Dinamica Do Perfume Jose Eduardo E Kleilma

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Dinamica Do Perfume Jose Eduardo E Kleilma

  1. 1. Acolhida<br />Musica - Dia de Celebração da Eliana Ribeiro<br />A espiritualidade começa com a alegria pela nova vida, pelo perdão dos pecados e pelo testemunho do Espírito Santo de que o cristão é filho de Deus e é por isto que estamos reunidos ...<br />Pedimos a presença do espírito santo no meio de nós<br />Nas intenções – nos vamos continuar de pé, de olhos fechados e com as mãos estendidas e ouvindo a musica façamos nossos pedidos no silencio de nossos coraçoes.<br />dinâmica do perfume com objetivo de atingir a espiritualidade.<br />“Orai sem cessar” (5.17) que tem que ser feita de maneira ininterrupta por nós cristãos, pois a oração faz parte da armadura cristã (Ef 6.18). Todas as palavras que dizemos, toda nossa crença em Deus, toda convivência com os outros, todo emprego das responsabilidades dadas por Deus através dos dons e talentos, todo modo de agir diante das oportunidades ou circunstâncias da vida - tudo deve ser procedido de tal forma que glorifique a Deus, Cl 3: 23. ... (Fim da música)<br />E acreditando que estamos em sintonia com Deus e glorificados por seu nome vamos de mãos dadas agradecer rezando ao Pai e a Maria que sempre intercede por nós.<br />Oração do pai nosso e da Ave Maria.<br />Em Efésios 6: 10-20, Paulo afirma que a nova vida só pode ser vivida através da fortaleza de Deus em nós. E isso é conseguido através da comunhão com o Espírito, com a leitura e meditação da Bíblia e vida de oração.<br />Leitura <br />João 3, 1-8<br />Ser cristão é antes de tudo o mais uma mudança no interior da pessoa. “Nascer de novo” é a forma pela qual Jesus Cristo o designou (João 3, 1-15). O apóstolo Paulo falou de ser uma nova criação e ser uma nova criatura (2 Coríntios 5,17). Esta nova essência é criada pelo Espírito de Deus. Este mesmo Espírito de Deus nos faz crescer e desenvolver na nova vida originada em Cristo.<br />Colocar o cartaz em branco com a palavra – Espiritualidade<br />Leitura antes I Tessalonicences 5, 16-18<br />Material: Uma vela e trechos selecionados da Bíblia que tratem do assunto a ser debatido.<br />Observação: Para grupos cujos integrantes já se conhecem, a parte relativa à apresentação pode ser eliminada da dinâmica.<br />Cada um deve escrever uma palavra ou frase e fazer um comentário que traduz a espiritualidade para si.<br />Todos desejamos viver uma espiritualidade profunda, um grande comprometimento com a Palavra. Mas, que é ser espiritual? Que é ser comprometido com os ensinos das Escrituras? Tudo começa com o novo nascimento. Ser espiritual é nascer de novo, é ser regenerado, é ter uma nova natureza, é ter privilégios e também grandes responsabilidades no Reino de Deus.<br />Fechar com a dinâmica das folhas.<br />Entregar uma folha de papel ofício para os participantes. <br />Pedir para todos ao mesmo tempo, movimentar as folhas e observar; todos unidos formarão uma sintonia alegre, onde essa sintonia significa nossa caminhada no diálogo, e quando iniciam alguma atividade estaremos alegres e com isso teremos coragem de enfrentar tudo, quando catequizar,evangelizar e orar é nossa salvação. <br />Mas no decorrer do tempo, as dificuldades aumentaram, ficamos desmotivados por causa das cansaços, trabalhos, outras prioridades, inveja, etc. Com isso surgem as dificuldades, os descontentamentos. <br />Juntos vamos amassar a nossa folha para que não rasque, e voltaremos a movimentar a folha movimente todos juntos, verificando que não existe a sintonia alegre, agora só resta silêncio. <br />Pegaremos essa folha, colocando-a no centro da mão e fechando a mão, torcendo o centro da folha, formará uma flor. <br />Essa flor será nossa motivação, nossa alegria daqui pra frente dentro da catequese.