FUNDAÇÃO GETULIO VARGASMBA em Gerenciamento de Projetos – PROJ11São José dos Campos – Grupo CONEXÃO FGV                   ...
Agradecimento                A Deus, que nos deu tudo, o dom da vida.                Aos nossos pais, por me ensinarem a r...
Índice3.1 Descrição da situação geral da organização, breve histórico, porte................................ 183.2 Área de...
8.7 Garantia da qualidade ...................................................................................................
11.5 Mapeamento dos Riscos............................................................................................. 15...
Índice de figuras                                                                 pgFigura 1.1. Amostra de alguns produtos...
1 Sumario Executivo        Este trabalho apresenta o Plano de Gerenciamento do Projeto “InSAR-Mapeamento do Estado da Bahi...
A Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia – SEI optoupela contratação de GPtoSAR Aerolevantamento S.A pa...
Os diversos tipos de mapas são elaborados visando uma melhor    compreensão do ambiente em que o homem vive. Para isso, co...
Figura 2.1 Mapeamento topográfico evidenciando as diferentes bases referenciais de                               mapeament...
Figura 2.2. Mapeamento topográfico existente com base referencial única (escala 1:50.000)                                 ...
Portanto, a situação deficiente do mapeamento disponível na região daBahia, justifica todo o esforço de execução do projet...
Figura 2.3 Sensor de Radar Orbital       A   interferometria     de   radar   é   um    método      alternativo   ao   mét...
Para oferecer uma aquisição de dados independente das condiçõesatmosféricas e da luz, a GptoSAR Aerolevantamento S.A, empr...
Figura 2.7 Penetração de sinais de Bandas XFigura 2.8 Penetração de sinais de Bandas P                                    ...
A partir de dados coletados pelo radar OrbiGpSAR, é possível obter não sóinformações da topografia como também sobre a dis...
Várias pesquisas e testes têm demonstrado o potencial dos dados radarbanda “P” para cartografia, estudos florestais, ambie...
3.1 Descrição da situação geral da organização, breve histórico, porte              A GPtoSAR é uma empresa brasileira, co...
3.3 Produtos        A GPtoSAR oferece produtos cartográficos e topográficos em diversasescalas (até 1:5000), nos formatos ...
Modelos digitais de terreno (MDT) e de superfície (MDS)              Banda X                                     Banda P  ...
MINERAÇAO E PETRÓLEO             Medidas de áreas de superfícies;             Levantamento de áreas de mineração;         ...
DEFESA                                       Delimitação de fronteiras;                                       Identificaçã...
•   Análise da degradação das áreas de várzea e bacias, extração de areia,lançamento de esgotos industriais e domésticos. ...
•   Para fiscalização e cobrança do Imposto Predial e Territorial Urbano;•   Detectar invasões e ampliações de áreas const...
ÉTICA – Gerir os recursos com honestidade, integridade e idoneidade;respeito pelas pessoas, seus valores e sua individuali...
INOVAÇÃO – Analisar permanentemente tanto o ambiente interno quanto oexterno, buscando inovação de processos e produtos pa...
3.6   Análises SWOT                      TABELA Análise dos Fatores Externos                         •   Apoio a políticas...
TABELA Análise Interna (pontos fortes e fracos) : Descrição do P Forte          Conseqüência para a          Impacto    Im...
TABELA Análise Externa (ameaças e oportunidades) através de                    Grau                      tendências com Ce...
4 Análise da Viabilidade4.1 Análise dos Cenários         Segue abaixo uma tabela com o cenário do projeto, sendo eles o ma...
5 Plano Gerenciamento do Escopo5.1 Termo de abertura                                 TERMO DE ABERTURAProjeto: InSAR - Map...
RISCOS•    Falta de autorização de vôo pela ANAC•    Defeito do Sistema Radar•    Acidente com aeronave•    Danos aos equi...
PRINCIPAIS ENVOLVIDOS:                     1. Gerente do Projetos•   Superintendência de Estudos Econômicos e sociais da B...
Figura 5.2.1.1. Mapa índice de referencia para o Mapeamento do Estado da Bahia        As áreas a serem mapeadas por ordem ...
Figura 5.2.1.2. Distribuição dos blocos e possíveis aeroportos para usar como base do                                     ...
BLOCO     ENQUADRAMENTO POR COORDENADAS EM WGS 84        Área A:    CSD – LAT 8° 45 00” / LONG 41° 30 00”  I              ...
Figura 5.2.1.3 Distribuição áreas do projeto para entrega         Todos   os   produtos     serão   entregues    conforme ...
• Relatórios de encerramento dos blocos ao cliente.5.2.3 Requisitos do produtoa) Relatório de acompanhamento do trabalho c...
Figura 5.2.3.1 Monografia das bases GPS.                     ARQUIVO DE COORDENADAS DE PONTOS DE CONTROLE                 ...
Figura 5.2.3.2. Modelo digital de Superfície (MDS)        Figura 5.2.3.3. Modelo digital de Superfície (MDS) vista 3D.⇒   ...
Nível de exatidão para os Blocos I (Oeste do Estado), II (oeste do estado) e IV(litoral   do   estado):   Todas   as   ort...
Todas as bandas (multiespectrais + pancromática) deverão ser retificadas eapós isto será feita a fusão de dados espectrais...
suavizada em formato *.shp, com as cotas das curvas de nível no banco dedados do arquivo shapefile; os pontos cotados de c...
Situações Particulares para os produtos cartográficos:    •   Curvas de nível em áreas urbanas: Em áreas densamente edific...
•   Relatório de Entrega com indicação das precisões obtidas em todos os    processos executados e produtos gerados, inclu...
5.3 Estrutura Analítica do Projeto - EAP (WBS)                                                 46/188
5.4 Dicionário da EAP / WBS                                                        Dicionário da EAPIdentificaç  ão EAP   ...
mais efetivo o uso dos recursos humanos que estarão direta ou     administração     de   Recursos                         ...
• Seleção de aeroportos;14   Identificação das Bases   Contempla os processos descritos a seguir:                        P...
• Adequação da aeronave para instalação do Radar, antenas e                                  todo o sistema que o compõe d...
aeroporto local para a monumentação dos marcos e                          contratação de auxiliares;                      ...
Este processo é feito mediante um computador com uma                                 console para inserção dos discos rígi...
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV

1.878 visualizações

Publicada em

Projeto apresentado à FGV para conclusão do MBA Executivo em Gestão de Projeto: 'INSAR-MAPEAMENTO DO ESTADO DA BAHIA'

Publicada em: Tecnologia
0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.878
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
9
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
0
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

INSAR Mapeamento do Estado da Bahia - MBAFGV

  1. 1. FUNDAÇÃO GETULIO VARGASMBA em Gerenciamento de Projetos – PROJ11São José dos Campos – Grupo CONEXÃO FGV Projeto InSar Mapeamento do Estado da Bahia Equipe: Yaneth Cecilia Jimenez Díaz Oswaldo da Silva Fegies Julio Cezar Morgado Vittorazo Jose Ricardo Patelli Junior Abril – 2010
  2. 2. Agradecimento A Deus, que nos deu tudo, o dom da vida. Aos nossos pais, por me ensinarem a retidão do caminho. Aos mestres, que com sua paciência, antes de me ensinarem, fizeram-me aprender. Às nossas companheiras, companheiros e aos meus colegas de classe, pelo convívio fraternal e familiar. A todos, o nosso MUITO OBRIGADO.
