Programa de treinamento

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Programa de treinamento

  1. 1. Boas Práticas de Fabricação BPF
  2. 2.  Conscientizar e treinar todos os colaboradores para a produção de PET-PCR, de grau alimentício.
  3. 3. PET é o melhor e mais resistente plástico para fabricação de garrafas, frascos e embalagens para refrigerantes, águas, sucos, óleos comestíveis, medicamentos, cosméticos, produtos de higiene e limpeza, destilados, isotônicos, cervejas, entre vários outros. O PET : alta resistência mecânica (impacto) e química, suportando o contato com agentes agressivos,possui excelente barreira para gases e odores, capaz de conter os mais diversos produtos com total higiene e segurança – para o produto e para o consumidor.
  4. 4. PET pós-consumo: é o material proveniente de embalagens ou artigos precursores usados, ambos de grau alimentício.
  5. 5. A reciclagem preserva a matéria prima virgem necessária para a fabricação de produtos acabados; a reciclagem de plásticos desacelera o consumo de petróleo, de alumínio e outros metais.Além de refreiam a expansão das minas de extração que devasta o ecossistema local.   A economia do mercado: a reciclagem requer inventividade, criatividade e tecnologia; com isso muitos cientistas, engenheiros e tecnólogos têm trabalho, desenvolvendo novos métodos, técnicas e máquinas para reciclagem; requer também a instalação física de fábricas, o que gera emprego para a construção civil, indústrias mecânica e elétrica ; a fábrica requer mão de obra, gerando empregos para pessoas de todos os níveis de instrução; a logística gera outros tantos empregos...
  6. 6.         Proteger o alimento; Favorecer o meio de preservação; Evitar contatos inconvenientes; Melhorar a apresentação; Possibilitar melhor apresentação do produto; Favorecer acesso ao produto; Favorecer transporte; Educar consumidor;
  7. 7. RDC nº 275, de 21 de outubro de 2002  Manual de Boas Práticas de Fabricação: Procedimento Operacional Padronizado; Limpeza; Desinfecção; Higienização; Anti-sepsia; Controle Integrado de Pragas; Programa de recolhimento de alimentos; Resíduos. RDC nº 20, de 26 de março de 2008     challenge test Um sistema de garantia da qualidade que previna a contaminação com outras fontes de matéria reciclada para aplicações que não sejam de grau alimentício. Manter Registros Rastreabilidade
  8. 8.  O sistema baseia-se em analisar as diversas etapas da produção , analisando os perigos potenciais à saúde dos consumidores, determinando medidas preventivas para controlar esses perigos através de pontos críticos de controle, a fim de garantir a Qualidade sanitária e a conformidade dos produtos alimentícios com os regulamentos técnicos.
  9. 9.            MA.SGQ.001 - MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO PR.LCQ.001 – CONTROLE DE POTABILIDADE DE ÁGUA PR.SGQ.003 – CONTROLDE INTEGRADO DE VETORES E PRAGAS PR.SGQ. 002 – HIGIÊNE E SAÚDE DOS MANIPULADORES PR.LCQ.002 – RECEBIMENTO DE MATÉRIA PRIMA PR.SGQ.003 – GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS PR.SGQ.005 – RASTREABILIDADE IT.SGQ.003 – AFERIÇÃO E CALIBRAÇÃO DE EQUIPAMENTOS PR.LCQ.003 – RECEBIMENTO DE INSUMOS MA.SGQ.002 - MANUAL DE HIGIENIZAÇÃO E LIMPEZA IT.LCQ.006 - ANÁLISE DE FLAKES DE NOVOS FORNECEDORES
  10. 10. Controle de Potabilidade de Água Objetivo: Monitorar a potabilidade da água seguindo parâmetros estabelecidos pelo Ministério da Saúde e Vigilância Sanitária, garantindo o consumo seguro dos colaboradores da empresa. A água consumida na Global PET é proveniente de poço artesiano, com seu uso devidamente autorizado conforme outorga emitida pelo DAEE em 23/10/2008. A água captada é utilizada para consumo humano e nos processos produtivos. Responsabilidades: Controle de Qualidade, sendo de sua responsabilidade a coleta e análises diárias e mensais, assim como o envio dos resultados para Vigilância Sanitária Municipal, a renovação da outorga, do cadastro do poço e a limpeza e higienização dos reservatórios de água.
