UNI    IVERSI         IDADE DO ESSTADO DO PA                        O     ARÁPROSEL 201 / PR         11   RISE SU         ...
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ    Leia os Textos I e II, a seguir, para responder às questões de 1 a 4.                   ...
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ3. Assinale a alternativa em que a ideia de                                         Texto IV...
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ    Leia o Texto V, para responder à questão 9.                                             ...
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ13. O senso comum dá ênfase aos poderes                                   15. Os africanos e...
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ    A partir dos Textos VI e VII, assinale a alternativa correta nas questões 17, 18 e 19.  ...
UNIVERSID                                                   DADE DO ESTADO DO PARÁ19 A arquitetu 9.             ura romana...
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ       A partir da leitura do Texto VIII e de seus conhecimentos geográficos, responda às qu...
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ25. O desenvolvimento tecnológico vivido pelo                   26. À medida que a urbanizaç...
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ28. A    busca     descontrolada    do    crescimento             Leia o Texto IX para respo...
UNIVERSID                                                   DADE DO ESTADO DO PARÁ                                        ...
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  1. 1. UNI IVERSI IDADE DO ESSTADO DO PA O ARÁPROSEL 201 / PR 11 RISE SU UBPRO OGRAM XIV MA 1ª ETAP ª PA BOLE B ETIM DE QUES Q STÕES S N LEIA, COM ATENÇÃO AS SEGUI M O, INTES INST TRUÇÕES 1. Este Boletim de Questões é constituído s 9. É terrminantemen nte proibida a comunicaç ção de 56 questõões objetivas s. entre candidatos. e ATENÇ ÇÃO 2. V Você receberá, também, um CARTÃ ÃO- 10. Quando for m marcar o Ca artão-Resposta, RESPOSTA destinado à marcação das R d d proceeda da seguin maneira: nte re espostas. a)Façça uma r revisão das alternativ s vas 3. C Confira seu nome, númer de inscriç n ro ção marcadas no Bo oletim de Que estões. na parte superior ddo CARTÃ ÃO- b) Assinale, inic A cialmente, no Boletim de n RESPOSTA que você rece R ebeu. Questões, a alteernativa que julgar correta, par depois ma ra arcá-la no Cartão-Respos C sta 4. N caso de não coincidi r seu nome e No e def finitivamente . número de inscrição, devoolva-o ao fis scal c) Marque o Cartãão-Resposta, usando cane eta e peça-lhe o seu. Se o seu cartão não for s u esferográfica ccom tinta azul ou preta, a encontrado, solicite um ca s artão virgem, o pre eenchendo c completamen nte o círcu ulo que não prejudicará a co orreção de sua s cor rrespondente à alternativa escolhi ida prova. par cada quest ra tão. 5. A Após a confer rência, assine seu nome no e d) Ao marcar a alternativ A va do Cartã ão- espaço corre espondente do CARTÃ ÃO- Ressposta, faça- com cuid -o dado, evitanndo RESPOSTA, R do utilizand cane eta rasgá-lo ou fu rá-lo, tendo atenção pa ara esferográfica de tinta preta ou azul. d a não ultrapassar os limites do círculo. o r o 6. Para cada um das quest ma tões existem 5 m Marq que certo o se cartão com indicado: eu mo cinco) alterna (c ativas, classi ificadas com as CERTO le etras a, b, c, d, e. Só uma respon c nde e)Além de sua r resposta e assinatura, n a nos co orretamente ao quesito proposto. Vo ocê loca indicados não marqu nem escre ais s, ue eva deve marcar no Cartão-Re esposta apennas mais nada no C Cartão-Respossta. uma letra. Marcando m M mais de um ma, 11. Releia estas inst struções antes de entregar a você anulará a questão mesmo que v á o, q provaa. uma das marcadas c m corresponda à 12. Asssine a lista de presen a nça, na linnha alternativa correta. cor rrespondente , o seu nom me, do mesm mo 7. O CARTÃO-R RESPOSTA não pode ser s modo como foi a o assinado no seu documen s nto dobrado, nem amassado, n nem rasgado o. de ide entidade. LEMBRE-SE L BOA PROVA! A 8. A duração des prova é d e 5 (cinco) sta horas, iniciand às 8 (oito horas e do o) erminando às 13 (treze) horas. te s PROGRAD – Pró-Reitoria de Graduaç a ção Be elém – Pará DAA – Diretoria de Aces sso e Avaliaç ção Nove embro de 20 010
  2. 2. UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ Leia os Textos I e II, a seguir, para responder às questões de 1 a 4. Texto I Desabafo Deixa, deixa, deixa Ok, então vamo lá, diz Eu dizer o que penso dessa vida Tu quer paz, eu quero também Preciso demais desabafar Mas o estado não tem direito de matar ninguém Aqui não tem pena de morte, mas segue o Eu já falei que tenho algo a dizer, e disse pensamento Que falador passa mal, e você me disse O desejo de matar de um Capitão Nascimento Que cada qual vai colher o que plantou Que sem treinamento se mostra incompetente Porque raiz sem alma, como Flip falo, é triste O cidadão do outro lado se diz impotente, mas A minha busca na batida perfeita A impotência não é uma escolha também Sei que nem tudo tá certo, mas com calma se ajeita De assumir a própria responsabilidade Por um mundo melhor eu mantenho a minha fé Hein?? Menos desigualdades, menos tiro no pé Que você tem a mente, se é que tem algo em Andam dizendo que o bem vence o mal mente Por aqui vou torcendo pra chegar no final Porque a bala vai acabar ricocheteando na gente É, quanto mais fé, mais religião Grandes planos, paparazzo demais A mão que mata, reza, reza ou mata em vão O que vale é o que você tem e não o que você faz Me contam coisas como se fossem corpos Celebridade é artista, artista que não faz arte Ou realmente são corpos, todas aquelas coisas Lava a mão como Pilatos achando que já fez sua Deixa pra lá eu devo tá viajando parte. Enquanto eu falo besteira nego vai se matando Deixa pra lá, eu continuo viajando Então Enquanto eu falo besteira nego vai, vai Deixa, deixa, deixa Então deixa... Eu dizer o que penso dessa vida Preciso demais desabafar (Marcelo D2) Texto II R$520 por uma vida Eram 16h06 do dia 9 de agosto quando Fábio de Souza do Nascimento morreu de insuficiência respiratória. Ele viveu 14 anos, com os pais e a irmã, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Gostava de pipa e videogame, de desenho animado e futebol. Torcia pelo flamengo. Adorava churrasco e misto quente. Sonhava em ser motorista de caminhão. Um mês depois de sua morte, a pipa rosa que Fabinho gostava de empinar está presa na parede, na entrada da sala do sobrado humilde de seus pais. É o símbolo de uma vida interrompida, de um drama familiar – e também de um crime. Intimadas pela justiça a fornecer a Fabinho um balão de oxigênio que poderia ter lhe salvado a vida, ao custo de R$ 520 por mês, autoridades dos governos federal, estadual e municipal discutiram, procrastinaram, ignoraram a determinação judicial até que fosse tarde demais. (Revista Época. 