  3. 3. Índice3.1 Descrição da situação geral da organização, breve histórico, porte................................ 183.2 Área de atuação - O Sensoriamento Remoto.................................................................. 183.3 Produtos.......................................................................................................................... 193.4 Principais Produtos......................................................................................................... 193.5 Descrevendo os propósitos da organização.................................................................... 203.6 Análises SWOT.............................................................................................................. 273.7 Conclusões SWOT.......................................................................................................... 294.1 Análise dos Cenários...................................................................................................... 304.2. PayBack Descontado e Valor Presente Líquido............................................................ 304.2.1 Payback Descontado................................................................................................... 304.2.2 Valor Presente Líquido................................................................................................. 305.1 Termo de abertura........................................................................................................... 31 5.2 Escopo detalhamento..................................................................................................... 335.2.1 Descrição do escopo do produto.................................................................................. 335.2.2 Entregas do projeto...................................................................................................... 375.2.3 Requisitos do produto.................................................................................................. 385.3 Estrutura Analítica do Projeto - EAP (WBS) ................................................................... 465.4 Dicionário da EAP / WBS................................................................................................ 475.5 Mudança de escopo........................................................................................................ 555.5.1 Priorização das Mudanças de Escopo e Respostas..................................................... 565.5.2 Fluxograma de Mudanças de Escopo.......................................................................... 575.5.3 Lições Aprendidas........................................................................................................ 586.1 Lista dos Marcos............................................................................................................. 616.2 Cronograma.................................................................................................................... 626.3 Controle do Cronograma................................................................................................. 747.1 Descrição dos processos de gerenciamento de custos................................................... 757.1.1 Avaliação de Desempenho........................................................................................... 757.1.2 Avaliação de Mudanças no Orçamento e das Reservas Gerenciais............................ 757.2 Reservas orçamentárias................................................................................................. 767.3 Representação do fluxo de desembolso do projeto sem as reservas.............................. 777.4 Estimativa de Custos....................................................................................................... 787.4.1 Tabela de custos dos recursos do projeto.................................................................... 797.4.2 Representação gráfica dos custos classificados na Curva ABC................................... 807.4.3 Representação do fluxo de desembolso classificado na Curva ABC........................... 817.4.4 Tabela de fluxo de desembolso de cada recurso mensalmente................................... 827.4.5 Tabela de fluxo de desembolso das atividades do projeto mensalmente..................... 847.5 Orçamentação................................................................................................................. 857.5.1 Hipótese de custos....................................................................................................... 857.5.2 Tabela de fluxo de desembolso de cada cenário do projeto mensalmente.................. 867.5.3 Representação do fluxo de desembolso de cada cenário do projeto mensalmente.....877.6 Hipótese de Receitas...................................................................................................... 887.6.1 Comparativo entre a Curva S e o Fluxo de Caixa Acumulado...................................... 897.6.2 Fluxo de Caixa Mensal considerando custos operacionais sem incidência de impostosou depreciação...................................................................................................................... 907.6.3 Fluxo de Caixa Acumulado considerando custos operacionais sem incidência deimpostos ou depreciação...................................................................................................... 917.7 EVA - Earned Value Analysis (Análise do Valor Agregado) ........................................... 927.7.1 Representação gráfica de exemplificação do CPI e SPI.............................................. 927.7.2 Representação gráfica de exemplificação do EAC e BAC........................................... 938.1 Responsabilidade e autoridade....................................................................................... 948.2 Política da qualidade....................................................................................................... 958.3 Requisitos da qualidade.................................................................................................. 958.4 Objetivos metas e indicadores........................................................................................ 968.5 Solução de problemas e controle de mudanças............................................................ 100 3/188
  4. 4. 8.7 Garantia da qualidade .................................................................................................. 1018.7.1 Melhoria da qualidade ............................................................................................... 1018.7.2 Auditorias................................................................................................................... 1038.7.3 Registro de Itens Não Conformes: ............................................................................ 1058.7.4 Ações corretivas e preventivas .................................................................................. 1068.8 Controle da Qualidade ................................................................................................. 1088.8.1 Registros e relatórios da qualidade ........................................................................... 1089.1 Organograma do projeto............................................................................................... 1099.2 Equipe do projeto.......................................................................................................... 1109.3 Matriz de responsabilidades (Responsável, Aprova, Executa, Informa)........................ 1129.4 Descrição dos cargos.................................................................................................... 1139.4.1 Gerente de produção................................................................................................. 1139.4.2 Coordenador de Cartografia ...................................................................................... 1139.4.3 Coordenador de Controle de Qualidade ................................................................... 1149.4.4 Coordenador de Geoprocessamento ........................................................................ 1149.4.5 Analista Controle de Qualidade.................................................................................. 1159.4.6 Analista de Geo-processamento................................................................................ 1159.4.7 Analista em Cartografia ............................................................................................. 1169.4.8 Coordenador de Operações de Campo ..................................................................... 1169.4.9 Gerente de operações de Vôo................................................................................... 1179.4.10 Operador de Radar ................................................................................................. 1179.4.11 Operador de Transcrição ......................................................................................... 1189.4.12 Operador de geodésia ............................................................................................. 1199.4.13 Supervisor técnico de Radar ................................................................................... 1199.4.14 Administrador de contrato........................................................................................ 1199.5 Novos recursos, re-alocação e substituição de membros do time................................. 1199.5.1 Novos recursos.......................................................................................................... 1209.5.2 Re-alocação de recursos............................................................................................ 1209.5.3 Substituição................................................................................................................ 1209.6 Treinamento.................................................................................................................. 1209.7 Avaliação de resultados da equipe do projeto............................................................... 