FACULDADE CATÓLICA DE FEIRA DE SANTANA
BACHARELADO EM TEOLOGIA
DISCIPLINA: LITURGIA I
DOCENTE: Pe. CRISTIANO FECHINE DE HO...
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sejam dirigidas
principalmente para
festas do Senhor, nas
quais se
celebram, durante o
ano, os misté...
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cotidiano,
e tempo “depois da epifania”

“depois de pentecostes”
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Começa na segunda-feira seguinte ao domingo do
Batismo do Senhor e se prolonga até a terça-feira
anterior à quarta de cinz...
Esse tempo foi uma “verdadeira célula do ano
eclesiástico”, anterior à diversificação das festas e dos
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O Concilio Vaticano II quis restaurar a importância
do “ciclo inteiro do mistério salvífico” para que o
próprio do tempo s...
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a comunidade aprofunda o mistério pascal;
assimila e interioriza a Palavra de...
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Sagrada Escritura pela qual revivemos, nos diversos
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domingo depois de
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época carolíngia. O papa João XII a
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celebrada em Liège, em
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estendeu
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Universal
em
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O culto litúrgico ao
Sagrado Coração de Cristo
na sexta-feira seguinte à
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teve início no século XV...
Embora a devoção remonte aos séculos XIII e
XIV, recebendo a primeira aprovação pontifícia
um século mais tarde. Em 1856, ...
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o último domingo de
outubro pelo papa Pio
XI, na encíclica Quas
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Foi introduzida na
Espanha em 1973 e
tem textos próprios
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As “festas fixas" são aquelas cujas datas
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Janeiro

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narrado por Lc 2,22-40 que
destaca a entrada do Senhor no
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A festa é posterior a do Natal, sua
intenção original foi, a comemoração da
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A data 25 de março une-se á de 25 de
dezembro, enquanto correlativas (nove
messes da concepção ao nascimento). Mas
25 de m...
As leituras do missal atual são as mesmas
de 1570: Is 7,10-14 que apresenta o
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extraordinário
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Essa festa tem como base a
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17,1-8; Mc 9,2-9 e Lc 9,2-28-36).
Originou-se na Igreja armêni...
O missal de 1570 apresentava duas
leituras: 2Pd 1,16-19 e Mt 17,1-9.
O lecionário atual oferece duas
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Os primeiros indícios de uma festa da
exaltação da cruz remontam à primeira
metade do séc. lV. Segundo a “crônica de
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As Igrejas de Jerusalém, Roma e
Constantinopla, (“exaltation”) em 14 de
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O tema central é o da glória na paixão d...
A morte do Senhor na cruz foi
simultaneamente o seu triunfo e sacrifício.
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A festa da catedral de Roma, caput et
mater omnium Ecclesiarum, levantada no
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A liturgia está centrada no
simbolismo
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2,5).
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AUGÉ, Matias. Liturgia: História, celebração, teologia e
espiritualidade. 2ª ed. São Paulo: Ave Maria, 1998.
GONZÁLEZ,
R.
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Liturgia i  tempo litúrgico
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Liturgia i tempo litúrgico

  1. 1. FACULDADE CATÓLICA DE FEIRA DE SANTANA BACHARELADO EM TEOLOGIA DISCIPLINA: LITURGIA I DOCENTE: Pe. CRISTIANO FECHINE DE HOLANDA DISCENTES: EDISANDRO DE BARROS BEZERRA JOSÉ MACHADO DIAS JOSENYDE OLIVEIRA SILVA
  2. 2. As atenções dos fiéis sejam dirigidas principalmente para festas do Senhor, nas quais se celebram, durante o ano, os mistérios da salvação. Para que o próprio do Tempo obtenha seu devido lugar acima das festas dos santos, a fim de o ciclo integral dos mistérios da salvação seja convenientemente
  3. 3. Em outrora esse tempo foi chamado de: cotidiano, e tempo “depois da epifania” “depois de pentecostes” Modernamente o Tempo passou a ser chamado de: Tempus per annum ou “comum” e tempo ordinário”
  4. 4. Começa na segunda-feira seguinte ao domingo do Batismo do Senhor e se prolonga até a terça-feira anterior à quarta de cinzas, juntando-se a segundafeira depois do domingo de pentecostes, para terminar antes das primeiras vésperas do I domingo do advento (cf. NUALC 44) O fato de abranger trinta e três ou trinta e quatro semanas depende do término do ciclo Natalepifania.
