SlideShare uma empresa Scribd logo
Remetente ao grupo indígena onde a língua é a Tronco-Tupi.
TERMO TUPI
 Na chegada de Pedro Álvares Cabral, em 1500, estima-se que os índios
brasileiros fossem entre um e cinco milhões. Os tupis ocupavam a região costeira
que se estende do Ceará a Cananéia (SP).
 Atualmente, calcula-se que apenas 400 mil índios ocupam o território brasileiro,
principalmente em reservas indígenas demarcadas e protegidas pelo governo.
 São cerca de 200 etnias indígenas e 170 línguas.
 Porém, muitas delas não vivem mais como antes da chegada dos portugueses.
O contato com o homem branco fez com que muitas tribos perdessem sua
identidade cultural.
M U DA N Ç A S
MORADIAS
 Suas tabas (aldeias) abrigavam entre 600 a 700 habitantes.
 As aldeias eram formadas por ocas (cabanas), habitações coletivas que
apresentavam formas e dimensões variadas.
 Em geral, as ocas eram retangulares, com o comprimento variando
entre 40 m a 160 m e a largura entre 10 m e 16 m.
 Abrigavam entre 85 e 140 moradores. Suas paredes eram de madeira
trançada com cipó e recobertas com sapé desde a cobertura.
M O R A D I A S
ALIMENTAÇÃO
 Viviam da Caça, da Pesca e da agricultura de milho, amendoim,
feijão, abóbora, bata-doce e principalmente mandioca.
 Conheciam-se os temperos e a fermentação de bebidas alcoólicas.
 Utilizavam a técnica da Coivara (derrubada de mata e queimada
para limpar o solo para o plantio).
 Vale lembrar que índio respeita muito o meio ambiente, retirando
dele somente o necessário para a sua sobrevivência.
A L I M E N TA Ç Ã O
O S Í N D I O S D O M E S T I C AVA M A N I M A I S D E
P E Q U E N O P O R T E C O M O, P O R
E X E M P L O, P O R C O D O M A T O E C A P I VA R A .
RIOS
 Como os índios sobreviviam da caça, da pesca, do extrativismo e
da agricultura. Fixavam-se nos vales de rios navegáveis, onde
existissem terras férteis.
 Permaneciam num lugar por cerca de quatro anos. Depois de
esgotados os recursos naturais do local, migravam para outra região,
num regime semi-sedentário.
V I DA N O S R I O S
MATÉRIAS-PRIMAS DA
NATUREZA
 Com a madeira, construíam canoas, arcos e flechas e suas habitações (oca).
 A palha era utilizada para fazer cestos, esteiras, redes e outros objetos. A
cerâmica também era muito utilizada para fazer potes, panelas e utensílios
domésticos em geral.
 Penas e peles de animais serviam para fazer roupas ou enfeites para as
cerimônias das tribos.
 O Urucum era muito usado para fazer pinturas no corpo.
R E C U R S O S DA N A T U R E Z A
DIVISÃO DE TAREFAS
 Todos têm os mesmo direitos e recebem o mesmo tratamento. A terra, por
exemplo, pertence a todos e quando um índio caça, costuma dividir com os
habitantes de sua tribo. Apenas os instrumentos de trabalho (machado, arcos,
flechas, arpões) são de propriedade individual.
 Aos homens cabiam as tarefas de esforço intenso, como o preparo da terra para
o cultivo, a construção das ocas e a caça. Além destas, havia a atividade que
consideravam mais gloriosa - a guerra.
 As mulheres, além do trabalho natural de dar a luz e cuidar das crianças,
semeavam, colhiam, modelavam, teciam, faziam bebidas e cozinhavam.
S UA S TA R E FA S
UNIÃO E CRENÇA
 Os casamentos serviam para estabelecer alianças entre aldeias e reforçar os laços
de parentesco. A importância da família se contava pelo número de seus homens. As
grandes famílias tinham um líder e as aldeias tinham um chefe, o morubixaba. Em
torno dele, reunia-se um conselho da taba, formado pelos líderes e o pajé ou xamã,
que desempenhava um papel mágico e religioso.
 As crenças religiosas dos índios possuíam papel ativo na vida da tribo.
Praticavam-se diversos rituais mágico-sagrados, relacionados ao plantio, à caça, à
guerra, ao casamento, ao luto e à antropofagia.
C R E N Ç A
CANIBALISMO
 A antropofagia era praticada, pois acreditavam que ao comerem
carne humana do inimigo estariam incorporando a sabedoria, valentia
e conhecimentos.
 Desta forma, não se alimentavam da carne de pessoas fracas ou
covardes. A prática do canibalismo era feira em rituais simbólicos.
G R A V U R A D E T H É O D O R E D E B R Y , M O S T R A N D O N O
M O Q U É M ,
A C H U R R A S Q U E I R A I N D Í G E N A .
VIDA APÓS A MORTE
Acreditavam também na vida após a morte, quando o espírito do
morto iniciava uma viagem para o Guajupiá, um paraíso onde se
encontraria com seus ancestrais e viveria eternamente. A prática da
antropofagia talvez estivesse especialmente ligada a essa viagem
sobrenatural, sendo uma espécie de ritual preparatório para ela.
V I D A A P Ó S A M O R T E
RELAÇÃO À SOCIEDADE
 As tribos indígenas possuíam uma relação baseada em regras
sociais, políticas e religiosas.
 O contato entre as tribos acontecia em momentos de guerras,
casamentos, cerimônias de enterro e também no momento de
estabelecer alianças contra um inimigo comum.
S O C I E D A D E
LOCALIZAÇÃO
 Hoje, mais da metade da população indígena está localizada nas
regiões Norte e Centro-Oeste do Brasil, principalmente na área da
Amazônia Legal. Mas há índios vivendo em todas as regiões
brasileiras, em maior ou menor número, com exceção dos estados do
Piauí e Rio Grande do Norte.
TRABALHO REALIZADO
POR
 Kaíne Colodetti
 Ingrid
 Julia Maria
 Greiziane Carmo
 Karina Vallant
 Iara Souza 1ºano F

