VI encontro de SABE A Biblioteca e as Literacias do Século XXI em Famalicão 2013

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Apresentação sobre Bibliotecas Escolares e Ambientes Digitais

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  • “A screen without a mouse is broken.” –Clay Shirkey
  • “A screen without a mouse is broken.” –Clay Shirkey
  • 3. A emergência da Web 2.0 – O paradigma da participação Na base da Web 2.0 está a participação dos utilizadores: eles acrescentam valor à rede sendo que os serviços melhorarão sempre que mais pessoas o usam pois qualquer utilizador pode criar conteúdos e avaliar (ratting) os que encontra. Esta mudança de paradigma torna também possível a criação de conexões entre comunidades de utilizadores com interesses em comum. Em síntese, mais do que uma tecnologia, a Web 2.0 pode então ser definida como uma nova atitude e uma nova forma de as pessoas se relacionarem com a Internet:3.2.1. O trabalho em rede - uma nova forma de aprender e ensinarAssistiu-se, em todos os países desenvolvidos, no final do século XX e no início deste século a uma crise do sistema de ensino à qual se tem tentado resolver através de reformas do sistema educativo.A disponibilização, das redes informáticas e a sua introdução nas escolas veio contribuir para que a natureza do ensino se modificasse. A imagem que quanto a nós melhor poderá representar o valor das redes é a que se apresenta abaixo pois sugere que o valor das redes cresce substancialmente nas situações em que existe a criação de grupos ou subgrupos e consequente comunicação entre eles. Figura 2 – Rede representativa da lei de Reed. Em comparação com o ensino tradicional, acima caracterizado, o uso das redes no ensino apresentam, segundo Serra (1998 : 130), as seguintes vantagens: “- Representam uma forma mais atractiva de aceder ao saber, na medida em que, por um lado, combinam trabalho e lazer, informação e entretenimento, e, por outro lado, propõem uma abordagem interactiva, em que o "leitor" se transforma em "utilizador";- Promovem a passagem da memorização pura e simples à pesquisa, selecção e organização da informação, fazendo com que a educação se torne auto-educação, centrada na actividade e na criatividade do aluno; - Facilitam o alargamento do campo da auto-educação a toda a vida, tornando-se educação permanente; - Deixam antever a passagem de um saber fragmentário, unilateral e linear, a um saber sintético e cumulativo (combinando todo o saber, em todas as suas formas, acerca de todos os temas), multilateral (pondo em confronto imediato os vários pontos de vista e tradições culturais) e não linear (hipertextual); dão azo a que utilizadores com diferentes graus de conhecimento tenham acesso diferenciado ao saber. As Redes permitem assim, a priori, satisfazer os princípios fundamentais do ensino-aprendizagem exigidos numa "sociedade de conhecimento", e que Barbara Lepani resume nos oito seguintes: aprendizagem permanente, aprendizagem auto-dirigida, aprender a aprender, aprendizagem contextualizada, aprendizagem adaptada às necessidades do aprendiz, aprendizagem transformadora, aprendizagem cooperativa e aprendizagem em tempo real Just-in-time).”
