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TEMA CENTRAL – SustentabilidadeSUBTEMA DE CONTEXTUALIZAÇÃO E INTERDISCIPLINARIDADE:Equilíbrio Ecológico, Qualidade de Vida...
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2- FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICAA denominação “feira do conhecimento” foi utilizada para evitar os problemasde entendimento que ac...
objetivo é desenvolver habilidades básicas e competências específicas quecapacitem os alunos a enfrentar as transformações...
• Elaborar e apresentar propostas de mudanças, utilizando osconhecimentos desenvolvidos no meio escolar;• Incentivar o con...
Tendo mais de uma equipe interessada em desenvolver o mesmo tempo, ocoordenação da feira fará uma entrevista com os grupos...
• TV, DVD e Data show;• Faixas de rua;• Convites;• Banner;• Folden;• Cartilha.5.1-RECURSOS HUMANOS: Estudantes; Professo...
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4º Outubro 2013 Organização da Visita Técnica e envio dostrabalhos finalistas para participar da FEBRACE2014Novembro 2013 ...
Pedagogia: bases psicológicas da aprendizagem e do desenvolvimento. 1.ª ed.São Paulo: Moraes, 1991.WANDERLEY, E. C. Feiras...
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Projeto feira de ciencias cnpq karla

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Projeto feira de ciencias cnpq karla

  1. 1. ESTADO DO MARANHÃOPREFEITURA MUNICIPAL DE AÇAILÂNDIASECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃODEPARTAMENTO DE ENSINO E APOIO PEDAGÓGICOCOORDENAÇÃO E ACOMPANHAMENTO:Karla Janys Lima Nascimento – Técnica em Assuntos Educacionais/CiênciasNeurene da Cruz – Técnica em Assuntos Educacionais/CiênciasSUPORTE TÉCNICO:Técnicos em Área especifícaAçailândia-MA2012
  2. 2. TEMA CENTRAL – SustentabilidadeSUBTEMA DE CONTEXTUALIZAÇÃO E INTERDISCIPLINARIDADE:Equilíbrio Ecológico, Qualidade de Vida e Desenvolvimento Sustentável.1- JUSTIFICATIVA:A Feira de Conhecimentos é um projeto que busca desenvolver a criatividade,além de criar, no estudante o gosto pelas ciências por meio daexperimentação. Propicia também, a valorização do trabalho coletivopermitindo aos alunos a ampliação dos conhecimentos das ciências danatureza e da matemática e suas tecnologias e oportuniza que coloquem emprática, de maneira real, os conhecimentos adquiridos em sala de aula.No decorrer do trabalho, as dúvidas levam os alunos a realizarem a busca denovos conhecimentos, aproximando assim, ensino e investigação. Em funçãodisso, Galuch e Sforni (2006) ressaltam que “nesse processo, a mediaçãoprofessor é imprescindível, pois o sujeito não se apropria do significado apenaspor estar inserido em ambientes propícios [...]”. A relação dialética entreprofessor e aluno é essencial nesse momento, para que ela possa atuar nosentido de conduzir o aluno a uma nova compreensão da realidade.A ação educativa tem seus limites, por isso, devem respeitar sempre os doislados: o professor não detém toda a verdade sobre o conteúdo que ministra,nem o aluno desconhece por completo, em seu cotidiano, o conteúdo que oprofessor lhe ensinará. Ambos são ensinantes um do outro (GASPARIN, 2008,p. 4)Assim, o professor deve estabelecer a ligação entre o que os alunos jáconhecem e o novo conhecimento que pretende reconstruir com eles,possibilitando que, depois, consigam realizá-los sozinhos, como explicitaVygotsky (1991): ”o que a criança pode fazer hoje com o auxílio dos adultos,poderá fazê-lo amanhã por si só”.Nos últimos três séculos houve um grande desenvolvimento das ciências e datecnologia, impulsionado pela ampliação do conhecimento humano. Emdecorrência desse desenvolvimento surgiu o processo industrial que provocou,em um ritmo acelerado, o crescimento das cidades e da população,aumentando assim a utilização dos recursos naturais não renováveis e aquantidade de resíduos descartados.A sociedade passou por uma grande mudança no seu modo de vida, nos seusvalores e na sua cultura, afetando principalmente a percepção de naturezapelos seres humanos, os quais passaram a vê-la como um objeto de uso paraatender a suas vontades, sem se preocupar com as consequências de suasações.