  5. 5. Esse tempo foi uma “verdadeira célula do ano eclesiástico”, anterior à diversificação das festas e dos ciclos do que mais tarde se chamou o Próprio do Tempo. Com efeito, segundo os mais antigos manuscritos do epistolário e do Evangeliário romanos da missa, as séries de epístolas e de evangelhos que ocupam os domingos que vêm depois da Epifania e de pentecostes se encontram entre os substratos anteriores ao século VI, quando ainda não se havia introduzido em Roma o tempo da septuagésima.
  6. 6. O Concilio Vaticano II quis restaurar a importância do “ciclo inteiro do mistério salvífico” para que o próprio do tempo sobressaísse devidamente acima do santoral (cf. SC 108). Com esse princípio, o Vaticano II propôs também a revalorização do domingo como dia do Senhor, núcleo e fundamento do ano litúrgico (SC 106). Isto é justamente o que pretende o tempo “comum”. Diante dos olhos dos fiéis se desenvolvem os episódios da vida histórica do Filho de Deus na terra, cada uma de suas palavras, gestos ou atos, que têm sua recapitulação na páscoa.
  7. 7. O Tempo Comum é um tempo privilegiado em que a comunidade aprofunda o mistério pascal; assimila e interioriza a Palavra de Deus no contexto da história; cultiva o compromisso batismal, lembrado e celebrado na Vigília Pascal. Nesta perspectiva, o domingo deve ser lembrado e cultivado como páscoa semanal, dia da assembleia e dia da Eucaristia.
  8. 8. No tempo Comum, fazemos a leitura contínua da Sagrada Escritura pela qual revivemos, nos diversos domingos, os inesgotáveis aspectos do mistério pascal de Cristo. Esses domingos recebem sua força ou sua espiritualidade de duas fontes: dos tempos fortes e dos próprios domingos. Assim, o Tempo Comum é vivido como prolongamento do respectivo tempo forte. Na primeira parte do tempo Comum, partimos da vida que nasceu no Natal e manifestou-se na Epifania e, para produzir frutos, necessita da ação do Espírito Santo que age no batismo de Jesus. Batizados com o Espírito Santo, produzimos, como Igreja, bons frutos.
  9. 9. Celebra-se no primeiro domingo depois de Pentecostes
  10. 10. A devoção à Santíssima Trindade teve início na Idade Média, espalhando-se a festa na época carolíngia. O papa João XII a introduziu no calendário romano em 1334, embora somente tenha alcançado uma difusão verdadeiramente universal em 1570 através do Missal promulgado por são Pio V.
  11. 11. A festa começou a ser celebrada em Liège, em 1246. O papa Urbano IV a estendeu à Igreja Universal em 1264, dotando-a de missa e ofício próprio.
  12. 12. O culto litúrgico ao Sagrado Coração de Cristo na sexta-feira seguinte à oitava do Corpus Christi teve início no século XVII com são João Eudes (+ 1680) e santa Margarida Maria Alacoque (+ 1690).
  13. 13. Embora a devoção remonte aos séculos XIII e XIV, recebendo a primeira aprovação pontifícia um século mais tarde. Em 1856, o papa Pio IX estendeu a festa a toda a Igreja, e em 1928 Pio XI lhe deu a máxima categoria litúrgica. A reforma pós-conciliar renovou profundamente seus textos com base no formulário da missa composto por ordem de Pio XI.
  14. 14. A festa foi instituída para o último domingo de outubro pelo papa Pio XI, na encíclica Quas Primas, de 11 de dezembro de 1925.
  15. 15. Foi introduzida na Espanha em 1973 e tem textos próprios para a missa e para o ofício.
  16. 16. As “festas fixas" são aquelas cujas datas de comemoração não variam, permanecem sempre imutáveis conforme estabelece o Calendário Romano Geral. São tipificadas por festa ou solenidade.
