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2001 02 52002 07 17.52003 04 102004 04 102005 06 152006 06 152007 00 002008 02 5Total 40 100Percebe-se, na tabela acima, q...
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A assistncia humanizada ao recm nascido e criana na unidade de terapia intensiva importncia e representatividade para enfermagem.

  1. 1. Oficio 03/2009A Revista Eletrônica de Enfermagem e NutriçãoA/C.: Renata Vieira FrançaVimos por meio deste, encaminhar nosso artigo cujo título é A Assistênciahumanizada ao Recém Nascido e à criança na Unidade de Terapia Intensiva:importância e representatividade para enfermagem a fim de ser avaliado e publicadopela Comissão Editorial.Eu, Marislei Espíndula Brasileiro, Enfermeira, residente na Rua T-37 n° 3832,Edifício Capitólio, apto 404, Setor Bueno – Goiânia/GO, e-mail:marislei@cultura.trd.br, fone: (62) 3255 4747, assino autorizando sua publicação.________________________________________________________Eu, David Souza Cavalcante, enfermeiro, residente na rua Q n 9 Conj Gnumero 18, Bairro Setor O – Brasília/DF, e-mail: davidscavalcante@bol.com.br, fone:(61) 3585- 9234, assino autorizando sua publicação.________________________________________________________Eu, Hozanah Nunes Sousa, enfermeiro, residente na Rua Projetada A número100 apartamento 3, Bairro Jardim Petrópolis – Cuiabá/MT, e-mail:hozanah@ibest.com.br, fone: (65) 3025-4481, assino autorizando sua publicação._________________________________________________________Eu, Suelen Freitas de Lima, enfermeira, residente na Rua Cambuquira n° 330,Bairro Martins – Uberlândia/MG, e-mail: suelenfl@yahoo.com.br, fone: (34) 3235 –4780, assino autorizando sua publicação._________________________________________________________Sem mais para o momento, agradecemos.
  2. 2. A Assistência humanizada ao Recém Nascido e à criança na Unidade de TerapiaIntensiva: importância e representatividade para enfermagem1The humanizada Assistance to Just Born and the child in the Unit of IntensiveTherapy: importance and representation for nursingLa ayuda del humanizada al Recém Nascido y el niño en la unidad de la terapiaintensiva: importancia y representación para el oficio de enfermeraCavalcante David, Sousa Hozanah Nunes, Lima Suélen Freitas2, Brasileiro MarisleiEspíndula3. Pesquisa cientificas relacionadas a assistência humanizada ao RecémNascido na Unidade de Terapia Intensiva: importância e representatividade paraenfermagem. Revista Eletrônica de Enfermagem do Centro de Estudos de Enfermageme Nutrição [serial on-line] 2009 ago-dez 1(1) 1-15. Available from:<http://www.ceen.com.br/revistaeletronica>.ResumoObjetivo: identificar, na visão de autores, a importância da assistência humanizada aoRecém Nascido e à criança na Unidade de Terapia Intensiva. Materiais e Métodos:Trata-se de um estudo do tipo bibliográfico, exploratório com análise retrospectiva equantitativa sistematizada, na biblioteca virtual em saúde com os descritoresenfermagem, assistência humanizada, UTI. Resultados: após análise dos 40 artigosidentificou-se, em sua maioria, 87,5% na Lilacs; 17,5% em 2002; 17,5% em teses dedoutorado e na Revista Texto e Contexto; 35% no Rio de Janeiro; 100% emportuguês; o método qualitativo e, 40% dos autores concordam que há umadificuldade para prestar uma assistência humanizada e reconhecem a importância daassistência prestada pela equipe de enfermagem. Conclusão:Descritores: enfermagem, humanização, UTI1 IntroduçãoNos últimos dez anos as iniciativas de humanização da assistência têm trazidoao debate a importância de se articular à qualidade técnica da atenção dispensada e1Artigo apresentado ao Curso de Especialização em Neonatologia e Pediatria do Centro de Estudo deEnfermagem e Nutrição da Universidade Católica de Goiás, 2007.2Enfermeiros, especialistas em Neonatologia e Pediatria, e-mail: davidscavalcante@bol.com.br,hozanah@ibest.com.br, suelenfl@yahoo.com.br3Mestre em Enfermagem, docente do CEEN, e-mail: marislei@cultura.trd.br2
