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  1. 1. ESCOLA BÁSICA DOS 2º E 3º CICLOS BARTOLOMEU PERESTRELO Plano de aulas - 2º período Ciências Físico-Químicas 9º Ano Turma 1 Ano Lectivo: 2011/2012 Conteúdos Competências Específicas Metodologia / Estratégias Recursos Aulas TEMA: Viver Melhor Na Terra Capítulo I - Questões centrais: “Em trânsito”  Reconhece a necessidade de “ De que modo a prevenção e a segurança rodoviárias permitem melhorar as condições de vida na Terra?” - Manual 2 aulas contribuir para a utilização dos “ Que conhecimentos sobre os movimentos são importantes para nos consciencializarmos sobre a - Acetato (03 Jan) meios de transporte terrestres em necessidade do cumprimento de regras de prevenção e segurança rodoviária?” - Retroprojector (04 Jan)1. O movimento e segurança; - Referir alguns dados estatísticos sobre acidentes, recolhidos da imprensa diária ou na Internet, com vista à - Quadroos meios de  Conhece regras de segurança sensibilização dos alunos para o cumprimento de regras de segurança rodoviária. - Caderno de exercíciostransporte rodoviária e de comportamento - Apresentar o significado de distância segurança rodoviária, reconhecendo os factores de que depende. seguro dos peões; - Análise das regras de segurança de veículos e peões referidas nas páginas 15 a 20 do manual e utilizar  Reconhece a importância de acetato.1.1 Segurança e procedimentos que permitem - Analisar os procedimentos referidos na página 21 do manual, dialogando sobre a importância da utilizaçãoprevenção diminuir os consumos energéticos racional dos transportes, de modo a contribuir para a poupança energética e a diminuição da poluiçãorodoviária e a poluição, devidos à utilização ambiental. dos transportes. Solicitar aos alunos a indicação de outros procedimentos também adequados para este fim. - Realizar na aula as actividades de verificação de conhecimentos da página 22 do manual. - Propor aos alunos a resolução, em casa, das questões 1 a 4, página 3 e 4 do caderno de exercícios.1.2 Grandezas  Compreende o significado de - Solicitar aos alunos a indicação de termos relacionados com o movimento, a escrever no quadro, - Manual 1 aulacaracterísticas relatividade do movimento, lembrando a diferença entre movimento e repouso, a relatividade do movimento, posição e trajectória. - Acetato (09 Jan)dos movimentos aplicando-o a situações correctas; - Com base em acetato e utilizando o diálogo: lembrar o significado de trajectória e exemplificar; distinguir - Retroprojector  Distingue entre deslocamento e deslocamento de distância entre dois pontos; lembrar o significado de rapidez média; apresentar o - Quadro distância; significado de velocidade, evidenciando o seu carácter vectorial. - Caderno de exercícios  Usa adequadamente os termos - Realizar na aula as actividades de verificação de conhecimentos das páginas 26 e 27 do manual. rapidez média e velocidade; - Propor aos alunos a resolução, em casa, das questões 5 a 12, páginas 4 e 5 do caderno de exercícios.1.3 Movimento  Distingue entre movimento - Dialogar sobre os valores indicados pelo velocímetro de um automóvel durante uma viagem e analisar - Manual 1 aulaUniforme uniforme, variado, acelerado e tabelas de valores de velocidade e tempo, para associar: - Acetato (10 Jan) retardado; - o movimento uniforme, ao valor de velocidade constante; - Retroprojector  Caracteriza o movimento - o movimento acelerado, a valores de velocidade crescentes; - Quadro rectilíneo uniforme; - o movimento retardado, a valores de velocidade decrescentes. - Caderno de exercícios  Interpreta, utiliza e traça - Utilizando acetato: gráficos distância - tempo e - Fazer breve referência ao movimento curvilíneo uniforme. velocidade - tempo para o - Concluir que no movimento uniforme: movimento uniforme; - o valor da velocidade é sempre igual à rapidez média; - a distância percorrida é directamente proporcional ao tempo. s - Interpretar a igualdade s = v×t ou v= t - Análise de gráficos “distância - tempo” e “velocidade - tempo” para o movimento uniforme. s - Efectuar cálculos de valores de velocidade, a partir da expressão v= e de gráficos “distância – tempo”, t e de distâncias a partir da mesma expressão e de gráficos “valores de velocidade – tempo”. - Depois de concluir que durante a distracção dos condutores os veículos têm movimento uniforme, calcular distâncias percorridas durante a distracção, para relacionar o perigo com o valor da velocidade do veículo. - Realizar na aula as actividades de verificação de conhecimentos da página 32 do manual. - Propor aos alunos a resolução, em casa, das questões 13 a 17, das páginas 6 e 7 do caderno de exercícios. - Analisar tabelas de valores de velocidade e tempo projectadas em acetato, para associar: - o movimento uniformemente acelerado a valores de velocidade que aumentam regularmente com o tempo; - o movimento uniformemente retardado a valores de velocidade que diminuem regularmente com o tempo. - Análise de gráficos “velocidade - tempo” para movimentos U.A. e U.R., como os do acetato. - Calcular as distâncias percorridas a partir dos mesmos gráficos “velocidade -tempo”.