1219.8 Modelo de Avaliação de Desempenho Individual.......................................................... 1229.9 Análise e Conceituação................................................................................................. 1229.10 Identificação das Causas............................................................................................ 1249.11 Programa para melhoria do desempenho................................................................... 1249.12 Bonificação.................................................................................................................. 1259.13 Alocação financeira para o gerenciamento de RH...................................................... 1259.14 Administração do plano de gerenciamento de recursos humanos.............................. 1259.15 Outros assuntos relacionados ao gerenciamento de RH do projeto não previstos nesteplano................................................................................................................................... 12610.1 Processos de Gerenciamento das Comunicações...................................................... 12610.2 Eventos de comunicação............................................................................................ 12910.2.1 Cronograma dos eventos de comunicação.............................................................. 13210.3 Plano de Gerenciamento da Documentação do Projeto.............................................. 13310.3.1 Arquitetura do Sistema de Informação..................................................................... 13310.3.2 Estrutura Eletrônica da Documentação.................................................................... 13410.3.3 Controle de Documentação...................................................................................... 13510.3.4 Matriz Responsabilidade de Documentos do Projeto .............................................. 13910.4 Relatórios do Projeto .................................................................................................. 14010.4.1 Cronograma dos relatórios do Projeto...................................................................... 14311.1 Metodologia................................................................................................................. 14411.2 Equipe gerenciamento de riscos................................................................................. 14511.3 Técnica de mapeamento............................................................................................. 14611.3.1 RBS (Risk Breakdown Structure)............................................................................. 14711.4 Avaliação / Análise Qualitativa.................................................................................... 148 4/188
  5. 5. 11.5 Mapeamento dos Riscos............................................................................................. 15611.6 Alternativas de Respostas .......................................................................................... 15611.6.1 Respostas aos Riscos e Oportunidades do projeto.................................................. 15711.8 Calculo do Risco Total do projeto................................................................................ 16411.9 Comunicação e documentação................................................................................... 16511.10 Controle / Freqüência de acompanhamento dos riscos............................................. 16511.11 Encerramento............................................................................................................ 16911.12 Indicadores de desempenho..................................................................................... 16912.1 Processos de gerenciamento das aquisições.............................................................. 17012.2 Premissas relativas às aquisições do projeto.............................................................. 17012.3 Restrições relativas às aquisições do projeto.............................................................. 17112.4 Fluxograma dos processos de aquisições .................................................................. 17212.5 Tipos e modalidades de contratos a serem usados no projeto.................................... 17312.6 Acompanhamento do pedido....................................................................................... 17412.7 Avaliação de propostas............................................................................................... 17512.8 Diretrizes de gerenciamento de contratos .................................................................. 17612.8.1 Freqüência de avaliação.......................................................................................... 17612.9 Aporte financeiro......................................................................................................... 17612.10 Contratos................................................................................................................... 17612.11 Encerramento de contratos....................................................................................... 17813.1 Identificação dos stakeholders.................................................................................... 18113.2 SBS (Stakeholders Breakdown Structure) .................................................................. 18313.3 Análise Qualitativa de Stakeholders............................................................................ 18413.4 Ações de abordagem dos stakeholders...................................................................... 185 5/188
  6. 6. Índice de figuras pgFigura 1.1. Amostra de alguns produtos de entregue do projeto. 7Figura 2.1 Mapeamento topográfico evidenciando as diferentes bases 9referenciais de mapeamento (escala 1:100.000).Figura 2.2. Mapeamento topográfico existente com base referencial única 10(escala 1:50.000)Figura 2.3 Sensor de Radar Orbital 11Figura 2.4 RADAR 12Figura 2.5. Aquisição de dados 12Figura 2.6 Sede da GptoSAR 13Figura 2.7 Penetração de sinais de Bandas X 13Figura 2.8 Penetração de sinais de Bandas P 14Figura 2.9 Mapa temático de vegetação e hidrografia 14Figura 2.10 Extração automática da rede Hidrográfica usando o modelo de 15elevação.Figura 2.11 Mapa de clarificação da altura de vegetação 15Figura 5.2.1.1. Mapa índice de referencia para o Mapeamento do Estado da 32BahiaFigura 5.2.1.2. Distribuição dos blocos e possíveis aeroportos para usar como 33base do MapeamentoFigura 5.2.1.3 Distribuição áreas do projeto para entrega 35Figura 5.2.3.1 Monografia das bases GPS. 36Figura 5.2.3.2. Modelo digital de Superfície (MDS) 38Figura 5.2.3.3. Modelo digital de Superfície (MDS) vista 3D. 38Figura 5.2.3.4. Ortoimagem de RADAR. 39Figura 5.2.3.5. Ortoimagens ortorrectificadas (fornecidas pela SEI) 40Figura 5.2.3.6. Mapa topográfico com arquivos de curvas de nível. 41Figura 5.2.3.7. Arquivo de Curvas de nível. 41Figura 5.5.1. Formulário Solicitação de Mudança de Escopo 53Figura 5.5.2.1 Fluxograma de Mudança de Escopo 55Figura 5.5.3.1. Fluxograma Lições Aprendidas 57Figura 7.1.2.1. Fluxograma para análises de mudança de orçamento. 72Figura 7.2.1 Gráfico da distribuição do custo 73 6/188
  7. 7. 1 Sumario Executivo Este trabalho apresenta o Plano de Gerenciamento do Projeto “InSAR-Mapeamento do Estado da Bahia”, onde são avaliados os benefícios deinvestimento na produção de cartas topográficas para o planejamento e a execuçãode projetos de infra-estrutura, tais como estradas, hidrelétricas, gasodutos, ferrovias,entre outros. Sem a devida exatidão topográfica podem ser cometidos erros quepodem inviabilizar projetos relevantes para o desenvolvimento regional. Outra aplicação importante da cartografia é o estudo de áreas para osprojetos de assentamentos rurais, agrícolas e de mineração, possibilitando definiçãodos locais dos assentamentos ou empreendimentos, caracterizando a ação doEstado no ordenamento territorial. Este documento contempla todos os requisitos mínimos exigidos noProcesso Administrativo n° 1401080016822/2008, referente à contratação de serviçopara mapeamento do estado da Bahia, totalizando a cobertura de uma área de600.054 km², correspondendo a 1.986 mapas, com os seguintes produtos:o Modelos Digitais de Superfície (MDS) em formato GeoTiff.o Ortoimagens imagens digitais obtidas pelo processo de ortorretificação das imagens digitais, fornecidas pela SEI em formato GeoTiff.o Ortoimagens de Radar em formato GeoTiff.o Arquivos de curva de nível com eqüidistância de 10 metros para a escala 1:25.000 em formato Shapefileo Relatório impresso e digital em formato pdf. 7/188
  8. 8. A Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia – SEI optoupela contratação de GPtoSAR Aerolevantamento S.A para a execução deste projetodevido à ampla experiência em projetos de mapeamento de grandes áreas em umintervalo reduzido de tempo usando tecnologia InSAR (Radar interferométrico deApertura Sintética) que oferece a aquisição de dados independente das condiçõesatmosféricas, da luz do dia, nebulosidade ou fortes chuvas alcançando uma classede precisão altimétrica inédita no mercado, utilizando tecnologia pioneira no mundoe a mais adequada para a execução do projeto. Figura 1.1. Amostra de alguns produtos de entregue do projeto. 2 Introdução / Histórico 8/188
