Musica pimba para ukulele songbook

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Livro de estudo de música ligeiras para Ukulele

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Musica pimba para ukulele songbook

  1. 1. Musica Pimba para Ukulele Este livro contém uma compilação de letras de música popular portuguesa, com os acordes e diagramas para ukulele, tem como objetivo popularizar a aprendizagem deste instrumento musical, reaproximando-o da cultura portuguesa e demonstrando a facilidade na iniciação à musica de forma divertida e com musicas simples . Os “músicos alvo” desta publicação, são aqueles que se costumam anunciar como os que apenas sabem tocar campainhas de porta e que, embora gostem e até tenham bom ouvido, não têm a mínima paciência para estudar música, acreditem que o ukulele nasceu para vocês. Um bom professor de música será a melhor ajuda para aprender qualquer instrumento, desenvolver técnicas evitando erros e maus vícios e obter apoio e informação mas, hoje existe a preciosa ajuda da internet, e graças à grande popularidade que o ukulele tem pelo mundo, pode-se encontrar com facilidade todas as informações, vídeos educativos de excelente qualidade e conselhos que ajudam a aprender sozinho e de forma rápida. O ukulele é dos instrumentos mais fáceis de iniciação contudo, dependendo do grau de especialização e treino do músico, permite que se executem desde acordes simples para acompanhamento, solos e melodias nota a nota, arpejos ou mesmo composições mais elaboradas executando-se em simultâneo o solo e o acompanhamento. Este pequeno manual ajuda na iniciação ao acompanhamento por “acordes” de forma simplificada sem a preocupação de aprender nenhuma nota musical, podendo ser um primeiro passo para um longo caminho de descoberta e de ligação ao mundo da música ou simplesmente uma experiencia engraçada para se divertir com amigos. Um pouco de teoria musical Na música existem alguns componentes importantes a respeitar, um deles é o tempo. A noção de ritmo é muito importante sendo a mão direita (nos destros) a responsável pela marcação de tempos, tanto através de arpejos dedilhando nota a nota com os dedos, como em rasgueado tocando várias notas em simultâneo, obedecendo sempre ao balanço e velocidade dos “compassos” da música, para ajudar existem muitos vídeos no Youtube por exemplo, que explicam ao pormenor as diversas formas de strumming para ukulele, que variam tanto com os estilos ou características da música, como pela interpretação pessoal do musico.
  2. 2. Afinação A afinação é fundamental, começando pelas cordas do ukulele que devem estar sempre bem afinadas, assim como ao cantarmos uma melodia, devemos treinar o ouvido para que a linha melódica siga a harmonia tónica dos acordes que se vão reproduzindo no acompanhamento. As notas musicais e acordes por questões práticas, serão aqui designadas por letras, correspondentes à cifra inglesa que tem como primeira nota da escala o Lá representado pela letra A seguindo-se a sequência alfabética: Lá = A Si = B Dó = C Ré = D Mi = E Fá = F Sol = G Utilizando-se do mesmo modo a distinção M, m, 7, #, b consoante se trate de acordes “Maiores, menores, de sétima, sustenidos ou bemóis etc.” (ver tabela com diagramas) A afinação mais popular do Ukulele, de baixo para cima é A E C G (Lá Mi Dó Sol) ou de cima para baixo G C E A como preferirem, sendo a corda de cima “G“ mais aguda e não na sequência crescente como na maioria dos cordofones. O ajuste da afinação pode ser feita de ouvido, para os sobredotados, ou utilizando afinadores próprios para ukulele ou qualquer aparelho com escala cromática, os mais vulgares que sejam específicos para viola não servem porque não têm a nota Dó – C. Na internet existem também várias alternativas que ajudam a afinar, assim como também existem boas opções muito funcionais, nas aplicações gratuitas dos modernos smartphones.
