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Educação, Família, Comunidade: A inclusão Escolar.

O documento discute a importância da parceria entre família e escola na educação das crianças, destacando que ambas devem cumprir suas responsabilidades e manter diálogo aberto. A escola deve acolher todos com liberdade e orientação, enquanto a família deve apoiar o processo escolar de forma consciente.

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Educação, Família, Comunidade: A inclusão Escolar.
Família
• Selecionar a escola baseado em critérios que lhe garanta a confiança da
forma como a escola procede diante de situações importantes;
• Dialogar com o filho o conteúdo que está vivenciando na escola;
• Cumprir as regras estabelecidas pela escola de forma consciente e
espontânea;
• Deixar o filho a resolver por si só determinados problemas que venham a
surgir no ambiente escolar, em especial na questão de socialização;
• Valorizar o contato com a escola, principalmente nas reuniões e entrega
de resultados, podendo se informar das dificuldades apresentadas pelo seu
filho, bem como seu desempenho.
Escola
• Cumprir a proposta pedagógica apresentada para os pais, sendo coerente nos
procedimentos e atitudes do dia-a-dia;
• Propiciar ao aluno liberdade para manifestar-se na comunidade escolar, de
forma que seja considerado como elemento principal do processo educativo;
• Receber os pais com prazer, marcando reuniões periódicas, esclarecendo o
desempenho do aluno e principalmente exercendo o papel de orientadora
mediante as possíveis situações que possam vir a necessitar de ajuda;
• Abrir as portas da escola para os pais, fazendo com que eles se sintam à
vontade para participar de atividades culturais, esportivas, entre outras que a
escola oferecer, aproximando o contato entre família-escola;
Era uma vez cinco cegos que nunca
haviam visto um elefante até o dia em que
este animal lhes foi apresentado. O
primeiro apalpou suas patas e concluiu
que o elefante se assemelhava a grossas
colunas. O segundo tomou sua tromba e
pensou ser ele semelhante a uma cobra.
O terceiro pegando a cauda imaginou o
elefante como um chicote, fino e com fios
na extremidade. Já o quarto tateando suas
presas, teve a imagem dele como um
bastão maciço. E finalmente o último cego
tocando as orelhas do animal o considerou
mais parecido a um leque maleável.
Duarte Júnior
Texto Reflexivo
Educação, Família, Comunidade: A inclusão Escolar.
Educação inclusiva significa educar
todas as crianças em um mesmo
contexto escolar. A opção por este
tipo de Educação não significa negar
as dificuldades dos estudantes. Pelo
contrário. Com a inclusão, as
diferenças não são vistas como
problemas, mas como diversidade. É
essa variedade, a partir da realidade
social, que pode ampliar a visão de
mundo e desenvolver oportunidades
de convivência a todas as crianças.

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Educação, Família, Comunidade: A inclusão Escolar.