<br />Comentário: É um convite para uma esperança, para que assumamos a responsabilidade de realizar a vida. Todos nós apenas uma parcela pessoal e social, nessa construção de uma humanidade nova? Cheia de esperança e realizações. (leitura MC 3, 31 - 35). <br />58. Palavra iluminada<br />Participantes: 7 a 15 pessoas<br />Tempo Estimado: Indefinido<br />Material: Uma vela e trechos selecionados da Bíblia que tratem do assunto a ser debatido.<br />Observação: Para grupos cujos integrantes já se conhecem, a parte relativa à apresentação pode ser eliminada da dinâmica.<br />Descrição: A iluminação do ambiente deve ser serena de modo a predominar a luz da vela, que simboliza Cristo iluminando os nossos gestos e palavras. Os participantes devem estar sentados em círculo de modo que todos possam ver a todos. O coordenador deve ler o trecho bíblico inicial e comentá-lo, sendo que a pessoa a sua esquerda deve segurar a vela. Após o comentário do trecho, a pessoa que estava segurando a vela passa a mesma para o vizinho da esquerda e se apresenta ao grupo. Em seguida esta pessoa realiza a leitura de outro trecho da bíblia indicado pelo coordenador e faz seus comentários sobre o trecho. Este processo se realiza sucessivamente até que o coordenador venha a segurar a vela e se apresentar ao grupo. Então, o coordenador lê uma última passagem bíblica que resuma todo o conteúdo abordado nas passagens anteriores. Após a leitura desta passagem, os integrantes do grupo devem buscar a opinião do grupo como um todo, baseado nos depoimentos individuais, sobre o tema abordado. Quando o consenso é alcançado apaga-se à vela. Por último pode-se comentar a importância da Luz (Cristo) em todos os atos de nossas vidas. <br />70. Ser igreja <br />Participantes: Indefinido. <br />Tempo Estimado: 10 a 15 minutos. <br />Material: Uma folha em branco para cada um. <br />Descrição: Entregar uma folha de papel ofício para os participantes. <br />Pedir para todos ao mesmo tempo, movimentar as folhas e observar; todos unidos formarão uma sintonia alegre, onde essa sintonia significa nossa caminhada na catequese, e quando iniciam alguma atividade estaremos alegres e com isso teremos coragem de enfrentar tudo, quando catequizar é nossa salvação. <br />Mas no decorrer do tempo, as dificuldades aumentaram, ficamos desmotivados por causa das fofocas, reclamações, atritos etc. Com isso surgem as dificuldades, os descontentamentos. <br />Juntos vamos amassar a nossa folha para que não rasque, e voltaremos a movimentar a folha movimente todos juntos, verificando que não existe a sintonia alegre, agora só resta silêncio. <br />Pegaremos essa folha, colocando-a no centro da mão e fechando a mão, torcendo o centro da folha, formará uma flor. <br />Essa flor será nossa motivação, nossa alegria daqui pra frente dentro da catequese.<br />Comentário: É um convite para uma esperança, para que assumamos a responsabilidade de realizar a vida. Todos nós apenas uma parcela pessoal e social, nessa construção de uma humanidade nova? Cheia de esperança e realizações. (leitura MC 3, 31 - 35). <br />79. A palavra – imã<br />Participantes: indefinido. <br />Tempo Estimado: 25 minutos. <br />Material: Cartolina ou papel, pincel atômicos ou canetas. <br />Descrição: Dispor os participantes em círculo. <br />O coordenador deverá escrever no centro de uma cartolina a palavra-chave, o tema do encontro. (Por exemplo:Escrever a palavra amor)<br />Pedir para cada participante escrever em torno da palavra-chave aquilo que lhe vier à cabeça sobre a palavra-chave.<br />No final da dinâmica, todos conversarão sobre o que escreveram, o que sentiram.