Antigo Egito

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Aula sobre o Antigo Egito

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  • Pesquisar a extenção e a vasão do Rio Nilo Oque foi que você perguntou mesmo?
  • Antigo Egito

    1. 1. Bandeira do Egito
    2. 2. África
    3. 3. ESTAMOS NO EGITO: UM LONGÍNQUO PAÍS DA ÁFRICA. VIAJAMOS NO TEMPO: INICIAMOS O ANO DE 3.200 Ac.
    4. 4. América do Sul. Notar a semelhança com o mapa da África. Paralelo entre o Nilo e o São Francisco O rio São Francisco, nasce em Minas Gerais, na serra da Canastra, e atravessa os estados da Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe onde deságua no oceano Atlântico. Ele possui uma área de drenagem superior a 630.000 km2 e uma extensão de 3.160 km . O Nilo nasce do degelo do Monte Heba, na África, e se torna um curso de água no Burundi, com nome de Kagera que deságua no Lago Vitória e deságua no mar Mediterrâneo. O Nilo é o segundo maior rio do mundo em extensão com 6.695 km , perdendo apenas para o Rio Amazonas, no Brasil, que tem 6.868 km.
    5. 5. Delta do Nilo visto do espaço, cortesia da NASA
    6. 6. Interior da Pirâmide de Gizé
    7. 7. A Esfinge continua em Silêncio para aqueles que não sabem ou não querem ouvir a voz interior.
    8. 8. Pirâmides de Miquerinos, Quéfrem e Qéops.
    9. 9. Perceber a aplicação dos conhecimentos de matemática dos egípcios. Construções entre os anos 2.400-2.065 aC.
    10. 10. Os egípcios conheciam matemática: geometria, raiz quadrada, frações e faziam cálculos de áreas Papiro com cálculos
    11. 11. Egito, berço de uma civilização prodigiosa e fascinante. A mais duradoura da história. Egito Antigo e medicina: Os egípcios praticavam intervenções cirúrgicas até mesmo no crânio. Faziam próteses dentárias. Tratavam infecções de olhos e de ouvidos. Conheciam a circulação sangüínea.
    12. 12. EGITO: TERRA MISTERIOSA E FASCINANTE. Aqui você está passeando pelo vale dos reis, onde se encontram as tumbas dos faraós. Este lugar está muito alterado devido as inúmeras escavações.
    13. 13. A LENDA DA MALDIÇÃO DA MÚMIA
    14. 14. Anúbis, o deus com a cabeça de chacal, era o guia dos mortos, que acompanhava a alma durante a última viagem e se encarregava de pesá-la na balança da verdade . Depois que Anúbis dava seu veredicto, a alma era encaminhada para a salvação ou para o eterno castigo.
    15. 15. Máscara de Anúbis usada pelo embalsamador. Amuletos colocados nos túmulos para proteger as múmias
    16. 16. Mesa de embalsamar. Para o tratamento dos órgãos
    17. 17. Ferramentas empregadas na extração das vísceras dos cadáveres.
    18. 18. Ataúde Tampa do ataúde Sarcófago
    19. 19. Ataúde Tampa do ataúde Sarcófago O sarcófago intermediário é decorado com um motivo marchetado, com incrustação em pasta de vidro colorido e pedras semipreciosas.
    20. 20. Ataúde Tampa do ataúde Sarcófago A maior parte do tesouro encontrado na tumba de Tutankhamon está exposta no museu arqueológico do Cairo, no Egito, á espera de que novas gerações de arqueólogos continuem a decifrar os mistérios que esse tesouro encerra.
    21. 21. O FUNERAL Um dos mistérios que impressiona no Egito é o fato de as pinturas feitas nos interiores das tumbas parecerem novas, mostrando um grande brilho sem qualquer tipo de iluminação
    22. 22. A máscara mortuária de Tutankhamon, o faraó-menino, último soberano da XVIII Dinastia Egípcia. Morreu aos 18 anos de idade. Foi o último representante dos chamados “reis divinos”
    23. 23. Ferramentas empregadas na extração das vísceras dos cadáveres. Vasos canopos O coração era deixado dentro do corpo, já que não se podia separá-lo, uma vez que era o lugar onde residia os sentimentos, a consciência e a vida.
    24. 24. Amuletos colocados nos túmulos para proteger as múmias Howard Carter, Lord Carnavou e sua filha Evelyn. Carter – grande arqueólogo – acreditava que havia alguma coisa importante a mais no vale dos reis e acreditando nos seus sonhos, convenceu o grande empresário Carnavou a financiar uma expedição de escavação no local. Em 1922, Carter, já estava quase desistindo das escavações quando fez a mais sensacional descoberta arqueológica do século XX: Uma tumba intocada por mais de 3 mil anos.
    25. 25. Carter o descobridor da tumba de Tutankhamon Howard Carter nos primeiros contatos com a múmia