  3. 3. As consequências desse novo modo de produção são os inúmeros problemasambientais com os quais nos deparamos hoje. Agora vivemos uma grandecrise de relações entre sociedade e meio ambiente. Trata-se de uma crisesocioambiental, pois o fator humano está diretamente ligado às causas esofrendo as consequências de suas ações. Na concepção de Brügger “A criseambiental é, portanto, muito mais a crise de uma sociedade do que uma crisede gerenciamento da natureza.” (1994 , p. 27).Desse modo, uma alternativa para essa problemática passa pela educação,pois exige uma mudança de comportamento e de atitudes. Nesse sentido, aEducação Ambiental surge como um meio para que a população construavalores sociais, conhecimentos, habilidades e atitudes, pois ela objetiva aformação de sujeitos capazes de compreender o mundo e agir nele de formaconsciente e crítica, afim de que se possa ter e oferecer um ambiente saudávele equilibrado. Onde as formas de produção, consumo e distribuição de energia,influenciem diretamente na erradicação da pobreza, além de colaborar comredução/impacto mudanças climáticas, melhorando as condições e a qualidadede vida para a maioria da população mundial.A concentração de população em ambientes urbanos é cada vez maior,especialmente em cidades que crescem as margens de rodovias, como é ocaso de Açailândia -MA. Este fenômeno gera um crescimento desordenado eacelerado, provocando assim uma série de mudanças no ambiente. Hoje emAçailândia temos mais de 350 famílias que há vinte anos estão sendoprejudicadas pela poluição do ciclo de mineração e siderurgia no distritoindustrial de Piquiá, e do assentamento Califórnia, estas sofrem com a poluiçãocausada pelas carvoarias e usinas siderúrgicas de ferro-gusa que operam apoucos metros de suas casas e são responsáveis pelos danos diretos àscomunidades.Nesse contexto, o projeto vem propor uma abordagem investigativa acerca darealidade local às escolas de Ensino Fundamental, Médio e Técnico domunicípio de Açailândia –MA. Oportunizando aos discentes a refletir e a intervira cerca dos impactos ambientais que cercam o desenvolvimento social eeconômico do munícipio. Além disso, permitirá a eles a oportunidade depesquisar um tema que desperte neles a curiosidade e o interesse e que será oobjeto de estudo sobre o qual irão construir um projeto de natureza científica.Pretende- se envolver com este projeto direto ou indiretamente cerca de 1800alunos com seus respectivos professores do Ensino Fundamental, Médio eTécnico da cidade de Açailândia-MA. O desenvolvimento dos trabalhos dar-se-á no inicio do ano de 2013, onde estaremos apresentando a comunidadeestudantil e orientando as escolas quanto às etapas de construção esistematização das pesquisas; com isso teremos condições administrativas epedagógicas para realizar a feira na 1º semana de setembro de 2013.
