Fortaleza, Ceará     2011                   3ª edição
3.3                                                                               Margens                                 ...
Bibliografia consultada ........................................................................ 20                       ...
das teses de doutorado e livre docência. Rege-se, entretanto, pelas mesmas                         A prática da orientação...
momentos têm-se constituído excelentes oportunidades de socialização de                                                   ...
12. Se repetir a reprovação, com conceito inferior a “C”, pela segunda           9. Terminada esta fase, a assembléia reti...
Dedicatória                                                                       Agradecimentos                          ...
a) Usar linguagem clara, direta e concisa.                                                                                ...
2.1.7 SUMÁRIO                                                            ATENÇÃO:     a) Deve conter todos os itens do tra...
2.3 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS                                                                      2.3.1 BIBLIOGRAFIA/REFERÊN...
MOITA LOPES, Luiz P. da. Oficina de Lingüística                       _____. A pedagogia da esperança. Petrópolis,        ...
A referência bibliográfica desse tipo de fonte deve conter:              CARROL, Lewis. Alice’s adventures in       nome d...
b) As páginas relativas ao texto ou textuais, a partir da 2.3.2 ANEXOS                                                    ...
b)   Direita       - 02 cm.   c)   Superior      - 03 cm.                    13                                           ...
pessoa do singular ou do plural. Ex.: 1) Do estudo realizado, concluí       a idéia do autor. Deve indicar necessariamente...
f) Toda citação longa deve ser registrada em espaço simples,                   processo [...] a imaginação pertence a cada...
um processo contínuo de resolução de problemas e   4.3.3 Toda nota de rodapé deve ser numerada em ordem crescente         ...
TURABIAN, Kate. A manual for writers of term papers, thesis and                                                           ...
23ANEXO I
MODELO DE CAPA                                   ANEXO I          Título do Trabalho                                      ...
ANEXO IIMODELO DE FOLHA DE ROSTO                                                                                          ...
ANEXO V                                                                                                                   ...
2.1.3. Heterogeneidade da profissão ........................................ 1063. Dominação e resistência em enfermagem ....
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  1. 1. Fortaleza, Ceará 2011 3ª edição
  2. 2. 3.3 Margens Sumário ....................................................................................O Que é uma Monografia Científica. 12O Processo de Orientação e a Defesa do Trabalho. 3.4 Fonte .........................................................................................1. Estrutura do trabalho ................................................................... 01 122. Desenvolvimento do trabalho ..................................................... 02 3.5 Papel e títulos 2.1 Elementos pré-textuais ............................................................. 02 ........................................................................... 2.1.1 Capa................................................................................ 02 12 2.1.2 Folha de rosto................................................................. 02 2.1.3 Folha de aprovação ........................................................ 02 2.1.4 Dedicatória...................................................................... 02 2.1.5 Agradecimentos .............................................................. 02 4. Elementos básicos da redação 2.1.6 Resumo........................................................................... 03 ................................................... 2.1.7 Sumário........................................................................... 03 13 2.1.8 Lista de abreviaturas e/ou símbolos ............................... 04 4.1 Estilo 2.1.9 Lista de figuras, quadros e tabelas ................................. 04 .......................................................................................... 2.2 Elementos textuais ................................................................... 04 13 2.2.1 Introdução....................................................................... 04 4.2 Citações, paráfrases e transcrições 2.2.2 Corpo de trabalho ........................................................... 05 2.2.3 Conclusões ou considerações finais .............................. 05 ......................................... 2.3 Elementos pós-textuais ............................................................ 06 14 2.3.1 Bibliografia / referências bibliográficas ........................... 06 4.3 Notas de rodapé 2.3.2 Anexos ............................................................................ 10 ....................................................................... 2.3.3 Apêndices ....................................................................... 10 18 4.4 Informações adicionais3. Orientações Específicas .............................................................. 10 3.1 Paginação................................................................................. 11 ............................................................. 3.2 Espaços .................................................................................... 11 18
  3. 3. Bibliografia consultada ........................................................................ 20 Uma monografia científica é sempre um texto que relata,Anexos ................................................................................................ 21 dissertativamente, os resultados de uma pesquisa numa determinada área do Anexo I: Modelo de capa............................................................ 22 conhecimento. Anexo II: Modelo de folha de rosto ............................................. 24 As monografias científicas a serem produzidas nos cursos de Anexo III: Modelo da folha de aprovação ..................................... 26 pós-graduação, seja a monografia da especialização, a dissertação de Anexo IV: Modelo de resumo........................................................ 27 mestrado, a tese de doutorado ou a tese de livre docência, todas são antes Anexo V: Modelo de sumário....................................................... 28 trabalhos monográficos, a saber, tratam “da comunicação dos resultados de Anexo VI: Margens........................................................................ 29 uma pesquisa e de uma reflexão, que versa sobre um tema igualmente único Anexo VII: Elaboração de um projeto de pesquisa ..................... 32 e delimitado (...) ... todas são necessariarnenhe interpretativas, argumentativas, dissertativas e apreciativas”. (Severino, 1996:119/120). Além do mais devem ser: pessoais, autônomas e criativas. A diferença substantiva entre estas modalidades está na exigência do “raciocínio rigoroso” e no caráter de originalidade que se pretende de uma tese de doutorado e/ou de livre docência. A monografia de um curso de especialização, embora considerada de pequeno porte, sem obrigações de originalidade, já expressa ORIENTAÇÕES BÁSICAS PARA A REDAÇÃO E APRESENTAÇÃO DAS um tipo de iniciação científica avançada, pela natureza das exigências eMONOGRAFIAS , DISSERTAÇÕES E TESES DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO DA CV&C EM PARCERIA COM INSTITUIÇÕES DE ENSINO pré-requisitos que lhe são condicionados, e por tratar com pessoas já comSUPERIOR. títulos de graduação. A dissertação de mestrado, embora deva demonstrar uma proposição, não deixa de ter caráter demonstrativo. Expressa, segundo A MONOGRAFIA Severino (lbid:119), “um trabalho ainda vinculado a uma fase de iniciação à ciência”, do qual, não se pode exigir o nível de originalidade
