Introdução. “O crente em Jesus pode vir asofrer? Se a resposta for não, então por que osofrimento assalta-lhe a vida? Nest...
“1. De ordem natural . Presenciamos umadesordem nunca antes vista na natureza.Apesar dos falsos alarmes, não podemosignora...
“2. De ordem econômica . Outra afliçãoque se abate sobre o mundo é a de ordemfinanceira. A crise econômica internacionalem...
“3. De ordem física . Segundo dados daOrganização Mundial de Saúde, doenças comocâncer, hepatite, hipertensão arterial, de...
 “1. A queda. O sofrimento é algocomum a todos os homens, sejamímpios sejam justos. Uma razão paraa existência do mal é a ...
“2. A degeneração humana. Com a quedano Éden, o homem sofreu um processo dedegeneração moral, social e espiritual. Taldegr...
 “3. O novo nascimento e o sofrimento . Aexperiência pessoal e genuína do novo nascimentogera no crente uma natureza opost...
 “1. A soberania divina na vida docrente. A soberania divina na existência docrente garante-lhe que os olhos de Deus sonde...
“2. Tudo coopera para o bem . A vontadede Deus para as nossas vidas é boa, perfeita eagradável (Rm 12.2). O escritor aos H...
“3. Desfrutando a paz do Senhor . Olhar para osofrimento e a aflição humana e, paradoxalmente,desfrutar da paz de Cristo, ...
“Conclusão. Neste        mundo,     estamossujeitos às aflições e sofrimentos dequalquer espécie. A vida cristã envolveper...
Lição 01   as aflições no tempo presente
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Lição 01 as aflições no tempo presente

  1. 1. Introdução. “O crente em Jesus pode vir asofrer? Se a resposta for não, então por que osofrimento assalta-lhe a vida? Neste trimestre,estudaremos as “aflições do tempo presente”.Veremos que elas, conforme ensinou Jesus(João 16.33), são uma realidade inevitávelaté mesmo na vida do crente mais fiel. Mas damesma forma como Ele padeceu, porémtriunfou, nós também poderemos vencertodas as batalhas. E, assim, cresceremosintegralmente na graça e no conhecimento denosso Senhor Jesus Cristo.”
  2. 2. “1. De ordem natural . Presenciamos umadesordem nunca antes vista na natureza.Apesar dos falsos alarmes, não podemosignorar a devastação provocada pela açãoirresponsável do homem. A Bíblia diz que acriação geme e está com “dores de parto” peloque o ser humano tem-lhe feito (Rm 8.22).Quantas calamidades nos abatem por causa dadegradação ambiental. São tragédiasassombrosas que ceifam milhares de vidas. Aspoluições nos lagos, rios e mares, e asocupações em áreas de riscos contribuem paraa ocorrência de tragédias. Tais aflições tambémafetam os crentes fiéis.”
  3. 3. “2. De ordem econômica . Outra afliçãoque se abate sobre o mundo é a de ordemfinanceira. A crise econômica internacionalempobrece países, nações e famílias.Quantos não deram cabo da própria vidaporque, da noite para o dia, descobriramque perderam todos os bens? Em nossopaís, milhões de pessoas sobrevivem commenos de um salário mínimo. A pobreza, afome e a miséria continuam a flagelarvidas ao redor do mundo, inclusive as dosservos de Deus (Mc 12.41-44).”
  4. 4. “3. De ordem física . Segundo dados daOrganização Mundial de Saúde, doenças comocâncer, hepatite, hipertensão arterial, depressão eobesidade são consideradas as pragas do séculoXXI. Essa informação traz-nos algumas indagações:Será que o crente fiel não é vítima de câncer? Ounão desenvolve a depressão e não sofre dehipertensão arterial? Não precisamos de muitoesforço para reconhecer que as enfermidadestambém atingem os salvos e são consequência daqueda (Rm 6.23). Mesmo cientes de que asdoenças acometem igualmente o servo de Deus, éimpossível ignorar que há enfermidades de naturezaespiritual e oriundas de práticas pecaminosas (Mt9.32,33; Jo 5.14,15).”
  5. 5.  “1. A queda. O sofrimento é algocomum a todos os homens, sejamímpios sejam justos. Uma razão paraa existência do mal é a quedahumana. Deus fez um mundo perfeito(Gn 1.31), mas a transgressão deAdão trouxe a tristeza, a dor e a morte(Gn 3.16-19; Rm 5.12 ). Por isso,todos estão igualmente sujeitos aosofrimento (Rm 2.12; 8.22).”
