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O IMPÉRIO ROMANO
O mediterrâneo romano nos séculos I e II
Trabalho de História
Índice
 Expansão de Roma;
 Integração dos povos dominados;
 Economia;
 Sociedade;
 Regime Político;
 A vida quotidiana em Roma;
 Cultura e Arte;
 Crenças religiosas – origem e difusão do Cristianismo no Império Romano;
 Romanização da Península Ibérica
 Conquista da Península Ibérica;
 Herança romana da Península Ibérica
 Bibliografia
Expansão de Roma
A cidade de Roma situa-se na Península Itálica e foi fundada em meados
do século VIII A.C.. Inicialmente era um pobre povoado de pastores e
camponeses, mas entre os séculos IV A.C. e II D.C., impôs o seu domínio
em toda a península e, mais tarde, a todo o Mediterrâneo e algumas
regiões da Europa, formando um grande império.
Motivos da expansão romana:
 segurança: ao princípio, os Romanos tiveram que se defender dos ataques dos seus vizinhos
e, para não serem derrotados, tiveram de os submeter;
 motivações económicas: ao conquistarem territórios os Romanos ficavam com os seus bens
e riquezas (produtos agrícolas, minérios, escravos, etc.);
 motivações sociais: novos cargos para os militares, novos mercados para os homens de
negócios e novas propriedades rurais para os colonos;
 ambição dos seus chefes: os chefes políticos procuravam honra e glória através de novas
conquistas.
Integração dos povos dominados
Os Romanos procuraram transmitir a sua civilização aos diferentes povos que faziam parte do
Império de forma a promover a sua integração e desenvolver as regiões mais atrasadas.
Instrumentos de integração:
 exército poderoso: depois da conquista, as legiões de soldados mantinham-se nas terras
conquistadas para garantir a paz – pax romana (paz armada com o exército a controlar qualquer
tentativa de revolta);
 estabelecimento da administração pública: os habitantes passaram a ser governados por
autoridades administrativas locais e a obedecer ao poder central – o poder do imperador;
 direito romano: todos os habitantes do Império tinham que seguir as mesmas leis romanas;
 o latim: língua oficial que passou a ser falada na maior parte das populações do Império;
 vasta rede de estradas: ligava todas as regiões do Império;
 direito de cidadania: privilégio que aos poucos passou a ser alargado a todos os habitantes do
Império, tornando-os cidadãos, adquirindo assim o direito de voto e proteção legal.
Pouco a pouco, os povos conquistados absorveram a língua, a religião, a cultura e os costumes
dos romanos. A esta influência exercida pela civilização romana aos povos conquistados chama-
se romanização.
Economia
A civilização romana foi essencialmente uma civilização urbana. Milhões de
pessoas viviam em cidades, que eram ativos centros económicos e administrativos.
Nos séculos I e II, o Império romano atravessou um período de tranquilidade e
prosperidade.
Toda a vida económica teve um grande desenvolvimento, em particular:
a agricultura: produzia trigo e vinha;
o artesanato: desenvolvimento da cerâmica, têxteis e metalurgia;
a exploração mineira;
a pesca;
a extração de sal.
Toda esta riqueza permitiu um intenso tráfego comercial entre as regiões do
Império, facilitada pela vasta rede de estradas, rios e mar navegáveis. A moeda era
utilizada nas trocas comerciais.
Sociedade
Senadores -
ocupavam altos
cargos na
administração
central e no
exército;
possuíam
grandes
propriedades
rurais, os
latifúndios;
possuíam
grandes fortunas.
Ordem
senatorial:
Cavaleiros -
passaram a
dedicar-se à
administração do
Império, ao
comércio e aos
negócios;
possuíam
grandes fortunas,
embora um pouco
inferiores aos
membros da
ordem senatorial.
Ordem
equestre:
Comerciantes
locais - membros
da burguesia
municipal que
dirigiam a vida
económica e
política da cidade.
Ordem dos
decuriões
pequenos
proprietários de
terras e
camponeses –
plebe rural;
artesãos – plebe
urbana.