  4. 4. das teses de doutorado e livre docência. Rege-se, entretanto, pelas mesmas A prática da orientação sugere leituras, argumentos, embatediretrizes metodológicas, lógicas e técnicas do trabalho científico. de idéias, apresentação de sugestões, críticas, perguntas e respostas. Nada sob a forma de imposição e sim de esclarecimento. No processo de orientação o orientador deverá assumir o papel de interlocutor crítico e o As teses de doutorado e livre docência, são consideradas as orientando o de construtor de um trabalho sistemático ao qual precisará modalidades mais representativas do trabalho científico de tipo monográfico. Devem expor e tentar solucionar um problema devotar dedicação. com o uso de recursos metodológicos previstos no método científico, demonstrando hipóteses e apresentando “razões fundadas na evidência dos fatos e na coerência do raciocínio O professor orientador deve, preferencialmente, ser membro lógico” do corpo docente do curso do pós-graduando, mas pode ser também (Severino, Ibid: 119). Precisa representar progresso para a área escolhido pelo aluno entre mestres e doutores de sua universidade ou de de conhecimento na qual se situa. outras instituições de ensino e/ou pesquisa. Neste último caso, deve haver Como muito bem diz Severino (1996), todo trabalho científico processo de credenciamento do orientador pela coordenação do curso. deve constituir uma totalidade de inteligibilidade, articulada organicamente em sua estrutura, formando uma unidade com sentido próprio e autônomo. Na procura do orientador, o aluno não pode esquecer da importância de escolher profissionais com formação específica na área de O PROCESSO DE ORIENTAÇÃO E A DEFESA DO TRABALHO sua temática ou, quando muito, de áreas afins. Antes de procurar um orientador o pós-graduando deve ter aprofundado estudos sobre o tema que pretende investigar e ter amadurecido seu O trabalho será defendido perante uma banca examinadora constituída por três membros, no caso da especialização (quando previsto no programa do curso) projeto de pesquisa. e mestrado, e por cinco membros no caso de doutorado e livre docência. Via de regra, é o próprio orientador quem exerce a presidência do processo. A escolha dos membros das bancas examinadoras, normalmente, decorre de um acordo A relação entre orientador e orientando é antes uma relação entre orientador, orientando e, às vezes, entre estes e o coordenador do curso. educativa, pressupõe trabalho conjunto, compartilhamento de responsabilidades e O orientando terá, por fim, de 30 a 50 minutos para expor bom relacionamento. Afinal, lembra Severino (1996:122), o papel do orientador seu trabalho. Esta exposição abordará dentre outras questões: a decisão do não é o de pai, tutor, advogado de defesa, analista, tampouco, de feitor ou autor pelo tema; seu objeto de estudo; os objetivos da pesquisa; carrasco. O orientador, na condição de educador, estabelece com seu orientando pressupostos e hipóteses; procedimentos metodológicos; resultados uma relação de colaboração científica, necessária entre pesquisadores. encontrados e conclusões às quais conseguiu chegar. Dependendo da aquiescência do aluno, a defesa de seu trabalho poderá ser pública. A prática tem mostrado que, na maioria das vezes, esses
  5. 5. momentos têm-se constituído excelentes oportunidades de socialização de defesa), da monografia encadernadas em ESPIRAL, devidamente “ conhecimento e incentivo à pesquisa. recomendada” pelo Orientador para encadernação definitiva.ORIENTAÇÃO DOS TRABALHOS MONOGRÁFICOS 1. Além da disciplina Metodologia da Pesquisa Científica, a CV&C oferece 6. Será exigido do pós-graduando dois exemplares da redação seminários direcionados para a elaboração das monografias. definitiva da monografia (em capa dura), que serão entregues à 2. A orientação dos trabalhos monográficos ficará a cargo do Coordenador do Coordenação do curso. Curso e/ou professor indicado pela coordenação e financiado pela CV&C 7. As despesas com a execução da pesquisa, redação da monografia e Consultores Associados. No caso do pós-graduando optar por outro reprodução de materiais correspondentes, correrão por conta do pós- orientador, a CV&C Consultores Associados não se responsabilizará pelos graduando. eventuais custos decorrentes. 3. Durante o curso, a Coordenação prestará orientação mediante “agenda” 8. Cada curso será dado por concluído e conferido o respectivo prévia para grupos de, no mínimo, 3 (três) participantes. certificado ao aluno que obtiver aprovação em todas as disciplinas e 4. Nos últimos 3 (três) meses de aulas presenciais, a Coordenação e/ou um na monografia. orientador estará (ão) à disposição dos pós-graduandos 1 (uma) hora antes e 1 (uma) hora após o início do horário regular de aulas. 9. É obrigatória a elaboração e apresentação de trabalho monográfico ao final do curso. A Monografia poderá ser resultado de estudo teórico, mas preferencialmente deve ser voltada para aspectos Neste período, também poderá (ão) prestar orientação mediante correio práticos, vivenciados pelos alunos em suas atividades profissionais. eletrônico. 10. Dependendo dos objetivos de cada curso, a Coordenação poderá 5. O prazo para entrega da Monografia será até o último dia das aulas aceitar Monografia elaborada em grupos de no máximo 3 (três) presenciais previstas no regulamento de cada Curso, podendo ser participantes. prorrogado por mais 4 (quatro) meses, mediante condições constantes do 11. O aluno que receber conceito inferior a “C” (7,0 a 7,9) no trabalho regulamento, requerimento e aceitação por parte da Coordenação. monográfico, poderá fazer a sua reformulação no prazo de 3 (três) meses a contar da data da comunicação do conceito alcançado. 5.1- Até o final das aulas presenciais o aluno deverá entregar na secretaria do IPG. CV&C, 2 (duas) cópias (três cópias quando houver necessidade de
  6. 6. 12. Se repetir a reprovação, com conceito inferior a “C”, pela segunda 9. Terminada esta fase, a assembléia retirar-se-á do recinto para que os apresentação da Monografia, será definitivamente reprovado, fazendo jus a membros da banca possam deliberar sobre a aprovação ou não da um certificado de aperfeiçoamento. monografia apresentada. A aprovação deverá ser plena ou condicional.Com o objetivo de facilitar sua atuação, quando do momento da defesa de seu Neste caso, será dado ao Pós – Graduando(a) o prazo de 30 dias para atrabalho, a Coordenação organizou a orientação que se segue: apresentação definitiva da monografia. 1. O aluno deverá entregar as 3 ( três) cópias da monografia encadernadas em 10. Caso haja sugestões oferecidas pela banca e sendo estas acatadas ESPIRAL na secretaria do IPG até o final das aulas presenciais. pelo orientador, o (s) MBA’ er(s) deverão aceita-la (s), submentendo- 2. O prazo para “qualificação” dos trabalhos ( prévia defesa) será de 60 dias se à reformulação de parte(s) do trabalho. O certificado de MBA será após o final das aulas. O MBA’ers deverão agendar com o Orientador e com a conferido com a apresentação das cópias definitivas da monografia Coordenação do programa com 10 ( dez) dias de antecedência da devidamente aprovada pela banca. apresentação ( qualificação). 11. A aprovação deverá ser REGISTRADA através de grau de avaliação 3. O prazo para a entrega na secretaria do IPG – CV&C das 3 ( três) vias superior a 7,0 (sete). encadernadas em capa dura até 120 dias do final das aulas presenciais. A 12. Antes de encerrar os trabalhos, o presidente poderá conceder a defesa deve ser agendada 30 dias desta data. palavra aos Pós – Graduandos para esclarecimentos, agradecimentos 4. A banca será composta pelo orientador, o coordenador do programa, 2 ( dois) etc. professores convidados pelo IPG e 1 ( um) empresário indicado pelos MBA 13. Lido o registro da defesa e apresentado o resultado pelo presidente (ers) e referendado pelo IPG. da banca, este dará por encerrada a sessão. 5. A sessão da defesa pública da monografia deverá ser aberto pelo (a) 14. Durante todo o processo não será permitindo a participação do professor(a) orientador(a) que presidirá o exame. público, a não ser que, a banca, em comum acordo, decida conceder a 6. O presidente da banca deverá convocar o ( s) MBA’ er(s) para a apresentação palavra aos presentes. do trabalho determinando o período máximo de 40 minutos. 15. Para a apresentação do trabalho o(s) MBA’ er(s) poderá(ão) utilizar 7. Após a apresentação, será estabelecido pelo orientador, em comum acordo recursos áudio – visuais que incluirão desde o quadro, passando por com os membros da banca, o tempo necessário para comentários e um álbum seriado, retroprojetor e transparência, vídeo ( desde que faça questionamentos ao (s) MBA’ers (s) . parte do trabalho) até “data show” cujo contudo diga respeito ao 8. Ao término desta fase, o (s) MBA’ers terá (ão) um tempo determinado pela mesmo. Para isso deverá apresentar-se ao local de defesa com banca para a réplica as questões e comentários feitos. antecedência de 30 (trinta) minutos para, juntamente com a Secretaria do IPG, preparar os recursos acima referidos.