  • 3. A emergência da Web 2.0 – O paradigma da participação Na base da Web 2.0 está a participação dos utilizadores: eles acrescentam valor à rede sendo que os serviços melhorarão sempre que mais pessoas o usam pois qualquer utilizador pode criar conteúdos e avaliar (ratting) os que encontra. Esta mudança de paradigma torna também possível a criação de conexões entre comunidades de utilizadores com interesses em comum. Em síntese, mais do que uma tecnologia, a Web 2.0 pode então ser definida como uma nova atitude e uma nova forma de as pessoas se relacionarem com a Internet:3.2.1. O trabalho em rede - uma nova forma de aprender e ensinarAssistiu-se, em todos os países desenvolvidos, no final do século XX e no início deste século a uma crise do sistema de ensino à qual se tem tentado resolver através de reformas do sistema educativo.A disponibilização, das redes informáticas e a sua introdução nas escolas veio contribuir para que a natureza do ensino se modificasse. A imagem que quanto a nós melhor poderá representar o valor das redes é a que se apresenta abaixo pois sugere que o valor das redes cresce substancialmente nas situações em que existe a criação de grupos ou subgrupos e consequente comunicação entre eles. Figura 2 – Rede representativa da lei de Reed. Em comparação com o ensino tradicional, acima caracterizado, o uso das redes no ensino apresentam, segundo Serra (1998 : 130), as seguintes vantagens: “- Representam uma forma mais atractiva de aceder ao saber, na medida em que, por um lado, combinam trabalho e lazer, informação e entretenimento, e, por outro lado, propõem uma abordagem interactiva, em que o "leitor" se transforma em "utilizador";- Promovem a passagem da memorização pura e simples à pesquisa, selecção e organização da informação, fazendo com que a educação se torne auto-educação, centrada na actividade e na criatividade do aluno; - Facilitam o alargamento do campo da auto-educação a toda a vida, tornando-se educação permanente; - Deixam antever a passagem de um saber fragmentário, unilateral e linear, a um saber sintético e cumulativo (combinando todo o saber, em todas as suas formas, acerca de todos os temas), multilateral (pondo em confronto imediato os vários pontos de vista e tradições culturais) e não linear (hipertextual); dão azo a que utilizadores com diferentes graus de conhecimento tenham acesso diferenciado ao saber. As Redes permitem assim, a priori, satisfazer os princípios fundamentais do ensino-aprendizagem exigidos numa "sociedade de conhecimento", e que Barbara Lepani resume nos oito seguintes: aprendizagem permanente, aprendizagem auto-dirigida, aprender a aprender, aprendizagem contextualizada, aprendizagem adaptada às necessidades do aprendiz, aprendizagem transformadora, aprendizagem cooperativa e aprendizagem em tempo real Just-in-time).”
  • 4. A Biblioteca Escolar 2.04.1. Definição de conceitosA emergência da Web 2.0 teve também consequências na forma como hoje em dia se concebem as Bibliotecas Escolares. Tradicionalmente a Biblioteca Escolar era o local na escola onde se acedia à informação, hoje em dia a informação está à distância de um clique na sala de aula, no pátio, no bar em casa,...Com este contexto de fundo em 2005 foi concebido por Michael Casey no seu blogue LibrayCrunch ( (http://www.librarycrunch.com [consult. 12 Out. 2010] ) o termo Biblioteca 2.0 (Library 2.0). Em 2006 Maness ( http://www.webology.ir/2006/v3n2/a25.html [consult. 12 Out. 2010] ) apontou quatro características que podem definir este conceito: “- Centrada no utilizador. O utilizador participa na criação de conteúdos e serviços disponibilizados na Web pela biblioteca. - Disponibiliza uma experiência multimédia. Tanto as colecções como os serviços da biblioteca 2.0 contêm componentes, vídeo, áudio, realidade virtual. - Socialmente rica. Interage com os utilizadores quer de forma síncrona (por ex. IM – mensagens instantâneas) quer de forma assíncrona (por ex. wikis). - Inovadora ao serviço da comunidade. Procura constantemente a inovação e acompanha as mudanças que ocorrem na comunidade, adaptando os seus serviços para permitir aos utilizadores procurar, encontrar e utilizar a informação.”  Deste modo, perspectivar a Biblioteca Escolar face aos desafios colocados pela Web 2.0 é, em primeiro lugar, entendê‐la no contexto da sua missão e objectivos, no contexto da escola e dos diferentes sistemas com os quais interage mas é ainda necessário entendê-la no contexto da Sociedade do Conhecimento, um novo paradigma que confrontou a escola com diferentes modelos de aprendizagem/ construção do conhecimento. Este novo paradigma exige o alargamento das literacias implicadas no acesso à informação e à construção do conhecimento, numa sociedade em rede e onde a informação, não validada por critérios editoriais, se encontra facilmente acessível.
