Conversas sobre escrita pet

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Conversas sobre escrita pet

  1. 1. Profª Me. Zoraia Aguiar Bittencourt zoraiabittencourt@gmail.com
  2. 2. Disponível em: <http://www.democraciaparticipativa.org/caritas/paginas/memorial.htm>
  3. 3. MEMORIAL: conceitos O Memorial constitui, pois, uma autobiografia configurando-se como uma narrativa simultaneamente histórica e reflexiva. Deve então ser composto sob a forma de um relato histórico, analítico e critico, que dê conta dos fatos e acontecimentos que constituíram a trajetória acadêmico-profissional de seu autor, de tal modo que o leitor possa ter uma informação completa e precisa do itinerário percorrido (SEVERINO, 2001, p.175)
  4. 4. MEMORIAL: conceitos O Memorial se constitui em um exercício de interrogação de nossas experiências passadas para fazer aflorar não só recordações/lembranças, mas também informações que confiram novos sentidos ao nosso presente. [...] O Memorial é o resultado de uma narrativa da própria experiência retomada a partir dos fatos significativos que nos vêm à lembrança. Fazer um Memorial consiste, então, em um exercício sistemático de escrever a própria história, rever a própria trajetória de vida e aprofundar a reflexão sobre ela. Esse é um exercício de auto-conhecimento. Disponível em: <http://www.democraciaparticipativa.org/caritas/paginas/memorial.htm
  5. 5. MEMORIAL: conceitos O Memorial é um documento que você elabora passo a passo, no qual aparecem suas impressões sobre sua aprendizagem, os acertos, as vitórias, os avanços mas também as falhas, os momentos difíceis, as paradas, as dúvidas. É uma espécie de "diário" no qual você poderá escrever e contar o que estiver sentindo, refletindo, vivenciando, os gostos e desgostos ao longo do caminho. Disponível em: <http://www.tvescola.ufms.br/atividades4.htm>
  6. 6. MEMORIAL: conceitos Na elaboração do Memorial podem surgir dúvidas. É provável que você se sinta inseguro(a) e desestimulado(a) para escrever, enquanto outros talvez se sintam desafiados a produzir o Memorial. Em qualquer caso, note que o memorial não é algo pronto e acabado, com roteiro rígido e previamente definido, mas é a descrição de um conjunto de observações e comentário, cuja construção espelha e acompanha o seu processo de aprender. Disponível em: <http://www.tvescola.ufms.br/atividades4.htm>
  7. 7. Memorial X Narrativa histórica Uma narrativa histórica tem a preocupação em refazer (contar, narrar) a trajetória de uma pessoa, em um determinado tempo, dos fatos relevantes que vêm à memória do autor. Esta narrativa pode conter diversas passagens da sua trajetória individual no tempo: nascimento, vivência familiar, escola, outros eventos e acontecimentos da vida pessoal mesclados com as dimensões coletivas do bairro, da cidade, do país ou do mundo enfim, de todos os acontecimentos que ocorrem à sua volta. Ou seja, a pessoa descreve esses acontecimentos da forma como eles ocorreram ou como ela os percebeu. Disponível em: <http://www.democraciaparticipativa.org/caritas/paginas/memorial.htm
  8. 8. Memorial X Narrativa histórica Já o Memorial é um relato que reconstrói a trajetória pessoal, mas que tem uma dimensão reflexiva, pois implica que quem relata se coloca como sujeito que se auto-interroga e deseja compreender-se como o sujeito de sua própria história. Assim, é um esforço de organização e análise do que vivemos. Esta diferença entre vivência e experiência é importante. Disponível em: <http://www.democraciaparticipativa.org/caritas/paginas/memorial.htm
  9. 9. Memorial X Narrativa histórica A experiência, ao contrário da vivência, é refletida, pensada, e pode-se tornar algo consciente que construirá uma nova identidade, ou seja, um outro jeito de olharmos e pensarmos o mundo. Para ilustrar, seria possível dizer que é como olhar a vida através de um “retrovisor”, dando a chance de enxergar determinadas dimensões de nossa vida e refletir criticamente sobre o significado delas em nossa trajetória, tendo como vantagem o distanciamento temporal. Disponível em: <http://www.democraciaparticipativa.org/caritas/paginas/memorial.htm
  10. 10. Os elementos essenciais do texto Autonomia Coerência Clareza Simplicidade Coesão DEZ ERROS MAIS COMUNS: tipo de texto; fuga do tema; linguagem oral; linguagem rebuscada; erros de português; uso de clichês e provérbios; panfletagem e radicalização; citações; excesso de informações; abuso da redundância. (FAZZOLARI, 2011, p.18-21)
  11. 11. Originalidade inspirada pelo cotidiano Ler muito e acumular conhecimento; Contar fatos banais de forma interessante; Usar o senso comum de forma criativa; Aguardar o melhor momento, lugar e estado de espírito para trabalhar; Usar figuras de linguagem; Estar aberto a novas experiências; Ser um observador atento; Anotar ideias; Exercícios para estimular a criatividade; Aprender a filtrar o excesso de informações; (GUERREIRO, 2010, p.38-43)
  12. 12. Referências COMO ELABORAR O MEMORIAL? Disponível em: <http://www.tvescola.ufms.br/atividades4.htm>. Acesso em: 05 dez 2011. COMO FAZER O MEMORIAL? Disponível em: <http://www.democraciaparticipativa.org/caritas/paginas/memorial.htm>. Acesso em: 05 dez 2011. FAZZOLARI, Davi. Os elementos essenciais do texto. Guia do Estudante: redação 2011: vestibular+ENEM. São Paulo: Ed. Abril, 2011, p.18-21. FREITAS, Maria Ester de. Viver a tese é preciso! In: BIANCHETTI, Lucídio; MACHADO, Ana Maria Netto (orgs.). A bússola do escrever: desafios e estratégias na orientação e escrita de teses e dissertações. 2. ed. Florianópolis: Ed. Da UFSC; São Paulo: Cortez, 2006, p.215-226. GUERREIRO, Carmen. Originalidade inspirada pelo cotidiano. Revista Língua Portuguesa, ano 5, n. 61, nov 2010, p. 38-43. MARQUES, Mario Osorio. Escrever é preciso: o princípio da pesquisa. 5. ed. rev. Ijuí: Ed. Unijuí, 2006. MONTEIRO, Rosa. A louca da casa. Tradução de Paulina Wacht e Ari Roitman. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004. SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico. 21. ed. São Paulo: Cortez, 2001.

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