  3. 3. as tecnologias de acolhimento e suporte aos pacientes(1). Estas iniciativas têm seapresentado em diversos campos de atenção, mas foi inicialmente implantada nocuidado ao parto e ao recém-nascido. O Método Mãe Canguru, originariamenteproposto pelo Dr Edgar Rey Sanabria no Instituto Materno-Infantil (IMI) de Bogotá, naColômbia em 1978 e adaptado para a realidade brasileira em 2000(2)é um exemplo daimplantação do modelo de cuidado humanizado no campo neonatal.Este método promove Atenção Humanizada ao recém nascido de baixo peso egera um conjunto de ações na assistência que envolve o paciente, sua família e osprofissionais de saúde. Mais recentemente o modelo assistencial humanizado, passoua ocupar maior dimensão no Sistema Único de Saúde, a partir de 2004 o Ministério daSaúde dissemina em todo Brasil a Política Nacional de Humanização (PNH) que possuium eixo de atuação na gestão do trabalho e apresenta algumas estratégias quepropõem a valorização e o crescimento profissional, a participação dos trabalhadoresnos processos de discussão, além de preconizar a gestão participativa e educaçãopermanente aos seus trabalhadores nas unidades de saúde(3).A enfermagem é constantemente desafiada a lançar mão de formas de produzircuidado que proporcione a humanização da assistência, tendo em vista a objetividadede seu processo de trabalho. Para que este não se torne mecanizado e desumano, énecessário que os profissionais estejam instrumentalizados para lidar com as situaçõesdo cotidiano, recebendo auxílio psicológico e aprendendo a administrar sentimentosvivenciados na prática assistencial. Vale salientar que, para o desenvolvimento deações humanizadoras na assistência em saúde, faz-se necessário que a humanizaçãoseja a filosofia da instituição(4).Portanto, esta deve estar comprometida com um projeto terapêutico quecontemple a humanização das relações de trabalho, da assistência e do ambiente detrabalho. Nesse contexto, é fundamental o incentivo à equipe, valorizando osprofissionais enquanto seres bio-psico-sociais, pois, quando se sentem maisrespeitados, valorizados e motivados como pessoas e profissionais, podem estabelecerrelações interpessoais mais saudáveis com os pacientes, familiares e equipemultiprofissional(5).A importância da manutenção e da qualidade de vida do prematuro determinoua busca de um atendimento humanizado, individualizado e direcionado aodesenvolvimento integral do bebê e de sua família. Assim, o pai e a mãe foraminseridos no processo de trabalho, tendo em vista o fornecimento de estímulossensoriais ao neonato, ao estabelecimento do vínculo e apego, além do preparo para ocuidado domiciliar melhorando a qualidade de vida do bebê e da família.Com a inclusão da família no processo assistencial nas Unidades de TerapiaIntensiva Neonatais, emerge a necessidade de instrumentalizar os profissionais com3
  4. 4. conhecimentos em psicologia familiar, apego entre mãe e filho, relacionamentointerpessoal e direitos humanos, para que a atuação seja pautada no modelo deatenção à saúde humanizada(6). A família, quando inserida no processo de trabalho daunidade, foi considerada pelos profissionais como um agente e foi envolvida naimplementação de intervenções que os profissionais julgavam ser importantes parasuprir as necessidades da criança e da família.Contudo, nem sempre a família tem sido ouvida nesse processo e, portanto,não conhece a expectativa da equipe em relação a sua participação na assistência. Aoadentrar ao hospital, a família traz consigo a necessidade de vivenciar o nascimentodo seu filho, provando sensações novas, enfrentando risco de sequelas e da morte,tendo medo e insegurança de realizar o cuidado domiciliar.Portanto, a equipe precisa ser instrumentalizada para acolher a criança e afamília no ambiente da terapia intensiva, incluindo-a na perspectiva do cuidadohumanizado.O cuidar humanizado implica, por parte do cuidador, a compreensão e avalorização da pessoa humana enquanto sujeito histórico e social(7).Humanizar é um processo vivencial que permeia todas as atividades do local edas pessoas que ali trabalham, dando ao paciente o tratamento que merece comopessoa humana, dentro das circunstancias peculiares em que se encontra no momentoda sua internação(8).Horta diz que “a assistência de enfermagem é a aplicação pelo enfermeiro doprocesso de enfermagem para prestar o conjunto de cuidados e necessidades quevisam atender as necessidades básicas do ser humano”. No entanto, o despreparo daequipe de enfermagem quanto à assistência humanizada, pode proporcioná-losvivenciar situações conflitantes(9).Para que haja uma assistência humanizada é fundamental que a equipe desaúde tenha um preparo especifico para lidar com situação emocionalmenteestressante(10).Assim, o interesse em abordar o tema referente à importância da assistênciahumanizada de enfermagem na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal e Pediátrica,surgiu diante da vivência do pesquisador, somado às discussões e reflexões originadasna especialização em UTI neonatal instigando à seguinte questão, que norteia esteestudo: qual a importância da assistência humanizada ao recém nascido e a criançana Unidade de Terapia Intensiva?Espera-se, com este estudo contribuir para reflexões da enfermagem acerca docuidado prestado a criança e recém nascido de uma UTI, uma vez que se observa afalta de literatura condizente com a realidade brasileira para subsidiar o profissional deenfermagem.4