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

América portuguesa a colonização do brasil
América portuguesa a colonização do brasilAmérica portuguesa a colonização do brasil
América portuguesa a colonização do brasil
Douglas Barraqui
 
Brasil: Economia Colonial
Brasil: Economia ColonialBrasil: Economia Colonial
Brasil: Economia Colonial
Portal do Vestibulando
 
Revolução francesa 8º
Revolução francesa 8ºRevolução francesa 8º
Revolução francesa 8º
Vagner Roberto
 
Cabanagem História
Cabanagem HistóriaCabanagem História
Cabanagem História
Odete Machado
 
Colonização da América
Colonização da AméricaColonização da América
Colonização da América
Claudenilson da Silva
 
3º ano era vargas
3º ano   era vargas3º ano   era vargas
3º ano era vargas
Daniel Alves Bronstrup
 
Escravidão / Resistência
Escravidão / ResistênciaEscravidão / Resistência
Escravidão / Resistência
Joemille Leal
 
Uniao iberica slide
Uniao iberica slideUniao iberica slide
Uniao iberica slide
Isabel Aguiar
 
Segundo reinado slide
Segundo reinado slideSegundo reinado slide
Segundo reinado slide
professordehistoria
 
ABOLIÇÃO E REPÚBLICA NO BRASIL
ABOLIÇÃO E REPÚBLICA NO BRASILABOLIÇÃO E REPÚBLICA NO BRASIL
ABOLIÇÃO E REPÚBLICA NO BRASIL
Isabel Aguiar
 
2° ano - Brasil Império: Segundo Reinado
2° ano  - Brasil Império: Segundo Reinado2° ano  - Brasil Império: Segundo Reinado
2° ano - Brasil Império: Segundo Reinado
Daniel Alves Bronstrup
 
Independência dos EUA
Independência dos EUAIndependência dos EUA
Independência dos EUA
Portal do Vestibulando
 