  • VI encontro de SABE A Biblioteca e as Literacias do Século XXI em Famalicão 2013

    1. 1. Bibliotecas Escolares e ambientes digitais João Paulo da Silva Proença jp.proenca@gmail.com
    2. 2. Como se faz o acesso à informação nos dias de hoje?
    3. 3. Como se faz o acesso à informação nos dias de hoje? Estes são os nossos tempos…
    4. 4. Palavras que não existiam há cerca de 20 anos atrás
    5. 5. Palavras que não existiam há cerca de 10 anos atrás
    6. 6. Palavras que não existiam há 7 anos atrás Facebook Youtube
    7. 7. Visão Júnior de 9 de Agosto 2012
    8. 8. Como se faz o acesso à informação nos dias de hoje? Estes são os nossos tempos…
    9. 9. Estes são os nossos tempos…
    10. 10. Estes são os nossos tempos…
    11. 11. The young people are 'heavy users' • • • • • 99% 92% 87% 83% 65% have mobile phones use Internet every day or almost every day of 16-19 year olds use social networking sites use the internet in order to learn upload custom content to share with others 13
    12. 12. 2006
    13. 13. Como se faz o acesso à informação nos dias de hoje? • A sala de aula passa a ser apenas um entre muitos outros locais, na escola e fora dela, onde as experiências de aprendizagem têm lugar, [...] A relativização do conhecimento científico introduz a incerteza no campo da educação e sublinha o valor da pesquisa individual e do desenvolvimento das capacidades de manuseamento da informação. Aprender é cada vez menos memorizar conhecimentos e cada vez mais preparar-se para os saber encontrar, avaliar e utilizar. A capacidade de atualização passa a ser uma ferramenta essencial ao indivíduo. Calixto (1996, p. 86) 07-12-2013 jp.proenca@gmail.com
    14. 14. Manifesto da BE – 1999 • MISSÃO DA BIBLIOTECA ESCOLAR • A biblioteca escolar disponibiliza serviços de aprendizagem, livros e recursos que permitem a todos os membros da comunidade escolar tornarem-se pensadores críticos e utilizadores efetivos da informação em todos os suportes e meios de comunicação. As bibliotecas escolares articulam-se com as redes de informação e de bibliotecas de acordo com os princípios do Manifesto da Biblioteca Pública da UNESCO • […] • Apoiar os alunos na aprendizagem e na prática de competências de avaliação e utilização da informação, independentemente da natureza e do suporte, tendo em conta as formas de comunicação no seio da comunidade; 07-12-2013 jp.proenca@gmail.com
    15. 15. Pedro Abrunhosa – Agosto 2012 (Ilumina-me)
    16. 16. Filme: Mudança de paradigma
    17. 17. Mantenha-se atento Pense numa carta Esta será a SUA carta Pense na SUA carta cerca de 20 segundos Mantenha-se atento à SUA carta.
    18. 18. Vou agora remover a SUA carta da imagem
    19. 19. A SUA carta foi retirada
    20. 20. E aquela velha ideia…
    21. 21. A web 2.0
    22. 22. Princípios da WEB 2.0
    23. 23. O que é a web 2.0 ? (Margaix, 2008)
    24. 24. A Biblioteca 2.0
    25. 25. Uma BE 2.0 – síntese das ideias • – La biblioteca 2.0 deriva de la web 2.0. • – La tecnología es importante, pero no lo es todo. • – El usuario ha de tener un nuevo papel en la elaboración y gestión de los contenidos, se han de crear espacios para su participación. • – Biblioteca 2.0 hace referencia a los servicios y a las colecciones. • – Biblioteca 2.0 está en relación con el entorno virtual, pero también con el físico. (Margaix, 2008)
    26. 26. Uma BE 2.0 ? (Maness, 2007) Características: É o utilizador que está no centro Os conteúdos estão em diferentes suportes É socialmente rica É comunitáriamente inovadora - Novos serviços: 24/7; maior visibilidade, estante virtual Cartão de visita Difusão … 07-12-2013 31
    27. 27. É fácil o contacto por parte dos teus utilizadores? http://www.flickr.com/photos/paulgi/283789943/
    28. 28. E as nossas bibliotecas como comunicam e trabalham? Estão na web?