  5. 5. A sintonia do enfermeiro com o paciente é fundamental, pois provavelmentecontribuirá para um tratamento harmonioso, estabelecendo uma relação de confiança.Poderá contribuir também com o restabelecimento rápido, permeando uma assistênciade Enfermagem que favorecerá ao cliente uma boa qualidade de serviço prestado.2 ObjetivoIdentificar, na visão de autores, a importância da assistência humanizada ao Rne à criança na Unidade de Terapia Intensiva.Realizar um levantamento das principais literaturas nacionais que abordem ahumanização em UTI Neonatal e Pediátrica identificando sua necessidade eimportância na atividade da enfermagem nos últimos 10 anos.2.1 Objetivos específicos• Elaborar um breve resgate histórico relacionado à importância daassistência humanizada ao Rn e a criança.• Identificar os resultados convergentes nas publicações dos últimos dezanos.• Apontar critérios que contribuam para a Sistematização da Assistênciade Enfermagem ao RN e a criança na unidade de terapia intensiva deforma humanizada.3 Materiais e métodosTrata-se de um estudo do tipo bibliográfico, exploratório retrospectivo, comanálise sistematizada e quantitativa. Estudo bibliográfico consiste no exame daliteratura científica, para levantamento e análise do que já se produziu sobredeterminado tema(11).O estudo exploratório permite o levantamento bibliográfico e o uso deentrevistas com pessoas que já tiveram experiência acerca do objeto a serinvestigado(12).O método quantitativo se caracteriza pelo emprego de quantificação tanto nasmodalidades de coleta de informações quanto no tratamento dessas informações pormeio de técnicas estatísticas(13).Após a definição do tema foi feita uma busca de dados virtuais em saúde,especificamente na biblioteca virtual de saúde – BIREME. Foram utilizados osdescritores: enfermagem, assistência humanizada, UTI. O passo seguinte foi umaleitura exploratória das publicações apresentadas no sistema latino americano e do5
  6. 6. caribe de informação de ciências da saúde LILACS e National Library of Medicine-MEDLINE, no período de 1998 a outubro de 2009, caracterizando assim o estudoretrospectivo, em todos os idiomas, buscando as fontes virtuais, os anos, osperiódicos, os idiomas, os métodos e os resultados comuns.Para o resgate histórico utilizou-se livros e revistas impressas que abordassemo tema e possibilitassem um breve relato da evolução da importância da assistênciahumanizada ao Rn e a criança na Unidade de Terapia Intensiva relacionado aenfermagem.Realizada a leitura exploratória e seleção do material, propiciou a leituraanalítica por meio da leitura das obras selecionadas, que possibilitou a organizaçãodas idéias por ordem de importância e a sistematização dessas que visou à fixaçãodas idéias essenciais para a solução do problema da pesquisa.Após a leitura analítica, iniciou-se a leitura interpretativa que tratou docomentário feito pela ligação dos dados obtidos nas fontes ao problema da pesquisa econhecimentos prévios. Na leitura interpretativa houve uma busca mais ampla deresultados, pois ajustaram o problema da pesquisa a possíveis soluções. Feita aanotações que consideravam o problema da pesquisa, ressaltando as idéias principaise dados mais importantes.A partir das anotações da tomada de apontamento, foram confeccionadasfichamentos em fichas estruturadas, que objetivaram a identificação das obrasconsultadas, o registro de conteúdos das obras, o registro dos comentários a cercadas obras e ordenação dos registros. Os fichamentos propiciaram a construção lógicado trabalho, que consistiram na coordenação das idéias que acatam os objetivos dapesquisa. Todos os processos de leitura e análise possibilitaram a criação de trêscategorias. Os resultados foram submetidos às leituras por professores daUniversidade que concordaram com o ponto de vista dos pesquisadores.A seguir, os dados apresentados foram submetidos a analise estatística simplese convertidos em tabelas do Word (tipo clássica). Posteriormente, os resultados foramdiscutidos com o suporte de outros estudos provenientes de revistas cientificas elivros, para construção do relatório final e publicação do trabalho.4 Resultados e discussãoApós a análise do material bibliográfico foi possível identificar uma vastaliteratura a respeito da importância da assistência humanizada ao Rn e a criança naUnidade de Terapia Intensiva, mas não é um tema recente.6