  2. 2. ESCOLA BÁSICA DOS 2º E 3º CICLOS BARTOLOMEU PERESTRELO Plano de aulas - 2º período Ciências Físico-Químicas 9º Ano Turma 1 Ano Lectivo: 2011/2012 Conteúdos Competências Específicas Metodologia / Estratégias Recursos Aulas - Análise em conjunto com os alunos, das questões resolvidas da página 35 do manual. - Manual 2 aulas  Caracteriza os movimentos - Realizar na aula as actividades de verificação de conhecimentos da página 36 do manual. - Acetato (11 Jan) rectilíneos uniformemente - Propor aos alunos a resolução, em casa, das questões 17 a 19, da página 7 do caderno de exercícios. - Retroprojector (16 Jan) acelerado e uniformemente - Resolução de ficha de trabalho para avaliação - Quadro retardado; - Caderno de exercícios1.4 Movimento  Interpreta, utiliza e traça -Ficha de trabalhoUniformemente gráficos velocidade - tempo paravariado movimentos uniformemente acelerados e retardados; - Manual 1 aula - Diálogo, com base numa imagem de acetato, sobre o significado de: - Acetato (17 Jan)  Compreende o significado de - tempo e distância de reacção; - Retroprojector (18 Jan) distância de segurança rodoviária, - tempo e distância de travagem; - Quadro associando-a às distâncias de - distância de segurança rodoviária. - Caderno de exercícios reacção e travagem. - O modo como estas grandezas se relacionam entre si, bem como os factores dos quais dependem.1.5 A velocidade  Interpreta e utiliza gráficos - Interpretação do gráfico “velocidade - tempo” para a situação relacionada com a percepção de umdos veículos e a “velocidade - tempo” para obstáculo na estrada, de acordo com acetato, para concluir sobre o cálculo destas distâncias a partir dedistância de situações relacionadas coma gráficos.segurança percepção de obstáculos na - Realizar na aula as actividades de verificação de conhecimentos da página 39 do manual.rodoviária estrada. - Propor aos alunos a resolução, em casa, da questão 20, página 7 do caderno de exercícios. - Partir das ideias dos alunos sobre aceleração, que podem ser registadas no quadro ou em acetato, para - Manual 2 aulas associar variação de velocidade, a aumento ou diminuição, de valor ou ainda variação de direcção. - Acetato (23 Jan)  Interpreta o significado de - Com base em imagens projectadas em acetato: - Retroprojector (24 Jan) aceleração; - informar o significado de aceleração média; - Quadro  Distingue movimentos - caracterizar aceleração média pelo seu valor, direcção e sentido em movimentos rectilíneos; - Caderno de exercícios uniformes, uniformemente - indicar o significado do sinal positivo e negativo. -Ficha de trabalho1.6 A aceleração acelerados e retardados com base - Partindo da observação das restantes imagens do mesmo acetato e através do diálogo, caracterizar:dos movimentos no conceito de aceleração; - o movimento rectilíneo uniformemente acelerado, pela sua aceleração constante positiva;  Interpreta e utiliza gráficos - o movimento rectilíneo uniformemente retardado pela sua aceleração constante negativa; velocidade – tempo e aceleração - caracterizar o movimento rectilíneo uniforme pela aceleração nula. – tempo. - Interpretar os gráficos aceleração - tempo para os movimentos referidos.  Compreende o movimento de - Realizar na aula as actividades de verificação de conhecimentos das páginas 44 e 45 do manual. queda e ascensão dos corpos; - Propor aos alunos a resolução, em casa, das questões 21 a 23, da página 8 do caderno de exercícios. - Revisões da matéria dada 3 aulas - Teste de avaliação Teste de avaliação (30 Jan) 4º Teste de avaliação - Entrega e correcção do teste de avaliação (01 Fev) (06 Fev)