Chegada da família real ao brasil
Chegada da família real ao brasilChegada da família real ao brasil
Chegada da família real ao brasil
Geová da Silva
 
A conquista e a colonização espanhola na américa
A conquista e a colonização espanhola na américaA conquista e a colonização espanhola na américa
A conquista e a colonização espanhola na américa
Fernando Fagundes
 
A época do ouro no brasil
A época do ouro no brasilA época do ouro no brasil
A época do ouro no brasil
Andressa Fontenele
 
Revolucão Francesa
Revolucão FrancesaRevolucão Francesa
Revolucão Francesa
eiprofessor
 
Ciclo do ouro
Ciclo do ouroCiclo do ouro
Grandes Navegações
Grandes NavegaçõesGrandes Navegações
Grandes Navegações
Douglas Barraqui
 
Primeiro Reinado (1822-1831)
Primeiro Reinado (1822-1831)Primeiro Reinado (1822-1831)
Primeiro Reinado (1822-1831)
Edenilson Morais
 
A revolta pernambucana de 1817
A revolta pernambucana de 1817A revolta pernambucana de 1817
A revolta pernambucana de 1817
Fabiana Tonsis
 

Mais procurados (20)

América portuguesa a colonização do brasil
América portuguesa a colonização do brasilAmérica portuguesa a colonização do brasil
América portuguesa a colonização do brasil
 
Brasil: Economia Colonial
Brasil: Economia ColonialBrasil: Economia Colonial
Brasil: Economia Colonial
 
Revolução francesa 8º
Revolução francesa 8ºRevolução francesa 8º
Revolução francesa 8º
 
Cabanagem História
Cabanagem HistóriaCabanagem História
Cabanagem História
 
Colonização da América
Colonização da AméricaColonização da América
Colonização da América
 
3º ano era vargas
3º ano   era vargas3º ano   era vargas
3º ano era vargas
 
Escravidão / Resistência
Escravidão / ResistênciaEscravidão / Resistência
Escravidão / Resistência
 
Uniao iberica slide
Uniao iberica slideUniao iberica slide
Uniao iberica slide
 
Segundo reinado slide
Segundo reinado slideSegundo reinado slide
Segundo reinado slide
 
ABOLIÇÃO E REPÚBLICA NO BRASIL
ABOLIÇÃO E REPÚBLICA NO BRASILABOLIÇÃO E REPÚBLICA NO BRASIL
ABOLIÇÃO E REPÚBLICA NO BRASIL
 
2° ano - Brasil Império: Segundo Reinado
2° ano  - Brasil Império: Segundo Reinado2° ano  - Brasil Império: Segundo Reinado
2° ano - Brasil Império: Segundo Reinado
 
Independência dos EUA
Independência dos EUAIndependência dos EUA
Independência dos EUA
 
Chegada da família real ao brasil
Chegada da família real ao brasilChegada da família real ao brasil
Chegada da família real ao brasil
 
A conquista e a colonização espanhola na américa
A conquista e a colonização espanhola na américaA conquista e a colonização espanhola na américa
A conquista e a colonização espanhola na américa
 
A época do ouro no brasil
A época do ouro no brasilA época do ouro no brasil
A época do ouro no brasil
 
Revolucão Francesa
Revolucão FrancesaRevolucão Francesa
Revolucão Francesa
 
Ciclo do ouro
Ciclo do ouroCiclo do ouro
Ciclo do ouro
 
Grandes Navegações
Grandes NavegaçõesGrandes Navegações
Grandes Navegações
 
Primeiro Reinado (1822-1831)
Primeiro Reinado (1822-1831)Primeiro Reinado (1822-1831)
Primeiro Reinado (1822-1831)
 
A revolta pernambucana de 1817
A revolta pernambucana de 1817A revolta pernambucana de 1817
A revolta pernambucana de 1817
 

Destaque

Tupi guarani
Tupi guaraniTupi guarani
Tupi guarani
Lucia Brigatti
 
íNdios guaranis
íNdios guaranisíNdios guaranis
íNdios guaranis
viajante2
 
Os Guarani
Os GuaraniOs Guarani
Os Guarani
Sandra Alves
 
Os índios guarani florinda
Os índios guarani florindaOs índios guarani florinda
Os índios guarani florinda
berenvaz
 