  9. 9. Os diversos tipos de mapas são elaborados visando uma melhor compreensão do ambiente em que o homem vive. Para isso, com passar dos anos, foram desenvolvidas diversas técnicas para projetar em um plano uma representação fiel do espaço que ele ocupa. Hoje, com as descobertas de novas tecnologias, as técnicas de sensoriamento remoto e de geoprocessamento se fazem essenciais para a composição de diversos mapas temáticos e facilitam a compreensão e os estudos espaço-ambientais de uma região. O termo Geoprocessamento denota a disciplina do conhecimento que utiliza técnicas matemáticas e computacionais para o tratamento da informação geográfica e que vem influenciando de maneira crescente as áreas de Cartografia, Análise de Recursos Naturais, Transportes, Comunicações, Energia e Planejamento Urbano e Regional. O mapeamento da Bahia está defasado há pelo menos 40 anos. Por conta deste atraso, existe uma demanda reprimida pelo uso de sistemas de informações geográficas no estado. A Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI) realiza parcerias para viabilizar a atualização destes dados, ferramentas essenciais na tomada de decisões estratégicas, lembrando que quando uma entidade do setor público ou privado tem um mapeamento da região em que pretende desenvolver um negócio, ela define com maior exatidão sua estratégia de atuação. Pelo fato de ter sido sempre um grande desafio para a Cartografia Brasileira, a necessidade o mapeamento do Estado da Bahia se deve à:• Situação do Mapeamento atual è incipiente e desatualizada contendo diversidades das informações de Bases (Referencial / Formato de Arquivo /Precisão), distorções, ausência de padronização, inconsistência de Dados, inviabilização do intercâmbio de dados e perda de Informações / Tempo / Recursos; 9/188
  10. 10. Figura 2.1 Mapeamento topográfico evidenciando as diferentes bases referenciais de mapeamento (escala 1:100.000).• Necessidade de atualização e a criação de uma base cartográfica única, bem como a padronização e cobertura do Vazio Cartográfico na região;• Ineficácia dos tradicionais métodos aerofotogramétricos na obtenção de dados independente das condições climáticas e;• Ampliada importância do mapeamento topográfico em virtude de interesses econômicos e estratégicos na região. 10/188
  11. 11. Figura 2.2. Mapeamento topográfico existente com base referencial única (escala 1:50.000) 11/188
  12. 12. Portanto, a situação deficiente do mapeamento disponível na região daBahia, justifica todo o esforço de execução do projeto, que propiciará a maiscompleta coleção de dados jamais obtidos sobre a Bahia, onde se destacam, dentreoutros, a elaboração do Zoneamento Econômico e Ecológico, de Relatórios deImpacto de Meio Ambiente, de mapeamento de fauna e flora, de pesquisas derecursos minerais, de estudos para implantação de grandes projetos privados egovernamentais, colocando à disposição dos poderes executivos instrumentosadequados para a gestão e a tomada de decisão. Também será beneficiada a área de Defesa, principalmente em relação aosórgãos estaduais de segurança pública e a Polícia Federal, na repressão contra otráfico de drogas, o contrabando e demais ilícitos, bem como o trabalho demanutenção dos marcos de fronteiras estaduais. As plataformas dos sensores de radar orbitais, que hoje se encontramoperacionais, não dispõem de um acurado sistema de geoposicionamento dosdados adquiridos, necessitando de uma grande quantidade de pontos de apoio a serdeterminada no terreno, para que se possam obter as informações plani-altimétricascom a exatidão posicional compatível com a maior escala de mapeamento desejada.Como conseqüência dessas limitações tecnológicas, as plataformas orbitais de radarnão mapeiam no nível do solo e o custo final, considerando as imagens e o trabalhode campo, é maior, quando comparado com os aludidos radares aerotransportados. 12/188
  13. 13. Figura 2.3 Sensor de Radar Orbital A interferometria de radar é um método alternativo ao métodoestereoscópico tradicional de extração de informações altimétricas, utilizando aspropriedades de coerência do Radar de Abertura Sintética (InSAR) e aproveitandoas vantagens dos sistemas de radar e do processamento digital de imagens. Por serum sensor ativo, o radar não necessita de luz solar para o imageamento e,principalmente por atuar na região das microondas do espectro eletromagnético, nãosofre a influência do ambiente. Dessa forma, é capaz de mapear toda superfícieterrestre, mesmo durante a noite ou quando há nebulosidade ou fortes chuvas. Figura 2.4 RADAR Figura 2.5. Aquisição de dados 13/188
  14. 14. Para oferecer uma aquisição de dados independente das condiçõesatmosféricas e da luz, a GptoSAR Aerolevantamento S.A, empresa de basetecnológica, especializada em Sensoriamento Remoto com centro tecnológico ecomercial localizado em São José dos Campos (SP), em 2002 desenvolveu o radarOrbiGpSAR que apresenta-se como o sensor tecnologicamente adequado paraobter eficientemente imagens da superfície terrestre.Endereço Rua Dr. Oswaldo Porelli, 311, 5º andar.São José dos Campos - SPCep 12.444-000Telefone (12) 3200-4500CNPJ 02.087.717/0000-88 Figura 2.6 Sede da GptoSAR Por utilizar duas freqüências de mapeamento simultâneas (Bandas X e P), oequipamento também fornece a medida da altura da copa de árvores e a formaçãodo solo sob a vegetação (topografia real do terreno). 14/188
  15. 15. Figura 2.7 Penetração de sinais de Bandas XFigura 2.8 Penetração de sinais de Bandas P 15/188
  16. 16. A partir de dados coletados pelo radar OrbiGpSAR, é possível obter não sóinformações da topografia como também sobre a distribuição de biomassa, tipo decobertura de solo, escoamento hidrológico, produção de mapas da rede hidrológica,da rede de transporte e uso de terra e cadastramento urbano e rural. Figura 2.9 Mapa temático de vegetação e hidrografia Figura 2.10 Extração automática da rede Hidrográfica usando o modelo de elevação. 16/188
  17. 17. Várias pesquisas e testes têm demonstrado o potencial dos dados radarbanda “P” para cartografia, estudos florestais, ambientais e geológicos, além deoutras aplicações, em regiões de floresta densa. Estudos visando ao mapeamentode diferentes tipos de cobertura da terra, de desflorestamento, de características deáreas de produção e a avaliação agrícola e de impacto ambiental também têm sidodesenvolvidos, principalmente em florestas. Figura 2.11 Mapa de clarificação da altura de vegetação 3 Analise Estratégica 17/188
  18. 18. 3.1 Descrição da situação geral da organização, breve histórico, porte A GPtoSAR é uma empresa brasileira, com participação acionária do BNDES, de base tecnológica, especializada em sensoriamento remoto, que possui centros tecnológicos e comerciais em Campinas (SP) e São José dos Campos (SP). Fundada em 1984, a empresa iniciou suas atividades em São José dos Campos (SP), desenvolvendo projetos de instrumentação e engenharia eletrônica nas áreas de telefonia fixa e equipamentos de radio navegação. Em 2002, a empresa iniciou suas atividades na área de Sensoriamento Remoto e desenvolveu um radar InSAR (radar Interferométrico de abertura sintética) aerotransportado, que vem realizando serviços de mapeamento cartográfico em diversos países. Em 2006, a GPtoSAR iniciou sua divisão de Radares de Vigilância para o controle aéreo e terrestre, tendo já entregue algumas unidades no mercado de defesa. 3.2 Área de atuação - O Sensoriamento Remoto De dia ou à noite, com ou sem nuvens, os radares InSAR desenvolvidos pela GPtoSAR são capazes de mapear terrenos com a finalidade de gerar mapas com alta resolução e precisão. Esse é o sensor ideal para a aquisição e a geração eficiente de imagens das superfícies onde a cobertura por nuvens seja freqüente ou em áreas onde a vegetação seja muito densa. Os radares InSAR da GPtoSAR usualmente permitem:• A aquisição de dados independentemente das condições atmosféricas;• O mapeamento das copas das árvores e do solo sob a vegetação de florestas;• A geração de imagens ortorretificadas, de modelos digitais de elevação (superfície ou terreno) e de produtos derivados. 18/188
  19. 19. 3.3 Produtos A GPtoSAR oferece produtos cartográficos e topográficos em diversasescalas (até 1:5000), nos formatos srf, tiff, geotiff, ascii file(txt), postscript, curvasdwg ou qualquer outro formato digital de impressão.3.4 Principais Produtos Modelos digitais de terreno (MDT) e de superfície (MDS) Banda X Banda P Hidrografia Ortoimagem Carta Topográfica Ortoimagem com curvas de nível 19/188
  20. 20. Modelos digitais de terreno (MDT) e de superfície (MDS) Banda X Banda P Ortoimagem com classificação Subsidência3.5 Descrevendo os propósitos da organização a) Negócio: benefícios entregues aos clientes GEOLOGIA Levantamentos morfológicos em áreas de difícil acesso; Levantamentos de camadas de terrenos e de falhas em superfícies geológicas; Levantamentos de terrenos cobertos com densa vegetação de floresta; Extração automática de curvas de nível; Análise geomorfológica de superfícies; Identificação de minérios. ENGENHARIA FLORESTAL Classificação de florestas; Monitoramento de desmatamento; Análise de biomassa; Monitoramento de incêndios. 20/188
  21. 21. MINERAÇAO E PETRÓLEO Medidas de áreas de superfícies; Levantamento de áreas de mineração; Análise de sistemas de dutos e tubulações de qualquer tipo; Monitoramento de derramamento de óleo em mar aberto; Perfilamento de superfícies.ENGENHARIA CIVIL, ELÉTRICA E AMBIENTAL Levantamento e análise de cotas e áreas inundáveis para projetos de usinas hidrelétricas; Levantamento para a construção de pontes e estradas; Levantamento para a construção de linhas de transmissão; Levantamento de áreas de preservação. HIDROLOGIA Perfilamento de rios para usinas hidrelétricas; Monitoramento de áreas sujeitas a inundações por rios, lagos e mar; Levantamento e análise de vegetação inundada e nascentes de rios; Monitoramento de rios permanentes e temporários; Levantamento e análise de reservatórios de água. AGRICULTURA Levantamento e análise de altimetria para projetos de irrigação; Classificação de superfícies pelos tipos de culturas agrícolas; Cálculo de biomassa. 21/188
  22. 22. DEFESA Delimitação de fronteiras; Identificação de objetos abaixo da vegetação densa; Detecção de atividades humanas por alterações na sub-floresta; Localização de pistas clandestinas. O sensoriamento remoto é empregado no levantamento de solos, estudo de pastagens, de florestas, de recursos hídricos, levantamento geológico e exploração mineral, uso da terra, demografia, proteção do meio ambiente, recursos do mar e oceanografia, produção agrícola. No gerenciamento de atividades em áreas como agricultura, defesa civil, educação, geração de energia, fiscalização, arrecadação de impostos, meio ambiente, mineração, modernização municipal e estadual, saneamento básico, transporte, saúde e segurança. Abaixo são citados alguns exemplos. Recursos minerais:• Levantamento geológico de regiões, pesquisa mineral de áreas específicas, análise do condicionamento geológico de depósitos de metais e das mineralizações radioativas, análise de áreas favoráveis a ocorrência de argilas. Uso da terra: • Caracterização e mapeamento do uso do solo, mapeamento ferroviário e rodoviário; • Identificação de avanços de ocupações populacionais; • Degradações ambientais. Águas: • Comportamento dinâmico das águas, mapeamento térmico da superfície do mar; 22/188