  6. 6. “2. A degeneração humana. Com a quedano Éden, o homem sofreu um processo dedegeneração moral, social e espiritual. Taldegradação, observada na vida de Caim (Gn4.8-16), Lameque (Gn 4.23,24) e de todaaquela geração, levou Deus a destruir o mundopelo dilúvio (Gn 6.1-7.24). O relato bíblicomostra claramente a corrupção humana e oaparecimento do ódio, da violência, das guerrase de todos os atos que contrariam a vontadedivina. Não é exatamente essa a situação dasociedade atual? A humanidade acha-se emfranca rebelião contra Deus (Rm 3.23).”
  7. 7.  “3. O novo nascimento e o sofrimento . Aexperiência pessoal e genuína do novo nascimentogera no crente uma natureza oposta a da queda (1Jo 5.1,19). Entretanto, apesar de ter nascido denovo, o crente em Jesus não deixa deexperimentar o sofrimento, pois, como disseAgostinho de Hipona: “A permanência daconcupiscência em nós é uma maneira deprovarmos a Deus o nosso amor a Ele, lutandocontra o pecado por amor ao Senhor; é, sobretudo,no rompimento radical com o pecado que damos aDeus a prova real do nosso amor”. Assim,experimentamos o sofrimento porque habitamosum corpo que ainda não foi transformado, mas queespera a sua plena glorificação (1 Co 15.35-58).”
  8. 8.  “1. A soberania divina na vida docrente. A soberania divina na existência docrente garante-lhe que os olhos de Deus sondem-lhe a vida por inteiro. Somos em suas mãos o queo vaso é nas mãos do oleiro (Jr 18.4). Por isso,você pode falar como o salmista: “Eu me alegrareie regozijarei na tua benignidade, poisconsideraste a minha aflição; conheceste a minhaalma nas angústias” (Sl 31.7). Querido irmão,querida irmã, não se desespere! O Senhor,Criador dos céus e da terra, cuida inteiramente devocê e dos seus, porque “a terra é do Senhore toda a sua plenitude” (1 Co 10.26).”
  9. 9. “2. Tudo coopera para o bem . A vontadede Deus para as nossas vidas é boa, perfeita eagradável (Rm 12.2). O escritor aos Hebreusreconhece que o Senhor, muitas vezes, usa aprovação para corrigir-nos e fazer brotar emnossa vida o “fruto pacífico de justiça” (Hb12.3-11). No exercício desse processo,crescemos como pessoas e servos de Deus,aprendendo na faculdade das aflições da vida.Assim, podemos dizer inequivocamente que“todas as coisas contribuem juntamente para obem daqueles que amam a Deus, daqueles quesão chamados por seu decreto” (Rm 8.28).”
  10. 10. “3. Desfrutando a paz do Senhor . Olhar para osofrimento e a aflição humana e, paradoxalmente,desfrutar da paz de Cristo, parece-nos loucura! Mas nãoo é quando entendemos que Deus age segundo oconselho da sua vontade, visando sempre o bem e ocrescimento dos seus filhos. O deserto da vida não épercorrido sob a ilusão mágica da “sombra e águafresca”, mas com os pés firmes na realidade desértica dosol escaldante (Rm 5.1-5; Fp 4.7 ). Nesse interregno,porém, desfrutamos a bondade, a misericórdia e aproteção do Criador dos céus e da terra. Mesmo vivendoem um mundo de aflições, podemos experimentar a pazque excede todo o entendimento e cantar em alto e bomsom o coro do hino 178 da Harpa Cristã: “Paz, paz/gloriosa paz/ Paz, paz/ perfeita paz/ desde que Cristominhalma salvou/ tenho doce paz!”.
  11. 11. “Conclusão. Neste mundo, estamossujeitos às aflições e sofrimentos dequalquer espécie. A vida cristã envolveperíodos difíceis e trabalhosos. No entanto,se a nossa expectativa estiver na soberaniade Deus e no seu bem, desfrutaremos,mesmo que andemos em aflição, da maisperfeita e sublime paz de Cristo. Que aolongo desse trimestre, o Todo-Poderosoilumine-lhe a mente e o coração paradeleitar-se em sua eterna e maravilhosagraça. Amém!”

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