13/09/2010)1. Assinale a alternativa que apresenta expressões 2. A relação vida e morte é banalizada ao longo do no nível informal da linguagem. Texto II. Assim sendo, assinale a alternativa que apresenta duas passagens que mostram a Eu já falei que tenho algo a dizer, e disse. claramente essa relação no Texto I. b Andam dizendo que o bem vence o mal. a Eu dizer o que penso dessa vida/Por aqui c Por aqui vou torcendo pra chegar no final. vou torcendo pra chegar no final. d O cidadão do outro lado se diz impotente, b A impotência não é uma escolha também/A mas. minha busca na batida perfeita. e Eu dizer o que penso dessa vida. c Andam dizendo que o bem vence o mal/Que cada um vai colher o que plantou. d Tu quer paz, eu quero também/Me contam coisas como se fossem corpos. e Lava a mão como Pilatos achando que já fez sua parte/Grandes planos, paparazzo demais. UEPA PROSEL – 1ª Etapa / PRISE - Subprograma XIV Pág. 2
  3. 3. UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ3. Assinale a alternativa em que a ideia de Texto IV violência contra o ser humano, contida no Texto Brasis I, é mostrada no Texto II de forma não aparente. Pede paz, saúde a É o símbolo de uma vida interrompida, de Trabalho e dinheiro um drama familiar – e também de um Pede pelas crianças crime. Do país inteiro b Intimadas pela justiça a fornecer a Fabinho Lararará!... um balão de oxigênio que poderia ter lhe (Seu Jorge, Gabriel Moura, Jovi Joviniano) salvado a vida, ao custo de R$ 520 por mês, autoridades dos governos federal, 6. Sobre o Texto IV, cuja ideia central é a estadual e municipal discutiram, sociedade brasileira, afirma-se que: procrastinaram, ignoraram a determinação. a o clima seco da Região Norte é o principal c Um mês depois de sua morte, a pipa rosa responsável pelas mazelas sociais que estão que Fabinho gostava de empinar está presa presentes no Brasil. na parede, na entrada da sala do sobrado humilde de seus pais. b a falta de oportunidades no setor agrícola d Ele viveu 14 anos, com os pais e a irmã, em brasileiro promove consideráveis problemas Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio de socioeconômico, político e cultural. Janeiro. c paz, saúde, trabalho e dinheiro representam e Eram 16h06 do dia 9 de agosto quando os setores da sociedade brasileira que estão Fábio de Souza do Nascimento morreu de sendo trabalhados pelo goveno. insuficiência respiratória. d as crianças de todo Brasil estão amparadas4. As ideias de “manutenção da fé por um mundo pelas famílias, por isso não precisam de melhor; que se sabe que nem tudo está certo políticas públicas. mas com calma se ajeita; que dizem que o bem vence o mal”, contidas no Texto I, podem ser e o governo brasileiro é omisso em reescritas por meio da seguinte passagem determinadas situações, pois há grandes tirada do Texto II: desigualdades e problemas sociais. a gostava de pipa e videogame, de desenho animado e futebol. Torcia pelo flamengo. 7. A leitura dos Textos III e IV evidencia que o b um balão de oxigênio que poderia ter lhe ponto em comum entre eles é a preocupação salvado a vida. com: c adorava churrasco e misto quente. Sonhava a todas as crianças brasileiras. em ser motorista de caminhão. d a pipa rosa que Fabinho gostava de empinar b ausência de ações de políticas públicas. está presa na parede, na entrada da sala do c o desemprego. sobrado humilde de seus pais. d a desigualdade social. e ele viveu 14 anos, com os pais e a irmã, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio de e a volência desenfreada. Janeiro. 8. Como poeta satírico, Gregório de Matos Guerra Texto III denunciou a ação da metrópole que, atuando Meu guri sobre os recursos naturais da colônia, a Quando, seu moço, nasceu meu rebento impedia de usufruir livremente de suas próprias Não era o momento dele rebentar riquezas. Tal política muitas vezes acarretou Já foi nascendo com cara de fome consequências adversas à vida socieconômica E eu não tinha nem nome pra lhe dar (Chico Buarque de Holanda) colonial. Marque a alternativa em que os versos confirmam essa afirmação.5. A partir da leitura do Texto III, afirma-se que: a Perca quanto ganhar nas mercancias; a cara de fome indica que a circunstância e em que perca o alheio, esteja mudo. de miserabilidade é resultado da falta de cuidado que os pais têm com os filhos. b Ande sempre na caça e montaria: Dê nova locução, novo epíteto; b o rebento nasceu repentina e E diga-o sem propósito à porfia inesperadamente, pois sua mãe estava desempregada e sem casa. c Atrás um negro, um cego, um mameluco, Três lotes de rapazes gritadores: c cara de fome relaciona-se com a falta de É a procissão de cinza em Pernambuco. oportunidades dadas para a alguns segmentos da sociedade. d Deste em dar tanto açúcar excelente Pelas drogas inúteis, que abelhuda d o rebento nasceu em um momento Simples aceitas do sagaz Brichote. inoportuno, embora a família apresentasse boas condições financeiras. e Só sei que deste Adão de Massapé, Procedem os fidalgos desta terra. e não tinha nem nome pra lhe dar indica que a família estava indecisa quanto ao nome da criança. UEPA PROSEL – 1ª Etapa / PRISE - Subprograma XIV Pág. 3