íNdios
íNdiosíNdios
íNdios
Norma Almeida
 
Astronomia tupi guarani
Astronomia tupi guaraniAstronomia tupi guarani
Astronomia tupi guarani
Paulo Marcelo Pontes
 
José de Alencar - O Guarani
José de Alencar - O GuaraniJosé de Alencar - O Guarani
José de Alencar - O Guarani
Jean Oliveira
 
Arte e cultura indgena
Arte e cultura indgenaArte e cultura indgena
Arte e cultura indgena
Carolyne Mensen
 
Rituais de morte e passagem sociedades indigenas
Rituais de morte e passagem sociedades indigenasRituais de morte e passagem sociedades indigenas
Rituais de morte e passagem sociedades indigenas
Profgalao
 
Índios brasileiros
Índios brasileirosÍndios brasileiros
Índios brasileiros
Paulo Alexandre
 
Dicionário Tupi - Português
Dicionário Tupi - PortuguêsDicionário Tupi - Português
Dicionário Tupi - Português
leopalasjh
 
Portifólio Vivá Comunicare
Portifólio Vivá ComunicarePortifólio Vivá Comunicare
Portifólio Vivá Comunicare
Amanda Cabrera
 
Rituais e cerimônias da igreja_Lição da Escola Sabatina_original_com_textos
Rituais e cerimônias da igreja_Lição da Escola Sabatina_original_com_textos Rituais e cerimônias da igreja_Lição da Escola Sabatina_original_com_textos
Rituais e cerimônias da igreja_Lição da Escola Sabatina_original_com_textos
Gerson G. Ramos
 
Pequeno dicionário tupi guarani
Pequeno dicionário tupi guaraniPequeno dicionário tupi guarani
Pequeno dicionário tupi guarani
Hebert Silva
 
íNdios guaranis 5 d 10
íNdios guaranis   5 d  10íNdios guaranis   5 d  10
íNdios guaranis 5 d 10
sansampa
 
Zona sur y fueguinos
Zona sur  y fueguinosZona sur  y fueguinos
Zona sur y fueguinos
petesilla26
 
GíRias Anos 70
GíRias Anos 70GíRias Anos 70
GíRias Anos 70
renatafaco
 
História em quadrinhos 6 a 17 joia
História em quadrinhos 6 a  17 joiaHistória em quadrinhos 6 a  17 joia
História em quadrinhos 6 a 17 joia
sansampa
 
Uma Nova HistóRia
Uma Nova HistóRiaUma Nova HistóRia
Gírias
GíriasGírias
Gírias
Tchukiinha
 

Destaque (20)

Tupi guarani
Tupi guaraniTupi guarani
Tupi guarani
 
íNdios guaranis
íNdios guaranisíNdios guaranis
íNdios guaranis
 
Os Guarani
Os GuaraniOs Guarani
Os Guarani
 
Os índios guarani florinda
Os índios guarani florindaOs índios guarani florinda
Os índios guarani florinda
 
íNdios
íNdiosíNdios
íNdios
 
Astronomia tupi guarani
Astronomia tupi guaraniAstronomia tupi guarani
Astronomia tupi guarani
 
José de Alencar - O Guarani
José de Alencar - O GuaraniJosé de Alencar - O Guarani
José de Alencar - O Guarani
 
Arte e cultura indgena
Arte e cultura indgenaArte e cultura indgena
Arte e cultura indgena
 
Rituais de morte e passagem sociedades indigenas
Rituais de morte e passagem sociedades indigenasRituais de morte e passagem sociedades indigenas
Rituais de morte e passagem sociedades indigenas
 
Índios brasileiros
Índios brasileirosÍndios brasileiros
Índios brasileiros
 
Dicionário Tupi - Português
Dicionário Tupi - PortuguêsDicionário Tupi - Português
Dicionário Tupi - Português
 