  3. 3. ESCOLA BÁSICA DOS 2º E 3º CICLOS BARTOLOMEU PERESTRELO Plano de aulas - 2º período Ciências Físico-Químicas 9º Ano Turma 1 Ano Lectivo: 2011/2012 Conteúdos Competências Específicas Metodologia / Estratégias Recursos Aulas TEMA: Viver Melhor Na Terra2. Forças: Causasdo movimento2.1 Resultante de  Compreende o significado de Questões centrais - Manual 2 aulasforças resultante de forças e efectuar a - Que forças afectam os movimentos? - Acetato (08 Fev) sua determinação em situações - O que é atrito? - Retroprojector (13 Fev) concretas; - De que depende a força de colisão de veículos? - Quadro - Lembrar os elementos que caracterizam as forças e a sua representação por meio de vectores. - Caderno de exercícios - Informação do significado de resultante de forças, procedendo à sua determinação em caracterização no -Ficha de trabalho caso de duas forças que actuam no mesmo corpo. - Realizar na aula as actividades de verificação de conhecimentos das páginas 44 e 45 do manual. - Propor aos alunos a resolução, em casa, das questões 24 a 28, da página 9 do caderno de exercícios. - Manual 1 aula2.2 A resultante  Interpreta o significado de - Informação do significado de equilíbrio de um corpo, associando-o à existência de resultante nula, seguida - Acetato (15 Fev)das forças e o equilíbrio, distinguido entre da análise de situações concretas de equilíbrio estático (repouso) e dinâmico (velocidade constante): - Retroprojectorestado de repouso equilíbrio estático e dinâmico; - corpo pousado numa superfície horizontal; - Quadroou de movimento  Compreende a existência de - paraquedista com o pára-quedas aberto - Caderno de exercíciosde um corpo proporcionalidade directa entre a - Referência ao significado de inércia e à lei da inércia. -Ficha de trabalho resultante de forças e a - Deduzir que a existência de resultante não nula se associa sempre a corpos em movimento com aceleração de um corpo; velocidade variável, ou seja, com aceleração.  Reconhece a aplicabilidade das - Partir da observação de imagens e tabelas em acetatos, para através de diálogo, concluir que: Leis de Newton; - a resultante das forças aplicadas num corpo e a sua aceleração são directamente proporcionais; - o quociente entre os valores da resultante e da aceleração corresponde à massa do corpo; - a resultante e a aceleração são vectores com a mesma direcção e sentido; - quando a força resultante é constante, o movimento é uniformemente acelerado ou uniformemente retardado; - quanto maior é a massa de um corpo, menor é a aceleração produzida pela mesma resultante. - Referência à lei fundamental do movimento. Focar a situação particular do peso e da aceleração gravítica para interpretar a expressão que permite determinar a massa de um corpo, quando se conhece a massa do corpo. - Realizar na aula as actividades de verificação de conhecimentos da página 59 do manual. - Realização do trabalho de casa, das questões 29 a 34, das páginas 10 e 11 do caderno de exercícios. - Manual 1 aula2.3 Par acção –  Reconhece a existência do par - Observação de situações como: repulsão mútua entre ímanes, acção entre um corpo e uma mola em - Acetato (27 Fev)reacção e a colisão acção – reacção para descrever a hélice na qual está suspenso, acção entre a mão e um objecto que não deixamos cair, repulsão entre dois - Retroprojectorde veículos interacção dos corpos; balões iguais previamente friccionados, atracção entre duas tiras de acetato branco e vermelho previamente - Quadro  Interpreta o efeito e as variáveis friccionadas com um pano para, através do diálogo, lembrar que as forças actuam sempre aos pares. - Caderno de exercícios de que depende a força de - Sistematizar as características das forças que formam pares acção-reacção e proceder à sua -Ficha de trabalho colisão; representação por meio de vectores para cada uma das situações observadas, - Referência à lei da acção reacção. - Dedução da expressão que relaciona a força que actua num veículo durante uma colisão com o valor da velocidade no momento da colisão, a massa do veiculo e o tempo de colisão, por aplicação da lei fundamental do movimento. - Diálogo sobre o efeito do aumento do tempo da colisão e suas aplicações práticas. - Realizar na aula as actividades de verificação de conhecimentos da página 65 do manual. - Propor aos alunos a resolução em casa, das questões 35 e 36, página 11 do caderno de exercícios.