  3. 3. Formação de acordes Basicamente, um acorde é um conjunto de notas que se tocam em simultâneo, produzindo um efeito de base harmónico usado aqui para acompanhamento, de apoio a uma melodia, seguindo a escala e o tom da mesma. É uma das particularidades dos instrumentos de cordas e de teclas que permitem que um só músico, produza bases harmónicas com sequências de acordes acompanhado outros músicos ou a si mesmo. Requer que se desenvolva alguma habilidade e coordenação nos dedos, com a vantagem de que muitas sequências de acordes, depois de aprendidas, servem para tocar várias músicas. A forma mais rápida de se entrar no fascinante mundo dos acordes, é aprender a interpretar e a seguir, os diagramas que indicam graficamente as posições que devem ser pressionadas nas cordas para se obter cada acorde.
  4. 4. Índice 01 Pimba Pimba ……………………………………………(3 acordes) 02 Pai Da Criança ………………………………………….(2 acordes) 03 A Cabritinha ……………………………………………..(2 acordes) 04 Porque Não Tem Talo O Grelo ………………….(2 acordes) 05 Vamos a elas …………………………………………….(2 acordes) 06 Baile De Verão ………………………………………….(3 acordes) 07 Azar Na Praia……………………………………………(3 acordes) 08 Al destino ai destino …………………………………(3 acordes) 09 Bacalhau à Portuguesa …………………………….(3 acordes) 10 O Bacalhau Quer Alho ………………………………(3 acordes) 11 A Garagem da Vizinha ………………………………(4 acordes) 12 Bate o pé ………………………………………………….(4 acordes) 13 Maria Albertina…………….…………………………..(4 acordes) 14 Muda de vida …………………………………………..(4 acordes) 15 Dá Cá Um Beijo …………………………………………(5 acordes) 16 É o Bicho …………………………………………………..(5 acordes) 17 Ágata Comunhão de Bens ………………………..(5 acordes) 18 Não és homem p’ra mim ………………….……..(6 acordes) 19 Sensual És Tão Sensual …………………………….(6 acordes) 20 Taras e Manias ………………………..……………….(6 acordes)
  5. 5. Emanuel - Pimba pimba C Rapazes da vigairada G7 Oiçam bem com atenção C Todos temos o dever G7 De dar às nossas mulheres Muito carinho e afeição C C São as mais lindas do F mundo Donas do nosso coração C Se somos meigos p'ra G7elas Dão-nos tudo tudo Com toda a dedicação C (refrão) C E se elas querem um abraço ou um G7 beijinho Nós pimba nós C pimba E se elas querem muito amor muito G7 carinho Nós pimba nós C pimba E se elas querem um encosto à maneira G7 Nós pimba nós C pimba E se elas querem à noitinha brincadeira G7 Nós pimba nós C pimba C Elas são tudo p'ra G7nós E não me digam que C não Temos de lhes dar G7amor Nunca nunca as deixar sós E consolar seu coração C C Quando estão apaixonadas F São-nos muito dedicadas C Por isso rapaziada G7 Convém que elas sintam Que por nós são muito amadas C (refrão)
  6. 6. Pai Da Criança (quem Será?!?) Chave D' Ouro Intro: Am G… Am Na minha rua mora uma G sopeira, Tem 20 anos ainda não Am namora. Na minha rua mora uma G sopeira, Tem 20 anos ainda não Am namora. Aqui há dias apareceu G inchada, Ai coitadinha, está perto da Am hora. Aqui há dias apareceu G inchada, Ai coitadinha, está perto da Am hora. Am Mas quem será? Mas quem será? Mas quem será o Pai da G criança? Eu sei lá, sei lá… Eu sei lá, Am sei lá! Mas quem será? Mas quem será Mas quem será o pai da G criança? Eu sei lá, sei lá… Eu sei lá, Am sei lá! Instrumental (igual à primeira estrofe) Am Mas quem será, o G atrevido Que nesse dia pela porta Am entrou? Mas quem será, o G atrevido Que nesse dia pela porta Am entrou? Maldita a hora que a patroa G descobriu O malandro do patrão, com a sopeira Am dormiu. Maldita a hora que a patroa G descobriu O malandro do patrão com a sopeira Am dormiu. Refrão ( 2X ) Instrumental (igual à primeira estrofe)