  4. 4. 2- FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICAA denominação “feira do conhecimento” foi utilizada para evitar os problemasde entendimento que acontecem no ambiente escolar, pois, sempre que se falaem feira de ciências ocorre uma imediata associação com as questões queenvolvem a biologia, a física e a química; raramente a ciências sociais ehumanas são lembradas. Talvez seja por isso que sempre que a escolaorganiza uma feira de ciências, as humanidades são deixadas de lado e asquestões sociais contemporâneas não são discutidas, apesar de influenciaremo fazer cientifico e de serem fortemente influenciadas pela introdução dosaparatos tecnológicos na sociedade. Verifica-se uma carência de aproximaçãoentre as ciências sociais e as ciências naturais, entre o fazer científico e a vida(MIRANDA NETO et al, 2007).Nesse sentido chama a atenção Santos (1995)ao argumentar que o conhecimento científico deve ensinar a viver e traduzir-senum saber prático, derivando daí, uma característica da ciência pós-moderna: ade que todo conhecimento científico visa constituir-se em senso comum semcarregar consigo o caráter pejorativo que o termo possui, pois estaria ligada asocialização do saber.O desenvolvimento de uma feira requer uma nova postura da escola, o queimplica num planejamento antecipado para evitar trabalhos de última hora, ouseja, os trabalhos produzidos para a Feira de Ciências precisam estar emconsonância com a proposta curricular e devem ser abordados desde o iníciodo ano letivo.Segundo Lima (2005), este tipo de evento se apresenta como um convite paraabrir todas as janelas da curiosidade e interesse do aluno, da criatividade, davida e do sentido social da escola, além de ser um método de motivação paraaquisição de novos conhecimentos.Nesse contexto Mancuso (2000) considera que os trabalhos destinados à feirade conhecimento devem proporcionar momentos de exposição de ideias,debates, discussão dos conhecimentos adquiridos, das metodologias depesquisas, da habilidade criadora e do empenho dos alunos que resultará naelaboração do projeto o qual será socializado ao público visitante do evento.Conforme afirma Miranda Neto et al (2007), atividades como essa visam asocialização dos conhecimentos adquiridos com a comunidade escolar que, aovisitar a Feira, poderá beneficiar-se do ensino informal uma maneira alternativapara atualizar conhecimentos científicos e tecnológicos .Nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) a metodologia de projetos surgecomo alternativa para a elaboração de uma proposta curricular enfatizando acontextualização dos conteúdos, a interação entre as áreas do conhecimento ea participação ativa dos professores no desenvolvimento da metodologia deensino. Tanto para o ensino de Ciências, no fundamental, quanto dasdisciplinas da área de Ciências da Natureza, Matemática e suas tecnologias o
  5. 5. objetivo é desenvolver habilidades básicas e competências específicas quecapacitem os alunos a enfrentar as transformações próprias do seu tempo,apresentando uma postura crítica perante a ciência, a sociedade e suaspróprias vidas [4]. As recomendações feitas nos PCN têm incentivado aelaboração e implementação de projetos didáticos em escolas brasileiras. Pormeio do trabalho com projetos, é possível desenvolver competências, proportarefas complexas e desafios que estimulem os alunos a mobilizar seusconhecimentos e completá-los.O trabalho com projetos implica em ensino globalizado. Não se pensa emdisciplinas isoladas, mas em um problema real a ser solucionado, no qual asrelações entre conteúdos e áreas de conhecimento serão utilizadas pararesolver problemas apresentados pelo processo de aprendizagem. Em buscada solução do problema o aluno irá atrás de informações teóricas, de cálculos,desenvolverá o registro e expressão escrita, organizará etapas a seremprogramadas e cumpridas e dessa forma promoverá a aprendizagem.Diante a este propósito As Feiras de Ciências são uma excelente oportunidadepara os estudantes sintetizarem e compartilharem conhecimento. Elas tambémfavorecem o espírito de solidariedade e fortalecem a capacidade deorganização, de