O GAÚCHO E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE CULTURAL  RIO-GRANDENSE JOSÉ AUGUSTO FIORIN   MUSEU ANTROPOLÓGICO   DIRETOR PESTANA
<ul><li>FIORIN, José Augusto.  Do gaúcho ao tradicionalista : Imagem, Identidade e Representação. Monografia de Pós-gradua...
COMO OCORRE A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE GAÚCHA RIO-GRANDENSE? <ul><li>Construção histórica? </li></ul><ul><li>Por meio de r...
DISTINTOS MOMENTOS HISTÓRICOS Gaúcho – séc. XVII, XVIII, XIX Tradicionalista – séc. XX, XXI Tipos sociais diferenciados
<ul><li>DISCUSSÃO  </li></ul><ul><li>DE CONCEITOS </li></ul>Noção de Cultura Representação Apropriação Identidade  Tradição
<ul><li>Balandier (1955) se a  cultura  não é um dado, uma  herança  que se transmite imutável de  geração em geração , é ...
<ul><li>Como são construídas as representações do gaúcho?  </li></ul><ul><li>Como a tradição é construída através das idéi...
<ul><li>Como um segmento urbano, constituído pelos tradicionalistas, se apropria da idéia e da imagem do gaúcho habitante ...
<ul><li>Stuart Hall em sua obra  “Identidades Culturais na pós-modernidade ”, discute a questão da identidade cultural na ...
<ul><li>... a identidade é formada, ao longo do tempo, através de processos inconscientes, e não algo inato, existente na ...
<ul><li>Segundo Cuche, não se pode, pura e simplesmente confundir as noções de  cultura  e de  identidade cultural  ainda ...
<ul><li>A identidade é vista como uma  condição imanente do indivíduo , definindo-o de maneira estável e definitiva .(...)...
<ul><li>As Nações Modernas são, todas,  </li></ul><ul><li>Híbridas Culturais. </li></ul>
No Rio Grande do Sul há a invenção de uma tradição? <ul><li>Hobsbawn (1997) contextualiza que “por tradição inventada ente...
<ul><li>Visão do tipo social do gaúcho </li></ul><ul><li>Viajantes Europeus </li></ul><ul><li>Século XVIII – descrevem a P...
<ul><li>... os gaúchos aparecem  geralmente sem mulheres  e manifestam mesmo  pouca atração para elas , felizmente para se...
<ul><li>Dreys segue dizendo que  sem chefes, sem leis, sem polícia, os gaúchos não têm da moral social, senão idéias vulga...
<ul><li>Hilaire irá dizer que “dada conhecida índole dos gaúchos, é possível imaginar que, proclamada a independência, apr...
Imagem do Gaúcho – Rio-grandense <ul><li>Jean Baptiste Debret – </li></ul><ul><li>Álbum  Voyage pittoresque et historique ...
CHARRUA CIVILIZADO VIAJANTES DA PROVÍNCIA DO RIO GRANDE ARMAZÉM DE CARNE SECA ÍNDIO GUARANI CIVILIZADO
Imagem do gaucho platino GAUCHO EM FINAIS DO SÉCULO XVIII JINETEANDO
Florêncio Molina Campos YO TAMBIÉN FUÍ COMO ESE LOCO  HUAMPELEN  P'AL POBLAO
ESCRITOS IMAGÉTICA Arsène Dreys Hilaire Debret Molina CONSTRUÇÃO DE IMAGEM E IDENTIDADE DO GAÚCHO DO SÉCULO XIX
<ul><li>PROCESSO QUE LEVA A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE DO TRADICIONALISTA </li></ul>
<ul><li>Visão dos historiadores </li></ul><ul><li>–  Gaúcho Lusitano –  </li></ul>INFLUÊNCIA LITERÁRIA PLATINA BRASILEIRA ...
<ul><li>José Alencar </li></ul><ul><li>INFLUÊNCIA DA LITERATURA  BRASILEIRA </li></ul>
<ul><li>Apolinário Porto Alegre </li></ul>
<ul><li>Simões Lopes Neto </li></ul>
<ul><li>Érico Veríssimo </li></ul>Criação de uma imagem de gaúcho – Início da ressignificação O TEMPO E O VENTO
[1]  Hernández, José.  Martín   Fierro . Tradução de J. O. Nogueira Leiria, Porto Alegre: Martíns Livreiro, 1991. INFLUÊNC...