  7. 7. A Cabritinha Quim Barreiros Intro: F - C - F - C - F F Quando eu nasci a minha mãe não tinha C leite Fui criado como um bezerro F enjeitado. Mamei em vacas, em tudo o que tinha C peito Cresci assim desse jeito, fiquei mal F habituado. Hoje sou homem arranjei uma C cabritinha E passo o dia a mamar nos peitinhos da F fofinha. Refrão: F Eu gosto de mamar nos peitos da C Cabritinha! Eu gosto de mamar nos peitos da F Cabritinha! Eu gosto de mamar nos peitos da C Cabritinha! Mamo à hora que eu quero porque a cabrita é F minha! 2X F A cabritinha gosta de boa C comida Boa cama e boa vida, adora luxo e o F bem-estar. Ela adivinha a hora que eu chego C a casa E vai logo preparar os peitinhos para eu F mamar. Refrão … Intrumental : F - C - F - C - F
  8. 8. Porque Não Tem Talo O Grelo Leonel Nunes D Como eu vivo na cidade Compro a fruta já A madura Gostaria de perceber Um pouco de D agricultura. D Quando vou à praça e penso Na origem da A hortaliça Tomates, pepinos e grelo, Só de olhar metem D cobiça. REFRÃO: D E porque a couve tem talo E o bacalhau tem rabo Se o feijão verde tem fio Porque não tem talo o nabo? A Se a banana tem cacho Toda a uva tem que tê-lo Já pensei muitas vezes Porque não tem talo o grelo? D D O nabo não tem talo Que é tamanho A reduzido Mas lá no fundo da terra O repolho tem talo D comprido. D Como o bacalhau tem rabo, E acompanha esta A verdura, Explique cá pra mim, Quem souber de D agricultura. REFRÃO …
  9. 9. D Se um dia o pepino tem fio, Então já não tem talo o A grelo, Anda o mundo às avessas, Já não se pode D comê-lo. D É melhor pra toda a gente, Que as coisas fiquem A assim, Quem souber de agricultura, Poderá explicar pra D mim. REFRÃO: D E porque a couve tem talo E o bacalhau tem rabo Se o feijão verde tem fio Porque não tem talo o nabo? A Se a banana tem cacho Toda a uva tem que tê-lo Já pensei muitas vezes Porque não tem talo o grelo? D D Se um dia o pepino tem fio, Então já não tem talo o A grelo, Anda o mundo às avessas, Já não se pode D comê-lo. D É melhor pra toda a gente, Que as coisas fiquem A assim, Quem souber de agricultura, Poderá explicar pra D mim. REFRÃO …
  10. 10. Emanuel - Vamos a elas G ANDAR POR AÍ SOZINHO É COISA QUE NINGUÉM QUER D SE A MULHER NASCEU P'RO HOMEM E O HOMEM P'RA MULHER G G ATÉ ADÃO NO PARAÍSO ESTAVA TRISTE SEM ALEGRIA D DEPOIS DEUS CRIOU A EVA PARA ELE TER COMPANHIA G (Refrão) G VAMOS A ELAS RAPAZIADA VAMOS A ELAS QUE ISTO AGORA É QUE ESTA A DAR D VAMOS A ELAS COM RESPEITINHO VAMOS A ELAS QUE ELAS GOSTAM DE BRINCAR G G VAMOS A ELAS RAPAZIADA VAMOS A ELAS QUE ESTA VIDA É UM SEGUNDO D VAMOS A ELAS NAO PERCAM TEMPO VAMOS A ELAS QUE ELAS SÃO O MELHOR DO MUNDO G G CADA HOMEM MERECE UMA PARA DAR O SEU AMOR D ELAS SÃO O SAL DA VIDA QUE À VIDA DÃO SABOR G G ATÉ O MEU VELHOTE DIZ COM OLHOS DE MAROTO D QUANDO PASSAM PERTO DELE LHE DÃO MUITO CONFORTO G
