Gonçalves De Magalhães - Literatura.

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Gonçalves De Magalhães - Literatura.

  1. 1. Gonçalves de Magalhães
  2. 2. Gonçalves de Magalhães. PRIMEIRA GERAÇÃO POÉTICA
  3. 3. Biografia. • Domingos José Gonçalves de Magalhães. • Nasceu no Rio de Janeiro, 13 de agosto de 1811. • Médico, professor, diplomata, político, poeta e ensaísta brasileiro. • Primeiro e único barão e Visconde do Araguaia. • Quando estava viajando à Europa, teve contato com o Romantismo nacionalista. • Morreu em Roma, 10 de julho de 1882.
  4. 4. Primeira Geração Poética. ROMANTISMO – GONÇALVES DE MAGALHÃES
  5. 5. Característica da Primeira Geração. • As obras da Primeira Geração do Romantismo no Brasil, procuravam exaltar a nossa natureza. • O índio foi considerado o símbolo nacional. • O índio era descrito de forma idealizada, com exaltação de sua coragem, honra, pureza e beleza. • Principais características: - Natureza e índio. - Sentimentalismo. - Religiosidade. - Nacionalismo.
  6. 6. Gonçalves de Magalhães e Romantismo. • Quando se formou em Medicina, Gonçalves de Magalhães viajou à Europa, onde conheceu o Romantismo. • É um poetas mais importantes, porque foi quem introduziu o Romantismo no Brasil. • Suas poesias eram voltadas à religiosidade e à temas indianistas. • Em “Suspiros Poéticos e saudades”, apresentou o Romantismo ao Brasil. • Em “A confederação dos tamoios”, utilizou da poesia indianista.
  7. 7. Suspiros Poéticos e Saudades. PRIMEIRA OBRA DO ROMANTISMO BRASILEIRO.
  8. 8. Suspiros Poéticos e Saudades. • Suspiros Poéticos e Saudades é o título do primeiro livro de Gonçalves de Magalhães. • Esta obra é considerada a primeira dentro da escola do Romantismo Brasileiro. • Publicada em 1836. • Traz o sentimento antilusitano de Gonçalves. • Veio renovar as ideias estéticas brasileiras. • Ia em busca do sentimento nacionalista através dos índios.
  9. 9. Adeus à Europa. Adeus, oh terras da Europa! Adeus, França, adeus, Paris! Volto a ver terras da Pátria, Vou morrer no meu país. Qual ave errante, sem ninho, Oculto peregrinando, Visitei vossas cidades, Sempre na Pátria pensando. De saudade consumido, Dos velhos pais tão distante, Gotas de fel azedavam O meu mais suave instante. As cordas de minha lira Longo tempo suspiraram, Mas alfim frouxas, cansadas De suspirar, se quebraram. Oh lira do meu exílio, Da Europa as plagas deixemos; Eu te darei novas cordas, Novos hinos cantaremos. Adeus, oh terras da Europa! Adeus, França, adeus, Paris! Volto a ver terras da Pátria, Vou morrer no meu país. Paris, agosto de 1836
  10. 10. JULIA MALDONADO GARCIA. MIRYAN L. S. SANTANA. 1º ANO – COLÉGIO STELLA MARIS 28 DE JULHO DE 2014.

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