Plebe:
antigos escravos
que obtiveram o
direito à
liberdade, mas
não tinham os
mesmos direitos
que os membros
da plebe.
Libertos:
eram homens não
livres e a eles
cabiam-lhe os
trabalhos mais
duros.
Escravos:
No Império Romano existiam grandes desigualdades sociais:
Estratos superiores Estratos inferiores
Regime político
Houve vários regimes políticos:
· Monarquia – Entre 753 e 509 A.C.
· República – Entre 509 e 27 A.C.
· Império – Entre 27 A.C. e 476 D.C.
Quando Roma iniciou a sua
expansão, o seu regime político era
a República. Este regime apoiava-se
em três órgãos políticos:
As Assembleias
ou Comícios:
• Conjunto de cidadãos que elegiam os
magistrados e detinham poder legislativo
Os Magistrados:
• Detinham o poder executivo, ou seja,
governavam a República
O Senado:
• Dirigia a política externa e nomeava os
governadores das províncias
Poderes
Chefiava
o exército
Dirigia a
política
externa
Controlava
toda a
administração
Era o
supremo-
sacerdote
À medida que Roma se expandia, crescia a ambição de muitos governantes e muitos lutaram
entre si pelo poder. Tornou-se necessário criar um regime mais forte de forma a criar união. Em
27 A.C., Octávio Augusto fundou um regime político novo, a que se chamou Império.
O Senado, os Magistrados e os Comícios continuaram a existir, mas muitos dos seus poderes
foram transferidos para o imperador. O imperador concentrou assim os seguintes poderes:
Resumindo, os poderes do imperador eram:
· Poder político;
· Poder judicial;
· Poder militar;
· Poder financeiro;
· Poder religioso.
Este tipo de regime perdurou até 476, ano
da queda do Império Romano do Ocidente.
A vida quotidiana em Roma
Os romanos levantavam-se ao nascer do sol, dado as ruas não serem iluminadas e nas
casas apenas haviam candeias de azeite.
Lavavam a cara e calçavam as sandálias ou socos de madeira, não perdendo tempo
para se vestirem, dado dormirem com a roupa do dia-a-dia (uma ou várias túnicas
sobrepostas, dependendo da época do ano)
De seguida, tomavam a 1ª refeição – pão, queijo e água.
Os rapazes das famílias mais abastadas iam para a escola, acompanhados pelo seu
escravo de confiança - o pedagogo.
Os mais ricos aproveitavam a manhã para receber nas suas casa (domus) os seus
clientes a quem ofereciam, normalmente uma cesta de alimentos.
De seguida, tratavam dos seus negócios e assuntos particulares:
 iam visitar as suas propriedades;
 escreviam cartas
- se fossem magistrados poderiam estar a julgar alguns casos em tribunal;
- se fossem senadores, estariam no senado a discutir os assuntos públicos;
 passeavam pelo fórum (praça pública) para conhecer as últimas novidades, discutir assuntos
públicos e socializar com os amigos.
Por volta do meio dia, os romanos paravam para a 2ª refeição. Esta era ligeira – carnes frias,
fruta, legumes e vinho.
Após a refeição, voltavam aos seus trabalhos, parando habitualmente a meio da tarde para se
entregarem aos prazeres dos banhos. Nas casas mais ricas, havia banhos privados, mas os
romanos gostavam de ir aos banhos públicos – Termas, onde podiam tomar banhos de água
quente, morna ou fria. Também ali faziam exercícios físicos no ginásio, desfrutar de massagens
e outros prazeres, como jogos de dados, bolas e damas, entregar-se à leitura na biblioteca ou
conversa com os amigos. O dia terminava com a refeição principal, a ceia (cena).
Os mais ricos gostavam de convidar amigos para os seus banquetes.
Comiam vários pratos, servidos por escravos em travessas comuns, de onde o convidado
retirava a comida com uma colher ou mesmo com as mãos.
Depois do banquete vinham as distrações como músicos, bailarinas ou recitais de poesia.
Domus – casas
dos ricos
Para os mais pobres, o trabalho prolongava-se até mais tarde e a ceia era mais pobre,
valendo-lhes as distribuições gratuitas de trigo por ordem do Imperador.