  23. 23. • Análise da degradação das áreas de várzea e bacias, extração de areia,lançamento de esgotos industriais e domésticos. Agronomia: • Mapeamento do solo, monitoramento e avaliação de florestas,levantamento e controle de áreas sujeitas a desmatamento, avaliação da qualidadede pastagens e plantações; • Fiscalização de desmatamento e corte de árvores. Defesa Civil: • Registro de locais afetados por enchentes e queimadas de modo a facilitaro trabalho da defesa civil. Planejamento Urbano: • Levantamento para estudo e planejamento; • Identificação de mananciais e áreas de preservação de mata,monitoramento do meio ambiente, uso e ocupação do solo; • Planejamento de logradouros em área urbana e rural; • Planejamento de vias de acesso, de transporte, de energia, aeroportos eportos; • Elaboração de linhas de ônibus, ampliação de escolas, recolhimento delixo, localização de atividades industriais, sinalização viária; • Levantamento de informações urbanas com dados de vias pavimentadase não pavimentadas, pontes, bueiros, viadutos, túneis, galerias; • Mapeamento planialtimétrico digital para a formulação de políticaspúblicas, fiscalização urbana e tributária; • Orientar investimentos nas cidades; • Planejamento logístico. Fiscal: • Para a obtenção de base de dados cartográficos e de cadastro técnicomultifinalitário com registro imobiliário; 23/188
  24. 24. • Para fiscalização e cobrança do Imposto Predial e Territorial Urbano;• Detectar invasões e ampliações de áreas construídas.b) Principais clientes:• PETROBRAS• ALCOA• VALE• INPE• ELETRONORTE• CTEX• PREFEITURAS• GOVERNOS ESTADUAIS• FORÇAS ARMADASc) Expectativas dos stakeholders priorizadas:• Controle rígido da qualidade, orçamento e prazo• Fornecedores com experiência comprovada• Obtenção de aprovações legaisd) Valores e princípios mais importantes para a organização: 24/188
  25. 25. ÉTICA – Gerir os recursos com honestidade, integridade e idoneidade;respeito pelas pessoas, seus valores e sua individualidade; respeito pelo ambienteem que vivemos; avaliação das conseqüências dos atos praticados. SIMPLICIDADE – Fazer as coisas de forma simples e objetiva, sem perderqualidade. TRANSPARÊNCIA – Acompanhar e informar toda a sociedade sobre asações executadas e os resultados obtidos pela empresa, permitindo um amplocontrole social. ATITUDE DE EXCELÊNCIA – Trabalhar de forma ágil, persistente,responsável, entusiasmada e comprometida, garantindo que as ações da empresatenham o máximo de efetividade possível, gerando, assim, maiores benefícios paraa sociedade. VALORIZAÇÃO DAS PESSOAS – Reconhecer que a valorização dosprofissionais e dos clientes é essencial para o desenvolvimento da sociedade; proverformação das pessoas independentemente do local, posição ou cargo; agir com osclientes e funcionários com solidariedade, respeito, humildade, eqüidade deoportunidades e fidelidade aos compromissos assumidos. COMPROMISSO COM RESULTADOS – Cuidar que para todos os nossosesforços estejam focados, o tempo todo, na geração de resultados para o nossopúblico-alvo. VALORIZAÇÃO E SOCIALIZAÇÃO DO CONHECIMENTO – Reconhecer oconhecimento como essencial para o desenvolvimento e compartilhá-lointensamente entre os profissionais da empresa, famílias rurais, parceiros e toda asociedade. PARTICIPAÇÃO – Praticar gestão compartilhada: o trabalho de cadacolaborador deve contribuir para os objetivos da empresa; utilizar, no trabalho comos agricultores, a metodologia participativa, estimulando a gestão social, Meioambiente e a biodiversidade. 25/188
  26. 26. INOVAÇÃO – Analisar permanentemente tanto o ambiente interno quanto oexterno, buscando inovação de processos e produtos para melhorar o atendimentodas demandas da sociedade, sem complicar e sem aumentar a burocracia. RESPONSABILIDADE SOCIAL E AMBIENTAL – Reconhecer o impacto dasações da empresa na inclusão social e na redução das desigualdades comsustentabilidade, atuando sempre de modo a preservar o meio ambiente e abiodiversidade. e) Abrangência geográfica • Américas, Europa e África. f) Missão organizacional: • Dispor aos seus clientes, produtos e serviços que façam uso das mais avançadas tecnologias nos campos de Sensoriamento Remoto • Satisfazer aos nossos clientes, colaboradores e acionistas com produtos e serviços de qualidade que atendam as necessidades e expectativas estabelecidas em comum acordo g) Visão de futuro para a organização, para um horizonte de tempoestratégico de 10 anos. • Ser a empresa referencial e de maior preferência no ramo de atuação nos próximos 10 anos, mundialmente reconhecida, buscando aprimoramento contínuo e inovando sempre 26/188
  27. 27. 3.6 Análises SWOT TABELA Análise dos Fatores Externos • Apoio a políticas ambientais; • Apoio a projetos relevantes para o desenvolvimento regional; • Apoio na ação do Estado no ordenamento territorial; OPORTUNIDADES • Falta de mapeamento eficiente de regiões; • Benefícios advindos de políticas governamentais para planejamento urbano; • Novos processos ou tecnologias que reduzam o custo da execução • Dificuldade na definição das necessidades do cliente; • Instabilidade atmosférica; • Concorrência de outras empresas; • Surgimento de novas tecnologias; • Atraso nas entregas de fornecedores; AMEAÇAS • Dificuldade de financiamento para órgãos públicos; • Dependência de fornecedor de pacote avião/piloto/manutenção; • Dependência de pistas próximas as áreas de vôo; • Necessidade de consulta aos órgãos de controle aéreo; • Roubo de equipamentos no campo TABELA Análise dos Fatores Internos: • Qualidade na precisão dos produtos; • Estrutura organizacional enxuta; • Aquisição de dados independentes das condições atmosféricas e da luz do dia; • Alto índice de padronização; PONTOS FORTES • Colaboradores e parceiros com notória especialização nas suas áreas de atuação; • Gera simultaneamente Imagens Orto-retificadas e Modelos de Superfície; • Modelos de Terreno e produtos derivados de alta qualidade. • Necessidade de deslocamento de equipe no campo; • Alta rotatividade da equipe técnica; • Tempo elevado de treinamento; PONTOS FRACOS • Necessidade de atualização do software; • Necessidade de transporte de hardware do campo para a Central de Processamento; • Custo elevado de manutenção dos equipamentos. 27/188
  28. 28. TABELA Análise Interna (pontos fortes e fracos) : Descrição do P Forte Conseqüência para a Impacto Impacto Soma Organização Missão Visão Qualidade na precisão Confiabilidade dos resultados 1 2 3dos produtos Colaboradores e Qualidade dos resultados 1 2 3parceiros com notóriaespecialização nas suasáreas de atuação Gera simultaneamente Facilidade para obtenção de 1 2 3Imagens Orto- informaçõesRetificadas e Modelos deSuperfície Estrutura organizacional Flexibilidade na resposta 1 1 2enxuta Aquisição de dados Precisão de informações 1 1 2independentes dascondições atmosféricase da luz do diaAlto índice de Respostas rápidas 1 1 2padronizaçãoModelos de Terreno e Qualidade 1 1 2produtos derivados dealta qualidade Descrição do P Fraco Conseqüência para a Impacto Impacto Soma Organização Missão VisãoAlta rotatividade da Perda de qualidade 2 2 4equipeNecessidade de Custo influenciando os preços 2 2 4atualização do software e atrasos com treinamentosNecessidade de Possibilidade de atrasos e 1 2 3transporte de hardware perdas na obtenção de dadosdo campo para a Centralde ProcessamentoNecessidade de Possibilidade de atrasos na 1 1 2deslocamento de equipe obtenção de dadosno campoTempo elevado de Redução na velocidade de 1 1 2treinamento respostaCusto elevado de Custo influenciando os preços 1 0 1manutenção dosequipamentos TABELA Análise Externa (ameaças e oportunidades) através de Grau tendências com Cenário Realista ImpactoTendência de atuação da concorrência: aumento do número de empresas fornecendo oserviçoOportunidade para subcontratação de serviços 2Ameaça de perda de mercado 2Tendência de comportamento do mercado/cliente: maior competitividade do mercado 28/188
  29. 29. TABELA Análise Externa (ameaças e oportunidades) através de Grau tendências com Cenário Realista Impacto para estes serviços Oportunidade para desenvolvimento de novos produtos 2 Ameaça de perda de mercado 2 Tendência de fornecedores/distribuidores: dificuldade de contratação de fornecedores devido a qualidade baixa ou aumento de contratos Oportunidade para desenvolver novos fornecedores 1 Ameaça de contratação de fornecedores 2 Tendência de novidades tecnológicas: lançamento de equipamentos e softwares mais baratos e de maior acesso às Empresas Oportunidade para aumento de mercado e redução de custos 3 Ameaça de perda de mercado 2 Tendência de ordem econômica: queda do poder ‘aquisitivo’ Oportunidade para desenvolver novos serviços/produtos ao menor custo 3 Ameaça de não conseguir redução de custos e diminuição de lucro 2 Tendência de sócio-culturais: maior participação dos envolvidos das áreas sensoriadas Oportunidade para maior divulgação dos benefícios 2 Ameaça de novas exigências 1 Tendência de políticas e de legislação: políticas e legislação mais exigentes quanto ao planejamento das cidades/empreendimentos Oportunidade para novos serviços/produtos 2 Ameaça de restrições 1 Tendência de ordem internacional Oportunidade para contratos internacionais 3 Ameaça de chegada de empresa estrangeira 23.7 Conclusões SWOT O projeto “InSAR - Mapeamento do Estado da Bahia”, apresenta um cenáriofavorável, mas é imprescindível considerar que ações devem ser tomadas contra asameaças do setor e pontos fracos identificados da empresa, visto que podem afetaro sucesso desta e outras iniciativas, oferecendo produtos cartográficos de altaqualidade. Atenção constante nos seguintes aspectos: • Melhoria contínua de qualidade; • Treinamento e rotatividade de pessoal; • Atualização de software e hardware; • Atualização da legislação; • Acompanhamento das necessidades do mercado;Acompanhamento de concorrências nacionais e internacionais. 29/188