  7. 7. Dedicatória Agradecimentos Elementos Pré- Resumo Textuais Sumário Lista de abreviaturas e/ou símbolos Lista de figuras, quadros e tabelas Introdução Elementos Textuais Corpo do trabalho dividido em capítulos Conclusões ou Considerações Finais Bibliografia/Referências Bibliográficas Elementos Pós- Anexos Textuais Apêndices Há diferentes orientações de autores diversos sobre comoestruturar uma monografia, dissertação ou tese. Para os programas depós-graduação da CV&C, a estrutura adotada é a seguinte: Capa Folha de rosto Folha de aprovação
  8. 8. a) Usar linguagem clara, direta e concisa. b) Especificar os nomes completos daqueles(as) a quem se agradece.2.1 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS c) Evitar agradecimentos muito longos.2.1.1 CAPA 2.1.6 RESUMO DEVE CONTER: Trata-se de texto contendo uma apresentação concisa do trabalho, focalizando os aspectos de maior importância. - a logomarca e o nome da CV&C e da Universidade Deve apresentar uma relação consistente entre as partes conveniada. 01 (coesão), o que deverá resultar num texto coerente. Não 02 - o nome do(a) autor(a). deve conter opiniões ou julgamentos pessoais. - o título e, se for o caso, o sub-título. - o local e o ano – onde e quando o trabalho foi realizado. CUIDADOS ESPECIAIS: (Ver o modelo no Anexo I). - Escrever na língua do texto. - Traduzir em língua(s) de difusão internacional para a2.1.2 FOLHA DE ROSTO comunidade científica (o Resumo e sua(s) tradução(ões) devem vir em páginas separadas e Deve conter todas as informações apresentadas na capa, seguidas). acrescidas da finalidade do trabalho e do nome do(a) - Considerar a(s) tradução(ões) do Resumo opcional(ais) orientador(a) (Ver modelo no Anexo II). para o Lato Sensu. - Redigir em um único parágrafo, em espaço simples e2.1.3 FOLHA DE APROVAÇÃO em página distinta. - Expressar, na primeira frase, o tema ou assunto Deve conter o nome da universidade, o nome do curso, o título tratado. do trabalho, o nome do(a) autor(a), a data da defesa, o conceito - Incluir, no texto, o problema pesquisado, os objetivos, obtido, o nome dos(as) professores(as) componentes da Banca métodos empregados, os principais resultados e as Examinadora e o nome do(a) orientador(a), com a respectiva conclusões/ considerações finais. titulação (Ver modelo no Anexo III). - Não inserir, no texto, referências bibliográficas. - Limitar, no caso de monografias, dissertações e teses,2.1.4 DEDICATÓRIA o tamanho do Resumo a 250 palavras no máximo (ABNT/CAPES) (Ver modelo no Anexo IV). a) Usar forma simples e direta. A forma poética é permitida. - Evitar o uso de símbolos e contrações que não sejam b) Não usar mais do que uma página. correntes; fórmulas, equações, diagramas etc. que não c) Se a dedicatória for pequena, centralizar na página ou colocar sejam absolutamente necessárias e imprescindíveis à no terço inferior à direita. compreensão do texto também devem ser evitados.2.1.5 AGRADECIMENTOS 03 04
  9. 9. 2.1.7 SUMÁRIO ATENÇÃO: a) Deve conter todos os itens do trabalho que apareçam após o • Na introdução, não se listam as conclusões da pesquisa Sumário. ou do trabalho. Trata-se de uma preparação do leitor para b) No caso dos capítulos, devem ser registrados os títulos e sub- a leitura do trabalho sem explicitar as questões títulos (Ver modelo no Anexo V). fundamentais. É a “porta de entrada do trabalho”. Em c) As referências bibliográficas, os anexos e apêndices não geral, a introdução é a última parte que é redigida. Poderá recebem numeração como os capítulos (Ver modelo no ser feita depois do trabalho pronto. Anexo V). • Em determinados trabalhos, as informações relativas à metodologia aparecem em capítulos específicos. Essa2.1.8 LISTA DE ABREVIATURAS E/OU SÍMBOLOS deve ser uma decisão tomada com o(a) orientador(a). Registrar todos os elementos usados e os seus respectivos 2.2.2 CORPO DO TRABALHO significados. a) Todo trabalho científico deve ser dividido em capítulos. O(a) autor(a) poderá optar por dividir seu estudo em2.1.9 LISTA DE FIGURAS, QUADROS E TABELAS partes, as partes em capítulos e os capítulos em sub- Registrar os títulos completos de todas as Figuras e Tabelas e capítulos. de todos os Quadros, seguidos de suas respectivas páginas. b) Numeração dos capítulos e sub-capítulos: - Os capítulos e sub-capítulos deverão ser numerados com algarismos arábicos.2.2 ELEMENTOS TEXTUAIS - Há uma regra orientadora para a numeração dos capítulos e sub-capítulos.2.2.1 INTRODUÇÃO - O sistema de numeração adotado pela CV&C é: FORNECE UMA IDÉIA GLOBAL DO TRABALHO. EM GERAL, UMA Ex.: 1 para capítulos INTRODUÇÃO CONTÉM AS SEGUINTES INFORMAÇÕES: 1.1 1.2 para sub-capítulos a) Relevância do problema ou tema estudado. O que é 1.2.1 necessário saber ou é controvertido sobre o tema. 1.3 b) Razões da escolha do tema: razões do interesse do(a) c) Deve haver uma proporcionalidade entre as partes do autor(a) pelo tema. trabalho: introdução 1/5, desenvolvimento 3/5, c) Objetivos e/ou hipóteses do estudo. conclusões/considerações finais 1/5. d) Metodologia – o delineamento ou design da pesquisa; o d) Os capítulos devem ser organizados de forma coerente, universo e a amostra (se for o caso); a delimitação do caso clara e demonstrativa do que foi estudado. Deve haver (estudo de caso); o processo e instrumentos de coleta de coerência interna e encadeamento lógico de um dados e as regras para a análise dos mesmos e a capítulo para o outro. Os capítulos devem levar o interpretação dos resultados obtidos; enfim, a descrição trabalho à sua conclusão. detalhada da metodologia utilizada. e) Estrutura do trabalho – ou seja, um ou mais parágrafos para indicar de que trata cada parte do estudo.