  7. 7. A unidade de terapia intensiva iniciou-se com Florence Nightingale durante aguerra da criméia, onde os doentes mais graves ficavam próximos a ela, separava osdoentes conforme a sua necessidade e classificava-os conforme a dependência decada um. As primeiras UTI surgiram na década de 70 com o objetivo de centralizar ospacientes de alto risco, sendo uma área adequada com equipamentos sofisticados euma equipe capacitada(14).Nos últimos, dez anos, ao se buscar as bases de dados virtuais em saúde taiscomo LILACS, MEDLINE e SCIELO, utilizando-se as palavras chave: enfermagem,humanização e UTI, encontrou-se 45 artigos publicados entre 1998 a julho de 2009.Foram excluídos 05, sendo, portanto incluídos neste estudo 40 publicações. Após aleitura exploratória dos mesmos, foi possível identificar a visão de diversos autores arespeito da importância da assistência humanizada ao Rn e a criança na Unidade deTerapia Intensiva.Tais informações serão apresentadas a seguir em forma de tabelas:Tabela 1 - Fontes virtuais dos artigos publicados ente 1998 a julho de 2009relacionado à enfermagem, humanização e UTI.Itens Número de artigos Freqüência %Medline 01 2,5Scielo 04 10Lilacs 35 87,5Total 40 100Percebe-se, na tabela acima, que dos 40 artigos encontrados, 35 sãopublicados na LILACS, com 87,5%.As publicações em fontes de dados virtuais facilitam o acesso rápido aresultados de pesquisas, isto porque, o enfermeiro, para prestar assistência deenfermagem ao cliente, necessita ter conhecimento científico(15).Conclui-se que houve um maior número de publicações no portal virtual Lilacso qual favorece a agilidade nas publicações.Tabela 2 – Anos dos artigos publicados entre 1998 a julho de 2009relacionando a enfermagem, humanização e UTI.Itens Número de artigos Freqüência %1998 02 51999 01 2.52000 06 157
  8. 8. 2001 02 52002 07 17.52003 04 102004 04 102005 06 152006 06 152007 00 002008 02 5Total 40 100Percebe-se, na tabela acima, que os 40 artigos encontrados, 07 são publicadosem 2002 e 06 são publicados em 2000, 2005 e 2006.No ano de 2002 houve um grande número de publicações devido ao grandeinteresse na humanização da assistência.Conclui-se que a partir desse ano houve uma maior procura por artigospublicados referente ao assunto.Tabela 3 – Fontes impressas dos artigos publicados entre 1998 a julho de 2009relacionado a enfermagem, humanização e UTI.Itens Número de artigos Freqüência %Teses de Doutorado 07 17.5Rev. Texto e Contexto 07 17.5Dissertações 05 12.5Rev. Enferm. UERJ 05 12.5Acta sci., Health sci 03 7.5Rev. Latino-Americana 02 5.0Rev. Eletrônica de Enf. 02 5.0Esc. Anna Nery Rev. Enf 01 2.5REME rev. min. Enferm. 01 2.5Cogitare enferm 01 2.5Nursing (SP) 01 2.5Rev. esc. enferm. USP 01 2.5Rev.Cienc. cuid. saude 01 2.5Rev. paul. enferm 01 2.5Psico (Porto Alegre) 01 2.5Total 40 100Percebe-se, na tabela acima, que os 40 artigos encontrados, 07 são publicadosem Teses de Doutorado e na Revista Texto e Contexto e 05 na Revista EnfermagemUERJ e dissertações.Podemos perceber que no ano de 2002 houve um grande aumento no númerode publicações de artigos científicos e publicações de tese de doutorado na revistatexto e contexto.Concluímos que o aumento da demanda de publicações em revistas eletrônicasno ano de 2002 contribuiu para o incentivo na publicação de teses de doutorado, comisso percebemos que há interesse dos enfermeiros pela UTI neonatal e pediátrica.8
  9. 9. Tabela 4 – Locais dos artigos publicados entre 1998 a julho de 2009relacionado a enfermagem, humanização e UTI.Itens Número de artigos Freqüência %Rio de Janeiro 14 35Paraná 06 15São Paulo 03 7.5Goiás 03 7.5Curitiba 03 7.5Santa Catarina 03 7.5Mato Grosso 02 5CE 02 5Minas Gerais 02 5Porto Alegre 01 2.5Rio Grande do Sul 01 2.5Total 40 100Percebe-se, na tabela acima, que os 40 artigos encontrados, 14 são publicadosno Rio de Janeiro (35%) e 06 no Paraná (15%).Concluímos que devido a revista ser do estado do Rio de Janeiro, favorece nafacilidade de aprovação do artigo.Tabela 5 – Idiomas dos artigos publicados entre 1998 a julho de 2009relacionado a enfermagem, humanização e UTI.Itens Número de artigos Freqüência %Português 40 100Total 40 100Percebe-se, na tabela acima, que os 40 artigos encontrados, 40 são publicadosna língua portuguesa.As publicações em fontes de dados virtuais facilitam o acesso rápido aresultados de pesquisas, proporcionando o conhecimento científico baseado emevidencias.Podemos assim concluir que a assistência de enfermagem baseada emevidências favorece um melhor resultado para a assistência.Tabela 6 – Métodos dos artigos publicados entre 1998 a julho de 2009relacionado a enfermagem, humanização e UTI.Itens Número de artigos Freqüência %Qualitativa 26 65Fenomenológica 07 17.5Quantitativa 02 5Etnográfica 02 5Dedutivo 02 5Observacional 01 2.59