  17. 17. MÊS Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Dia (s) comemorativo (s) e celebração 1. - Santa Maria, Mãe de Deus 6. - Epifania (com. no Domingo) Entre 9 e 13 - Batismo do Senhor (com. no Domingo) 25. - Conversão de São Paulo Apóstolo 2. - Apresentação do Senhor 22. - Cátedra de São Pedro, Apóstolo 19. - São José, Esposo de Nossa Senhora 25. - Anunciação do Senhor 25. - São Marcos Evangelista 3. - São Filipe e São Tiago, Apóstolos 14. - São Matias, Apóstolo Tipificação Solenidade Solenidade Festa Festa Festa Festa Solenidade Solenidade Festa Festa Festa Festa 31. - Nossa Senhora Rainha (Visitação de Nossa Senhora) 24. - Nascimento de São João Batista 29. - São Pedro e São Paulo, Apóstolos 3. - São Tomé, Apóstolo 25. - São Tiago, Apóstolo 6. - Transfiguração do Senhor 10 - São Lourenço, Diácono e Mártir 15 - Assunção de Nossa Senhora 23 - Santa Rosa de Lima, Virgem 24 - São Bartolomeu, Apóstolo 8. - Natividade de Nossa Senhora 14.- Exaltação da Santa Cruz 21. - São Mateus, Apóstolo e Evangelista 29. - São Miguel, São Gabriel e São Rafael Arcanjos Solenidade Solenidade Festa Festa Festa Festa Solenidade Festa Festa Festa Festa Festa Festa 18. - São Lucas Evangelista 28. - São Simão e São Judas, Apóstolos 1. - Todos os Santos 2. - Comemoração dos Fiéis Defuntos (Finados) 9. - Dedicação da Basílica do Latrão 30. - Santo André, Apóstolo Cristo, Rei do Universo (Último Domingo do tempo comum) 8. - Imaculada Conceição de Nossa Senhora 12. - Nossa Senhora de Guadalupe 25. - Natal do Senhor 26. - Santo Estevão, primeiro Mártir 27. - São João, Apóstolo e Evangelista 28. - Santos Inocentes Mártires Sagrada Família - Dentro da Oitava do Natal, ou na sua falta, dia 30 Festa Festa Solenidade Solenidade Festa Festa Solenidade Solenidade Festa Solenidade Festa Festa Festa Festa
  18. 18. No oriente é conhecida como festa do Hypapante (encontro) entre o Senhor e seu povo. Sua celebração no ocidente teve inicio em Roma, no século Vl. O papa Sérgio I (687-701) deu-lhe um caráter mariano e dotou-a de uma procissão como em outras festas marianas.
  19. 19. A festa descreve o acontecimento narrado por Lc 2,22-40 que destaca a entrada do Senhor no templo e seu encontro com os anciãos que representam o antigo Israel. Chama-a de “Quadragésima da epifania” e celebrava-se em 14 de fevereiro, dado que o natal era celebrado em 06 de janeiro. Com Justino l (527-565) tornou-se dia festivo com o nome Hypapante e foi colocada no dia 2 de fevereiro.
  20. 20. É uma festa conjunta do Senhor e de Maria. Com um forte acento mariano, é chamada “anunciação da Santíssima Mãe de Deus e Sempre Virgem Maria” pela liturgia bizantina, e “Anunciação de Santa Maria Mãe de Nosso senhor Jesus Cristo” pelos antigos sacramentos romanos.
  21. 21. A festa é posterior a do Natal, sua intenção original foi, a comemoração da concepção virginal de Jesus, nove meses antes do nascimento (tempo do advento). Em Jerusalém é conhecida um século mais tarde pelas homilias de São Sofrônio, e, em Roma, pela procissão estabelecida pelo papa Sérgio (séc. III). A noticia da festa chegou à Espanha durante o concilio de Toledo X (656), e foi introduzida no dia 18 de dezembro.
  22. 22. A data 25 de março une-se á de 25 de dezembro, enquanto correlativas (nove messes da concepção ao nascimento). Mas 25 de março tinha outras ressonâncias: equinócio da primavera, referencia à criação do mundo e à comemoração da morte de Jesus. O dia implicaria uma perfeição simbólica, em correspondência com a perfeição do corpo de Jesus (nele coincidiria a data de sua concepção, a de seu nascimento e a de sua morte).
  23. 23. As leituras do missal atual são as mesmas de 1570: Is 7,10-14 que apresenta o nascimento extraordinário do Emmanuel, de uma virgem e o evangelho de Lc 1,26-38 que mostra Cristo dando cumprimento, na plenitude dos tempos, à profecia de Isaías com a cooperação de Maria incluindo-se atualmente também Hb 10,4-10 que exibe a vida de Jesus guiada por obediência plena ao Pai que culmina em si o cumprimento de todas as promessas na oferenda da cruz.
