Aprenda a costurar-gil_brandão-1967

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Aprenda a costurar-gil_brandão-1967

  1. 1. V** 'v __ '*” ' ' Í'. ¡g_. | nç-À mnnn . lx ll. l zuuuíwx . .mx dm wii. ¡ilÃn-u, í! f¡ 'i ç t ' i Álüzudu Luz¡ x ulm-: xxu n Hmh num! .uuIh/ nh . M. Hnu_ Átfí-Âã l _ Á_ _ ' . JA, _ . ,N _L _ ? k4k luminix1J. l A -z ' A . à. ( «VHVÃHMN prJHÇux “sbrc o rmlnxHzn . x L”". L'IIT. IY'. Í / _WD_ _, _ __ é. Iunum u JCÍÀHMN «L- xHNÍLHÃÉ. 1- v ; V J à_ N N N PÇ, J ( A( um' Ixhiçu Ch rndm m ¡ipm da' rnup. : I D( l 3: ' ç í ~, J». .Nzum uvm um# i. ; pigilmh Jcdiukía» . nu (NR ll . = n ; : = _a . , ' , . . , " IV 4'_ -m~-. . s/ -u- Í'l“I'(, I:l l/ ÃHU 1)] R( ¡l, »l'. Í. | x. TH_ *x GIL BRANDÃO
  2. 2. gii Brandão APRENDA A COSTURAR 3.° edição, revista e aumentada contendo os métodos de corte para roupas infantis e adultas ESTADO DA GUANABARA _ 1 9 ó 7
  3. 3. prefácio LH. " a” Originuís de "nu livra como êste. cum n nzesnro carinho e a nrcsma, ,oyspeüu com que / Umm-u e revel. ” "S Imp' ' de "li" “u prelerérxuiu. E turma-su simples a cxplicuçnu: um uwêàuco raw'. da nossa geração' médl-"o d" Fur” brilhante a (Irquiletn - lalve: pela ¡Inperiusu ¡zancssídude de _lplmu _WM jrerzéticus valóres estélírsms em ¡dgumu (lmq-dudl, manda “ lápis e “ Camlpusso - resulte um Jiu (L°“""d” 971-" ""'“5") Critur mutlêlos Í? ,7li'lilI! /›| E percebe quase dísplicr-nta. (o que ¡; _Wu ¡ol-¡L-o¡ qm_ as nruiheres a aceilum e o segui"" m"" ¡”, _. ¡¡“(. ¡~w_ Huuu suln ilescoberm a sevudu_ O médú. ” uqhmv-u 00"¡ 54"** I""Í“"d°5 °”", “ecirr¡er1l: » do Inutimniu ¡- u arquiteto ram sr-us aliam padrões de 1mm gôsmA ¡Wmm e Pode' ”""l'”'* "E as dois so ¡urirunz para 'm' "imudad" à terveir" Pãrm düslv lumpvrnnrevrlr: ¡nuilu artista que é Gil BTundão_ E- MI": P” 955" razâío. seus ¡notIi-Ias são quase- qmcmua. _YUI-a se encontra"" m. plwuenws qm. (um. l". """ W" Ima"" _ q"" Uria. qunr nnulerrw - FOR-VA - RHKVÚ - iuornvg( . íu _ INSPI- RAÇÃO 9 "mà q"" Pñmvíprzlrwrenle: _-lL.1I. ~|. 5"” "Wdêws úbmmr cnmu que inrpeiitlt» ¡Iur "m" M75" mu! ” e "ústerñtrsxr. uuju urigcnr uinguõnr 50"! ” “té “ma” "m5 que vou rervlrtr ¡rñslz- rnuuwn- '05 Sã” "MÊh-WS' Sã" míúm1n_~ da tarlolu ¡uúgírrr 110511' lulvulu imensa que é Cib l¡¡. m"¡ã0_ qu” ¡uz , , qm, quer cmn seus lápía cnmmuduà_ 'li 951d PNQ"" '$519 livro mu di¡ u nzmruu uh'- › u qu: : mu' daria uniu nl"" Pn-ma Pugnq-u_ porq”. - lmm '75 q"" "”"h““"" “'11 autor de pariu. ÍTÍIICFN' ¡rpr-nus (le nruis uma criam" ¡, "pn. ¡.¡5¡, ¡ dês” ¡m-gm e tulmirávol _líguríníslu_ w_ a ¡l-¡u-PU why: “(15”. "aq. ~'n Brasil capa: de ont-rum'. a ¡HHCU "Hugh, que "m. bull 'll' <[1'5”""""- RESPÓHU-U purquv élc wrnprv subi' u que jaz. Ãdnzírrt-u ¡Inuquu mbe _Iuzz-r. upIruuln-n porque fu: bom _leila edna savaget
  4. 4. Tutu l RELAÇÃO ENTRE OMBRO E COSTADO 14:5. da braço Ombro 2a 24 u 25 11.5 É: 2a i1' 29 . m 12.5 - r: : a3 34 11.5 37 1* as 39 I4.5 , m 41 15 42 TABELA 3 TABELA 2 ALTURA DA CAVA IDEAL NA BLUSA Alt. d. cava ¡da! ELEMENTOS PARA o TRAÇADO m MANGA cmg. : da Canada 34 . , . , , _ . . . . . . . , 35 Zlb 37 3B 39 . . . . . . . _. ll] . . . . . . . . . , . .. 41 . . . . . . . . , . . .. 42 , , _ , , . . Largura da Meia-largam amp: da manga 23 . . . , . . 13.5 . 24 . . . . IQ '25 . 11.5 26 . , IS 7 . . 15.5 2B . lt¡ 29 . . . 16.5 30 . r v 17 31 . . . ., 17.5 . az __ . 1a 33 . 13.5 . IM . . . . 19 . 33 _ . 19,5 36 . . 20 , ;n , _ 20.5 3a 2¡ . :m _ 21.5 . . 40 . 22 . . , 41 _ . .. 21.5 . . , . . .. 41 . . . . . , . . . . . .. 23 : mu-ya .12 . i2 12.5 . . 12.5 , 13 p-yr-n-›. r.. - manu xa m. : 19 19.5 2o no.5 2 l 21.3 21.5 22 22.5 22.5 2a 23.5 23.: 24 zu 24.5 25 25,; 10,5 10.5 10.5 10.5 ll Il ll ll TAlILA 4 MEIA-LARGURA DA MANGA PARA UMA CAVA QUALQUER COM EMBEBIMENTO NORMAL Contorno rara¡ da Meia largura cava da musa da manga c"" da "m" 36 13.5 CIE 37 14 341 M¡ 14.5 W 38.3 , . . . , . L": 40.5 40 15.5 42.5 41 Iñ 43.5 41.5 16.5 15 43 17 (s. : 44.5 . . . . . . . . . . . , 17,5 47 45 . . . . . . . . . . . . . . . . 1B OB . . 46.5 15.5 49.5 47 . . . . . . . , , . . 19 50 . , 05.5 . . . . . . . . . . . 13.5 SLS 49.5 20 52.5 50.5 20.5 S4 51.5 2| 55 . . 53 21.5 56.5 53.5 22 S7 Tnnau 6 TABELA DAS FOLGAS Aumento do Aumenta da Descida da umbro um uva LINHA A - 0.5 0.5 . . . . . - 0-5 LINHA B - l . . . . . . . . l . . . . . . . l uma c - 1.¡ . ... .. . . l.5 1.5 LINHA D - 3 . 2 2 LINHA E - 3.5 . , . . . . . . 2.5 2.5 . . TAnELA 5 RELAÇÃO ENTRE A MBIAJARGURA E A CAVA DA MANGA Marau. . d¡ manga l3.5 14 14.5 15 15.5 16 16.5 17 ' 17.5 IEA ll.3 19 19.5 20.5 21 21.5 Fal¡- 0.5-] l -15 1.54.5 2 v3 J -l
  5. 5. 15* PARTE CONSELHOS E ENSINAMENTOS PARA AS PRINCIPIANTES COMO TIRAR MEDIDAS LIÇÃO 1 Antas de tudo, queremos informar as nossas leiloras que. ntmvés das lições des- te livro. procuraremns ensinar a maneira mais simples e objetiva de como cortar e costurar. O corte dependem¡ da maior ou menor facilidade com que a leitora apren- der esta: : lições e a costura uxtará condicio- nada ao trabalho e à experiência, que alo. no final de contas. os melhores mestres. Por intermédio do nosso método. que tentaremos tornar u mais clam possivel. a leitora tomam conhecimento das regra. ; ge- rais do corte e dos pequenos detalhes que dão a necessaria elegância a costura. Con- selhos práticos para o bom resultado dos trabalhos também serio dados a medida que as lições se sucederem. Não se preocupe a leitora com o fato dc que não tem jeito nem conhecimentos ou pratica do assunto. costurar bem se bascia apenas em um pequeno trlnbmlo: trabalha persevennu, gostar da costura e um pouco de imaginação. Nesta primeira lição, tratorcmos das me- didas, ponto de grande importância, pois é do cuidado com que ela: são Inmadus que depende uma prova rápida e fácil. Sendo assim. ensinaremns quais as medidas neces- sarias para o corte e a maneira adequada com que estas medidas devem ser tomadas. As figuras que ilustram esta pagina servirão de guia, bastando comparar os números das medidas. HL dois tipos de medidas l. Medidas ¡undamentais - são aque- las necessárias para o traçado das bases. Medidas complementares - são aquelas necessárias para a transfor- macio das bases no modelo que se duelo. na I. MEDIDAS FUNDAMENTAIS BLUSA i u: o. camprínlenlo a› / rmte - coloque a extremida- _de da fita : métrica no ombro. junto a base do pescoço. e q”. ça com eia até à cintura, pas- sando bem por cima do busto. Lu custos 4 coloque a extremida- de da fita metrica nn ombro, junto a base do pescoço (no mesmo ponto em que se tirou a medida da frente¡ e desça com ela até a ronnavidade na- tural da cintura. O comprimen- to das custas é geralmente 2 a Jcmmaiscurtaduqueoda (rente, embora haja casos em que ambos são iguais e outros ainda em que a: costas são mais compridas que a frente. ombro - coloque a fita métrica sô- bre o ombro e meça o seu compri- mento do pescoço à extremidade. cortado - coloque I extremidade da fita métrica na metade da distância entre o ombro e a dobra da axiia nas costas (estando os braço¡ cru- zados normalmente na frente) e. passando-a por cima das umoplatas, meça a distância de um lado a outro. A tabela n° i da uma relação entre as medidas do ombro e do contado. Consulte-n sempre para verllicar se atas duas medidas foram tiradas corretamente. Por exemplo, para ombro com 13 cm corresponde um custado com : ea cm. só ha um caso em que a tabela nao e aparente- menbe respeitada: nas pessoas ¡or- das. ha um acúmulo de gordura ao- bre as omoplatas. de maneira que a medida do custado e muito maior da que a que deveria ser. Nesta situa- ção. o remédio e corrigir a base de- pois de traçada, cortando o ombro. pescoço - coniome o pescoço, cm sua base, com a fita métrica e lei¡ a medida. busto - passe a fita métrica por baixo dus axilas e. apoiando-n por cima do busto. sem apertar. leia a medida du contõmo. Se der nume- ro impar, use o número par imedia- tamente superior. altura do busto - meça com a fita métrica. de baixo pan cima, a dis- tância entre a cintura e o ponto
  6. 6. mais elevada do busto. Bata medi- da. é necessária para o cumprimento da pense vertical de busto. t. ge- ralmente. de i8 cm. separação do busto - meça e dis~ Lancia entre as pontas dos nelas. E em zerei. de 20 cm. cintura - contome a cintura com n me métrica e inça a medida. II, MANGA 9. lO 11 m. 13 complemento - dobre o braço da pessoa de quem estar¡ tirando as medidas e coloque a iii. : métrica no sentido do comprimento. desde o ombro até o punho. fazendo simul- taneamente a medida do compri- mento desejado. seja mama curto. tres-quartas ou comnrida. altura do cotovelo - aproveite a po- sição da flu. na medida anieriar e meu a distância entre o ombro e a ponte do cotovelo. boca da manga - meu o oonwmo do braço. na altura das inte man- gas isto e. curte, txt-quartas e comprida. !ima medida só eerve de cnnironlo. pois a manga é eemnre umpouoomnislargadooueoeon- tómo do braço. para que posta cair ban. largura do braco - ! um sta me- dida oontormnda n braço no ponto em que ele é mala grosso. ou sell. ioga abaixo da axile. Deixe a m: métrica um pouco iolgedn. SAIA quadra - conformes mm e iila métrica no ponto de sue¡ portes mais ealientur (em gem! , 20 cm abaixo da cintura) e taça e medida como o busto a a cintura. se o re- sultado tor um número impar. use o número par imediatamente supe- rior. a nm de facilitar aa divisões para o traçado das baxa. altura do: aliadas - e a distuicln entre a cintura. e o nivel em que n medias anterior foi tomada. B, em geral. a no em. comprimenia - segure a iita me- trina na cinture e leme e medida desejada pare o comprimento da Slll. MEDIDAS COM PLEMENTA RES como já dissemos. as medidas comple- mentares varilm conforme o tipo de vesti- menta. e serão dadas no transconer des lições sin extreroamente Veriados, como por exemplo. gancho e tornozelo. para nal- ças cumpridas. altura de um tomara-que- cair-L, profundidade de um decote. etc