    26. 26. “ Julgo o que a maior parte dos historiadores sentem, assim como eu, uma impressão de mal-estar, de incertezas até, quando penetram numa sala que fora fechada e selada por mãos piedosas 3 mil anos antes. Nessa altura o tempo perde todo o seu significado. 3 mil anos, talvez 4 mil, se passaram desde que o homem deixou de pisar este solo, e contudo o arqueólogo está rodeado, por todos os lados, de indícios de vida: o balde ainda meio cheio de argamassa que tapou a porta, a lâmpada oxidada, a impressão de um dedo na parede, um ramo de flores colocado no patamar numa última homenagem”. (Howard Carter – arqueólogo – o descobridor da tumba do faraó Tutankhamon)
    27. 27. “ Dir-se-ia que o morto foi enterrado ontem. O próprio ar que respiramos não se renova durante milênios; partilhamo-lo agora com aqueles que colocaram a múmia na sua morada. O conceito de tempo desaparece... E aquela atmosfera que permaneceu aprisionada durante milênios nos faz sentir como intrusos, ou profanadores...” ( Howard Carter – arqueólogo – o descobridor da tumba do faraó Tutankhamon)
    28. 28. Começaram as escavações e, coisas estranhas aconteciam: a naja entra no alojamento e come o canário de Carter. A serpente naja é a mesma usada na touca dos faraós.
    29. 29. Observe a serpente naja no capacete da máscara mortuária do faraó.
    30. 30. Carnavou morre de uma doença misteriosa. Ao sair da tumba, num daqueles dias de escavações, sente como que uma picada de um mosquito no rosto, porém não vê o mosquito. Apareceu uma ferida em seu rosto que infeccionou seu organismo todo (septicemia) causando-lhe a morte. A coincidência é que na máscara de Tutakhamon havia uma cicatriz que correspondia exatamente ao local da picada misteriosa no rosto de Carnavou.
    31. 31. Selo com anúbis na entrada da tumba de Tutankhamon. Neste selo continha a seguinte advertência em hieróglifo: “A morte chegará com suas asas ligeiras para aqueles que perturbarem o sono do faraó”
    32. 32. Havia um segundo selo na entrada da tumba, guardando outra câmara, mas este já havia sido violado e sido recolocado. Ninguém sabe porque os exploradores não tiveram coragem de continuar seus trabalhos nem quem esteve na tumba. Na antecâmara da tumba , Carter faz um orifício na parede o que ele vê lá dentro o deixa encantado: Ouro, muito ouro. Magníficos trabalhos artísticos espalhados por todos os lados. Ouro e pedras preciosas...
    33. 33. Urna funerária protegida por um chacal. Um vaso de canopi com as vísceras do faraó protegido nos seus quatro pontos cardeais pelas deusas quardiãs: Íses, Neith, Neeftis e Selkit .
    34. 34. O chacal, em ouro maciço, chora a morte do faraó.
    35. 35. Os egípcios aplicavam a eletrônica e a eletricidade. Considere o desenho de uma das lâmpadas dos murais do templo de Hathor em Denderah. Veja o bulbo, o gerador e o filamento, conforme protótipo de lâmpada ao lado direito do hieróglifo. Essa lâmpada foi desenvolvida por cientistas modernos e funcionou muito bem.
    36. 36. Comparação entre circuitos elétricos e circuito de uma das tubas dos faraós.
    37. 37. Ao ser aplicada uma carga elétrica num condensador ele cria um campo de forças imaterial LITERALMENTE ATRASADO E PARADO DENTRO DO ESPAÇO FÍSICO DE SEU INVÓLUCRO. A terra continua girando, mas dentro do condensar, energizado e hermeticamente fechado, o conteúdo permanece num eterno presente. Quando, finalmente ele for aberto é como se estivesse sido fechado naquele instante. Esse é o segredo do frescor das oferendas milenares feitas aos mortos do Egito. As tumbas foram energizadas e hermeticamente fechadas. Com as viagens humanas para o espaço aprenderemos muitas formas de relativizar o tempo.
    38. 38. A civilização egípcia da Antigüidade desfrutou de uma longa estabilidade que preservou uma mesma estrutura social por vários milênios. Situada às margens do Nilo, o território dos Egípcios é cercado por desertos, o que o protegeu contra invasões. Essa estabilidade permitiu um registro de dados astronômicos por milênios, dados esses que foram posteriormente reinterpretados por Ptolomeu no primeiro século de nossa era e, quinze séculos depois, por Nicolau Copérnico.

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