“Orientar Centro Educacional”
Goiânia, 17 de Junho de 2015.
Professora: Ciene Pereira Bastos Oliveira
Aluno (a): _________...
Exemplo: João e Maria estavam aqui. (sujeito
determinado).
Tínhamos muitas brincadeiras divertidas
(sujeito determinado “n...
Exemplos: Eu dei doces para Ludmila.
(quem dá, dá alguma coisa, para alguém, um
único verbo, mas que exigiu dois
complemen...
c) indeterminado;
d) oculto;
e) oração sem sujeito.
QUESTÃO 10
O professor entrou apressado. Os grifos indicam:
a) predica...
Leia uma divertida tira de Maurício de Sousa
para responder às questões 18 e 19.
QUESTÃO 18
Na tira, a conjunção mas tem v...
Leia uma divertida tira de Maurício de Sousa
para responder às questões 18 e 19.
QUESTÃO 18
Na tira, a conjunção mas tem v...
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14ª lista de exercícios português

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14ª lista de exercícios português

  1. 1. “Orientar Centro Educacional” Goiânia, 17 de Junho de 2015. Professora: Ciene Pereira Bastos Oliveira Aluno (a): _____________________________ Curso Preparatório “Orientar” Lista de Exercícios – Língua Portuguesa Conteúdos: • Leitura, compreensão e interpretação de poemas e tirinha; • Sintaxe: frase, oração e período; • Sintaxe: tipos de sujeito e tipos de predicado; • Revisão sobre texto musical SINTAXE É a parte da gramática que estuda a relação entre os termos que formam uma oração, ou entre as orações que formam um período. Para começar, vamos entender a diferença entre frase, oração e período. Frase é qualquer enunciado que tenha significado, ou seja, que tenha sentido completo. Pode ser formado por uma palavra ou mais, pode conter um verbo ou não, a frase que não contém verbo se chama frase nominal. Exemplos: Cuidado! Cuidado para não se queimar. Está chovendo? Não brinque com fogo. Que Deus esteja com você! Oração é a frase que apresenta um verbo ou uma locução verbal. Exemplos: O vestido lhe caiu como uma luva. O estudo é um investimento. O mundo vai ser um lugar mais limpo. As chuvas costumam vir fortes nessa época do ano. Período é a frase que apresenta mais de uma oração. O período que apresenta uma única oração é chamado de período simples, o período que apresenta mais de uma oração é chamado de período composto. Exemplos: Olhou para os lados e atravessou. (período composto) Olhava fixamente para os quadros. (período simples) Em resumo: Nem toda frase é uma oração, pois existem frases sem verbos. Nem toda oração é uma frase, pois uma oração pode não ter sentido completo. Existem frases formadas por uma ou mais orações. Todo período é uma frase porque tem sentido completo. TERMOS DA ORAÇÃO Termos essenciais da oração O sujeito e o predicado são os termos essenciais de uma oração, ou seja, para que uma oração exista eles são necessários. O sujeito é o ser de quem se diz algo e o predicado é o que se diz desse ser. Exemplo: Bernardo é um lindo bebê. (Bernardo é o ser de quem se fala, portanto, sujeito. “É um lindo bebê” é a informação que se passa sobre o sujeito, portanto predicado). João e Eduarda são irmãos. (Nessa frase o sujeito tem dois núcleos, “João” e “Eduarda”, núcleo é a palavra mais importante, a que dá sentido ao sujeito). O sujeito é classificado em: Simples: quando possui um único núcleo. Exemplo: Lupe é um cachorro obediente. (Lupe = núcleo do sujeito). Composto: quando possui mais de um núcleo. Exemplo: Paulo, Luiz e Júlio são irmãos que se amam muito. (Paulo, Luiz, Júlio = núcleos) Sujeito determinado: quando é possível reconhecer o sujeito da oração mesmo quando ele está implícito. Nessa classificação podemos englobar também o sujeito simples e o composto.