  7. 7. n" uçAo 2 MANEQUINS - PREPARO DA FAZENDA 8B 1') t9.) 94 iii 25 56 35 Na iiçlo anterior. Vime¡ como podem aer tiradas u um¡ medidas neceestriu l exe- euçlo de um vestido qualquer. Note-ee que tratamos du medida¡ human. podendo ser aumentada: ¡quelaa que ! Mun exigida pelo modela do veetido, isto e, la comple- mental-er. Nesta lido. mosiraremm que aemedi- du. de uma maneira zerei. correspondem a umreerie de umpemsntoe. cada um do¡ quai¡ ae convencionou chamar de mene- quim. Anompanhando sta lição. estampa- mosumquadmoomoedivenoenlanequins e aa medida¡ eorremondentu a cada um. Por meio nem quadro. a leitora puder¡ comparar a¡ propria¡ medidae e veriiimr a que manequim pertence o : eu fleioo. ia- cilitandn asim o wrte por meio de moldes que j¡ van can o manequim ! ixo ou entio l compre de vestido¡ pronta. Nztunimen- 'A ee medidas, muito¡ veres. nto concor- derloanuxtnoeptmumdemodoqueo manequim oorreepondmte eeri aquele rm que u medida¡ ooincidirem o maior nume- rodevezmoilquelnnieaeaproximarem no conjunto. Note-Ie olie ee medidas do comprimento da aala do muito vu-liveie, pod¡ oscilam ao sabor da moda, e que as do comprimento da manga mrreepondem i manu comprida. Adm. vinte a duatlo dae medidas, pee- pernobunruultadodauuturmvejlmo-lo: Quando e leitora daconiinr que o le~ cido ir¡ »colher epñe aprtlnein lavagem. torne-Ie pncilo que ne molhe ma. a me- mtmdentxndeumahanneinquetean duvida, o hai mai¡ eprnwiedo, dor-ente o oorrerdeumanoilelaiogoemadenho- near ligeiramente úmido o depois entln. 0 processo do "deem-aee" ocnelaie no eecuinte: nobre uma mu¡ ou mna teima de enganar. coloque o tecido, dobrado em doll. o indo direito para dentro e o evento para (ora. Prepare um recipiente can uu¡ bem limpe. um pena branco bastante largo. iam é. we corresponda. pelo menor. A lartun do tecido dobredn. ou leia. por exemplo. 70 cm de comprimento por 50 da largou. Mer- gnlheestgpanonalcuLtorcendo-nemae- unida. perl que lique bem molhado, rem Bill' contudo, lllldpndo. Aaeiín leito, u- tendaopenoeobreotecldoepaeeeoieno bem quente. sem apoie-lo com muita iôrva. pan nlo lazer nmhuma numa nobre e ll. que deve ser. em numa. tnteda pelo vapor. Paeeeotehodeetramaneiznateaeecll-m complete do pano. Verifique então re o le- cidn est¡ bem lieo. poroue. ein cnc contre- ximépreekoretouiardopnnoúmidorn- nunk-io ligeimnente meia uma. vez. se a 1¡ near um puxou úmida com este treta- mmto. não tem importlncla: basta deixe- le secar' pa' sl mesmo. Amedidaquefürdslooandaopano branco pm o "dentista" de toda e ! e- nrndmvruteaierxçioaoiugnremqueter- mirmuoorocessonnterionefimdequeo pano lnnlhuio seja colocado exetamente no moto ui¡ mic o hibelho u ! oi efetuado. Desta maneira. o vapor entrar¡ no tecido in- teiro uniformemente. ?media do mesmo modonieolimdamelrllemereanneeea lnsmaqxmdoebbreooutmladndoteci- dodelñ. comietcmaleitoreiioueeertade poder trahlhar inoonvmlentu, 0 "dé- eetisaae'. quando e bem feito. impede que É r Ê É É É 3 inrumniaaendnnnmumoeohdoemqll! Iaiudepeçnlnioje. lsehlbiioápkimo edpveeercorrlxidopordoureeõuprixici- pela: prime . poi-une om molde cortado numtecidoenrtrzndoenhelodeprecamii- oomwdeprobebilidndeneiormado quandooteuidniorpanedolfermeee- ¡undm porque ll nocturno jam-J¡ ! lendo correta. quando feita numa ! acenda amu- eada. menina que. Posteriormente. Kill¡
  8. 8. LIÇÃO 3 UTENSÍLIOS DE COSTURA à Onbunaubenslnnmesnqunlquarcpédg de ¡uvlanda manu). acumula¡ Apartado do tnbnlhnepouptm tunpoedlnmhv. N¡ costura. como em quuanar pronaaln, u pe- ritos emprega: : sómente os melhora uten- smoqconurvmdn-u sempre em bancan- mções. Deaummeh-mcunrdc n ¡caule! - tnrmbemgravndonnmmmosnrmnuum- : alho: tenhnaunpretmlohnna ubuntu: : deeostumcnidundndclnlnomumbnnwde carinhmoomnumnnanoaobjemsmnlntd- gala : :em mundo. Vejamos. anula. qnd¡ os mnwrlnlsdnquennmnltalbnacnotmm: MÁQUINAS DE COSTURA - A¡ me- lhnrueumnnoàmodudmwndúvla¡ nlzumn, u mLqmnns elétricas. Quando n leitor¡ comprar um¡ duas máquinas. nlo começa ¡mcdlanmence l costurar. Primeiro, acostuma-se bastante no seu manejo, estuda bem na suas diversas meu. us sem diferen- ca pontas. até conhecer as seus menor: : se- Imdns e POQer mAneJn-ln com a maior de- senvoltun punível. Não esqueça tunbcm qua 1 máquina: é um uaecnnlano. e. cimo m. :mesma de cuidados. Perlodnammu nnnnnní). =1 11. à à 1 vocddmapmeednràiualnnpengenlve- mmnaooutndodnudsumadupeçn. TESOURAS-Oldulepmturquntm tesouras: duas teuourlnhu de tamanha¡ dl- IerenM-. s par¡ cortar [tnhu e manaus, e duas lacuna transita. de 18 l 2¡ centime- tros de comprknenlo. ldeqlndu put curtir tecido¡ Devem nar de Ico de prlmeln qm- lldnde. pol¡ dunrio muito nula. Convém comuns-hs sempre uma: e quando ue pre- tende cortar molda¡ mus pesados, é pru- dente manu: : : nt-lu prêvinmmla. Deveae tomar o cumulo de nlo u deinr cdr u toda momento. pois issu u prejudica. De grande utuldnde alo Is bcmuns denbadls. 'his YA- souru sin multa prime: : porque poupam o trabnlhn de chulnr na nocturna. uma w: : que curta: : n (uma: un ! amu de dentes, evitando que elas se deaflem com facilidade. AlfmlTES-Oenlfmêfmsãnelemm- tasindupenslveianncodum. servunpnra prtndernsmnldmtazzndnnpnnmu- cuueonewunnerunieítunomommm duvrvvu. Devemserñnoielnnddheh. ll
  9. 9. Pnnpoupnrtevnpnetnhaihmlleitovnnio deve eauuecer que as tirinhas sin usados em munido. Par¡ que se conservam limpos depoi¡ de uai-los. [Ironia-ue numa mixinhn. uma v que alfinetes sujos mancham o te- cida. No momento das provas. é . noonselhi- vel. por ser muito prútico. usar um¡ peque- na almofada de alfinetes presa por um¡ fit. : no nuno esquôrdo. nm procedimento evita que : e coloquem u alfinetes entre os láhim. n que. alem de perigoso. imilüde de hier. PAPH. . CARBONO - O papel carbono é um auxiliar inesümávd por¡ a npide¡ do trocado dos moldes. como este: sia tirado¡ sempre pel¡ metade. num panel ou na n- ¡enda dnbndl. o papel mrbono. colocado u¡ contrário sem o outro lado. reproduzir-i perfeitamente a outra metade da molde. AGULHAS -- A! costura mtu l ! ni- vulna são. em 29ml. destinadas a armar o vestido. Para os nrremates. como o chulein. as bnlnlms, os nlinhnvos. o presume-nto de boiõs etc. . d costura é felt¡ á mio. Para isso são unidas a¡ agulhas. natunlmente. Não esqueça porem. que é essencial usar agulhas que rejam adequada¡ no fio a no tecido com os quais voce val trabalhar. PIII as costuras delicadas e par¡ os tecidos que marcam muito, como "iallleã por exemplo. ns uulhns finas são nconselhdveis. Par¡ na tnsluras comuns. as de numero 'l rio bem indicadas. Devem ser de : eo de bon quali- dadmmisdnnmmnisenloanlmtamoom facilidade. Pan que não Ie enierruum. os pacata de agulha devem conservar-le fe- chados. !MPR que nio estelar¡ em uso. nas, se por acaso a Izulhl enter-rolar. pode ser revelia¡ cum : Jud: de um ptcotlnho de gesto. LINHAS - A apura-l d¡ uniu da" combinnrbemaxnaumnnhodu agulhas. Nada mais incómodo do que transformar o momento de enfiar n iinlu n¡ num¡ num¡ verdadeira ncrobncin de mim g dg uma¡ 3 isso é n que acontece quando se cumpri¡ u. nhccmsandunniaplnamndodnngmhn due se pretende usar. E preciao também, “um atenção nn meu: : da linho, que deve scr de cor banana pdrodd¡ com-I de h. lenda. para que o¡ naum não anual¡ muito visíveis. Par¡ os llínbnvu_ pmgm_ um-” ussrlmhadecbrdifezentepnnqnggewp. nun bem autuados. De uma. nnnein n- nLpareanlinhnvuuna-nellnhnbnnea unlleddnlpretaoeoudeoâreneurmellnm Preta. m¡ Mazzeo¡ ou de cdr cbn. i2 DAI. - E¡ um omuelho par¡ e¡ noe- snr leltoru. ¡ohretudo por¡ : :meiu mu ¡in- dn não : :tio acostumados n trabalhar com o dedsl: ndquirum um e ne lnmilinrium com . mi um. E. na verdade. um hábito útil o emprego do dedo! , por que maine n e: - tremidnde do dedo e hvorece l rapidez d: costura. Usa-se o dedni no dedo médio. Quando api-menta: ¡lgumn uperel¡ que possa prejudicar o tecidn. o mnl pode ter re- medlndo. eliminado-ne tal esperem com Au- xiiio de uma lima de unhas. GIZ-Ntnnndlanvetaadnmlqmm de quem cururu, nuno¡ deve faltar um pe- daço de gi¡ de Minnie, E de ; rende utili- dade par¡ u marcações que ! num os mol- da e zum pr¡ mnrur n unrrprimenin das nulla. Outra : nude utilidade do gil de : Mulata é auxilia bastante ns marcações das provas. evitando o um exagerado de ¡l- iinébm. E¡ quem prefira. nom m1¡ razão. una: lápis de com¡ de grafite mole. em vu degimvoruueomvoémnisdmndoume nlo : e : pan tom um. : facilidade. CARRLTILHA - A curetilhl é um ¡usenrilio de fácil ¡qnlsiçlo pelo seu hihi) custo. Nlo é lndlnpenslvel. mui: e um otimo auxiliar n¡ mnruçio de linhas, sinais. em. l evidente que nó pode ser und¡ nos teci- dos firmes da algodão ou linho, sendo nom- pleumente inútil no¡ ; edu flexíveis. como o jérsei. por exemplo. Por¡ Dlvkstr n meu e permitir due u morou d¡ curreülln li- uuem mui: nítidas. usa-se papelão ou met. :- -borrâo por baixo da inunda que se vll cortar. FITA HKIIUCA - RÉGUA - A Bt¡ meu-ic¡ e n regue ¡rnduada em centímetro¡ devem @sur sempre la : kann da mio da toatureln. Pin medir tecidos, cumprimento de sua. etc. . é de [nude vtlor uma nr¡ marina. como u que se usem nos lojas Como dualduer trnbuilw bem feito tem da ser metlcuioao. n questão du medido¡ e muito importante em corte e admin. O ¡n- omnmseçumilvtzemmncnruumaaó ven" nunc¡ deve ser esquecido por quniquer mam-elx¡ Qunndo far cortar um vlsudo. meça n. fuma: disponivel e tenhu n cer- ta de que é nzficientc par¡ u modelo que deseja luar. Dido faça nunca n : mein de ir metendo n tesouro num tecido. tem uber Qual l lnetngem requerida Deh modelo. l fim de lilo ter Iurpren¡ dengndlveis. Ar~ rtucnndmse ainda n perder todo o tecido. pelo ma. nem ireqiiznte. de nlo encontre-lo mui: t venda. IEA D! CORTE-A mu¡ de carne e um elemento de grande impa-unci¡ por¡ o reunindo perleito do trabalho. Quan nlo liver uma masa ¡dequndn por¡ coslurn. po- der¡ utilizar uma tábua de comprimento n- zuinr ou uma 'meu com dobradiças. due pode ! iminente ser gun-inda em dunlouer lugar. Ameutambemeútilpundlsporu diversas nata de um vestido. i proporção que sevnieoaturando. l ! im de poder ohser~ ver-ae o efeito do trllllhn. PANO I BACIA AUXILIAR PARA PAB- SAR-PIRRODEPABSAR--Ofermde passar é imborunussinm. não pan o corte. mas : im par¡ a costura peneira. Tód¡ oo¡- tun em definitivo deve : er imediatamente : ben: no term. mesmo : nte: do vestido ficar pluma. ou melhor. comuna-lunar: uucasdenvenidnlicnrpronto. Umanhn, um¡ gola, um¡ lapela j¡ deve an: previn- mente : ainda bem build. : n (erro, antes de ser mesmo em deilniuvn no vestido. E into se compreende. mir e muito mui: !leu bater I ferro um¡ eostun ou um¡ peça qual- quer do unido. quando : inda est¡ minds. do que depois de mamada. B. além disso. l cmur¡ ! eita num: inend: han lisa fia mnirpurmmnhoorreueninenrugnnfn- senda. Por est¡ não. enqunnto se case. deve-oe ter ¡empre t mu¡ uma bnoininha cheia de água. com uma. esponja nu pani- nho. bem como um padrao uniu: de Dano much e limpo par¡ mulher preces-id¡ n (a- tenda quando t puxada l terra. Oplnoúmldnnjuda muito. nnhretudo qmndonhnendaedilicildeserpessnda Aterro. Qnutoaoterm de ¡nssu-. nme- lhor to eletrico. pnlnlquenerlpidnmenle ecnnaervloulor. Noedlnadeholelâes- Mn ! andando tcrroscom domino¡ por¡ ¡cumdemnneinnumodooerotecidn pelo nporlznedidaqueelevnlamdnpaàsado. TÁBUA Dl PASSAR. - Bnqunnw ne contain. deve se pneu, sempre no : lance dnmlmumntábludepannrbemforrndn. Per¡ compteur o serviço inestimável dlleotermpunnumnbuacnaturein. exinelnouumwesnúrionindispaislvehpu¡ lllugnmlello: utnhulnhnpenmmgu, ¡nmcudnenpeaodeulmtemmdnde Ielttôomnuouuirumnirpeudu. Quan- donlou tem umntnhdnhnpróprin para main. node-ce fuer uso de um¡ reviat. : mnmenvoimempemiimpo. ¡ÍANUQUIM - 0 manequim e o corn- Dlemenw usancll¡ mr¡ : carter devidamen- teolvertidomtobretudnpanqunncoccun purnsiprdprinenlodispõedequeanllze experimente na vestidos. nn nau¡ na¡ “iluminadas existem Ipen: : dois lipo¡ de mI-neuulns: Iquéle que reproduz mteznl- mente o corpo d¡ mulher. ¡enlmmte um. poireieitosohencomendmnópszdendoser usado individunirnenhe. e o manequim rigido. queohedeoeoorhmnnhoiumizdtek. Bteeslouemnisbnmunoremnnmente correspondem às medidas exatos da passou. Pura corrigir tal deficiência. no comprar um manequim dêste último tipo, tenho o cuidado de pedir um número maior que o necessário. !hm depuis um forro de nanda : rosa de nhodân. que reproduz¡ o próprio corpo nas medidas enfia. Este íbrm é então colocado : dote o manequim e recheado com past¡ de lltodia. de loúrdo com l¡ peculinridudes d. : figundeoadauml. tvteprvcessoéoque os franceses : human de "hourngü do ma- nequim. processo em induhiüvelmente de grande vniúr prático. E mim. and: : sido comentados os uten- sílios de costura mais immrtantes. cinza- moslofhndonnunmdapruenheliçâo.