  4. 4. ESCOLA BÁSICA DOS 2º E 3º CICLOS BARTOLOMEU PERESTRELO Plano de aulas - 2º período Ciências Físico-Químicas 9º Ano Turma 1 Ano Lectivo: 2011/2012 Conteúdos Competências Específicas Metodologia / Estratégias Recursos Aulas - Diálogo sobre as ideias dos alunos acerca do atrito, focando situações concretas como: o movimento de - Manual 1 aula diferentes meios de transporte, abrir uma porta, patinar no gelo, etc. - Acetato (01 Mar)  Reconhece a existência e a - Indicação do significado de força de atrito e a sua representação, partindo de imagens projectadas em - Retroprojector importância do atrito; acetato. Estas imagens permitem também focar a diferença entre atrito estático e cinético, de - Quadro escorregamento e rolamento. - Caderno de exercícios2.4 Forças de atrito - Referência de factores de que depende o atrito e dos quais não depende, com vista à análise de situações -Ficha de trabalho em que o atrito é útil e por isso é necessário saber como aumentá-lo e outras em que é prejudicial, sendo importante saber eliminá-lo. - Realizar na aula as actividades de verificação de conhecimentos da página 71 do manual. - Propor aos alunos a resolução, em casa, das questões 37 e 38, páginas 11 e 12 do caderno de exercícios. -Através do diálogo baseado na análise de situações do dia-a-dia, concluir que o ponto onde se aplica a força que produz movimento de rotação de um corpo em torno de um ponto ou eixo, bem como a sua - Manual 1 aula direcção, têm grande influência no seu efeito rotativo. - Acetato (05 Mar)  Aplica o conceito de momento - Partindo de imagens projectadas em acetato: - Retroprojector de uma força na interpretação do 1. relacionar o efeito de rotação das forças com os factores de que depende; - Quadro seu efeito rotativo em situações do 2. apresentar o significado de momento de uma força (tratamento escalar). - Caderno de exercícios2.5 As forças e a dia-a-dia; - Interpretação do funcionamento de uma alavanca com base no significado de momento das forças.rotação dos corpos - Realizar na aula as actividades de verificação de conhecimentos da página 76 do manual. - Realização do trabalho de casa, das questões 39 a 40, da página 12 do caderno de exercícios. - Demonstração e caracterização do equilíbrio estável, instável e indiferente de corpos apoiados, utilizando, por exemplo, um cone de madeira. - Manual 1 aula - Utilização de um paralelepípedo articulado para demonstrar que os corpos apoiados estão em equilíbrio - Acetato (07 Mar) apenas enquanto a vertical traçada pelo centro de gravidade passar pela base de apoio do corpo. - Retroprojector  Reconhece o significado de - Através de diálogo, baseado na análise de situações referidas na página 78 do manual, concluir que a - Quadro equilíbrio dos corpos, os factores estabilidade do equilíbrio aumenta com o aumento da base de apoio e o abaixamento do centro de - Caderno de exercícios que o afectam e a sua importância gravidade. - Cone de Madeira2.6 Equilíbrio dos na segurança de veículos; - Realizar na aula as actividades de verificação de conhecimentos da página 79 do manual. - Paralelepípedocorpos apoiados e - Realização do trabalho de casa, da questão 41, da página 13 do caderno de exercícios. articuladosegurança dosveículos - Demonstração experimental de que o valor do peso de um corpo, lido num dinamómetro, é maior no ar do que quando se encontra mergulhado num líquido. - Manual 1 aula - Atribuir a diminuição do peso de um corpo num líquido à existência de uma força ascendente que o líquido - Acetato (12 Mar)  Reconhece a existência da exerce no corpo contraria o peso – a impulsão. Caracterizar a impulsão e o peso aparente, representando - Retroprojector impulsão e os factores de que os respectivos vectores. - Quadro depende; - Demonstração experimental de que: - Caderno de exercícios  Interpreta a flutuação dos 1. a impulsão depende do volume dos corpos (usando dois corpos com o mesmo peso, mas volumes2.7 Impulsão corpos com base na impulsão; diferentes);  Compreende e reconhece a 2. a impulsão não depende do peso (usando dois corpos com o mesmo volume, mas pesos diferentes); aplicabilidade da lei de 3. a impulsão depende da densidade do líquido (mergulhando o mesmo corpo em líquidos diferentes). Arquimedes; - Explicação do motivo pelo qual uns corpos vão ao fundo e outros flutuam na água, associando a flutuação a peso aparente nulo. - Revisões da matéria dada 3 aulas5º Teste de avaliação - Teste de avaliação (14 Mar) - Entrega e correcção do teste de avaliação (19 Mar) - Auto e hetero –avaliação (21 Mar)