<br />Mensagem: Todas as pessoas possuem no seu interior uma parcela de verdade que necessita vir à tona algum dia. <br />DESENVOLVENDO NOSSA ESPIRITUALIDADE<br />I Tessalonicenses 5.16-18<br /> <br /> Introdução<br /> <br />A espiritualidade é um tema crescente em nossos dias. A secularização da sociedade e da família, as preocupações com a subsistência e as crises que permeiam a vida, obrigam as pessoas a buscar o equilíbrio emocional, sentimental, psicológico e espiritual. E é por meio da espiritualidade que o encontram.<br />Dessa forma, o tema da espiritualidade é explorado mediante a venda de produtos e métodos para a satisfação espiritual. Estes produtos e métodos oferecem uma espiritualidade mecânica e ilusória.<br /> Há aqueles que pensam que espiritualidade é isolar-se do mundo, da sociedade e de todas as atividades compreendidas como “não-espirituais”. Isto é uma deformação e uma compreensão equivocada do que vem a ser espiritualidade.<br /> Espiritualidade constitui a vida integral da pessoa. “É o mundo interior adequado ao mundo exterior”.[i] Devemos considerar que a espiritualidade ocorre em meio a algo concreto e não imaginário. “Ninguém se torna mais espiritual tornando-se menos material. Ninguém se exalta subindo em um glorioso e colorido balão de ar quente”.[ii]<br /> Espiritualidade prazerosa<br /> Um dos textos bíblicos sobre a espiritualidade como algo prazeroso e agradável na vida do cristão é I Tessalonicenses 5.16-18. Não se trata de uma espiritualidade intimista, cheia de regras e obrigações, mas de alegria e de satisfação.<br />a) “Alegrai-vos sempre” (5.16) – Na lista de Gálatas 5.22-23, a alegria aparece como um fruto do Espírito Santo, sendo presente em outros textos também. A alegria é o resultado do compromisso com o Evangelho – Fp 1.4,18, 18; 2.2,17, 17, 18, 28,19; 3.1; 4.1,4 4,10; é um dos Sinais do Reino de Deus – Rm 14.17, 15.13. Quando escreve aos filipenses sobre a alegria, Paulo tinha vários motivos para sentir angústia, tristeza e desânimo: a) estava longe de uma das comunidades que mais amou, com a qual tinha um relacionamento muito próximo; b) estava preso, prestes a ser executado; c) era atacado por alguns pregadores cristãos que viam nas suas lutas e prisões uma desautorização de Deus com seu apostolado; d) os filipenses estavam sendo perseguidos por causa da prisão de Paulo. <br />Para o salmista, a Palavra de Deus alegra o coração – Sl 19.9; ele se alegra quando a vai à Casa do Senhor – Sl 122.1; descobriu que a alegria vem pela manhã como expressão do cuidado divino – Sl 30.5. A alegria é fortaleza para aqueles que crêem em Deus – Ne 8.10 e que estão comprometidos com o Evangelho de Jesus Cristo – Mt 5.12.<br /> A espiritualidade começa com a alegria pela nova vida, pelo perdão dos pecados e pelo testemunho do Espírito Santo de que o cristão é filho de Deus<br /> b) “Orai sem cessar” (5.17) – que deve ser feita de maneira ininterrupta pelo cristão, pois a oração faz parte da armadura cristã (Ef 6.18). Definindo o que é um metodista, João Wesley disse: “Não que ele esteja sempre na casa de oração – embora não negligencie a oportunidade de lá estar. Nem que ele esteja sempre em seus joelhos – embora freqüentemente esteja – ou em seu rosto, diante do Senhor seu Deus. Ele não sempre orando clamando a Deus em alta voz ou invocando-o audivelmente, pois muitas vezes é o Espírito que está intercedendo por ele com ‘gemidos inexprimíveis”.[iii]<br /> c) “Em tudo dai graças” (5.18) – sem interrupção. As situações de hostilidade, conflitos e perseguições não são impedimentos para o culto, para a oração e a ação de graças. Pelo contrário, estas estimulam o cristão a enfrentar suas lutas e dificuldades, na certeza de que Deus está presente. Para João Wesley é o fruto da alegria e da oração sem cessar.