  11. 11. José Malhoa Baile De Verão A Ainda te lembras amor Como tudo começou? Se te esqueceste eu E7 não... Nosso primeiro beija-beija Foi atras da Igreja Num bailarico de Verão A __ E7 A lua estava a A sorrir A tua boca a pedir E toda a A7 aldeia também D A querer nos ver acertar A E para me encorajar E7 Ainda me lembro meu bem... A (Refrão) A Toda malta gritou Até o padre ajudou Aperta aperta com ela E7 A banda sempre a tocar Bm O Povo todo a cantar E7 Aperta aperta com ela A _ E7 Nós apertamos os dois A Então ai é que foi Aperta aperta com ela Bm D Assim amor pois então A Começou nossa paixão E7 Nesse baile de verão A A Ainda te lembras amor Como tudo começou? Se te esqueceste eu E7 não... Nosso primeiro beija-beija Foi atras da Igreja Num bailarico de Verão A __ E7 A lua estava a A sorrir A tua boca a pedir E toda a A7 aldeia também D A querer nos ver acertar A E para me encorajar E7 Ainda me lembro meu bem... A (Refrão) (2x)
  12. 12. Azar Na Praia Nel Monteiro C Banhar-nos à praia, fomos tu e eu Mas que grande bronca nos G7 aconteceu: A minha camisa, o vestido teu Quando à noitinha nada C apareceu. C Muito envergo[F]nhados saímos C dali Eu em tronco-nu G7, tu em biquini C. Não tinha F dinheiro, carro também C não Viemos a G7 pé, fizemos C serão. (E ela, coitadinha, muito aflitinha gritava assim: ) Refrão : C Ai, como é que eu hei-de, como é que eu hei-de? Como é que eu hei-de me ir G7 embora? Com as perninhas todas à mostra E os marmelinhos quase de C fora… (2X) C Muito envergo[F]nhados saímos C dali Eu em tronco-nu G7, tu em biquini C. Não tinha F dinheiro, carro também C não Viemos a G7 pé, fizemos C serão.
  13. 13. Ai destino , ai destino Tony Carreira Refrão: Am Ai destino ai destino E7 Ai destino que é o Am meu Ai destino ai destino E7 Destino que Deus me Am deu Am O amor bateu à porta e eu deixei-o E7 entrar Dm Parecia tão diferente Am, confiei e fui em E7 frente, e com ela quis casar Am Am Infortunio do destino, esse meu passo E7 infeliz Dm Fui amante atraiçoado Am, fui marido E7 mal-amado sem saber que mal eu fiz Am Refrão … Am Ai destino ai destino E7 Ai destino tão cruel Am Ai destino ai destino E7 Ai destino infiel Am Am Destruiu a minha vida e a vontade de E7 viver Dm Levou-me o que eu mais Am queria, meus filhos desde esse E7 dia nunca mais voltei a ver Am Am Fiquei eu e a solidão, e o desgosto mais E7 chorado Dm Mas nada posso Am fazer, não tenho culpa de E7 ter o destino maltraçado Am Refrão … Am Ai destino ai destino E7 Ai destino que é o Am meu Ai destino ai destino E7 Destino que Deus me deu Am Am O amor tem destas coisas, no principio tudo E7bem Dm Quando se vê a verdade Am, pra voltar a trás E7é tarde Para recomeçar também Am Refrão …
  14. 14. Bacalhau à Portuguesa Quim Barreiros Intro: Am – E7 – Am (2x) Refrão: Am Quero cheirar teu E7bacalhau, Maria! Quero cheirar teu Am bacalhau. Mariazinha deixa-me ir à Dm cozinha, deixa-me ir à E7 cozinha, p’ra cheirar teu Am bacalhau. (Bis – Coro) O teu Dm bacalhau é mesmo uma Am beleza És a E7 Portuguesa com teu prato Am especial Se o cheiro é Dm bom, mais gostoso é o Am cozido É o prato E7 preferido do povo de Am Portugal. Ai… Refrão O teu Dm bacalhau demolhadinho Am Diz-me se é da E7 Noruega ou aqui de Am Portugal. Mariazinha Dm deixa-mo Am cheirar Que coisa tão E7gostosa nunca cheirei nada Am igual! Ai… Refrão + Instrumental do Refrão + Refrão O teu Dm bacalhau é mesmo uma Am beleza És a E7Portuguesa com teu prato Am especial Se o cheiro é Dm bom, mais gostoso é o Am cozido É o prato E7preferido do povo de Am Portugal. Ai… Refrão (Deixa-me cheirar o teu bacalhau…) Várias vezes…