  • 2. Família • Selecionar a escola baseado em critérios que lhe garanta a confiança da forma como a escola procede diante de situações importantes; • Dialogar com o filho o conteúdo que está vivenciando na escola; • Cumprir as regras estabelecidas pela escola de forma consciente e espontânea; • Deixar o filho a resolver por si só determinados problemas que venham a surgir no ambiente escolar, em especial na questão de socialização; • Valorizar o contato com a escola, principalmente nas reuniões e entrega de resultados, podendo se informar das dificuldades apresentadas pelo seu filho, bem como seu desempenho.
  • 3. Escola • Cumprir a proposta pedagógica apresentada para os pais, sendo coerente nos procedimentos e atitudes do dia-a-dia; • Propiciar ao aluno liberdade para manifestar-se na comunidade escolar, de forma que seja considerado como elemento principal do processo educativo; • Receber os pais com prazer, marcando reuniões periódicas, esclarecendo o desempenho do aluno e principalmente exercendo o papel de orientadora mediante as possíveis situações que possam vir a necessitar de ajuda; • Abrir as portas da escola para os pais, fazendo com que eles se sintam à vontade para participar de atividades culturais, esportivas, entre outras que a escola oferecer, aproximando o contato entre família-escola;
  • 4. Era uma vez cinco cegos que nunca haviam visto um elefante até o dia em que este animal lhes foi apresentado. O primeiro apalpou suas patas e concluiu que o elefante se assemelhava a grossas colunas. O segundo tomou sua tromba e pensou ser ele semelhante a uma cobra. O terceiro pegando a cauda imaginou o elefante como um chicote, fino e com fios na extremidade. Já o quarto tateando suas presas, teve a imagem dele como um bastão maciço. E finalmente o último cego tocando as orelhas do animal o considerou mais parecido a um leque maleável. Duarte Júnior Texto Reflexivo
  • 6. Educação inclusiva significa educar todas as crianças em um mesmo contexto escolar. A opção por este tipo de Educação não significa negar as dificuldades dos estudantes. Pelo contrário. Com a inclusão, as diferenças não são vistas como problemas, mas como diversidade. É essa variedade, a partir da realidade social, que pode ampliar a visão de mundo e desenvolver oportunidades de convivência a todas as crianças.
  • 8. DIREITO À EDUCAÇÃO PREVISTO NA LEGISLAÇÃO CONSTITUIÇÃO FEDERAL/1988 Educação como um direito de todos Igualdade de condições de acesso e permanência. Atendimento educacional especializado.
  • 9. ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE/1990 Obrigação dos pais de matricular seus filhos na rede regular de ensino. LDBEN/1996 Currículos, métodos, técnicas, recursos e professores para o atendimento especializado. Alternativa preferencial de atendimento na rede pública de ensino.
  • 10. DECLARAÇÃO DE SALAMANCA Escolas regulares com orientação inclusiva constituem os meios mais eficazes de combater atitudes discriminatórias criando comunidades acolhedoras, construindo uma sociedade inclusiva e alcançando educação para todos.
  • 11. DIRETRIZES DA EDUCAÇÃO ESPECIAL Resolução Nº 02/2001 – CNE “Os sistemas de ensino devem matricular a todos os alunos, cabendo às escolas organizar-se para o atendimento aos educandos com necessidades educacionais especiais, assegurando às condições necessárias para uma educação de qualidade para todos.”
  • 14. "Deficiência é o termo usado para definir a ausência ou a disfunção de uma estrutura psíquica, fisiológica ou anatómica. Diz respeito à biologia da pessoa. Este conceito foi definido pela Organização Mundial de Saúde. A expressão pessoa com deficiência pode ser aplicada referindo-se a qualquer pessoa que possua uma deficiência. Contudo, há que se observar que em contextos legais ela é utilizada de uma forma mais restrita e refere-se a pessoas que estão sob o amparo de uma determinada legislação. O termo deficiente para denominar pessoas com deficiência tem sido considerado inadequado, pois o termo leva consigo uma carga negativa depreciativa da pessoa, fato que foi ao longo dos anos se tornando cada vez mais rejeitado pelos especialistas da área e em especial pelos próprios portadores. Atualmente a palavra é considerada como inapropriada, e que promove o preconceito em detrimento do respeito ao valor integral da pessoa."
  • 15. Tipos de Deficiência DEFICIÊNCIA FÍSICA DEFICIÊNCIA AUDITIVA DEFICIÊNCIA VISUAL DEFICIÊNCIA MENTAL DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA
  • 16. Crianças portadores de deficiência físicas Estas sofrem complicações que levam à limitação da mobilidade e da coordenação geral, podendo também afetar a fala, em diferentes graus. As causas são variadas - desde lesões neurológicas e neuromusculares até má-formação congênita - ou condições adquiridas, como hidrocefalia (acúmulo de líquido na caixa craniana) ou paralisia cerebral.
  • 17. Crianças portadores de deficiência auditivas Tem a perda parcial ou total da audição, causada por má-formação (causa genética), lesão na orelha ou nas estruturas que compõem o aparelho auditivo.
  • 19. Crianças portadores de deficiência visual É o comprometimento parcial (de 40 a 60%) ou total da visão. Segundo critérios estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) os diferentes graus de deficiência visual podem ser classificados em: - Baixa visão (leve, moderada ou profunda): compensada com o uso de lentes de aumento, lupas, telescópios, com o auxílio de bengalas e de treinamentos de orientação. - Próximo à cegueira: quando a pessoa ainda é capaz de distinguir luz e sombra, mas já emprega o sistema braile para ler e escrever, utiliza recursos de voz para acessar programas de computador, locomove-se com a bengala e precisa de treinamentos de orientação e de mobilidade. - Cegueira: quando não existe qualquer percepção de luz. O sistema braile, a bengala e os treinamentos de orientação e de mobilidade, nesse caso, são fundamentais.
  • 21. Crianças portadores de deficiência mental Esta apresenta problemas que se situam no cérebro e causam baixa produção de conhecimento, provocando no paciente uma dificuldade de aprendizagem e um baixo nível intelectual.
  • 22. SÍNDROME DE DOWN • Definição: alteração genética caracterizada pela presença de um terceiro cromossomo de número 21. A causa da alteração ainda é desconhecida.
  • 23. Autismo •Definição: transtorno com influência genética causado por defeitos em partes do cérebro, como o corpo caloso (que faz a comunicação entre os dois hemisférios), a amídala (que tem funções ligadas ao comportamento social e emocional) e o cerebelo (parte mais anterior dos hemisférios cerebrais, os lobos frontais).
  • 24. Crianças portadores de deficiências múltiplas A deficiência múltipla é a ocorrência de duas ou mais deficiências simultaneamente - sejam deficiências intelectuais, físicas ou ambas combinadas. Não existem estudos que comprovem quais são as mais recorrentes.
  • 25. Recursos utilizados em sala de aula
  • 27. Condição para utilização, com segurança e autonomia, total ou assistida, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos serviços de transporte e dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida. ACESSIBILIDADE DECRETO Nº 5296/04
  • 41. Criação e edição: Prof.ª Juliana Mendes Data: 26/05/2015 Fontes de pesquisa: Revista Nova Escola