  5. 5. ESCOLA BÁSICA DOS 2º E 3º CICLOS BARTOLOMEU PERESTRELO Plano de aulas - 2º período Ciências Físico-Químicas 9º Ano Turma 1 Ano Lectivo: 2011/2012Competências gerais a privilegiar no 1º Período:1. Mobilizar saberes culturais, científicos e tecnológicos para compreender a realidade e para abordar situações e problemas do quotidiano. b. Questionar a realidade observada. § - Rentabilizar as questões emergentes do quotidiano e da vida do aluno.2. Usar adequadamente linguagens das diferentes áreas do saber cultural, científico e tecnológico para se expressar. c. Comunicar, discutir e defender ideias próprias mobilizando adequadamente diferentes linguagens. § - Prever a utilização de linguagens de comunicação diversificadas.3. Usar correctamente a língua portuguesa para comunicar adequadamente e para estruturar pensamento próprio. b. Usar a língua portuguesa de forma adequada às situações de comunicação criadas nas diversas áreas do saber, numa perspectiva de construção pessoal do conhecimento. c. Utilizar a língua portuguesa no respeito das regras do seu funcionamento. d. Promover o gosto pelo uso correcto e adequado da Língua Portuguesa. e. Auto-avaliar a correcção e a adequação dos desempenhos linguísticos, na perspectiva do seu aperfeiçoamento. § - Organizar o ensino valorizando situações de interacção e de expressão oral escrita que permitam ao aluno intervenções personalizadas, autónomas e críticas. § - Promover a identificação e a articulação dos contributos de cada área do saber com vista ao uso correctamente estruturado da Língua Portuguesa. § - Rentabilizar os meios de comunicação social e o meio envolvente na aprendizagem da Língua Portuguesa § - Mobilizar as potencialidades das tecnologias de informação e de comunicação no uso adequado da Língua Portuguesa.4. Usar línguas estrangeiras para comunicar adequadamente em situações do quotidiano e para apropriação de informação. a. Compreender textos orais e escritos em línguas estrangeiras para diversificação das fontes dos saberes culturais, científicos e tecnológicos. b. Interagir, oralmente e por escrito, em línguas estrangeiras, para alargar e consolidar relacionamentos com interlocutores/parceiros estrangeiros. § - Rentabilizar o recurso a informação em língua estrangeira acessível na Internet e outros recursos informáticos.5. Adoptar metodologias personalizadas de trabalho e de aprendizagem adequadas a objectivos visados. a. Exprimir dúvidas e dificuldades. b. Planear e organizar actividades de aprendizagem. c. Identificar, seleccionar e aplicar métodos de trabalho. d. Confrontar diferentes métodos de trabalhos para a realização da mesma tarefa. e. Auto - avaliar e ajustar os métodos de trabalho à forma de aprender e aos objectivos visados. § - Promover intencionalmente, na sala de aula e fora dela, actividades dirigidas à expressão e ao esclarecimento de dúvidas e de dificuldades. § - Pôr em prática actividades cooperativas de aprendizagem. § - Organizar o ensino com base em materiais e recursos diversificados, adequados às diferentes formas de aprendizagem. § - Apoiar o aluno na descoberta das diversas formas de organização da sua aprendizagem.6. Pesquisar, seleccionar e organizar informação para a transformar em conhecimento a. Pesquisar, seleccionar, organizar e interpretar informação de forma crítica em função de questões, necessidades ou problemas a resolver e respectivos contextos.