pesquisa e até da improvisação por parte dos alunos.Nesta linha de pensamento A SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO doMunicípio de Açailândia –MA, se propõe a realizar uma feira de ciênciasmunicipal na esperança de mobilizar a comunidade para os assuntos científicose sua aplicação em benefício do homem, bem como conscientizar que odesenvolvimento depende, em grande parte, do que está sendo feito nasescolas no ensino das Ciências e, dessa foram, promover um maiorentrosamento entre a escola e a comunidade.3- Objetivos3.1-Objetivo GeralPromover um evento que favoreça a construção de uma formação cientifica nomunicípio de Açailândia -MA, contribuindo para despertar o interesse pelainvestigação cientifica e o aprimoramento da interação comunidade – escola.3.2- Objetivos Específicos.• Instrumentalizar professores e alunos para desenvolver projetos,oportunizando a vivência com a metodologia da pesquisa;• Possibilitar o contato mais direto com o conhecimento científicoproduzido atualmente na comunidade científica;• Conhecer e interpretar situações problema presentes em suascomunidades;
  6. 6. • Elaborar e apresentar propostas de mudanças, utilizando osconhecimentos desenvolvidos no meio escolar;• Incentivar o conhecimento científico de forma articulada com outrasinstituições de ensino do município, aproximando as realidades dasdiferentes escolas e iniciando programas científicos de colaboração;• Sistematizar a avaliação da realização e dos resultados obtidos nasdiversas.4- METODOLOGIAAs pesquisas podem ser de caráter exploratório, descritivo e explicativo,quanto aos procedimentos técnicos podem utilizar a pesquisa bibliográfica,documentária e experimental com estudo de caso e pesquisa - ação, no que serefere aos métodos de abordagem pode ser usados o: indutivo, dedutivo,hipotético e o dialético.Os trabalhos precisam ter ligação à multidisciplinaridade usando os livrosdidáticos, enciclopédias, jornais, revistas, Internet etc. Os trabalhos precisamser originais e as pesquisas devem ser organizadas e caracterizadas comouma atividade sistemática de pesquisa em ação. São necessários que aspesquisas desenvolvidas tenham tratamentos científicos. Os grupos depesquisa deverão escolher um dos temas apresentados e compor um grupopor ano/turma, de acordo com seu grau de interesse e entendimento.Será proibida a exposição no estande de: organismos vivos; espécimes (oupartes) animais; Não poderão ser utilizadas substâncias ilícitas ou de usocontrolado; fluidos de marcha de motores ou similares; materiais cortantes eperfurantes (agulhas, estiletes, vidros que possam provocar ferimentos);fotografias ou quaisquer outras formas de apresentação visual que possamchocar o público (técnicas cirúrgicas, dissecação, necropsia ou outras técnicassimilares); vídeos fora da indicação por idade, aparelhos de áudio que nãofaçam parte do projeto; quaisquer sistemas que produzam som maior do que80 dB (decibéis); sistemas que produzam sons contínuos ou trilhas musicaisque não sejam indispensáveis à apresentação e compreensão do projeto;sistemas que possam consumir mais do que 1 quilowatt de energia elétrica.Será atribuída nota 0 (zero) ao projeto que contiver cópias explícitas, indíciosde plágios e textos de construção da equipe sem a devida referência depesquisa vertebrados ou invertebrados; órgãos ou membros deanimais/humanos.Os participantes deverão organizar-se em grupos científicos compostos porestudantes da mesma série, sendo que cada equipe poderá ser formada poralunos de turmas diferentes. Cada equipe terá, no máximo, 6 (seis) alunos e,no mínimo, (3) três.
