A U L A 2 8 P Á G . 4 0
A MEDICINA
PREVENTIVA
A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28
• Vários parasitas externos – ectoparasitas –
tais como pulgas, sarnas, piolhos e ácaros
pod...
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• As infestações internas devidas a
endoparasitas, frequentemente
veiculadas pelas pulgas e ...
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• Algumas destas doenças podem ser
prevenidas por meio de vacinas;
• A vigilância e uma boa ...
A VACINAÇÃO DOS ANIMAIS
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• As vacinações permitem evitar doenças
infecto-contagiosas fatais;
• Algumas são obrigatóri...
IMUNIDADE DO CÃO
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• O cachorro recebe uma primeira imunidade
da mãe;
• São os anticorpos presentes no colostro...
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• Estes anticorpos desaparecem entre a 4ª
e a 5ª semana;
• Sendo assim, o cachorro já não es...
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• Além de que o sistema imunológico do cão
não está completamente desenvolvido ao
nascimento...
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• Ao vacinar o cão pela 1ª vez deve-se tomar
cuidado para não interferir nos anticorpos
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• O cão deve ser vacinado contra todas as
doenças infecciosas que poderiam ser-lhe
fatais;
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• Cinomose;
• Hepatite infecciosa;
• Leptospirose;
• Parvovirose
• E já existe contra Leishm...
OS DIFERENTES TIPOS DE
VACINAS
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• A administração de uma vacina em um
cão consiste em inocular microrganismos
patogênicos ou...
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• Algumas vacinas ditas ‘de agentes vivos’
são compostas de microrganismos que
ainda podem m...
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• Temos:
• Vacinas de Agentes Atenuados
Trata-se de microrganismos – vírus ou bactérias –
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A capacidade do vírus em provocar uma
reação no cão é, então, atenuada
progressivamente;
Já ...
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• As vacinas são ditas homólogas se os agentes
com os quais se pratica a vacinação forem
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• São denominadas heterólogas quando se
utiliza um microrganismo diferente, menos
virulento ...
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• Outras vacinas, cujo agentes patogênicos
foram modificados geneticamente,
perdendo a sua v...
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• Existem também vacinas com agentes
inertes incapazes de se multiplicar no
hospedeiro:
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• Vacinas sub-unitárias, que contêm unicamente
a parte do microrganismo responsável pelo
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• Por este motivo, são frequentemente
associadas a um adjuvante com função
de prolongar o co...
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• Para evitar a aplicação de muitas
injeções, utilizam-se com frequência,
várias valências;
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• No entanto é necessário tomar cuidado
de não misturar vacinas provenientes de
diferentes f...
ACIDENTES PÓS-VACINAIS
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• Um cuidado importante dos profissionais
de Clínicas Veterinárias e Pet Shops é
prestar esc...
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• Ainda existem a prática da venda e/ou
aplicação de vacinas sem a supervisão de
um Médico V...
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• Os riscos de profissionais não habilitados
realizarem tal procedimentos serão descritos
ma...
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• Fatores estes, que só poderão ser
detectados e resolvidos por médicos
veterinários;
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• Existem 3 formas principais de
manifestações sintomáticas que
caracterizam os acidentes pó...
REAÇÕES ALÉRGICAS LOCAIS
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• Podem ocorrer após a aplicação de
vacinas;
• Estão associadas a presença de um
adjuvante d...
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• A maioria das vacinas inativadas contém
adjuvantes e a reação pós-vacina está
relacionada ...
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• Estas reações caracterizam-se por uma
alopecia no local de aplicação da
vacina, como resul...
REAÇÕES ALÉRGICAS
SISTÊMICAS
CHOQUE ANAFILÁTICO
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• A anafilaxia é uma síndrome determinada
por uma choque sistêmico, que se
manisfesta minuto...
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• Os órgãos envolvidos na anfilaxia, na maioria
dos animais, são BAÇO e os PULMÕES;
• A libe...
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• Os sinais clínicos incluem náuseas,
vômitos, diarréia, inquietação, ataxia,
convulsões, pa...
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• Anafilaxia pode também ocorrer em
formas localizadas, referidas como
edema angioneurótico ...
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• E também reações urticariformes;
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• O edema angioneurótico é manisfestado
por inchaço dos lábios, pálpebras e
conjuntiva;
• É ...
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• As lesões urticariformes são lesões
salientes e pruriginosas da pele;
• Ocorrem alguns min...
ACIDENTES NEURO-
PARALÍTICOS
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• São afecções nervosas desmielinizantes
ou mielinoclásticas, causando uma
encefalomielite a...