Portifólio Vivá Comunicare
Portifólio Vivá ComunicarePortifólio Vivá Comunicare
Portifólio Vivá Comunicare
 
Rituais e cerimônias da igreja_Lição da Escola Sabatina_original_com_textos
Rituais e cerimônias da igreja_Lição da Escola Sabatina_original_com_textos Rituais e cerimônias da igreja_Lição da Escola Sabatina_original_com_textos
Rituais e cerimônias da igreja_Lição da Escola Sabatina_original_com_textos
 
Pequeno dicionário tupi guarani
Pequeno dicionário tupi guaraniPequeno dicionário tupi guarani
Pequeno dicionário tupi guarani
 
íNdios guaranis 5 d 10
íNdios guaranis   5 d  10íNdios guaranis   5 d  10
íNdios guaranis 5 d 10
 
Zona sur y fueguinos
Zona sur  y fueguinosZona sur  y fueguinos
Zona sur y fueguinos
 
GíRias Anos 70
GíRias Anos 70GíRias Anos 70
GíRias Anos 70
 
História em quadrinhos 6 a 17 joia
História em quadrinhos 6 a  17 joiaHistória em quadrinhos 6 a  17 joia
História em quadrinhos 6 a 17 joia
 
Uma Nova HistóRia
Uma Nova HistóRiaUma Nova HistóRia
Uma Nova HistóRia
 
Gírias
GíriasGírias
Gírias
 

Semelhante a Tupis

A história da educação no brasil
A história da educação no brasilA história da educação no brasil
A história da educação no brasil
Marcia Alves de Oliveira
 
História da Arte: Arte e cultura indígena brasileira
História da Arte: Arte e cultura indígena brasileiraHistória da Arte: Arte e cultura indígena brasileira
História da Arte: Arte e cultura indígena brasileira
Raphael Lanzillotte
 
Aula de artes indigena
Aula de artes indigenaAula de artes indigena
Aula de artes indigena
Janete Garcia de Freitas
 
kaio
kaio                                     kaio
kaio
Kaio Cesar
 
Povos indígenas
Povos indígenasPovos indígenas
Povos indígenas
Nael.Passos
 
América
AméricaAmérica
América
RODRIGO Cicéro
 
Dia do indio
Dia do indioDia do indio
Dia do indio
ANDRÉA FERREIRA
 
Indios do brasil
Indios do brasilIndios do brasil
Indios do brasil
nefthales
 
Dia do indío professor ismael
Dia do indío professor ismaelDia do indío professor ismael
Dia do indío professor ismael
Educamais
 
Indígenas
IndígenasIndígenas
Indígenas
Dhebora Menezes
 
íNdios do brasil
íNdios do brasilíNdios do brasil
íNdios do brasil
Mariangela Santos
 
Povos indigenas brasil 2
Povos indigenas brasil 2Povos indigenas brasil 2
Povos indigenas brasil 2
Profgalao
 
Apresentação Fabricia Marins
Apresentação Fabricia Marins Apresentação Fabricia Marins
Apresentação Fabricia Marins
Maria Fabricia DA Silva Marins Marcelino
 
Tapuias
TapuiasTapuias
Povos indígenas do mato grosso do sul
Povos indígenas do mato grosso do sulPovos indígenas do mato grosso do sul
Povos indígenas do mato grosso do sul
Adilton Sanches
 
Indio brasileiro gabriel malafaia
Indio brasileiro   gabriel malafaiaIndio brasileiro   gabriel malafaia
Indio brasileiro gabriel malafaia
leopalasjh
 
Nossos povos, nossos kayapó
Nossos povos, nossos kayapóNossos povos, nossos kayapó
Nossos povos, nossos kayapó
miauq
 
íNdio brasileiro isabella lannes e milena calixto.
íNdio brasileiro   isabella lannes e milena calixto. íNdio brasileiro   isabella lannes e milena calixto.
íNdio brasileiro isabella lannes e milena calixto.
leopalasjh
 