  10. 10. LIÇÃO 4 ETAPAS NA CONFECÇÃO DE UM VESTIDO Para que o resultado da conhecia de um vestido . seja satisfatório, é neeusario que. antes do inicio das costuras. sejam observa- das algumas regras. que favorecem e simpli- Ilcam o trabalho. Tais teens se resumem em seis etapas. assim distribuidas ' ar Escolha do modelo desejado b: Escolha da inunda c› Preparo da fazenda d» Tomado das medidas e corte dos moldes em papel e¡ Pmssagam dos moldes de papel para o tecido i r inicio dos costuras. a¡ Antes de tudo. quando se resolve fazer um vestido. deve-se : acolher o modelo. E muito comum. ou melhor, e quase regra geral que se compre a fazenda em primeiro lugar e depois se escolha o vestido. E um erro. um erro que não é grave nun irreme- diávcl, mas que deve ser evitado a fim de poupar muita dor de cabeça na escolha de um modelo que se adapte ao tipo de fazenda e à metragem comprado, E muito mais facil conseguir o tecido adequado a um modélo previamente acolhido do que encontrar um modelo que se ajuste a uma fazenda Ja ad- quirida. Tome. portanto. o nono conselho. querida leitora. escolhendo antes de tudo o modelo do vestido que lhe agrada. de acõrdo naturalmente, com a sua silhueta fisica. se você é gorda, deve preferir os vestidos sim- pl elrganla. de linha. : verticais. que alon- gam a silhueta, evitando. ao mesmo campo. os iranzidos e os drnpeados exageradas. Se voce e magra. deve. pelo contrário, escolher as modelos abundantes de mnm. irnnzirlos e dropeados. raias ! amu e goias aims. se é baixa. deve fugir du saias excssivamente rodadas e dos vestidos muieo rebuscadoa e se é nun. deve preierir os modelos de linhas horizontais e assimóiricas, evitando as linhas verticais. h: Uma vu escolhido o modêlo. passa- se l escolha da inunda. que deve scr ade- quado não só ao modélo como também : w tipo fisico do mulher. quando esta e baixa e relativamente gorda pan a rua estatura. deve evitar. de todos as maneiras, na tecid de grandes estampados ou os tecidos muito¡ duros. com os quais pareceriu mais gorda ainda Da mesmo turma. as mulheres muito altas também devem evita-los. Parque parc~ teriam ainda nmiores do que são na reali- dade Mulhers destes dois tipos devem dar preferência aos estampados de pequenos mo- tivos, às iaundas de "pois". de pastilhas ou de listras estreitas Por outro lado. as mu- lheres muilo magras para sua estatura po- dem usir sem medo os estampados e as ia- zendns duras_ porque parecerâo menos ma- gras. As : :bros também desempenham um papel importante. pois como . se sabe. u cores escuras e sóhrias emngrecem e alongnm a silhueta. ao passo que o branco e as cores claras ou vivas engordam. ri Depois de comprada a fazendo. é ne- cessário prepara-la para o cone, murilo em que serviu de objeto à nossa serundn lição. d› Como no caso anterior_ a tomada dus medidas já ! nl explicado na primeiro lição da nosso método. Quanto ao corte dos moldes en¡ papel. em vai ser o objetivo de Lodo éste curso de corte e costura. e! Hà coslureirns que cortam direta- mente o tecido armando o vestido, muitos vêzes. no próprio como da cliente ou du ma- nequim. Mas éste processo é perigoso. exigin- do extrema seguranca da costureira. sua ¡inica vantagem e n de poupar tempo. A¡ princlpinnrm não devem fazer isto porque se arriscam a perder uma bo¡ parte da ia- zendn se cnmelerpm algum erro. B acome- lhdvel que, em tñdas na ocasiões. cortam o molde primeiramente em papel. transportan- do-o em seguida para o tecido. processo em que requer aimms cuidados. Em primeiro lu- gar. as medidas devem ter sido tomadas com atenção e a metragem local cuidadosamente manda-ida. pois há um axioma que di: : "meça mil vêzes. mas corte uma só Os mnldcs devem ser todos cortados em medida exata. acrescentando-se 2 ou S cm par¡ ns costuras no momento em que se vai cando ! os na fazenda. Quanto às minhas, deve-ae deixar uma margem de 5 cm. Quando se tratar de tecido estampado não se deve esquecer que ele requer maior quantidade. pois. quando um desenho vai numa dinçlo. n¡ bordo¡ ¡uperious de todo¡ upecaadonmldednamirnamumadlre- cio. Buponhamu uma inunda estampada com chapéus mexicanos. se a primeira peça do molde. digamos a blusa, por exemplo. m» cortadnde maneira que a copa do¡ chapéus fique voltada para dm: e a nba para bu- xo. todos u demnis partes do molde devem ser tunada: de diodo que n mp¡ fique vol- Lndnpnlbordaruperiordnpeçaaanba para a inferior. Cortando-se a (anemia como acaba de ser dim_ todos o¡ desenhos lindo dirigidos para o mesmo sentido, dando ao valido. de- poisdepronho. umuspectohnmoniono. D¡ mesma lorma, !Mandu user-nda¡ ou de an- drendo escoces devun ser cortadas com muita atendo a tim de que haja rigorosa coincidência das listras e do xadrez. Io nivel das costuras. m: ponto é de grande im- portancia porque. ae não h¡ ma¡ coinciden- cia. a costura toma o aspecto de dmmido. prejudicando a eleglncin do vestido. B¡ ainda inunda: ielpudu. cujas ielpu ; quem uma unica direção. que pode ser determi- nudn esonvnndo-ne levemente esta. : iêlpaa. Nsteuuatbduaspeçudomoldedevem ser dispostas no mesmo sentido. Depois de tomadas essas precauções a que acabamos do nos reierlr. começa-ae en- tão a prender os molda na fazenda, que deve sur - repetimns - lisa. pasado a ! erro e livre de quaisquer dobrar ou rugas. Ao prender-ne oa molda na inunda, deve- se antes estudar com bastante cuidado a sua dispondo, a tim de awnomisar o maximo de tecido Par¡ prende-los. usam-ae alfine- tnlinoaainoddlveimamllmndlncin. De- Dundeoortuoamoldunobcidmnooia mlflemdeacmpanneasuuameneou- Iii-io marcar ao dimensões exata¡ da cada Par¡ inn. anta de desprender a n- nenda j¡ cortada do¡ rupavtivo¡ molda. i¡- R-E pelo contorno do molde, um nlinluvo trouxa. ou qualquer outra marcação. com ai: o de pon- toabemespúadnmeomllohapeinqualu oíilihoiirdllerenndndnucldo Cone-neomoldeillntooomoteddmmlon- go da linnn que Ie deseja marcar. Depois. de Lllnhnvur e demanda-se n molde da (nando. Retirado o lio, ficaria no tecido o¡ pequenos traços de na. il Depois de tudo isto Mm. os molde¡ iáonrhdnsnuhzendméquenprlziciplard a misturar. assunto Bu que ur¡ objeto de “nuns llçóel. Estes conselhos, que A primeira rim pa- recem ampliadas. são bem Mais de terem seguidosedepoiadenlgumtgmposewmam praticamente autunmmn. Na lição ; quinze trataram¡ de certas caracteristica¡ do¡ tecidos e como manch- lns no no d: Cotton. i3
  11. 11. LIÇÃO 5 CARACTERÍSTICAS DOS TECIDOS O conhecimto do tecido com o qual sc vai trabalhar e de muita importlnncia para se evitar surpresas desagradáveis du- rante a confecçñn de um vutido. Quando voce. querida leitura. lilo souber com squ- mnco quais : is caracteristicas de um teci- do-alpoclño. rayon. linho, seda ou IA - tome de um retalho da tazenda, lavra, pese-o a feno. faca balinhas e coa-o. Numa meia hora de trabalho conscien- ciosa ficar-sc-á sabendo muita coisa acerca da reação das fibras e da firmaa du côres. Tal experiencia será muito proveitosa para Impedir que os tecidos sejam demanda- mente manuseados na preparação de um vestido. Muita¡ vües ouve-se um alfaiate dizer que é “fácil lidar com esta fazenda". Isto significa que o tecido pode ser OOSÍÕD e pu- sado com facilidade. A: fazendas finas e que amassar-n muito do as mais dificeis de lidar. Assim. para impedir que esta: fazendas leves e nexivzLs, como o jérsei. o chitfon. a game. a musselina_ fiquem repuxadas quando misturadas. coloque-se um pedaço de papel como proteção e faca-se a costura por cima. Terminada esta. basta rasgar o papel. Quando se trabalha corn veludo. não se deve esquecer de cortar tõdas as peças do vestido no mesmo sentido. a fim de que o reflexo seja sempre igual. evitando altera- címs de tonalidade c impedindo que o ves- tido pareça costurado com remendos. 0 ve- ludo, por outro lodo. não pode ser passado diretamente a ferro. Bte deve esta: bem quente. mas nio deve tocar o tecido, apoi- ando-se apenas sôbre éle. Aproxima-sa o ferro até tocar os pêlos do veludo. mas nlo se pode deixa-lo ducansar sobre o tecido. H Nos demais tecidos, as costuras são ¡ber- tas pelo avesso. com o ferro também muito quente e sem apoiL-ln com demasiada força. FIO, URDIDURA E TRAMA DOS TECIDOS Para que um vestido lenha uma queda perfeita. é preciso que seia todo ele cortado segundoomrsmofiodafaunda. Pai-ame- lhcr wmpreenmo do assunto. esclarecemos quc. un todas as fazendas. 'cce-se primeiro a urdidura. quc forma o wmprimmto e de- pois o trama que forma a largura (fig. li. Em qualquer pedaço de tecido, deve-se saber qual a urdldun e qual a trama para que as peças do valido sejam cortadas se- gundo uma ou outraJ BL certas fasendas, nas quais nn¡ se pode cortar uma saia justa no sentido da trama - ou seia, da largura - pogqug de. forma flcllmentc, embora a saia larga possa ser cortada nesse sentido. o que traz freqüen- temente economia de tecido e de costuras. Pon formar o viés, dobra-se a fazenda em Angulo de 46 graus. de forma que a urdidurs fique na mesma direção da trama (fig. 21. Diz-se que uma fazenda esta correta- mente cortada segundo o fio. quando a tra- ma, o urdidura ou os vieses mtâo ns posição correta em todas as parta da trabalho em execução. Os alfaiata malhom o tecido para encolher. e o deixam secar para. depois pren- de-lo a mesa. de modo que possam cortar cada peça exatamente no fio que convem. E e por isso que os trajes dos bons alfalatn conservamafnrmaecaemtiobem. PREPARO DAS COSTURAS Quando tiver de costurar dois peadcos de tecido, deite ambos sobre uma superficie lisa. Ajuste-os em seguida. mais no sentido da largura do tecido do aue no do compri- mento, para evitar que estiquem, Empnzue alfinete em profusão. colocando-os atraves- sado¡ na costura. Não force a fazenda. De- ve-se cocô-la naturalmente, em linha. reta, de modo que os dois pedaços pareçam ! cr- mar um só. Como ram¡ geral, procurar man- ter o trabalho o mais possivel sobre a mesa. Toda. : as costuras devem ser preparadas numa superficie lisa. antes de alinhavadas. 0 perfeito ajustamento das costuras é indis- pensável psra o bom acabamento de qual- quer peca do vestuário. Quando se costurar um pedaço da fa- zenda enviesodo com outro a fio reto - como acontece freqüentemente nas saias. mangas e pode; - coloque-se na mesa o te- FIG. cido envicsado anlbre o reto. prendendo-os com alfineta. Em INEM-B. slinhave-ae cui- dadosamente - ainda em cima da mesa - de modo a não formar rugas e também sem embeoer ou esticar a parte envicssdn. Quan- do a costura estiver pronta. passada e com alinhavos removidos. a junção deve ficar tio perfeita como se os dois pedaços tivessem sido cortados no mesmo sentido. EMI-IN DAS DE VIESES Ao emendar vieses. tenha o cuidado dc colocar os diversos pedaços no mama sen- tido. seia no comprimento, ns largura ou em diagonal (fig, Zi). t: preciso cortar os vieses corretamente e emenda-los muito bem; do contrário, por mais puxados e acer- tadas que tenham sido, nunca poderão ficar perfeitos. Note que as emendas dos vieses ficam sempre nu direção do flo. o que traz melhor acabamento (fig. 4). l OURELA ouRELA URDIDURA ¡ ~ t: .ny URDIDURÀ