Deitavam-se cedo e levantavam-se ao romper/nascer do sol para iniciarem o seu dia de
trabalho.
Insulae – casas
dos pobres
Cultura
Literatura Direito
Nas letras, destacaram-
se:
Cícero: grande orador
do tempo da República
romana
Virgílio: poeta, autor da
epopeia “Eneida”
Tito Lívio: historiador,
autor de “Uma História
de Roma”.
Arte
Arquitetura
Urbanismo
Escultura
Pintura
Arquitetura
Os Romanos eram homens práticos, por isso, construíram edifícios públicos que lhes fossem úteis
(aquedutos, basílicas), locais de lazer (termas, circos, anfiteatros) e monumentos em honra da história
de Roma (arcos de Triunfo, colunas).
A arquitetura romana teve como principal influência a arquitetura grega. No entanto, é possível
verificar algumas inovações como o arco de volta perfeita e a abóbada de berço. As construções
romanas caracterizavam-se ainda pela robustez e durabilidade.
Urbanismo
A organização das cidades tinha como principio a utilidade e eram todas construídas à semelhança
de Roma. No centro da cidade encontrava-se o fórum, praça principal da cidade onde se encontravam
alguns dos mais importantes templos e edifícios públicos. À sua volta, construía-se o núcleo urbano.
Escultura
A escultura romana caracteriza-se pelo seu realismo. Tanto as estátuas, como os baixos-relevos,
representavam as figuras com perfeição anatómica e eram expressivas.
Pintura
Os Romanos pintavam sobretudo paisagens, cenas da vida quotidiana, motivos históricos ou
mitológicos.
Crenças religiosas – origem e difusão do Cristianismo no Império
Romano
Os Romanos adotaram muitos deuses de povos dominados, o maior exemplo são os
deuses oriundos da mitologia grega. Os nomes mudaram, mas os atributos eram os
mesmos.
Tipos de culto:
familiar: realizado em casa faziam culto às almas dos antepassados (Manes), aos
deuses protetores do lar (Lares) e aos deuses das provisões (Penates);
cívico: realizado nos templos, pelos sacerdotes.
Mais tarde, surgiu uma nova religião que defendia a existência de um só Deus –
o Cristianismo, que passou a ser a religião oficial do Império Romano.
Inicialmente o Cristianismo até foi aceite pelos romanos, num império profundamente politeísta e
permissivo, mas que rapidamente passou a religião perseguida pelo facto dos seus princípios colidirem
com princípios fundamentais romanos como o politeísmo e o culto ao imperador - os cristãos
recusavam praticar outros cultos pois só prestavam culto a Deus - e colidirem com o fundamento da
economia e sociedade romana, profundamente esclavagista, enquanto os cristãos defendiam a
igualdade e o respeito entre todos os homens, sem exceção.
As perseguições aos cristãos foram, por vezes, ferozes destacando-se as perseguições movidas por
Nero, Domiciano, Adriano e Diocleciano e muitos cristãos encontraram a morte nas arenas, por
exemplo do emblemático Coliseu de Roma, em espetáculos sangrentos e violentos tão do agrado dos
romanos. Durante séculos os cristãos, quais toupeiras, escavaram túneis e câmaras no subsolo, as
catacumbas, onde praticavam o culto e sepultavam os seus mortos, segundo os rituais cristãos, longe
dos olhares dos seus perseguidores.
Em 313, o imperador Constantino concedeu liberdade religiosa a todos os habitantes do império,
através do Edicto de Milão, e os cristãos, depois de séculos de perseguições mais ou menos violentas,
puderam finalmente abandonar os subterrâneos e praticar o culto à superfície. Evidentemente, só a
partir desta data é que surge a arquitetura cristã com a edificação das primeiras igrejas e batistérios
que até aí, por razões de segurança, eram inexistentes.
Em 380, o imperador Teodósio, através do Edicto de Tessalónica, impõe o cristianismo como a religião
oficial do Império Romano.
