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68*(67­2'(352(',0ENTO PARA DETERMINA‚­2'$
                  DENSIDADE APARENTE DE 3Ï6

1. Status de Revis‹o

Elaborado por:                                              Aprovado por:
1žUHYis‹o: 00                                              Data: ___/____/______


2. Objetivo

       Definir o procedimento para a determina•‹o da densidade aparente de p—s. A densidade
aparente pode ser utilizada para a determina•‹o do volume a ser ocupado por uma determinada
massa de mistura de p—s, podendo ser utilizada no c‡lculo do volume a ser preenchido e na
escolha do tamanho da c‡psula a ser utilizado.



3. Defini•›es

    ·    Densidade aparente (densidade bruta): corresponde ao volume ocupado por uma
         determinada massa de s—lido (p— ou granulado), incluindo a porosidade (poros
         intragranulares).

4. Procedimento

4.1. Tarar uma proveta graduada de 100mL vazia em uma balan•a de precis‹o.
47DPLVDUDDPRVWUDSy
HPXPWDPLVGHPDOKDQž
4.3.Introduzir cuidadosamente na proveta cerca de 50 mL da amostra (p—).
4.4.Bater 3 vezes a proveta contra uma superf’cie de madeira dura de uma altura de 1 polegada
(cerca de 2,5 cm) em intervalos de 2 segundos entre as batidas.
5HDOL]DUDOHLWXUDGRYROXPHREWLGRDSyVDV³EDWLGDV´volume aparente).
4.6.Pesar a proveta cheia, subtraindo o valor obtido pelo valor do peso da proveta vazia, o
resultado corresponder‡ ˆ massa da amostra.
4.7.Para determina•‹o da densidade aparente dividir a massa da amostra em gramas pelo volume
aparente em mL, conforme a f—rmula descrita a seguir:


C‡lculo da densidade aparente:


                  Massa (g)
Dap = ---------------------------------------
              Volume aparente* (mL)


Dap: densidade aparente

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  • 1. 68*(67­2'(352(',0ENTO PARA DETERMINA‚­2'$ DENSIDADE APARENTE DE 3Ï6 1. Status de Revis‹o Elaborado por: Aprovado por: 1žUHYis‹o: 00 Data: ___/____/______ 2. Objetivo Definir o procedimento para a determina•‹o da densidade aparente de p—s. A densidade aparente pode ser utilizada para a determina•‹o do volume a ser ocupado por uma determinada massa de mistura de p—s, podendo ser utilizada no c‡lculo do volume a ser preenchido e na escolha do tamanho da c‡psula a ser utilizado. 3. Defini•›es · Densidade aparente (densidade bruta): corresponde ao volume ocupado por uma determinada massa de s—lido (p— ou granulado), incluindo a porosidade (poros intragranulares). 4. Procedimento 4.1. Tarar uma proveta graduada de 100mL vazia em uma balan•a de precis‹o. 47DPLVDUDDPRVWUDSy
  • 2. HPXPWDPLVGHPDOKDQž 4.3.Introduzir cuidadosamente na proveta cerca de 50 mL da amostra (p—). 4.4.Bater 3 vezes a proveta contra uma superf’cie de madeira dura de uma altura de 1 polegada (cerca de 2,5 cm) em intervalos de 2 segundos entre as batidas. 5HDOL]DUDOHLWXUDGRYROXPHREWLGRDSyVDV³EDWLGDV´volume aparente). 4.6.Pesar a proveta cheia, subtraindo o valor obtido pelo valor do peso da proveta vazia, o resultado corresponder‡ ˆ massa da amostra. 4.7.Para determina•‹o da densidade aparente dividir a massa da amostra em gramas pelo volume aparente em mL, conforme a f—rmula descrita a seguir: C‡lculo da densidade aparente: Massa (g) Dap = --------------------------------------- Volume aparente* (mL) Dap: densidade aparente P‡gina 1 de 1
  • 3. 68*(67­2'(352(',0ENTO PARA DETERMINA‚­2'$ DENSIDADE APARENTE DE 3Ï6 Nota: Se a proveta contendo a mistura de p— for batida contra a superf’cie de madeira 100 a 200 vezes, o p— ir‡ se compactar e ocupar um menor volume. Se o peso do p— for dividido pelo novo volume, o valor resultante determinado Ž denominado de densidade de compacta•‹o ³tapped density´
  • 4. 5. Registros da Qualidade 6. Hist—rico de Revis›es N‹o aplic‡vel 7. Refer•ncias · 863 3KDUPDFLVWV¶ 3KDUPDFRSHLD. 1st edition. Rockville: The United States Pharmacopeial Convention, Inc, 2005.p.745-823. · BUTLER, A.Q. RANSEY Jr., J. C.. Drug Standards 20, 217, 1952 in: Martin, A. Physical Pharmacy. 4th edition. Baltimore: Lippincott Williams Wilkins, 1993.p.423-452. · AULTON, M.E. Pharmaceutics - The Science of Dosage Form Design. 1st edition. Edinburgh: Churchill Livingstone, 1988. · ROWE, R.C.; SHESKEY, P.J.; WELLER, P.J. Handbook of Pharmaceutical Excipients. 4th edition. London: Pharmaceutical Press, 2003. · ALLEN Jr., L. V. The Art, Science and Technology of Pharmaceutical Compounding. 2nd ed. Washington:AphA, 2002. p.133-159. 8. Anexos N/R P‡gina 2 de 2