  12. 12. LÍÇAO 6 PONTOS DE COSTURA A MÃO Na confecção de um veludo. entram, como todos aabeln. doi¡ tipo¡ do costuras: acoaturaamámllnaeacosturaamñn. A costura ! eita a máquina destina-se. de uma maneira geral. h construção do vestido, an- quanto a costura ! eita a mio destina-se aos arremaies. aos alinhavna. as bainhaa. ao pregamento de botões. etc_ Anta. porém. de indlcarmos quais os principais pontos de costura a mio. vejamos o modo correto de sexurar a ! agenda A mulher que mta DGSMIIBDÀG deva uti- lizar ambas aa mins pan¡ segurar o tecido. Uma para alisar e ajeitar o material na lmntedaagulhaeaoutra-aclireita- para controlar. ou melhor, para manejar a agulha com a qual se trahalha. Tunado-se de peça grande, pm que possivel, enser sobre a msn. htc processo ntvtezealaaendmaldviaasmiasdopeso eíuottabalhorendermais. Eparaque este ande depressa. deve-Ie evitar que a mesa esteja forrada nom uma toalha. se a leitora. pemando 91138891' o tecido, deixa ameaatorndgcairtmncrimdepren- dehdevuanquandqaaguilmnatnalha. no momento de dar os pontos. Isso. natu- ralmente, alo põe a costura a perder. mas . maringa hoa parte do temm, justamente aquele que . e leva para dsprender os pon- tos dados simultaneamente no tecido a na toalha. se. pm' um motivo qualquer. nan fôr possivel remover a toalha que renome a mesa. para evitar a dulculdade referida. basta colocar sob a costura um nedaoo de papelão ben¡ liso. que se val dulocando a medida que os pontos prngridem. ?um es- ta. : considerações, passemos. então. ans grin- clpaiapontas decoaturatmio: PONTOCORRIDOmLD-tnpon- to mais comum, que se obtém enfiando a : milha na ! azenda a espaoosregulaaue aemprenamesmadlreçlo. Opontocorrldo óuhillaadoprlaleuturasardinarlmm tranzidamnmamdaaaaaaoolchoadoabe- ve ser leito rapidamente e em linha reta. Nio esquecer de que. quanto mais lino s mais llexlvel u tecido. mulata : levem ler os pontos. ALENHAVOS--Oaallnhavosaânmo- mandada: do ponta corriam m na tipos de alinhavoa: o alinhavo ! mimo mz. 2). o alinnavn mms (fig. S). e o allahavo em diaganaliiilll). Osallnhavoslrnnxosslopontoa carri- dosmalamqueseusamparapreparara construçaadnvestimistotaseosturasa maqninaeasbalnhaaslonecenarinapara lletecldasqueencolhermnewseimril- nhadaoordllerentedadoleciutxequando seprvtendedwnancharosalinhamlata devemseroortadosadimnciurmllaru. Nueoemrasnuevioeszarruieitaaa unsõunomomentorlaprovldovestido- costutrlslatemiadeaalajusmpencu-é conveniente fazer allnhavoseomptmuashem menor-u. 0a allnhavns firmes ((11.1) denota oomndôbrudocamprimentodusdoalinha- vvtroimmnapartssuperlomporúmeam mpaçoabempequenosnaparuinterlorda fazenda. htc e otipo idealdo allnhavn para marcaraallnhasdeaasturmquandolewrta omoldenaíaundaeparalndlnarmeios daspeçasdomolde. Osallnhavcadiagoaaiaificvdcbam dilerentegpoiaemvudeaeeatiaraam. lhanamennadireçlodaoosturaruultando Ilmaeméciedelinha interrompida. enlia-ss a agulha perpendicularmente a direçao da costura. dando-sa pontos que a mperficle. aeassaneihamaponwsdehastealastula einiermrmentesáocwuueretoa. Osali- nhamsdlagonaisvariammultodetamanho Bervemparamnservar duas esperam-arde tecidos unldaaeevitarmmescorreguemuma aóbreaautra. slomuitn útelmdepnisdm alinhavm comuns. nos tecidos com superfi- cieeaaorregadlgoumnacertarotónvae qualauarcaaam. HG¡ HO. 2 HG. lã
  13. 13. HG. 5 FIO. 3 PONTO DE CHULEIO (HJ. E) - late Domo envolve n¡ borda: lnternns das cou- tuna. que tic-un livres. coxmitumdo uma err-emma chita e firme. lndkpenslvel em hand: : que destina (win-naun. PONÍKB DE RAINHA : PONTO El¡ @FERA DE ? EXE E PONTO CLÁSSICO - Cada pessoa tem a su¡ maneira individual plrn fuer bainha. Contudo. ns punto¡ un¡- duspnruémeíimnlnvnrlrunmuilmeu mnhmmunsemnisntilindmdn: :: ponto rmeapinmdepeixeeopontocinmoode hmm. No ponha em espinha de peixe (lu. e). : ruins corre em dois niveis. dando ponto¡ rende¡ na parte dobndn da bainha e pon- 05 pequenina¡ apenas tomando rio. no ¡ves- u d¡ sala. 0 punto chi-aloe mu. 'I) pen (an: bul- hu é : :mutante w punha de ehulein. que 16 I PIG. pel¡ Simulation-ice l parte dobra¡ da hunru e o : veem d¡ saia. Quando ne int¡ de "tulle" ou (M. n10 le ! u banha de emma nenhuma. Put ou- tro lado, é um erro lmperdohvel fuer-ee hinnnalmtquinmnmenmquenetnted¡ fnld¡ de uma blusa chemaier au de um traje atportivo. cujo modelo : asim o requein. ? ONID (118. B) - E1: pnnmeundnpunbunmgvlvudebmm em. . eu): comu¡ requer lbeolut¡ invisibl- lidade. Im pthnedm luar. dobn-Ie e nunhnvn- -Ielarlnoomaponhocomdomtão com comu¡ l miqulnn. nn seguiu, enfln-ne n Innunnmesmoiugardeumporxmis rena, tome-Ie um m do tecido inferior, e (na-u n uunu sair dou nu tres punha¡ adiante. PONTOCEIRAXGILD) -htgpon- Lueonltitulunuwnunfomeprttwamen- Ie mvisivei. l und» par¡ murder dun 01'- iu. pan aplicar entremeloe e rendas, etc. Oponmcerndoelimaespécle de pontade chuieio bem pequeno e bem cer-nda como seu proprio name indica. ? ONID ATRÁS (HE. 10) - kb! é um ponto inmeresnnus. psrecldn com n ponha de mate. usada em bordados. O processo de uecuu-h 6 o mesmo. com a diferença de qugnnpontodehasmneponbosshdndoe obliqunmenbe, enquanto no punto atrás. aim são ! altos nn means direção. formando uma link¡ reta. enrinndn-ae n quim no mesrnn lugar do ponto mtu-tar. Por dus: d¡ m¡ ¡emelhmça com o punto d¡ mAquinA de costura. o ponw : Crie é mnaidendn como oseuprecunor. Equuetñoaezum quanto o ponho de inkquinn. Inn muito denuzndo. Geralmente une-ne Sta ponto. unindo Ie FIG. U¡ deseja fazer uma costura firme i. mio. num momento em que n máquina. por um motiva qualquer não passa ser utilizada. De posse destes pontos mndamentale de : :asim-a à mão. a leitora já estar¡ npc¡ n fazer um vestido bem acabado. pois como tivemos ocasião de dizer anteriormente. a cmtum i máquina está destinada l cons- truçáo do vestida, onde se requer firma-ih e I costura l mio nos nrrnmntes linuis. que via dar o verdadeiro nim- ao trabalho. Contudo. nâo baste saber fuer as pon- ms que acabamos de ensinar: é precisa fu- ze-los bem feitos. Para ineo. e prudente que a leitor¡ sem muita pride¡ tome de um pedaço qualquer du rezende. Inca-os e refaça-os vezes negui- du. até adquirir n necessária habilidade. pois. como os punk: de bordldos. os punhos de cururu i mão, pela sua demandam. exi- gun mula leves¡ n hannah manu.
  14. 14. LIÇÃO 7 COMO FAZER O "BOURRAGF MAN PZQUIM CL, ICU DE UM Quem costura para sl própria nào pode prescindir do uso de um manequim que re- produza, tanto quanto possivel fielmente. as linhas dn próprio corpo Os manequins s- peciais, feitos individualmente. são muito dispendiosos, bem como os ajustáveis. O mn- ncqiiim rigido. do tipo clássico. pode ser usa~ do satisfatoriamente, desde que sofra o pro- cesso que os franceses chamam de "bout-m- ge", ou seja. uma espécie de estolamento Em primeiro lugar. deve-se acolher um manequim cujas medidas nunca sejam maio- res do que as do próprio corpo. isto lhe per- mitirá. querida leitora, fazer o "bourmgeà re- forçar certas partes do manequim para ob- ter a reprodução Íiel do seu corpo. feita com auxilio de uma fazenda de algodão » obtida na comércio sob o nome de alaodàozinrio 4 cortada nas suas próprias medidas O pri- meim passo será então a tomada das medi- dns, o que deve ser leito com toda ii minúcia e cuidado, mcreva-as numa ficha, na se- guinte ordem : - Circunferência do busto. - Circunferência da cintura. - Circunferência dos quadris. Largura das costas. - Largiim da [rente do blislo - Comprimento das costas, do om~ bm ii. cintura. Comprimento da irente. dn om- bro à cintura. E - Comprimento do ombro à ponta mm. uu_ i do seio. Q ~ Comprimento do ombro à barra da saia. lo Comprimento d¡ barra da saia à terra. li. - Comprimento do ombro, do pes- coço l cava. i2 - comprimento da manga, braço du- brndo i3 - Circunierencia da braço n¡ parte mais grossa. 14 - Cii-nunierencia do antebraço. i5 - Circunlerencn do pimhn. MATERIAL NECESSÁRIO : a) 2m de um ¡igodáonnho boni tarte, com 80cm de largura. b¡ Eaton): crina ou puta de studio. c) organdi de algodão. "BOURRAGE" PARCIAL OU PROVISÓ- RIO - Cnm auxilio do esioia. retome o : eu manequim, olhando-se bem no espelho e con- irolmidu com uma (its métrica o que lhe Iuiiu nos omoplatns, na cintura. no busto. em relação às suas próprias medidos. A fl- gura l mostra em cinza esses reloroos par- ciais, leitos com a pasta de algodão. fixados por meio de nlimétes e mantidos sobre o manequim por meio de orgaiidi de algodão. DESENHO DO FORRO DO CORPO EM »i PEÇAS 7 Este iórro em algodãozinho é usado para o "bourrage" definitivo do mimo- quim. ,O seu desenho se Iaz por intermédio de uma fita prêta. que se prende com aiii- nétes sobre o manequim. seguindo todas as linhas de construa-no : mein di¡ frente e du costas. linha por baixo dos braços. busto. cintura. quadris em duas alturas, ombros. pescoço e Callas. Acrescente duas linha: ver- ticais: uma nas costas que parte do meia do ombro me a cintura. a 6 cm do mein dns costas, e outra na frente do busto. que parte do meio do ombro site' a cintura. l 6 cm iio meio da (rente. Tendo sido assim u- tabeiecido o desenho do (úrfu do corpo até à. cintura. continue as linhas para os quadris numa direçao harmoniosa. Tódas estas ii« nnas mtas com n ma preta indicam o lugar das costuras. A figura. 1 mostra nitidamente a disposição do desenho no marinquim. EXECUÇÃO - Tome do aigodãnzinho. corte rotiíiigulos de 1 metro de comprimento e de uma largura igual a riidii espaço limi- tado por duas linhas de iita preta. Acres- cente S cm para cada costura. PREPARAÇÃO DOS SENTIDOS D05 nos ~ No meio dv: cada pedaço, tim um iiu da fazenda nos dois sentidos. pari¡ se guiar. riscarido em seguida com iini lapis a sentido do tio reio (c: que também ¡iode ser leito por mein do um alinhavo com linha preta». No sentido horizontal estes traços indicaria a linha da cintura. INSTALACAO SOBRE 0 MANEQUIM ~ Todas as peças serão sucessivamenue co- locadas e cortadas de acordo com o daenho feito pela fita préta, coniorme (oi visto I. ri- teriormenle, dllxñndirll 3 cm a mai: para cada costura. Coloque sempre n. linha hori- IT
  15. 15. FORRO DO CORPO (costas) wntnl na cintura para indicar o assenta- mento e a linha vertical no meio da peca. para indicar o aprumo do tecido. Centro das Costas - Comece pelo meio das costas. que será cauda am cerca de 2 em na cintura. A costura estara indicada pel¡ fila prai, Corta em seguida. 18 Lada dos Carlos - Para a cintura. ope- rc da mesmo ínmia. Ergo a inunda para fazer união do ombro. Note que ao passar pelo bombeamento da omoplata, íormrse um excesso de fazenda, que será eliminado na costura, sem o que, produzipse-iam pre- gas em direção à cnva. Corte e depois pren- da com alfinétes ao longo da. fita prém a costum que une o centro das costas com o lado das costas (ver n figura 2). Centro da Frente - 0 meio da frente deve estar sempre n fia direito Coloque si linha da cintura c corte. Lado da frente - Coloque. com a ajuda da palma da mio sobre o tecido. o iio di- reito na vertical, u que acontecerá naturai- mcnte, mas indicando-se um pouco paro envolver o arredondado do busto. Produzir- -se-A um pequeno excesso de fazenda. due sera eliminado na costura. c recorte com uma murgcm de Il cm. Dn seguida, da_ mes- ma maneira. una ll cosiura por baixo do braço sobre n linha de lili¡ préta, Se a Círi- tura é muito lina, lama-se necessário ! nur uma pente horizontal 1m meio da cintura no lado da mm: (ver lis. 3!. Costura do ombro - Recorte as sobras Una as costas com a frente, prendendo com aliinêtes e constatando que a costura das costas fornece um excesso de fazenda de i0 ii i2 milímetros, que deve ser eliminado nn costura da frente. Marque o decote e a cava com um traço de lápis. Faça no meio da ! rente uma pequena pence horizontal para marcar o cavado do busto. Estando assim presa por aiiinêtes a me- tade do forro da corpo. retire-a do mane- quim para traçar com lápis todas as costura e os pontos de reinicio. Faca o outro lado. trocando todos os contornos com a carretk Iliii ou papel-carbono, Respeite o sentido do fio horizontal e vertical. Uni¡ o iorrn inteiro com pequenos pontos de aiinlinvo bem sóli- dos e faça os pique: na margem interna das costuras ao nivel da cintura, para poder ex- periroentnr pelo direito, com as costuma para o interior. Este iorru do corpo. asim pre- parado sobre n “bournce” provisório. será experimentado sobre a própria puma, diante de um @palha de tres ! Aces ou de dois m- pelhos bem colocados. Se o (erro estiver bom. passe as costuras a máquina. exceto a dos ombros e a que tica por baixo do braço, e abra as costuras, passando-aa a ferro. Prove novamente. se o tor-ro ficar grande ou pe- queno demais, taça as cor-nações. se estiver muito comprido ou muito curto no busto. retitlnue pela costura do ombro. até que a moldagem no proprio corpo esteja perfeim. FORRO DO CORPO tim-mv) "BOURRAGE" DETNITIVO r Acabar mos de vêr o "hour-rage" parcial e o forro do corpo do manequim. Depois que éste (luar pmnm, retire as fitas pratas que están pr# -sas com alfinébes sobre o manequim e o or- gandi de Ilgodio que mantém o "bom-aee" parcial. O Pitch! deve permane-