[iv] “Na medida em que verdadeiramente gozamos da presença de Deus, assim também, sem cessar, oramos e damos graças; de outro modo nosso gozo não seria mais que uma ficção. A ação de graças é inseparável da oração; ambas estão intimamente relacionadas. O cristão que ora permanentemente, sempre louva a Deus, em tempo de dor ou de alívio, de prosperidade ou de grande adversidade. O crente agradece a Deus por tudo pois considera que tudo vem dEle e por amor a Ele o aceita”.[v]<br />d) “Por que esta é a vontade de Deus” (5.18) – a vontade de Deus é sempre para o nosso bem.<br /> Espiritualidade wesleyana<br /> João Wesley desenvolveu e ensinou a espiritualidade como o resultado de uma prática ou exercício. Recomendava a leitura diária da Bíblia, estudos e orações, bem como a leitura das Notas Explicativas para o Antigo e Novo Testamento que fizera para ajudar na compreensão dos textos sagrados. Isto deveria ser feito através da leitura, da meditação e do estudo:[vi]<br /> q Ler a Bíblia sem pressa e reverentemente;<br />q Ler a Bíblia Sistematicamente: de manhã e à noite; um capítulo do Antigo e um do Novo Testamento; com o propósito de conhecer a vontade de Deus e a intenção de vivê-la;<br />q Ler a Bíblia Compreensivamente - ir além da leitura superficial, com aprofundamento, estudando os textos bíblicos com regularidade, devoção e resolução;<br />q Ler a Bíblia Coletivamente - A leitura e o estudo eram proveitosos para todos os membros da Igreja, portanto deveria ser realizada em grupo.<br /> Os momentos devocionais dos irmãos Wesley, além da leitura, meditação e estudo da Bíblia, tinham as seguintes marcas: [vii] REALISTA - Ele descobriu o valor da Graça de Deus para a sua vida. Sua vida devocional era positiva, constituindo-se na aplicação desta Graça de Deus e não na ampliação de problemas. Ele não esquematizou um método que durou por toda a vida, mas ao longo dos dias o ajustou conforme suas experiências com Deus; DISCIPLINADA - João Wesley cometeu alguns erros, mas isto não o desmotivou na busca intensa por uma vida devocional que o alimentasse e o preparasse para os desafios que Deus fazia-lhe. Aprendeu que nos momentos áridos é que se deve ser perseverante e fiel. “A oração nasce a partir de um sentido de ausência de Deus e da nossa necessidade d’Ele”;[viii] AMPLA - Baseou sua vida devocional em toda a Bíblia. Considerava-se um homo unis libri - Homem de um livro só: a Bíblia. Não se contentava com alguns capítulos ou livros. Lia-a toda, muitos comentários e assuntos diversos; e COMUNITÁRIA - A sua experiência de vida devocional com Deus não era privada ou interna. Ele buscava na devoção força e inspiração para servir a Deus e ajudar as pessoas da igreja a viverem melhor. Não buscava mostrar-se mais santo que os outros, mas procurava canalizar para o serviço suas experiências com Deus.<br /> A vida devocional de Wesley não era dissociada da realidade, não era intimista ou escapista. Era desafiadora e comprometedora. Através dela Wesley e os primeiros metodistas nutriam a fé, aqueciam o amor e fortaleciam a esperança para cumprir a missão da igreja. Os metodistas tinham ações que alcançavam o povo simples, sofredor e empobrecido da época e sua leitura bíblica levava em conta o contexto vivido pelos novos convertidos, participantes dos cultos ao ar livre e reuniões nos diversos grupos wesleyanos.<br /> A espiritualidade desenvolvida por Wesley possuía uma dimensão social e seguia três princípios básicos:[ix] Evitar o mal; fazer o bem e atender a todas as ordenanças de Deus. Para ele era inconcebível que a vida devocional permanecesse privada e interna, pois a dimensão social deveria estar presente.[x]<br /> Espiritualidade hoje<br /> A oração deve ser uma prática comum entre os metodistas, indispensável para o testemunho missionário. “A oração alimenta nossa comunhão com Deus, sustenta nossa experiência com a Graça, com o amor, com a confissão, com a celebração da vida que é dom de Deus, nos leva a aceitar nossa vocação para ser sal da terra e luz do mundo e reconhecer nossos dons e ministérios”.