  15. 15. O Bacalhau Quer Alho Saul Ricardo Intro: Fm Cm G Cm Ai que cheirinho G gostoso quando entrei Cm na cozinha Fm comê-lo até dá Cm gozo G e arrepios na Cm espinha. Cm Depois com G uma pinguinha anima cá Cm um rapaz Fm quem quer alho, Cm saladinha G come um bacalhau Cm à brás! REFRÃO O bacalhau G quer alho! É o melhor C tempero! Quem G comer alho fica G7rijo como C um pêro! (2X) Fm Cm G Cm Cm Por cima da tua G mesa, lá no meio da Cm cozinha Fm olha que a bela Cm acesa G tremia de Cm assustadinha. Cm Com as tuas mãos G de fada tu serviste-me Cm ao jantar Fm um bacalhau Cm desfiado G que veio mesmo Cm a calhar! REFRÃO … Cm O bacalhau que G mais gosto tem no meio o Cm presuntinho. Fm Servido nas Cm suas postas G tudo entremeadinho Cm … Cm O alho dá-lhe G sabor, é mais gostoso Cm na espinha Fm quanto mais Cm como melhor, G não vou sair Cm da cozinha! REFRÃO
  16. 16. AGaragemdaVizinha Quim Barreiros C Lá na rua onde eu moro, conheci uma G vizinha Separada do marido está morando Am sozinha Além dela ser bonita é um poço de G bondade Vendo meu carro na F chuva G ofereceu sua C garagem! C Ela disse: ninguém usa desde que ele me G deixou! Dentro da minha garagem teias de aranha Am juntou! Põe teu carro aqui dentro, se não vai G enferrujar! A garagem é F usada mas teu G carro vai C gostar! Refrão: C Ponho o carro, tiro o carro, há hora que eu G quiser Que garagem apertadinha, que doçura de Am mulher Tiro cedo e ponho à noite, e às vezes à G tardinha Estou até mudando o F óleo na G garagem da C vizinha! C Só que o meu possante carro, tem um bonito G atrelado, Que eu uso pra vender cocos e ganhar mais um Am trocado A garagem é pequena, o que é que eu faço G agora? O meu carro fica F dentro, os G cocos ficam de C fora! C A minha vizinha é boa, da garagem vou G cuidar Na porta mato cresceu, dei um jeito de Am cortar! A bondade da vizinha, é coisa de outro G mundo Quando não uso a da F frente, G uso a garagem do C fundo! Refrão …
  17. 17. Bate o pé Roberto Leal Refrão: G Ai bate o pé bate o pé bate o D7 pé Ai bate o pé faça assim como G eu G Ai bate o pé bate o pé bate o D7pé Foi assim que o meu amor me G prendeu (2X) Fui à festa dos D7vinhais o baile estava G apagado Meti-me junto aos D7casais pra mostrar o meu G bailado B7E o povo foi se Em juntando e B7perguntando o que Em é D7 E todos eu fui G mostrando D7a minha G dança do D7bate o G pé Refrão … A Rita entrou pra D7dança de braço com o G namorado Dona Ana D7explicava ao padre que dançar não é G pecado B7Você que está aí Em sentado e B7triste e quase sem Em fé D7Entre pra nossa G roda e D7comece a bater o G pé Refrão … Cantando umas D7cantigas numa certa G romaria Conheci a D7Albertina era assim que ela G fazia B7Dois passos para Em direita e mais B7dois pro outro Em lado D7E com sua G dança ela D7deixou-me G apaixonado Refrão …
  18. 18. MariaAlbertina Humanos A Maria Albertina deixa que eu te diga D E7Ah... Maria Albertina A deixa que eu te diga D E7 A Esse teu nome eu sei que não é um espanto Mas, é cá da terra E7 e tem, tem muito encanto A Esse teu nome eu sei que não é um espanto Mas, é cá da terra E7 e tem, tem muito encanto A Maria Albertina E7 como foste nessa A De chamar Vanessa E7 à tua menina? Maria Albertina como foste nessa A De chamar Vanessa E7 à tua menina? Repete 2X A Esse teu nome eu sei que não é um espanto Mas, é cá da terra E7 e tem, tem muito encanto A Esse teu nome eu sei que não é um espanto Mas, é cá da terra E7 e tem, tem muito encanto A Maria Albertina E7 como foste nessa A De chamar Vanessa E7 à tua menina? Maria Albertina como foste nessa A De chamar Vanessa E7 à tua menina? Que é bem cheiinha E7 e muito moreninha A Que é bem cheiinha E7 e muito moreninha A Que é bem cheiinha E7 e muito moreninha A Que é bem cheiinha E7 e muito moreninha A