  10. 10. 2.3 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS 2.3.1 BIBLIOGRAFIA/REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS2.2.3 CONCLUSÕES OU CONSIDERAÇÕES FINAIS 05 06 • Entende-se por Bibliografia, o conjunto de todas as a) Trata-se da recapitulação sintética do trabalho (cada fontes consultadas como suporte para a elaboração de capítulo), seguida da síntese dos resultados da pesquisa. um trabalho científico. b) Devem basear-se nos dados analisados, ressaltando as • Consideram-se Referências Bibliográficas somente as conseqüências das contribuições dos resultados da análise. obras que foram consultadas e efetivamente citadas no c) No caso de se trabalhar com hipóteses, devem deixar claro texto. quais delas foram confirmadas e quais foram refutadas. • A utilização de uma e/ou outra deve ser uma decisão d) Devem ser conclusivas, precisas e definidas. Não devem ser tomada com o(a) orientador(a). O mais comumente incompletas ou ambíguas. utilizado são as Referências Bibliográficas. e) Podem incluir, como sub-item, sugestões, recomendações ou • Não há um padrão único para registrar a bibliografia de um perspectivas para novos estudos ou para a utilização dos trabalho. As informações a seguir indicam o padrão aceito resultados. na CV&C. f) Não devem conter citações, pois trata-se de algo que você, como autor(a), concluiu do estudo. 2.3.1.1 Indicação bibliográfica de livros: a) Deve necessariamente conter: autor, título, edição (a partir da segunda), local de publicação, editora, volume (se tiver), tradutor (se tiver) e data. Observar a pontuação entre as partes nos exemplos abaixo. Ex.: ECO, Humberto. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 1983. NAKAMAE, Daniel D. Novos caminhos da enfermagem: por mudanças no ensino e na prática da profissão. São Paulo: Cortez, 1987. b) A entrada é sempre feita pelo último sobrenome do autor ou pelo nome através do qual ele é conhecido, digitado em letras maiúsculas ou caixa alta (caps lock). c) Exceto o último sobrenome e o primeiro pré- nome, o restante do nome do autor pode ser escrito por extenso ou abreviado. Uma vez tendo feito a opção por uma forma ou outra, a forma escolhida deve ser utilizada em todos os itens da bibliografia/referências bibliográficas. Ex:
  11. 11. MOITA LOPES, Luiz P. da. Oficina de Lingüística _____. A pedagogia da esperança. Petrópolis, Aplicada: a natureza social e educacional dos Rio de Janeiro: Vozes, 1997. processos de ensino/aprendizagem de línguas. i) Quando a obra for publicada por até três Campinas: Mercado de Letras, 1996. autores, deve-se necessariamente citar todos os MOITA LOPES, Luiz Paulo da. Oficina de Lingüística nomes. Ex.: Aplicada: a natureza social e educacional dos ALCÓN-DOMINGUEZ, Carmen; RODRIGUEZ, processos de ensino/aprendizagem de línguas. 07 Josep; MIGUEL, Jesus. Sociologia e 08 Campinas: Mercado de Letras, 1996. enfermeira. Madrid: Pirâmide, 1983.d) A segunda linha da referência situa-se sempre com um recuo de um centímetro de forma que se inicie mais ou menos embaixo da terceira ou quarta letra do nome do j) Quando o livro for publicado por mais de três autor. Ex.: autores, indica-se o nome do primeiro, seguido NAKAMAE, Daniel D. Novos caminhos da da expressão latina “et alii” ou “et al” que enfermagem: por mudanças no ensino e na prática significa e outros. Caso queira, indicar o nome da profissão. São Paulo: Cortez, 1987. de todos os autores. Ex.:e) O título do livro deve vir em negrito ou itálico. Só a VEIGA, Ilma A. P. et al. Repensando a primeira letra deve ser escrita em maiúscula, exceto os didática. Campinas, São Paulo: Papirus, nomes próprios constantes no título. Ex.: 1989. FOUCAULT, Michel. Microfísica do poder. 9 ed. Rio 2.3.1.2 Indicação bibliográfica de artigos contidos em de Janeiro: Graal, 1990. periódicos: FERNANDES, Florestan. As contribuições de Gilberto Toda referência de artigos de periódicos deve Freyre para a compreensão do Brasil colonial. necessariamente conter os seguintes elementos: autor,f) Quando há um sub-título após o título, aquele não título do artigo, título da revista (em negrito ou itálico), deve ser registrado em negrito ou itálico. Ex.: local, volume, fascículo, páginas inclusivas (só as do HENDERSON, Virginia A. La naturaleza de la artigo), data. Observar pontuação entre as partes nos enfermería: reflexiones 25 años después. Madrid: exemplos abaixo. Ex.: Interamericana-MaGraw-Hill, 1994. DIAS, José C. P. Participação comunitária emg) Quando não consta na obra o local de publicação, isso programas de saúde. Revista Brasileira de é assim indicado: (s/l), que significa sem local; usa-se Malariologia e Doenças Tropicais, São Paulo, o mesmo procedimento para indicar a inexistência da 38: 3: 103-110, 1986. data: (s/d), que significa sem data. Ex.: LEPORT, Celso As formas da história. (s/l): 2.3.1.3 Indicação bibliográfica de capítulos de livro, com Aprontamento,1969. autores diferentes. Ex.: DURÁN, Maria A. La jornada interminable. Madrid: MINAYO, Maria C. O conceito de representações Icária, (s/d). sociais dentro da sociologia clássica. In:h) Quando são usadas duas obras de um mesmo autor, JOVCHELOVITCH, Sandra; GUARESCHI, substitui-se, na segunda entrada, o seu nome por um Pedrinho Textos em representações sociais. traço de cinco espaços seguido de ponto. Ex.: Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 89-112, 1994. FREIRE, Paulo. Educação como prática da 2.3.1.4 Indicação bibliográfica de monografia, dissertação ou liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1974. tese:
  12. 12. A referência bibliográfica desse tipo de fonte deve conter: CARROL, Lewis. Alice’s adventures in nome do autor, título, subtítulo, local, instituição, ano de Wonderland [online]. Texinfo ed. 2.1. apresentação, número de páginas e volumes (categoria e Dortmund, Germany: WindSpiel, Nov. 1994. grau). Ex.: [cited 10 February 1995]. Available from CABRAL, Augusto C. de A. Análise organizacional: as World Wide Web: organizações e sua teoria. Fortaleza, Universidade 09 <http://www.germany.eu.net/books/carroll/ali 10 Estadual do Ceará, 1996. 220p (dissertação de ce.html>. ISBN 0681006447. mestrado). É possível usar indicação de referências de2.3.1.5 Ao usar um artigo em que não consta o nome do autor, documentos eletrônicos de forma simplificada, usa-se o nome do editor; na ausência desse, o nome da indicando apenas os seguintes elementos: instituição. Quando não houver nenhuma referência, Autor, Título, Tipo de Suporte, Data e Endereço coloca-se a indicação de que se trata de texto anônimo. Eletrônico Completo. Ex.: LEVINSON, Donald. The seasons of a man’s2.3.1.6 Indicação bibliográfica de fontes eletrônicas: life [online]. Nov. 1999. [cited 29.02.2000]. a) A ABNT ainda não regulamentou a referência wysiwyg://main.1/http://www. bibliográfica de documentos eletrônicos (artigos on- tunxis.commne line, CD-ROM, disquetes, fitas magnéticas e outros). A A seguir são apresentadas referências bibliográficas informação a seguir é baseada no Manual para extraídas de Sá (1994, p. 121) e de Ferreira & Normalização de Publicações Técnico-Científicas, Kroeff (1996, p. 12): publicado pela Editora UFMG. a) MELLO, Luiz Antônio. A onda maldita: como b) Para artigos on-line ou outros documentos nasceu a Fluminense FM. Niterói: Arte & considerados no todo, devem constar os seguintes Cultura, 1992. 226 p. Disponível na Internet: dados: AUTOR, Título (tipo de suporte), Edição, http://w.w.w.actech.com.Br/ aondamaldita/ Local: Editora, Data de publicação, Data de revisão créditos.html. Capturado em 13 out. 97; (data de citação). Disponibilidade e acesso: 16:44:47. On-line. endereço eletrônico entre brockets < >, ISBM. Veja o que significa cada um desses elementos: b) LIMA, Adriano Roberto. Da torneira gotejante AUTOR: CARROL, Lewis ao plano inclinado: simulação computacional TÍTULO: Alice’s Adventure in Wonderland de dois sistemas clássicos. Niterói: 1997. TIPO DE SUPORTE: [on line] Dissertação de Mestrado em Física, EDIÇÃO: Texinfo ed. 2.1 Universidade Federal Fluminense. Disponível na LOCAL: Dortmund, Germany Internet: http://ariadne.if.uff.br/ EDITORA: Wind Spiel DATA: Nov. 1994 [cited 10 February 1995] 2.3.1.7 Todos os itens da Bibliografia / Referências DISPONIBILIDADE E ACESSO: Available from World Bibliográficas são obrigatoriamente organizados em Wide Web ordem alfabética pelo último sobrenome do autor e ENDEREÇO ELETRÔNICO: não recebem numeração. No caso de haver mais de uma obra de um mesmo autor, deve-se usar a ordem 09 <http://www.germany.eu.net/books/carroll/alice.html> ISBN: 0681006447 cronológica do ano de publicação. Na prática, a referência bibliográfica deve aparecer 2.3.1.8 Nos casos omissos procurar a assistência do(a) como se segue. Ex.: orientador(a) ou de um(a) bibliotecário(a).
  13. 13. b) As páginas relativas ao texto ou textuais, a partir da 2.3.2 ANEXOS introdução, devem ser numeradas com algarismos Anexos são materiais elaborados pelo autor ou originados de outras arábicos colocados no canto superior direito da folha, até a fontes, que serviram como meio para a realização do trabalho. última página dos elementos pós-textuais, dando Incluem-se nessa categoria: questionários, tabelas, quadros, cartas, seqüência à númeração iniciada na folha de rosto. notas explicativas, cópias de documentos ou outros. 11 c) A primeira página da Introdução, a de cada 12capítulo, a da a) Este material deve ser numerado e paginado. A numeração conclusão/considerações finais, a da deve ser feita em algarismos romanos seguindo a ordem bibliografia/referências bibliográficas, a que aparece a crescente. Ex.: Anexo I, Anexo II, Anexo III, etc. palavra ANEXO(S) e a que aparece a palavra b) A paginação deverá seguir a ordem normal do texto. APÊNDICE(S) são contadas mas não devem apresentar o c) A palavra ANEXO ou ANEXOS deverá figurar em página própria, número da página. antes do primeiro anexo, centrada na folha e em caixa alta. 3.2 ESPAÇOS 2.3.3 APÊNDICES A ABNT e os livros tradicionais de metodologia do trabalho Trata-se de material elaborado pelo próprio autor cuja função é científico indicam espaços diferentes dos que estão oferecer mais informação sobre o tema em estudo. Pode ser sugeridos a seguir. O que foi observado é que, em se usando considerado fonte para aprofundamento do estudo do tema. o computador, ao se colocar o espaço 2 (dois), a distância a) Este material deve ser numerado e paginado. A numeração entre uma linha e outra fica muito grande. Além do gasto de deve ser feita em algarismos romanos seguindo a ordem papel, a estética do texto fica prejudicada; portanto, sugere- crescente. Ex.: Apêndice I, Apêndice II, Apêndice III, etc. se os seguintes espaços: b) A paginação deverá seguir a ordem normal do texto. a) Entre linhas – use 1,5 (um e meio). c) A palavra APÊNDICE ou APÊNDICES deverá figurar em b) Entre parágrafos – use dois espaços 1,5 (um e meio). página própria, antes do primeiro apêndice, centrada na folha c) Entre o texto e as ilustrações (tabelas, gráficos, figuras, em caixa alta. quadros), o mesmo que o espaço entre parágrafos – use dois espaços 1,5 (um e meio). d) Entre o texto e as citações longas ou as transcrições (aquelas de mais de 3 linhas) – use 1,5 (um e meio). NoA seguir você encontrará orientações com relação a alguns pontos texto da citação use espaço simples.específicos importantes, que devem atender aos requisitos técnicos da e) Em notas de rodapé – use espaço simples.ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). f) Entre o título de capítulo e o início do texto ou o primeiro sub-título – use três espaços 1,5 (um e meio).3.1 PAGINAÇÃO g) Entre um sub-título e o início do texto use dois espaços 1,5 (um e meio). A paginação de um trabalho científico deve seguir a seguinte orientação: 3.3 MARGENS a) As páginas pré-textuais, a partir da folha de rosto, são contadas mas não devem apresentar o número da página. As margens são padronizadas universalmente e devem seguir as seguintes especificações (Ver modelo no Anexo VI): a) Esquerda - 03 cm (a partir da borda do papel).