  30. 30. 4 Análise da Viabilidade4.1 Análise dos Cenários Segue abaixo uma tabela com o cenário do projeto, sendo eles o maisesperado, no pior caso e no melhor caso conforme definido no plano degerenciamento de riscos: Cenários Resultados Esperado Pior caso Melhor Caso (+) Receita R$ 30.803.456,69 R$ 30.803.456,69 R$ 30.803.456,69 (-) Custo R$ 11.232.779,80 R$ 11.232.779,80 R$ 11.232.779,80 (-) Reserva de Risco R$ 2.974.244,74 R$ 9.022.400,26 -R$ 1.468.762,83 (-) Reserva Gerencial R$ 1.123.277,98 R$ 1.123.277,98 R$ 1.123.277,98 (-) Impostos R$ 6.323.749,79 R$ 8.818.613,94 R$ 4.491.009,17 (=) Lair R$ 9.149.404,39 R$ 606.384,70 R$ 15.425.152,58 (-) IR R$ 2.287.351,10 R$ 151.596,18 R$ 3.856.288,15 (=) Lucro Líquido R$ 6.862.053,29 R$ 454.788,53 R$ 11.568.864,444.2. PayBack Descontado e Valor Presente Líquido O fluxo de caixa global apresentado acima considera a taxa de atratividadedo projeto de 12% ao ano para os cálculos dos índices a seguir:4.2.1 Payback Descontado O payback descontado considerou a taxa de 0,95% a.m., sendo que nocenário mais esperado o payback descontado calculado foi de 12,55 meses,considerando que ocorreram 03 inversões de fluxo de caixa e ocorreu 01 paybackdescontado intermediário de 0,38 meses.4.2.2 Valor Presente Líquido O cálculo do VPL resulta do valor presente das entradas de caixa menos ovalor presente das saídas de caixa descontadas ao custo de capital da empresa de0,95% a.m.. No cenário mais esperado o VPL é igual a R$ 12.414.825,05,concluindo que o capital investido é recuperado e a remuneração do investimentosupera a taxa de atratividade do projeto. 30/188
  31. 31. 5 Plano Gerenciamento do Escopo5.1 Termo de abertura TERMO DE ABERTURAProjeto: InSAR - Mapeamento do Estado da BahiaCliente: Superintendência de Estúdios Econômicos e Sociais da Bahia (SEI)Gerente: José Ricardo Patteli Patrocinador: Yaneth JiménezOBJETIVOGeração de Modelo digital de superfície, ortoimagens digitais e curvas de nível visando omapeamento sistemático e temático do estado da Bahia, totalizando uma área deaproximadamente 600.004 km2 correspondente a 1.986 mapas na escala 1:25.000, usandotecnologia de mapeamento InSAR, pela empresa GPtoSAR Aerolevantamento S.A em umprazo de 26 meses a um custo máximo de R$ 16.000.000,00.METASFornecimento de ferramentas essenciais na tomada de decisões estratégicas viabilizandoprojetos relevantes para o desenvolvimento regional.PREMISSAS RESTRIÇÕES• Recursos humanos, software e hardware serão • Os vôos serão efetuados em fornecidas pela GPtoSAR. condições atmosféricas adequadas.• Aeronaves serão subcontratas e os pilotos devem posuir experiência em trabalhos de • Todos os vôos planejados serão aerolevantamentos. autorizados• Veículos de transporte serão subcontratados e • O governo local deverá deverão estar em bom estado de conservação proporcionar as condições de segurança e apoio operacional às• Serão realizadas entregas parciais, por blocos, bases mediante pagamento conforme estabelecidos no cronograma.• A subcontratada deverá garantir sempre a disponibilidades das aeronaves a serem utilizadas durante o período de aerolevantamento.• Todas as imagens a serem ortoretificadas especificadas de entrega do projeto, serão fornecidas pelo cliente (SEI) para dar inicio aos trabalhos de processamento de todos os Blocos até o dia 12/04/2010. 31/188
  32. 32. RISCOS• Falta de autorização de vôo pela ANAC• Defeito do Sistema Radar• Acidente com aeronave• Danos aos equipamentos de medição e cones refletores• Acidente no transporte dos Hard Disks• Risco associado com a contratação da aeronave• Restrições nos horários de funcionamento dos aeroportos• Limitações de acesso da região para as atividades de campo.• Indisponibilidade de aquisição de combustíveis para a aeronave nas localidades próximas as bases.• Bases operacionais não previstas por problemas de cobertura da área contratada, ou mudanças de Bases por não apresentarem condições mínimas adequadas paraDECLARAÇÃO aerolevamento. trabalho de DE NÃO ESCOPO• Fornecimento de aeronaves;• Contratação de Mecânicos da aeronave;• Contratação de Aeroportos;• Combustível da aeronave;• Manutenção de aeronaves;• Contratação de pilotos;• Fornecimento de peças de reposição;• Alojamento das bases;PRAZO INVESTIMENTO 26 meses R$ 16.000.000PRINCIPAIS FASES PERÍODO CUSTOSMapeamento Bahia Jan-2010 até Mar-2012 (27 meses) R$ 1.344.000,00Gestão de projetos Jan-2010 até Mar-2012 (27 meses) R$ 118.101,00Planejamento inicial Jan-2010 até Mar-2010 (2 meses) R$ 20.017,00Contratação da aeronave Jan-2010 até Abr-2010 (3 meses) R$ 328.205,00Mapeamento dos blocos Abr-2010 até Mar-2012 (23 meses) R$ 9.422.456,81 32/188
  33. 33. PRINCIPAIS ENVOLVIDOS: 1. Gerente do Projetos• Superintendência de Estudos Econômicos e sociais da Bahia (Cliente)• Governo• Comunidades• Patrocinador• Subcontratados (Pilotos e mecânicos)• Fornecedores Hard Disks• Sindicatos Aeronautas (Controladores de vôo, Mecânicos, Cartógrafos), ANEA ( Associação Nacional de Empresas de Aerolevantamento)• Agências do Governo (Anac, Ibama, Infraero, IBGE, CONCAR, 3° Divisão de Levantamento da Diretoria do Serviço Geográfico, entre outros. )• ConcorrênciaGERENCIAMENTO DAS INFORMAÇÕESAs informações geradas pelo projeto serão armazenadas e atualizadas na intranet.Foi previsto um sistema de backup semanal para manter cópia de segurança dasinformações do projeto. Normas verificadas Exigências legais verificadas Envolvidos comunicados Restrições verificadasData: Elaborado por: Nome/Cargo Aprovado por: Nome/Cargo26/07/09 José Ricardo Patteli / Gerente de Projeto Yaneth Jiménez / Patrocinador5.2 Escopo detalhamento5.2.1 Descrição do escopo do produto Modelo digital de superfície, ortoimagems digitais e curvas de nível visandoo mapeamento sistemático e temático de uma área de aproximadamente 600.004km2 correspondente ao Estado da Bahia, utilizando a tecnologia de Radar deApertura Sintética Interferométrico (InSAR). Sistema ativo gerador de imagensatravés de sinais de microondas de rádio e com visada lateral que consistebasicamente de um radar instalado em uma plataforma aerotransportada, quepermite a coleta dos dados independentemente das condições atmosféricas. O mapeamento será realizado na escala 1:25.000 para atingir a resoluçãorequerida pela SEI. 33/188
  34. 34. Figura 5.2.1.1. Mapa índice de referencia para o Mapeamento do Estado da Bahia As áreas a serem mapeadas por ordem de prioridade são: Oeste, Semi-árido, Litoral e Extremo Sul do estado, conforme exigência da SEI e segundo oenquadramento em blocos descrito a seguir:- Bloco I (Oeste do Estado) - separado em áreas A, B, C e D;- Bloco II (Oeste do Estado) - separado em áreas E e F;- Bloco III (Semi-árido do Estado) - separado em áreas G, H, I, J, K e L;- Bloco IV (Litoral do estado) - separado em áreas M, N, O e P. 34/188
  35. 35. Figura 5.2.1.2. Distribuição dos blocos e possíveis aeroportos para usar como base do Mapeamento A entrega dos produtos será conforme as exigências do cliente eespecificadas a seguir: 1 BLOCO I, ÁREAS A e B (113 mapas); 2 BLOCO I, ÁREAS C e D (396 mapas); 3 BLOCO II, ÁREA E (433 mapas); 4 BLOCO II, ÁREA F e BLOCO III, ÁREA G (219 mapas); 5 BLOCO III, ÁREAS H e I (150 mapas); 6 BLOCO III, ÁREAS J e K (142 mapas; 7 BLOCO III, ÁREA L e BLOCO IV, ÁREA M (170 mapas); 8 BLOCO IV, ÁREAS N, O e P (163 mapas) O enquadramento dos Blocos acima está descrito no item 2.1 do ProcessoAdministrativo nº. 1401080016822/2008. 35/188
  36. 36. BLOCO ENQUADRAMENTO POR COORDENADAS EM WGS 84 Área A: CSD – LAT 8° 45 00” / LONG 41° 30 00” I CSE – LAT 10° 00 00” / LONG 42° 00 00” Área B: CSD – LAT 9° 07 30” / LONG 42° 00 00” CSE – LAT 10° 00 00” / LONG 43° 52 30” Área C: CSD – LAT 10° 00 00” / LONG 42° 00 00” CSE – LAT 11° 00 00” / LONG 46° 22 30” Área D: CSD – LAT 11° 00 00” / LONG 43° 00 00” CSE – LAT 12° 00 00” / LONG 46° 30 00” II Área E: CSD – LAT 12° 00 00” / LONG 43° 00 00” CSE – LAT 14° 00 00” / LONG 46° 22 30” Área F: CSD – LAT 14° 00 00” / LONG 43° 30 00” CSE – LAT 15° 22 30” / LONG 46° 22 30” III Área G: CSD – LAT 8° 45 00” / LONG 37° 30 00” CSE – LAT 10° 00 00” / LONG 41° 30 00” Área H: CSD – LAT 10° 00 00” / LONG 37° 30 00” CSE – LAT 11° 00 00” / LONG 42° 30 00” Área I: CSD – LAT 11° 00 00” / LONG 38° 00 00” CSE – LAT 12° 00 00” / LONG 43° 00 00” Área J: CSD – LAT 12° 00 00” / LONG 38° 30 00” CSE – LAT 13° 00 00” / LONG 43° 00 00” Área K: CSD 1– LAT 13° 00 00” / LONG 39° 30 00” CSE 1 – LAT 14° 15 00” / LONG 43° 00 00” CSD 2 – LAT 14° 00 00” / LONG 43° 00 00” CSE 2 – LAT 15° 00 00” / LONG 43° 30 00” Área L: CSD – LAT 14° 15 00” / LONG 39° 30 00” CSE – LAT 16° 00 00” / LONG 43° 00 00” IV Área M: CSD – LAT 11° 07 30” / LONG 37° 15 00” CSE – LAT 13° 15 00” / LONG 39° 00 00” Área N: CSD – LAT 12° 30 00” / LONG 38° 52 30” CSE – LAT 14° 45 00” / LONG 40° 00 00” Área 0: CSD – LAT 14° 45 00” / LONG 38° 45 00” CSE – LAT 16° 07 30” / LONG 40° 30 00” Área P: CSD – LAT 16° 07 30” / LONG 38° 52 30” CSE – LAT 18° 22 30” / LONG 40° 37 30” 36/188
  37. 37. Figura 5.2.1.3 Distribuição áreas do projeto para entrega Todos os produtos serão entregues conforme item 3 do Edital(Especificações Técnicas dos Produtos), com área aproximada de 182 km² para asfolhas na escala 1:25.000. Todos os produtos serão gravados para serem entregues em dois jogos,devendo ser disponibilizados em mídia tipo HD de 120 GB, sendo que um deveráser entregue na sede da SEI e outro na sede da 3° Divisão de Levantamento daDiretoria do Serviço Geográfico.5.2.2 Entregas do projeto• Contratação da empresa para realização dos vôos de levantamento, para aquisição de dados InSAR em uma área de aproximadamente 600.004 km²;• Relatório de acompanhamento do trabalho campo e de reconhecimento da área;• MDS e Ortoimagens SAR, e ortoimagens digitais ortorretificadas fornecidas pela SEI;• Mapas topográficos 37/188