  19. 19. Mudade vida Humanos A Muda de vida se tu não D vives satisfeito Muda de A vida, estás sempre a E7tempo de Mudar Muda de A vida, não deves D viver contrafeito Muda de A vida, se há vida em E7ti a latejar A A Ver-te sorrir eu nunca te D vi E a cantar, eu nunca te A ouvi Será de ti E7 ou pensas que tens F#m que ser E7assim?.. Repete tudo 2X A Olha que a vida não, não é nem D deve ser Como um A castigo que tu terás E7que viver? A Muda de vida se tu não D vives satisfeito Muda de A vida, estás sempre a E7tempo de Mudar Muda de A vida, não deves D viver contrafeito Muda de A vida, se há vida em E7ti a latejar A A Ver-te sorrir eu nunca te D vi E a cantar, eu nunca te A ouvi Será de ti E7 ou pensas que tens F#m que ser E7assim?.. A Olha que a vida não, não é nem D deve ser Como um A castigo que tu terás E7que viver?
  20. 20. Dá Cá Um Beijo Roberto Leal Fui me C confessar, naquela G capelinha. O que eu disse ao padre, ninguém o C adivinha. Ninguém adivinha, C7não adivinha F não. O que eu disse ao C padre, na G minha C confissão. Refrão: Dá cá um C beijo, dá cá, dá cá Dm. Dá cá um G beijo, não sejas má C. Não sejas má, C7não sejas F louca. Dá cá um C beijo da G tua boca C. (2X) Ninguém C adivinha, não adivinha G não. O que eu disse ao padre, na minha C confissão. Na minha confissão, C7 na minha F ladainha. O que eu disse ao C padre, G ninguém o C adivinha. Refrão … C Eu nunca pensei, eu nunca G pensava. Que era só dela de quem eu C gostava. De quem eu gostava, C7 de quem F eu gostei. Foi por causa C dela que G eu me C confessei. Refrão …
  21. 21. É o Bicho Iran Costa Am Quando o vento bater no seu cabelo Espalha-se a magia pelo G ar Ele vai-te encontrar F esperando Que o destino revela G7 enfim O segredo que tem pra te G7contar Há tanto C tempo que eu te quero no meu lado Nossos G caminhos não haviam ser cruzado Meu Am coração bate mais forte que a emoção que tem você pra G7 mim Oh oh oh Aquele C grito que era preso na garganta Se G transformou e a nossa vibração é tanta Canta Am comigo pra dizer a todo o mundo que é assim nosso G7 amor Refrão C É o Bicho é o Bicho Vou-te devorar Crocodilo eu G sou {x2}
  22. 22. Comunhão de bens (Ágata) Introdução: A D B7 Em C B7 Em Em Vais-te embora, podes levar o que Am pertence a ti. D Vais-te embora, podes levar o que Em pertence a mim. B7 Em Vai-te embora, leva contigo o que Am te apetecer. D Vai-te embora mas deixa a minha Em razão de viver. B7 Não me Am leves a coisa mais B7querida, Que nos Empertence em partes iguais. Nosso Am filho a quem eu dei a C vida E é de Am mim que ele precisa B7mais. Refrão: Podes ficar com as Em jóias, o carro e a casa, mas não fiques com Am ele. E até as contas doB7banco, a casa de campo, mas não fiques com Em ele. B7 Podes ficar com o Em resto e dizer que eu não presto, mas não fiques com Am ele. Tira-me tudo na B7vida e o mais que consigas, mas não fiques Am com ele. D B7 Em C B7 Em Em Vais-te embora, podes levar Am daqui tudo o que houver. D Vais-te embora, eu nem Em partilhas vou querer fazer. B7 Em Vai-te embora, leva o que tinhas e o Am que hoje tens. D Vai-te embora, até prescindo a Em comunhão de bens. B7 Mas Am não leves a B7coisa mais querida, Que é dos Em dois não posso negar. Mas fui Am eu quem lhe deu mais na C vida E é Am comigo que ele quer B7estar. Refrão ………….