  7. 7. Tendo mais de uma equipe interessada em desenvolver o mesmo tempo, ocoordenação da feira fará uma entrevista com os grupos interessados é tendocom base o grau de conhecimento e de criatividade apresentados nosprojetos desenvolvidos.Com isso, indicará qual o grupo vai abordar apesquisa.4.1 Passos para o desenvolvimento do Projeto:1- Sistematização do PROJETO FEIRA DO CONHECIMENTO de Açailândia –MA, com a equipe organizadora;2- Concurso para escolha da Logomarca do evento com a participação dosalunos e professores de Ensino Fundamental, Médio e Técnico;3- Apresentação para a Comunidade Estudantil do projeto que vai serdesenvolvido;4- Palestras sobre AS ETAPAS DO MÉTODO CIENTÍFICO para osprofessores da rede.5- Organização, Sistematização das oficinas do projeto nas escolas comdocentes e discentes do município;6- Acompanhamento dos projetos construídos pelos alunos junto com osprofessores;5- Apresentação do Seminário com o tema: A PESQUISA E A CONSTRUÇÃODO CONHECIMENTO.6- Realização da Feira do Conhecimento7- Cerimônia de divulgação e premiação das Equipes Finalistas do evento;8-Visita Técnica (São Luís –MA) com os integrantes das equipes vencedoras;9- Produção de uma cartilha com orientações sobre o tema: Sustentabilidade10- (Inscrição dos trabalhos finalistas na FEBRACE 2014 – FEIRABRASILEIRA DE CIÊNCIAS E ENGENHARIA).11- Ida a São Paulo com as equipes inscritas na FEBRACE 2014 (caso sejamselecionadas).5- RECURSOS MATERIAIS:• Stands;• Mesas cadeiras;• Tela de Projeção e som;
  8. 8. • TV, DVD e Data show;• Faixas de rua;• Convites;• Banner;• Folden;• Cartilha.5.1-RECURSOS HUMANOS: Estudantes; Professores; Gestores; Coordenadores Pedagógicos; Convidados.6- AVALIAÇÃO:Os trabalhos serão apresentados nos dias 03 e 04 de setembro de 2013, de8:00h às 17:00h no quadra poliesportiva –SEDELOs trabalhos deverão ser apresentados na forma de banner, cartaz, protótipos,etc. A equipe terá à disposição um estande de 2,00 m x 2,00 m, paredes emdivisórias, com fundo e lateral fechados, duas cadeiras e uma mesa.No decorrer dos dias das apresentações, a comissão julgadora irá classificaros trabalhos, de acordo com os seguintes critérios elencados para cada etapade ensino:Os Projetos de Ensino Fundamental serão avaliados de acordo comorganização e apresentação geral do trabalho; criatividade e inovação dapesquisa; Conhecimento Científico do Problema; levantamento dos dados;Condução da Pesquisa, Metodologia da pesquisa habilidade no uso derecursos para comunicação com o público; capacidade de transmissão damensagem; apresentação; fundamentação teórica e exploração do conteúdo.Os Projetos de nível médio e/ou técnico serão avaliados de acordo com osseguintes critérios: criatividade e inovação da pesquisa; ConhecimentoCientífico do Problema; levantamento dos dados; Condução da Pesquisa,Metodologia da pesquisa habilidade no uso de recursos para comunicação como público; capacidade de transmissão da mensagem; apresentação;fundamentação teórica e exploração do conteúdo.A avaliação dos trabalhos se dará através da soma de vários quesitos queserão avaliados ao longo do bimestre e no dia da culminância do projeto:1. Elaboração dos trabalhos – (4,0 pontos) serão atribuídos durante aelaboração dos projetos e são de responsabilidade do professor orientador,
  9. 9. podendo ser dadas notas individuais ou para a equipe. Neste quesito, leva-seem conta a participação dos estudantes nas reuniões com o professororientador;2. Montagem, desmontagem do estande, materiais utilizados e visual da equipe– (2,0 pontos) avaliados pela direção. Os estudantes são observados sob osaspectos de responsabilidade e organização e esta pontuação depende dotrabalho em equipe.3. Apresentações no dia – (4,0 pontos) a comissão julgadora as notas poderãoser dadas individualmente ou para a equipe, quando será observado o domíniodo assunto abordado.Todos os participantes receberão o certificado de participação.Serão premiados os três primeiros trabalhos de cada nível.COLOCAÇÃO ENSINO FUNDAMENTAL ENSINO MÉDIO e/ouTÉCNICO1º Lugar VISITA TÉCNICA/ MUSEUARQUEÓLOGICO–SãoLuís.CERTIFICADO/MEDALHAInscrição na FECEB 2014VISITA TÉCNICAARQUEÓLOGICO – São Luís.CERTIFICADO/MEDALHA2º Lugar VISITA TÉCNICAARQUEÓLOGICO–SãoLuís.CERTIFICADO/MEDALHAInscrição na FECEB 2014VISITA TÉCNICAARQUEÓLOGICO – São Luís.CERTIFICADO/MEDALHA3º Lugar VISITA TÉCNICAARQUEÓLOGICO – SãoLuís.CERTIFICADO/MEDALHAInscrição na FECEB 2014VISITA TÉCNICAARQUEÓLOGICO – São Luís.CERTIFICADO/MEDALHA7- PRETENSOS RESULTADOSDetalhe dos resultados esperados e dos segmentos comtemplados pelostrabalhos. Realização da Feira do Conhecimento Municipal de Açailândia -MA. Envolvimento de toda comunidade estudantil. Aprimoramento didático – pedagógico dos docentes; Participação de um grande número de alunos; Avanço no aprendizado em sala de aula; Incentivo aos alunos para desenvolver e apresentar seus talentos;8 - ORÇAMENTOITENS QUANTIDADE UNIDADE CUSTOUNITÁRIOCUSTOTOTAL