<ul><li>Discussão dos historiadores do  </li></ul><ul><li>Rio Grande do Sul </li></ul><ul><li>(década de 1930-1940) </li><...
O autor parte do pampa que engloba o Brasil, parte do Rio Grande do Sul, Argentina e Uruguai. Não nega influência árabe es...
<ul><li>TRADICIONALISTA </li></ul>A história movimento O sentido e o valor do tradicionalismo A criação da imagem e a ress...
Variação de indumentária FAGUNDES, Antônio Augusto.  Indumentária Gaúcha . Porto Alegre: Martins Livreiro Editor, 1985. TR...
CHARQUEADOR E ESTANCIEIRA GAÚCHA  (1750-1820) PATRÃO DAS VACARIAS E ESPOSA (1750-1820)
PEÃO DAS VACARIAS E CHINA DAS VACARIAS (1750-1820) GAÚCHO COM CHIRIPÁ FARROUPILHA E MULHER GAÚCHA (1820-1865 )
MITO GAÚCHO <ul><li>Imaginário rio-grandense: </li></ul><ul><li>MÚSICA </li></ul>Leopoldo Rassier – Francisco Alves Sabe, ...
IMAGENS DO MOMENTO DA CRIAÇÃO MOMENTO DA CRIAÇÃO DO MOVIMENTO TRADICIONALISTA FOTOGRAFIA DO GRUPO DOS OITO CAVALARIANOS  F...
SÉC. XIX SÉC. XX GAÚCHO TRADICIONALISTA LITERATURA POSITIVISMO INFLUÊNCIA DOS HISTORIADORES RESSIGNIFICAÇÃO
<ul><li>Obrigado pela atenção !!! </li></ul>Ser gaúcho
Debatedores: Prof. Ms. Jaeme Callai Prof. Ms. Hilário Barbian
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  1. 1. O GAÚCHO E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE CULTURAL RIO-GRANDENSE JOSÉ AUGUSTO FIORIN MUSEU ANTROPOLÓGICO DIRETOR PESTANA
  2. 2. <ul><li>FIORIN, José Augusto. Do gaúcho ao tradicionalista : Imagem, Identidade e Representação. Monografia de Pós-graduação Lato Sensu em Ciências Sociais. Universidade Regional do Estado do Rio Grande do Sul-Unijui, 149 fl. Ijuí, 2007. </li></ul>
  3. 3. COMO OCORRE A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE GAÚCHA RIO-GRANDENSE? <ul><li>Construção histórica? </li></ul><ul><li>Por meio de representações do passado? </li></ul><ul><li>De que forma esse passado é representado? </li></ul>
  4. 4. DISTINTOS MOMENTOS HISTÓRICOS Gaúcho – séc. XVII, XVIII, XIX Tradicionalista – séc. XX, XXI Tipos sociais diferenciados
  5. 5. <ul><li>DISCUSSÃO </li></ul><ul><li>DE CONCEITOS </li></ul>Noção de Cultura Representação Apropriação Identidade Tradição
  6. 6. <ul><li>Balandier (1955) se a cultura não é um dado, uma herança que se transmite imutável de geração em geração , é porque ela é uma produção histórica, isto é, uma construção que se inscreve na história , e mais precisamente na história das relações dos grupos sociais entre si . </li></ul><ul><li>BALANDIER, Georges. La nocion de “situation” cloniale. In: Sociologie actuelle de l’Afrique noire . Paris: PUF, 1955. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Como são construídas as representações do gaúcho? </li></ul><ul><li>Como a tradição é construída através das idéias e imagens? </li></ul><ul><li>O Movimento Tradicionalista da década de 1940 reflete como se dá a representação do mundo social, isto porque Roger Chartier nos diz que essas representações são sempre determinadas pelos interesses do grupo que as forjam. </li></ul><ul><li>Neste caso a representação do tradicionalismo atinge o interesse de criação e invenção de um grupo de jovens oriundos do meio rural que buscam na capital do estado, por puro saudosismo, reviver um passado que não existiu em sua totalidade. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>Como um segmento urbano, constituído pelos tradicionalistas, se apropria da idéia e da imagem do gaúcho habitante da região da campanha, e cria outro significado? </li></ul>