    29. 29. “Toda a gente andou horas em que andou desencontrado Como à esperado comboio na paragem do autocarro” (Sérgio Godinho)
    30. 30. Proibir o acesso às redes sociais no local de trabalho seria o mesmo que proibir os telefones nos escritórios há 60 anos. A transformação dos modos de vida é irreversível.
    31. 31. E ainda…
    32. 32. O trabalho em Rede – uma nova forma de aprender e ensinar Lei de Sarnoff (Evans, 2008) 07-12-2013 jp.proenca@gmail.com
    33. 33. O trabalho em Rede – uma nova forma de aprender e ensinar 1 6 3 10 15 07-12-2013 jp.proenca@gmail.com n(n-1) 2
    34. 34. O trabalho em Rede – uma nova forma de aprender e ensinar Redes centralizadas, descentralizadas e distribuídas. Fonte (Baran, 1964, p.2)
    35. 35. O trabalho em Rede – uma nova forma de aprender e ensinar O que une as Redes Sociais?
    36. 36. O trabalho em Rede – uma nova forma de aprender e ensinar
    37. 37. Novas correntes de aprendizagem…
    38. 38. Novas correntes de aprendizagem… A aprendizagem e o conhecimento repousam numa diversidade de opiniões. A aprendizagem é um processo de conectar nós especializados ou fontes de informação. A aprendizagem pode residir em dispositivos não humanos. A capacidade de saber mais é mais importante do que aquilo que sabemos num determinado momento. Promover e manter conexões é fundamental para facilitar a aprendizagem contínua. A capacidade de ver conexões entre ideias, conceitos e áreas de saber é uma competência crucial.
    39. 39. Novas correntes de aprendizagem… • What we know is less important than our capacity to continue to learn more. The connections we make (between individual specialized communities/bodies of knowledge) ensure that we remain current. These connections determine knowledge flow and continual learning (…) To remain relevant, education needs to align with the needs of learners and the changing climate of work.. (Siemens, 2003)
    40. 40. Novas correntes de aprendizagem… (Siemens, 2006)
    41. 41. O trabalho em Rede – uma nova forma de aprender e ensinar 07-12-2013 jp.proenca@gmail.com
    42. 42. Viva quem vive de cabeça ao contrário… E viva o dia em que já não precisas de reis nem gurus, … Sérgio Godinho
    43. 43. http://becre-eliasgarcia.blogspot.pt/ http://biblioteca-esb.blogspot.pt/ http://moinhoteca.blogspot.pt/
    44. 44. Uma BE 2.0 – como fazer? • Um plano de ação para chegar a ser BE 2.0: – Novos ambientes de aprendizagem implicam novos serviços – Definição de política(s) por parte da Biblioteca Escolar – Uma nova gestão da BE – Possibilitar aos utilizadores a construção de conteúdo social – Qualificação e infraestrutura – Criação de práticas e cultura de trabalho colaborativo – Avaliar serviços jp.proenca@gmail.com
    45. 45. Como usar o Facebook da biblioteca? • Como forma de marketing virtual. • Face à multiplicidade de propostas existentes, nos tempos que correm o marketing e a “advocacy” são fundamentais para a sobrevivência de determinados serviços entre os quais o da biblioteca escolar. • De nada servem longas publicações ou cartazes feitos de forma mais ou menos amadora. A Biblioteca tem que saber comunicar e comunicar em rede e saber aproveitar as potencialidades das redes sociais para fazer marketing. jp.proenca@gmail.com
    46. 46. Como usar o Facebook da biblioteca? • Oferecendo conteúdos de qualidade. As bibliotecas escolares poderão oferecer recursos educativos relevantes, validados por autoridades nas diversas matérias aos membros da rede social. Esta situação pode ainda ser melhorada através da comunicação bidirecional que se estabelece. Na lógica de uma Biblioteca 2.0 é de referir a possibilidade de estes conteúdos serem produzidos pelo utilizador que os oferece como recurso à biblioteca e que são posteriormente disponibilizados depois de validados pelo professor da disciplina em causa ou pelo PB jp.proenca@gmail.com