  16. 16. cer, entretanto, porque vai preencher exa- tamente o que falta entre o manequim e o form do corpo. Amasse bem o estbfo ou a "hour-rage" para 1h1- dar um aspecto bem liso e uniforme. l-zciie a costura da frente sobre o manequim. por um ponto de cenidurs. Termine o decote. segunda n própria medida. por uma tira de fazenda de dois centimetros de largura. Fecho o cava com um oval de tecido. costurar-ia pela linha da cava. Apli~ que a borda inferior do fórro do corpo sôbre a borda do manequim, com pontos de aii- iihsvo ou com alfinetes. Acrescente a base do manequim. fitas que dao comprimento da pessoa até v) solo. E assim, eis terminado o manequim_ reprodução fiel de cada leitor-a. Pode ser completado por um braço estofado. cuja maneira de preparar pimiaremos a ex- por A figura 4 mostra u manequim. depois de completamente feito u seu "bourrage" HRÀQU LV] i'll-WMV) MEDIDAS a Tome as medidas da bra- ru comprimento total do ombro iio punho. que nas supomos de si cm: circunferência (ln braço em sua parte mais grama - 28 em 7 circunferência do braço no cotovelo ~2Scm~epunho~l6cm MOLDE 7 Trace n molde uu. manga em duas peças, comu mostra a fig. 5. Tome de uma folha de papel de B2 cm de altura por io de largo (medida igual a dois terços do braço na parte mais fortel. As letras e ins medidas. que passaremos a dar moon-anão u caminho a seguir para executar o denho das duas pecas de um braco medio ' : õicm = Dem = 311m : Nem : Nem : llcm ! cm 11cm sem ácm 10cm , ôcm Qomzxn-umm» | i qmmvvonuvomn O omni-io compreende s parte superior *mais mam e a pane inferior 'mais estrei- ta¡ da manga. Depois de riscadas nn papel. basta pasar a Carretilha sôbre elas e a fa- ieiida para obter cada uma das partes. Re- corte em seguida os dois moldes. em fazenda de algodão de 70 cm por 80 cm P104 EXECUÇÃO - Comece sempre pela cos- tura que passa pela dobra interna do coto- velo Alianave. coaure e recorte a costura. deixando apenas i cm de margem interna Faça os pique: e abra a costura rio ferro. A costura e preparada pelo direita. sobre a mesa. Comece dobrando a parte superior da manga. deslocando de i cm a cintura de sangria (costura que passa pela dobra in- terna do cotoveloi. em direção a parte in- ferior da manta que est¡ colocada bem lisa sobre a' mas; dobre o borda da costura da parte superior sóhre a linha. de lapis da par- te inferior e prenda com alfinetes. Os traços de lapis do alto e de tina da manga devem coincidir rigorosamente. ri *nas FIG E No cotovelo. eniheba ligeiramente numa distancia de 5 a s cm. Prenda com alfinetes. aimmvnr e costurar Ver fig. 6. "BOURRAG " OU ESÍOFAMENTO -' Estale o braco de modo semelhante u: mn- nequim Feche em baixo. no punho. por um pequena oval. e no oito. por outro oval unr- rcspondente a cava. 0 oito da manga-sera preso como para uma montagem classica. de maneira a for- mar o absuiado do braço Junto ao ombro. Prvnda o braco estofadu na cava por melo dc alfinetes A fig. 'l mostra o manequim completo. depois de mu: o 'buurrage" e acrescentado o braço estofiizln 19
  17. 17. LIÇÃO a A PROVA DO VESTIDO A prova do¡ vestidos é a pedra-angular da costura. Sem uma prova correta e cui- dadosa não é possivel fuer-se um vmudc satisfatório. A execucao de um vestido, por outro indo. comporta um risco e uma. des- pesaquesóobomremitadodotrabalno node compensar. Nada deve ser cunhado ao acaso. E o primeira candido pan o resul- tado feliz de uma costumo umaboo prova. ! eita com atenção e minúcia. E a prova deve ser repetida tantas vezes quanto forem ne- acusadas. Quando a mulher costura para ai mesmo, a prova deve ser feita de preferencia adoro 'um manequim. a respeito do quai. .um. a¡ tecemoa varios comentarios em lições anu- rlores. l absolutamente necessário que o manequim tenha na medidas da. pessoa. On. esses manequins que reproduzem fielmente o corpo. ou são muito caros ou não existen- a venda em nossas casas, oorno é o caso do manequim francês. fabricada em malha me- tálica amoldável a qualquer corpo. O manequim rigido é o mais barata. mas ao raramente corresponde às medida. : exa- tas da pessoa. 15m, no entanto. pode ser re- mcdíado pelo processo do "bourrage" do mn- nequim clasico, processo íste que acabamos de ver na última lição do mesmo método. Se não houver manequim, a mulher que costura para ai própria deve ter a pacíéncln de experimentar rm próprio corpo. servindo- se de uma ajudante. pelo menos para a pro- va. Se nao houver nem ajudante e nem ma- nequim. deve-se por o vestido e, diante de um espelho de comprimento total. anote e marque todos as correções necessárias. Dina o vestido e faça as marcações mm alfinetes. Experimente_ outra vez e corrija os defeitos até que tudo esteja perfeito. Na primeira prova e' mais facil aperi- mcntar separadamente a saia e a blusa. 20 como é muito frequenfe'. nos dia¡ oe hoje, adquirir-so molda j¡ cortados. em ii- vrarias, ou traçados em publicações. e in- teressante dar aqui uma série de regras que deveria ser observadas. tão logo a leitor¡ lenha. em mãos o molde desejado: l-Esooiha cuidadosamente o tecido. que deve ser adequado ao modelo e cuja metragem deve atender as necessidade¡ do molde. 2 e Controle se o tecido esta bem oo! - tado a fio direita nas duas extremidades: pan: laio basta desfii-lo um pouco e acer- tá-io com uma faour-a. 3 - Faça o "décatiaugeñ com um pano molhado. quando se inata de li. l-Molne na dguaos tecidos que en- colhem. ã-Paaseaferrmofimdequeafa- renda esteja pronta para ser manipulada. 6 - Desdohre u molde e estude-o com o máxima de 'atenção 'I-Escreva sobre o molde oa nunes das pecas correspondentes e as letras que facilitam a montagem. B - Acentue com um lápis todos os al- naLs : flechas indicadores do fin direito. mar- nações do meio da frente e do meio du cos- tas. dos peuces. das borda: a dobrar. indi- cações das costuras aparentes. bem como es- creva letras iguais nos ponto¡ oorrupondm- tes das peças. para facilitar a sua união. 9 - Verifique no seu manequim se as medidas du molde coincidem com as suar. . par? u que. basta prender a¡ peça¡ do molde rom alfinetes no manequim. i0 - Retifique u medidas. se for o caso, ¡Iidxcundo a lápis, as modificações sobre o papel. i1 n Disponha sobre o tecido as peças do molde, seguindo as indicacões do ea- quema. i2-Reproduuoamolda. nomo| do. por melo de aiinhavao. gia. ou iapla-da-cor. 13 - Corte, seguindo o contorno dm moidesedeixanoolaiemdereurvapan usooatunsesalanpanosbatnhas. ld-Pasoeiiniwasdedireçlonocnto fio direito. horizontal e vertical. 15 - Aiinhavo oa fim de oonwmo dos moldes. 16 - Prenda com alfinetes. unindo os mbatitufdo pelopapei carbonmoolooadopor bailodotecidoeviradopandmt. IT-Reimapormeiodeallnhavode pontospeouenmtbdaaaspeçasdovestido em suas relações suma. Depuis de tudo isso ovestidoutarlumadnemvnbopanaer experimentado. se este: conselhos forem pre emu, o trabalho da: prova¡ near¡ mente facilitado e a oonfaoçlo do correr¡ rapidamente. sem dara do cabeça. Precauções »eram-iu durante os pro- DÚJ . ' êâê i-coloqueemtornodacinturairma fitadeeorzoriodeacmdelarguranuia ou menos. e previamente diatendida o form a fim de lhe darum mnvimentodeoueda, Fammnsertemaeguidaoostundampar- te intercadaeintundoveatido. 2 - coloque em torno do pescoço um contra-forte, que servir¡ de apoio par¡ fo- ur Is correções da blusa (quando nao ae tratar de vestidos muito deootadoi). S-Verifiqueseusmdosdofrentee das costa¡ mio exatamente em aeua lu- cores. l-Beforoeacintundoveatidooom a fita de gorzorlo. 5 - Experimente sempre o lado direito. 6 - Marque as correções com alfinbtes. que se onfiam perpendicular-mente a maul-u ou a bainha que se corrige. 'I - &ifle alguns alfinetes A esquerda para evitar que o meio da frente ou das costas fique repuxadn e fulseie o resultado da prova. se necessário. allse com varios zilfinétes. as espessuras do tecido assim re- nuxndas. como o vestido e armado par: : ns pro- vu por meio de alinhavos. e interessante dar Nil¡ I-líilno conselho¡ sobre eles. como todo¡ as leitora. : devem saber. os aiinhavos se fazem em geral, com pontos tmn-idos, maiores ou menores, de acordo com o grau minúch exigido pela. ; diferentes portes va. PIII Tñda bainha deve let alinhavadn duns venta com pontos médios: ao nivel do do- nenaoxtremidadednhordointema. Na bretudo para quem costura para ai própria. Vejamos primeiramente como ae experimenta catia. seaaaiteraçóeanãoforemminto grandes. u costuras podem aer aiinnavadas ilnodintamenfe. combinando-oe as novas mnroooõu. Be as correções forem funda- mentais. tire o¡ aiinhavoa das costuma ia- teraimdobrelomehaspeçasdasoioqeexa- mine aa modificwõu para verificar ae fica- ram poreihu. Alinhave outra vu e repita aprova. Aoexperimentarasaimponhao ladodireitoporatormonmupencesfran- lido. WWE-I e bainha: alinhavadas. Prenda com ailinéta. um cinta ou uma fila de 80|'- eorío em #Arno da linha natural da cintura. como já vitima anteriormente A esta ma. prenda a saia oorn aifinêtu, observando bem aa morcegos. A fit¡ de zorgorin deve ter cérca de 2 cm de ! Miura e, antes de ser pregado. deve ser submetida a um processo de amoieci- mento. l fim de dar um movimenln de queda a cintura na parte das costas. Aa mesmo tamo. el¡ lixa a linha da cintura. facilitan- do a costura e dando maior elegância a saia. E imptucindivei nas saias godés. Dorque se mantém bem distribuidos os gomos do Bode, Depois de pregar a fita de gorgurño na mia. verifique se as m8tCaÇÚ% do centro da saia ooincidiram, tanto atras como na frente. com o centro do como. e se ficaram perpendicularca ao chic. DEiXE: uma. mar- gem razoável pan as costuras. Veja tam- bém ae as comuns longizuduiais se apre- sentam retas e perpendiculares ao chão. Se os lados da saia repuxam para a frente. ai-
  18. 18. tere levemente. tirando-se mais da frente ou rins costas. conforme D cano. Em tàrnn do¡ quadris. a trama devo correr paralela ao chao, o que significa que a sala Justa e reta deve ser cortada no sentido do comprimento di¡ fazenda. pois hi¡ certos tecidos que não permitem que a saia sela cortada no sentido dn largura, o que provocaria uma deforma- ção posterior. Quando a trama n10 esta pa- ralcla an chao, levante ou abaixe a linha da costura da cintura ate' que a trama da linha das cadeiras caia corretamente. Se a saia fñr alargada ou estrelada na altura do¡ quadris. verifique logo se ela permite acatar- se cômodamente. A partir doa quadris. aa costuras laterais devem continuar ein linha absolutamente reta até a bainha. quando ae trata de sala estreita. e lógico. Antas da primeira prova. toda mulher deve verificar se as pecas do vestido estao cortadas na mesma dlreçlo do fio, pela ne- nhum vestido cairá impecaveimente ae a trama e a urdidura não forem respaitadnl. Quando ha movimentos de drapejadm ou , iôgo de envieaes e USÍJSS. então o caso muda de figura. Resumindo o que foi dito. deve-ae vestir a saia e fazer todas u correções neceaakrlaa no lado direito. Dirpa-a em seguida, e cor. riia o lado oposto. Tome a vesti-ia e veri- fique se tudo ficou perfeito. Costure a linha da cintura numa fita de aorzorão. examine as costuras longitudinais para ver se estao perfeitamente perpendiculares ao chão. cor- TÍJB a trama em tômo dos quadris e verifi- que se as costuras laterais modelam correta- mente as cadeiras e permilem sentar-ae cô- modamente. Continuando com a questão das provas dos vestidos. passaremos a ver agora a pro- va da blusa separada da saia. Quando se trabalha com um manequim, as modifica- Cões podem . ser marcadas pelo direito, mas quem tiver de experimentar em si propria, terá mais facilidade ae trabalhar pelo avesso. Para prnvur a blusa. marque as modifi- caçóes niim dos lados, dlspa a blusa e acen- rue as novas marcações com alinhavoa ou giz. Para corrigir o lado oposto da blusa, proceda da reguinte marleira- 1° ~ Tome a blusa. -lobre a frente no rcntro. avesso com avesso. ou combine aa duas peças da blusa. se esta abre na frente 2° 7 ? regue com alfinetes todas as bor- das das costuras do ante-braco. dos ombros c das cavus, n fim de que um lado se man- lcnha fixo ao outro. 