  2. 2. Exemplo: João e Maria estavam aqui. (sujeito determinado). Tínhamos muitas brincadeiras divertidas (sujeito determinado “nós” está implícito) Sujeito indeterminado: quando não se pode ou não se quer identificar o sujeito. Exemplo: Pegaram seu caderno comigo (sujeito indeterminado, quem pegou?). O sujeito será indeterminado quando o verbo estiver na 3ª pessoa do plural e não houver sujeito expresso na oração. Ou quando o verbo na terceira pessoa do singular vier seguido do índice de indeterminação do sujeito “se”. Exemplos:Entregaram flores para você. (verbo na 3ª pessoa do plural, sem sujeito expresso. Sujeito indeterminado). Ouve-se muitas coisas. (verbo na 3ª pessoa do singular, seguido de “se”. Sujeito indeterminado). Sujeito inexistente ou oração sem sujeito: quando o fato não se refere a nenhum elemento. E pode ocorrer em várias situações diferentes. Exemplo: Choveu muito essa noite. (verbo que exprime fenômenos da natureza). Faz mais de um ano que não os vejo. (verbo fazer, ser, estar indicando tempo transcorrido). Há vários alunos ocupando o pátio fora do horário. (verbo haver no sentido de existir ou indicando tempo transcorrido). Dica: quando um verbo auxiliar se une a um verbo impessoal também fica no singular. Exemplo: Vai fazer uma semana que não saio. Como já foi dito anteriormente, o predicado é quilo que se declara do sujeito. Ele também é classificado. Nominal: tem um nome como núcleo, indica estado ou qualidade e é formado por verbo de ligação + predicado do sujeito. Exemplos: Letícia é engraçada. (Letícia = sujeito, é = verbo de ligação, engraçada = predicativo do sujeito). Os principais verbos de ligação são: ser, estar, ficar, andar, virar, etc. Verbal: tem como núcleo um verbo, não tem predicativo do sujeito e exprime uma ação. É constituído por verbo transitivo ou intransitivo. Exemplo: Vovó fez bolos para a festa. (verbo transitivo direto) Verbo-nominal: tem dois núcleos, um verbo e um nome, pois apresenta um verbo (transitivo ou intransitivo) e um predicativo do sujeito ou do objeto. Assim, o predicado vai indicar ação e qualidade. Exemplo:Os alunos chegaram entusiasmados. (chegaram = verbo intransitivo, entusiasmados = predicativo do sujeito). O predicado verbal pode apresentar alguns tipos de predicação verbal: a) Como verbos intransitivos: que não exigem nenhum complemento para completar se sentido. Exemplo: Eu vivo. Ele morreu. Os verbos até aceitariam um complemento, como os advérbios de modo, por exemplo. Mas se faz entender mesmo sem complemento algum. b) Com verbos transitivos diretos: são verbos que exigem um complemento depois deles, para que haja sentido completo. Vale ressaltar que são considerados diretos por não necessitarem de uma preposição ligando-os aos seus complementos. Exemplos: Eu amo o Adriano. Temos um filho. Os verbos necessitam de complemento para que tenham sentido completo. Pois, quem ama, ama alguma coisa ou alguém, do mesmo modo o verbo ter. Os complementos não exigem uma preposição para serem inseridos na frase, portanto os verbos são transitivos diretos. c) Com verbos transitivos indiretos: são verbos que exigem o uso de preposição para introduzirem um complemento. Exemplos: Eu gosto dos meus amigos. Assistimos a um filme. Nesse caso, além dos verbos necessitarem de complementos as preposições são obrigatórias para introdução desses complementos. Observe que quem gosta, gosta de alguma coisa ou de alguém. Portanto, o uso da preposição “de” se torna obrigatório. De igual forma, ocorre com o verbo assistir, quem assiste, assiste a alguma coisa, a preposição “a” é essencial para a introdução do complemento de forma correta. d) Com transitivos diretos e indiretos: quando o verbo exige dois complementos, um sem preposição e o outro com preposição antes do complemento.
  3. 3. Exemplos: Eu dei doces para Ludmila. (quem dá, dá alguma coisa, para alguém, um único verbo, mas que exigiu dois complementos, um sem preposição e o outro com a preposição “para”). Mamãe emprestou a caneta para papai. (quem empresta, empresta alguma coisa para alguém). e) Com verbos de ligação: indica estado, qualidade ou função, somente liga o sujeito ao elemento que se refere a ele. Exemplos: Luiz é engraçado. A piscina está suja. O verbo vai apenas ligar o sujeito à característica que trata dele, ou seja, o predicativo do sujeito. QUESTÃO 01 Na oração: “Foram chamados às pressas todos os vaqueiros da fazenda vizinha”, o núcleo do sujeito é: a) todos; b) fazenda; c) vizinha; d) vaqueiros; e) pressas. QUESTÃO 02 Assinale a alternativa em que o sujeito está incorretamente classificado: a) chegaram, de manhã, o mensageiro e o guia (sujeito composto); b) fala-se muito neste assunto (sujeito indeterminado); c) vai fazer frio à noite (sujeito inexistente); d) haverá oportunidade para todos (sujeito inexistente); e) não existem flores no vaso (sujeito inexistente). QUESTÃO 03 Em “Éramos três velhos amigos, na praia quase deserta”, o sujeito desta oração é: a) subentendido; b) claro, composto e determinado; c) indeterminado; d) inexistente; e) claro, simples e determinado. QUESTÃO 04 Marque a oração em que o termo destacado é sujeito: a) houve muitas brigas no jogo; b) Ia haver mortes, se a polícia não interviesse; c) faz dois anos que há bons espetáculos; d) existem muitas pessoas desonestas; e) há muitas pessoas desonestas. QUESTÃO 05 Indique a única frase que não tem verbo de ligação: a) o sol estava muito quente; b) nossa amizade continua firme; c) suas palavras pareciam sinceras; d) ele andava triste; e) ele andava rapidamente. QUESTÃO 06 Considere a frase: “Ele andava triste porque não encontrava a companheira”, os verbos grifados são respectivamente: a) transitivo direto - de ligação; b) de ligação - intransitivo; c) de ligação - transitivo - indireto; d) transitivo direto - transitivo indireto; e) de ligação - transitivo direto. QUESTÃO 07 Na praça deserta um homem caminhava - o sujeito é: a) indeterminado; b) inexistente; c) simples; d) oculto por elipse; e) composto. QUESTÃO 08 08. Na oração:”Anunciaram grandes novidades” - o sujeito é: a) simples; b) composto; c) indeterminado; d) elíptico; e) inexistente. QUESTÃO 09 “Saúde e felicidade são as minhas aspirações na vida” – nessa expressão o sujeito é: a) simples; b) composto;
  4. 4. c) indeterminado; d) oculto; e) oração sem sujeito. QUESTÃO 10 O professor entrou apressado. Os grifos indicam: a) predicado nominal. b) predicado verbo-nominal. c) predicado verbal. d) objeto direto. e) objeto indireto Leia o poema a seguir para responder às questões de 11 a 15. Quando vim da minha terra, não vim, perdi-me no espaço, na ilusão de ter saído. Ai de mim, nunca saí. (Carlos D. de Andrade, no poema A Ilusão do Migrante) QUESTÃO 11 O sentimento predominante no texto é: a) orgulho b) saudade c) fé d) esperança e) ansiedade QUESTÃO 12 Infere-se do texto que o autor: a) não saiu de sua terra. b) não queria sair de sua terra, mas foi obrigado. c) logo esqueceu sua terra. d) saiu de sua terra apenas fisicamente. e) pretende voltar logo para sua terra. QUESTÃO 13 Por “perdi-me no espaço” pode-se entender que o autor: a) ficou perdido na nova terra. b) ficou confuso. c) não gostou da nova terra. d) perdeu, momentaneamente, o sentimento por sua terra natal. e) aborreceu-se com a nova situação. QUESTÃO 14 Pelo último período do texto, deduz-se que: a) ele continuou ligado à sua terra. b) ele vai voltar à sua terra. c) ele gostaria de deixar sua cidade, mas nunca conseguiu. d) ele se alegra por não ter saído. e) ele nunca saiu da terra onde vive atualmente. QUESTÃO 15 15) A expressão “ai de mim” só não sugere, no poema: a) amargura b) decepção c) tristeza d) vergonha e) nostalgia Leia o poema a seguir para responder às questões 16, 17 e 18. CIDADEZINHA QUALQUER Casas entre bananeiras mulheres entre laranjeiras pomar amor cantar. Um homem vai devagar. Um cachorro vai devagar. Um burro vai devagar. Devagar... as janelas olham. Eta vida besta, meu Deus. Carlos Drummond de Andrade QUESTÃO 16 Carlos Drummond de Andrade era mineiro e conhecido por revelar em alguns de seus poemas a intensa relação com sua terra natal: uma cidadezinha chamada Itabira do Mato Dentro. Neste poema, um verso em especial se expressa com a linguagem característica dos mineiros. O verso é a) devagar as janelas olham. b) eta vida besta, meu Deus. c) mulheres entre laranjeiras. d) um burro vai devagar. e) pomar amor cantar QUESTÃO 17 No verso “Devagar... as janelas olham.”, metaforicamente o poeta caracteriza os moradores da pacata cidade retratada. Que característica dos moradores o verso revela? a) Atenção. b) Curiosidade. c) Generosidade. d) Rejeição.
  5. 5. Leia uma divertida tira de Maurício de Sousa para responder às questões 18 e 19. QUESTÃO 18 Na tira, a conjunção mas tem valor a) aditivo. b) adversativo. c) alternativo. d) conclusivo. e) explicativo QUESTÃO 19 Assinale a conjunção que poderia substituir o conetivo mas sem haver alteração de sentido. a) E. b) Ou. c) Porém. d) Portanto. e) Mais QUESTÃO 20 Leia: “... uma lanterna fazia às vezes de luminária, um edredom virava cama e a mochila, travesseiro.” Nesse período, temos: a) 3 orações coordenadas. b) 3 orações subordinadas. d) 2 orações subordinadas. d) 1 oração coordenada. e) 4 orações coordenadas.
  6. 6. Leia uma divertida tira de Maurício de Sousa para responder às questões 18 e 19. QUESTÃO 18 Na tira, a conjunção mas tem valor a) aditivo. b) adversativo. c) alternativo. d) conclusivo. e) explicativo QUESTÃO 19 Assinale a conjunção que poderia substituir o conetivo mas sem haver alteração de sentido. a) E. b) Ou. c) Porém. d) Portanto. e) Mais QUESTÃO 20 Leia: “... uma lanterna fazia às vezes de luminária, um edredom virava cama e a mochila, travesseiro.” Nesse período, temos: a) 3 orações coordenadas. b) 3 orações subordinadas. d) 2 orações subordinadas. d) 1 oração coordenada. e) 4 orações coordenadas.

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