O impacto da conquista da américa
O impacto da conquista da américaO impacto da conquista da américa
O impacto da conquista da américa
Carlos Teles de Menezes Junior
 
Os povos indígenas no Brasil. tupi e macro-jes
Os povos indígenas no Brasil. tupi e macro-jesOs povos indígenas no Brasil. tupi e macro-jes
Os povos indígenas no Brasil. tupi e macro-jes
GustavoSantos524626
 

Semelhante a Tupis (20)

A história da educação no brasil
A história da educação no brasilA história da educação no brasil
A história da educação no brasil
 
História da Arte: Arte e cultura indígena brasileira
História da Arte: Arte e cultura indígena brasileiraHistória da Arte: Arte e cultura indígena brasileira
História da Arte: Arte e cultura indígena brasileira
 
Aula de artes indigena
Aula de artes indigenaAula de artes indigena
Aula de artes indigena
 
kaio
kaio                                     kaio
kaio
 
Povos indígenas
Povos indígenasPovos indígenas
Povos indígenas
 
América
AméricaAmérica
América
 
Dia do indio
Dia do indioDia do indio
Dia do indio
 
Indios do brasil
Indios do brasilIndios do brasil
Indios do brasil
 
Dia do indío professor ismael
Dia do indío professor ismaelDia do indío professor ismael
Dia do indío professor ismael
 
Indígenas
IndígenasIndígenas
Indígenas
 
íNdios do brasil
íNdios do brasilíNdios do brasil
íNdios do brasil
 
Povos indigenas brasil 2
Povos indigenas brasil 2Povos indigenas brasil 2
Povos indigenas brasil 2
 
Apresentação Fabricia Marins
Apresentação Fabricia Marins Apresentação Fabricia Marins
Apresentação Fabricia Marins
 
Tapuias
TapuiasTapuias
Tapuias
 
Povos indígenas do mato grosso do sul
Povos indígenas do mato grosso do sulPovos indígenas do mato grosso do sul
Povos indígenas do mato grosso do sul
 
Indio brasileiro gabriel malafaia
Indio brasileiro   gabriel malafaiaIndio brasileiro   gabriel malafaia
Indio brasileiro gabriel malafaia
 
Nossos povos, nossos kayapó
Nossos povos, nossos kayapóNossos povos, nossos kayapó
Nossos povos, nossos kayapó
 
íNdio brasileiro isabella lannes e milena calixto.
íNdio brasileiro   isabella lannes e milena calixto. íNdio brasileiro   isabella lannes e milena calixto.
íNdio brasileiro isabella lannes e milena calixto.
 
O impacto da conquista da américa
O impacto da conquista da américaO impacto da conquista da américa
O impacto da conquista da américa
 
Os povos indígenas no Brasil. tupi e macro-jes
Os povos indígenas no Brasil. tupi e macro-jesOs povos indígenas no Brasil. tupi e macro-jes
Os povos indígenas no Brasil. tupi e macro-jes
 

Mais de Kaíne Colodetti

Uva
UvaUva
Influência Indígena-Pintura
Influência Indígena-PinturaInfluência Indígena-Pintura
Influência Indígena-Pintura
Kaíne Colodetti
 
Ciberativismo
CiberativismoCiberativismo
Ciberativismo
Kaíne Colodetti
 
Eletrização por Atrito
Eletrização por AtritoEletrização por Atrito
Eletrização por Atrito
Kaíne Colodetti
 
Alguns pontos turísticos da Espanha
Alguns pontos turísticos da Espanha Alguns pontos turísticos da Espanha
Alguns pontos turísticos da Espanha
Kaíne Colodetti
 
Processo de Refinação e Derivados do Petróleo
Processo de Refinação e Derivados do PetróleoProcesso de Refinação e Derivados do Petróleo
Processo de Refinação e Derivados do Petróleo
Kaíne Colodetti
 
Segundo Reinado
Segundo ReinadoSegundo Reinado
Segundo Reinado
Kaíne Colodetti
 
Tecido Muscular
Tecido MuscularTecido Muscular
Tecido Muscular
Kaíne Colodetti
 
Comércio no Brasil
Comércio no BrasilComércio no Brasil
Comércio no Brasil
Kaíne Colodetti
 