3" - Acerte um lado pelo outro mar- ciindo a outra metade de acordo com as ai- xeruçõu fciLas c usando carretilhn, giz nu lápis. conforme o tecido. Para experimentar as posta: da blusa. repita esse processo. Se houver muitu al- terações. convém alinhavar outra vez e rc- petir a prova. Experimente a blusa com o lado direito para fora, com penca». pretas. franzidoa e costuras alinhavados. Se a blu- sa for aberta na frente, fedie o centro com alfinetes. ?tocada da mesma maneira ae a abertura fór nas costas. Verifique com atm- ção se as marcações feitas no centro da fren- te e das costas ficam bem no meio do corpo. se combinam urnas com as outras e . se caem pcrpendiculnrmente ao chão. Um ponto que merece uma atenção toda especiaiéalinhadosombrm. mteéopon- io nevraigioo da costura de qualquer vestido. Conhece-se uma boa costureira pela linha dos ombros. . Uma blusa jamais ficará ele- gante se os ombros nio caírem perfeitamen- te. Por issu. observe cuidadosamente se a costura dos ombros apresenta uma linha reta do pescoço até a omcplata, sem tambor nem para frente, nem para trás. e se a costura do ante-braço cai em linha perpendicular ao chão. Se a costura do ombro ou do ante- -braco se acl-ia muito para frenk ou para tras, acerte a costura levemente, tirando da frente ou de tras. conforme o necessário. As cavas constituem outro ponto que merece special cuidado. A prova deve aer feita de maneira que a linha de costura da cava fique corretamente colocada. sem aper- tar ou incomodar. e permitindo que se façam os movimentos do braco com facilidade. Em geral. n costura da linha da cava deve coin- cidir, mais ou menos. com o wpo do ombro e continuar numa linha quase reta. seguindo : i curva natural do braco. Pode-ae encurtar a costura do ombro aprofundando a penca do busto e fazendo Pequena penca no een- tro da gola e nas costas, caso seja necessá- rio. A cava deve ser curva para acompanhar a curva da uila. se tiver ficado apertada. faça pequenas incisóes na fazenda. da cos- tura. tomando-se o cuidado de não cortar demais, Devede ter o cuidado de não cortar a cava muito grande, porque nae cano a manga fica repuxando e impedindo que na levante o braço com facilidade, Iitualmrnze . Ls manzns montadas ao usam com a mcsma fiequéncia das mangas japonesas ou mançw- ¡UUYÀOTIO 'ie nao ne- cessitam de cava Tento, faq. lixando muito n . . man_ M” *ste tipo ln . uma prova cuidadosa po: .L. civelmente. i-t : :to nzio e . A : lizncãc do "scufilcc", o'. 93.1, do taco. que é mesmo assim, um losniigo. cortado em pleno viés e colo- cada sob a axlla. permitindo o movimento fácil do braço e evitando o acúmulo de fa- zenda embaixo da axila. Naa mangas japo- riesasmuiwmrtamouaodohmeindia- pensável. Depois de corrigida a blusa. acertada. a linha dos ombros e das cavu. deva-ae en. - minar se o fio da trama corre paralelo ao cnio. como já foi feito em relação aos ¡Na- dris. assezurando assim a queda Perfeita da blusa e da saia. Quando unhas alo cortadas enviesadas, e preciso também comparar a inclinação da flo para que haja concordan- cia entre a blusa e a saia. Caso seja neces- sério acertar a direção do fio. levante a om- bro nas costas ou na frente. não aquecendo de ajustar a com de acordo com a modifi- cação executada. Verifique também ao ai¡ pences estan corretas, pois delas depende o aprumo da blusa na altura do busto. Não se deve esquecer àue a blusa elegante não se deforma com os movimentos do busto ou do braço e nem deve ser muito apertada ou muito foigada. »emitindo que o tronco se mova com facilidade. Para isso. aumente ou diminua por baixo do braco. conforme o ne- cessário, sem se esquecer de acertar a cava. A linha do decote deve ser controlada mas não ae tbrça o corpo para acerta-lo nas costas. Aprenda a observar. no espelha. aa modificações que se impõem, avaliando quando é necessário corrigir. Se a linha do pescoço estiver apertada. faça pequenas in- cisões na fazenda da costura. tendo-se o cui- dado de não cortar demais. A borda asim picotadii podera ser depois cortada fora. Nas provas seguintes, então experimen- tar-se-a o vestido completo. com a cintura e as mangas (se forem montadas ein cavar) alinhavadas. Verifique se a costura que prende o corpo do vestido à saia corresponde a linha natural da cintura. Se m: necessá- rio. desmancha os aliniiavos, suspenda ou abaixe a costura até ficar certa. Observe se o cinto nlo aperta demasiadamente nu se nan está frouxo. Nao se deve forçar a po- sicao, se houver manga, verifique ae est¡ bem colocada na cava. Com o braço caido em posição natural a manga deve cair para- iniamente. desde n tbm, com o fio perpen- dicular ao chao. Quando as manga¡ repu- xam para trás. deananche oa alinbavoa que as unem às cava¡ e acerte-aa cuidadosamen- te, ate cairera corretamente. Quando a pri- meira prova e bem feita. com todos aa cos- turas corrigidaa com atençio. nio se encon- trarão dificuldades nas provas seguintes e a execução final do vutido correr¡ um tro' Decos. a W. -Í r = 7% / 21
  19. 19. LlÇÃO 9 COMO CALCULAR UMA METRAGEM A nnmem preocupação de um¡ costu- reira, :nuas de lnlclnr a contação de um vestido. deve ser o conhecimento d¡ metra- gem requerldn pelo modelo escolhido. Assim. bastando sezulr situam Indicações precisa. é possivel evitar-ae um desperdício de dl- nhelro e de tecldo. Vejamos qual: são estas Indicações : SAIA - Por¡ uma sai¡ teh ou compor- tando alguns pequenos recortes. é necessá- rio uma ¡lture - oumllrlmmtu tomado desde e cintura até n barra d¡ sala, mu: 2cmpencosluradncinturneãouõun por¡ l bninln _- em um tecido que tenha 1.40 m de largura (lã por amplo). Buponhnmos que o oomprlmenw drunk¡ n! !! de ü cm. Teremos enblo: 65 cm de ala + ! cmdzcostun + Gcmdehnlnhn : 7¡ cm nn local. Seotecldoteanwcmdelnrglm (tecl- dos comuns de altodlo ou ltda). !ambas o dõbro. 1.596 é. no exemplo dude: 13 x 2 , - M6 m. Por¡ uma min em forma, plissada ou pmgueedr, calcule a vêzes n medida das quadris per-n obter n¡ memwan necesario ! BLUSA OU CASAQUINKO - Tome duu : nuns num tecido de 90. En¡ medida d¡ ¡lturo e tomada d: costura do ombro ! junto lo pescoço. nn (rente) até a cintura. mais ls em par¡ a fralda. Que entra por baixo da sala (no cosa d¡ blusa! ou mais a quan- 22 . OLLBWVd 0d' VH 011V lidade de centímetros necessária para o com- primenw do : banquinho (na caso "tanleur" ou duas-peças). Exemplo: para o tamanho médio. cerca de 1.80 m (com mangas compridas. VESTIDO - Faça o mesmo calculo du saia. mais o da blusa, suprlmlndo, porém. os 15 cm de fralda. Em genl, para um ta- manho médio. alo necessárlns 2,50 m por 1.40 m de largura ou, no casa dc um tecido com 90 cm de largura. cerca de 3,50 m n 4 m. Para os vestidos de verão uu de noite. com sala ampla, duplicar ou triplicar A me- tragem de acordo com a largura do modelo, MANTO - Calcule duas alturas (wm- Drunento total da peca¡ meu duas alturas de manga (comprimento total do braço, da ombro, nte' o punho da mnngnn. Por-n um mnntb amplo, tamanho média. um "redin- zote". calcule em geral : l metros por 1.40 m. "TAILLEUR" - Uma altura de sola em 1.40 m. mais uma altura de blusa. à qua] se deve acrescentar o comprimento da base pre- vista. par¡ o casaco. mais um comprimento de manga (60 cm). Em médln, 2,611 m em 1.40 m de largura. Todas esta: medidas são válidas par¡ um tamanho 42 ou 44. No casa de recortes fantasia. bolsos ¡pllcndus ou outros detalhes acrescentar 1o e 15 cm de acordo com n 1n- Dortància dêlu “VS VG vz» nnv , HVILNVN¡ OG VBOLTV
  20. 20. LIÇÃO 10 U5 TECIDOS E SEU EMPRÊGO Para que o resultado de uma costura mu¡ satisfatório, é necessário que se tenha pleno conhecimento do : notória prima com que se trabalho, ou seja a fazenda. Assim sendo. é obrigatório que se possua boas no- ções sobre os tecidos de lá. de seda. de rayon. de linho, de algodão ou de fibras artificiais. estudando suas reações a lavagem, ao "de- catissage" e a passagem a ferro. E também tieimportenciaquesesalbaarnaneirapela qual os tecidos se modificam com o usa_ Asnooõesbasicuquedaremosaseguir não dever-no jamais ser esquecidas pois con¡- tituem fatores basicos para uma oonfecçlo perfeita. OS IIIFFÉRENTES SENTIDOS DO TECIDO m reto - O tio reto da fazenda segue o mestria sentido da curtia. ou seia, da ur- didura. aqua igualmente o sentido' perpen- dicularamireiamisejmdn trammqueeo fio atravessado. 0 vid: - O viés se obtem dobrando fio reto da urdidura sôbre o fio reto trama, como Ji. vimos na liçlo s. empregadonoviemoteoidoemaism flexivel do que no fio teto. sendo por iso. necessario para os efeitos de ma. facili- tando a formaçao dos drapejadoa. Permite obter nos quadriculadoa acoceses a nas lia- tru combinaçoes variadas. O viés é ainda empregado para as casa: debruadu ou 'de Danmpanoadebrurmoscintosemforma de faixas amarrada: em pano¡ e para s¡ echarpea Outro¡ ¡unido! - Além dos flo¡ reto¡ da urdidura e da trama. e do viés. certo¡ tecido¡ apresentam um sentido ascendente e um sentido descendente, resultantes da sua cnntexturs. Bio o¡ "drops". no veludo¡ de seda ou algodao. u velbutinu. as peid~ ÊÊe. LIBS, enfim todos os tecidos de pelos deitados ou de pe'. Para trabalhar nom tais fazendas. é conveniente marcar no lado avesso. com giz. uma. série de grandes ítens. cujas pon- tas deverão estar dirigidas para o lado onde seconvencionouficarabainhadanimdo vestido. do lnlntd. etc. . para ban precisar o sentido da fazenda antes de corte-la. Des- tamaneimtodasupeçasdomoldenerlo cortadas non-resina sentido a fim de evitar diferenças de brilho. EMPREGO DOS TECIDOS SEGUNDO SEU SENTIDO Blwrttueasveibutinasolveludude sedaeosdenlgodlmnotidoanqueeies parapmmaissmnbrios. Paniaaojogueo teeidosobresinoprimaouretanavertbal edetermingpnrreanparadooomooutrope- daçodomeamo teoidodispoatosaitido oontrárirmqualeoinaissomhriu. cortetô- duaapecasdomoldenomamoaentidoa iimdeevitaheamoildiaoanoqenadifs- rençaderefieros. Apeliiciaéamveludodepeloh-imante. lnngoe deitado. ñnprque-a ¡anpleoom o peloviradopaninixodovutido. 0“d. rlp" eoertuuapehidastbmtambúnouitldn flcildevariñcanaliqndoi¡ tacidounna mio. lilstadifelenctwileosenaivelquando otecidoenovmseaoentuaoomonnaaa escondem sevnoenlounpreaaotocido sanprenonlmilosentidmalinruipaaprv- aentarelogopartealimsepartuermdu. DO AVESSO E DO DIREITO Nasleaoavhsoaatigexatmmtenolado exiernodadobta-rnercadoria uhoradpum tecidmparsleinaourelxmundoalndaenn peça). Omennoaconteisenoaaepadoao- daoudenyon htutasendaamtretanfo. iém quase sample DU cm de lurizura r são frequentemente cnrolndas, estando o direito virado para o ! ado de dentro. Dn caso do dúvida. lembre-se de oue o avesso apresente sempre defeitos de tessitura. pequenos cam- ons. irregularidades mais visíveis no avesso do que no direito. Certos tecidos n10 Dos- suem nem avkso nem direito: failles. tale- tás. musselinas. sui-ans. orgnndis, algodbes ll- sos ou de estamparias feitas na propria tes- situra. Em alguns tipos de lia com malhas en› viesadas - tweeds. cheviottes. shetlsnds - o avesso e o direito são muito semelhantes. Para os distinguir. coloque o tecido em sua frente com as oureias na vertical: quando o sentido da malha se dirige do seu ombro esquerdo par¡ o Joelho direito. o tecido es- um pelo direito REAÇDIL¡ AO “DFLCATISS ÇEÍ Em um mmno tecido. nem sempre a trama e a urdidura apzaentam a mesmo ração an "decaussage" e n pamgem a ferro. Para verificar essa diferença, faça o seguin- te teste: ' do( de tecido contido pelo alinhavo e, em segui- da. quando silver sem. meça a d ernoompñmsntoeemlargundotecidoque sofreu o” . Assim. numa metragem de 4 metros de unido. depois do "décatisangeí oeneoihimentoseradellannocomprh maeotoetieaãcmnalnrrura. Nhocune-ça de ter _ai conta esta¡ diminuição¡ para o calculo dametragem necessaria a roupa que voce metade creator. CONSELHOS PARA TRABÀUIAR CERTOS TECIDOS Vciudo-htausendauigeumsoérie decllidlÚüblflmfolüultldodnünbs- lhoaejantlafatàrio. 'lhiaeuidadoalioos seguinte: : a) sentidodoulado-Jafizunoaoo- Inentariosaeaterespeitoumpmico luis. b- Carte do veludo -- Peito pelo aves- so. sobre a qual o molde ser¡ tra- cado. cr Para evitar iu uu costurar nar. ("Em - Anta de fazer as costurar_ distenda-as ligeiramente rio ferro. Como o fio tem sempre tendencia a enrllzar o viés, diminua a tensão do ponto da mlqulna. Para rena. . rlnr as costuras. desllu uma un de papel entre o tecido e a sapa- tinho da miquina. d) Passagem a [erro - Para passar a ferro o veludo, é preciso faze-ln setnpre pelo avesso. esticando bem o tecido. Para isso. fixe o ferro pela alça num suporte, ficando a super- ficie virada para cima. Fame o avesso do veludo sobre a superficie quente. esticando-o e fazendo pra- são. ei Para renovar o veludo barrado pe- lo: atrito¡ ou ericado pela emma - Mame o avesso com auxilio de um pano úmido bem limpo. &po- nha o tecido na calor do ferro sem deixar toca-lo. O calor evaporar¡ n água. cujo vapor atravessar¡ a tra- ma e retificar-i os pelos emaranha- doa ou rebatidoa. Deixe o veludo secar no ar. Gare ou masuiina - Os tecidos leves e' flexível, do um else, musselina, crepe- »georgette etc. , são dificeis de trabalhar quando não se observam certos cuidados. como os que se seguem r m Corte e montagem -A Quando o mnl« de contem peças de contornos bem definidos. corte-se em papel de seda. dando margens de costura no pró- prio papel. Alinhave as peças pelos traça sobre o tecido e recorte-u. Pau¡ a montagem, prendendo papel e inunda simultaneamente. !um as costuras. é só retirar o papel de seda que se desprendera ncilmente. quando a saia é cortada em panos fartos, basta colour uma tir¡ de papeldesedaezitreotecldoea npatinha da maquina. no aumento de costurar os panos. n¡ AguihaJioeponto--Paracosturar as gases. uae na maquina. agulha bem um. linha de seda. e pontos bem pequena. 23