  4. 4. UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ Leia o Texto V, para responder à questão 9. Texto V Todalas aves do mundo d’amor cantavan; Todas as aves do mundo de amor [cantavam; do meu amor e do voss’ i enmentavan: do meu amor e do vosso ali recordavam: leda m’and’eu! como ando feliz! [...] [...] Do meu amor e do voss i enmentavan; Do meu amor e do vosso ali lembravam vós lhi tolhestes os ramos en que pousavam: vós lhes tolhestes os ramos em que pousavam: leda mandeu! como ando feliz! Vós lhi tolhestes os ramos en que siian Vós lhes tolhestes os ramos em que ficavam e lhi secastes as fontes en que bevian: e lhes secastes as fontes em que bebiam leda mandeu! como ando feliz! Vós lhi tolhestes os ramos en que pousavam Vós lhes tolhestes os ramos em que e lhi secastes as fontes u se banhavan: [pousavam leda mandeu!. e lhes secastes as fontes onde se banhavam como ando feliz! Nuno Fernandes Torneol Livre adaptação9. Os trovadores, muitas vezes, relacionam os estados emocionais com representações da Natureza, sendo a paisagem, muitas vezes, uma extensão das experiências sentimentais. A este propósito marque a alternativa correta considerando as estrofes acima. a O cantar dos pássaros é associado ao enfraquecimento do amor. b A paisagem é mencionada pelo eu feminino com certa indiferença. c Há pouca referência a elementos naturais. d As imagens de degradação ambiental sugerem que o amor permanece sempre o mesmo. e As mudanças na paisagem sugerem um progressivo desgaste do amor.10. No século XVI, em que Camões viveu, quando 11. O meio ambiente desempenha muitos papéis na não se falava ainda de poluição dos lençóis produção poética árcade. Assinale a opção em freáticos, era possível às pessoas retirarem que Bocage o utiliza para criar a atmosfera do diretamente do meio ambiente a água potável “locus horrendus”. para consumir. Leia os versos do poeta abaixo a Chorosos versos meus desentoados, transcritos e identifique aqueles que podem ser Sem arte, sem beleza e sem brandura, corretamente associados ao fato referido no início deste comando. b Amargosas, mortais desconfianças, Deixai-me sossegar alguns momentos: a Com a água que cai Daquela espessura, c Ah! Cego eu cria, ah! Mísero eu sonhava Outra se mistura Em mim quase imortal a essência humana: Que dos olhos sai. d Olha, Marília, a flauta dos pastores. Que bem que soam, como estão cadentes! b Bem são rios estas águas Olha o Tejo a sorrir-se! Olha, não sentes Com que banho este papel; Os Zéfiros brincar por entre as flores? c O campo floresça, e Deu meio giro a noite escura e feia. Murmurem as águas, Que profundo silêncio me rodeia, Tudo me entristeça, Neste deserto bosque, à luz vedado. Cresçam minhas mágoas. d Descalça vai para a fonte, 12. Assinale o comentário que pode ser associado Lianor pela verdura; às relações socioeconômicas identificáveis na Vai formosa e não segura. farsa O Velho da Horta, de Gil Vicente. (...) a A mulher de Fernandeanes tem o controle Leva na cabeça o pote, total das atitudes afetivas do marido. Mais branca que a neve pura. Vai formosa e não segura. b O Velho considera importante informar à moça que não utiliza agrotóxicos em sua e Sempre teus olhos estão, horta. Camila, de águas banhados. c A horta, segundo a farsa, possui um proprietário e um funcionário (o hortelão). Na ausência do último, o próprio dono assume as tarefas de venda. d O trabalho nas hortas, na época de Gil Vicente, era tão intenso que os proprietários costumavam não respeitar os horários das refeições. e Para melhor distribuir sua produção, os hortigranjeiros contam com o auxílio de alcoviteiras, como Branca Gil, por exemplo. UEPA PROSEL – 1ª Etapa / PRISE - Subprograma XIV Pág. 4
  5. 5. UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ13. O senso comum dá ênfase aos poderes 15. Os africanos escravizados trazidos para afrodisíacos dos produtos naturais. Assinale o trabalhar nas Américas, entre os séculos XVI e trecho de O Velho da Horta em que temos um XIX, eram provenientes de diferentes regiões exemplo disso. do continente e de diversas origens socioculturais: África Ocidental, África Centro- a Mulher - Agora com as ervas novas Oriental e África Austral. Essa diversidade Vos tornastes garanhão. humana, etnicolinguística, passou por um b Velho - Ditoso é o jardim processo de combinação durante a chamada Que está em vosso poder. "diáspora africana", chegando a produzir c Velho – que buscais vós cá, donzela, expressões culturais sincréticas que associam Senhora, meu coração? voduns, divindades de povos jêje-nagô do Golfo Moça – Vinha por vosso hortelão, da Guiné e orixás, deuses dos povos banto da Por cheiros para a panela. África Centro-Ocidental. Tais entidades estavam associadas aos fenômenos e seres da natureza, d Moça - Não vedes que andais já morto indiferenciados do plano humano. Os contatos e E andais contra a natura? combinações culturais que produziram este Velho – Ó flor de mor formosura, sincretismo podem ser explicados: Quem vos trouxe a este meu horto? a pela imposição colonial que determinou aos e Moça – Uma rosa? Para quê? africanos escravizados a adoção de uma Velho – porque são colhidas de vossa mão religião única de matriz africana. Deixar-me-eis alguma vida, Não isenta de paixão. b pelo diálogo intercultural entre diferentes14. Na produção dos poetas árcades, o eu nem povos africanos baseado na sempre acha-se integrado ao meio ambiente correspondência de crenças e rituais, como que o cerca, desfazendo a unidade com a a que ocorre entre sociedades tribais natureza teoricamente desejável. Leia os versos politeístas. abaixo e assinale aqueles em que Cláudio c pela prescrição do cristianismo como Manuel da Costa, ao refletir sobre a relação do religião oficial e como única forma de eu com a natureza, demonstra isso. salvação das almas dos escravos, a Este é o rio, a montanha é esta, especialmente na América Luso-Hispânica. Estes os troncos, estes os rochedos. d pelo domínio religioso de alguns poucos b Onde estou, este sítio desconheço. reinos africanos que já escravizavam Quem fez tão diferente aquele prado? populações de caçadores e coletores habitantes de seus domínios. c Nise, Nise, onde estás? Aonde espera Achar-te uma alma que por ti suspira; e pela influência homogeneizadora dominadora do islamismo professado pelos d Sonha em tormento d’água, o que abrasado povos do Norte da África, desde o início da Na sede ardente está;(...) expansão islâmica a partir do século VII e Junto desta corrente contemplando d.C. Na triste falta estou de um bem, que adoro; Leia os excertos abaixo para responder à questão 16 Excerto I Excerto II “Em verdade imaginava eu que iria encontrar “De todos os lados afluem testemunhos que verdadeiros animais ferozes, homens selvagens e demonstram que as habitações dos trabalhadores rudes. Enganei-me, porém, totalmente. Nos sentidos nos piores bairros das cidades e as condições de vida naturais, tanto internos como externos, jamais achei desta classe são a origem de um grande número de ninguém – indivíduo ou nação – que os superasse.” doenças.” D’ABBEVILLE, Claude. História da missão dos padres capuchinhos na ENGELS, Friedrich. A Situação da Classe Operária. São Paulo: ilha do Maranhão e terras circunvizinhas. Belo Horizonte / São Global, 1985 (p. 119). Sobre as condições de moradia dos Paulo: Itatiaia / Edusp, 1975. (p. 243) Sobre os povos tupi, que os trabalhadores ingleses em Londres nas primeiras décadas da portugueses encontraram pelo litoral da América do Sul nas Revolução Industrial. primeiras décadas do século XVI.16. Em termos de atividade produtiva, os povos tupi praticavam uma agricultura rudimentar baseada no plantio da mandioca, do milho e da batata-doce, dentre outros produtos. Sua relação com a natureza estava pautada na inexistência de distinção entre homens, animais e fenômenos naturais. A principal diferença do sistema econômico-produtivo de povos caçadores/coletores/agricultores com os tupi para com aquele das sociedades industriais contemporâneas consiste basicamente: a na concepção de que a natureza deve ser submetida às necessidades humanas ou preservada, em nome dessas mesmas necessidades. b na tese de que a produção artesanal, de pequena escala, pode suplantar a tendência de esgotamento dos recursos naturais, implementada pela industrialização. c no uso abusivo de recursos naturais renováveis, que tendem a degradar o meio ambiente e prejudicar a sobrevivência dos ecossistemas naturais. d no desenvolvimento de uma agricultura diversificada, assentada na produção em larga escala e realizada no sistema de agricultura familiar. e na ideia de que o homem está inexoravelmente submetido aos ditames da natureza e a disponibilidade seletiva de recursos naturais. UEPA PROSEL – 1ª Etapa / PRISE - Subprograma XIV Pág. 5
  6. 6. UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ A partir dos Textos VI e VII, assinale a alternativa correta nas questões 17, 18 e 19. Texto VI Os gregos e as florestas Apesar de reconhecerem a importância das florestas, os povos antigos esquivaram-se da responsabilidade de preservá-las. Na Grécia, documentos datados da civilização miceniana – que atingiu seu apogeu no século XIII a.C. - registram a devastação do Peloponeso, causada pelo crescimento econômico e populacional no último período do Bronze. Nessa época, os bosques de pinheiros, situados nos arredores de Pilo, foram totalmente explorados e a maior parte da região transformou-se em pastagem para ovelhas. A recuperação dessas terras foi possível muito tempo depois, com a dispersão do povo grego, para outros locais da Ásia Menor, o que permitiu a regeneração natural das florestas. A madeira tornou-se novamente abundante e contribuiu para sua auto-suficiência econômica. (Fonte: LEÃO, Regina Machado. A Floresta e o Homem. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo: Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais, 2000. P. 48-53) Texto VII O Império Romano e a madeira As densas florestas romanas foram sacrificadas no decorrer do tempo. No final do século III a.C. ocorreu uma profunda revolução na utilização das terras: o cultivo tradicional de subsistência cedeu lugar à atividade pecuária e ao plantio intensivo. Os agricultores [...] destruíram os arvoredos, levando embora toda a madeira. Os cidadãos mais eruditos, dentre eles Cícero, perceberam o desmatamento e os problemas causados na ecologia da região e se preocuparam. Roma, ao contrário, preferiu complementar a demanda até pelo produto por meio de suas conquistas. Novas áreas florestais foram incorporadas ao Estado, como as áreas da atual Toscana, da Inglaterra, da Alemanha e o norte da África. A área arborizada na Itália diminuiu consideravelmente, entre os tempos republicanos e o primeiro século do Império. A escassez da madeira atingiu várias regiões, obrigando a adoção de medidas de preservação e de técnicas alternativas. Os romanos efetuaram a reciclagem do vidro, utilizaram a energia solar e a palha de trigo como combustível em substituição à madeira, e a adição de ramos de figueira selvagem no preparo da carne para amaciá-la e diminuir o tempo de cozimento. A falta do precioso material também obrigou o aprimoramento das técnicas de construção de estruturas. Em Pompéia, os carpinteiros substituíram os suportes de vigas unitárias por seções de madeira, unidas com cimento, o que representou um avanço em termos tecnológicos. (Fonte: LEÃO, Regina Machado. A Floresta e o Homem. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo: Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais, 2000. P. 48-53)17. Em relação ao problema do desmatamento das 18. No que se refere à colonização grega e às florestas e da utilização da madeira, é correto conquistas territoriais romanas, os textos acima afirmar que: indicam que tais ações: a os romanos, ao contrário dos gregos, não a previam a ampliação das áreas de cultivo e desenvolveram nenhuma ação de a recuperação natural dos bosques de responsabilidade social em relação a Pinheiros do Peloponeso, no caso da Grécia, medidas de preservação do meio ambiente. e a complementação da demanda da b os gregos, incentivados pela civilização madeira através de incorporação de novas miceniana, preservaram os bosques de áreas florestais, no caso de Roma. pinheiros, evitando a colonização nas terras b preveniam a devastação de áreas dedicadas da Ásia Menor. às pastagens, no caso da Grécia e a ampliação das áreas de cultivo do trigo para c os gregos aprimoraram as técnicas de produção de combustível, no caso romano. construção, substituindo a madeira pelo cimento, e os romanos passaram a explorar c contribuíram para o crescimento das áreas as florestas do norte da África. de proteção nas regiões conquistadas pelos romanos e para a redução de áreas de d os romanos, diferentemente dos gregos, cultivo entre os gregos. adotaram medidas de preservação como a d inibiram o êxodo dos trabalhadores gregos reciclagem do vidro, o uso da energia solar para as áreas da Ásia Menor e as medidas e da palha do trigo como combustível. de preservação do ambiente pelos romanos. e as medidas tomadas por gregos e romanos e expressavam tanto em Roma quanto na limitaram-se à conquista de terras de Grécia o interesse do Estado em proteger cultivo e à proteção de áreas transformadas as áreas florestais e as resistências dos em pastos. cidadãos em relação à conservação do ambiente. UEPA PROSEL – 1ª Etapa / PRISE - Subprograma XIV Pág. 6