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• Estas afecções têm maior importancia no
cão, que é mais sujeito a tais encefalites;
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• Está evidenciado que a substância responsável
pela encefalite alérgica existe na substânci...
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seres humanos, que ine...
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• Caracteriza-se por uma paralisia de um
ou mais membros, com rápida progressão
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• Concluímos que todo processo de
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• Avaliando seu nível de infestação
parasitária, sua condição nutricional e
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• Devido os riscos de acidentes pós-
vacinais, fica evidente a importância da
supervisão e a...
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FATOS, VERDADES E MENTIRAS SOBRE A
VACINAÇÃO DE CÃES
A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28
1. EM FILHOTES PEQUENOS, 95% DE SUA
IMUNIZAÇÃO É OBTIDA ATRAVÉS DO
CONSUMO DO COLOSTRO, QUE ...
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• VERDADE
Se mãe é imunizada contra as principais
doenças infecciosas canina;
Seus filhotes ...
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2. FÊMEAS REVACINADAS ANTES DA
COBERTURA PASSAM MAIS ANTICORPOS
PARA SEUS FILHOTES PELO COLO...
A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28
• VERDADE
• Quanto mais alta for a concentração de
anticorpos contra doenças infecciosas na
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3. ENQUANTO ESTÃO PRESENTES, OS
ANTICORPOS RECEBIDOS DA MÃE NÃO
VÃO INTERFERIR COM A VACINAÇ...
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• FALSO
Os anticorpos recebidos da mãe vão
interferir na produção de anticorpos
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4. A VIA DE ADMINISTRAÇÃO (USUALMENTE
INTRAMUSCULAR OU SUBCUTÂNEA) NÃO
TEM EFEITO NO NÍVEL D...
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• FALSO
O efeito da via de administração na resposta
vacinal depende da vacina que é aplicad...
A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28
5. CÃES IDOSOS (MAIS DE 7 ANOS DE
IDADE) PODEM TER UMA DIMINUIÇÃO NA
HABILIDADE DE PRODUZIR ...
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• VERDADE
Cães idosos não produzem anticorpos vacinais tão
bem como cães mais jovens;
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6. A VACINAÇÃO DE ANIMAIS QUE JÁ
ESTÃO DOENTES IRÁ PREVENIR A
PROGRESSÃO DA DOENÇA.
A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28
• FALSO
a vacinação de animais doentes não irá
prevenir a progressão da mesma;
Visto que os ...
A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28
Sete a duas semanas são necessários para
que o organismo produza quantidades
suficientes de ...
A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28
7. FILHOTES VACINADOS DEVEM SER
PROTEGIDOS DO FRIO, POIS A FRIAGEM
REDUZ A QUANTIDADE DE ANT...
A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28
• VERDADE
Pesquisas recentes em ninhadas separadas
por sexo, idade e peso, demostram níveis
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A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28
8. CÃES NÃO DEVEM SER VACINADOS
CONTRA CINOMOSE,
HEPATITE,LEPTOSPIROSE, PARAINFLUENZA
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A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28
• FALSO
Todas as doenças citadas acima podem ser fatais;
Quando o animal se recupera de uma ...