  14. 14. b) Direita - 02 cm. c) Superior - 03 cm. 13 14 d) Inferior - 02 cm. T Í T U L O F O N T E e) Início do parágrafo - 02 cm a partir da margem do texto. f) Início de citação longa - 04 cm a partir da margem do texto. Times New TEXTO Arial Roman3.4 FONTE • Título(s) (Negrito) 14 15 É permitido o uso de dois tipos de fonte: Arial e Times New Roman; • Sub-Título(s) (Negrito) 12 13 contudo, recomenda-se preferencialmente, o tipo Arial. Veja a • Sub-Sub-Título(s) 12 13 seguir os tamanhos que devem ser utilizados. • Texto 12 13 • Citação longa 10 11 Arial - 9 Times New Roman - 10 • Nota de rodapé 09 10 Arial - 10 Times New Roman - 11 • Número das páginas 12 13 Times New Arial - 12 Times New Roman - 13 CAPA Arial Roman Arial - 14 Times New Roman - 15 • Nome da Instituição, do autor, local e 14 15 data Arial - 18 Times New Roman - 19 • Título do trabalho 18 19 Times New FOLHA DE ROSTO Arial Roman3.5 PAPEL E TÍTULOS • Finalidade do trabalho 12 13 Siga as informações que se seguem sobre o tamanho do papel e as • Nome do(a) orientador(a) 12 13 características dos títulos: • Papel: A4 (21 cm x 29,7cm); • Títulos: (Ver quadro, a seguir) 4.1 ESTILO Ao escrever uma monografia, dissertação ou tese, lembre-se de que você está elaborando um trabalho científico. Isso significa dizer que você deve usar um estilo direto, claro, objetivo e conciso. Há regras básicas para a redação: a) Use, sempre que possível, o impessoal, isto é, a 3ª pessoa do singular. Ex.: 1) Registrou-se que a população era analfabeta; buscaram-se dados contidos nos documentos estudados. Em algumas áreas, é permitido o uso da 1ª
  15. 15. pessoa do singular ou do plural. Ex.: 1) Do estudo realizado, concluí a idéia do autor. Deve indicar necessariamente o nome do que a sazonalidade tem uma grande influência no índice de autor, a data da obra e a página de onde foi tirada a desemprego do setor turístico. 2) Abordamos os romeiros em busca citação. de informações sobre... Ex.: “O caminho para a comunicação bem sucedida é a b) Quando usar palavra(s) do registro coloquial, use sempre credibilidade. Quando as ações não correspondem às aspas para chamar a atenção do significado daquela(s) palavras, surgem mecanismos auto-corretores, por palavra(s) na frase. Ex.: O diretor de Recursos Humanos tende a meio dos boatos ou da mídia” (Corrado, 1994:5). “passar a mão” sobre os funcionários mais antigos. b) As citações devem ser bem escolhidas. Podem ser c) Ao usar palavras em língua estrangeira, empregue sempre usadas para dar apoio ou contrapor-se à sua idéia ou itálico. Ex.: A equipe de treinamento desenvolveu know how complementá-la. próprio para a avaliação dos participantes. c) Há regras próprias para fazer citações. Quando a d) Todo texto é formado de parágrafos que representam partes citação não ultrapassar três linhas do texto, use a forma 15 16 mais simples que é a inclusão da idéia no próprio corpo do discurso com sentido completo. É através dos parágrafos que se expressam as etapas do raciocínio: (no mesmo parágrafo) do trabalho, entre aspas. Ex.: A idéia de família nos leva necessariamente à idéia de • Para se construir bem um parágrafo, deve-se ter o cuidado de parentesco, e, de acordo com Elman (1971:29), “a mais encadear as idéias e desenvolver com clareza o raciocínio. estreita relação de parentesco é aquela que admite a • Todo parágrafo deve ter uma introdução (sentença tópico), forma de reciprocidade. um desenvolvimento (idéias de suporte do pensamento inicial) e um fechamento (sentença para completar o pensamento). d) Quando a citação ultrapassar três linhas do texto, deve ir Deve-se evitar construir parágrafos muito longos (de mais de para um parágrafo especial; nesse caso, a idéia deve ser meia página, por exemplo), e muito curtos (de uma ou duas destacada do texto. Para todo o texto da citação, a frases). margem deve ser de 04 centímetros a partir da margem • Só se deve mudar de parágrafo quando se “avança na esquerda (Ver modelo no Anexo VI). Ex.: Segundo Ulrich, seqüência do raciocínio” (Severino, 1991:80), ou seja, o citado por Freitas (1999:16) “para o executivo da Administração de Recursos parágrafo deve marcar o fim de uma etapa do pensamento e Humanos a consciência da cultura organizacional o início de uma outra. pode ser uma questão de sobrevivência. Administradores de Recursos Humanos efetivos são e) A pontuação é outro aspecto importante que deve ser conscientes das restrições culturais nos tipos de considerado na elaboração de um texto. É imprescindível que alternativas que podem considerar, nos tipos de seja usada corretamente. Quando se tem dúvida sobre qual o relacionamentos que podem encorajar e nos tipos de sinal a ser usado (se vírgula, ponto e vírgula ou ponto, ou outro ajuda que eles podem oferecer. Mudanças desejadas devem ser consistentes com as culturas existentes, ou sinal qualquer), deve-se procurar a ajuda de um especialista revistas com as mudanças apropriadas nos símbolos, em produção de texto técnico-científico. modelos, linguagem, valores, estruturas e estórias. Ambas as estratégias exigem sensibilidade para as4.2 CITAÇÕES, PARÁFRASES E TRANSCRIÇÕES realidades culturais.” e) As citações longas devem ser escritas com letras4.2.1 CITAÇÕES menores que as do texto (Fonte 10 Arial ou 11 Times a) Em primeiro lugar, você deve saber a diferença entre citação e New Roman). paráfrase. Na citação, você transcreve literalmente (ipsis literis)
  16. 16. f) Toda citação longa deve ser registrada em espaço simples, processo [...] a imaginação pertence a cada um e mas deve separar-se das partes anterior e posterior pelo dificilmente poderemos transmiti-la de maneira correta ...” mesmo espaço utilizado no texto (espaço 1,5). (Eltz, 1994:47); Ex.2: “O abismo da loucura em que estão g) De acordo com a ABNT, usam-se aspas em todas as mergulhados os homens é tal que a aparência de verdade citações. É, contudo, segundo estas normas, opcional o uso que nele se encontra é simultaneamente sua rigorosa de aspas nas citações longas. É sempre obrigatório indicar a contradição [...] é nas próprias coisas que se deve fonte da citação (autor, ano: página). descobrir esta invenção” (Foucault, 1987:31). h) Ao utilizar uma citação longa, que em si contenha uma l) Ao registrar idéias ou passagens não identificadas em citação com aspas, estas se transformam em apóstrofos. Ex.: páginas específicas, mas fazendo referências genéricas “Um dos sentidos da palavra seminário mais próximo de ao que o autor escreveu, usa-se a expressão latina sua origem etimológica: ‘é um viveiro de plantas onde se passim para indicar que o que está escrito foi referido fazem as sementeiras’. Esse significado já indica a força em diversas passagens do texto em foco. criadora do seminário, aponta o seu papel de lançar Ex.: A aprendizagem individual não garante a sementes, novas idéias, novas perspectivas de pesquisa para os participantes.” 