  7. 7. UNIVERSID DADE DO ESTADO DO PARÁ19 A arquitetu 9. ura romana, em relação à grega, a , o apresentou avanços sign a nificativos. I Isto se deve dentre out e tros fatores, à: a especia alização da mão de obr livre na á ra área da carppintaria, sub bstituindo a mão de obra escrava nas funçõe de entalha es amento e de pintura da m madeira que decoravam as estrutur e m ras dos temp plos. b preocu upação com o desmatam mento, que estimulou o aprimoram mento das t técnicas de construção de estrutuuras, substituindo o supo orte de vigas unitárias por seções de madeiras u s p e unidas com cimento. c utilizaç ção do vidro reciclado nas estrutur o n ras dos préd dios e terma romanos, garantindo a manutenção as das áre de prese eas ervação amb biental nas p proximidades da atual To s oscana, Ingla aterra e Alem manha. d incorpo oração dos rrecursos florestais em coonstruções das termas que, além de promovere a integração d q e em das div versas colônias, garantia o intercâ mbio entre os diferentes segmentos sociais. am o s s e utilizaç ção da palha para a con a nstrução de casas, o que estimulou o comércio intercontine e ental do trigo e facilitou a circulaçã de ideias e de técnica referentes à produção agrícola. ão as s o (Florest tas de carvallho na Europ In: pa. LEÃO, Regina Mach R hado. A Floreesta e o Homem São Paulo: Editora da m. : Univers sidade de Sã Paulo: Ins ão stituto de Pesquisas e Estudos Florestais, 2000. p. s 55)20 A imagem acima representa florestas de 0. m 21. A árvore sugere mu itos folclore e rituais em es carvalho n Europa, que forneciam, além da na todo munndo. Na Gré cia, Adônis, considerado o preciosa mmadeira, som mbra e alimmento para os deus da vegetação, n v nasceu da gestação de um animais n Idade M na Média. Além disto, nes ste bálsamo, e a maior p euses tinha por parte dos de contexto, a floresta e o uso de seu recursos: us emblema uma árv vore sagrad da. Zeus era a provoc cou, no fina do perío al odo mediev al, represent emis pelo cedro tado pelo ca rvalho, Arte tensões e disputas entre senhores feudais e s s e pela noggueira. No c caso dos rom manos: camponeses, o qu resultou na elaboraç ão ue a o carráter antroppomórfico da religiosida ade de có ódigos lega ais para normatizar a n popular eliminou de suas lend e crença a das as exploraação dos boosques, no que se refer q ria repressentação z zoobotânica dos deuses ao seu uso como pastagem e à prática da u romannos. caça. b uma das divindad d des principa era a deusa ais b permitiu o enrriquecimentoo da die eta Palas Atena, que se manifestava em for rma alimentar, que passsou a se caracterizar pe elo de oliv veira, símbo da sabedoria. olo consum de frutas silvestres e de anima mo ais c uma das crenças era de que os mor s q rtos de caça de grande porte em to a e odos os mei ios enconntravam-se na flor resta e se sociais, indepenndente da condiçção metammorfoseavam em árvore m es. socioecconômica. d o culto a Diana se popular rizou graças à s c estimulou a apicul ltura e a criiação de gad do associação des sta divindaade com o que d dinamizaram a econom mia medieva al, treina amento bélic nas florest romanas co tas s. elevando a produç ção de mel e de carne e em e as fesstas dionisía acas ocupav vam boa pa arte grande escala, p e permitindo a exportaç ão da ate enção dos po opulares que relacionavvam destes produtos pa o oriente ara e. Dionís à preserv sio vação das floorestas. d facilitou a vida de religiosos qu preferiam a ue m vida auustera das fflorestas às facilidades da cidade, pois conc , cebiam a re elação com a naturezza como o princípio básico da o regeneeração da alm e do espírito humano ma o. e contrib buiu para a d descoberta do uso da ce d era de abeelha para a manipulação de remédi o ios e o f fornecimento de seme o entes para a alimentação do g gado, que passou a se constit tuir na princ cipal fonte de riqueza d d dos feudos.UEP PA PROSEL – 1ª Etapa / PRISE - Subpr L rograma XIV Pág. 7
  8. 8. UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ A partir da leitura do Texto VIII e de seus conhecimentos geográficos, responda às questões de 22 a 28. Texto VIII A busca da sustentabilidade nos dias atuais Os problemas ambientais atuais atingiram tal proporção que exigem atenção de todos os quadrantes da sociedade. O movimento de sustentabilidade tem como meta a busca da coexistência do Homem com o ambiente. Significa ir ao encontro das necessidades humanas atuais sem reduzir a qualidade de vida das gerações futuras e do ambiente em que viverão. Esta coexistência é alcançada, dentre outras estratégias com a utilização de tecnologias "verdes" (que usam energias renováveis e reciclam materiais), que originam uma economia sustentada, produtora de riqueza e postos de trabalho para muitas gerações, sem degradar o ambiente. Este fato torna o Homem mais responsável com ele mesmo e com a sociedade.22. O processo de expansão do modo de produção capitalista trouxe repercussões decisivas no espaço mundial não só no aumento de consumo, mas também uma crescente preocupação em alguns países com a qualidade ambiental, o que tem levado à busca de várias alternativas entre elas o emprego de tecnologias avançadas e acordos diversos a fim de reduzir o impacto e a degradação ambiental. Sobre o assunto, é verdadeiro afirmar que ocorre(m): a acordos político-econômicos e tecnológicos entre os Estados Unidos e a China, país de regime político capitalista, objetivando o emprego de tecnologias que promovam uma melhoria ambiental e na qualidade de vida de suas populações. b um aceite da Colômbia em acatar ajuda tecnológica dos Estados Unidos para a efetivação de acordos com países que outrora eram socialistas e hoje adotam o capitalismo como é o caso da Coréia do Sul, com vistas a uma exploração menos poluente do petróleo que produz. c acordos tecnológicos entre a Índia e o Paquistão, onde este país se compromete a investir seus conhecimentos em tecnologia informacional na preservação ambiental do Paquistão em troca das terras disputadas na região da Caxemira. d intensas modificações espaciais na Ásia, particularmente na China, fruto das campanhas de preservação ambiental promovidas pelo governo que adota estratégias de desenvolvimento de cunho socialista e preservacionista. e barreiras impostas por nações desenvolvidas capitalistas que se recusam diminuir o seu crescimento econômico e, assim, evitam assinar acordos de compromisso de redução dos impactos ambientais provocados pelo modelo questionável de desenvolvimento.23. O espaço agrário dos países economicamente 24. O processo de industrialização e urbanização, desenvolvidos se