  11. 11. Controle integrado de pragas e vetores Objetivo: Constituir um sistema que assegure um controle integrado com ações eficazes e contínuas de controle de pragas destinadas a impedir a atração, o abrigo, o acesso e /ou a proliferação de vetores, prevenindo a contaminação das embalagens, matérias-primas e produtos acabados. Responsabilidades: CONTROLE INTEGRADOS DE VETORES E PRAGAS
  12. 12. Higiene e saúde dos Colaboradores Objetivo: Realizar os procedimentos de higiene corretamente a fim de garantir a segurança e qualidade do produto final. Responsabilidades: Este procedimento destina-se a todos os setores para ser utilizada por todos os colaboradores. E cabe ao representante da direção e equipe de boas práticas de fabricação a responsabilidade pela supervisão do cumprimento do mesmo.
  13. 13. Recebimento de matéria Prima Objetivo: Definir o correto procedimento de recebimento e manejo do estoque de matéria prima (Flakes de PET). Responsabilidades: Este procedimento destina-se ao setor Logística, sendo de sua Responsabilidade o descarregamento dos caminhões, avaliações e registro da matéria prima. Destina-se também ao Laboratório de Controle de Qualidade, que fará as análises da matéria prima para liberação de uso e informará à produção sobre sua liberação.
  14. 14. Gerenciamento de Resíduos Objetivo: Identificar, classificar todos os resíduos industriais gerados pela empresa, e analisar a melhor maneira de reaproveitamento e/ou destinação correta destes resíduos. Responsabilidades: Este Plano de Gerenciamento de Resíduos Industriais destina-se ao Laboratório de Controle de Qualidade, PCP e todos os setores produtivos da empresa. Plano de ação Aspectos Impactos ambientais (A.I.A)
  15. 15. Rastreabilidade Objetivo: Determinar uma sistematização onde a finalidade é criar um controle capaz de rastrear matéria prima, embalagens, insumos ou até mesmo matérias que entraram no processo e produtos acabados com a possibilidade de haver problemas relativos à segurança do produto. Responsabilidades: Setores responsáveis
  16. 16. Aferição e Calibração dos Equipamentos Objetivo: Realizar a calibração e aferir internamente os equipamentos utilizados no processo e controle de Qualidade. Responsabilidades: Esta instrução se destina ao Laboratório de Controle de Qualidade, para ser seguida pelos funcionários do setor treinados para este fim. As calibrações são de responsabilidade do representante da Direção.
  17. 17. Recebimento de Insumos Objetivo: Definir o correto procedimento de recebimento de insumos utilizados no processo produtivo Responsabilidades: Este procedimento destina-se ao Laboratório de Controle de Qualidade, que fará as análises e monitoramento dos insumos para liberação de uso e informará ä produção sobre sua liberação.
  18. 18. Manual de Higienização e Limpeza Objetivo: Estabelecer regras e normas básicas para a Higienização e Limpeza dos setores, Primário, secundário, Área limpa, vestiários e banheiros. Responsabilidades: Este manual destina-se ao uso no setor Primário (super lavagem), Secundário (Extrusoras), Área limpa (pós- condensação), E pelo(s) auxiliar (es) de limpeza dos banheiros e sanitários devidamente treinado(s) para este fim.
  19. 19. Análise de Flakes de novos Fornecedores Objetivo: Analisar, classificar, aprovar ou reprovar matérias primas de novos fornecedores. Responsabilidades: Esta Instrução de Trabalho destina-se ao Laboratório de Controle de Qualidade, para ser utilizada pelos colaboradores destes setores treinados para este fim, a autoridade para a aprovação do novo fornecedor é da Diretoria, representante da direção e Auxiliar de Laboratório.

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