  10. 10. Total 40 100Percebe-se, na tabela acima, que os 40 artigos encontrados, 26 são publicadosno método qualitativo e 07 no método fenomenológico.O método qualitativo surge diante da impossibilidade de investigar ecompreender, por meio de dados estatísticos e esta direcionada para a investigaçãodos significados das relações humanas, em que suas ações são influenciadas pelasemoções e/ou sentimentos aflorados diante das situações vivenciadas no dia-a-dia(16).Conclui-se que o método utilizado é o mais propicio para a análise de dadoscoletados.Tabela 7 – Resultados comuns dos artigos publicados entre 1998 a julho de2009 relacionado à enfermagem, humanização e UTI.Item Número deartigosFreqüênciaA dificuldade de prestar uma assistência humanizadana UTI e o reconhecimento de que é importante estaassistência pela equipe de enfermagem 17, 20, 25, 26, 32, 41,42, 46, 47, 48, 49, 50, 52, 53, 54, 5616 40A grande importância na interação família, paciente eequipe de enfermagem 21, 23, 35, 37, 38, 4006 15O processo de mudança de comportamento, hábitosque a mulher sofre quando tem o filho internado emUTI 24, 28, 343 7.5O uso de tecnologias para o cuidado em UTI.18, 192 5O envolvimento da equipe de enfermagem com avida dos pacientes torna uma situação desgastante ede alto risco psicológico 391 2.5Superar o medo a partir da convivência no ambienteda UTI Neonatal 331 2.5Permitir que o paciente encontre soluções para seusproblemas e desenvolva a capacidade de tomardecisão consciente 221 2.5Procurar saber sobre a opinião da equipe a respeitoda presença dos pais na UTI Neonatal 291 2.5O reconhecimento da mãe perante odesenvolvimento do aluno na hora de atuarpreocupando-se com quem e o que faz 311 2.5O despreparo dos profissionais em dividirem omesmo espaço com familiares de crianças internadasna UTI, porem percebe a importância da participaçãoda família como cliente.361 2.5O cuidar mãe-filho juntos proporciona um suportefísico, emocional, social e psicológico e envolvediferentes dimensões do cuidado 431 2.5Conhecer a percepção da equipe de enfermagemfrente a dor do RN 271 2.5Cuidar aliado a dez fatores de cuidado 301 2.5O cuidar da enfermeira frente as especificidades em 1 2.510
  11. 11. hemoterapia neonatal 44A construção de marco de referencia ao cuidadohumano a transformação da prática 451 2.5Desafio do enfermeiro na busca da constanteconstrução/reconstrução da enfermagem em termospráticos, saberes e relações 551 2.5Conhecer o desenvolvimento do processocomunicacional entre as trabalhadoras deenfermagem e a cliente internada em uma UTI491 2.5Percebe-se, na tabela acima, que dos 40 artigos encontrados, 16 que forampublicados enfocam sobre a dificuldade de prestar uma assistência humanizada na UTIe o reconhecimento de que é importante esta assistência pela equipe de enfermageme 06 mencionam sobre a importância na interação família, paciente e equipe deenfermagem.A humanização em UTI onde se presta cuidados a pacientes críticos, osprofissionais de saúde, especialmente os enfermeiros, necessitam utilizar a tecnologiaaliada à empatia, a experiência e a compreensão do cuidado prestado fundamentadono relacionamento interpessoal terapêutico, a fim de promover um cuidado seguro,responsável e ético em uma realidade vulnerável e frágil. Cuidar em Unidades Críticasé ato de amor, o qual está vinculado: a motivação, comprometimento, postura ética emoral, características pessoais, familiares e sociais(57).Com isso, trabalhar com a equipe envolvida não só em questões técnicastorna-se relevante motiva-los e compromete-los em prestar uma assistência livre deestresse psicológico, tendo como objetivo transmitir segurança aos familiares nosmomentos críticos no qual o paciente se encontra.A equipe de enfermagem que atua em UTI está exposta a um nível maior deestresse, porque presta assistência direta aos pacientes e familiares e também temque lidar com suas próprias emoções e conflitos(58).Após chegar a essas conclusões percebe-se a necessidade de se elaborar umasistematização da Assistência de Enfermagem para que haja uma interação entreequipe de enfermagem, paciente e família.Para isso, será elaborado um caso ilustrativo, fruto de uma consulta deEnfermagem fictícia que possibilite a elaboração dos Diagnósticos de Enfermagemmais frequente segundo a North American Nurse Diagnosis Association e asprescrições mais utilizadas, bem como os resultados esperados.5 Caso ClínicoE.H.B.B, nascido no dia 09/03/09 as 14:25, de parto cesáreo do sexomasculino, apgar 4/7, pesando 2.760kg, 46cm de estatura, PC 35cm, PT 31cm e PA11