diferencia dos países nas grandes aglomerações urbanas, tem subdesenvolvidos essencialmente pelo (a) (s): contribuído para o aumento de problemas e a modelo de agricultura implementado em impactos ambientais. A respeito desses cada um desses países. Nas sociedades impactos, é correto afirmar que: desenvolvidas destacam-se as empresas a a grande extensão de asfaltos e cimentos agrícolas e seu enfoque ecológico- em áreas urbanas, além de reter o calor, sustentável, já nos países pobres, destaca- regulariza as temperaturas e minimiza a se a agricultura de subsistência e seu formação de ilhas de calor. caráter nocivo ao meio-ambiente. b a poluição de resíduos industriais e esgotos, b fato de, nos países ricos, a produção ser nos mananciais hídricos, pouco influencia obtida nas médias propriedades altamente na qualidade e na quantidade de água para capitalizadas. Nestes países a produtividade o consumo humano. é alta e pouco impactante ao meio em decorrência da utilização de sementes c a presença da poluição atmosférica gerada selecionadas e baixo uso de fertilizantes. pelas indústrias e veículos motorizados é responsável por inúmeros problemas de c sistemas agrários, nos países pobres, a saúde como alergias, doenças respiratórias, prática da agricultura itinerante que utiliza entre outros. técnicas obsoletas, com o uso de enxadas e queimadas e, nos países emergentes, a d o aumento da liberação de gás carbônico agricultura de jardinagem, a exemplo da por indústrias, veículos e agropecuária é praticada na Tailândia com altíssima responsável pelo desaparecimento do produtividade e baixo risco ambiental. fenômeno natural conhecido como efeito d produção de diferentes tipos de produtos estufa. agrícolas que ainda causam polêmica, mas e a preservação das geleiras e consequentes ganham cada vez mais espaço no mercado reduções do nível do mar tem contribuído nacional e internacional. Destacam-se os para o aumento de furacões, inundações e produtos transgênicos nos países ricos e os secas em cidades litorâneas produtos orgânicos nos países pobres. industrializadas. e crescente importância do agronegócio na economia mundial, envolvendo vários setores, como a agricultura de precisão e a biotecnologia. No Brasil, o agronegócio tem forte relação com as transnacionais e com as tensões sociais no campo.UEPA PROSEL – 1ª Etapa / PRISE - Subprograma XIV Pág. 8
  9. 9. UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ25. O desenvolvimento tecnológico vivido pelo 26. À medida que a urbanização se intensifica, o homem, em fins do século passado, não modo de viver e de consumir de cada grupo ou dissipou questões históricas relacionadas aos classe social gera repercussões na forma de problemas fundiários e ambientais. Sobre estes apropriação do espaço urbano. Sobre essas problemas, no contexto mundial, afirma-se repercussões é correto afirmar que: que: a as contradições urbanas fizeram surgir, a a concentração fundiária, herança histórica sobretudo nos grandes aglomerados, uma da sociedade brasileira, tem sido cidade formal e outra informal que pouco se fundamental para o desenvolvimento diferenciam na organização espacial. Porém agrícola de países emergentes, em virtude a precariedade do saneamento básico é um da necessidade de grandes espaços para a dos itens que as tornam diferentes. prática da agroindústria. b em grande parte dos países pobres, os b o aumento da procura por espaços para problemas ambientais, bem como a habitação, em áreas de proteção ambiental, concentração fundiária, apresentam-se pelas populações pobres em cidades de ainda hoje como uma das marcas do países periféricos, gera a disseminação de desenvolvimento econômico e seu padrão ocupações irregulares com a intensa de apropriação da terra, que promovem degradação desse meio ambiente. tensões sociais no campo, destruição das c o mercado imobiliário atual, ao transformar florestas, rios e demais mananciais. a ocupação domiciliar em um produto, uma c nas sociedades desenvolvidas, a mercadoria, beneficia tanto as classes implantação da agroecologia, que foi economicamente privilegiadas como as possível pela intensificação do uso de menos favorecidas, através do acesso às tecnologias modernas no campo, promoveu áreas de melhor localização que, um sistema agrícola comprometido com geralmente, são dotadas de serviços de padrões de sustentabilidade, erradicando esgotos e água potável. problemas relacionados à questão fundiária d em um ambiente urbano ecologicamente e ambiental. equilibrado, tanto as populações pobres d os problemas ambientais atuais estão como as economicamente privilegiadas presentes nas diferentes sociedades, vivenciam acesso a moradia de qualidade, o contudo, nos países em vias de uso sustentável de seus recursos naturais e desenvolvimento, os BRICs, em particular a a redução da poluição a níveis considerados China e Rússia, a corrida por novas fontes aceitáveis. de energia limpa tem concorrido para diminuir estes problemas. e as desigualdades espaciais que ocorrem nas e o latifúndio e a monocultura, comuns aos cidades denunciam que as populações países pobres, caracterizam-se pela pobres têm sido submetidas a processos de exploração do trabalho e graves problemas segregação voluntária, uma vez que são ambientais, a exemplo de países como, induzidas a deslocamentos para áreas Brasil, Colômbia e outros latino americanos, nobres, tendo como consequência a contudo concorrem nas mesmas condições, proliferação de doenças endêmicas. no mercado internacional, com a agricultura mecanizada dos países ricos.27. A apropriação antrópica dos recursos naturais renováveis e não renováveis como fontes energéticas tem aumentado consideravelmente nas últimas décadas, trazendo consequências socioambientais desastrosas para grande parte das populações da Terra. Neste contexto, é correto afirmar que (o) (a)(s): a biocombustíveis obtidos do aproveitamento de matérias primas diversas têm sido a esperança de uma obtenção mais limpa de energia oriunda de recursos naturais renováveis. O Brasil é um dos países que tem investido na tecnologia de sua fabricação com aproveitamento de vegetais como a cana-de-açúcar para fabricação do etanol e da mamona e outros para o biodiesel. b hidroeletricidade constitui a matriz energética da maioria dos países desenvolvidos industrializados, sendo considerada uma forma de energia não poluente, de baixo custo de aquisição e renovável, por estes motivos é largamente utilizada. c carvão mineral é um dos combustíveis fósseis de recente utilização pelo setor fabril com um aproveitamento energético expressivo, em razão das insignificantes consequências ambientais que sua exploração acarreta, quase sempre pouco danosas no que diz respeito ao meio ambiente. d petróleo é a principal fonte energética do planeta, sendo matéria prima fundamental para vários tipos de indústrias, é um combustível bastante nocivo para a saúde humana. Nos últimos anos, sua utilização tem diminuído de forma significativa em função do aumento do uso dos biocombustíveis. e gás natural é pouco utilizado como fonte energética devido aos elevados custos de exploração e comercialização, pois seu transporte é extremamente difícil e dispendioso, além de apresentar uma forma de aproveitamento bastante poluente se comparada à de outros recursos energéticos como o petróleo e o carvão.UEPA PROSEL – 1ª Etapa / PRISE - Subprograma XIV Pág. 9