    47. 47. Como usar o Facebook da biblioteca? • Como forma de dinamizar atividades. Sendo a biblioteca 2.0 uma biblioteca física e virtual, não se vê o motivo pelo qual não se poderão propor e realizar atividades na rede social: Concursos; comunidades de leitura/leitores; comunidades de utilizadores com interesses comuns; formação de utilizadores; escrita colaborativa; construção de projetos em equipa, debates sobre temáticas, praticar línguas estrangeiras através da escrita com “amigos” de outros países, divulgação de efemérides,… jp.proenca@gmail.com
    48. 48. Como usar o Facebook da biblioteca? • Como forma de fidelização e captação de utilizadores. A presença nas redes sociais permite à biblioteca escolar captar e fidelizar públicos novos e diferentes. Todos sabemos que há alunos que passam todo o seu percurso escolar sem nunca entrar na Biblioteca escolar. Por outro lado a nova geração de “nativos digitais” (Prensky M. , 2001) habituou-se a fazer da Internet a sua única fonte de pesquisa e de informação. Esta será uma oportunidade de captar e fidelizar esses públicos sem que isso signifique que a outra tipologia de públicos desapareça da biblioteca física. jp.proenca@gmail.com
    49. 49. Como usar o Facebook da biblioteca? • Para promover o intercâmbio de informação em distintos formatos: A Internet permite de uma forma rápida e sem custos divulgar, partilhar, receber documentos em diversos formatos: imagens, vídeos, texto, etc., referindo-se estes a uma conferência realizada extramuros ou a uma atividade da escola; a textos produzidos por alunos, professores de carácter jornalístico da atualidade ou não, etc. jp.proenca@gmail.com
    50. 50. Como usar o Facebook da biblioteca? • A gestão das redes sociais requer uma linha de gestão muito bem definida. A Biblioteca escolar usa as potencialidades da Web 2.0 para quê? A que públicos se quer chegar e fidelizar? Quem se quer seguir? Quem quero que siga a Biblioteca? Que tipo de conteúdos se quer publicar? Tendo esta política definida, a Biblioteca deverá ser-lhe fiel o mais possível, de outro modo a sua presença será apenas “ruído” • Abrir uma conta Facebook é como abrir um balcão ao público 24 horas por dia e 7 dias por semana. Nada ser publicado durante um período de tempo pode levar a que os seguidores da biblioteca se desinteressem dela. O que era um serviço de valor acrescentado, passa a ser sinal de que a Biblioteca está a ficar para trás. jp.proenca@gmail.com
    51. 51. Como usar o Facebook da biblioteca? • Para fomentar a participação do utilizador – A forma como se publicam post ou pequenas notícias também deve ser pensada. Não é indiferente a forma como se escreve, sendo que, tendo em vista a participação do utilizador se deveria fomentar uma escrita que incentivasse o utilizador a envolver-se e dar a sua opinião sobre, por exemplo, o escritor a convidar, as atividades a realizar, os livros a comprar, que caminhos para resolver um determinado problema da biblioteca, que logo sugerem, … um bom exemplo de utilização do facebook, que embora se situe no âmbito do trabalho de uma autarquia, pode ser adaptado ao trabalho da BE é o que é feito pelo vereador António Matos da C.M. de Almda, cujo perfil pode ser acedido em: http://www.facebook.com/antonio.jose.matos jp.proenca@gmail.com
    52. 52. O mundo está a mudar… • Estamos no mesmo barco
    53. 53. Na biblioteca… • deve-se procurar o desconhecido
    54. 54. • The time is gone • The song is over • thought I’d something more to say…

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