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  1. 1. A MEMÓRIA DE UMA BRIZOLETA: ESCOLA RURAL DA FAXINA. DUARTE, Sheila Schmalfuss – sheilarbd_duarte@hotmail.com1 MEIRELES, Janaína Barela – barelameireles@hotmail.com2 RESUMO Este é um estudo no âmbito da História da Educação, pertencente ao projeto “História da Educação: processos escolares e profissão docente no Rio Grande do Sul”, orientado pelo professor Dr. Elomar Antonio Callegaro Tambara, do departamento de Fundamentos da Educação, pertencente do grupo CEHIE - Centro de Estudos e Investigações em História da Educação. O artigo viabiliza descrever algumas características da criação da Escola Rural da Faxina, atual Dr. Vieira da Cunha da cidade do quinto-subdistrito de Piratini. Analiso algumas práticas que ocorreram neste espaço escola em 1962. A pesquisa tem como objetivo também, relatar algumas ações do governo de Leonel de Souza Brizola do PTB, em relação à educação, uma vez que a escola fora construída na época de seu governo, sendo chamada de brizoleta pela simbologia de sua arquitetura. Investigaram-se os documentos como datilógrafos, manuscritos, fontes iconográficas, etc. Recorremos também, ao Jornal Diário Popular de Pelotas e a 5ª Coordenadoria Regional da Educação em Pelotas (CRE). Por meio da História oral interessamo-nos em entender a memória das pessoas entrevistadas. Este estudo ainda está em fase inicial, porém conseguimos destacar que a escola fez parte do projeto governamental “Nenhuma criança sem escola no Rio Grande do Sul” de Leonel Brizola, o qual facilitou o acesso educacional na zona rural. Além disso, passamos a acreditar no potencial da História oral, valorizando as memórias e recordações das pessoas entrevistadas para a compreensão do contexto histórico da época. Nessa perspectiva, temos a intenção de inserir a comunidade escolar na formulação de sua História, fazendo também parte dessa construção. Palavras-chave: História da Educação, Espaço escolar, Instituição escolar. INTRODUÇÃO O presente trabalho pretende abordar algumas ações algumas ações do período governamental de Leonel Brizola, em relação à educação, além disso, pretendemos buscar como se consolidou os primeiros anos da História da Escola Municipal de Ensino Fundamental Dr.° Vieira da Cunha de Piratini, uma vez que esta fez parte de um dos resultados das ações de Brizola. A pesquisa deste tema originou-se pelo fato de ter tido contato com a escola, uma vez que em minhas férias fazia companhia para o meu padrinho, sendo ele motorista do ônibus escolar. Por conseguinte, interessei-me pela 1 Graduanda do Curso de Pedagogia pela Faculdade de Educação da Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/CNPq – pertencente ao Centro de Estudos e Investigação em História da Educação (CEIHE). 2 Graduanda do Curso de Pedagogia pela Faculdade de Educação da Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Bolsista de graduação da UFPEL – pertencente ao Centro de Estudos e Investigação em História da Educação (CEIHE).
  2. 2. História desta instituição em específico, por constar em sua História um período marcado em todo o Rio Grande do Sul, que em 1962 ela passa a ser uma das escolas de Brizola, sendo chamada de “brizoleta” justamente pelas suas características arquitetônicas. Dentro desta perspectiva o período a ser estudado é de 1959 até 1962. Partindo do princípio de que a pesquisa deve ser algo significante para a sociedade, pretendo levar à instituição e a comunidade o conhecimento de sua história, para que assim, a própria comunidade se sinta inserida neste meio, pois de acordo com Amaral (2003, p. 12) “a compreensão de nossa realidade atual, suas características e possibilidades futuras nos remetem sempre à busca da compreensão dos percursos trilhados, às origens do processo que estamos vivenciando”, ou seja, para entendermos os dias de hoje é preciso entender os fatos do passado, para construirmos um futuro melhor, com novos significados. OBJETIVOS O objetivo deste trabalho é apresentar algumas ações do período governamental de Leonel Brizola, entre os anos de 1959 até 1962, em relação à Educação. Pretendemos compreender características da criação da Escola Rural da Faxina, atual Dr. Vieira da cunha, a partir da memória das pessoas da época. Dessa forma pretendemos fazer parte da construção histórica desta instituição, buscando inserir a comunidade neste processo. METODOLOGIA Para a execução desta pesquisa foram utilizadas as fontes do arquivo da escola, como fontes iconográficas, documentos datilógrafos, manuscritos. Porém devido à precariedade dos documentos, recorri a 5ª Coordenadoria Regional da Educação em Pelotas e o relatório do CEPE (Comissão Estadual de Prédios Escolares) e utilizei o Jornal Diário Popular3. Além disso, entrevistei pessoas para a compreensão do espaço escolar da época a ser pesquisada. Para fundamentar o meu texto utilizo estudos teórico metodológicos de, BARBOSA (1983); MARTINS (1997); QUADROS (2003-2004); THOMPSON (1992); WERLE (2004-2007). RESULTADO E DISCUSSÃO Após a deposição de Getulio Vargas, em outubro de 1945, é possível observar que o Brasil passou por uma ruptura na sociedade, sendo esta uma fase de redemocratização, vivenciando um período de industrialização, apontando para o êxodo rural. Nisso, é promulgada uma nova constituição de 1946, essa era liberal, pois assegurava aos cidadãos a liberdade de opinião, organização e propriedade, em meio a isso, surgem várias forças populares que exigiam melhores condições de vida e de trabalho. Segundo Martins (1997, p. 141): 3 Pertenceu ao Órgão Republicano até o ano de 1937 - Fundado em 23 de fevereiro de 1882, sob influência positivista.