  10. 10. UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ28. A busca descontrolada do crescimento Leia o Texto IX para responder à questão 31. econômico pelas sociedades contemporâneas Texto IX tem gerado o agravamento dos problemas socioambientais no planeta. Sobre esses “Todo santo dia, 39 mil toneladas de comida, em impactos é correto afirmar que: condições de alimentar um ser humano, a a proteção das águas dos rios, em áreas alimentam uma outra boca, a do lixo. O florestais, tem contribuído para o desperdício é gerado em restaurantes, crescimento do uso irracional e aumento da mercados, feiras, fábricas, quitandas, açougues poluição de seus recursos hídricos. e até mesmo dentro de nossa própria casa”. b o incentivo à redução do desmatamento Fonte: http://www.revelacaoonline.uniube.br/ intensifica a preservação das espécies geral03/ fome.html vegetais, em áreas de floresta, e, ao mesmo tempo, combate o aquecimento 31. Supondo que um restaurante com um ano de global. existência jogue fora no lixo certa quantidade c o crescimento da pecuária, nas pradarias e de comida da seguinte forma: no 1º mês, 2 kg; nas savanas tropicais, contribui para a no 2º mês, 4 kg; no 3º mês, 6 kg e assim por implantação de programas de preservação diante. A quantidade total de comida jogada no de organismos vivos de todas as origens. lixo pelo restaurante durante esse ano foi de: d as políticas e as práticas para o a 90 kg desenvolvimento sustentável alteram a composição atmosférica e intensificam o b 130 kg desaparecimento de corredores de c 156 kg biodiversidade no planeta. d 160 kg e o processo de desertificação no planeta, intensificado pelas atividades econômicas, e 178 kg preserva os cursos de água e a vegetação 32. Imagine que, após uma reunião sobre o tema ribeirinha presente nas estepes tropicais. “degradação do meio ambiente”, da qual participaram 20 empresários do setor29. A produção diária de lixo de uma pessoa é, em supermercadista da região metropolitana de média, de 500 gramas. Se essa pessoa produzir Belém, todos tenham tomado suas decisões 20% de lixo a menos por dia, durante 30 dias, sobre as ações que iriam adotar. Se 8 deles a redução na atmosfera de dióxido de carbono, decidiram pelo incentivo ao uso das sacolas resultante dessa mudança de hábito, será de retornáveis, 9 decidiram pela adoção da coleta aproximadamente 900 gramas. Desse modo, a seletiva e 3 disseram que iriam aderir às duas emissão diária de dióxido de carbono pelo lixo iniciativas propostas, o número de empresários produzido por essa pessoa passaria a ser de: que decidiu não adotar nenhuma das iniciativas foi de: a 120 gramas b 200 gramas a 1 c 300 gramas b 3 d 360 gramas c 6 e 400 gramas d 11 e 1330. Dados da Secretaria Municipal de Meio 33. Em uma determinada cidade, os moradores de Ambiente revelam que, em Belém, existem 30% das residências existentes possuem carro, atualmente 240 praças (REVISTA VEJA, 15% possuem moto e 8% possuem carro e 13/01/2010). A intenção da prefeitura é moto. Em nenhuma das residências há mais de aumentar o número de praças de acordo com o um veículo da mesma espécie e em 630 aumento do número de habitantes. residências não existe nenhum desses veículos. Considerando que f(t) = (240).2 t é a função O consumo médio diário de um carro nessa cidade é de 4 litros e o de uma moto, 2 litros. que representa a evolução da quantidade de Sabe-se que, para cada litro de gasolina praças por ano, onde t representa o número de consumida por um veículo, é lançado na anos decorridos. Desse modo, Belém terá 960 atmosfera aproximadamente 3kg de dióxido de praças em: carbono (CO2). Em um determinado dia, nessa a 2 anos cidade, todos os veículos foram utilizados. A b 3 anos emissão de CO2 na atmosfera, resultante do consumo desses veículos nesse dia foi de: c 4 anos a 1.500 kg d 6 anos b 2.260 kg e 7 anos c 3.000 kg d 4.500 kg e 6.780 kgUEPA PROSEL – 1ª Etapa / PRISE - Subprograma XIV Pág. 10
  11. 11. UNIVERSID DADE DO ESTADO DO PARÁ 37. Uma usin eólica apr na roveita a força dos venntos para gera eletricidad de mane ar de eira totalme ente limpa, usando para is sso um siste ema de hélicces. O gráfico abaixo mo o ostra como a potência de uma des ssas usinas varia em função da s m velocidade do vento que atinge suas hélic e ces. Nesse senntido é corre afirmar que: eto q Fonte: Revis VEJA, 17 d março de 2010 sta de 234 O Produto Interno B 4. o Bruto (PIB) representa a soma de t todas as riquezas produ uzidas em uum país. O crrescimento do PIB é uma forma de u garantir a melhoria d qualidade de vida da da população. O gráfico acima most . tra a variaç ção anual do P no Brasil. O crescime PIB ento do PIB de 2005 para 2007, em p porcentagem foi de: Fonte: http p://www.aerog geradoresiden ncial.com.br a 15,5 a a potência máxxima que a usina po ode fornec em sua o cer operação é de 3,0 kW. d b 20,8 b a potê ência da usin cresce lin na nearmente c com c 47,6 a velo ocidade do v vento. d 65,4 c o máxximo desemp sina se dá en penho da us ntre e 87,5 as vel locidades 36 km/h e 54 km/h. 635 Uma fábr 5. rica apresenta um ga asto fixo de d a áre da figura delimitada pela curva e ea a a a R$11.000,00 na produ ução de pap reciclado e pel o pelo eixo das v velocidades representa a a R$0,06 na produção de cada fol a lha. O gráfiico energia total gera ada. que repres senta o cust total que a fábrica te to em e a áre da figura delimitada pela curva e ea a a a por mês, na produç ção de folhhas de pap pel pelo eixo das v velocidades representa o a reciclado, s será: trabalho realizado na operaçã o ão. a uma re que pass pela orige do sistem eta sa em ma de coordenadas. 