Política de Maquiavel
Política de Maquiavel Política de Maquiavel
Política de Maquiavel
Kaíne Colodetti
 
Conquista do Sertão
Conquista do SertãoConquista do Sertão
Conquista do Sertão
Kaíne Colodetti
 
Hip Hop
Hip HopHip Hop
Barroco
BarrocoBarroco

Mais de Kaíne Colodetti (13)

Uva
UvaUva
Uva
 
Influência Indígena-Pintura
Influência Indígena-PinturaInfluência Indígena-Pintura
Influência Indígena-Pintura
 
Ciberativismo
CiberativismoCiberativismo
Ciberativismo
 
Eletrização por Atrito
Eletrização por AtritoEletrização por Atrito
Eletrização por Atrito
 
Alguns pontos turísticos da Espanha
Alguns pontos turísticos da Espanha Alguns pontos turísticos da Espanha
Alguns pontos turísticos da Espanha
 
Processo de Refinação e Derivados do Petróleo
Processo de Refinação e Derivados do PetróleoProcesso de Refinação e Derivados do Petróleo
Processo de Refinação e Derivados do Petróleo
 
Segundo Reinado
Segundo ReinadoSegundo Reinado
Segundo Reinado
 
Tecido Muscular
Tecido MuscularTecido Muscular
Tecido Muscular
 
Comércio no Brasil
Comércio no BrasilComércio no Brasil
Comércio no Brasil
 
Política de Maquiavel
Política de Maquiavel Política de Maquiavel
Política de Maquiavel
 