Romanização da Península Ibérica
Conquista da Península
Ibérica
Herança romana na
Península Ibérica
Conquista da Península Ibérica
Roma iniciou a conquista da Península Ibérica no final do século III A.C.. No entanto,
esta conquista foi muito difícil devido à resistência dos povos peninsulares, entre os
quais os Lusitanos. Só quando mataram o seu chefe, Viriato, à traição, puderam
dominá-los e ao resto da península.
A Península Ibérica foi então dividida em três províncias: Tarraconense, Bética e
Lusitânia.
A maioria das cidades ganhou alguma autonomia administrativa, sendo
declaradas municípios. Um município possuía magistrados próprios, eleitos pelos
habitantes.
Herança romana na Península Ibérica
Os Romanos permaneceram cerca de 600 anos na Península Ibérica, o que fez com
que se transformasse profundamente:
 Surgiram numerosas cidades;
 Houve uma enorme influência nos costumes dos povos conquistados / dominados;
 Construiu-se uma vasta rede de estradas, fontes, pontes, aquedutos, casas,
teatros, templos, …;
 Materiais de construção como telha e mosaico;
 Desenvolveu-se a agricultura (introdução da oliveira e da vinha, plantação de
citrinos), o artesanato, a exploração mineira e pedreiras, técnica da salga do peixe
e o comércio (troca de produtos, mercadorias e circulação da moeda);
 Foram adotados os costumes romanos como o vestuário e a alimentação;
 O latim tornou-se a língua dos seus habitantes;
 A religião romana foi também adotada pelos povos dominados da Península
Ibérica.
Bibliografia
 http://www.historiadigital.org/resumos/resumo-roma-antiga/
 http://www.infoescola.com/historia/imperio-romano/
 https://historiasete.wordpress.com/category/o-mundo-romano-no-apogeu-do-
imperio/o-mediterraneo-romano-nos-seculos-i-e-ii/
 https://docs.google.com/file/d/0B-5HPkNdPuiPN2FEUzNoX3FydW8/edit
 https://sites.google.com/site/anabelapmatias1/home/7o-ano-apresentacao-e-pre-
historia
 https://youtu.be/iqUna8YLrbY
 https://www.youtube.com/watch?v=liMvesSFM0A
Trabalho elaborado por:
Diana Massana nº7
7º B

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O império romano

  • 1. O IMPÉRIO ROMANO O mediterrâneo romano nos séculos I e II Trabalho de História
  • 2. Índice  Expansão de Roma;  Integração dos povos dominados;  Economia;  Sociedade;  Regime Político;  A vida quotidiana em Roma;  Cultura e Arte;  Crenças religiosas – origem e difusão do Cristianismo no Império Romano;  Romanização da Península Ibérica  Conquista da Península Ibérica;  Herança romana da Península Ibérica  Bibliografia
  • 3. Expansão de Roma A cidade de Roma situa-se na Península Itálica e foi fundada em meados do século VIII A.C.. Inicialmente era um pobre povoado de pastores e camponeses, mas entre os séculos IV A.C. e II D.C., impôs o seu domínio em toda a península e, mais tarde, a todo o Mediterrâneo e algumas regiões da Europa, formando um grande império.
  • 4. Motivos da expansão romana:  segurança: ao princípio, os Romanos tiveram que se defender dos ataques dos seus vizinhos e, para não serem derrotados, tiveram de os submeter;  motivações económicas: ao conquistarem territórios os Romanos ficavam com os seus bens e riquezas (produtos agrícolas, minérios, escravos, etc.);  motivações sociais: novos cargos para os militares, novos mercados para os homens de negócios e novas propriedades rurais para os colonos;  ambição dos seus chefes: os chefes políticos procuravam honra e glória através de novas conquistas.