  24. 24. Essa festa tem como base a narração comum dos sinóticos (Mt 17,1-8; Mc 9,2-9 e Lc 9,2-28-36). Originou-se na Igreja armênia no tempo de São Gregório Iluminador (século lV), embora o testemunho mais antigo venha da Síria oriental (séc V-Vl). Na Espanha, é celebrada desde o séc X, espalhando-se por todo o Ocidente por obra de São Pedro, o Venerável.
  25. 25. O missal de 1570 apresentava duas leituras: 2Pd 1,16-19 e Mt 17,1-9. O lecionário atual oferece duas leituras invariáveis : (Dn 7,9-10. 13-14 e 2Pd1,16-19) e para cada ciclo um dos três evangelhos sinóticos. Para o Ciclo A é Mt 17,1-9; para o B, Mc 9,2-10; para o C, Lc 9,28-36. O tema central é o da missão de Jesus que passa do sofrimento e da morte à glória da ressurreição.
  26. 26. O acontecimento da transfiguração, oferecido aos fiéis em seu caminhar para a páscoa, derrama luz sobre sua vida de configuração com Cristo, nos sacramentos e no resto da vida Cristã. Para os orientais, essa festa, é celebrada em 6 de agosto, tem solenidade semelhante à de pentecostes e da epifania.
  27. 27. Os primeiros indícios de uma festa da exaltação da cruz remontam à primeira metade do séc. lV. Segundo a “crônica de Alexandria”, Helena redescobre a cruz do Senhor em 14 de setembro de 320. Em 13 de setembro de 335 teve lugar a consagração das basílicas da “Anastácis” (ressureição) e do “Martirium” (da cruz), sobre o Gólgota. Em 14 de setembro do mesmo ano expôs-se solenemente à veneração dos fiéis a cruz do Senhor redescoberta. Sobre esse fato apoia-se a comemoração anual, cuja celebração é atestada para Constantinopla no séc. V e para Roma em fins do séc. VII.
  28. 28. As Igrejas de Jerusalém, Roma e Constantinopla, (“exaltation”) em 14 de setembro. O tema central é o da glória na paixão de Jesus Cristo. As leituras do missal de 1570 eram: Fl 2,511 e Jo 12,31-36. O lecionário atual propõe três: Nm 21,4-9; Fl 2,6-11 e Jo 3,1317, (prefácio) de uma antítese da arvore do paraíso (portadora da morte) à da cruz (geradora de vida). Numa reinou a desobediência de Adão, na outra a obediência de Jesus. Assim se insere o mistério da cruz na história da salvação.
  29. 29. A morte do Senhor na cruz foi simultaneamente o seu triunfo e sacrifício. Ele o predissera na véspera da Paixão: “É agora que o príncipe deste mundo vai ser lançado fora: e quando eu Me elevar da Terra, tudo atrairei a Mim”. São Paulo constata-o por seu lado ao salientar que a exaltação de Cristo assenta no sofrimento e tira para nós a consequência: “Devemos gloriar-nos na Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo”.
  30. 30. A festa da catedral de Roma, caput et mater omnium Ecclesiarum, levantada no local da residência da esposa de Constantino. Foi dedicada por volta do ano 324 ao Salvador e, posteriormente, a São João Batista e a São João evangelista. Desde o século Xl o aniversário foi fixado no dia 9 de novembro e é celebrado no âmbito da liturgia romana. Urbe et Orbe” (Urbe = cidade e Orbe=restante). Esta festa também é celebrada no intuito de festejar o amor e unidade para com a Cátedra de Pedro que como escreveu Santo Inácio de Antioquia, “preside a Assembleia universal da caridade”
  31. 31. A liturgia está centrada no simbolismo do edifício eclesial (1Cor 3, 16-17; 1Pd 2,5). Entre os textos eucológicos sobressai o prefácio sobre o mistério da Igreja, esposa de Cristo e templo do Espirito. O oficio divino da dedicação é extraordinariamente rico por causa dos salmos próprios alusivos a Jerusalém, imagem da Igreja de Cristo, onde sobressaem
  32. 32. AUGÉ, Matias. Liturgia: História, celebração, teologia e espiritualidade. 2ª ed. São Paulo: Ave Maria, 1998. GONZÁLEZ, R. Outras festas do Senhor. In: BOROBIO, Dionisio (org). A celebração na Igreja: Ritmos e tempos da Celebração. São Paulo: Loyola, 2000. LÓPEZ MARTIN, Julián. A liturgia da Igreja: Teologia, história, espiritualidade e pastoral. Tradução Antonio Efro Feltrin. São Paulo: Paulinas, 2006.

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