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A medicina preventiva aula 28

  1. 1. A U L A 2 8 P Á G . 4 0 A MEDICINA PREVENTIVA
  2. 2. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • Vários parasitas externos – ectoparasitas – tais como pulgas, sarnas, piolhos e ácaros podem modificar a pele e a pelagem do cão;
  3. 3. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • As infestações internas devidas a endoparasitas, frequentemente veiculadas pelas pulgas e mosquitos, podem atingir gravemente a saúde do cão e desenvolver doenças infecto- contagiosas;
  4. 4. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • Algumas destas doenças podem ser prevenidas por meio de vacinas; • A vigilância e uma boa higiene podem evitar a maioria destas afecções; • Sendo algumas fatais para eles;
  5. 5. A VACINAÇÃO DOS ANIMAIS
  6. 6. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • As vacinações permitem evitar doenças infecto-contagiosas fatais; • Algumas são obrigatórias; • Elas só podem ser eficazes se forem administradas em determinadas circunstâncias, ou seja, deve-se respeitar um calendário preciso;
  7. 7. IMUNIDADE DO CÃO
  8. 8. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • O cachorro recebe uma primeira imunidade da mãe; • São os anticorpos presentes no colostro; • Eles são transmitidos pelo leite materno durante as primeiras 24 horas de vida; • Isto vai depender também da imunidade da mãe;
  9. 9. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • Estes anticorpos desaparecem entre a 4ª e a 5ª semana; • Sendo assim, o cachorro já não está protegido na ausência de medidas de vacinação;
  10. 10. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • Além de que o sistema imunológico do cão não está completamente desenvolvido ao nascimento; • Sendo que só estará maduro após a 6ª semana; • Nas primeiras semanas de vida, o cão só pode combater as infecções através dos anticorpos fornecidos pela mãe;
  11. 11. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • Ao vacinar o cão pela 1ª vez deve-se tomar cuidado para não interferir nos anticorpos maternos; • Eles podem persistir até a 10ª a 12ª semana de idade; • Portanto, pode-se começar a implementar protocolos de vacinação a partir da 8ª a 10ª semanas de idade;
  12. 12. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • O cão deve ser vacinado contra todas as doenças infecciosas que poderiam ser-lhe fatais; • Além da vacinação antirrábica – legalmente obrigatória – o cachorro deve ser vacinado contra:
  13. 13. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • Cinomose; • Hepatite infecciosa; • Leptospirose; • Parvovirose • E já existe contra Leishmaniose;
  14. 14. OS DIFERENTES TIPOS DE VACINAS
  15. 15. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • A administração de uma vacina em um cão consiste em inocular microrganismos patogênicos ou de frações destes, de forma a que o animal possa produzir uma imunidade contra esses vírus ou bactérias;
  16. 16. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • Algumas vacinas ditas ‘de agentes vivos’ são compostas de microrganismos que ainda podem multiplicar-se no organismo do cão, sem no entanto, possuírem carácter patogênico;
  17. 17. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • Temos: • Vacinas de Agentes Atenuados Trata-se de microrganismos – vírus ou bactérias – cujo poder patogênico está diminuído após mutações obtidas, para os vírus, por meio de passagens sucessivas em culturas de células pertencentes a animais de outras espécies – galinhas, porquinho-da-índia;
  18. 18. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 A capacidade do vírus em provocar uma reação no cão é, então, atenuada progressivamente; Já as bactérias, são utilizados outros procedimentos visando obter esses mesmos efeitos;
  19. 19. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • As vacinas são ditas homólogas se os agentes com os quais se pratica a vacinação forem os mesmos do que os responsáveis pela doença;
  20. 20. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • São denominadas heterólogas quando se utiliza um microrganismo diferente, menos virulento que o primeiro, mais próximo do agente patogênico selvagem;
  21. 21. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • Outras vacinas, cujo agentes patogênicos foram modificados geneticamente, perdendo a sua virulência;
  22. 22. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • Existem também vacinas com agentes inertes incapazes de se multiplicar no hospedeiro: • Vacinas com agentes inativados, nas quais o agente patogênico foi morto por ações químicas;
  23. 23. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • Vacinas sub-unitárias, que contêm unicamente a parte do microrganismo responsável pelo aparecimento da doença; • Estas vacinas de agentes inativados possuem uma maior inocuidade do que as vacinas vivas, mas uma eficácia menor;
  24. 24. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • Por este motivo, são frequentemente associadas a um adjuvante com função de prolongar o contato com o organismo; • No caso da vacina antirrábica, a presença de um adjuvante dispensa uma 2ª injeção após a 1ª vacinação;
  25. 25. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • Para evitar a aplicação de muitas injeções, utilizam-se com frequência, várias valências; • Ou seja o cão é vacinado contra várias doenças infecciosas ao mesmo tempo;
  26. 26. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • No entanto é necessário tomar cuidado de não misturar vacinas provenientes de diferentes fabricantes;
  27. 27. ACIDENTES PÓS-VACINAIS
  28. 28. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • Um cuidado importante dos profissionais de Clínicas Veterinárias e Pet Shops é prestar esclarecimentos aos proprietários de animais de estimação, quanto aos riscos dos procedimentos de imunização – vacinação;