  12. 12. 31cm Capurro 37 semanas e 1 dia, com o diagnóstico médico de Síndrome de Dow eDesconforto respiratório, sendo encaminhado para Unidade de Terapia IntensivaNeonatal. Solicitado pelo intensivista uma avaliação do cardiologista, onde foidiagnosticado como CIA (comunicação Iteratrial) e CIV (ComunicaçãoInterventricular), PCA (Persistência do Canal Arterial) e Hipertensão pulmonar, comquadro evoluindo para o agravamento e piora progressiva, sendo indicado umacirurgia cardíaca para fechamento do canal. Ao exame físico criança apresenta-secalma, ativa e reativa ao manuseio, abertura ocular espontânea, sono preservado,reflexos motor presente. PC 35cm, cabeça normocefálica, simétrica fontanelasbregmática e lambdóide normotensas, cabelos normo implantados, olhos e orelhascom implantações assimétricas, boca e nariz com implantações simétricas. PT 31cm,tórax simétrico, mamilos normo implantados, a ausculta pulmonar murmúriosvesiculares fisiológicos bi lateral, mantido em Hood a 30% com FR de 72 taquipnéicoirpm, SPO2 de 97%, FC 148 bpm, taquicárdico, a ausculta cardíaca bulhashiperfonéticas, pulso apical audível e visível, perfusão capilar periférica > que 3segundos, acesso venoso periférico para hidratação e medicação e acesso venosocentral com PICC (cateter central de Inserção Periférica) para administração de drogasvasoativas. Temperatura axilar de 36,5, pele rosada, quente ao toque, turgor eelasticidade preservados, dieta por SOG no momento fechada, abdome normotenso, aausculta abdominal ruídos hidroaéreos positivos, baço e fígado não palpáveis, PA de31cm, coto umbilical em processo de mumificação, eliminação urinaria presente eespontânea, bolsa escrotal com presença dos testículos a palpação e meato urinárionão visível devido ao excesso de pele no prepúcio, eliminação intestinal presente umavez ao dia com consistência pastosa, reflexo de moro, preensão palmar e plantarpreservados.PRESCRIÇÃO HORÁRIOS1. Dieta LHO ou LHP por SOG de 3/3hs.10ml ...................... 4XX12ml ...................... 4xxAnotar resíduos2.Dieta NPT3. SG a 5% 22mlDobutamina 2,5mlCorrer EV a 1ml/h em Bomba de Infusão em 24 horas.4. Ampicilina 280mg EV de 8/8h.5. Gentamicina 11mg EV de 24/24h.6. Kanakion 1mg EV 1 x por semana7. Glicemia capilar de 8/8h.8. Higiene ocular com SF 0,9% 2 X ao dia9. Fisioterapia respiratória10. HOOD com FIO2 a 40%11. Aspirar VAS com sonda e luvas estéreis sempre quenecessário.12
  13. 13. 12. Oxímetro de pulso13. Incubadora aquecida14. Curativo no coto umbilical com álcool a 70% 3 X ao dia.15. Cuidados gerais de UTI Neonatal.Diagnósticos de Enfermagem:1. Amamentação interrompida relacionada a prematuridade, evidenciado pelaalimentação por SOG.2. Débito cardíaco diminuído, relacionado a pós carga alterada evidenciado porreperfusão capilar periférica prolongada.3. Padrão ineficaz de alimentação infantil, relacionado a incapacidade decoordenar a sucção evidenciado por prematuridade.4. Paternidade ou maternidade prejudicada, relacionada ao nascimento prematuroe separação ao nascimento evidenciado por déficit de interação mãe e filho.5. Integridade da pele prejudicada, relacionada a fatores mecânicos, evidenciadopelo rompimento da superfície da pele.6. Padrão respiratório ineficaz, relacionado a imaturidade neurológica e pulmonar,evidenciado pelo uso de HOOD.7. Risco de desequilíbrio da temperatura corporal, relacionado a extremo de idadee medicações que causam vaso constrição ou vaso dilatação.8. Risco de desequilíbrio do volume de líquidos, relacionado a permanência emincubadora aquecida.9. Risco para aspiração, relacionado a alimentação por SOG.10. Risco para infecção, relacionado a procedimentos invasivos e exposiçãoambiental a patógenos aumentada.11. Risco para vinculo pais e filho prejudicado, relacionado a criança em isolamentoterapêutico.PRESCRIÇÃO DE ENFERMAGEM HORÁRIOS1. Lavar as mãos antes e depois do manuseio do RN.2. Registrar SSVV de 3/3h e comunicar alterações nosparâmetros.3. Preparo e administração da medicação do item 3 daprescrição médica:Aspirar 2,5ml da ampola de Dobutamina adicionar e, 22ml deSG 5% e infundir 1ml/h em 24h.Estabelecer acesso venoso calibroso para a infusão e observar apresença de irritabilidade do vaso e comunicar.4. Preparo e administração da medicação do item 4 daprescrição médica:Diluir o frasco de Ampicilina de 1000mg em 5ml de AD e aspirar1,4ml e completar com 8,6ml de AD.Observar sinais de flebite no local da punção e não administrarparalelamente com outras drogas, devendo ser administrada 1hora antes de outro antibióticos.13