  23. 23. Não és homem p’ra mim Romana Introdução: Gm C F D Gm A Dm Refrão: Dm Não és homem p’ra Gm mim, eu mereço muito C mais. Não és homem p’ra F mim, eu mereço bem Dm melhor. Não és homem p’ra A mim, se não ouves os meus ais E só a ti tens Dm amor. D7 Não és homem p’ra Gm mim, eu preciso muito C mais. Não és homem p’ra F mim, tu não me dás o que Dm tens. Só tens amor por A ti, não és homem para mim nem és homem para Dm ninguém. Dm Eu sou boa A demais p’ra ti, eu Dm sei. És menos e eu sou A mais, és mal e eu Dm bem. D7 Eu sou uma rosa em Gm flor e tu C espinho que ela F dá, Dm Tu és a minha A dor, pior não Dm há. D7 Refrão … Dm Eu sou boa A demais p’ra ti, eu Dm sei. Não somos nada A iguais, tu não dás e eu Dm dei. D7 Apenas vês em Gm mim uma C fonte de F prazer, Dm Prazer que eu A fingi muitas vezes também Dm ter. D7 Refrão …
  24. 24. Sensual, és tão Sensual Toy Introdução F#m Bm E7 A F#m Bm C#7 F#m F#m Perco-me nos teus lábios Bm docemente C#7 Contra a tua boca num beijo F#m ardente E deixo-me arrastar pelo Bm desejo C#7 De amar teu corpo todo num só F#m beijo E Bm sinto a tua mão E7delicada pela A minha pele D molhada E a C#7 paixão começa a subir. F#m Sensual és Bm tão sensual E7Tens o ar de A mulher fatal. F#m Sensual és Bm tão sensual, que C#7 até o teu simples olhar que faz F#m mal ( refrão 2 X ) F#m Encosta o teu ouvido na minha Bm boca C#7 Dizendo-te segredos que te deixam F#m louca E a minha mão pousada no teu Bm ceio C#7 Tremendo numa noite ainda a F#m meio Bm Vestígios de prazer que E7soltas E o A amor nos guarda as D voltas Nenhum de C#7 nós o pode parar F#m Sensual és Bm tão sensual E7Tens o ar de A mulher fatal. F#m Sensual és Bm tão sensual, que C#7 até o teu simples olhar que faz F#m mal ( refrão 2 X ) F#m O teu corpo vai esperando que eu Bm entre C#7 Na porta do desejo em teu F#m ventre Coçando lentamente com Bm ternura Procuro C#7 em ti a fonte da F#m loucura O Bm amor é mais pecado que a E7vida Numa A cama repartida D Com C#7 duas almas loucas de amor F#m Sensual és Bm tão sensual E7Tens o ar de A mulher fatal. F#m Sensual és Bm tão sensual, que C#7 até o teu simples olhar que faz F#m mal ( refrão 2 X )
  25. 25. Taras e Manias Marco Paulo E C quando C7você vem com essa F cara De menina Dm levada para a G brincadeira Am Dá-me um arrepio na C pele Sinto água na F boca P'ra Dm ficar com G você … Você não F tem um pingo G de vergonha C, Todo o homem sonha E7, Ter alguém assim Am. F Realizando minhas G fantasias C, Taras e E7manias, Você vem p'ra Am mim. Uma “lady” na G mesa, Uma louca na C cama, Na maior E7safadeza, Você diz que me Am ama. E na minha G cabeça, Desvario e C loucura, Quando você E7começa, Ninguém mais a Am segura. Refrão: (Am)E E7mexe, remexe, se Am encosta, se enrosca, Se E7 abre, se mostra p'ra Am mim Me E7 agarra, me morde, me Am arranha, Não mude que eu F quero E7 você sempre Am assim.

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