  21. 21. 2.** PARTE COMO TRAÇAR OS MOLDES BÁSICOS. NOÇÕES SÔBRE COSTURA E MONTAGEM LIÇÃO 11 ESTUDO DAS BASES I ~ BASE DA FRENTE DA BLUSA 24 Vimos ane' agou tudo aquilo que e' acon- selhàvel para a principinnlg em costura. A porur desla lição. começaremos então a dar a maneira propriamente dit. : de cortar. Nio daremos neste livro o molde de nenhum mo- délo em particular. mas sim Unidas as boom que se fizerem necessaria. ; para interpreta- ção de um modelo oualouer. evitando asim. o aspecto desagrndivel de um livro tora de muda. 0 molde é sempre traçado pela metade. o não ser nos casos de aslmetrln do mode- lo, Dohre em seguida o novel pelo meio e corte em duas etpmurl: para. obter o mol- de inteiro. ou então. leve a metodo do mol- de sobre o tecido dobrado. Isto. é lógico. no raso de nlo haver costura ou lbotoamenw no melo da peça. 0 molde ser¡ cortado no papel nas medidos exatas Reproduz-o com todos os detalha: na fazenda e. n¡ hora de cortar esta última, deixe uma marlem de zaticmparaasooslurasedeâascm para u bainhu. Aslm vistas esta. ; pequenas considera- ções. passemos envio ao estudo da ! rente da base de uma blusa. FRENTE DA BLUSA - Trace o Run- gulo ABCD com as seguintes dimensões: As: qunrtapartedobuatolnauzan damn. AC = comprimento da blusa no frente. Divida este retãnzulo por duas linhas horiwntais. que são as seguintes: a do bruto e a do mou. A linha do busto é representa- da pela reta EF, numa posição lnvarlàvnl. determinada pela distancia Cl. imune kual u : lltulu do busln menus 1 rm A llnru, da cava y repmonnluu Dell¡ reta GH, colocado lmmn posicao variavel de acórdn com o m0- déln (iest-; Mlu Ha no enlnmo, duas poslcoes clássicas' a da cana ideal e a da menor cova, A ram xdcrli drstina-se a receber a man ga ldPni. mu é. aquela que é cortada d( acordo con! n largura da braço, sem ser nem ampla nem estreita Néste casa. a linlm GH será traçada de maneira que AG seja igual à medida dada pela tabela 2, correspondente a largura do braco de cada pessoa. Por exemplo, se o seu braco medir 28 cm. a La- helr 2 nos dará. como altura de cava ideal, AG igual a 20.5 nn A menor cava dusiinn-se as blusas ca- vadas, isbn é. sem mangas Nüste Caso, n : li› tura da cava AG será simplesmente igual à metade do costado. Com isso. a cava ficará um pouco menor, a hm de não deixar muito à mostra a região da nula, HA usos porém. rm que estas duas alturas de cava no pr¡- ncamentz iguais Isto acontece quando o praca c' tino em relação ao tostado. ou @ele i'- muito largo em relação ao primeiro. Nestas rondições. a linha da mor cava ser¡ tn- çada, 1.5 a 2 cm acima da linha da uv¡ ideal. processo este que deverá ser o prelerido. em qualquer caso. Neste ponto. veremos que o retlnzulu ABCD est¡ dividido em três donos: 1 -- zona do cava. situado uma da ll- nha da cava. que vai conter os tr¡- çados do decote. ombro e cava. 2 - zona neutra, situada entre a unha da cava e n do busto, sem função. 3 - Zona do busto. situada : baixo da linha do busto. ou val conter. em geral. as pences modeladoras do mesmo. TRAÇADO DA ZONA DA CAVA Decote AI : metade do metodo um terço do A! AK' = AKmnislucmhnedidomdln- zona! AJ) AK" = AK mais 1. cm. 'n-ace o decote, unindo Bites Punto¡ Por um arco de circulo. Ombro Aquedadnombronipomu tres medi- das diferentes: II¡ de lã um de 4 m¡ de 4.¡ cm de ñ em
  22. 22. Estruc medidas são gerais. mas podem aer alteradas quando a pessoa tem ombro muito caido ou reto demais. Agora. e a4 ligar K a l. por uma reta. Cova A cava e uma curva pronunciada que liga os seguintes pontos: Ponto L-dadoveln própdnauedndo ombro Ponto M - situado 1.5 cm para. derme da metade de U Ponto N e- situado 2 cm acima de J (2,5 em quando . ll-l é igual ou superior a l an) Ponta N' ~ situado : i an para a direita de J (4 nm quando JH é iaual ou superior a B em) Ponto 1-¡ -- extremidade da linha da cava. TRAÇADO DA ZON~ DO BUSTO O tratado desta uma oonaiste justamen- te em nela incluir a. : penca: que via modelar o busto. Naturalmente atas penses poderio estar colocadas da. maneira mala variada posdvel. Aqui entretanto, estudaremoa ape- nas a disposição clássica, que compreende uma penca vertical mais pmlunda e outra horizontal mais rasa. nn lições posteriores. mostraremos como a leitora poder¡ fazer o transporte de penca: a partir desta disposi- cio clássica. Corno vocês já devem saber aa pentes são pregas plrarnidaia costuradaa que se destinam a formar um bojo no rmliie. necessaria para conter uma anuência quai- quer do corpo. Depois de traçada a zona da ein, mar- que a linha do busto EF, como j¡ foi anai- nado, isto é. determinando CE com a medi- da da altura do busto menos l an. se esta fôr de i8 rm_ CE mediri 17 cm. Na linha do busto, marque B0 igual a metade da separação do busto (em geral 20 cm. a que d¡ m em como metodo. e do pon- Lu o desc¡ a vertical 00', que : a linha guia (ln punce vertical. indicadora também da sua altura. Rats saber agora, o outro elemento da Penne_ raio é, a sua profundidade. Esta profundidade e determinada pela diferença m"? I “Run AB do retlngulo e a quarta Parte da cintura. Se por exemplo. AB medir 25 Em E l quarta parte da cintura forr l'7 cm. a profundidade seu¡ de 9 cm. assim diatri- _ buldoa: marque il cm para a esquerda de 0' constante (nocaaodcm) paraadlreim detenninando desta maneira oa pontua P e Q. Ligue entlo. este: dou ponto¡ ao ponto 0' por duas retas que : eric oa lado¡ da pen- C F0'T G D ce. Notequeoszcmparaaeequerdanlo rmidun nunca. qualquer que : eia a Profun- didade da pente. Procede-se desta maneira a fim de tule a vence permanecia na vertical. A linha gula nào mais intensa. pola u eixo da penca será agora 01' to eixo é a linha que divide a penoe ao meio e corresponde a dohra da fazenda no lado avesso). estando o ponto 'l' na metade de PQ (veia esque- ma lb . Para o traçado da pence horizontal. co- locada na lado. marque o ponto R a 4 cm de distlncia da ponto 0 e ligue-o aos pon- tosscs'amboedlstando iâcmparacima e para baixo de F. Deste modo. a pente ho- rizontal tera 3 cm de profundidade (aque- mu l) Sempre que trocamos urna penca, b¡ ne- cessidade de fazermos certas correções na linha de costura onde a penca termina. Ve- jamos então. quais sào esta: correções indi- cadas rio esquema 2 (traçado final da base). Peru: : vertical - Todas as veses que o eixo da pence não é perpendicular a contu- ra onde ela tennina, os lados da pan-e ficam desiguais. l o que acontece aqui: o lado OQ ESQUEMA 2 da penca vertical é maior do que o lado 0P. Tornmse necessario iguala-los. Para irao, hasta medir o lado OQ e. em seguida, au- mentar 0P até P' de modo que 0P' tenha a mesma medida de OQ. Una C a P' por uma linha ligeiramente curva. O traçado da ponta inferior da penca e necessario para que haja margem interna de costura auiiciente para checar a cintura. asim sendo, marque QQ'. com a metade da pmtundldnde da pen- ce ou seja 'IQ (no noaan caso 45 cmi e meça a* distancia OQ'. Co mean¡ medida, marque 01' no eixo da penca. Continue a curva CP' até T' e ligue T' a Q por uma reta. com isto, a cintura fica automaticamente deter- minada. indo terminar. em qualquer com. no lado do retângulo. se persistir alguma dúvida na leitora, depois de traçado o mol- de. meça CP' e QD. Some aa duaa medidas e obterá forçosamente a quarta parte da cintura. Peru-c horizontal - Como o eixo desta peace é perpendicular a costura lateral HD. oeaeus ladosnsensaãoiguaia. Aoorre- çãn aqui é diferente, e já veremos por qua. Todas as vãos que iechamos uma penoe. fama-sc um ângulo neste ponto. como moa- trnadmenhodafiLl. tpreciaopolmell- rninareatetnsulmrefaundoalinhadaoos- tura. que voltará a posição primitiva como mostra a linha tracejada. Para. obter da correria, basta aumentar de meio centimetm oslanioadapenceeuni-kxaileamfor- mando assim uma pequena ponta no ponto P do eixo da Dúnoe. mtas oorreçõa. comuns a tódaa aa pen- ces, como a leitora verificar¡ nn transcor- rer das lições. podera ser resolvidas mm- mente na prática por um procura muito simples: dobre ciúdadrmanrente a pense. em Lodo o seu comprimenm e, com auxilio da Carretilha, refaça a linha de costura, for- mando a claaica ponta. cortam lateral - Quando o rompñmm' wdarrentedablusaéigualaodaacnsias ou pouco maior (até 2 em). a linha. da cm- tura ter-armar¡ lateralmente no ponta D. Quando a frente é maior em 3 ou 4 un. torna-se necessaria subir um a linha da cintura lateral. de D a D. em l m1- Quamio a diferenca for ainda maior. an 5 cm. pddemus iaur duas oorrecõüí al se a diferença é ruuitante de hua- to saliente 'demala convém aumentar a Dm- fllndldarie da pence horizontal para 4 um. permanecendo DD' com l cm. b› se a diferença é resultante de non- iomiaoão do corpo. sem haver husiomurtn saliente, pode«se deixar a penoe horizontal com 3 cm e alimentar DD' para a un. 25
  23. 23. da pemr I-nm 14 .1 u; rm (em média Is rm› r- ! nu-r- ur. .mu ! adm Ligue ll' u D' por nmn rem n Kim de obtermos a costura lateral LIÇÃO 12 ESTUDOS DAS BASES II - BASE DAS COSTAS DA BLUSA Enquanto a base da ! rente não compor- ta variações, n base dns costs¡ rompmenúe três tipos a saber : 1- Custas com ombro normal, Dan blusas demandas e sem muitu. 2rboxtux com. ombro anbeblda, pan qualquer um de rendimento. sobre- tudo aquela que mama¡ nun. 3 - Carla. : com ombro minuto a pin- çada. par¡ qmlquar topo d: rasu- mensa. acenando aquelas que pos- suun pda. I. " TIPO (esquema n TrmeoreHnguloBADCcomnnegum- tes dimensões: nA= qunrtupnrteusudobnno. BD = oomnr| mencod1b1unnuonsua. Note que. mn (umha: da com a cor- rtcãodnscurvnsquepcmmdntmntepnn as costa¡ (can. decoce em). o molde du costas é Icmpre tnçndo em senado Inventa ao d¡ frente. Dxvxanoreunzuxonhncpenunnnaa cavnKGquztemdAaltunBRmAGMul a menu ¡ltun d¡ uv¡ ulmzndtnnfrenu, sei¡ elnqmlfdr. 'Panos nnmduu lonas: l~zouumva. superinr, sltundnlcl- mndallxmndnuvmmlevolconhr na traçado¡ do decote. ombro e un. Q-Zou do cintura. mtu-her, :numa tbdzo dljinhldlaln. qunvl¡ eonurupenoemdntuzt. TRAÇADO DA ZONA DA (TAVA Decote A! _meudedocmhdc AK : umtuvodcü AIC-; ZCIIL h-uceodeeowlmlnaoxnlvmrumn cum. Acnvnéumncurnmmonpronunclndn doquamlrenmquepnnnpelmaegulntu Ponha: rmmn-naaopmqneanuamm PmtoM-Oohnlhnlcmpndm- tmdollldndeLN. PantoN-cohudnzananlmdaa (tumnolllãmannrquel an). l un (quado E. ) medadalmãâun) ou lclnmunndoñlólnnlou Indo¡ queima). ? banir-Colocando n 1 an lhllxn 608. TRAÇADO DA ZONA DA CINTURA Marque CD' Igual¡ quart- pu-u d¡ cinturlmnlslmqualuionmnrvldmpnh . g. "ADAIR lllllltkl: mllÍl-KODBÍDÍEÍ' mealãcmnnudnlndn. !cunhada 2 TIPO u-»quv--un ! r I'RI Dn In Ztn¡ D 4'›' Decote 'braçada izual ao do pnmeim um Ombro Traçado igun¡ ao do príxmlro tipo. Au- mente-n de L a L' em I : :m que ser¡ absor- vido pelo embeblmenlo. 0 emhablmrnm con- siste em passar . sobre a unha de costura um no a máqtunn de ligeiro lmnzido . mes d¡- proceder à mnntagan. de mnnmru que Est(- tnnzidn drsaparzça depuis na passagem u ferro. O embebimenw : latina-se n provocar um bõjo difuso ao longo da oosturn. neces- sirioamelhou-mmldgxnpeclsôbrecenu saliêncks do corpo. CIDE A can pasa pelas seguiam pontos: PanmU-htranidmednunhv PomoM-Colncldoacmnlnhndel. PuntoN~Co| ocadn2cmndmndeJ (quandoHJémenorqueí) un). 3 cm (quando HJ mededganlá 55ml) ou lanmuundoii-Iéltunlou nulnrqueaan). Ponto H' - Colocado l cm abaixo de H. TRAÇADO DA ZONA DA CINTIIRA ¡mu! no do primeiro tipo. 3.' TIPO (aqua-nn 3) TRAÇADO DA ZONA DA CAVA Decote mano ¡mu! no do prlmexro um. Ombro mçMoIRHAIMdOPIWWAWNW-Àu- mente-odalanuemaclnnknqunnlâ cmuedestinnlpenceennàunruunte no arnheblmcnm.