  29. 29. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • Ainda existem a prática da venda e/ou aplicação de vacinas sem a supervisão de um Médico Veterinário; • O que se deve ter muita cautela, visto que muitos funcionários de pet shops e agropecuárias não estão preparados para tal prática;
  30. 30. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • Os riscos de profissionais não habilitados realizarem tal procedimentos serão descritos mais a frente; • Estão entre eles a interferência negativa nas respostas imunológicas às vacinas, tais como interferência de anticorpos maternos, verminoses e doenças intercorrentes;
  31. 31. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • Fatores estes, que só poderão ser detectados e resolvidos por médicos veterinários;
  32. 32. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • Existem 3 formas principais de manifestações sintomáticas que caracterizam os acidentes pós-vacinas: • Reações alérgicas locais; • Reações alérgicas sistêmicas – Choque anafilático; • Acidentes neuro-paralíticos;
  33. 33. REAÇÕES ALÉRGICAS LOCAIS
  34. 34. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • Podem ocorrer após a aplicação de vacinas; • Estão associadas a presença de um adjuvante de imunidade, necessário para aumentar a resposta imunogênica;
  35. 35. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • A maioria das vacinas inativadas contém adjuvantes e a reação pós-vacina está relacionada com uma questão de sensibilidade individual;
  36. 36. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • Estas reações caracterizam-se por uma alopecia no local de aplicação da vacina, como resultado de uma paniculite granulomatosa focal ou de uma vasculite, podendo apresentar hiperpigmentação;
  37. 37. REAÇÕES ALÉRGICAS SISTÊMICAS CHOQUE ANAFILÁTICO
  38. 38. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • A anafilaxia é uma síndrome determinada por uma choque sistêmico, que se manisfesta minutos após a disseminação do alérgeno nos animais sensibilizados; • Dentre os alérgenos que podem induzir a uma anafilaxia estão as VACINAS;
  39. 39. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • Os órgãos envolvidos na anfilaxia, na maioria dos animais, são BAÇO e os PULMÕES; • A liberação de aminas vasoativas resulta em uma vasodilatação esplênica, colapso vascular periférico e em casos severos, coma e morte;
  40. 40. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • Os sinais clínicos incluem náuseas, vômitos, diarréia, inquietação, ataxia, convulsões, palidez das mucosas, taquipnéia e taquicardia; • Alguns animais podem apresentar hipersalivação, tenesmo e defecação;
  41. 41. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • Anafilaxia pode também ocorrer em formas localizadas, referidas como edema angioneurótico ou facio- conjuntival;
  42. 42. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • E também reações urticariformes;
  43. 43. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • O edema angioneurótico é manisfestado por inchaço dos lábios, pálpebras e conjuntiva; • É gerado pelo mesmo tipo de alérgeno que induz a anafilaxia sistêmica;
  44. 44. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • As lesões urticariformes são lesões salientes e pruriginosas da pele; • Ocorrem alguns minutos após à exposição ao alérgeno;
  45. 45. ACIDENTES NEURO- PARALÍTICOS
  46. 46. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • São afecções nervosas desmielinizantes ou mielinoclásticas, causando uma encefalomielite alérgica, devido à desmielinização do Sistema Nervoso Central;
  47. 47. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • Estas afecções têm maior importancia no cão, que é mais sujeito a tais encefalites; • Devido a freqüência com que é imunizado com determinadas vacinas antirrábicas;
  48. 48. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • Está evidenciado que a substância responsável pela encefalite alérgica existe na substância branca do cérebro de mamíferos; • Quando injetada esta substância, haveria a formação de anticorpos que se ligam a uma parte não determinada da mielina, causando sua degradação e consequente estabelecimento da encefalite alérgica;
  49. 49. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • Em condições naturais, o processo aparece sobretudo em animais e em seres humanos, que inesperadamente exibem sintomas de paralisia, alguns dias após à administração de suspensões de tecido nervoso – vacinas antirrábicas;
  50. 50. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • Caracteriza-se por uma paralisia de um ou mais membros, com rápida progressão por todo o corpo; • A morte é o desfecho habitual, nas formas graves da enfermidade;
  51. 51. http://www.youtube.com/watch?v=Wk1E6c8ci5s
  52. 52. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • Concluímos que todo processo de imunização em animais domésticos de estimação deve ser realizado por um profissional Médico Veterinário; • Que irá avaliar a condição básica de saúde do animal que será submetido à vacinação;
  53. 53. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • Avaliando seu nível de infestação parasitária, sua condição nutricional e elaborando um programa de vacinação que obedeça as possíveis condições de imuno-interferências, para definição do quantitativo adequado de doses seriadas em relação a faixa etária de aplicação do mesmo;
  54. 54. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • Devido os riscos de acidentes pós- vacinais, fica evidente a importância da supervisão e acompanhamento durante este programa de vacinação;
  55. 55. http://www.youtube.com/watch?v=-WAWs3kzX60&NR=1
  56. 56. FATOS, VERDADES E MENTIRAS SOBRE A VACINAÇÃO DE CÃES
  57. 57. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 1. EM FILHOTES PEQUENOS, 95% DE SUA IMUNIZAÇÃO É OBTIDA ATRAVÉS DO CONSUMO DO COLOSTRO, QUE É O PRIMEIRO LEITE PRODUZIDO PELA MÃE DURANTE UM TEMPO CURTO LOGO APÓS O NASCIMENTO.