  14. 14. 5. Preparo e administração da medicação do item 5 daprescrição médica:Aspirar 0,6ml da ampola de Gentamicina de 20mg/ml e diluirem ml de AD e aspirar 0,4 de AD. Observar SSVV, eliminaçõesvesicais e intestinais, náuseas e vômitos.6. Preparo e administração da medicação do item 6 daprescrição médica:Aspirar 0,1ml da ampola de Kanakion 1mg/ml e completar com0,9 ml de AD infundir lentamente.Não administrar juntamente com drogas vaso ativas e observarsinais de sangramento e alterações nos parâmetros denormalidade dos SSVV.7. Item 7 da prescrição médica:Ao realizar glicemia capilar rodiziar locais de punção e ficaratento quanto sangramento e registrar resultado do teste ecomunicar alterações nos níveis de glicemia.8. Alternar local de sensores de oxímetro de pulso de 2/2h9. Fazer mudança de decúbito de 2/2h.10. Realizar higiene intima quando necessário com algodãoumedecido em água morna.11. Realizar higiene oral com SF 0,9% 3 x ao dia.12. Curativo no coto umbilical com álcool a 70% 3 X ao dia.13. Comunicar sinais e sintomas de infecção como irritabilidadehiperemia e hipertermia.14. Medir e anotar: PC, PT, PA 1 X ao dia.15. Pesar RN e anotar.16. Aspirar SOG antes de administrar dietas, registrar volume ecaracterísticas de resíduos e comunicar alterações.17. Anotar eliminação vesical quanto a coloração, quantidade epresença de fragmentos.18. Anotar eliminação intestinal quanto a coloração,quantidade, odor e consistência.19. Anotar aceitações da dieta e posicionar RN em decúbitolateral direito após administração.20. Fechar balanço hídrico de 12/12h.21. Incentivar os pais a tocar e conversar com Rn.22. Manter leito em “aconchego” através de coxins em forma deútero.23. Manter cueiro sobre incubadora para redução deluminosidade.24. Desligar as luzes e silenciar o ambiente por 15’ min. 3x aodia25. Realizar limpeza da incubadora, HOOD e equipamentos doleito com água e sabão 1 x ao dia.26. Trocar frascos e extensões e identificá-los a cada 72 h.Resultados esperados:Manter o maior tempo possível o contato entre mãe e filho na hospitalização;Manusear o mínimo possível para evitar o desenvolvimento em lesões no tecido deepiderme, a queda do padrão respiratório, e alteração brusca de temperatura corpóreadevido prematura idade;14
  15. 15. O cuidado com o risco de infecção devido a necessidade de correção cirúrgica deórgão cardíaco.6 Considerações finaisO objetivo deste estudo foi identificar na visão de autores a importância daassistência humanizada ao Rn e à criança na Unidade de Terapia Intensiva.Após a análise dos estudos foi possível identificar que dos 40 artigospesquisados 87,5% das publicações foram apresentadas na fonte virtual Lilacs, sendo17,5% publicadas no ano 2002 e a fonte impressa foi com 17,5% em teses dedoutorado e na Revista Texto e Contexto. O local com maior número de publicaçõesfoi o Rio de Janeiro com 35% e depois o Paraná com 15%.O idioma que prevaleceu foi o português com 100% das publicações. O tipo deestudo mais utilizado foi o método qualitativo.Na análise dos resultados dos artigos, 40% dos autores concordam que há umadificuldade para prestar uma assistência humanizada e reconhecem a importância daassistência prestada pela equipe de enfermagem.Percebe-se, portanto, a necessidade de que se tenham mais publicações ediscussões sobre o assunto com o intuito de mostrar o quanto importância haver umainteração entre equipe, paciente e família.7 Referências¹Deslandes S.F. Análise do discurso oficial sobre a humanização da assistênciahospitalar. Ciência e Saúde Coletiva, 2004, vol.9, nº. 1, p. 7-14. Ministério daSaúde.2Lamy ZC; Gomes MASM; Gianini NOM; Hennig MAS. Atenção humanizada ao recém-nascido de baixo peso - Método Canguru: a proposta brasileira. Ciência & SaúdeColetiva, 2005, vol.10, n.3.3Brasil, Humaniza SUS. Política Nacional de Humanização. Documento para Gestores eTrabalhadores do SUS. Ministério da Saúde. Secretaria Executiva, Núcleo da PolíticaNacional de Humanização. Série B. Textos Básicos de Saúde: Brasília, 2004b.4Knobel E. Condutas no paciente grave. 2a ed. São Paulo: Atheneu; 1998.5Cintra E.A.; Nishide V.M.; Nunes W.A. Assistência de enfermagem ao pacientegravemente enfermo. 2ª Edição. São Paulo: Atheneu, 2003.6Scochi C.G.S. A humanização da assistência hospitalar ao bebê prematuro: basesteóricas para o cuidado de enfermagem [tese]. Ribeirão Preto; 2000.15