  38. 38. • Relatórios de encerramento dos blocos ao cliente.5.2.3 Requisitos do produtoa) Relatório de acompanhamento do trabalho campo e de reconhecimento da área; Compreende a organização da infra-estrutura necessária para o trabalho decampo e aerolevantamento segundo o plano de mobilização para cada base deoperação, reconhecimento da área, instalação de equipamentos de medição,medição de pontos de controle com GPS e estação total de alta precisão, instalaçãode refletores de cantos, a aquisição de dados InSAR da área a mapear,entre outros.São produtos desta fase: • Monografia das bases GPS em formato pdf e • Relatório de reconhecimento em formato pdf MONOGRAFIA DE VÉRTICE GPS IMPLANTADOContratante: SEI- Projeto INSAR- Mapeamento BAHIA Nome do ponto: Localidade: Município: UF: AE-Hangar Aeroporto Salvador Bahia Data da ocupação: 21 NOV 2009 Equipamento utilizado: SOKKIA L1/L2 COORDENADAS GEODÉSICAS SIRGAS2000 COORDENADAS UTM SIRGAS2000Latitude -12° 55 02,42525" S Erro 0,001 Coordenada N Erro 0,001Longitude -38° 20 30,06777" W Erro 0,002 Coordenada E Erro 0,002Alt. Elips. 7,266 m Erro 0,002 Alt. Elips. Erro 0,002A.Ortomét. A. Ortomét.Execução: OrbiSat da Amazônia Indústria e Aerolevantamento S/ADescrição do Itinerário: Entrada pela Av. Luiz Viana Filho, onde se situam os hangares do AeroportoInternacional de Salvador. O Marco está situado na diagonal com o Hangar da Abaeté Táxi Aéreo, na beirada rua e alto de um barranco.Observações: Este vértice foi determinado a partir da Estação SAVO. 38/188
  39. 39. Figura 5.2.3.1 Monografia das bases GPS. ARQUIVO DE COORDENADAS DE PONTOS DE CONTROLE PROJETO INSAR- Mapeamento BAHIA DATUM: SIRGAS2000 (WGS-84) FUSO: 24 S MC: 39° ALT. O. ALTNOME ATRIB LATITUDE LONGITUDE COORD N COORD E EL. GEO. ORT PT03 GPS -12°2121.4247" -38°1123.3179" 8633952,20 588081,76 55,07 -11,50 66,57PT03AZ GPS -12°2123.4598" -38°1123.5213" 8633889,70 588075,43 56,09 -11,50 67,59 PT07 GPS -12°2031.1515" -38°1105.2336" 8635494,92 588632,63 68,12 -11,48 79,60PT07AZ GPS -12°2030.0328" -38°1104.9241" 8635529,26 588642,08 66,76 -11,48 78,24 M1 GPS -12°2239.1527" -38°1034.8921" 8631559,94 589536,93 109,97 -11,44 121,41 M1AZ GPS -12°2238.3616" -38°1034.9591" 8631584,25 589534,98 109,37 -11,44 120,81 M2 GPS -12°2150.8484" -38°0954.6708" 8633040,08 590756,20 106,21 -11,40 117,61 M2AZ GPS -12°2149.6322" -38°0955.3230" 8633077,50 590736,61 106,28 -11,40 117,68 M3 GPS -12°2306.0371" -38°1247.6708" 8630746,14 585524,76 92,12 -11,59 103,71 M3AZ GPS -12°2306.6323" -38°1247.4372" 8630727,84 585531,76 90,67 -11,59 102,26 M4 GPS -12°2221.5305" -38°1218.3974" 8632110,75 586412,82 111,59 -11,56 123,15 M4AZ GPS -12°2220.9196" -38°1218.1244" 8632129,49 586421,12 111,92 -11,56 123,48 M5 GPS -12°1927.7267" -38°1055.2766" 8637442,39 588939,30 64,45 -11,49 75,94 M5AZ GPS -12°1927.0815" -38°1055.0932" 8637462,20 588944,90 63,37 -11,49 74,86 M6 GPS -12°1917.4610" -38°1203.9003" 8637763,99 586867,48 70,18 -11,56 81,74 M6AZ GPS -12°1918.4783" -38°1204.8929" 8637732,83 586837,40 69,62 -11,56 81,18 M7 GPS -12°2017.7070" -38°1235.6598" 8635916,10 585902,73 71,32 -11,58 82,90 M7AZ GPS -12°2017.9059" -38°1234.6732" 8635909,91 585932,51 70,95 -11,58 82,53 b) MDS, Ortoimagens SAR e ortoimagens digitais ortorretificadas fornecidas pela SEI; ⇒ Modelo Digital de Superfície (MDS) Deverá ser fornecido na forma de matrizes de células quadradas justapostas de dimensão 5 x 5 m com valor de coordenada ortométrica com erro médio quadrático de 1,8 m, sendo que o erro máximo admissível para a altitude ortométrica para 90% dos pontos não será superior a 2,5m. O formato dos arquivos será geotiff de 32 bits. 39/188
  40. 40. Figura 5.2.3.2. Modelo digital de Superfície (MDS) Figura 5.2.3.3. Modelo digital de Superfície (MDS) vista 3D.⇒ Ortoimagens de Radar 40/188
  41. 41. Nível de exatidão para os Blocos I (Oeste do Estado), II (oeste do estado) e IV(litoral do estado): Todas as ortoimagens geradas poderão apresentarplanimetricamente no ponto definido no centro do pixel, um erro médio quadráticomáximo de 3,75 metros, sendo que o erro máximo admissível de 90% dos pontosnão será superior a 6,25m.Nível de exatidão para o Bloco III (semi-árido do Estado): Todas as ortoimagensgeradas poderão apresentar planimetricamente no ponto definido no centro do pixel,um erro médio quadrático máximo de 7,5 metros, sendo que o erro máximoadmissível de 90% dos pontos não será superior a 12,5m. Nas regiões de emendas das ortoimagens deverá ser feito o tratamento daimagem quanto ao ajuste radiométrico (Iuminosidade e descontinuidade entre folhasadjacentes), contraste e tonalidade. Figura 5.2.3.4. Ortoimagem de RADAR. ⇒ Ortoimagens digitais obtidas pelo processo de ortorretificação das imagens digitais, fornecidas pela SEI; 41/188
  42. 42. Todas as bandas (multiespectrais + pancromática) deverão ser retificadas eapós isto será feita a fusão de dados espectrais entre as bandas multiespectrais epancromática, usando o processo de fusão IHS para tal, fornecendo os produtoshíbridos desta fusão de dados. Serão fornecidos os produtos provenientes dautilização dos métodos de reamostragem de vizinho mais próximo com as bandasespectrais do Produto A (para extração de feições por classificação digital deimagens) e bilinear com as bandas espectrais do Produto B (para extração manualde feições cartográficas). As composições coloridas fornecidas serão relativas aos produtosmencionados na letra “f” do item 3.2.2 do Processo Administrativo nº1401080016822/2008 após os processamentos de cada banda espectral da imagemoriginal. Figura 5.2.3.5. Ortoimagens ortorrectificadas (fornecidas pela SEI)c) Mapas topográficos • Curvas de nível de 10 em 10 metros para os Blocos I, II e IV (~250.000 km²) e de 20 em 20 metros para o Bloco III (~315.000 km²). Altimetria completa e 42/188
  43. 43. suavizada em formato *.shp, com as cotas das curvas de nível no banco dedados do arquivo shapefile; os pontos cotados de cada elevação oudepressão, para que estas possam ser identificadas; e todos os pontoscotados necessários para identificar as alterações altimétricas de uma folha. Figura 5.2.3.6. Mapa topográfico com arquivos de curvas de nível. Figura 5.2.3.7. Arquivo de Curvas de nível. 43/188
  44. 44. Situações Particulares para os produtos cartográficos: • Curvas de nível em áreas urbanas: Em áreas densamente edificadas as curvas de nível serão extraídas do MDS gerado a partir dos mapeamentos cadastrais, se disponíveis. Na ausência desses mapeamentos as curvas de nível serão geradas segundo uma TIN (que também será fornecida), usando para tal os pontos levantados no MDS que não estejam sobre edificação, podendo ainda ser utilizado pontos de campo caso o MDS não forneça pontos no solo em quantidade adequada. • Curvas de nível em áreas de vegetação densa: Para regiões de comprovada vegetação densa as curvas de nível poderão ser elaboradas a partir da modelagem definida pela copa das árvores e reduzidas ao terreno pela subtração da altura média das árvores (curvas de forma). • Interrupção das curvas de nível: As curvas de nível não apresentarão interrupção, sendo entregues completas, mesmo que em terrenos muito movimentados elas toquem umas nas outras. • Eliminação de curvas desnecessárias: Todas as curvas que não correspondem à realidade do terreno serão eliminadas. Dessa forma, serão retiradas as pequenas curvas que possam ser geradas automaticamente devido a árvores, rochas, construções, entre outros. • Suavização das curvas: As curvas de nível serão entregues com seus contornos suavizados. Compatibilidade entre hidrografia e curvas de nível: As curvas de nível serão geradas segundo a hidrografia, por linhas de drenagem e fundos de vale. Padrão estabelecido para as curvas de nível: A elaboração das curvas denível observará o que se refere a estas nas Especificações Técnicas paraEstruturação de Dados Geoespaciais Vetoriais (ET-EDGV) versão 2.02 da CONCARe nas Especificações Técnicas para Aquisição de Dados Geoespaciais Vetoriais(ET-ADGV) versão preliminar elaborada pela DSG.d) Relatórios de encerramento dos blocos ao cliente.• HD´s contendo os produtos contratados pelo Cliente; 44/188
  45. 45. • Relatório de Entrega com indicação das precisões obtidas em todos os processos executados e produtos gerados, inclusive os intermediários, considerando-se as resoluções (espaciais, espectrais e radiométricas) e precisões dos insumos digitais que foram oriundos da fase de aerolevantamento e;• Protocolo de entrega de produtos com descrição todos os produtos que são entregues ao cliente para sua aceitação. 45/188
  46. 46. 5.3 Estrutura Analítica do Projeto - EAP (WBS) 46/188
  47. 47. 5.4 Dicionário da EAP / WBS Dicionário da EAPIdentificaç ão EAP PACOTE DE TRABALHO DESCRIÇÂO CRITÉRIO DE ACEITAÇÃO (ID) 1 Mapeamento Sistemático do Estado de Bahia 2 Gestão de Projeto Processos necessários para a iniciação, o Planejamento, Relatórios de acompanhamento execução, controle, monitoramento e o encerramento do do Projeto. Projeto. E considerada, a criação de planos de projeto e planos de gerenciamento ao projeto, com medição de desempenho, aplicação de medidas corretivas, análise de resultados do projeto, coordenação de equipe e relatório de atuação do projeto. 3 Gestão de Escopo Processos necessários para garantir que o projeto inclua todo o Aceitação pelos diferentes trabalho necessário, e somente ele, para terminar o projeto com interessados (stakeholders - sucesso. patrocinador, cliente, etc.). O Gerenciamento do Escopo trata principalmente da definição do que está e do que não está incluído no projeto. 4 Gestão de Custos Processos necessários para assegurar que o projeto será Relatório e planejamento de executado dentro do orçamento aprovado. ações para acompanhamento dos custos do projeto. 5 Gestão de Risco Garantir que os processos de identificação, análises e resposta Relatório e planejamento de à ocorrência de riscos durante ao projeto sejam abordados ações para acompanhamento dos segundo o plano de gerenciamento de Risco, visando riscos do projeto. maximizar a probabilidade e conseqüência de eventos positivos e minimizar a probabilidade e conseqüência de eventos adversos aos objetivos do projeto. 6 Gestão de Aquisições Gerenciar as Aquisições de Prestação de Serviços e compras Relatório e planejamento de de materiais necessários para a execução do projeto definidas ações para acompanhamento das no Plano de gerenciamento de Aquisições. aquisições do projeto. 7 Gestão de RH Assegurar que os processos contemplados no plano de Relatório e planejamento de gerenciamento de recursos humanos sejam cumpridos tornando ações para acompanhamento da 47/188