  9. 9. <ul><li>Stuart Hall em sua obra “Identidades Culturais na pós-modernidade ”, discute a questão da identidade cultural na chamada modernidade tardia, buscando responder algumas perguntas como: </li></ul><ul><li>se há ou não há uma “crise” de identidade, em que ela consiste e quais suas conseqüências. </li></ul><ul><li>HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade . Tradução:Tomaz Tadeu da Silva, Guaracira Lopes Louro. 4. ed. Rio de Janeiro:DP&A. 2000. </li></ul>
  10. 10. <ul><li>... a identidade é formada, ao longo do tempo, através de processos inconscientes, e não algo inato, existente na consciência do momento do nascimento. Existe sempre algo tão “imaginário” ou fantasiado sobre sua unidade. Ela permanece sempre incompleta, esta sempre “em processo”, sempre “sendo formada”. (HALL, 2001,p.38) </li></ul>
  11. 11. <ul><li>Segundo Cuche, não se pode, pura e simplesmente confundir as noções de cultura e de identidade cultural ainda que as duas tenham uma grande ligação . </li></ul><ul><li>CUCHE, Denys. A noção de cultura nas ciências sociais .Bauru:EDUSC,2002. p.176. </li></ul>
  12. 12. <ul><li>A identidade é vista como uma condição imanente do indivíduo , definindo-o de maneira estável e definitiva .(...) O individuo é levado a interiorizar os modelos culturais que lhe são impostos , até o ponto de se identificar com seu grupo de origem . (CUCHE, 2002, p.179) </li></ul>
  13. 13. <ul><li>As Nações Modernas são, todas, </li></ul><ul><li>Híbridas Culturais. </li></ul>
  14. 14. No Rio Grande do Sul há a invenção de uma tradição? <ul><li>Hobsbawn (1997) contextualiza que “por tradição inventada entende-se um conjunto de práticas normalmente reguladas por regras tácita ou abertamente aceitas; tais práticas, de natureza ritual ou simbólica , visam inculcar certos valores e normas de comportamento através da repetição , o que implica automaticamente, uma continuidade em relação ao passado ”. </li></ul><ul><li>HOBSBAWN, E. (org.). A Invenção das tradições . São Paulo: Paz e Terra, 1997.p. 8. </li></ul>
  15. 15. <ul><li>Visão do tipo social do gaúcho </li></ul><ul><li>Viajantes Europeus </li></ul><ul><li>Século XVIII – descrevem a Província e o tipo social do Gaúcho </li></ul>
  16. 16. <ul><li>... os gaúchos aparecem geralmente sem mulheres e manifestam mesmo pouca atração para elas , felizmente para seus vizinhos, a quem sua multiplicação, acompanhada de desejos tumultuosos, poderia causar desassossêgo: formados origináriamente do contato com a raça branca com os indígenas, eles se recrutam incessantemente dos mesmos produtos, e ainda de todos os indivíduos que nessas imediações nascem, sem ordem e sem destino, com gôsto tão geral de uma fácil e de perfeita liberdade . (DREYS, 1961, p.160) </li></ul><ul><li>DREYS, Nicolau. Notícia descritiva da Província do Rio Grande de São Pedro do Sul . Porto Alegre: Instituto Estadual do Livro, 1961.p.160. </li></ul>
  17. 17. <ul><li>Dreys segue dizendo que sem chefes, sem leis, sem polícia, os gaúchos não têm da moral social, senão idéias vulgares e, sobretudo uma sorte da probidade condicional que os leva a respeitar a propriedade condicional que os leva a respeitar a propriedade de quem os emprega, ou neles deposita confiança: entregues ao jogo com furor , êsse vício, que parecem praticar como um meio de encher o vácuo de seus dias, é a fonte dos roubos, e às vezes das mortes que cometem. Joga o gaúcho tudo que possui, dinheiro, cavalo, armas, vestidos, e sai do jogo inteiramente ou quase nu . </li></ul>