  3. 3. Em setembro de 1955, mais de 1 milhão de trabalhadores fizeram greve contra a alta do custo de vida. No Recife, os estudantes quebraram ônibus em protesto ao aumento das passagens (...). Em 1960 a CNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - declarou que só a divisão dos latifúndios e sua distribuição entre os camponeses sem terra melhorariam as condições de vida no campo. Estava colocada a força da Igreja em favor da reforma agrária. Dentre esses anos, pode-se perceber também, um crescimento quantitativo de alguns indicadores educacionais, tais como a evasão escolar, a precariedade de escolas nas zonas rurais, além da problemática do corpo docente, onde boa parte não tinha nem mesmo o curso normal do magistério. Contudo, um dos principais enfoques da época era o analfabetismo, que não somente estava infiltrado no Rio Grande do Sul, mas em nível nacional. Tais noticias demonstram a preocupação com a problemática. Precisamos terminar com o analfabetismo – A professora d. Dinora Badia, responsável pelo Ensino Supletivo do Estado, fala à reportagem de “A OPINIÃO PÚBLICA” – Dia 2 de maio terá início as aulas do curso Supleivo – Estabelecimentos onde funcionarão – cursos para pescadores – seminário de alfabetização de adultos – novas perspectivas (...) DIÁRIO POPULAR, 06/05/1958-p.9 Mobilização Nacional em tôrno da alfabetização de adultos – congresso em julho e exposição de obras didáticas na capital da República. Rio (Agência nacional) – A mobilização de todas fôrças vivas da cultura brasileira, visando a um permanente clima de debates em tôrno do problema da integração do adolescente e adulto na plenitude de seus direitos de cidadão, através de cursos de alfabetização,(...) DIÁRIO POPULAR, 30/05/1958-p. 3 Particularmente, é neste contexto que o governo de Brizola se insere, deste modo, seus discursos eram voltados para a educação, uma vez que Leonel Brizola era um líder trabalhista, que fizera parte dos movimentos populistas. Ele defendia a ideia de que cabia ao estado promover o desenvolvimento, levando a educação ao sujeito para integra-lo na sociedade. Segundo Barbosa (1983-p. 213) “no setor educacional, (Brizola) elaborou o Plano de Escolarização, construindo elevado número de pequenos prédios escolares e aumentando os quadros do magistério primário e médio.” Ele priorizou a educação em todo o tempo de seu governo, pois ele defendia que é através da educação que se adquire uma sociedade mais justa e democrata. Para mim [Brizola] e para meu colaborador, o secretário da Educação, Dr. Mariano Beck, e para todos os auxiliares,como também, tenho certeza, para todo magistério rio-grandense, a questão educacional se constitui em um ponto de honra, que há de absorver nossas melhores energias, há de se motivo da mais intensa dedicação. E não poderia ser diferente para um governo que se propõe a trabalhar e girar os negócios públicos, invariavelmente, através de um conteúdo social e humano. Educar não é apenas promover a elevação da criatura
  4. 4. humana, mas igualmente promover a melhor forma do desenvolvimento econômico da região, de um estado ou de um país. O NACIONAL, 17/02/59, PP. 1-2 apud. Quadros 2004. Ao assumir o governo do estado em 1959, Brizola fez um levantamento sobre a situação do ensino primário do estado. Este estudo mostrou um déficit de 284.652 no número de vagas. E a partir disso, se traçou um projeto cujo objetivo era superar essa problemática, este projeto tinha duas metas: a de alfabetizar todas as crianças de 7 a 14 anos e erradicar o analfabetismo. Para implementar este projeto de escolarização no estado, o governo utilizou dois órgão, como o SEDEP (Serviço de Expansão Descentralizada do Ensino Primário), o CEPE (Comissão Estadual de Prédios Escolares). Além de contratar professores, também comprou vagas de estudos em escolas particulares em troca de professores estaduais, e concedeu bolsas de estudos. Começou-se então, um plano para a melhoria da educação. Tal projeto passou a ser chamado de “Nenhuma criança sem escola no Rio Grande do Sul". Com a organização que se tinha, propiciou a expansão do ensino público, e de acordo com uma nota do Estado apresentada pelo Diário Popular, escolas estavam sendo construídas em vários municípios. [...] ENSINO