  • 5. Integração dos povos dominados Os Romanos procuraram transmitir a sua civilização aos diferentes povos que faziam parte do Império de forma a promover a sua integração e desenvolver as regiões mais atrasadas. Instrumentos de integração:  exército poderoso: depois da conquista, as legiões de soldados mantinham-se nas terras conquistadas para garantir a paz – pax romana (paz armada com o exército a controlar qualquer tentativa de revolta);  estabelecimento da administração pública: os habitantes passaram a ser governados por autoridades administrativas locais e a obedecer ao poder central – o poder do imperador;  direito romano: todos os habitantes do Império tinham que seguir as mesmas leis romanas;  o latim: língua oficial que passou a ser falada na maior parte das populações do Império;  vasta rede de estradas: ligava todas as regiões do Império;  direito de cidadania: privilégio que aos poucos passou a ser alargado a todos os habitantes do Império, tornando-os cidadãos, adquirindo assim o direito de voto e proteção legal. Pouco a pouco, os povos conquistados absorveram a língua, a religião, a cultura e os costumes dos romanos. A esta influência exercida pela civilização romana aos povos conquistados chama- se romanização.
  • 6. Economia A civilização romana foi essencialmente uma civilização urbana. Milhões de pessoas viviam em cidades, que eram ativos centros económicos e administrativos. Nos séculos I e II, o Império romano atravessou um período de tranquilidade e prosperidade. Toda a vida económica teve um grande desenvolvimento, em particular: a agricultura: produzia trigo e vinha; o artesanato: desenvolvimento da cerâmica, têxteis e metalurgia; a exploração mineira; a pesca; a extração de sal. Toda esta riqueza permitiu um intenso tráfego comercial entre as regiões do Império, facilitada pela vasta rede de estradas, rios e mar navegáveis. A moeda era utilizada nas trocas comerciais.
  • 7.
  • 8. Sociedade Senadores - ocupavam altos cargos na administração central e no exército; possuíam grandes propriedades rurais, os latifúndios; possuíam grandes fortunas. Ordem senatorial: Cavaleiros - passaram a dedicar-se à administração do Império, ao comércio e aos negócios; possuíam grandes fortunas, embora um pouco inferiores aos membros da ordem senatorial. Ordem equestre: Comerciantes locais - membros da burguesia municipal que dirigiam a vida económica e política da cidade. Ordem dos decuriões pequenos proprietários de terras e camponeses – plebe rural; artesãos – plebe urbana. Plebe: antigos escravos que obtiveram o direito à liberdade, mas não tinham os mesmos direitos que os membros da plebe. Libertos: eram homens não livres e a eles cabiam-lhe os trabalhos mais duros. Escravos: No Império Romano existiam grandes desigualdades sociais: Estratos superiores Estratos inferiores
  • 9. Regime político Houve vários regimes políticos: · Monarquia – Entre 753 e 509 A.C. · República – Entre 509 e 27 A.C. · Império – Entre 27 A.C. e 476 D.C. Quando Roma iniciou a sua expansão, o seu regime político era a República. Este regime apoiava-se em três órgãos políticos: As Assembleias ou Comícios: • Conjunto de cidadãos que elegiam os magistrados e detinham poder legislativo Os Magistrados: • Detinham o poder executivo, ou seja, governavam a República O Senado: • Dirigia a política externa e nomeava os governadores das províncias
  • 10. Poderes Chefiava o exército Dirigia a política externa Controlava toda a administração Era o supremo- sacerdote À medida que Roma se expandia, crescia a ambição de muitos governantes e muitos lutaram entre si pelo poder. Tornou-se necessário criar um regime mais forte de forma a criar união. Em 27 A.C., Octávio Augusto fundou um regime político novo, a que se chamou Império. O Senado, os Magistrados e os Comícios continuaram a existir, mas muitos dos seus poderes foram transferidos para o imperador. O imperador concentrou assim os seguintes poderes: Resumindo, os poderes do imperador eram: · Poder político; · Poder judicial; · Poder militar; · Poder financeiro; · Poder religioso. Este tipo de regime perdurou até 476, ano da queda do Império Romano do Ocidente.