  48. 48. mais efetivo o uso dos recursos humanos que estarão direta ou administração de Recursos indiretamente envolvidos até a conclusão do projeto Humanos do projeto.8 Gestão de Qualidade Assegurar que o projeto estará em conformidade com os Relatórios de medição dos requisitos de qualidade, permitindo cumprir o escopo, o prazo e indicadores de desempenho da o orçamento planejados, aprimorar continuamente os processos garantia da qualidade. e satisfazer às necessidades e expectativas das partes interessadas a; envolvendo todas as atividades de função gerencial que determinam as políticas, os objetivos e as responsabilidades da qualidade através do Plano de gerenciamento da Qualidade e da Garantia da Qualidade.9 Gestão das Garantir a eficácia da comunicação interna entre os vários Relatório e planejamento de Comunicações níveis e funções dos envolvidos nos projeto e o recebimento, ações para acompanhamento das tratamento e comunicação às questões e reclamações enviadas comunicações do projeto. pelas partes interessadas interas e externas definidas no plano de comunicação.10 Gestão de Encerramento Inclui todos os processos para formalizar a aceitação dos Aceitação pelos diferentes produtos pelo cliente, e condução o projeto ou uma fase do interessados (stakeholders - projeto a um final ordenado. patrocinador, cliente, etc.).11 Planejamento Inicial É definido nesta etapa com base aos dados do cliente; a Relatório e planejamento de elaboração do plano de vôo de aerolevantamento, identificação ações para acompanhamento do das bases operacionais. projeto.12 Conferencia dos Dados Obtenção e análises dos dados fornecidos pelo cliente e Requisitos conforme aos padrões do Cliente detalhamentos das especificações técnicas dos produtos com a de qualidade preestabelecidos serem entregues;13 Elaboração do plano de Elaboração do plano de vôo visando à geração de produtos Requisitos conforme ao vôo cartográficos em atendimento aos requisitos técnicos e de atendimento aos parâmetros qualidade exigidos pelo cliente contemplando; estabelecidos pelo cliente. • Analises das características da área a ser mapeada; • Determinação das faixas a serem cobertas no aerolevantamento de dados geração das linhas de vôo para recobrimento total do estado de Bahia com perímetro da área; • Determinação da configuração do Sensor; • Definição dos Parâmetros do vôo e do Radar; • Seleção da plataforma (tipo de avião) e; 48/188
  49. 49. • Seleção de aeroportos;14 Identificação das Bases Contempla os processos descritos a seguir: Proximidade da base aos • Definição (identificação) das bases de operações próximas aeroportos visando redução de aos aeroportos que facilitem a instalação dos equipamentos; custos • Discriminação dos equipamentos e procedimentos adotados para garantir uma coordenação eficiente das atividades que serão realizadas pelas equipes de campo de ambos os partícipes do projeto e; • Elaboração do Plano de Mobilização do pessoal, equipamentos e estrutura administrativa para operar na região do projeto com o detalhando das suas necessidades e as respectivas atividades logísticas que serão utilizadas para apoiar o projeto de forma coordenada com o Cliente;15 Aprovação do Plano de Aprovação do plano de vôo; Aprovação do gerente técnico Vôo responsável garantindo a cobertura total da área e conforme a precisão contratada e Requisitos conforme ao atendimento aos parâmetros estabelecidos pelo cliente.16 Contratação da Aeronave Esta etapa consiste na execução de contratação da empresa de fornecimento da aeronave e dos pilotos para realização dos vôos de aerolevantamento do projeto.17 Contratação da Empresa Esta etapa consiste em: Justificativa de contratação e • Contratação da empresa para o fornecimento dos pilotos e validação do contrato pela área das aeronaves especialmente adaptadas e homologadas para financeira, jurídica técnica de a execução de serviços de aerolevantamento junto ao operações de Radar conforme Departamento de Aviação Civil operando sobre a classificação aos critérios estabelecidos no de Serviços Aéreos especializados (SAE); Plano de Aquisições. 49/188
  50. 50. • Adequação da aeronave para instalação do Radar, antenas e todo o sistema que o compõe dentro da aeronave; • Celebração do contrato com estabelecimentos das responsabilidades da empresa com relação à manutenção e abastecimento da aeronave, contratação de aeroportos, entre algumas.18 Instalação e aferição do Compreende as seguintes atividades: Aceitação da instalação e Radar • Montagem do RADAR juntos com todo o sistema dentro da funcionalidade do Radar conforme aeronave pela equipe técnica especializada de RADAR; aos Requisitos Técnicos Básicos • Configuração e testes do sistema; de funcionalidade, Pacote Técnico • Aprovação do sistema; bem como outros requisitos necessários para o pleno desempenho e funcionamento do Radar validado pelo Gerente de Operações de Radar.19 Dados Contempla todos os resultados do trabalho de Campo desde a implantação das bases, a aquisição dos dados a traves de Radar aerotransportado e finalizando com o envio dos dados aprovados pelo controle de qualidade interno ao Centro de processamento.20 Implantação das bases Compreende as atividades a ser executadas nas bases Requisitos conforme aos padrões operacionais para o trabalho de campo, como; de qualidade preestabelecidos. • Instalação do escritório no alojamento, organização do alojamento e refeitório, organização de transportes dos equipamentos, montagem dos equipamentos e testes e translado da aeronave para a base operacional; • Organização, logística e execução das missões de reconhecimento inicial da área a ser imageada; • Participação de pessoal necessário para possibilitar, a coordenação e planejamento conjunto das atividades de campo previstas no desenvolvimento do projeto, e feito com antecedência aos inícios dos trabalhos de aerolevantamento, para verificação da existência de marcos geodésico, via de acesso, e locais para a implantação dos refletores, contatos no 50/188
  51. 51. aeroporto local para a monumentação dos marcos e contratação de auxiliares; • Levantamento dos pontos de precisão geodésica, determinando-se bases em aeroportos, vértices para a instalação orientada dos refletores como pré-sinalizadores para o vôo radar, pontos de controle cartográfico e montagem dos refletores; • Preparação da monografia das bases GPS; • Elaboração de relatório do reconhecimento;21 Aerolevantamento O Aerolevantamento InSAR é definido como uma operação Requisitos conforme aos padrões técnica de captação de dados da parte terrestre, aérea ou de qualidade preestabelecidos. marítima do território nacional, por meio de sensor Radar Interferométrico de Apertura Sintética – InSAR instalado na aeronave, e complementada por operação de registro de tais dados, utilizando recursos da própria plataforma captadora ou de estação receptora localizada à distância. A fase de aerolevantamento contempla: • Organização e preparação dos vôos diários de recobrimento, podendo ser efetuado a qualquer hora do dia, desde que o aeroporto ofereça condições de operacionalidade com técnicos especializados; • Aquisição de dados necessários para a geração de imagens y modelos de terreno georeferenciados, englobando diversos equipamentos e parâmetros tales como o Radar OrbiSAR, o Sistema de Navegação inercial, o sistema Omninstar DGPS, o Sistema GPS Cinemática, Sistema de GPS Estático, Topografia Terrestre, entre outros; • Armazenamento dos dados brutos e respectiva cópia, em mídia magnética (disco rígido do tipo “SCSI”) compatível com a taxa de amostragem do sensor empregado feito durante o vôo o sistema SAR; • Transcrição dos dados brutos radar, para conversão dos dados armazenados no formato padrão de aquisição dos dados brutos para o formato padrão de processamento SAR. 51/188
  52. 52. Este processo é feito mediante um computador com uma console para inserção dos discos rígidos oriundos do vôo e os discos rígidos de armazenamento dos dados radar originais, além de uma leitora de códigos de barra de 80 mm e uma impressora de etiquetas para catalogação e controle. Durante este processo são aplicados vários programas de verificação que revelam a qualidade dos dados obtidos no aerolevantamento, e baseado nessas informações será possível decidir se a mesma será ou não processada, indicando a necessidade de revôo. • Envio dos dados transcritos por meio da empresa de Correios via Sedex, ou mesmo ao portador,quando esta é a melhor opção, os dados processados e gravados dos vôos, para Centro de Processamento, mantendo o HD backup no campo por segurança.22 Processamento de Dados Operações técnicas de processamento de originais, tratamento Requisitos conforme aos padrões e interpretação de dados e elaboração de produtos destinados a de qualidade exigidos a través de materializar informações extraídas dos dados registrados na procedimentos semi- fase aerolevantamento, sob a forma de mosaico, ortoimagen, automatizados de controle de modelos digitais de superfície e de elevação, e de outras. qualidade em todas as fases de produção.23 Verificação da A integralidade está relacionada com a quantidade de Conforme aos parâmetros de integridade dos HD´s informações que não deveriam estar presentes em um HD ou aceitação definidos. as informações que estão ausentes visando garantir a qualidade dos dados para a obtenção dos produtos conforme aos padrões estabelecidos.24 Geração do MDS e Obtenção dos produtos oriundos do processamento dos dados Conforme as especificações de Ortoimagens brutos obtidos no aerolevantamento radar em formato geotif qualidade de aceitação referentes às orto-imagens SAR e modelos digitais de superfície especificadas pelo Cliente. (DSM) com exatidões compatíveis com a escala de 1:50.000 e 1:25000, de acordo com as especificações do cliente; feito a traves do conjunto de software proprietários da empresa, equipamentos e por pessoal especialista devidamente treinados;25 Controle de Qualidade Garantir a qualidade dos mosaicos, ortoimagens e modelos Conforme as especificações de 52/188

×