PRIMÁRIO – Ontem, na capital, o governador Leonel Brizola assinou o convênio com vinte sete municípios, visando à descentralização do ensino primário. O ato deveria ter o caráter de solenidade, porém, face do luto oficial decretado por três dias, foi transformado em rotina administrativa. [...] Diário Popular, 30 de janeiro de 1960, ANO 69 – Nº 25, p. 6. A partir de então, as escolas eram chamadas de as escolas de Brizola, ou ainda as escolas brizoletas. Essas tinham características próprias, que se tornaram um símbolo do governo de Brizola no Rio Grande do Sul. Os prédios escolares eram construídos às margens das estradas ou voltados para a rua, característica da arquitetura que tanto pode servir para facilitar o acesso quanto pode indicar que a escola está aberta para receber um mundo novo, o “mundo de lá – da cidade”. QUADROS 2003- p.63. Conforme já mencionado, as escolas eram construídas por intermédio do CEPE que era responsável pela fiscalização e assistência às obras, e pelo SEDEP que era responsável por gerenciar o programa, e através dele o Estado e o Município se comunicavam e botavam em prática as melhorias para a educação, e com esses órgãos que se sucederam as construções das escolas. UM DOS RESULTADOS DESTE PROJETO: ESCOLA RURAL DA FAXIA DE 1962. De acordo com WERLE (2004, p.113), “O cultivo da memória institucional implica rearticular relações, emoções vividas em um certo espaço numa perspectiva individual e grupal.” Partindo disso, buscamos compreender algumas características da criação da Escola Rural da Faxina através da memória das pessoas.
  5. 5. Partindo do princípio de que as escolas de Brizola eram construídas com a ajuda da população, a Escola Rural da Faxina se constituiu com a doação de um terreno, de Ondino da Silva Oliveira4, que doou ao Prefeito da época, Nelson Piratinino Pedroso. [...] Por intermédio do prefeito Nelson Pedroso, que eu consegui doar o terreno pro Brizola, que envio o material pra construção da escola [...] nesse tempo não exigiram a documentação eu só enviei uma carta autorizando a construção. E a escola começou a funcionar no dia 26 de junho de 1962. [...] hoje pra mim é uma satisfação de ver as crianças tudo aí, e vê como a escola cresceu [...]. Entrevistado: doador do terreno, Ondino da Silva Oliveira set.2013. Com isso, no quinto-subditrito de Piratini a Escola Rural da Faxina, atual Dr. Vieira da Cunha, fora construída no ano de 1962, pelo plano B: madeira, residência, duas salas e capacidade de 150 alunos, tendo um custo de CR$ 887.189,00, de acordo com relatório do CEPE - Adendo n. 1 ao relatório do período de 1959 até 30/11/62. A seguir a fachada da Escola Rural da Faxina na década de 60. Fachada E.R. Faxina 1962-Imagem pertencente ao acero da escola. Ainda assim, a escola passou a ser uma instituição em construção. Havia na escola apenas duas professoras. Uma das primeiras diretoras da escola era a professora Geni Oliveira, que além de ser professora era diretora. Essas não pertenciam ao meio rural, e um dos critérios que o governo destacou como importantes foi que, para as professoras se formarem, era necessário licenciar na zona rural. Essas professoras vinham na segunda-feira para a escola residiam nela e voltavam para suas casas no sábado à tarde. Era só duas professoras e uma era diretora que era a Geni Oliveira, que já é morta, e a que trabalhava com ela era a professora Maria José da Rosa Parente [...] A gente saia à campo, pegava cobra, pegava aranha, pegava os bicho tudo e colocava nos vidros com álcool. E todo trabalho que era feito na 4 É vizinho da escola até hoje.
  6. 6. escola era colocado nessa pecinha aqui ó, e se não me engano a escola tinha duas salas de aula aqui, depois era a secretaria, e aqui era onde morava as professora. Elas vinham segunda pra cá, e voltavam no sábado de tarde. [...]. Entrevistado: ex-aluno Edvar – set. 2013 De acordo com WERLE (2007), em meio a esses relatos que podemos “constituir a realização espacial do lugar”, desse modo, as fotos e as conversas contribuíram para a interpretação do tempo vivido pela escola. Vejamos a seguir duas fotografias de um ex-aluno da escola, o qual descreveu cada espaço e ocasião. Apresentação do dia da árvore Acervo do ex-aluno Edvar. Festa na escola de competições.