  18. 18. <ul><li>Hilaire irá dizer que “dada conhecida índole dos gaúchos, é possível imaginar que, proclamada a independência, aproveitaram-se os primeiros momentos de desordem para a pilhagem do gado nas estâncias portuguesas , e os portugueses a seu turno promoviam arreadas nas estâncias espanholas” </li></ul><ul><li>SAINT HILAIRE. Auguste Viagem ao Rio Grande do Sul . Rio de Janeiro: Ariel Editora, 1936, p.77. </li></ul>
  19. 19. Imagem do Gaúcho – Rio-grandense <ul><li>Jean Baptiste Debret – </li></ul><ul><li>Álbum Voyage pittoresque et historique au Brésil , ou Séjour d’un artiste français au Brásil depuis 1816 jusqu’en 1831 . </li></ul>
  20. 20. CHARRUA CIVILIZADO VIAJANTES DA PROVÍNCIA DO RIO GRANDE ARMAZÉM DE CARNE SECA ÍNDIO GUARANI CIVILIZADO
  21. 21. Imagem do gaucho platino GAUCHO EM FINAIS DO SÉCULO XVIII JINETEANDO
  22. 22. Florêncio Molina Campos YO TAMBIÉN FUÍ COMO ESE LOCO HUAMPELEN P'AL POBLAO
  23. 23. ESCRITOS IMAGÉTICA Arsène Dreys Hilaire Debret Molina CONSTRUÇÃO DE IMAGEM E IDENTIDADE DO GAÚCHO DO SÉCULO XIX
  24. 24. <ul><li>PROCESSO QUE LEVA A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE DO TRADICIONALISTA </li></ul>
  25. 25. <ul><li>Visão dos historiadores </li></ul><ul><li>– Gaúcho Lusitano – </li></ul>INFLUÊNCIA LITERÁRIA PLATINA BRASILEIRA PRIMEIRAS ENTIDADES E O POSITIVISMO Ciclo de entidades nativistas Política de Castilhos e Borges – “conservar melhorando” Moysés Vellinho – IHGRGS - Editoriais Revista Província São Pedro
  26. 26. <ul><li>José Alencar </li></ul><ul><li>INFLUÊNCIA DA LITERATURA BRASILEIRA </li></ul>
  27. 27. <ul><li>Apolinário Porto Alegre </li></ul>
  28. 28. <ul><li>Simões Lopes Neto </li></ul>
  29. 29. <ul><li>Érico Veríssimo </li></ul>Criação de uma imagem de gaúcho – Início da ressignificação O TEMPO E O VENTO
  30. 30. [1] Hernández, José. Martín Fierro . Tradução de J. O. Nogueira Leiria, Porto Alegre: Martíns Livreiro, 1991. INFLUÊNCIA PLATINA José Hernandez (El Gaucho) Nasci como nasce o peixe nas profundezas do mar; ninguém me pode tirar aquilo que Deus me deu: o que aqui tenho de meu, do mundo o hei de levar. Nací como nace el peje en el fundo de la mar: naides puede quitar aquello que Dios me dió: lo que al mundo truje yo del mundo lo he de llevar. [1] Sou gaúcho! — Entendam bem como meu canto o explica: a terra ante mim se achica e pudera ser maior; nem a víbora me pica, nem me queima a fronte o sol. Soe gaucho, y entiéndanló Como mi lengua lo esplica: para mi la tierra es chica y pudiera ser mayor; ni la víbora me pica ni quema mi frente el sol. Ante o perigo — por Cristo! —, meu coração não remancha: qualquer chão p 'ra mim é cancha; e nisso senztido tomem: quem se tenha por bem homem faz pé firme e não se plancha. En el peligro qué Cristo! El corazón se me enancha. pues toda la tierra es cancha, y de esto naides se asombre: el que si tiene por hombre donde quiera hace pata hancha (Tradução) Não saio fora dos trilhos nem que venham degolando; c'os brandos sou sempre brando, e sou duro com os duros, e ninguém, noutros apuros, me viu andar titubeando. (Trecho do Poema) No me hago al lao de la güeya aunque vengan degollando; con los blandos yo soy blando y soy duro con los duros, y ninguno en un apuro me ha visto andar tutubiando.