  58. 58. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • VERDADE Se mãe é imunizada contra as principais doenças infecciosas canina; Seus filhotes também irão se proteger por 6 a 16 semanas após o nascimento se eles consumirem o colostro logo após o nascimento;
  59. 59. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 2. FÊMEAS REVACINADAS ANTES DA COBERTURA PASSAM MAIS ANTICORPOS PARA SEUS FILHOTES PELO COLOSTRO DO QUE AS FÊMEAS NÃO VACINADAS.
  60. 60. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • VERDADE • Quanto mais alta for a concentração de anticorpos contra doenças infecciosas na mãe, maior será a proteção que ela passará para seus filhotes; • A revacinação causa um aumento na produção de anticorpos maternos;
  61. 61. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 3. ENQUANTO ESTÃO PRESENTES, OS ANTICORPOS RECEBIDOS DA MÃE NÃO VÃO INTERFERIR COM A VACINAÇÃO PERMAMENTE DOS FILHOTES.
  62. 62. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • FALSO Os anticorpos recebidos da mãe vão interferir na produção de anticorpos produzidos pelos filhotes por algumas semanas após o nascimento;
  63. 63. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 4. A VIA DE ADMINISTRAÇÃO (USUALMENTE INTRAMUSCULAR OU SUBCUTÂNEA) NÃO TEM EFEITO NO NÍVEL DE PROTEÇÃO PRODUZIDO EM CÃES COM IDADE PARA SEREMVACINADOS.
  64. 64. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • FALSO O efeito da via de administração na resposta vacinal depende da vacina que é aplicada; Por exemplo, a vacina antirrábica é mais efetiva se for administrada pela via intramuscular do que subcutânea; Com a vacina contra Cinomose, ambas as vias são igualmente efetivas;
  65. 65. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 5. CÃES IDOSOS (MAIS DE 7 ANOS DE IDADE) PODEM TER UMA DIMINUIÇÃO NA HABILIDADE DE PRODUZIR APÓS VACINAÇÃO, ENTÃO DEVEM SER REVACINADOS ANUALMENTE.
  66. 66. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • VERDADE Cães idosos não produzem anticorpos vacinais tão bem como cães mais jovens; A duração da proteção com uma vacinação única será mais curta em animais idosos; A revacinação anual impede que os níveis de anticorpos de proteção diminuam deixando o animal exposto à doenças;
  67. 67. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 6. A VACINAÇÃO DE ANIMAIS QUE JÁ ESTÃO DOENTES IRÁ PREVENIR A PROGRESSÃO DA DOENÇA.
  68. 68. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • FALSO a vacinação de animais doentes não irá prevenir a progressão da mesma; Visto que os anticorpos vacinais demoram vários dias até atingirem níveis de proteção que impeçam a progressão da doença;
  69. 69. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 Sete a duas semanas são necessários para que o organismo produza quantidades suficientes de anticorpos para proteger os animais contra doenças; Os anticorpos devem estar presentes antes da exposição do paciente ao agente causador da doença;
  70. 70. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 7. FILHOTES VACINADOS DEVEM SER PROTEGIDOS DO FRIO, POIS A FRIAGEM REDUZ A QUANTIDADE DE ANTICORPOS PRODUZIDOS APÓS A VACINAÇÃO.
  71. 71. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • VERDADE Pesquisas recentes em ninhadas separadas por sexo, idade e peso, demostram níveis significativamente maiores de anticorpos em filhotes que não ficaram expostos ao frio durante o tempo de formação de anticorpos após a vacinação;
  72. 72. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 8. CÃES NÃO DEVEM SER VACINADOS CONTRA CINOMOSE, HEPATITE,LEPTOSPIROSE, PARAINFLUENZA E PARVVIROSE, POIS ELES IRÃO ADQUIRIR NATURALMENTE IMUNIDADE.
  73. 73. A MEDICINA PREVENTIVA AULA 28 • FALSO Todas as doenças citadas acima podem ser fatais; Quando o animal se recupera de uma desta doenças, o seu organismo pode realmente ficar imune a esta doença, mas as lesões nos órgãos e sistemas podem ser tão severas que podem predispor o animal a ter inúmeras outras doenças;
  74. 74. e-mail: k.evaristo@hotmail.com

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