  16. 16. 7Backes DS, Lunardi Filho WD, Lunardi VL. A construção de um processointerdisciplinar de humanização à luz de Freire. Texto Contexto Enferm; 2005, p 190-205.8Leal M.I; Low M.M.L.; Konorath M.N.S; Roveda R.P. Percepções da equipe deenfermagem de unidade de terapia intensiva sobre o cuidado humanizado. RevistaNursing, 2006; 94 (9): 719.9Horta W.A. Processo de Enfermagem. São Paulo. Editora Pedagógica e Universitária:1979.10Santos C.R, Toledo N.N.; Silva S.C. Humanização em Unidade de Terapia Intensiva.Paciente-Equipe de Enfermagem-Família; 1999, p. 26-29,11Ribeiro M.P.F; Sousa V.P.. Elaboração de Trabalhos Acadêmicos. Juiz de Fora, Brasil.[Capturado 03 nov. 2008] as 20:27. Disponível em: http://www.normalizacao.ufjf.br.12Menezes J.A.S. Metodologia do trabalho científico. Salvador: UFBA/FCC, 2003.13Teixeira R.F.; Pacheco M.E.C. Pesquisa social e a valorização da abordagemqualitativa no curso de administração: a quebra de paradigmas científicos. Cadernosde Pesquisa em Administração. São Paulo: FEA/USP, Jan/mar 2005, v.12, n.1.14Carraro T.E., Enfermagem e Assistência Resgatando Florence Nightingale – Goiânia:Biblioteca de Ciências da Saúde; 1997; 119 p.15Barbosa S.F. Indo Além de Assistir Cuidando e Compreendendo a Experiência deConviver Com o Cliente Internado em UTI; Florianópolis: Universidade Federal deSanta Catarina, 2000, p.26 – 30.16Minayo M.C.S. (Org.). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Rio de Janeiro:Vozes, 1994.17Pauli M.C; Bousso R.S. Crenças que permeiam a humanização da assistência emunidade de terapia intensiva pediátrica. Rev. Lat. Am. Enfermagem;11(3):280-6, 2003May-Jun.18Silva R.C.L.. O significado do cuidado em terapia intensiva e a (des)construção dodiscurso de humanização em unidades tecnológicas. Rio de Janeiro; s.n; dez. 2006.147 p.19Silva R.C.L.; Porto I.S.; Figueiredo N.M.A. Reflexões acerca da assistência deenfermagem e o discurso de humanização em terapia intensiva. Esc. Anna Nery Rev.Enferm; 12(1):156-159, mar. 2008.20Oliveira, B.R.G.; Lopes T.A.; Viera C.S.; Collet N. O processo de trabalho da equipede enfermagem na UTI Neonatal e o cuidar humanizado. Texto & contextoenferm;15(n.esp):105-113, 2006.21Silveira R.S.; Lunardi V.L.; Lunardi Filho, W.D.; Oliveira A.M.N. Uma tentativa dehumanizar a relação da equipe de enfermagem com a família de pacientes internadosna UTI. Texto & contexto enferm;14(n.esp):125-130, 2005.16
  17. 17. 22Hayashi A.A.M.; Gisi M.L. O cuidado de enfermagem no CTI: da ação-reflexão àconscientização. Texto & contexto enferm; 9(2,pt.2):824-837, maio-ago. 2000.23Castanha M.L. A (in)visibilidade da prática de cuidar do ser enfermeiro sob o olhar daequipe de saúde. Curitiba; s.n; 2004. xi,150 p.24Moreno R.L.R.; Jorge M.S.B. O cuidar do outro na unidade de terapia intensivaneonatal: concepção fenomenológica. Ciênc. cuid. saúde; 4(3):242-249, set.-dez.2005.25Salicio D.M.B.; Gaiva M. A. M. O significado de humanização da assistência paraenfermeiros que atuam em UTI. Rev. eletrônica enferm; 8(3):370-376, 2006.26Cunha P.J.; Zagonel I.P.S. A relação dialógica permeando o cuidado de enfermagemem UTI pediátrica cardíaca. Rev. eletrônica enferm; 8(2):292-297, 2006.27Christoffel M.M.; Silva L.R. Percepções das enfermeiras frente à dor dos recém-nascidos hospitalizados na UTI neonatal. Esc. Anna Nery Rev. Enferm; 6(supl.1):53-63, dez. 2002.28Cruz S.G. O cotidiano da mulher com filho internado na Unidade de Terapia IntensivaNeonatal: uma contribuição para o cuidar em enfermagem. Rio de Janeiro; s.n; 2005.104 p.29Inácio K.L. Pais na unidade de terapia intensiva neonatal: percepção do auxiliar deenfermagem. Porto Alegre; s.n; 2002. 125 p.30Nascimento K.C.; Erdmann A.L. Cuidado transpessoal de enfermagem a sereshumanos em unidade crítica. Rev. Enferm. UERJ; 14(3):333-341, jul.-set. 2006.31Pacheco S.T.A. O cuidado prestado pelo acadêmico de enfermagem em unidade deterapia intensiva neonatal na ótica da mãe: uma análise compreensiva. Rio deJaneiro; s.n; dez. 2000, 99 p.32Araújo A.D.; Santos J.O.; Pereira L.V.; Lemos R.C.A. Trabalho no centro de terapiaintensiva: perspectivas da equipe de enfermagem. REME rev. min. enferm; 9(1):20-28, jan.-mar. 2005.33Moreno R.L.R.; Jorge M.S.B. Sentimentos e emoções da mãe acompanhante nomundo da UTI: descrição fenomenológica de mudanças existenciais. Rev. Enferm.UERJ; 13(2):175-180, maio-ago. 2005.34Belli Maria A.J.; Silva I.A. A constatação do filho real: representações maternassobre o filho internado na UTI neonatal. Rev. Enferm. UERJ; 10(3):165-170, set.-dez.2002.35Barbosa E.C.V. O vivenciar da equipe de enfermagem com os familiares de criançasinternadas em UTI pediátrica. Rio de Janeiro; s.n; 2002, 90 p. ilus, tab.36Barbosa E.C.V. Humanização nas relações com a família: um desafio para aenfermagem em UTI Pediátrica. Acta sci., Health sci;26(1):205-212, jan.-jun. 2004.17
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