17 aprendizagem organizacional; entretanto, sem ela, não 18 i) Quando se pretende dar ênfase a alguma palavra da citação, ocorre a aprendizagem nas organizações (Senge, costuma-se grifá-la (com um traço sob a palavra ou 1998, passim). expressão) e indicar que o grifo é do(a) autor(a) do trabalho. m) Deve-se evitar citação de citação; entretanto, nem sempre Nesse caso, registra-se entre parênteses: (o grifo é isso é possível. Nesse caso, deve-se indicar o sobrenome nosso/meu). Ex.: Conforme enfatiza Corrado (1994:35): do autor da citação, seguido da expressão ´citado por´ ou da expressão latina ´apud´, seguida do sobrenome do(a) “o papel estratégico da comunicação é auxiliar autor(a) consultado(a), indicando ano e página. Não se internamente, motivando os empregados a uma ação produtiva e, externamente, ajudando a posicionar a esqueça de indicar a referência completa do autor do empresa junto a públicos externos” (o grifo é nosso/meu). documento efetivamente consultado na bibliografia/referências bibliográficas. Não precisaj) Caso haja no texto algo que você considere que está incorreto, referenciar o autor citado por outro autor. estranho ou que seja uma idéia irônica, coloca-se, Z Ex.1: De acordo com Levinson, citado por Chiavenato (1993:94), “O japonês médio é um dos sujeitos mais honestos que vagam pela face da terra. No entanto, o Japão é “a interação psicológica entre empregado e a provavelmente, entre os países ricos, aquele em que a organização é um processo de reciprocidade: corrupção graça (sic) com mais vigor. Eis uma das mais a organização realiza curtas coisas para e pelo desafiadoras esfinges japonesas; quebra-cabeças que participante, remunera-o, dá-lhe segurança e impõe uma lógica rarefeita e que não oferece respostas status; reciprocamente, o participante fáceis” (Silva, 1998:112). responde trabalhando e desempenhado suas (A palavra grassa do verbo grassar é escrita com dois esses); tarefas”. k) Se na citação houver trechos no inicio ou no final que não interessem ao autor, pode-se omiti-los colocando-se reticências; Ex.2: quando a omissão é no meio do parágrafo, usam-se as “A satisfação de algumas necessidades é reticências entre colchetes conforme os exemplos a seguir. Ex.1: temporal e passageira, ou seja, a motivação “... a imaginação de qualquer uma das partes contamina o humana é cíclica: o comportamento é quase
  17. 17. um processo contínuo de resolução de problemas e 4.3.3 Toda nota de rodapé deve ser numerada em ordem crescente de satisfação de necessidades” (Maslow apud desde o início de cada capítulo. Seu número deve Chiavenato, 1993:68). corresponder ao que aparece entre parênteses em caractere menor que o usado no texto, após a palavra final da sentença4.2.2 PARÁFRASES ou do parágrafo, colocado sobrescrito, após a palavra ou a) Consistem em registrar a idéia de um ou mais autores com expressão que gera a nota de rodapé. suas próprias palavras. Nesse caso, não se colocam aspas, 4.3.4 Toda nota de rodapé deve necessariamente ficar na mas deve-se necessariamente indicar o nome do autor ou mesma página em que se localiza o número de chamada. autores e o ano da obra. A indicação da página da obra é 4.4 INFORMAÇÕES ADICIONAIS facultativa, porém recomendada. Ex.: Para Lewin (1969), nada é tão prático que uma boa teoria. Um trabalho científico nunca está completo ou é definitivo em sua primeira versão. A fim de evitar trabalho b) Quando uma idéia está presente nos escritos de vários autores, desnecessário, siga as recomendações a seguir: faz-se a citação livre ou paráfrase, indicando o nome dos vários 19 20 autores. Ex.: Há um inter-relacionamento entre as estruturas 4.4.1 Para apresentação aos membros da Banca Examinadora, formal e informal nas organizações, o que dá origem à existência providencie as cópias, em número solicitado pela de vários grupos, processos e funções dentro das empresas. coordenação do curso ou programa, organizando-as em (Mayo, 1965, Simon, 1970; Selznick, 1979; Etzioni, 1980). espiral com capa plástica. Observe todos os requisitos (Seguir a ordem cronológica do mais antigo para o mais recente). exigidos para a versão final.4.2.3 TRANSCRIÇÕES 4.4.2 O tempo mínimo exigido entre a versão entregue para a a) Consistem em registrar a “fala” dos sujeitos e ou informantes defesa e a sua possível data deve ser aquele estabelecido utilizados na pesquisa. pela coordenação do curso ou programa. b) Devem obedecer o mesmo recuo utilizado para o parágrafo 4.4.3 Somente após a defesa, ao atendimento a todas as (02 cm a partir da margem esquerda). recomendações da Banca, seguido da revisão final e da c) Devem ser digitadas em fonte Arial 10 ou Times New Roman análise, por parte do(a) orientador(a), é que o autor deverá 11, em itálico, utilizando espaço simples. providenciar a encadernação definitiva do trabalho no prazo estabelecido pelo regimento do curso ou programa. d) Devem ser separadas do texto antecedente e do texto subseqüente por um espaço 1,5 (um e meio). 4.4.4 A encadernação definitiva deve ser em capa dura, na cor azul marinho, com letras douradas.4.3 NOTAS DE RODAPÉ 4.4.5 Uma das dúvidas constantes dos alunos é quanto ao4.3.1 Para efeito destas normas, as notas de rodapé serão utilizadas número de páginas que deve compor a monografia, com as seguintes finalidades: dissertação ou tese. Não há uma resposta definida para a) Oportunizar a complementação de informações que são essa questão. Pode-se, entretanto, informar que a necessárias à compreensão do texto. extensão de um trabalho científico depende de vários b) Apresentar a versão original de citações traduzidas no texto fatores: objeto de estudo, objetivos, metodologia utilizada, ou vice-versa, caso seja necessário. além da própria capacidade de redigir do(a) autor(a).4.3.2 As notas de rodapé, como o termo indica, localizam-se no final É comum, porém, observar-se os seguintes intervalos: da página, abaixo de traço horizontal, a um centímetro à direita da margem esquerda, em espaço um e com letra menor que a do texto. (Fonte 9 Arial ou 10 Times New Roman).
  18. 18. TURABIAN, Kate. A manual for writers of term papers, thesis and dissertations. 4 ed. Chicago: The University of Chicago Press, 1976. TIPO DE TRABALHO Nº DE PÁGINAS UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Biblioteca Central. Normas para apresentação de trabalhos. 5 ed. Curitiba: Ed. UFPR, 1995. Monografia 50 – 80 SANTOS, Izequias Estevam dos. Textos selecionados de métodos e Dissertação 80 – 150 técnicas de pesquisa científica. 2. ed. Rio de Janeiro. Impetus, 2000. Tese 150 – 250 FERREIRA, Sueli Mara S. P.; KROEFF, Márcia S. Referências bibliográficas de documentos eletrônicos. São Paulo: APB, 1996. 2 v. Os números que constam nesse quadro não são uma (Ensaios da APB, 35 e 36). norma; são uma sugestão. Lembre-se de que é melhor escrever um trabalho menor, com rigor, conteúdo e qualidade, do que grandes relatórios vazios. 21 22NOTA: NORMAS ADAPTADAS PELO PROFESSOR DA UECE, CLÁUDIOFERREIRA BASTOS, A PARTIR DAS NORMAS DE ORIENTAÇÃO DETRABALHOS CIENTÍFICOS DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ.ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. Normas ABNT sobre documentação. Rio de Janeiro, 1989. (Coletânea de normas).CERVO, Amado Luiz. BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia científica: para uso de estudantes universitários. 2. ed. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1978.DENCKER, Ada de Freitas Maneti. Métodos e técnicas de pesquisa em turismo. São Paulo: Futura, 1998.FRANÇA, Junia Lessa et al. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 4 ed. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 1998.REY, Luis. Planejar e redigir trabalhos científicos. 2 ed. São Paulo: Edgard Bleicher, 1993.RUDIO, Franz Victor. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 3 ed. Petrópolis: Vozes, 1980.SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia. 6 ed. Belo Horizonte: Intrerlivros, 1978.SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 17 ed. São Paulo: Cortez/Autores Associados, 1991.