Conquista do Sertão
Conquista do SertãoConquista do Sertão
Conquista do Sertão
 
Hip Hop
Hip HopHip Hop
Hip Hop
 
Barroco
BarrocoBarroco
Barroco
 

Tupis

  • 1. Remetente ao grupo indígena onde a língua é a Tronco-Tupi.
  • 2. TERMO TUPI  Na chegada de Pedro Álvares Cabral, em 1500, estima-se que os índios brasileiros fossem entre um e cinco milhões. Os tupis ocupavam a região costeira que se estende do Ceará a Cananéia (SP).  Atualmente, calcula-se que apenas 400 mil índios ocupam o território brasileiro, principalmente em reservas indígenas demarcadas e protegidas pelo governo.  São cerca de 200 etnias indígenas e 170 línguas.  Porém, muitas delas não vivem mais como antes da chegada dos portugueses. O contato com o homem branco fez com que muitas tribos perdessem sua identidade cultural.
  • 3. M U DA N Ç A S
  • 4. MORADIAS  Suas tabas (aldeias) abrigavam entre 600 a 700 habitantes.  As aldeias eram formadas por ocas (cabanas), habitações coletivas que apresentavam formas e dimensões variadas.  Em geral, as ocas eram retangulares, com o comprimento variando entre 40 m a 160 m e a largura entre 10 m e 16 m.  Abrigavam entre 85 e 140 moradores. Suas paredes eram de madeira trançada com cipó e recobertas com sapé desde a cobertura.
  • 5. M O R A D I A S
  • 6. ALIMENTAÇÃO  Viviam da Caça, da Pesca e da agricultura de milho, amendoim, feijão, abóbora, bata-doce e principalmente mandioca.  Conheciam-se os temperos e a fermentação de bebidas alcoólicas.  Utilizavam a técnica da Coivara (derrubada de mata e queimada para limpar o solo para o plantio).  Vale lembrar que índio respeita muito o meio ambiente, retirando dele somente o necessário para a sua sobrevivência.
  • 7. A L I M E N TA Ç Ã O
  • 8. O S Í N D I O S D O M E S T I C AVA M A N I M A I S D E P E Q U E N O P O R T E C O M O, P O R E X E M P L O, P O R C O D O M A T O E C A P I VA R A .
  • 9. RIOS  Como os índios sobreviviam da caça, da pesca, do extrativismo e da agricultura. Fixavam-se nos vales de rios navegáveis, onde existissem terras férteis.  Permaneciam num lugar por cerca de quatro anos. Depois de esgotados os recursos naturais do local, migravam para outra região, num regime semi-sedentário.
  • 10. V I DA N O S R I O S
  • 11. MATÉRIAS-PRIMAS DA NATUREZA  Com a madeira, construíam canoas, arcos e flechas e suas habitações (oca).  A palha era utilizada para fazer cestos, esteiras, redes e outros objetos. A cerâmica também era muito utilizada para fazer potes, panelas e utensílios domésticos em geral.  Penas e peles de animais serviam para fazer roupas ou enfeites para as cerimônias das tribos.  O Urucum era muito usado para fazer pinturas no corpo.
  • 12. R E C U R S O S DA N A T U R E Z A
  • 13. DIVISÃO DE TAREFAS  Todos têm os mesmo direitos e recebem o mesmo tratamento. A terra, por exemplo, pertence a todos e quando um índio caça, costuma dividir com os habitantes de sua tribo. Apenas os instrumentos de trabalho (machado, arcos, flechas, arpões) são de propriedade individual.  Aos homens cabiam as tarefas de esforço intenso, como o preparo da terra para o cultivo, a construção das ocas e a caça. Além destas, havia a atividade que consideravam mais gloriosa - a guerra.  As mulheres, além do trabalho natural de dar a luz e cuidar das crianças, semeavam, colhiam, modelavam, teciam, faziam bebidas e cozinhavam.
  • 14. S UA S TA R E FA S
  • 15. UNIÃO E CRENÇA  Os casamentos serviam para estabelecer alianças entre aldeias e reforçar os laços de parentesco. A importância da família se contava pelo número de seus homens. As grandes famílias tinham um líder e as aldeias tinham um chefe, o morubixaba. Em torno dele, reunia-se um conselho da taba, formado pelos líderes e o pajé ou xamã, que desempenhava um papel mágico e religioso.  As crenças religiosas dos índios possuíam papel ativo na vida da tribo. Praticavam-se diversos rituais mágico-sagrados, relacionados ao plantio, à caça, à guerra, ao casamento, ao luto e à antropofagia.
  • 16. C R E N Ç A
  • 17. CANIBALISMO  A antropofagia era praticada, pois acreditavam que ao comerem carne humana do inimigo estariam incorporando a sabedoria, valentia e conhecimentos.  Desta forma, não se alimentavam da carne de pessoas fracas ou covardes. A prática do canibalismo era feira em rituais simbólicos.
  • 18. G R A V U R A D E T H É O D O R E D E B R Y , M O S T R A N D O N O M O Q U É M , A C H U R R A S Q U E I R A I N D Í G E N A .
  • 19. VIDA APÓS A MORTE Acreditavam também na vida após a morte, quando o espírito do morto iniciava uma viagem para o Guajupiá, um paraíso onde se encontraria com seus ancestrais e viveria eternamente. A prática da antropofagia talvez estivesse especialmente ligada a essa viagem sobrenatural, sendo uma espécie de ritual preparatório para ela.
  • 20. V I D A A P Ó S A M O R T E
  • 21. RELAÇÃO À SOCIEDADE  As tribos indígenas possuíam uma relação baseada em regras sociais, políticas e religiosas.  O contato entre as tribos acontecia em momentos de guerras, casamentos, cerimônias de enterro e também no momento de estabelecer alianças contra um inimigo comum.
  • 22. S O C I E D A D E
  • 23. LOCALIZAÇÃO  Hoje, mais da metade da população indígena está localizada nas regiões Norte e Centro-Oeste do Brasil, principalmente na área da Amazônia Legal. Mas há índios vivendo em todas as regiões brasileiras, em maior ou menor número, com exceção dos estados do Piauí e Rio Grande do Norte.
  • 24. TRABALHO REALIZADO POR  Kaíne Colodetti  Ingrid  Julia Maria  Greiziane Carmo  Karina Vallant  Iara Souza 1ºano F