  24. 24. A pente da ombro pude estnr animada cm qunlqucr ponta du vncsmu. nunãm dista Em gnu¡ 4 cm du derute. Sua profundidade. como Já umas. t- (is 1.5 cm e seu romari- memo é de a cm Para restituir ao cmbm a sua ! uma rttn_ depois de (whndn a pence, desta 1.5 cm nn oxlrvmidade, de L' A¡ L". Una por um: : n-Iu L" ao Kadu da pence. Par! ! A cum passa pelos seguintes pontos , Ponto L' - Eni-umidade do nmbm ln ser clmunndo) ? anual-situado 15 cm : hum de L' Pontnursltundn l cm abaixo de L Ponw N ~ Colocado 2 cm mim¡ de J (quando HJ e menor que S cm), S cm (quando HJ mede da 3 até 5,5 cm) ou 4 cm (quando HJ é lgull uu nrawr que E cmr. Ponto H"~SLtuado 1.5 cm Abuso de H' (que. por sua vu. está colocado 1 cm abaixa de R). Observucões: A queda do ombro de 1.5 un a mais na extremidade só l: válida para casos semelhantes n êstes. Quando n pente varia de profundidade ou de poslcão ! para costas multo nbauladas a profundidade da vence pode chegar a 2 e 3 : :mv este aumento de queda vnrin e pode ser encontrada do- bmndn simplexrzrsnbe n penca no papel e relaxando a 11mm mta do ombro. A distân- cia H' H", sendo sempre igual n L' L", vn- riará conseqüentemente com a nrinçâo da Queda do ombro Pan melhor orientação da leitora. . um daremos as dimensões mais usadas par¡ a Dance do ombru: Comprimento v e' sempre de 8 cm. Pra/ anamaria ~ varia com o corpo e o modelo, como está abaixo discriminado: n¡ omoplulas normais - 1.5 cm para. vestidos e 2 cm para casacos e ca~ snqulnhos. IN mnaplazus gordas ou saliente. : - 2 cm para vestidos e 2.5 cm para ca- sacos e uusaquinhos l'l(. (_IrDO [H 7,(i. ' D CINTUÍH Igual ao do primeira tipo. Correção da costura lateral - n custurn lateral das costas deve ser igual n da frente_ Quando Lnl não acnntecer. deve-se proceder K: ESQUEMA 1 N¡ D D' C à uma canttâo. Pan tuo. meça n costura lateral da Irente. sem nontu n profundjda» de da penca hnnznntal e compare esta me- dlda com n das costas. 1m cuca ¡nadan- se apresentar: x-Ascostunsssoizuus-wuibns- ta (nur a correção da ponta de costura n¡ base da peace. wma vimos na llçán anterior. mtu cor- recto está indicada no aquela¡ l. 2-A costura da frente é menor Que n das costas _neste caso. mar- que o comprimmw du costura ¡a- MmldnrnntedeI-“Pazzunnz an ladndnnence. Esta wmçin estáindlcadlnoaqunmnz. B-A costura d: !rente é mehr do que as das costas - néste caso. au- mente a costura das costas até U. de maneira que H" U tenha o mes- mo romprimento da lateral da ! rem tc- Refaça u linha da cintura unin- do o punm K7 ao ponto C e car- riglnrlo a base da vence. Esta cor- reção está indícada no esquema 3 ssaugnA 2 OBSERVAÇÃO IMPORTANTE *r Ema vez tennlnarl: : m- ÍHaaQR, frente- e x-nqvus. nãn deixe de ' ¡ficar a ulnrhuu ir' ul¡ u Chama-se abertura da cava. a . inííh. ' entre os seus pontos extremos'. ;sta 64 ponto I. no unrhro 4_- o ponta H DJ u* Essa ¡Iistàncm . s srmpxc nuuar m (as do que na ÍYQHÍR. .r nm de que n mu . corretamente a musruqtxua . - nmnplata nas costas Para mw ~ m m, :lamas u seguu' os valozes 3px. . , ns dr quanto a uva das Canina que ser mais aberta que a da frunto' '› r¡ 1 a 15 cm. r nos váslmn: cavados nu do m «na b l. u 2 nus umntszcrn an» sôcs. casaqumhrm, v-cdmgulvs m "rmm~ lcaux" vsumlcs c. 2.5 a 3 cm. e. nus manu-zum" um gado: Sc, depons de ! laçadzlá as b. : oblidn a diferença de ahertu , que se dr-swju. não Ives: : m «iu pouco mmz' 2¡ punta | nfcr1or ! a o costas uu . xulnr n rir¡ Para na to «L-ntàc. nu; .mnh. n cusm a lnivrul. A fly_ l dara uma ! além tlo 5391mb.
  25. 25. VARIAÇÕES DA BASE A roupa que n mulher veste segundo n : un linha. pode ser incluida em tre: dl- ferentes tipos: modelnda, meio-modelada e reta. Por esta razao e evidente que a base inicial deverá se modificar assumi** ° “P0 de mupa que voce vai cortar Essas mo- dificações se locallzun apenas na zona do busuz. como veremua a seguir. J' tipo, BASE MODELADA [vestidos justos ou colnnzes) - Esta base é a ela-I- nca, j¡ estudada nas lições 11 e 12, com na penca¡ do busto. profundas e modela~ dona. l' tipo. BASE MEIO-MODELADA (tu- blnhos mais modeiadoa. blusões e : :asa- qulnhns meiowlnlados, bem como redin- goles e “manu-auxH. Frente - par¡ obter-se n base meio- modelnda. basta que você diminua n. pro~ lundldade da ponte vertical para 1 a 4 nm mnrcandmse metade para cada lado da linha vertical 00' d¡ base. A linha later-al poder¡ permanecer a mesma ou pode en- trar de 1 a 2 cm no lado da cintura a fim de que seja traçada para dentm, quando se deseja que o cantórno lateral do mo- delo indique suavemente a cintura. Desta maneira. evidentemente. a cintura ficará aumentada de alguns centimetros. soltan- do a mupa do corpo (esquema u. Contas A cintura nas costas devem¡ ser aumi-nladn na mesma medida i-m que o foi nu (rente. Para issu. elimina Lulu] nu parcialmente a pente dan canina e au- mente no lado o que falta para completar o aumento sofrido pela cintura na frente ! esquema 5›. Quando se deseja que a penca permaneça a mesma. o aumento se- rt entán totalmente no lado. esquema 5 BASE RETA tubinho menos modelado e cusuquinhos. blusões e “mamcaux" retos). J" tipo. I vestido-nano_ Frnntw «esquema 6› - A (rente da base ac [urna mais simples pela. : modificações que as pences vão sofrer: 1. A penca vertical é eliminada total! mente, 2 A penca horizontal é traçada com a sua profundidade aumentada. para 4 cm «busto pequenm. ã rm ! busto normal) ou G em Ibuslo saliente). Sua ponta fi- cará colocada sobre o ponto O. se UÍH val ser posteriormente drslocada ou transpor- Lada. e afastada do 2 a 4 cm para Ion¡ do ponto O. so a penca horizontal não vai sair da sua poaiçán primitiva. a Coma nau m¡ penca vertical. trace a : savana 7 linha da buslo cum a . sua altura normal. :sm é. sem diminuir 1 cm como acontere nu base normal modelada Coxim: : [esquema 7¡ 4 No base das costas. basta traçar apenas a zona da cava. Não ma-rque a cintura nem a pen~ ce da cinlum A mslura lateral devera ser o próprio lado (ln retângulo. NOTA ~ 0 primeiro tipo (base modev Inda! e' aquéle que é sempre usado quan- do ss- trata de vestidos camadas na cin~ tura. mesmo que ac (rate de blusas . bn- íanles. como se pode ver _na lição 18. Quando o modélo exige qi a base seja prolongada para baixo du cintura n'est». dos inteiros_ casaruz¡ e casaquinho! , ctcJ vntãn, qualquer dos três tipos poderá ser o ponto de partida pam o traçado do molde. dependendoxla llnlm do modelo. como vcrvmns z-m liçõi-s ¡wsteriorea
  26. 26. BASE PARA ROUPAS E MODEIOS FOIJJADOS Nas roupas (algunas. como chemisiern. blusbes, costumes, redlngotes e manteaux. a blue inicial 7 seja ela modelnda, meia~ modelada, ou reis 7 deve sofrer um au- mento geral. desde o ombro até s costura lateral. Este aumento é dado de acordo com s tabela S, tanto na ! rente como nas costas. marcando-sc os novos pontos de cnntúrno do molde. como segue abaixo (veja esquemas 8 u- B1: l aunnnrtu do ombro de A a A' (l' coluna da tabela Gt. 2 aumento da cava de B a B' 12' co- luna da tabela 6). 3 drsz-ida da mm de C a C' 43' co- luna da taibclu 6). 4. folyn. lulvml de C' a D m coluna da labeln m. Trace a nova cava. unindo os pontos A'. B' s- D. Dn ponta D, lrnce para baixo a nova linha lateral. ESCOLHA DAS FOLGAS A escolha dns folgas a serem dadas de- pende de tres fatores: l. Tanmuho do buclu 7 Quanto menor o busto, menores s¡ folgas, e quanto maior o busto, maiores u folgas. por uma ques- tão do proporcionalidade. Daremos a se- guir uma orientação geral a respeito. bs- seada nas medidas indicadas nas linhas da tabela G. A Busto abaixe dr 90 cm. Linha A 7 vestidos e duas-peças sim- plen, Linha B r chemlsier e duas-peças co- muns lblusões e cnsaquinhos). B. Busto entre .00 z- ¡00 em. Unha B 7 vestidas e duas-peças sun- plei. Linha C 7 chemisier e duas~peças cm muns nblnnsões e casaquinhosi. C. Busto acima dc 100 cm. Linha C - vestidos e duas-pecas sim- ples. Linha ll _- chemlsier e duas-peças co- muns lblvsoes e casuqulnhos). D. Rerlínyotu e montana* Linha D 7 busto n16 94 cm. Linha E 7 busto acima de 94 cm. 2. Tecido 7 quanta : nais fino e delgado o tecido, menores serao as folgas. e quem- to mais espesso, maiores as folgas. R. Linha : lu mudélo 7 Uma mesma roupa. 7 um ^'ta. il. leur". um "manleaux" ou um chemisier 7 pode ter folgas maio- res ou menores. conforme você o deseje mais Justo ou mais folgado. Tudo o que foi dito acima. serve ape- nas pura a orientação da leitora, sem constituir regras rígidas, n serem segui- das cegamente. Só a experiencia é capuz de fornecer à aluna o dominio da escolha perfeita das folga: : a serem uülimm num determinado modelo. Assim. por exemplo. se você tem 94 cm de busto e quer fazer um “tauleur”. as folgas a serem escolhidas estão na linha C da tabela 5 ou sejam: aumento do ombro = 1.5 cm. sumenw da cava 1,5 cm. descida da cava _ 1.5 cm. folga lateral .7. 1,5 a 2,5 cm. Estas folgas. escolhidas segundo a fa- beln são as normais. porém podem ser su- mentadss ou diminuída. se o tecido for grosso demais - certas 1h 7 ou Ie a linha. do modelo assim exigir. ESQUEMA 8 29
  27. 27. LIÇÃO 13 ESTUDOS DAS BASES HI - BASE DE MANGA CLASSICA Dar-emos ncsLa lrçan a manelra de tra- çar uma manga classica. base esta qua val serv-lr posoerlormente como ponto de partl- ua para o molde de outros llpcs de mangas. MOLDE (esquema l r comece pelo rerángulo básico ABCD, em que o comprimento AC é igual ao comprl- menu-r da manga comprida e cuja largura AB depende da altura du cava esoolhlda na base da blusa. Quando esta e a altura da cava ideal. dada nus duas lições anteriores. em ! unção da largura do braço (tabela m. a medrda de AB 4 lslo é, metade da largura da manga ~ deverá ser procurada na tabe- la 3. Veja qual a sua largura do braço e pro- cure rm coluna da meia largura da manga a medido correspondente. Por exemplo, se a sua largura do braço e de 2B cm a mela- largura da manga sera de 16. Encontrada a largura AB_ trace o retirh gula ABCD c o repm¡ para o ladq esquerdo. marcando o retângulo B'AD'C, para obter- mos a manga completa. Veremos aaslm. que a largura total da manga B? ! ser¡ o dobro da meia-largura dada na tabela 3, A linha AC corresponderá ao meio da manga. o lado dlrelw sera a frente e o esquerdo as costas. Cabeço da manga - Pela mesma tabela 3. procure o valor da cabeça da manga e leve esta medido de B' a E e de B a F. tra- çando a rem EF que r'- n linha da cabeça da manga. Assim sendo. podemos delimr a rn- beça da manga. como sendo a dlsrancia en- tre o ponto mala elevado di¡ cava da mansa -A-eoponlomalshalxov-Eoul”. 'S0 A queda mais aonrta ou menos bonita da manga depende. em grande parte, da alla- ra da cabeça da manga Quanm mais ele- vada é esta altura, mais colada ao corpo cai n manga e menos runas ! arma em baixo na axila, E mars elegante. mas rm compensação perante menos a llberdadc dos movrmenlos do braço. Ao contràrlo. quanto mais balas é aquela altura. mais u manga se prouom para tora_ nerrmtmdo mais ampla liberdade de movimentos. Em lrnca, a elegância hra prejudicada pela lonnaçio de rugas ¡lá-gn- closas na axrlu Os valores dados na tabela 3 garantem uma boa elezàncla e uma rela- tiva faculdade de movrmcnms, sôbre tudo quando se trata de duas peças ou costumes Traçado da cava - Uma vez marcada a linha EF da cabeça da manga _drvida o re- tângulo supenor ITBI-TP em dez partes iguals. por mero de lmhas verunars, nas quars va- mos marcar os pontos pur onde deve passar a lmha da cava Frente 1. punto A 2. ponto l. - nlarque KL com 0.5 cm 3. ponto N 7 marque HN. procuram do éste valor na tabela 3, de acordo com a largura do braço. 4 ponto O - marque 10. procurando éste valor na tabela 3. de acordo cum a largura do braço, 5. ponto J - marque JF' com 0.5 rm para meras-largura: dr: manga até 48 cm e mm l cm para meras-lar- gurns nmmn de 1B cm 6 ponto F COSMS MANGA CURTA FRENTE D' P C ssouenA 1

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