  10. 10. (R$) (R$)Faixa tamanho60x70 (plástico)10 Unidades 75,00 750,00Convite, 10x15,4x0 cores100 Unidades 1,50 150,00Folder, Ft 8,4x4 cores500 Unidades 0,70 350,00Banner,impressãodigital,0,90x120,0015 Unidades 55,00 825,00TransporteViagemCultural42 Unidades 131,00 5.502,00Diárias 42 Unidades 195,00 16.800,00TOTAL 24.377,00A Secretaria Municipal de Educação de Açailândia–MA, vai se responsabilizarpelas seguintes despesas:1- Infraestrutura e deslocamento dos alunos; 1- Materiais impressos para aescolha da Logomarca da Feira e na realização das oficinas;2- Recursos Tecnológicos (Data Show, tela de projeção, caixa de som emicrofone);3- Logística da Realização do Seminário de Desenvolvimento Científico,ofertando lanche, transporte aos participantes e todo o apoio técniconecessário durante todas as fases de desenvolvimento e execução do projeto.4- Produção da Cartilha sobre sustentabilidade.Trimestre Mês Ano Atividades1º Janeiro 2013 Primeira reunião com a equipe do projetoFevereiro 2013 Divulgação com as escolas para escolha dalogomarca e realização do concursoMarço 2013 Apresentação do projeto nas escolas do município2º Abril 2013 Preparação das oficinas com o tema: Metodologiade projetos, para ser ministrada nas escolas comos docentes.Maio 2013 Inicio das oficinas nas escolasJunho 2013 Término das oficinas3º Julho 2013 Inscrição dos trabalhos e a realização doSeminário: A PESQUISA E A CONSTRUÇÃODO CONHECIMENTO.Agosto 2013 Divulgação da seleção dos trabalhos paraapresentação na feira.Setembro 2013 Realização da Feira
  11. 11. 4º Outubro 2013 Organização da Visita Técnica e envio dostrabalhos finalistas para participar da FEBRACE2014Novembro 2013 Visita Técnica. Organização da cartilhaDezembro 2013 Apresentação da cartilha a comunidade estudantilAcompanhamento dos relatórios de pesquisa dasequipes inscritas na FEBRACE 20145º Janeiro 2014 Avaliação dos trabalhos de pesquisasdesenvolvidos6 Março 2014 Participação na FEBRACE, caso os trabalhostenham sidos selecionados.BIBLIOGRÁFICASBRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média eTecnológica. Parâmetros curriculares nacionais: ensino médio. Brasília: MEC,2000. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/index.php?option=comcontent&view=article&id=12598:GASPARIN, J. L. A elaboração dos conceitos científicos em sala de aula naperspectiva da teoria histórico-cultural. In: ENCONTRO NACIONAL DEDIDÁTICA E PRÁTICA DE ENSINO, 14, 2008, Porto Alegre. Anais... PortoAlegre: Edipucrs, 2008. 2 CDROM Referências.HERNANDEZ, F.; VENTURA, M. A organização de currículos por projetos detrabalho. Porto Alegre: ArtMed, 1998.LIMA, M. E. C. Feira de Ciências: a produção escolar veiculada e o desejo deconhecer no aluno. Recife, 2004. Disponívelem:<http://www.espacociencia.pe.gov.br/artigos? artigo=> Acessoem:10.Novem. 2012.MANCUSO, R. Feira de Ciências: produção estudantil, avaliação,consequências. Contexto educativo – Revista Digital de Educacion y NuevasTecnologias. 6:abr/2000. Disponível em:< http://contexto-educativo.com.ar/2000/4/nota-7.htm>. Acesso em: 5.set.2008MIRANDA NETO, M. H.; NETO, R. B.; CRISOSTIMO, A. L. Desenvolverprojetos e organizar eventos: uma oportunidade para pesquisar e compartilhar,conhecimentos, 2007 Disponível em:<http://www..mudi.uem.br/cms/index.php/textos-de-apoio/91- textos-de-apoio/214-desenvolver-projetos-e-organizar-eventos-na-escola>.Acesso em:12.Novem.2012.VYGOTSKY, L. S. Aprendizagem e desenvolvimento intelectual na idadeescolar. In: LURIA, A. R; LEONTIEV, A.; VYGOTSKY, L. S.; et al. Psicologia E
  12. 12. Pedagogia: bases psicológicas da aprendizagem e do desenvolvimento. 1.ª ed.São Paulo: Moraes, 1991.WANDERLEY, E. C. Feiras de Ciências enquanto espaço pedagógico paraaprendizagens múltiplas. (Dissertação de Mestrado em Tecnologia) BeloHorizonte: CEFET-MG, 1998.

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