38. Desde 19 992 pelo m enos 461 planetas ext p tra- b uma re de origem no ponto (0, 11.000). eta m . solares já foram desc á cobertos, a grande maio oria c uma rreta que pa assa pelo ponto (6.60 p 00, por métodos indireto Um desses é o méto os. odo 11.000 0). do bamboleio: co onforme o planeta vai avançando em sua órbita ao redor de u uma d uma curva que pa assa pelo ponto (11.00 00, estrela, seu campo ggravitacional atrai a estr rela 327). para si. Durante o t tempo de um período do u e uma curva que passa pel lo ponto ( (6, moviment do plane to eta em torno da estre ela, 0). 11.000 essa é deslocada le evemente de sua posiç e ção, sofrendo uma oscilaçção causada pela gravida ade do planet É esse " bamboleio" que indica aos ta.36 Ao longo do ano muitos pássaro migram de 6. os astrônomos a prese ença de as stros orbitanndo seus locais de origem para difer s m rentes regiõões essas estrelas. Nesse sentido, é correto afirm e mar do planeta Admita qu um pássa migratór a. ue aro rio que: se movim mente do s sul para o norte co om velocidade constante de 20 km/h durante 15 e h, a quant maior a m to massa do planeta, maio o or minutos, em uma trajetória retilínea. N Na "bamb boleio" da es strela. sequência ele muda de direção e percorre 5 km e p m, b o cam mpo gravitaciional gerado pelo planet é o ta de tal man neira que su nova velo ua ocidade formma maior que o ca mpo gravitacional gera r ado um ângulo de 60° co o om a velocid dade inicial. O pela estrela. e módulo do deslocamen resultant do pássar o nto te ro, c a força gravitaciional do planeta sobre a e a partir do ponto inicia em quilôm o al, metros, é: estrela faz com que ela se afaste do m a 5 planetta. b 3 5 d a força gravitac cional da esstrela sobre o e planet é maior q ta que a força gravitacional do g l c 5 2 planet sobre a es ta strela. e o cammpo gravitac cional no planeta, gera p ado d 5 3 pela estrela, depe e ende da mas do planet ssa ta. e 10UEP PA PROSEL – 1ª Etapa / PRISE - Subpr L rograma XIV Pág. 11
  12. 12. UNIVERSID DADE DO ESTADO DO PARÁ39 O nascime 9. ento da auto omação industrial se d eu 41. As árvores afetam o nnosso tempo e, com isso o o o, em 1788 c com o dispo ositivo mostr rado na figuura nosso clima, de três mane eiras básiccas: abaixo, conhecido com regulador de Watt, e mo r em reduzindo a tempera o atura, reduzzindo o uso de homenagem ao seu i sse dispositi vo inventor. Es energia e removend do os polu uentes do ar. era usado nas máquin nas a vapor, para regul lar Grandes árvores, co omo o car rvalho, pod dem automaticaamente a abertura de válvulas e evaporar 120 mil litros de água para a assim conttrolar o flux de vapor em função da xo atmosfera a cada ano. A energia mé a e édia velocidade de rotaçã da máquina. Se, na e ão necessária para eleva essa quan a ar ntidade de ág gua mostrada, as massas se movem e situação m s em até a altu de evapo ura oração no caarvalho é de 24 um plano horizontal, com velo , ocidade lineear x 106 J. Sendo a ace S eleração da gravidade ig g gual constante em módulo executan o, ndo 120 rpm m, a 10 m/s2, é correto a afirmar que a altura méédia então: de evaporração, para o carvalho, em metros, é: e   a 25 b 20 c 15 d 10 v  e 5 v  R  42. Alguns automóveis modernos são equipados com uma “caixa pret ta” capaz de monitorar os r valores de velocidade e aceleraç e ção instantânnea nos últimos segundos anteriores a uma colis s são. a ambas têm a mesm frequênc de 0,5 Hz ma cia z. Quando esse dis spositivo detecta uma u diminuição muito rá ápida na velocidade, ele v b ambas possuem velocidade es angular res envia um comando para os air bags front m r tais diferen ntes. inflarem, diminuindo, assim, as consequênc , cias c o módulo da v velocidade linear v n ão do acidente. Admmita que um des sses depend do raio da trajetória R. de a R automóve eis, cuja mmassa é de 900 kg, se e d suas ac celerações n não são nulas. desloca inicialmente a uma velocidade de 54 km/h e colide frontallmente com um veículo de e execut tam uma volta completa em 2 s. 1200 kg que se mo ove na mesma direção do primeiro. A colisão leva os do ois automóv veis Text X to imediatammente ao r repouso, alé ém de cau usar Quem disse que carro elét Q trico não and da? “Era isto o destruição parcial nos mesmos. Todas as for o s T rças que esperáva amos obter quando começamos a r c externas são despre ezíveis duraante a colissão. empresa há três anos: construir um carro com m m Tomando por base e mações, analise essas inform emissões zero que as pess o soas adorasse dirigir”. A em As as seguintes afirmativ vas: paalavras de M Martin Eberha ard, da Tesla Motors, sã a ão I. O módulo da velocida ade inicial do co onclusivas quanto ao su ucesso do projeto recém p m automóvel de 1200 kg era igual a 4 a e e 40,5 co oncluído. O bbelo conversível de uma tonelada tem m km/h. k pootência para fazer, com m movimento uniformement te II. O módulo da quantidade de movime a e ento va ariado, de 0 a 100 km/h em apenas 4 segundos h s s. Ele possui au utonomia de 400 km por carga d e p da total do sist tema antes da colisão era baateria e sua velocidade máxima é de 210 km/h a d h. ig gual a 27.00 kg.m/s. 00 unto com o seu novo Te Ju esla Roadster você poder r rá III. Devido à coliisão os auto D omóveis troc cam co omprar um s sistema de c carga da bat teria para se er de velocidade entre si. d es in nstalado na sua garag gem, capaz de carrega ar IV. Durante a c D colisão a energia cinét tica to otalmente a bbateria em appenas 3h30m min. total do siste ema não é coonservada. Extraído d http://mot de: torsa.com.br/ta ag/carro-eletric co (c com adaptações s) De acor rdo com a as afirmativ vas acima, a alternativ correta é : va40 Sobre o Te 0. exto X, é co orreto afirma que, para o ar a a I e II carro elét trico em quuestão, nos 4 primeir s ros b I e III I segundos: c I e IV a sua ace édia vale 25 m/s2. eleração mé d II e IV V alho da força resultante é 5 x 106 J. b o traba a e III e IV I c a forçça resultan nte nele atuante va ale aproxim madamente 1000 N. d a ene ergia ica de sua bateria é elétri totalmente trans sformada em energ gia cinética a. e a disstância que ele e per rcorre é de aproxim madamente 56 m.UEP PA PROSEL – 1ª Etapa / PRISE - Subpr L rograma XIV Pág. 12

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