  • 11. A vida quotidiana em Roma Os romanos levantavam-se ao nascer do sol, dado as ruas não serem iluminadas e nas casas apenas haviam candeias de azeite. Lavavam a cara e calçavam as sandálias ou socos de madeira, não perdendo tempo para se vestirem, dado dormirem com a roupa do dia-a-dia (uma ou várias túnicas sobrepostas, dependendo da época do ano) De seguida, tomavam a 1ª refeição – pão, queijo e água. Os rapazes das famílias mais abastadas iam para a escola, acompanhados pelo seu escravo de confiança - o pedagogo. Os mais ricos aproveitavam a manhã para receber nas suas casa (domus) os seus clientes a quem ofereciam, normalmente uma cesta de alimentos.
  • 12. De seguida, tratavam dos seus negócios e assuntos particulares:  iam visitar as suas propriedades;  escreviam cartas - se fossem magistrados poderiam estar a julgar alguns casos em tribunal; - se fossem senadores, estariam no senado a discutir os assuntos públicos;  passeavam pelo fórum (praça pública) para conhecer as últimas novidades, discutir assuntos públicos e socializar com os amigos. Por volta do meio dia, os romanos paravam para a 2ª refeição. Esta era ligeira – carnes frias, fruta, legumes e vinho. Após a refeição, voltavam aos seus trabalhos, parando habitualmente a meio da tarde para se entregarem aos prazeres dos banhos. Nas casas mais ricas, havia banhos privados, mas os romanos gostavam de ir aos banhos públicos – Termas, onde podiam tomar banhos de água quente, morna ou fria. Também ali faziam exercícios físicos no ginásio, desfrutar de massagens e outros prazeres, como jogos de dados, bolas e damas, entregar-se à leitura na biblioteca ou conversa com os amigos. O dia terminava com a refeição principal, a ceia (cena).
  • 13. Os mais ricos gostavam de convidar amigos para os seus banquetes. Comiam vários pratos, servidos por escravos em travessas comuns, de onde o convidado retirava a comida com uma colher ou mesmo com as mãos. Depois do banquete vinham as distrações como músicos, bailarinas ou recitais de poesia. Domus – casas dos ricos
  • 14. Para os mais pobres, o trabalho prolongava-se até mais tarde e a ceia era mais pobre, valendo-lhes as distribuições gratuitas de trigo por ordem do Imperador. Deitavam-se cedo e levantavam-se ao romper/nascer do sol para iniciarem o seu dia de trabalho. Insulae – casas dos pobres
  • 15. Cultura Literatura Direito Nas letras, destacaram- se: Cícero: grande orador do tempo da República romana Virgílio: poeta, autor da epopeia “Eneida” Tito Lívio: historiador, autor de “Uma História de Roma”.
  • 17. Arquitetura Os Romanos eram homens práticos, por isso, construíram edifícios públicos que lhes fossem úteis (aquedutos, basílicas), locais de lazer (termas, circos, anfiteatros) e monumentos em honra da história de Roma (arcos de Triunfo, colunas). A arquitetura romana teve como principal influência a arquitetura grega. No entanto, é possível verificar algumas inovações como o arco de volta perfeita e a abóbada de berço. As construções romanas caracterizavam-se ainda pela robustez e durabilidade. Urbanismo A organização das cidades tinha como principio a utilidade e eram todas construídas à semelhança de Roma. No centro da cidade encontrava-se o fórum, praça principal da cidade onde se encontravam alguns dos mais importantes templos e edifícios públicos. À sua volta, construía-se o núcleo urbano. Escultura A escultura romana caracteriza-se pelo seu realismo. Tanto as estátuas, como os baixos-relevos, representavam as figuras com perfeição anatómica e eram expressivas. Pintura Os Romanos pintavam sobretudo paisagens, cenas da vida quotidiana, motivos históricos ou mitológicos.
  • 18. Crenças religiosas – origem e difusão do Cristianismo no Império Romano Os Romanos adotaram muitos deuses de povos dominados, o maior exemplo são os deuses oriundos da mitologia grega. Os nomes mudaram, mas os atributos eram os mesmos. Tipos de culto: familiar: realizado em casa faziam culto às almas dos antepassados (Manes), aos deuses protetores do lar (Lares) e aos deuses das provisões (Penates); cívico: realizado nos templos, pelos sacerdotes. Mais tarde, surgiu uma nova religião que defendia a existência de um só Deus – o Cristianismo, que passou a ser a religião oficial do Império Romano.