  6. 6. ESCOLA BÁSICA DOS 2º E 3º CICLOS BARTOLOMEU PERESTRELO Plano de aulas - 2º período Ciências Físico-Químicas 9º Ano Turma 1 Ano Lectivo: 2011/2012 § - Promover intencionalmente, na sala de aula e fora dela, actividades dirigidas e pesquisa, selecção, organização e interpretação de informação.7. Adoptar estratégias adequadas à resolução de problemas e à tomada de decisões. d. Confrontar diferentes perspectivas face a um problema, de modo a tomar decisões adequadas. § - Promover intencionalmente, na sala de aula e fora dela, actividades que permitam ao aluno fazer escolhas, confrontar pontos de vista e resolver problemas. § - Promover intencionalmente, na sala de aula e fora dela, actividades de simulação e jogos de papéis que permitam a percepção de diferentes pontos de vista.8. Realizar actividades de forma autónoma, responsável e criativa. a. Realizar tarefas por iniciativa própria. c. Responsabilizar-se pela realização integral de uma tarefa. d. Valorizar a realização de actividades intelectuais, artísticas e motoras que envolvam esforço, persistência, iniciativa e criatividade. e. Avaliar e controlar o desenvolvimento das tarefas que se propõem realizar. § - Organizar o ensino prevendo a realização de actividades por iniciativa do aluno. § - Apoiar o aluno na descoberta das diversas formas de organização da sua aprendizagem e na construção da sua autonomia para aprender. § - Pôr em prática actividades cooperativas de aprendizagem rentabilizadoras da autonomia, responsabilização e criatividade de cada aluno.9. Cooperar com outros em tarefas e projectos comuns. a. Participar em actividades interpessoais e de grupo, respeitando normas, regras e critérios de actuação, de convivência e de trabalho em vários contextos. b. Manifestar sentido de responsabilidade, de flexibilidade e de respeito pelo seu trabalho e pelo dos outros. d. Avaliar e ajustar os métodos de trabalho à forma de aprender, às necessidades do grupo e aos objectivos visados. § - Organizar o ensino prevendo e orientando a execução de actividades individuais, de pares, de grupo e colectivas. § - Propiciar situações de aprendizagem conducentes à promoção da auto-estima e da autoconfiança. § - Apoiar o aluno na descoberta das diversas formas de organização da sua aprendizagem em interacção com outros. § - Promover intencionalmente, na sala de aula e fora dela, actividades dirigidas para o trabalho cooperativo, desde a concepção à avaliação e comunicação de resultados.10. Relacionar harmoniosamente o corpo com o espaço, numa perspectiva pessoal e interpessoal promotora da saúde e da qualidade de vida. a. Mobilizar e coordenar os aspectos psicomotores necessários ao desempenho de tarefas. § - Organizar o ensino prevendo a realização de actividades em que é necessário estabelecer regras e critérios de actuação.
  7. 7. ESCOLA BÁSICA DOS 2º E 3º CICLOS BARTOLOMEU PERESTRELOPlano de aulas - 2º período Ciências Físico-Químicas 9º Ano Turma 1 Ano Lectivo: 2011/2012 Critérios de Avaliação de acordo com as Competências Essenciais Domínio Cognitivo – 70% Domínio Atitudinal – 30% Parâmetros Instrumentos de avaliação Parâmetros Instrumentos de avaliação - Aquisição de conhecimento (factos, - Testes - Comportamento - Observação directa conceitos, princípios e procedimentos); - Relatório e/ou trabalho - Responsabilidade - Lista de verificação - Compreensão de conteúdos e/ou escrito (individual ou de fenómenos; grupo) - Autonomia - Registo dos incidentes - Aplicação do conhecimento adquirido; - Participação críticos - Adopção de estratégias na resolução - Fichas de trabalho - Espírito crítico de problemas e exercícios; - Raciocínio.

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