckmin, que sob o efeito do medo das manifestações populares, relata que a ação policial diante de manifestantes desarmados merece elogio. Somado a isso, o atordoado Governador disse que os policiais estão preparados para garantir manifestações pacíficas. Então, se pode seguramente dizer: Sr. Alckmin, derramar o sangue de brasileiros desarmados com cassetetes, bombas e balas de borracha demonstra de Vossa Senhoria é um fracasso diante da cobrança dos manifestantes. O Sr. age da mesma forma que agiu os militares nos movimentos contra a ditadura que caiu frente a vontade do povo. Do mesmo povo que hoje sofre as mesmas agressões da sua polícia dirigida por um comandante pífio e nefasto demonstrando a fragilidade que norteia esse governo. Fragilidade que também ficou clara na declaração pífia do Governador que se limitou a dizer que o responsável pelas ocorrências na rua foi o Governo Federal na figura da Presidente de plantão Dilma Rousseff. Nisso ele não está errado, uma vez que a presidente junto aos seus incompetente “ministros” adiaram o aumento da tarifa do transporte público, se é que se pode chamar isso que temos de transporte público que mais parece um sistema para transporte de gados, para manipular o aumento da taxa inflacionária que sobe todo mês. Atitude de uma presidente sem conhecimento de causa, sem formação acadêmica, incapaz de distinguir a diferença entre meios de transporte e sistema de transporte. Ideologia emburrece, e essa Sra. Sempre age sob o manto de uma ideologia ultrapassada, arcaica e empobrecedora cuja mazelas atinge os mais pobres e os mais necessitados. Diante do caos instalado, neste momento o governo confirma que balas de borracha estão proibidas em manifestações. E qual o será o responsável pelas agressões contra o sangue derramado de populares e jornalistas nessas manifestações. Nominalmente ninguém. Porém, politicamente Sr. governador, o povo o lembrará nas próximas eleições. Da mesma forma Sra. Presidente, as pesquisas já demonstram sua queda livre onde o fundo do poço é o limite, será carinhosamente lembrada diante das urnas. Esta é a opinião do grupo Imprensa Livre

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