  19. 19. 23ANEXO I
  20. 20. MODELO DE CAPA ANEXO I Título do Trabalho MODELO DE CAPA PREENCHIDONome do Autor Cláudio Ferreira Bastos As FATE – FACULDADE ATENEU estrat FATE – FACULDADE ATENEU égias de comu nicaçã Cláudio Ferreira Bastos Nome do Autor o promo cional dos restau rantes AS ESTRATÉGIAS DE COMUNICAÇÃO do corred PROMOCIONAL DOS RESTAURANTES DO TÍTULO DO TRABALHO or Turísti CORREDOR TURÍSTICO LITORÂNEO DA CIDADE co DE FORTALEZA litorân eo da cidade de fortale za Local Fortaleza - Ceará Ano 2006 Ano 2001 24 25
  21. 21. ANEXO IIMODELO DE FOLHA DE ROSTO 26FATE- FACULDADE ATENEU Nome do Autor ANEXO II FATE – FACULDADE ATENEU TÍTULO DO FATE – FACULDADE ATENEU TRABALHO MODELO DE FOLHA DEdo OSTO PREENCHIDO Nome R Curso Cláudio Ferreira Bastos MODELO DA FOLHA DE APROVAÇÃO Título do Trabalho: AUTOR(A): AS ESTRATÉGIAS DE COMUNICAÇÃO PROMOCIONAL DOS Monografia apresentada ao Curso..................... da .........................como RESTAURANTES DO parcial para obtenção do LITORÂNEO DA requisito CORREDOR TURÍSTICO certificado de especialização.................... Área de CIDADE DE FORTALEZA concentração .................................. Defesa em: ___ / ___ / ___ Conceito obtido: Orientador: __________ Monografia apresentada ao Curso de Especialização (Lato sensu) da FATE Faculdade Ateneu em parceria com a CV&C Consultores associados em Banca Examinadora parceria ,como requisito parcial para obtenção do certificado de especialização Local em MBA Executive. Área de concentração ______________________________ Ano em Marketing. Nome do(a) Professor(a) orientador(a) com Orientador: João José da Silva respectiva titulação _______________________ ________________________ Nome do(a) Professor(a) com respectiva Nome do(a) Professor(a) titulação com respectiva titulação Fortaleza – Ceará 2008 ________________________ ________________________ Nome do(a) Professor(a) com respectiva Nome do(a) Professor(a) titulação com respectiva titulação
  22. 22. ANEXO V MODELO DE SUMÁRIO SUMÁRIO Lista de Abreviaturas e/ou Símbolos ANEXO IV .................................................... MODELO DE RESUMO 28 29 8 RESUMO Lista de Figuras, Quadros e Tabelas ...................................................... 9O objetivo da dissertação concentrou-se nas estratégias de comunicação promocional doequipamento turístico “restaurante”, compreendendo os estabelecimentos do corredor 1. Introdução ..........................................................................................turístico litorâneo da cidade de Fortaleza, classificados pela SETUR-CE. Como ... 12resultado de pesquisa bibliográfica e documental, abordou-se a relevância e asparticularidades do mercado turista receptivo de Fortaleza e demonstrou-se as 1.1. Estudos sobre a prática de enfermagem e a categoriapotencialidades deste mercado para o direcionamento das comunicações mercadológicas da resistênciado equipamento turístico restaurante. Buscou-se relacionar as etapas evolutivas do ....................................................................................marketing e as demandas para alterações nos modelos processuais de comunicação. A 17partir do modelo original, o trabalho retrata a sua evolução com passagens da 1.2. Metodologia utilizada na investigaçãocomunicação de massa para a comunicação segmentada. Discorreu-se sobre os sistemasde percepção de mensagens do público receptor a partir da expansão do número de ......................................emissores, diversidade de informações e da sua capacidade de filtrar informações. 27Realizaram-se investigações de campo envolvendo entrevistas pessoais com dirigentes 2. Enfermeira: profissão e formaçãode restaurante e clientes turistas em consumo, utilizando questionário estruturado não- ......................................................disfarçado em uma amostra probabilística de 56 elementos escolhidos entre as 128 43unidades do universo pesquisado. Objetivou-se com a pesquisa direta, conhecer o graude utilização dos restaurantes quanto: ao esforço de comunicação promocional; à 2.1. Uma discussão sobre a profissãoutilização de mídia e mensagens direcionadas aos clientes turistas; ao apoio de .............................................assessoria de comunicação especializada; à cooperação de fornecedores e/ou outros 46parceiros em promoção conjunta. Objetivou-se, também, conhecer a opinião do turista 2.1.1. Historia natural de profissionalizaçãoem consumo sobre os produtos/serviços oferecidos pelos restaurantes, os motivos das ............................freqüência e os veículos e mensagens que os influenciaram na decisão para o consumo. 71Em síntese, pretendeu-se contribuir para o entendimento da relevância do cliente turistae sua complexidade de motivações, bem como, da diversidade de meios e mensagens a 2.1.2. A enfermeira como profissionalserem elegidas nas estratégias de comunicação promocional dos restaurantes do trade .....................................turístico de Fortaleza 91
  23. 23. 2.1.3. Heterogeneidade da profissão ........................................ 1063. Dominação e resistência em enfermagem ........................................ 116 3.1. Dominação sutil e declarada ...................................................... 131 3.2. Lugar da dominação ................................................................... 152 3.3. Lugar do dominado .................................................................... 1674. Trabalho: o critério definidor do movimento de construção da resistência ............................................................................................. 1772 3 cm 4.1. Sobre o trabalho .........................................................................c 232 livres MARGEM SUPERIOR 4.2. A enfermeira como trabalhadora ............................................... 247 m 4.3. A luta para conservar ou transformar ...................................... 257 3 2 cm5. Conclusões............................................................................................ 269 c m 4 cmReferencias Bibliográficas .................................................................. 284Anexos ...................................................................................................... 294 MARGEM INFERIORAnexo I: Ficha individual dos entrevistados ......................................... 295Anexo II: Roteiro de entrevistas ............................................................. 296 M AR M 31 M ANEXO VI GE AR MARGENS 30 A M GE M R DE M A G INÍ DE R E CI CI G M O TA E DE ÇÃ M E PA O S RÁ LO D Q GR NG I U AF A R E O E R I D T A A 2 cm

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