  31. 31. <ul><li>Discussão dos historiadores do </li></ul><ul><li>Rio Grande do Sul </li></ul><ul><li>(década de 1930-1940) </li></ul><ul><li>Matriz Platina X Matriz Lusitana </li></ul>
  32. 32. O autor parte do pampa que engloba o Brasil, parte do Rio Grande do Sul, Argentina e Uruguai. Não nega influência árabe espanhola nos trabalhos e costumes do gaúcho rio-grandense, mas não aceita ser integrado entre os povos castelhanos. MANOELITO DE ORNELLAS Gaúcho rio-grandense era diferente do gaucho platino. Pouca mescla com o indígena. Gaúcho rio-grandense era descendente da massa dos pioneiros de Laguna e dos bandeirantes. MOYSÉS VELLINHO Gaúcho rio-grandense diferente do gaucho platino, desde a tessitura étnica, não era nômade, tinha senso de ordem, disciplina, capacidade de sacrifício, inexistia conflito campo e cidade. OTHELO ROSA Gaúcho brasileiro é diferente do gaucho platino. Semelhanças existentes vieram do indígena charrua e minuano. Gaúcho rio-grandense – mestiçagem com indígena foi pequena. SOUZA DOCCA Filho sedentário do pampa AURÉLIO PORTO Os hábitos e os costumes dos campeiros do Rio Grande do Sul em nada se distinguem dos usos e práticas dos gaúchos orientais. RUBENS DE BARCELLOS Gaúcho rio-grandense distinto do gaúcho platino, embora exista identidade do meio físico e moral. Diferenças raciais. Gaúcho platino “gaucho malo”. Não houve caudilhismo. JOÃO PINTO DA SILVA Pampa uma unidade. Gaúcho uruguaio, argentino e rio-grandense com semelhanças. ALFREDO VARELLA
  33. 33. <ul><li>TRADICIONALISTA </li></ul>A história movimento O sentido e o valor do tradicionalismo A criação da imagem e a ressignificação da identidade Os princípios
  34. 34. Variação de indumentária FAGUNDES, Antônio Augusto. Indumentária Gaúcha . Porto Alegre: Martins Livreiro Editor, 1985. TRAJE INDÍGENA
  35. 35. CHARQUEADOR E ESTANCIEIRA GAÚCHA (1750-1820) PATRÃO DAS VACARIAS E ESPOSA (1750-1820)
  36. 36. PEÃO DAS VACARIAS E CHINA DAS VACARIAS (1750-1820) GAÚCHO COM CHIRIPÁ FARROUPILHA E MULHER GAÚCHA (1820-1865 )
  37. 37. MITO GAÚCHO <ul><li>Imaginário rio-grandense: </li></ul><ul><li>MÚSICA </li></ul>Leopoldo Rassier – Francisco Alves Sabe, moço Que no meio do alvoroço Tive um lenço no pescoço Que foi bandeira pra mim Que andei mil peleias Em lutas brutas e feias Desde o começo até o fim Sabe, moço Depois das revoluções Vi esbanjarem brasões Pra caudilhos coronéis Vi cintilarem anéis Assinatura em papéis Honrarias para heróis É duro, moço Olhar agora pra história E ver páginas de glórias E retratos de imortais Sabe, moço Fui guerreiro como tantos Que andaram nos quatro cantos Sempre seguindo um clarim E o que restou? Ah, sim No peito em vez de medalhas Cicatrizes de batalhas Foi o que sobrou pra mim Ah, sim No peito em vez de medalhas Cicatrizes de batalhas Foi o que sobrou prá mim
  38. 38. IMAGENS DO MOMENTO DA CRIAÇÃO MOMENTO DA CRIAÇÃO DO MOVIMENTO TRADICIONALISTA FOTOGRAFIA DO GRUPO DOS OITO CAVALARIANOS FOTOGRAFIAS DOS JOVENS INTEGRANTES DA RONDA CRIOULA
  39. 39. SÉC. XIX SÉC. XX GAÚCHO TRADICIONALISTA LITERATURA POSITIVISMO INFLUÊNCIA DOS HISTORIADORES RESSIGNIFICAÇÃO
  40. 40. <ul><li>Obrigado pela atenção !!! </li></ul>Ser gaúcho
  41. 41. Debatedores: Prof. Ms. Jaeme Callai Prof. Ms. Hilário Barbian

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