  • 19. Inicialmente o Cristianismo até foi aceite pelos romanos, num império profundamente politeísta e permissivo, mas que rapidamente passou a religião perseguida pelo facto dos seus princípios colidirem com princípios fundamentais romanos como o politeísmo e o culto ao imperador - os cristãos recusavam praticar outros cultos pois só prestavam culto a Deus - e colidirem com o fundamento da economia e sociedade romana, profundamente esclavagista, enquanto os cristãos defendiam a igualdade e o respeito entre todos os homens, sem exceção. As perseguições aos cristãos foram, por vezes, ferozes destacando-se as perseguições movidas por Nero, Domiciano, Adriano e Diocleciano e muitos cristãos encontraram a morte nas arenas, por exemplo do emblemático Coliseu de Roma, em espetáculos sangrentos e violentos tão do agrado dos romanos. Durante séculos os cristãos, quais toupeiras, escavaram túneis e câmaras no subsolo, as catacumbas, onde praticavam o culto e sepultavam os seus mortos, segundo os rituais cristãos, longe dos olhares dos seus perseguidores.
  • 20. Em 313, o imperador Constantino concedeu liberdade religiosa a todos os habitantes do império, através do Edicto de Milão, e os cristãos, depois de séculos de perseguições mais ou menos violentas, puderam finalmente abandonar os subterrâneos e praticar o culto à superfície. Evidentemente, só a partir desta data é que surge a arquitetura cristã com a edificação das primeiras igrejas e batistérios que até aí, por razões de segurança, eram inexistentes. Em 380, o imperador Teodósio, através do Edicto de Tessalónica, impõe o cristianismo como a religião oficial do Império Romano.
  • 21.
  • 22. Romanização da Península Ibérica Conquista da Península Ibérica Herança romana na Península Ibérica
  • 23. Conquista da Península Ibérica Roma iniciou a conquista da Península Ibérica no final do século III A.C.. No entanto, esta conquista foi muito difícil devido à resistência dos povos peninsulares, entre os quais os Lusitanos. Só quando mataram o seu chefe, Viriato, à traição, puderam dominá-los e ao resto da península. A Península Ibérica foi então dividida em três províncias: Tarraconense, Bética e Lusitânia. A maioria das cidades ganhou alguma autonomia administrativa, sendo declaradas municípios. Um município possuía magistrados próprios, eleitos pelos habitantes.
  • 24. Herança romana na Península Ibérica Os Romanos permaneceram cerca de 600 anos na Península Ibérica, o que fez com que se transformasse profundamente:  Surgiram numerosas cidades;  Houve uma enorme influência nos costumes dos povos conquistados / dominados;  Construiu-se uma vasta rede de estradas, fontes, pontes, aquedutos, casas, teatros, templos, …;  Materiais de construção como telha e mosaico;  Desenvolveu-se a agricultura (introdução da oliveira e da vinha, plantação de citrinos), o artesanato, a exploração mineira e pedreiras, técnica da salga do peixe e o comércio (troca de produtos, mercadorias e circulação da moeda);  Foram adotados os costumes romanos como o vestuário e a alimentação;  O latim tornou-se a língua dos seus habitantes;  A religião romana foi também adotada pelos povos dominados da Península Ibérica.
  • 25.
  • 26. Bibliografia  http://www.historiadigital.org/resumos/resumo-roma-antiga/  http://www.infoescola.com/historia/imperio-romano/  https://historiasete.wordpress.com/category/o-mundo-romano-no-apogeu-do- imperio/o-mediterraneo-romano-nos-seculos-i-e-ii/  https://docs.google.com/file/d/0B-5HPkNdPuiPN2FEUzNoX3FydW8/edit  https://sites.google.com/site/anabelapmatias1/home/7o-ano-apresentacao-e-pre- historia  https://youtu.be/iqUna8YLrbY  https://www.youtube.com/watch?v=liMvesSFM0A
  • 27. Trabalho elaborado por: Diana Massana nº7 7º B