[xi]<br /> Que a Igreja busque nos cultos e nas reuniões de oração a presença do Espírito Santo, para que o ardor missionário não se extinga, mas seja sempre revigorado pela presença plena de Deus na vida de cada membro. “Através da ação do Espírito Santo de Deus em nós, somos capacitados a dar um testemunho corajoso e destemido do poder transformador de Jesus Cristo, enfrentando, sem vacilar, as forças demoníacas deste presente século, que arrastam para a morte, tanto as pessoas como as estruturas sócias-políticas e econômicas. Na autoridade do Espírito Santo, somos chamados a viver a verdade de que só Jesus Cristo é o Senhor”.[xii]<br /> Para o pleno cumprimento da missão, a Igreja deve desenvolver uma espiritualidade integral: que expresse a dimensão vertical – através da leitura e estudo devocional da bíblia, participação na Ceia do Senhor, prática da oração e do jejum, participação nos cultos, e a dimensão horizontal – através da solidariedade junto aos pobres, necessitados e marginalizados. Uma espiritualidade que seja fé em ação. “Aqueles que dizem ‘andar no espírito’ devem mostrar, na prática, os frutos do Espírito Santo e os que professam um evangelho libertador devem viver, pessoal e comunitariamente, a mística da experiência do Espírito... A vida de oração, meditação da Palavra, jejum com a unção do Espírito, são condições fundamentais para a vivência da piedade, santificação, comunhão e unidade e da prática da misericórdia e da solidariedade”.[xiii] <br />Conclusão<br /> Que neste tempo de avaliação, planejamento e preparação para o final de ano e início de mais um período de trabalho e missão, nossa espiritualidade esteja fortalecida e seja vibrante, capaz de nos levar a testemunhar com convicção e fé a vitalidade do Evangelho e o ardor da missão.<br /> Testemunhar o ardor da missão é o tema para o próximo biênio. Nos preparemos para vivenciá-lo, assim como temos experimentado a vitalidade (poder) do Evangelho em nossas vidas.<br />Os perfumes e ungüentos eram especialmente apreciados pelos povos do Antigo e Novo testamento, por causa do clima seco e escassez de água na região em que habitavam. Na época de Jesus já se utilizava o incenso para perfumar o ambiente.Veja a seguir alguns exemplos de perfumes, cosméticos e ungüentos usados nos tempos bíblicos:* Ct 1.12- O nardo era um perfume caríssimo guardado em frascos de alabastros. Estes frascos possuíam um gargalo bastante comprido e fino, selado na ponta para evitar que o perfume evaporasse; de modo que para usar o perfume, o frasco deveria ser quebrado. Isto nos faz lembrar do banquete que Jesus participou em Betânia, na casa de Simão, o leproso; quando Maria, irmã de Marta e de Lázaro, ungiu a Jesus com nardo puro. Mt 26.6-13; Mc 14. 3-9; Jo 12. 1-8.* Ct 1.13 - Saquitel de mirra- Pequena ampola ou saquinho que transportava uma certa quantidade de mirra ( perfume). Este saquitel era pendurado ao pescoço da mulher e exalava o cheiro agradável da mirra por muitos dias. * Ct 1.14- Flores de hena- Flor de um arbusto de tom róseo com odor parecido com o das rosas. Era encontrado em Em-Gedi (um oásis nas costas ocidentais do mar morto), local em que o cultivo desta planta era possível , bem como o  de vinhas. As folhas e flores desta planta eram pulverizadas e o pó aplicado sobre o corpo.* A mirra e o aloés eram perfumes também preciosos e usados em especial para embalsamar os mortos. Ver Jo19.39.* Na época de Jesus, era costume quando se recebia uma visita em casa, o anfitrião ungir a cabeça do visitante com ungüento Lc 7.46.<br />http://www.igrejasementedavida.com.br/docs/farisaismo/aula05.html<br />http://www.iprb.org.br/artigos/textos/art51_100/art69.htm<br />http://www.metodista.com/cemetre/estudos/desenvolvendo_nossa_espiritualid.htm<br />

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