  7. 7. Acervo do ex-aluno Edvar. Como podemos perceber na primeira foto, as crianças que estavam na brincadeira tinham os pés descalços, e tinham fantasias para a comemoração do dia da árvore. O fato de estarem descalço implica num problema que era comum na zona rural, que colocava em jogo a permanência das crianças na escola, porque não era os pés descalço que os impedia de aprender, mas a pobreza e a necessidade dos pais, de que os filhos fossem trabalhar com eles. Na segunda foto, observa-se a presença de trajes gaúchos, uma vez que a escola se situa na capital farroupilha, na cidade de Piratini. Estas eram algumas festas que a escola fazia com intenção de demonstrar o trabalho que era feito, e divertir as crianças com copetições, neste caso competição de “quem tomava uma garrafa de coca-cola primeiro”. Portanto, a configuração deste espaço escolar se deu a partir do momento que as pessoas começaram a ocupa-lo, de modo que a cada ação dos sujeitos passou a ser marcas que aos poucos foram constituindo o espaço de formação, por isso a importância da historia oral como ferramenta de resgate de memória, sendo ela fonte para entendermos a história que não está no papel. A história oral é uma história construída em torno de pessoas. Ela lança a vida para dentro da própria história e isso alarga seu campo de ação. Admite heróis
  8. 8. não só dentre os líderes, mas dentre a maioria desconhecida do povo. Estimula professores e alunos a serem companheiros de trabalho. Traz a história para dentro da comunidade e extrai a história de dentro da comunidade. Thompson,1992, p. 44 No entanto, a historia oral se torna a historia viva, a qual compõe narrativas de cidadãos comuns que atribuem sentidos distintos aos fatos e acontecimentos, no caso do ex-aluno da escola e de seu Ondino, que deram o seu relato, os quais não se tem acesso, se não por alguém que experenciou o local e os momentos. CONSIDERAÇÕES FINAIS Considerando que este estudo está em fase inicial, buscamos documentos que nos ajudassem a encontrar pessoas, porém acreditamos que ainda é possíveis encontrar outros entrevistados. Além disso, este projeto tem como princípio levar à comunidade e a instituição o conhecimento de sua história, valorizando suas memórias e recordações, as quais contribuem para a composição de sua história. De acordo com os dados encontrados até agora, podemos observar que há uma grande dificuldade em encontrar documentos inicias da criação da escola, uma vez que na época não fora exigido uma documentação formal. Porém, através das entrevistas orais foi possível contextualizar muitos aspectos que estavam em ocultos. Contudo, a partir das noticias e dos relatos orais que tivemos acesso, podemos considerar que a escola Rural da Faxina, atual Dr. Vieira da Cunha, fez parte deste projeto governamental de Brizola, o qual foi de grande importância para a expansão do ensino público no Rio Grande do Sul. Entendemos também, que este projeto facilitou o acesso educacional no meio rural, dando melhores oportunidades ao homem do campo, visto que de acordo com as experiências vividas por Brizola que o impulsionaram a realizar a construção destas escolas. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AMARAL, Giana L. do. Gatos Pelados X Galinhas Gordas: desdobramentos da educação laica e da educação católica na cidade de Pelotas (Décadas de 1930 a 1960). Tese. UFRGS, Porto Alegre, 2003. BARBOSA, Fidélis Dalcin. História do Rio Grande do Sul. EST-Escola Superior de Teologia São Lourenço de Brindes. 1983 MARTINS, José Roberto. História Geral do Brasil. São Paulo: FTD, 1997. QUADROS, Claudemir. As brizoletas cobrindo o Rio grande: A educação pública no Rio Grande do Sul durante o governo de Leonel Brizola (1959-1963). Santa Maria Ed. UFSM, 2003. QUADROS, Claudemir. Brizoletas: A ação do governo de Leonel Brizola na Educação pública do Rio Grande do Sul (1959-1963). Revista Teias, Rio de Janeiro, ano 2, nº 3, jan/jun 2001.
  9. 9. THOMPSON, Paul. A Voz do Passado: história oral. Rio de Janeiro. Paz e Terra. 1992 WERLE, Flávia O. C.; BRITTO, Lenir Marina T. de S; COLAU, Cinthia M. Espaço escolar e história das instituições escolares. Diálogo Educ. v.7, n.22, p.147-163, set/dez 2007. WERLE, Flávia Obino. História das instituições escolares: responsabilidade do gestor escolar. In: Cadernos de História da Educação - nº. 3, p. 109-120, jan./dez. 2004.

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